Petrobras reduz preço do diesel para as distribuidoras

[ad_1] A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (5), no Rio de Janeiro, que reduzirá os preços de venda do diesel A para as distribuidoras em R$ 0,16 por litro. O novo valor será de R$ 3,27 por litro a partir desta terça-feira (6). Segundo a estatal, o preço do diesel para o consumidor passará a ser, em média, de R$ 2,81 por litro. Isso porque há uma mistura obrigatória de 86% de diesel A e 14% de biodiesel para composição do diesel B vendido nos postos. A Petrobras disse que, desde dezembro de 2022, os preços de diesel para as distribuidoras foram reduzidos em R$ 1,22/litro, diminuição de 27,2%. Considerando a inflação do período, essa redução é de R$ 1,75/ litro ou 34,9%. [ad_2] Source link

MST, Reforma Agrária e o erro de transformar o campo em campo de batalha ideológica

[ad_1] As recentes invasões de terra promovidas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) — iniciativa conhecida como Abril Vermelho — escancaram uma crise que vai além do campo: trata-se de um grave desrespeito ao Estado de Direito e à ordem constitucional. O MST, que atua sem CNPJ, sem personalidade jurídica e sem fiscalização, se comporta como uma entidade acima das leis. É preciso ser claro: invasão de propriedade privada é crime previsto na Constituição Federal e no Código Penal, e não pode ser tolerada como forma de “luta social”. O artigo 5º da Constituição garante o direito à propriedade, e o artigo 1210 do Código Civil brasileiro assegura a posse legítima contra esbulho. No entanto, os poderes constituídos — Executivo, Judiciário e Ministério Público — têm se omitido vergonhosamente, permitindo que atos de vandalismo travestidos de reivindicação política avancem sobre o direito alheio, criando um cenário de insegurança jurídica que compromete não só a paz no campo, mas a confiança dos investidores e a soberania produtiva do país. Vivemos num país de dimensões continentais, onde parte das terras ainda tem origem em registros coloniais, o que exige um tratamento técnico, sério e institucional. Mas o que se vê é uma reforma agrária feita na base do improviso, entregando terras a pessoas sem preparo técnico, sem infraestrutura básica e, em muitos casos, sem qualquer afinidade com a vida no campo. O resultado? Assentamentos que se transformam em favelas rurais, sem produtividade, sem dignidade, sem perspectivas. Em paralelo, o agronegócio brasileiro, altamente tecnológico e eficiente, segue liderando o abastecimento interno e as exportações. A contradição é gritante: enquanto uns produzem para o mundo com excelência, outros são usados como massa de manobra para fins políticos. A reforma agrária é necessária, mas precisa ser feita com responsabilidade, critério e meritocracia. Terra deve ser concedida a quem quer, pode e sabe produzir, e acompanhada de assistência técnica, acesso a crédito, e inserção nos mercados. Sem isso, não há emancipação, só dependência e miséria. A verdade é dura, mas precisa ser dita: a reforma agrária, quando feita com viés ideológico e conivência institucional, se torna um projeto de poder – não de justiça social. E nesse caminho, o Brasil planta insegurança e colhe retrocesso. Terra é produção. Terra é lei. Terra não é trincheira partidária. Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação. [ad_2] Source link

Como ficaram as cotações de soja na primeira segunda-feira de maio?

