Temporais e ventos de 100 km/h em dois estados: Inmet emite alerta laranja

[ad_1] O transporte de umidade do oceano para o continente, potencializado pela presença de um cavado no litoral da Bahia, deve ainda favorecer temporais na região. O alerta é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e vale até, pelo menos, quinta-feira (8). O órgão destaca que essas instabilidades vêm acontecendo desde a semana passada, com chuvas localmente torrenciais. Assim, nas últimas 24 horas (até às 8h desta terça-feira), os maiores volumes contabilizados foram em Salvador, com 61,6 mm; e Cruz das Almas, com 51,6 mm. Para esta terça (6), o Instituto renovou o aviso laranja (perigo) para chuvas intensas em áreas da Bahia, abrangendo o litoral nordeste, o Recôncavo Baiano, chegando até a capital, Salvador. Para estas localidades, o volume esperado é de pelo menos 100 mm, acompanhadas de rajadas de vento de até 100 km/h. Outras áreas da Bahia também estão em atenção para chuvas intensas, mas com grau de severidade menor, entre hoje e amanhã (7), abrangendo ainda partes de Sergipe e o leste de Alagoas. Temporais no Rio Grande do Sul Chuvas fortes também estão previstas para outro estado brasileiro, o Rio Grande do Sul. As Regiões da Campanha, Missões e municípios fronteiriços com o Uruguai entram em atenção para temporais a partir de hoje. De acordo com o Inmet, há possibilidade de volumes que devem variar entre 30 mm e 50 mm, conforme indica o aviso amarelo (perigo potencial) emitido pelo órgão. As instabilidades na região podem aumentar nos próximos dias devido a um combo climático: Presença de uma massa quente, úmida e instável; Padrão de vento nos altos níveis da atmosfera; e Aproximação de uma frente fria Diante deste cenário, o Inmet antecipa para amanhã (7) um aviso laranja (perigo) para tempestades, com volumes que podem variar entre 30 mm e 100 mm em áreas pontuais, com rajadas de vento oscilando entre 40 km/h e 100 km/h e possibilidade de queda de granizo. “Esta condição de tempo severo em áreas do Rio Grande do Sul deve se intensificar entre quinta-feira (8) e sexta-feira (9), com forte instabilidade na região, trazendo chuvas intensas e pontualmente volumosas sobre áreas do estado gaúcho”, diz a nota do Inmet. [ad_2] Source link
Alckmin participa de reunião com parlamentares para discutir impactos da guerra comercial

[ad_1] O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, participou nesta terça-feira (6), em Brasília, de uma reunião com a Frente Parlamentar do Empreendedorismo. O encontro teve como objetivo debater os possíveis impactos de uma escalada tarifária no comércio brasileiro e discutir estratégias para proteger os setores produtivos nacionais. Durante a reunião, o Alckmin foi questionado por parlamentares sobre os efeitos de uma eventual guerra comercial envolvendo o Brasil e os Estados Unidos, especialmente sobre como isso pode atingir o comércio, a indústria e o agronegócio. O encontro também buscou esclarecer de que forma o país está se preparando para enfrentar esse cenário e quais medidas o Congresso pode adotar para apoiar o governo. A Frente Parlamentar do Empreendedorismo defende maior transparência nas negociações internacionais e quer ampliar o envolvimento do setor produtivo e da sociedade civil no debate. Os parlamentares também pretendem atuar como interlocutores entre o setor empresarial e o governo, colaborando com estudos técnicos e medidas legislativas que fortaleçam a posição brasileira nas negociações. A reunião marca o início de uma mobilização do Congresso para acompanhar de perto os desdobramentos da política comercial externa e garantir que os interesses da economia nacional sejam preservados. [ad_2] Source link
Arroba do boi gordo despenca em Minas e Mato Grosso do Sul; veja cotações

