Ciclone vai provocar onda de frio; veja quando e onde

Foto: Pixabay Uma frente fria avançará sobre o Rio Grande do Sul no próximo fim de semana. Esse sistema não causará impactos significativos em Santa Catarina e não deve avançar para o Paraná. A previsão é de chuva entre 20 e 30 mm, o que não deve prejudicar os trabalhos no campo, mas pode vir acompanhada de temporais, granizo e rajadas de vento intensas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Na próxima semana, no entanto, há previsão de uma mudança mais intensa no tempo. De acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, um ciclone vai se formar no Atlântico Sul, provocando uma onda de frio no Centro-Sul. O sistema vai romper ao menos parcialmente o bloqueio atmosférico, baixando a temperatura e levando chuva a algumas áreas dessa faixa do país. A região Sul, em particular o Rio Grande do Sul, já começa a sentir a queda de temperatura no início da semana que vem, com os termômetros em baixa durante pelo menos uns cinco dias. Porém, a onda de frio deve chegar também a áreas do Sudeste e do Centro-Oeste. Até o interior de São Paulo será atingido. No município paulista de Itapeva, por exemplo, a mínima deve cair para 5 ºC entre os dias 9 e 10 de agosto, apresentando um risco baixo de geada. No sul de Mato Grosso do Sul, como em Naviraí, a mínima pode cair para 6 ºC também por volta do dia 10. Após essa data, a temperatura deverá subir gradativamente no Sudeste e no Centro-Oeste. O post Ciclone vai provocar onda de frio; veja quando e onde apareceu primeiro em Canal Rural.

Pancadas de chuva e trovoadas encerram a semana; confira a previsão do tempo

Foto: Pixabay Saiba como o clima irá se comportar nesta sexta-feira (2) em todas as regiões do Brasil: Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sul O tempo segue firme em toda a região, com variação de nuvens no litoral do Paraná e litoral norte de Santa Catarina ao longo do dia, mas sem previsão de chuva. A umidade do ar fica baixa no interior paranaense e no noroeste do Rio Grande do Sul. O dia será bem ensolarado nas capitais. Sudeste A umidade que vem do mar ajuda na formação de nuvens de chuva sobre o leste e norte do Espírito Santo, onde pode chover de maneira fraca. Dia de tempo firme no Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, com baixa umidade do ar no interior destes estados; as temperaturas ficam altas à tarde. Centro-Oeste Não há previsão de chuva em toda a região. O sol aparece com poucas nuvens em todos os estados e no Distrito Federal, e a umidade pode ficar baixa durante a tarde, com valores inferiores a 20% em alguns municípios. Nordeste A umidade que vem do mar colabora para um pouco de chuva na faixa litorânea da região, com pancadas que podem ocorrer a qualquer momento, com intensidade moderada no leste da Bahia, de Alagoas, Sergipe e do Rio Grande do Norte. Em São Luís, a chuva pode ser mais pontual. O tempo segue firme e ensolarado no Ceará e Piauí. Norte Sol e calor em toda a região norte do Brasil. Há possibilidade de pancadas de chuva mais irregulares no Amazonas, em Roraima e na metade norte do Pará, com chuva que pode vir em forma de pancadas com raios e algumas trovoadas. O tempo segue firme no Acre, na maior parte do centro-sul de Rondônia e no Tocantins. O post Pancadas de chuva e trovoadas encerram a semana; confira a previsão do tempo apareceu primeiro em Canal Rural.

Boi: mercado encerra julho com negócios estáveis

Foto: Raquel Brunelli/Embrapa As negociações pecuárias encerraram julho estáveis, refletindo o equilíbrio efetivo entre oferta e demanda no mercado local. Segundo pesquisadores do Cepea, como parte das escalas já está reservada com animais de confinamentos, a busca por novos lotes de bois no spot tem sido feita com muita cautela. Com isso, a indústria consegue evitar novos ajustes da arroba do boi num momento de oferta reduzida, enquanto aguarda por definições nas vendas domésticas de carne. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No curtíssimo prazo, pesquisadores do Cepea indicam que alguma expectativa de aumento de consumo até tem sido alimentada por agentes ligados à indústria, em função da proximidade do Dia dos Pais. Porém, até o momento, não há mudanças importantes no segmento varejista. No acumulado de julho (até o dia 30), o Indicador do Boi Gordo Cepea/B3 registrava alta de 3,3%, fechando a R$ 232,60 na última terça-feira (30). *Sob supervisão de Henrique Almeida O post Boi: mercado encerra julho com negócios estáveis apareceu primeiro em Canal Rural.