[ad_1] O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com preços mais baixos. A combinação de queda na Bolsa de Chicago (CBOT) e recuos nos prêmios pressionou as cotações no mercado interno. De acordo com Rafael Silveira, consultor da Safras & Mercado, o ambiente seguiu travado, com o produtor relutante em negociar novos volumes. “O produtor continua retraído, especialmente após as boas vendas realizadas em abril”, apontou. Já a indústria indicou preços abaixo da paridade de exportação, o que reduziu ainda mais o ímpeto de venda. A soja por região Passo Fundo (RS): caiu de R$ 128,00 para R$ 126,00 Santa Rosa (RS): caiu de R$ 129,00 para R$ 127,00 Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 134,00 para R$ 131,00 Cascavel (PR): caiu de R$ 128,00 para R$ 127,00 Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 133,00 Rondonópolis (MT): caiu de R$ 116,00 para R$ 115,00 Dourados (MS): caiu de R$ 118,50 para R$ 118,00 Rio Verde (GO): manteve em R$ 115,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na CBOT encerraram a sessão desta segunda-feira em queda. A previsão de clima favorável ao andamento do plantio nos Estados Unidos somada à ausência de avanços nas negociações comerciais entre China e EUA contribuiu para o movimento de baixa. Com isso, o interesse chinês segue migrando para a América do Sul, enquanto o cenário de entrada da nova safra brasileira aumenta a competitividade dos preços internos. Além disso, a queda do petróleo e o ambiente global de maior aversão ao risco acentuaram o tom negativo dos mercados. No final do dia, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) divulgará atualização dos dados de plantio, com expectativa de bom ritmo nos trabalhos. As inspeções semanais de exportação de soja dos EUA somaram 324.101 toneladas na semana encerrada em 1º de maio, contra 457.844 toneladas na semana anterior e 358.179 toneladas no mesmo período do ano passado. Contrato futuro da soja O contrato de julho da soja em grão caiu 12,50 centavos (1,18%) para US$ 10,45 1/2 por bushel. A posição novembro perdeu 8,25 centavos (0,80%) e fechou a US$ 10,22 1/4 por bushel. No farelo, julho recuou US$ 1,40 (0,47%), para US$ 295,50 por tonelada. O óleo de soja com vencimento em julho caiu 0,70 centavo (1,41%) e encerrou a 48,73 centavos de dólar por libra-peso. Câmbio O dólar comercial fechou com valorização de 0,62%, cotado a R$ 5,6898 na venda e R$ 5,6878 na compra. Ao longo do dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,6293 e a máxima de R$ 5,6908. [ad_2] Source link

Missão do Brasil em Angola mira investimentos no agro e transferência tecnológica

[ad_1] O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) organizou uma missão de negócios para levar produtores e empresários rurais do Brasil para Angola, na África. O grupo de cerca de 30 pessoas, liderado pelo próprio ministro Carlos Fávaro, está no país de língua portuguesa para conhecer o potencial local na produção de alimentos e prospectar áreas para investimento de brasileiros. “Estamos aqui na segunda visita a Angola em cinco meses buscando reverter o tempo perdido. Entendemos que há oportunidades recíprocas para os dois países. O Brasil tem semelhanças de clima, terra, água e de oportunidades na agricultura tropical. O Brasil que também já foi um grande importador de alimentos e conseguiu, através da Embrapa, principalmente, da pesquisa, desenvolver sua agropecuária forte, pujante e hoje com excedentes a ser exportados pode e quer ajudar a Angola a atingir esse patamar”, disse o chefe da pasta. “Angola vive um momento de grande transformação e aposta na diversificação de sua economia, tenho a agricultura e a agroindústria como pilares desse processo”, complementou o secretário de Estado de Agricultura e Pecuária, Castro Paulino Camarada. A missão brasileira em Angola começou pela capital Luanda, e segue ao longo da semana com visitas a propriedades com potencial para investimentos em áreas das províncias de Malanje e de Cuenza Norte, para depois retornar a Luanda. “Nós estamos chegando hoje e vamos andar para conhecer as áreas produtivas, e analisar a disponibilidade de crédito, estradas, armazéns, quer dizer, para produzir grão precisa de um monte de coisas. Já existe agricultura aqui, já estamos sabendo, mas temos que acabar conhecendo um pouquinho mais a fundo e saber o que pode ser feito. Mas com certeza existe jeito para tudo”, ressaltou o produtor e distribuidor de insumos em Lucas do Rio Verde (MT), Carlos Simon. A primeira visita dos brasileiros ao país africano foi ao porto da capital, por onde passam 80% de todas as exportações e importações de Angola. Ali, eles conheceram o moinho de trigo que faz parte de um dos principais grupos da cadeia do agro do país africano, que procura parceiros para ampliar as operações com trigo, feijão e arroz, entre outras culturas. Embrapa na África Um dos pontos chaves entre os acordos assinados entre Brasil e Angola é a transferência tecnológica. No encontro, o ministro Carlos Fávaro anunciou que, nos próximos meses, Angola poderá contar com a presença efetiva da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). “Para que Angola dê esse passo importante, superamos as burocracias e os pesquisadores da Embrapa poderão estar aqui, auxiliando e transferindo tecnologia”, finalizou. *O jornalista viajou a convite da missão brasileira, organizada pelo Mapa [ad_2] Source link