[ad_1] O mercado físico do boi gordo teve preços em queda nesta terça-feira (6), com destaque para o Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias destaca que os frigoríficos ainda se deparam com escalas de abate confortáveis e seguem realizando tentativas de compra em patamares mais baixos. “Mesmo assim, há avanço das escalas de abate. Por outro lado, a demanda aquecida durante a primeira quinzena de maio é um elemento importante de sustentação dos preços, limitando movimentos mais contundentes de queda”, disse. São Paulo: R$ 318,75 – (R$ 319,58 ontem) Goiás: R$ 298,21 (R$ 299,11 na segunda) Minas Gerais: R$ 303,53 (R$ 311,18 anteriormente) Mato Grosso do Sul: R$ 314,43 (R$ 320,34 ontem) Mato Grosso: R$ 318,04 (R$ 318,85 na segunda) Mercado atacadista O mercado atacadista ainda se depara com preços firmes para a carne bovina. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por elevação de preços no curto prazo, considerando que além da entrada dos salários na economia há também o adicional de consumo relacionado ao Dia das Mães, que historicamente motiva o consumo de carne bovina. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,00 por quilo, o dianteiro segue no patamar deR$ 20,50 por quilo e a ponta de agulha ainda é cotada a R$ 18,50, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,36%, sendo negociado a R$ 5,7103 para venda e a R$ 5,7083 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6930 e a máxima de R$ 5,7380. [ad_2] Source link
JBS investe R$ 216 milhões em quatro unidades da Seara

[ad_1] A JBS vai investir R$ 216 milhões em quatro unidades da Seara, em Santa Catarina. O anúncio foi feito nesta terça-feira (6) pelo presidente do negócio, João Campos. Os investimentos resultarão na geração de 278 empregos diretos no estado. De acordo com a companhia, os recursos serão destinados à modernização e ampliação da unidade de processamento de suínos em Itapiranga, de uma granja de aves em Bom Retiro e das unidades de processamento de aves de Itaiópolis e Nova Veneza. Com investimento de R$ 98 milhões, a unidade de Itapiranga terá a capacidade de processamento ampliada em 600 suínos por dia. Já em Bom Retiro serão investidos R$ 89 milhões para a construção de uma nova granja para produção de matrizes. Na unidade de Itaiópolis, a Seara investirá R$ 15 milhões na modernização da planta de aves, com foco na melhoria do mix de produção. Já em Nova Veneza, a unidade de aves receberá R$ 14 milhões para aumento da velocidade de processamento, ampliando a capacidade em 38 mil aves por dia. O anúncio foi feito em evento com o governador do Estado, Jorginho Mello, sobre a política de incentivos à indústria implementada pelo governo estadual. “É um prazer enorme poder estar aqui, poder fazer parte do desenvolvimento, da criação de empregos e de um trabalho extremamente importante. O estado de Santa Catarina já é um estado bastante importante para as operações da Seara e esse projeto nos ajuda a continuar investindo ainda mais no estado”, afirmou João Campos. [ad_2] Source link
Em dia ‘parado’, apenas uma região registra queda nas cotações de soja; saiba qual

[ad_1] O mercado brasileiro de soja teve uma terça-feira marcada por estabilidade nas cotações e ritmo lento de negociações. A ausência de novidades relevantes, somada à pressão vinda da Bolsa de Chicago e à leve valorização do dólar, manteve os preços praticamente inalterados no país. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Segundo Rafael Silveira, consultor da consultoria Safras & Mercado, o produtor brasileiro está mais cauteloso após boas vendas realizadas em abril. “Agora ele solta a oferta aos poucos. Já o comprador, que antes vinha mais agressivo na exportação, agora está mais tranquilo e bem antecipado. As indicações não estão tão firmes”, comenta. A diferença entre o que o produtor pede e o que o comprador oferece é um dos principais entraves no momento. Soja no Brasil Passo Fundo (RS): manteve em R$ 126,00 Santa Rosa (RS): manteve em R$ 127,00 Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 131,00 Cascavel (PR): manteve em R$ 127,00 Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 133,00 Rondonópolis (MT): caiu de R$ 115,00 para R$ 114,00 Dourados (MS): manteve em R$ 118,00 Rio Verde (GO): manteve em R$ 115,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam o dia em baixa. As cotações foram pressionadas pelas incertezas nas negociações comerciais entre China e Estados Unidos e pelo bom avanço do plantio da safra norte-americana. De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), até 4 de maio, o plantio da soja nos Estados Unidos havia atingido 30% da área prevista, frente aos 24% no mesmo período do ano passado. A média dos últimos cinco anos é de 23%. Na semana anterior, o índice era de 18%. Contratos futuros O contrato da soja em grão para julho encerrou com perda de 4,25 centavos de dólar, a US$ 10,41 1/4 por bushel. A posição novembro caiu 4,50 centavos, negociada a US$ 10,35 3/4 por bushel. Nos subprodutos, o farelo para julho recuou US$ 2,50, a US$ 295,70 por tonelada. Já o óleo fechou a 48,35 centavos de dólar por libra-peso, com baixa de 0,38 centavo. Câmbio O dólar comercial terminou o dia em alta de 0,36%, vendido a R$ 5,7103 e comprado a R$ 5,7083. Ao longo da sessão, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,6930 e R$ 5,7380. [ad_2] Source link
Nova geopolítica e desafios do agro são tema de evento do Sistema CNA/Senar