Suínos: médias sobem por três meses consecutivos, diz Cepea

Foto: Sistema Faep Levantamentos do Cepea mostram que os preços médios mensais do suíno vivo e da carne estão em alta há três meses seguidos.  Em julho (até o dia 30), a média do animal vivo é a maior desde abril de 2021, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI de junho/24), em algumas praças acompanhadas pelo Cepea.  Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Segundo pesquisadores, o impulso vem da maior procura por novos lotes de suínos para abate para atender às demandas interna e externa.  Quanto às exportações, a média diária nos primeiros 20 dias úteis de julho é de 5,2 mil toneladas de carne suína in natura, 10,5% acima da registrada no mês passado e 15,7% superior à do mesmo período de 2023 – dados Secex.  Caso esse desempenho se mantenha, julho renovará o recorde de volume escoado, podendo alcançar 119,3 mil toneladas embarcadas no mês, considerando-se toda a série histórica da Secex, iniciada em 1997. *Sob supervisão de Henrique Almeida O post Suínos: médias sobem por três meses consecutivos, diz Cepea apareceu primeiro em Canal Rural.

Soja: Chicago retoma perdas com maior oferta nos EUA e receio com demanda chinesa

Os contratos da soja em grão registram preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado retoma sua recente rotina de perdas, aproximando-se novamente de seu menor nível desde 2020. A oleaginosa é pressionada pela ampla oferta dos Estados Unidos e pelas preocupações com a demanda da China. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! De acordo com a Reuters, os agricultores norte-americanos iniciaram o processo de venda das suas safras armazenadas porque perderam a esperança de preços mais altos e precisam abrir espaço para a próxima colheita. Um dólar mais forte frente a outras moedas correntes completa o quadro negativo aos preços. Os contratos com vencimento em novembro operam cotados a US$ 10,20 1/2 por bushel, baixa de 2,00 centavos de dólar, ou 0,19%, em relação ao fechamento anterior. Ontem (31), a soja fechou em leve alta. Na última sessão do mês, o mercado esboçou uma recuperação técnica, buscando posicionar as carteiras na virada do mês. Mas o movimento foi limitado pelo clima favorável ao desenvolvimento das lavouras americanas. O mês de julho foi negativo por conta da expectativa de uma boa produção norte-americana. O clima, até o momento, tem beneficiado o desenvolvimento das lavouras. A posição novembro teve desvalorização de 7,4%. Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com alta de 3,50 centavos de dólar, ou 0,34%, a US$ 10,14 1/2 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,22 1/2 por bushel, com ganho de 1,50 centavo ou 0,14%. O post Soja: Chicago retoma perdas com maior oferta nos EUA e receio com demanda chinesa apareceu primeiro em Canal Rural.

