Nova onda de calor vai chegar ao Brasil; veja quando e áreas atingidas
Foto: Pixabay Após um período de frio intenso, o Brasil se prepara para enfrentar uma nova onda de calor que começará a partir do próximo domingo (18). Uma forte massa de ar quente está se estabelecendo na região central do país, trazendo um aumento significativo das temperaturas e criando um cenário de variação térmica acentuada. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! De acordo com a Climatempo, o ar quente e seco começará a ganhar força já no sábado (17), mas a onda de calor se intensificará a partir de domingo, com previsão de durar até quinta-feira da semana que vem (22). Essa nova massa de ar quente é impulsionada pela formação de uma alta pressão em médios níveis da atmosfera, o que intensificará a circulação de ventos quentes do interior do país. Como resultado, o tempo ficará mais seco e as temperaturas subirão de forma expressiva. A chegada da onda de calor ocorre logo após um período de baixas temperaturas, o que pode causar impactos na saúde, especialmente nas regiões que experimentarão temperaturas entre 5 °C a 7 °C acima da média (áreas destacadas em vermelho no mapa), sentirão um calor mais intenso e desconfortável. Nas áreas em laranja, a elevação das temperaturas será de 2,5 °C a 3°C acima da média, o que também trará desconforto. Além do aumento das temperaturas, o tempo seco e a baixa umidade relativa do ar, que deve cair ainda mais nos próximos dias, podem dificultar a respiração e aumentar os riscos à saúde. A população é aconselhada a manter-se hidratada e tomar cuidados adicionais para lidar com as condições climáticas adversas. O post Nova onda de calor vai chegar ao Brasil; veja quando e áreas atingidas apareceu primeiro em Canal Rural.
Anec prevê exportação de 2,240 milhões de t de farelo de soja em agosto
Foto: Agência Brasil A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) revisou para cima a projeção de embarques de farelo de soja ao exterior em agosto. A estimativa agora é de 2,240 milhões de toneladas, acima dos 1,961 milhão de t previstas na semana passada. Os embarques de soja em grão devem somar 7,500 milhões de toneladas a 8,850 milhões de toneladas, contra 7,500 milhões de toneladas a 8,184 milhões de toneladas apontadas na semana passada. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Em milho, a Anec prevê exportação de 6,354 milhões de toneladas a 7,000 milhões de toneladas, em linha com os 5,588 milhões a 7,000 milhões de t projetadas uma semana antes. Na semana de 4 a 10 de agosto, o país enviou ao exterior, segundo a Anec, 1,737 milhão de toneladas de soja, 340,5 mil toneladas de farelo de soja e 1,250 milhão toneladas de milho. Para o período de 11 a 17 de agosto são esperados embarques de 2,246 milhões de toneladas de soja, 631,6 mil toneladas de farelo e 1,463 milhão de toneladas de milho. O post Anec prevê exportação de 2,240 milhões de t de farelo de soja em agosto apareceu primeiro em Canal Rural.
Inflação mais baixa nos EUA anima mercados e Brasil surfa na onda positiva; ouça podcast
Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac destaca que os dados de inflação nos Estados Unidos, desde o temor de recessão, vieram melhores do que o esperado. As bolsas de lá fecharam em forte alta, e o Brasil conseguiu surfar a onda positiva. O Ibovespa atingiu o maior patamar desde janeiro e o real valorizou pelo sexto dia seguido. O post Inflação mais baixa nos EUA anima mercados e Brasil surfa na onda positiva; ouça podcast apareceu primeiro em Canal Rural.