[ad_1] Com o objetivo de discutir os impactos da nova geopolítica mundial no agronegócio, o Sistema CNA/Senar promove, em São Paulo, o evento ‘Cenário Geopolítico e a Agricultura Tropical’. A programação reúne especialistas, parlamentares e representantes do setor produtivo para debater oportunidades e entraves que o agronegócio brasileiro enfrenta diante do atual cenário internacional. O governador do estado de São Paulo também prestigiou o encontro. Durante todo o dia, os especialistas debateram as oportunidades e os desafios para o agro brasileiro diante das mudanças no cenário geopolítico. Desde o retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, a política comercial americana voltou ao centro das atenções, especialmente com a adoção de novas tarifas que têm redesenhado as relações econômicas globais. A guerra tarifária entre Estados Unidos e China abriu espaço para o fortalecimento de outros parceiros comerciais, e o Brasil surge como um dos principais beneficiários, sobretudo com a possibilidade de ampliar suas exportações ao mercado chinês realinhando a geopolítica mundial. Embora o novo cenário abra oportunidades para o agro nacional, ele também impõe desafios. Entre os principais pontos levantados no evento estão a necessidade de crédito e seguro rural mais acessíveis, especialmente às vésperas do novo Plano Safra, cuja definição de recursos deve ocorrer entre o fim de junho e o início de julho. Outro tema recorrente foi a ampliação da capacidade logística, com destaque para o déficit de armazenagem. Mesmo sendo um dos maiores produtores de grãos do mundo, o Brasil ainda precisa resolver os gargalos logísticos para garantir que sua produção chegue de forma eficiente aos mercados internacionais. A ex-ministra da Agricultura e atual senadora Teresa Cristina participou do evento. Durante entrevista aos jornalistas, ela abordou a importância de uma política de crédito mais realista, condizente com a atual situação econômica, marcada por juros elevados. Segundo Cristina, o custo atual do financiamento torna inviável o planejamento e os investimentos por parte dos produtores rurais. O evento da CNA conta com diversos painéis técnicos ao longo do dia, reforçando a necessidade de diálogo entre governo, setor produtivo e Congresso Nacional para o fortalecimento do agronegócio brasileiro no cenário global. [ad_2] Source link
Deputados distorcem ordem do STF em manobra corporativista, diz Daoud