Governo publica MP para repactuação de dívidas rurais no Rio Grande do Sul

Foto: Edimar Ceolin/arquivo pessoal O governo federal anunciou uma medida provisória (MP) que visa conceder subvenção econômica a produtores rurais do Rio Grande do Sul, impactados pelas fortes chuvas ocorridas em abril e maio deste ano. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União nesta quarta-feira. Esta MP autoriza a aplicação de descontos para a liquidação ou renegociação de parcelas de operações de custeio, investimento e industrialização, beneficiando produtores que sofreram perdas materiais iguais ou superiores a 30% da renda esperada. Esses descontos não se aplicam a operações cobertas por seguro rural ou pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A medida será válida para operações realizadas com recursos controlados, com ou sem equalização governamental, e que tenham vencimento até o final do ano. Para garantir a eficácia da medida, será instituída uma comissão responsável por analisar os pedidos de desconto relacionados a operações de custeio e industrialização de produtores e cooperativas com perdas superiores a 60%, causadas por deslizamento de terras ou inundações. Esta comissão também será responsável por definir os percentuais e limites de desconto. Além disso, o governo elaborou um Projeto de Lei (PL) destinado a reforçar as ações de enfrentamento a emergências fitossanitárias e zoossanitárias. O PL, já aprovado pela Casa Civil e atualmente em análise pelo Congresso Nacional, permitirá uma resposta mais rápida e eficaz do sistema governamental para defesa agropecuária. A MP exige que o percentual de perdas declarado pelos produtores seja validado pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS) ou por órgãos semelhantes, podendo ser necessário a apresentação de laudos técnicos. O governo federal assumirá os custos decorrentes da concessão dos descontos e da renegociação das operações equalizadas, dentro dos limites orçamentários estabelecidos. A medida abrange operações com vencimento entre 1º de maio e 31 de dezembro de 2024, contanto que tenham sido contratadas até 15 de abril de 2024 e que os recursos tenham sido liberados ao produtor, total ou parcialmente, antes de 1º de maio de 2024. Este benefício será válido para empreendimentos situados em municípios do Rio Grande do Sul que tiveram estado de calamidade pública ou situação de emergência reconhecidos até a data da publicação da MP. Operações de crédito rural de industrialização contratadas no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) também poderão se beneficiar dos descontos, com exceção de financiamentos de comercialização, operações liquidadas ou amortizadas antes da publicação da MP, ou aquelas que já possuem algum tipo de seguro. A MP 1247/2024 também autoriza um aumento de até R$ 500 milhões na participação do governo no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), visando cobrir operações de crédito aos produtores rurais gaúchos através do Fundo Social. Este montante poderá ser utilizado até 2027, e os valores não alocados serão devolvidos à União a partir de 2028. As regras de concessão de financiamento serão estabelecidas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e pelo Ministério da Fazenda. O post Governo publica MP para repactuação de dívidas rurais no Rio Grande do Sul apareceu primeiro em Canal Rural.