Frente fria avança trazendo mais geada; confira a previsão do tempo para hoje
Foto: Prefeitura de Urupema A frente fria que atua no Brasil continua a impactar o clima nas regiões Sul e Sudeste do país. Nesta quarta-feira (14), há previsão de geadas no Rio Grande do Sul e no centro-sul do Paraná, com temperaturas mínimas abaixo de 3 °C nas áreas mais afetadas, de acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller.. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A região Sudeste também enfrenta um amanhecer frio, com temperaturas de 7 °C na capital paulista e de 9 °C a 10°C em áreas do interior. O risco de geada persiste na Serra da Mantiqueira. No Centro-Oeste, o sol predomina, embora algumas áreas possam ter sol entre nuvens. As temperaturas começam a se elevar em Mato Grosso do Sul, onde a mínima na porção sul do estado será de 13 °C. A frente fria avança em direção ao Nordeste, levando chuvas leves para o sul da Bahia, sul do Piauí e Maranhão. No entanto, não são esperados grandes volumes de chuva, exceto no Ceará e em áreas do interior da Paraíba e Pernambuco, onde as máximas alcançam 36 °C. Na região Norte, especialmente no Tocantins e no centro-sul do Pará, chuvas leves de 5 a 7 mm devem aliviar o calor, com temperaturas caindo de 38 °C para cerca de 34 °C. Nos próximos cinco dias, a maior parte do Brasil continua seca, favorecendo a finalização da colheita do milho safrinha. A partir de 19 de agosto, uma nova mudança climática é esperada, com a formação de um cavado na região Sul, que pode trazer chuvas volumosas de até 100 mm para o centro-sul do Rio Grande do Sul. Esse cenário pode desencadear condições de tempo severo, afetando lavouras de tabaco e culturas de inverno em desenvolvimento. O post Frente fria avança trazendo mais geada; confira a previsão do tempo para hoje apareceu primeiro em Canal Rural.
Produtores do RS: Medida vai atender a 93% dos casos das dívidas com bancos, diz Fávaro
Foto: Lula Marques/Agência Brasil O governo federal publicou nesta terça-feira (13) o decreto que regulamenta a concessão de descontos em financiamentos rurais para os produtores do Rio Grande do Sul, conforme previsto na medida provisória divulgada no dia 31 de julho. Com a nova regulamentação, serão destinados R$ 1,8 bilhão para a liquidação ou renegociação de parcelas de operações de crédito rural. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, participou de audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara, onde confirmou os detalhes da regulamentação. Ele destacou que o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, nesta terça-feira (13), a prorrogação dos vencimentos das dívidas dos produtores para 15 de setembro. Além disso, Fávaro anunciou uma extensão até 15 de outubro para casos de produtores com perdas de até 30%. Para os produtores que enfrentam perdas superiores a 60%, o prazo para resolver a situação foi estendido até 15 de novembro, com a necessidade de apresentação de documentação, incluindo autodeclaração e atestados dos conselhos municipais e superiores. O decreto publicado no Diário Oficial da União também definiu os limites para os descontos nos financiamentos, variando entre R$ 5 mil e R$ 120 mil por produtor, dependendo da modalidade escolhida e da categoria da operação. Segundo Fávaro, essa medida atenderá 93% dos casos de endividamento com bancos. Ele também mencionou que, para os 7% restantes, será oferecido um tratamento diferenciado, garantindo que nenhum produtor afetado por perdas de 60% a 100% fique sem a devida renegociação ou perdão de dívida. O ministro adiantou que está previsto para quarta-feira (14) a aprovação, no Congresso Nacional, de um projeto de lei que visa retirar as restrições de negativação dos nomes dos produtores, permitindo que eles acessem as medidas já oferecidas. Além disso, Fávaro abordou a questão das dívidas dos produtores com cooperativas, cerealistas e revendas. Ele afirmou que a situação dos cerealistas e revendas é mais simples de resolver, já que o Fundo Social e o fundo garantidor, implementados na medida provisória, já contemplam essas operações. No entanto, as dívidas das cooperativas requerem uma solução mais abrangente e estão sendo discutidas em colaboração com o setor bancário para uma reestruturação mais profunda. A regulamentação é parte das medidas emergenciais adotadas pelo governo para apoiar os produtores rurais do Rio Grande do Sul, que enfrentam uma das piores crises agrícolas em decorrência das enchentes que atingiram o estado em maio deste ano. O post Produtores do RS: Medida vai atender a 93% dos casos das dívidas com bancos, diz Fávaro apareceu primeiro em Canal Rural.