[ad_1] O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que seja votada pela Câmara dos Deputados, até o dia 30 de junho, a redistribuição de parlamentares para atender sete estados brasileiros (Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Piauí, Paraíba, Bahia, Pernambuco e Alagoas). Isso ocorre porque o artigo 45 da Constituição Federal determina um número mínimo de representantes para cada unidade federativa, conforme a população local, desde que o número não seja inferior a oito e nem superior a 70, conforme o número de habitantes de cada ente. Diante disso, os parlamentares apontam para outra saída: o aumento do número de cadeiras no parlamento, passando das atuais 513 para 527. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Mota, destacou que o novo número, se aprovado, não pode representar o aumento do custo do Poder Legislativo. O comentarista do Canal Rural Miguel Daoud critica a medida articulada pelos parlamentes. Segundo ele, estudos já mostraram que ao se somar os salários, benefícios e auxílios dos deputados, cada um deles custa ao estado que representa em torno de R$ 274 mil por mês, valor que, se somado pelos atuais 513, contabiliza cerca de R$ 140 milhões mensais. Para Daoud, a proposta em debate, de autoria da deputada Dani Cunha (União-RJ), considera os dados do Censo 2022 “inconsistentes”, já que a coleta foi feita com dois anos de atraso devido à pandemia e a cortes orçamentários. De acordo com ele, na prática, o projeto cria um “seguro parlamentar”. “Assim, ninguém perde a vaga, e todos podem ganhar. Essa medida é uma manobra corporativista que, além de driblar a ordem do STF, compromete ainda mais as contas públicas.” Para o comentarista, enquanto países com sistemas representativos mais eficientes revêem suas estruturas para torná-las mais enxutas e conectadas à realidade fiscal, o Brasil caminha na contramão, ignorando os limites de um Estado que já opera no vermelho. [ad_2] Source link
vazio sanitário de soja começa em junho no estado; confira o calendário completo

[ad_1] O Ministério da Agricultura (Mapa) definiu o calendário do vazio sanitário da soja para a safra 2025/2026. No Paraná, o período começa no dia 2 de junho e será escalonado de acordo com as características climáticas de cada região do estado. A medida visa prevenir a ferrugem asiática, considerada a principal doença que atinge a cultura da soja no Brasil. Confira o calendário pelo país. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Durante o vazio sanitário, fica proibida a manutenção de plantas vivas de soja no campo. Essa proibição busca eliminar possíveis hospedeiros do fungo Phakopsora pachyrhizi, responsável pela ferrugem, e assim reduzir a presença do patógeno no ambiente antes do início da nova safra. A ausência da planta hospedeira nesse período interrompe o ciclo da doença e dificulta sua propagação. A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) será responsável pela fiscalização e pelo cumprimento do calendário, além de aplicar as penalidades previstas aos produtores que descumprirem as regras. De acordo com Marcílio Martins Araújo, coordenador de Prevenção e Controle de Pragas em Cultivos Agrícolas e Florestais da Adapar, é essencial que todos os agricultores adotem essa medida em suas propriedades para proteger a produtividade das lavouras. Vazio sanitário de soja pelo Brasil Na Região 1, que inclui municípios do Sul, Leste, Campos Gerais e Litoral, o vazio sanitário ocorrerá entre 21 de junho e 19 de setembro. O plantio será permitido entre 20 de setembro de 2025 e 20 de janeiro de 2026. Na Região 2, que compreende a maior parte do território paranaense, especialmente o Norte, Noroeste, Centro-Oeste e Oeste, o período será de 2 de junho a 31 de agosto, com liberação para o plantio a partir de 1.º de setembro até 31 de dezembro. á na Região 3, localizada no Sudoeste do estado, o vazio será de 12 de junho a 10 de setembro. O plantio poderá ser realizado de 11 de setembro de 2025 a 10 de janeiro de 2026. Neste último caso, o início do vazio foi antecipado em 10 dias em relação ao ano passado, após solicitação da Adapar e do setor produtivo, aprovada pelo Ministério da Agricultura. [ad_2] Source link
IA ajuda a produzir mais alimentos com menos recursos, diz CEO Global da JBS