Após recesso, Supremo retoma sessões nesta quinta-feira

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil Com o fim do recesso do judiciário, o Supremo Tribunal Federal (STF) retoma os trabalhos, nesta quinta-feira (1°), focado em discussões sobre o orçamento federal, incluindo temas como o orçamento secreto e exceções às regras fiscais aprovadas pelo Congresso. Na primeira sessão presencial de julgamentos, o plenário tem na pauta a ação direita de inconstitucionalidade que questiona a Emenda Constitucional dos Auxílios Sociais (EC 123/2022), ou a PEC Kamikaze, como ficou conhecida. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A emenda aprovada pelo Congresso estabeleceu um estado de emergência no país, autorizando o então governo de Jair Bolsonaro a conceder isenções fiscais para combustíveis e a robustecer programas de transferência de renda em ano eleitoral, o que seria vedado pela legislação. A medida foi questionada no Supremo pelo partido Novo, que apontou incremento do gasto federal superior a R$ 41 bilhões, quantia não contabilizada no cumprimento das regras fiscais. O julgamento do caso chegou a ser iniciado em plenário virtual, com dois votos pela constitucionalidade da PEC, dos ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes. Um destaque pedido por Edson Fachin interrompeu o julgamento, que deve agora ser reiniciado. Emendas Pix O Supremo também realiza nesta quinta uma audiência de conciliação com o objetivo de afastar em definitivo práticas que viabilizem o chamado orçamento secreto, alcunha pela qual ficou conhecida a prática de direcionamento anônimo de emendas parlamentares do tipo RP9 (emendas de relator). Em dezembro de 2022, a partir de ação protocolada pelo PSol, o STF entendeu que as emendas do orçamento secreto são inconstitucionais. Após a decisão, o Congresso Nacional aprovou uma resolução que mudou as regras de distribuição de recursos por emendas de relator para cumprir a determinação da Corte. Um grupo de organizações não-governamentais de defesa da transparência pública, entretanto, apontou ao Supremo o que seriam dribles à decisão, e citaram mudanças em regras de emendas dos tipos RP2 (verbas ministeriais) e RP6 (individuais), também chamadas de Emendas PIX. Na semana passada, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo também questionou as ditas Emendas PIX que, segundo a entidade, permitem a transferência direta de recursos federais a municípios sem convênio ou indicação de como serão aplicados. Ao convocar a conciliação, o ministro Flávio Dino, atual relator do tema no Supremo, frisou que “todas as práticas viabilizadoras do orçamento secreto devem ser definitivamente afastadas, à vista do claro comando deste Supremo Tribunal declarando a inconstitucionalidade do atípico instituto”. Devem participar da reunião membros do governo, do Congresso e do Tribunal de Contas da União (TCU), além de representante do Psol, partido que questionou no Supremo o orçamento secreto. Eletrobras No início de agosto termina também o prazo dado pelo ministro Nunes Marques para uma conciliação sobre a privatização da Eletrobras. Na ação sobre o tema, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva questiona o limite ao poder de voto da União no Conselho de Administração da empresa. Após a privatização da companhia, em junho de 2022, a União manteve cerca de 42% de participação na empresa. Contudo, um dos dispositivos na lei de privatização da Eletrobras limita o poder de voto de qualquer acionista a no máximo 10% das ações. Até o momento, a União é a única afetada pela regra. Ao decidir pela conciliação, Marques disse se tratar de “tema sensível”, que envolve diversos preceitos fundamentais ligados à administração pública e à segurança jurídica, motivo pelo qual um entendimento seria o melhor caminho. O ministro remeteu a ação à Câmara de Conciliação e Arbitragem da Administração Federal (CCAF) por 90 dias, prazo que já foi prorrogado por uma vez. É possível que haja novo pedido de adiamento por parte da Advocacia-Geral da União (AGU). Está em discussão, por exemplo, eventual ampliação do Conselho de Administração da Eletrobras, de modo a acomodar mais membros indicados pela União.   Marco Temporal O ministro do STF Gilmar Mendes também convocou para a próxima segunda-feira (5) uma audiência de conciliação, dessa vez sobre o marco temporal das terras indígenas, outro tema que coloca o Judiciário e o Legislativo em impasse. Pela ideia do marco temporal, os povos indígenas só teriam direito à demarcação de terras que estivessem efetivamente ocupadas em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição. Após anos de discussão, a tese foi considerada inconstitucional pelo Supremo em setembro do ano passado, mas pouco depois o Congresso aprovou uma lei para legalizar o marco temporal. Em abril, Mendes determinou uma conciliação afirmando que “qualquer resposta advinda dos métodos tradicionais não porá fim à disputa político-jurídica subjacente”. Por determinação do ministro, serão feitas diversas reuniões, que devem ocorrer até 18 de dezembro. A comissão de conciliação tem a seguinte composição: seis representantes da Articulação dos Povos Indígenas (Apib); três da Câmara dos Deputados e três do Senado; quatro integrantes do governo federal, que deverão ser indicados pela Advocacia-Geral da União (AGU), pelos ministérios da Justiça e Segurança Pública e dos Povos Indígenas, além da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Marco Civil da Internet Ainda no radar do Supremo está o possível julgamento sobre o Marco Civil da Internet. Uma ação no Supremo questiona o Artigo 19 da lei, segundo o qual as empresas provedoras de aplicações na internet podem ser responsabilizadas por conteúdos publicados por usuários somente se descumprirem decisão judicial determinando a remoção da publicação. A discussão sobre o assunto chegou a ser marcada para julgamento em maio de 2023, mas foi retirada de pauta a pedido de Toffoli, um dos relatores do assunto. A justificativa seria a espera pela votação no Congresso do Projeto de Lei das Fake News, que regularia o tema. Os parlamentares, entretanto, nunca chegaram a de fato votar a proposta. Em abril deste ano, o gabinete de Toffoli divulgou nota oficial segundo a qual o tema estaria pronto para ser julgado até o fim de junho. Desde então, contudo, ainda não foi marcado o julgamento pelo presidente do Supremo, ministro Luís Roberto Barroso. O tema ganha relevância diante da proximidade das eleições municipais