Soja: veja como ficaram as cotações em todo o Brasil hoje
Foto: CNA O mercado brasileiro de soja permaneceu paralisado nesta terça-feira (13), com os preços em queda, refletindo a influência negativa tanto da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) quanto do dólar. Os produtores, por sua vez, se mantêm afastados das negociações, buscando valores mais elevados do que os ofertados no mercado. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Nas últimas duas semanas, os preços da soja registraram quedas significativas. No dia 30 de julho, a saca era cotada a R$ 138 nos portos de Rio Grande (RS) e Paranaguá (PR). Hoje, as cotações seguem em declínio em diversas regiões: Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 125 para R$ 123. Na região das Missões (RS), a cotação recuou de R$ 124 para R$ 122. No Porto de Rio Grande (RS), o preço desvalorizou de R$ 132 para R$ 129. Em Cascavel (PR), a saca diminuiu de R$ 123 para R$ 120. No porto de Paranaguá (PR), o preço baixou de R$ 131 para R$ 127. Em Rondonópolis (MT), a saca passou de R$ 122 para R$ 120. Em Dourados (MS), o preço caiu de R$ 119 para R$ 118. Em Rio Verde (GO), a saca recuou de R$ 118 para R$ 117. Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira em forte baixa, alcançando o menor nível desde setembro de 2020. O mercado segue pressionado pela previsão de ampla oferta nos Estados Unidos e pelo clima favorável nas regiões produtoras, conforme indicado pelo relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O relatório USDA indicou que a safra norte-americana de soja deverá atingir 4,589 bilhões de bushels em 2024/25, equivalente a 124,9 milhões de toneladas, superando a expectativa do mercado, que previa 4,469 bilhões de bushels (121,6 milhões de toneladas). A produtividade foi estimada em 53,2 bushels por acre, também acima das projeções anteriores. Além disso, os estoques finais de soja nos Estados Unidos foram projetados em 560 milhões de bushels (15,24 milhões de toneladas), enquanto o mercado esperava 472 milhões de bushels (12,85 milhões de toneladas). A safra mundial de soja para 2024/25 foi projetada em 428,73 milhões de toneladas, acima da previsão de 421,85 milhões de julho. Os estoques finais globais para 2024/25 foram estimados em 134,3 milhões de toneladas, superando a expectativa de 127,6 milhões de toneladas. Impacto nos preços O complexo soja liderou as perdas na CBOT. Analistas indicam que os preços podem retornar aos níveis anteriores à pandemia, semelhantes ao período da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China. Atualmente, o contrato mais ativo de soja está em torno de US$ 9,65 por bushel, com a posição de setembro fechando a US$ 9,47 1/4 por bushel, uma queda de 2,27%. Nos subprodutos, o farelo de soja para dezembro fechou com baixa de 1,77%, a US$ 299,20 por tonelada. O óleo de soja, com vencimento em dezembro, caiu 3,40%, fechando a 39,09 centavos de dólar por libra-peso. O post Soja: veja como ficaram as cotações em todo o Brasil hoje apareceu primeiro em Canal Rural.