Tempo favorece trabalho nas lavouras de soja em parte do Brasil; saiba onde

[ad_1] Esta semana é decisiva para os produtores de soja, pois há a oportunidade para finalizar as operações em campo no Sudeste e Centro-Oeste, já que o tempo deve permanecer firme nessas áreas. A exceção é o centro-norte do Mato Grosso, onde há previsão de chuvas fracas, com acumulados que não devem ultrapassar os 20 milímetros em cinco dias, o que não deve causar grandes impactos nas atividades agrícolas. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Por outro lado, a atenção redobrada fica por conta do Rio Grande do Sul e de Roraima, que devem enfrentar chuvas mais volumosas, com acumulados superiores a 100 e até 150 milímetros em alguns pontos, também no intervalo de cinco dias. Essas condições podem prejudicar os trabalhos em campo, especialmente na região de Dom Pedrito e no centro-sul gaúcho. Além do grande volume de água, essas chuvas podem vir acompanhadas de granizo e rajadas de vento que ultrapassam os 100 quilômetros por hora. O tempo nas lavouras de soja no Norte No Norte do país, a chuva avança sobre o Pará, colaborando para manter uma boa umidade do solo, o que beneficia o desenvolvimento das lavouras. Já no interior da região conhecida como Matopiba, o tempo úmido deve se concentrar no norte do Tocantins e no centro-norte do Maranhão, o que também ajuda a manter o bom ritmo das operações agrícolas por ali. Além da distribuição irregular das chuvas, o calor e a baixa umidade do ar serão marcantes nesta semana, especialmente nas regiões do interior. As temperaturas máximas devem alcançar entre 33 e 36 graus Celsius, enquanto a umidade relativa do ar pode cair para 30%. Por isso, é essencial que o produtor tome os devidos cuidados com a hidratação durante os trabalhos em campo, para evitar riscos à saúde. Baixas temperaturas As temperaturas mínimas, especialmente no Sudeste e Sul, devem girar em torno de 15 graus, sem risco de geada nas áreas produtoras de milho da segunda safra. No entanto, a partir da próxima semana, entre os dias 11 e 15 de maio, o frio volta a ganhar força na região Sul. As mínimas nas áreas de baixada devem cair para abaixo de 10 graus, mas o risco de geada nesse período estará limitado às regiões da Serra Gaúcha e da Serra Catarinense. A tendência geral é de que o frio perca força ao longo desta semana nas lavouras de soja, com tempo seco predominando em grande parte do país, o que favorece o avanço das operações agrícolas. Ainda assim, é fundamental acompanhar as atualizações meteorológicas, especialmente nas áreas com previsão de chuva intensa, para evitar prejuízos e garantir a segurança no campo. [ad_2] Source link

Com cascos na terra, 1ª Cavalgada do Zé Mineiro resgata a alma tropeira do Brasil