[ad_1] A inteligência artificial (IA) desempenha um papel essencial para aumentar a produção de alimentos de forma sustentável, ao favorecer a utilização de menos recursos, defendeu nesta segunda (5), O CEO Global da JBS, Gilberto Tomazoni, durante o painel “Business and the Global Economy: Driving Growth and Innovation” na Global Conference 2025 do Milken Institute. O evento reúne líderes globais em Los Angeles. Para Tomazoni, a inovação, que vai além da tecnologia e abrange novas formas de produção e consumo, é crucial para impulsionar a segurança alimentar. O executivo defendeu a tese de que “ser sustentável significa produzir mais com menos”, e que “a combinação de biotecnologia com IA pode realmente acelerar a produtividade e impulsionar tudo”. Ele mencionou a agricultura regenerativa como um exemplo de prática que melhora a saúde do solo, fixa carbono e aumenta a biodiversidade. Durante a participação, Tomazoni enfatizou a necessidade de colocar o setor de alimentos no centro da agenda para o crescimento sustentável, especialmente diante do aumento populacional mundial e da crescente demanda global por proteínas. Ele destacou que a agricultura tem um enorme potencial de crescimento, não somente para atender a essa demanda, mas também para enfrentar as mudanças climáticas. “Acredito que podemos enfatizar a agenda da segurança alimentar”, afirmou o CEO, lembrando dados da ONU de que 2,3 bilhões de pessoas enfrentam insegurança alimentar moderada ou severa. CEO da JBS defende o apoio aos pequenos produtores Um ponto central da discussão foi a necessidade de apoiar os pequenos agricultores, responsáveis por ao menos 30% da produção global de alimentos. Tomazoni defendeu que é essencial permitir que esses produtores tenham acesso a tecnologias como IA e biotecnologia, oferecendo também suporte técnico e financeiro adequado para fazer frente aos riscos de investimento. Durante o painel na Milken Conference, o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, concordou: “Sobre agricultura como negócio, como Gilberto mencionou, o maior problema nos mercados emergentes são os pequenos agricultores, os filhos não querem seguir na agricultura.” Para Banga, é preciso “manter essas pessoas em suas terras, vendo a agricultura como um futuro viável. A melhor forma de fazer isso é por meio de cooperativas, tecnologia, fertilizantes melhores, marketing eficiente, melhores preços e ferramentas de IA, que, por exemplo, permitam ao agricultor identificar uma doença na lavoura com o celular e saber qual produto buscar na cooperativa para tratá-la”. Tomazoni compartilhou exemplos práticos de como a JBS utiliza a IA em suas operações, desde a conexão direta com os consumidores para entender suas necessidades até a previsão de demanda para evitar o desperdício na indústria e no varejo, além de obter o melhor desempenho da produção nas fábricas e nas fazendas. Além de Gilberto Tomazoni e Ajay Banga, o painel contou com a participação de Mariam bint Mohammed AlMheiri (Group CEO, 2PointZero) e Rich Lesser (Global Chair da consultoria BCG). A moderação coube a Gerard Baker (repórter especial do Wall Street Journal). [ad_2] Source link
Drones na agricultura reduzem CO₂ e economizam 200 mi de toneladas de água

[ad_1] Segundo o novo Relatório Anual de Perspectivas da Indústria de Drones Agrícolas da DJI, em 2024, os drones contribuíram para uma economia global de 222 milhões de toneladas de água e evitaram a emissão de mais de 30 toneladas de CO2. Os dados reforçam o papel estratégico da tecnologia na construção de uma agricultura mais verde e eficiente. Para Yuan Zhang, diretor global de vendas da DJI Agriculture, os impactos positivos vão além do ganho de produtividade. “A adoção de drones agrícolas está diretamente conectada à agenda ESG. Não se trata apenas de otimizar custos, mas de reduzir pegadas ambientais, proteger recursos hídricos e oferecer soluções mais seguras tanto para o meio ambiente quanto para os profissionais no campo”, diz o executivo. Com alta precisão e cobertura aérea, os drones reduzem significativamente o uso de insumos e recursos. De acordo com o estudo, os equipamentos da DJI chegaram a economizar até 95% no uso de água em comparação aos tratores pulverizadores, além de minimizarem o desperdício de produtos químicos e o risco de contaminação do solo e das fontes hídricas. “A pulverização tradicional demanda grandes volumes de água, combustível e mão de obra. Com os drones, conseguimos aplicar defensivos com mais precisão, em menor quantidade e sem causar impactos no solo ou nas culturas”, reforça Zhang. Além disso, os drones evitam a compactação do solo e a emissão de gases de efeito estufa – uma vez que dispensam o uso de tratores movidos a diesel e demandam menos deslocamentos e logística. “O país tem um enorme potencial para liderar a transição para uma agricultura mais sustentável, e os drones são uma das ferramentas mais poderosas nesse processo”, concluiu o executivo. [ad_2] Source link