Boi gordo: mercado segue em alta; veja preço da arroba
Foto: Ministério da Agricultura e Pecuária O mercado físico do boi gordo apresentou alta nos preços em diversas regiões do Brasil nesta semana, refletindo a continuidade do movimento de valorização observado recentemente. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! As escalas de abate mais apertadas em alguns estados contribuem para essa tendência. Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, houve um destaque para a alta dos preços nesta terça-feira (13), com comportamento semelhante também registrado em Mato Grosso. Em contrapartida, São Paulo permanece como exceção, com os preços mantendo-se estáveis devido à predominância de animais comercializados por contratos a termo. Isso tem auxiliado os grandes frigoríficos do estado a manter suas escalas de abate, conforme análise de Fernando Henrique Iglesias, da consultoria Safras & Mercado. Preços da arroba de boi gordo A arroba do boi gordo foi negociada com as seguintes referências médias nesta terça: São Paulo: R$ 232,05 na modalidade à prazo; Goiás: R$ 228,79; Minas Gerais: R$ 223,76; Mato Grosso do Sul: R$ 236,89; Mato Grosso: R$ 210,41. Atacado No mercado atacadista, os preços da carne bovina permanecem firmes, mas as condições para reajustes devem diminuir a partir da próxima semana. Isso se deve ao esperado desaquecimento da demanda na segunda quinzena do mês, com o fim do efeito da entrada da massa salarial na economia. Atualmente, o quarto dianteiro é precificado a R$ 13,15 por quilo; a ponta de agulha segue em R$ 13 por quilo; e o quarto traseiro é cotado a R$ 17,20 por quilo. O post Boi gordo: mercado segue em alta; veja preço da arroba apareceu primeiro em Canal Rural.
Egito autoriza importação de carne bovina com osso do Brasil
Foto: Abiec O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou nota, nesta terça-feira (13), informando que o governo do Egito anunciou a autorização para a importação de carne bovina com osso proveniente do Brasil. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Essa abertura, segundo o Mapa, representa um avanço significativo para o agronegócio brasileiro, que já possui uma forte presença no Egito. As exportações agrícolas do Brasil para o Egito somaram mais de US$ 1,73 bilhão em 2023, com as vendas de proteína animal ultrapassando US$ 384 milhões. No primeiro semestre de 2024, as exportações brasileiras para o país já superaram US$ 1,31 bilhão. Em março deste ano, o mercado egípcio também foi aberto para carne, produtos cárneos e miúdos de caprinos e ovinos. Com essa nova autorização, o Brasil atinge a marca de 91 aberturas de mercado em 2024, totalizando 169 aberturas em 56 destinos desde o início do ano, fortalecendo a posição do país como um dos principais exportadores de carne bovina no cenário global. O post Egito autoriza importação de carne bovina com osso do Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.
Em julho, safra baiana de grãos tem estimativa de queda de 6,9%
Foto: Guilherme Soares/Canal Rural BA A sétima estimativa para a safra baiana de grãos divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), prevê em julho, que a produção em 2024 deve ter uma redução de 6,9% (ou menos 837.324 t) em relação ao recorde de 2023 (12.148.058 toneladas). De acordo com o instituto, a produção deve chegar a 11.310.734 toneladas neste ano. As informações são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgadas nesta terça-feira (13). No entanto, frente à estimativa de junho, houve uma leve revisão positiva na safra baiana de grãos, que variou 0,1% de um mês para o outro (+9.650 toneladas). Em 2024, o milho deve ter a maior redução da safra frente a 2023, na Bahia. A produção baiana do milho 1ª safra deverá ser de 1.551.090 toneladas, 34,0% menor do que a safra 2023 (2.349.720 t). Já a 2ª safra do milho deverá ser de 700.000 toneladas, 6,1% menor do que a de 2023 (745.200 t), contudo, registrou leve revisão positiva frente à previsão de junho (+2,8% ou +18.790 t). Segundo o IBGE, isso se deu por conta do aumento de 7,4% na área plantada, que chegou a 290.000 hectares. Porém, o rendimento médio do grão em julho (2.414 kg/hectare) ainda é 12,5% menor que em 2023 (2.760 kg/hectare). Soja A