Commodities: veja como estão as cotações nas principais bolsas hoje

Foto: Pixabay Saiba como estão as cotações das principais commodities agrícolas nesta quinta-feira (1) nos mercados internacionais: Soja: novembro/24 tem queda de 0,31%, a US$ 10,19 1/4 por bushel em Chicago Milho: setembro/24 tem baixa de 0,32%, a US$ 3,81 1/2 por bushel em Chicago Trigo: setembro/24 tem avanço de 0,47%, a US$ 5,29 3/4 por bushel em Chicago Café arábica: setembro/24 tem decréscimo de 1,35%, a 226,10 centavos por libra-peso em Nova York Café robusta: setembro/24 tem retração de 2,06%, a US$ 4.173 por tonelada em Londres Açúcar: outubro/24 opera com aumento de 0,89%, a 19,11 centavos por libra-peso em Nova York Açúcar: outubro/24 opera com ganho de 0,56%, a US$ 538,00 por tonelada em Londres Algodão: dezembro/24 tem ganho de 0,18%, a 69,12 centavos por libra-peso em Nova York Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo. Siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Commodities: veja como estão as cotações nas principais bolsas hoje apareceu primeiro em Canal Rural.

Diário Econômico analisa decisões de juros no Brasil, EUA e Japão

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac destaca a repercussão das decisões de juros no Brasil, nos Estados Unidos e no Japão nessa Super Quarta. Por aqui, o Copom manteve a Selic em 10,5%. Nos EUA, o Fed também manteve os juros inalterados, mas indicou a possibilidade de corte na próxima reunião. O post Diário Econômico analisa decisões de juros no Brasil, EUA e Japão apareceu primeiro em Canal Rural.

Previsão do tempo: confira como será o mês que começa hoje

Foto: Pixabay Agosto trará temperaturas acima da média e chuvas escassas em grande parte do Brasil, de acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller. Segundo ele, o mês seguirá a tendência de julho, sendo mais quente do que o normal. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A análise do mapa de anomalia de temperatura para os próximos três meses mostra que o calor predominará no interior do Sudeste, Centro-Oeste e áreas do centro-sul da região Norte. A previsão é de que o calor comece a aliviar em setembro e outubro, com a volta gradual das chuvas, embora ainda abaixo da média. Para agosto, a expectativa é de tempo muito seco em todo o país, com chuvas abaixo da média na região Sul. Em setembro e outubro, mesmo com o início do período chuvoso, as precipitações continuarão abaixo da média no Centro-Oeste, Sudeste e Norte. Essa situação agrava a seca, especialmente no Norte, onde as temperaturas podem atingir entre 38 ºC e 40 ºC. O La Niña, fenômeno climático caracterizado pelo resfriamento das águas do Oceano Pacífico, está se formando, mas não deve ser forte. Ele deve se configurar na primavera e perder força no verão, com impacto limitado na temperatura e nas chuvas. No entanto, a chuva abaixo da média no Sul pode atrasar o início das chuvas no Centro-Oeste e Sudeste, afetando a safra de grãos que será plantada em setembro. A previsão para os últimos dias de julho e início de agosto indica pouca nebulosidade, com o bloqueio atmosférico persistindo no Brasil central. Chuva significativa está prevista apenas para o extremo norte do país e a faixa leste da região Nordeste. No Sul, linhas de instabilidade podem romper o bloqueio e trazer chuvas isoladas, acompanhadas de rajadas de vento e granizo, especialmente no fim de semana. As temperaturas seguirão elevadas, com máximas de 37 ºC no Centro-Oeste e Norte. A seca potencializa o risco de incêndios em várias regiões, exigindo atenção dos produtores rurais. O post Previsão do tempo: confira como será o mês que começa hoje apareceu primeiro em Canal Rural.