[ad_1] Nos tempos antigos, eram os tropeiros que rasgavam caminhos por esse Brasil afora, levando gado, mantimentos e cultura por rotas que hoje ajudam a contar a história do nosso país. Num Brasil que avança com pressa, ainda há quem caminhe no compasso da poeira e dos cascos. Em Aruanã (GO), no coração do Araguaia, um grupo de cavaleiros apaixonados por mulas e burros reviveu o tempo dos tropeiros em uma cavalgada de 15 quilômetros pela memória, pela amizade e pela alma da terra: a 1ª Cavalgada do Zé Mineiro — uma festa de tradição, fé e reencontros. O repórter do Canal Rural Mato Grosso, Pedro Silvestre, esteve em Goiás e acompanhou o evento. Logo ao amanhecer, na Fazenda Santa Luzia, o ranger das selas avisava que o dia começava cedo. Enquanto o sol ainda cochilava atrás da serra, a peonada preparava a tropa com zelo e cuidado. Entre o café quente e a prosa solta, cada detalhe era um aceno à vida simples do campo. A tropa, feita majoritariamente de burros e mulas, era enfeitada com orgulho. Para Carlos Lopes Rodrigues, tropeiro experiente fazenda, “a tropa foi o barco do Brasil. Carregava café, arroz, gado. Mais de 30 anos puxando boi e nunca mais larguei”. A cavalgada também se tornou espaço de valorização genética dos muares. “Estamos fazendo embriões de éguas quarto de milha com jumentos para produzir muares mais robustos, com casco forte e mais resistência”, explica Weliton dos Santos, gerente da fazenda. Durante o percurso, a caravana avançava como se o tempo parasse, cortando os campos sob o olhar sereno do Rio Araguaia. Homens, mulheres e crianças — cerca de cem cavaleiros —, ao som dos cascos e do velho carro de boi, homenageavam o tropeirismo em uma verdadeira viagem no tempo. A cavalgada também foi um tributo a José Batista Sobrinho, o Zé Mineiro, referência do agronegócio nacional. Sua paixão pela lida com os muares começou ainda na infância e é lembrada com orgulho. O legado se espalha pelos filhos, netos e bisnetos. “Desde pequenos, fomos criados no campo. Meu pai liderou sempre com o exemplo”, disse Wesley Batista. Para Joesley Batista, “é um privilégio conviver com ele e manter viva a cultura que ele construiu”. O encerramento foi marcado por um almoço típico, moda de viola e um clima de gratidão. “São tradições que só sobrevivem se forem ensinadas no dia a dia”, afirmou o jovem José Batista Neto, neto de Zé Mineiro. A data escolhida, 2 de maio, foi ainda mais simbólica: aniversário de casamento de Zé Mineiro e Flora Mendonça Batista, que celebraram 66 anos de união. “Foi uma surpresa linda. Não esperava…”, disse Dona Flora, emocionada. No compasso das mulas, com cheiro de terra e som de berrante, a cavalgada provou que, no coração do Brasil, as raízes da cultura tropeira seguem firmes — como os passos de quem ainda acredita na força da tradição. [ad_2] Source link

Demanda por etanol e ração seguram maiores quedas nos preços do milho

[ad_1] O mercado brasileiro de milho seguiu pressionado na semana passada, com queda de preços em quase todas as regiões. Isso porque a oferta cresceu com o avanço da colheita da primeira safra e as boas condições da safrinha no Centro-Oeste e Sul. Ao mesmo tempo, compradores mostraram-se cautelosos, aguardando melhores oportunidades. A demanda interna segue estável, com destaque para usinas de etanol e o setor de ração, que ajudam a limitar quedas mais acentuadas. No exterior, o milho também caiu, influenciado pelo avanço do plantio nos Estados Unidos e pelas vendas mais fracas. O contrato com vencimento em julho fechou em US$ 4,69/bushel na semana anterior. O que esperar do mercado do milho? Análise da plataforma Grão Direto destaca pontos de atenção ao produtor de milho para esta semana. Acompanhe: Oferta crescente e demanda cautelosa: o cenário climático segue favorável para a safrinha e a colheita da primeira safra avança. Com compradores mais retraídos, a tendência é de manutenção da pressão de baixa no físico, especialmente no curto prazo. Demanda pode limitar quedas maiores: setores como o de etanol e ração mantêm certo apetite, o que pode evitar recuos mais agressivos, principalmente se houver repiques pontuais. Atenção ao USDA: a divulgação do novo relatório de oferta e demanda (Wasde) em 12 de maio pode trazer volatilidade adicional para os preços internacionais. O ritmo de plantio nos Estados Unidos também continuará sendo acompanhado de perto. Dólar: a moeda norte-americana segue em trajetória de enfraquecimento frente ao real, com foco nos dados econômicos dos Estados Unidos e na evolução das tensões comerciais com a China. Para esta semana, indicadores como o IPCA (Brasil) e o CPI (EUA) podem movimentar o câmbio e, por consequência, afetar diretamente a competitividade das exportações brasileiras. Cenário externo mais calmo: a melhora no tom diplomático entre Estados Unidos e China também trouxe certo alívio ao mercado, reduzindo a busca por proteção e contribuindo para a valorização de moedas emergentes, como o real. Impactos no agro: essa queda na moeda norte-americana afeta diretamente a competitividade das exportações brasileiras, tornando os produtos menos atrativos no exterior e pressionando os preços no mercado físico, especialmente para a soja e o milho. Porém, pode melhorar as condições de compras de insumos e implementos. Recomendação ao produtor A Grão Direto pontua que em um ambiente de ampla oferta e incerteza internacional, a gestão de margem se torna ainda mais estratégica. “Fique atento a oportunidades pontuais de comercialização, aproveite momentos de repique nos preços e negocie com base em informações atualizadas. O cenário exige cautela, mas também pode oferecer boas janelas para travas de preços com rentabilidade”, diz a plataforma, em nota. [ad_2] Source link

Como foi a primeira semana de maio no mercado de soja?