soja, principal produto agrícola baiano, que representa dois terços (66,6%) de toda a safra de grãos do estado, também segue com previsão de queda frente ao ano passado. Em julho, a estimativa é que, em 2024, a Bahia produza 7.532.100 toneladas de soja, 0,4% a menos do que o colhido em 2023 (7.565.940 toneladas). A diminuição da produção baiana do grão, frente ao ano anterior, se dá, principalmente, pela queda no rendimento médio, de 3.972 para 3.707 kg/hectare (-6,7%). Feijão Entre junho e julho, o feijão 2ª safra registrou uma queda de 9,3% na estimativa da safra 2024, chegando a 89.200 toneladas. Com isso, a previsão para este ano passou a ser 6,4% menor do que o volume colhido em 2023 (95.280 t). A redução na previsão se dá, tanto por queda de 5,3% na área plantada (que chegou a 180.000 hectares), quando por uma redução de 4,2% no rendimento médio do grão (que ficou em 496 kg/hectare). Mesmo com a previsão de colher 6,9% menos em 2024, a Bahia ainda deve manter a sétima maior safra de grãos do país, respondendo por 3,8% do total nacional (frente a uma participação de 3,9% em 2023). Mato Grosso continua na liderança (30,6%), seguido por Paraná (13,2%) e Rio Grande do Sul (11,9%). A queda na produção de grãos na Bahia, em 2024, segue o previsto também para o Brasil como um todo. Brasil A safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve ser de 298,0 milhões de toneladas neste ano, segundo a estimativa de julho. Isso representa uma redução de 5,5% frente à obtida em 2023 (315,4 milhões de toneladas). Na comparação com a estimativa de junho, porém, houve aumento de 0,7% (mais 2,2 milhões de toneladas, de um mês para o outro). Produtores devem solicitar autorização para semeadura antecipada da soja Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! O post Em julho, safra baiana de grãos tem estimativa de queda de 6,9% apareceu primeiro em Canal Rural.
Vendas de etanol em julho aumentam 16,60%, para 2,96 bi de litros, diz Unica
Foto: José Cruz/Agência Brasil As vendas de etanol totalizaram 2,96 bilhões de litros no mês de julho, o que representa uma variação positiva de 16,60% em relação ao mesmo período da safra 2023/24. Trajetórias distintas foram registradas entre o hidratado e anidro: o primeiro, registrou crescimento de 42,08% (1,88 bilhão de litros); já o segundo, queda de 11,22% no volume comercializado (1,08 bilhão de litros). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Os dados são da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) em boletim quinzenal, divulgado nesta terça-feira, 13. No mercado interno, o volume de etanol hidratado vendido pelas unidades do Centro-Sul totalizou 1,80 bilhão de litros em julho deste ano, o que representa um aumento de 48,21% em relação ao mesmo período da safra anterior. A venda mensal de etanol anidro, por sua vez, atingiu a marca de 1,00 bilhão de litros, retração de 2,38%. O diretor de Inteligência Setorial da Unica, Luciano Rodrigues, disse no boletim que “as vendas de hidratado em julho mantiveram a mesma tendência de crescimento observada em praticamente todos os meses deste ano, refletindo a competiitvidade do biocombustível na maior parte do mercado consumidor”. No acumulado desde o início da safra 2024/25, de abril até 1º de agosto, a comercialização de etanol pelas unidades do Centro-Sul somou 11,62 bilhões de litros, registrando crescimento de 20,74%. O volume acumulado de etanol hidratado totalizou 7,55 bilhões de litros (+42,89%), enquanto o de anidro alcançou 4,06 bilhões de litros (-6,29%). CBios Dados da B3, até o dia 9 de agosto, indicam a emissão de 25,40 milhões de Créditos de Descarbonização (CBios) em 2024 pelos produtores de biocombustíveis. A quantidade de CBios disponível para negociação em posse da parte obrigada, não obrigada e dos emissores totaliza 26,8 milhões de créditos de descarbonização. O diretor da Unica destacou que, “somando os CBios disponíveis para comercialização e os créditos já aposentados para cumprimento da meta de 2024, já temos cerca de 75% dos títulos necessários para o atendimento integral da quantidade exigida pelo Programa para o fim deste ano”. O post Vendas de etanol em julho aumentam 16,60%, para 2,96 bi de litros, diz Unica apareceu primeiro em Canal Rural.