[ad_1] A primeira semana de maio foi marcada por forte volatilidade nas cotações internacionais da soja. Segundo a plataforma Grão Direto, em Chicago, os preços recuaram após semanas de recuperação, influenciados pelo bom ritmo do plantio nos Estados Unidos e pelas condições climáticas favoráveis. Segundo o USDA, o andamento do plantio está dentro da média histórica, o que reforça a expectativa de uma safra cheia. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Além disso, a ausência de avanços concretos nas negociações comerciais entre China e EUA contribuiu para a pressão negativa sobre os preços, mantendo o mercado internacional em compasso de espera e alimentando a incerteza entre os agentes. Colheita no Brasil No cenário doméstico, a colheita de soja da safra 2024/25 está praticamente finalizada. No entanto, foram observados problemas pontuais de qualidade no Rio Grande do Sul e no Paraná. Com isso, o foco do mercado brasileiro se volta para os prêmios de exportação, que seguem pressionados pela lentidão nos embarques. Apesar desse cenário, a soja brasileira continua competitiva frente ao produto norte-americano, o que sustenta parte da demanda externa. Câmbio O dólar recuou ao longo da semana, encerrando cotado a R$5,69. A valorização do real, combinada à instabilidade das cotações internacionais, trouxe cautela ao mercado físico. Como resultado, o ritmo de comercialização permanece lento, com produtores avaliando estrategicamente os momentos de venda. O que esperar do mercado de soja? O clima seco em importantes estados produtores dos EUA favorece o avanço do plantio, o que mantém a expectativa de uma produção robusta. Acompanhar os boletins meteorológicos e o ritmo das atividades agrícolas no hemisfério norte seguirá sendo essencial para entender os movimentos futuros das cotações em Chicago. Além disso, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) revisou para baixo suas estimativas de exportação da soja brasileira para maio, refletindo a lentidão nos embarques e a pressão sobre os prêmios. Esse cenário pode contribuir para manter o mercado físico travado no curto prazo. O impasse nas relações comerciais entre China e Estados Unidos também segue com incertezas. Qualquer sinal de avanço nas negociações pode provocar reações imediatas nos preços internacionais, o que torna esse um ponto de atenção para o setor. Diante de um cenário de ampla oferta global e incertezas externas, a orientação é reforçar a gestão de margem. Vendas pontuais devem ser aproveitadas em momentos de repique nos preços. O monitoramento atento do câmbio e dos prêmios de exportação será essencial para decisões comerciais mais estratégicas. [ad_2] Source link

Teremos onda de calor em maio?

[ad_1] Maio é um mês com características mais próximas do inverno do que do outono. A frequência de dias frios aumenta no centro-sul do Brasil e as precipitações diminuem muito na região central do país. Frente frias especiais podem chegar ao Nordeste com muita chuva e o ar frio polar pode chegar ao Norte do Brasil, causando o fenômeno da friagem. Além disso, o ar mais seco, provocado por bloqueios atmosféricos, é capaz de causar ondas de calor como as que assolaram o país no ano passado. Conheça algumas características meteorológicas típicas dos meses de maio no Brasil, segundo a Climatempo. Frio, geada e neve Maio é considerado um dos meses mais frios do ano nos estados da região Sul. A entrada de massas de ar frio de origem polar, de moderada a forte intensidade, já são mais prováveis causando quedas de temperatura bastante acentuadas, que podem ocasionar eventos de geada generalizada, até de moderada a forte intensidade. Muitos meses de maio têm frio suficiente para provocar geada na região Sudeste e em Mato Grosso do Sul. Episódios de queda de neve na região Sul também já ficam mais prováveis em maio. Frentes frias continentais A passagem de frentes frias é bastante comum sobre o Sul e o Sudeste do Brasil e algumas podem provocar temporais. Algumas frentes frias especiais conseguem influenciar o Centro-Oeste, o sul da região Norte e chegam ao Nordeste. Estas frentes frias são chamadas de continentais e espalham o ar frio de origem polar pelo interior do país, causando temperaturas bastante baixas em áreas como o norte de Mato Grosso, o Distrito Federal, Rondônia, Acre e sul do Amazonas. Redução da chuva em algumas partes do país O mês de maio marca uma grande redução das médias de precipitação nos estados das regiões Sudeste e Centro-Oeste. A maior influência do ar frio de origem polar causa a diminuição dos níveis de umidade no ar e consequentemente da nebulosidade e também das condições para a chuva. Por isso, é comum a ocorrência de vários dias consecutivos sem precipitação durante o mês de maio em muitas áreas destas regiões. Dias com baixos níveis de umidade no ar também ficam mais comuns no Sul, no Sudeste, no Centro-Oeste e em parte do interior do Nordeste. Época de chuva em outras partes do Brasil Ao mesmo tempo, maio é um mês de aumento da frequência e da intensidade da chuva na costa leste do Nordeste. Além das frentes frias que conseguem avançar pela costa da Bahia, fenômenos como Ondas de Leste trazem chuva forte volumosa para a faixa litorânea entre Natal e Salvador. No extremo norte do Brasil, maio ainda é um mês de chuva frequente e volumosa no Amapá, no norte do Pará e do Amazonas e em Roraima. Frio de perda radiativa As madrugadas de maio podem ser frias não apenas por causa da passagem do ar frio de origem polar, mas também pelo efeito de perda radiativa. Os dias secos, com noites com pouca ou nenhuma nebulosidade, geram um resfriamento mais acentuado da atmosfera fazendo com que as temperaturas fiquem baixas durante a madrugada, mesmo sem a presença de ar frio polar intenso. Grande amplitude térmica A falta da nebulosidade durante o dia e à noite gera outro fenômeno típico desta época do ano, que é a grande amplitude térmica diária, que significa uma grande diferença entre a temperatura mínima e a temperatura máxima no mesmo dia. Podemos dizer que um dia com grande amplitude térmica tem uma diferença de pelo menos 15°C entre a menor e a maior temperatura de um mesmo dia. Nevoeiro A formação de nevoeiro no começo da manhã também é um fenômeno típico de maio. O resfriamento acentuado que ocorre com a passagem de massas de ar frio, de origem polar, e também pelo efeito de subsidência de sistemas de alta pressão atmosférica, são os principais causadores do nevoeiro em maio, especialmente no centro-sul do Brasil. Mas vale lembrar que o nevoeiro (ou neblina, como se fala popularmente) é um fenômeno que pode ocorrer em qualquer lugar e em qualquer época do ano, desde que as condições atmosféricas estejam adequadas. Pode ocorrer onda de calor em maio? Sim, pode! Ondas de calor são eventos meteorológicos que podem ocorrer em qual quer época do ano e que estão ficando mais comuns também no Brasil. Em maio de 2024, o Brasil enfrentou uma onda de calor histórica que fez com que a cidade de São Paulo as cinco maiores temperaturas para este mês, em mais de 80 anos de medições. [ad_2] Source link

Clima e vencimentos de custeio derrubam preços da soja

[ad_1] O clima favorável à colheita tem contribuído para a safra de Soja 2024/25 no Brasil e na Argentina. O clima também favoreceu o cultivo da safra 2025/26 nos Estados Unidos de acordo com os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O cenário favorável para o cultivo nos Estados Unidos pressionou os prêmios para a exportação da oleaginosa nos portos e no mercado spot na última semana.  Ainda de acordo com os pesquisadores do instituto, outro fator que também influenciou as cotações foram os vencimentos de custeio no final de abril.  Essa questão contribuiu para aumentar o interesse de vendas e, consequentemente, abaixar o valor das cotações  Por outro lado, os pesquisadores do Cepea apontam que muitos vendedores ainda esperam por preços maiores nos próximos meses, indicando preferência por contratos a termo.  A colheita segue avançando no Brasil e na Argentina. De acordo com a medição da Conab, até o dia 26 de abril, 94,8% da área de soja nacional já havia sido colhida, superando os 90,5% registrados no mesmo período de 2024. *Sob supervisão de Thiago Dantas [ad_2] Source link