Índice Geral de Preços no Brasil e dados econômicos da Europa: comece o dia bem informado

[ad_1] No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a valorização global do dólar após o Fed sinalizar cautela sobre cortes de juros. A moeda subiu a R$ 5,74, maior nível em duas semanas. No Brasil, a produção industrial surpreendeu positivamente, mas o Ibovespa recuou 0,09%. A Selic subiu para 14,75%, com tom hawkish do BC. Hoje, atenção a dados na Alemanha, Reino Unido, EUA e aos índices IGP-DI e IPP no Brasil. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação O post Índice Geral de Preços no Brasil e dados econômicos da Europa: comece o dia bem informado apareceu primeiro em Canal Rural. [ad_2] Source link
Novo sistema produtivo integra pecuária de corte com plantio de teca

[ad_1] A Embrapa Agrossilvipastoril, de Mato Grosso, está lançando o Sistema Bacaeri – BoiTeca, uma modalidade de integração pecuária-floresta, ou silvipastoril, que consorcia a pecuáriade corte com a silvicultura de teca (Tectona grandis). A empresa destaca que esse sistema de produção é uma forma de intensificação sustentável, adicionando uma fonte de renda para o pecuarista. A teca é uma madeira nobre, nativa da Ásia, com grande potencial silvicultural e econômico nas regiões mais quentes do Brasil. Por meio deste sistema, são cultivadas linhas da árvore em meio à pastagem. Enquanto as árvores crescem, a atividade pecuária é conduzida normalmente. Dessa forma é possível obter renda durante os cerca de 20 anos necessários até se chegar ao ponto de corte. A Embrapa salienta que o gado só precisa sair da área nos 10 a 18 meses iniciais, período no qual é possível fazer uma integração com agricultura, colher o pasto para fazer silagem e feno, ou ainda aproveitar para recuperar a forrageira. O manejo adequado de desramas das árvores não só possibilita a formação de um tronco reto, com madeira de melhor qualidade, como também permite a maior entrada de luz na pastagem, evitando que haja perdas de produtividade do capim. Além disso, a sombra projetada pelas copas das árvores melhora o conforto térmico para o gado, permitindo maior ganho de peso. Maior crescimento de árvores Pesquisas realizadas pela Embrapa Agrossilvipastoril também já demonstraram que o acesso à sombra beneficia o sistema imunológico e a produção de hormônios sexuais nos bovinos. O pesquisador Maurel Behling conta que em sistemas ILPF, as árvores plantadas em linha apresentam maior taxa de crescimento do que árvores plantadas em monocultura devido ao chamado efeito bordadura, que é a maior entrada de luz e menor competição por água e nutrientes. “Uma das vantagens desse sistema é a possibilidade de adicionar renda para o produtor sem se fazer a substituição de um monocultivo (pasto) por outra monocultura (floresta plantada). O objetivo é usar a pecuária como uma forma de expansão do cultivo da teca”, declara o pesquisador. Primeiros plantios de teca Foto: Maurel Behling Os primeiros plantios de teca em sistema silvipastoril em Mato Grosso ocorreram em 2000, nas fazendas do produtor Arno Schneider, em Nossa Senhora do Livramento, na Baixada Cuiabana. Naquela época ele já vislumbrava a possibilidade de diversificar as fontes de renda e produzir carne de uma forma sustentável. As mudas eram produzidas por sementes e a cada ano a área com o sistema IPF era ampliada. Alguns anos depois, em 2008, a fazenda Bacaeri, em Alta Floresta, que já cultivava teca em monocultura, decidiu iniciar a integração com pecuária para antecipar a geração de receitas. Naquele momento, já haviam chegado ao Brasil as mudas clonais e a fazenda de propriedade de Antônio Passos foi pioneira na IPF com teca clonal. Assim, com a criação da Embrapa Agrossilvipastoril em Mato Grosso, em 2009, foram iniciadas pesquisas tanto na Fazenda Bacaeri quanto em Unidades de Referência Tecnológica como a Fazenda Gamada (Nova Canaã do Norte), fazenda Brasil (Barra do Garças) e Fazenda São Paulo (Brasnorte). Origem do nome Bacaeri O conjunto de informações coletadas nessas áreas permitiu desenvolver as recomendações técnicas necessárias para indicação do sistema produtivo, que recebeu o nome em homenagem à propriedade onde a maior parte do trabalho foi desenvolvido. “Ter o sistema nomeado Bacaeri, o nome da nossa empresa desde 1983, nos deixa de alguma forma com a impressão de que tomamos atitudes corretas, e fizemos bem-feito, para ter o aval e a aprovação da Embrapa, validando a nossa iniciativa, através do acompanhamento dos técnicos que validam os processos”, pondera o produtor Antônio Passos, da fazenda Bacaeri. Atualmente, a estimativa da Embrapa é que a área com uso de sistema silvipastoril com teca seja de 4 mil hectares em Mato Grosso. O estado conta com 68 mil hectares com monocultivo da espécie, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o que corresponde a 80% dos 84 mil ha com a árvore no Brasil. Antônio Passos vê grande potencial de expansão do sistema, porém alerta sobre limitações de solo e clima e a necessidade de fazer o manejo adequado. “A teca é muito exigente e tem um crescimento lento em solos inadequados. Portanto, isso já limita muito as áreas disponíveis. A segunda limitação é a tradição de não investir a longo prazo. Nesse caso, o prazo de retorno é superior a 20 anos, chegando talvez a até 30 anos. O terceiro ponto é a dedicação à silvicultura, principalmente com a poda das árvores, e a atenção para os animais não danificá-las”, enumera Passos. Parceria e lançamento O uso da teca em sistemas ILPF foi descrito e detalhado em um capítulo do livro Teca (Tectona grandis) no Brasil, o que despertou interesse da empresa Teak Resources Company (TRC). Uma parceria foi firmada com a Embrapa para validação do sistema produtivo e para divulgação por meio de eventos. Um desses eventos está previsto para esta quinta-feira (8), na fazenda Duas Lagoas, em Cáceres, Mato Grosso, ocasião em que será feito o lançamento oficial do Sistema Bacaeri –BoiTeca. Desde que a parceria foi firmada, no ano passado, 350 ha foram instalados em um modelo de parceria com três pecuaristas em Mato Grosso e um no Pará. Os dois estados são o foco da TRC para expansão deste sistema. “A capacidade atual é de implementar cerca de 2,5 mil ha/ano. Temos produção de mudas suficientes para isso em 2025. Serão 12.500 ha em cinco anos”, afirma o diretor de Relações Institucionais e Pesquisa da TRC, Fausto Hissashi Takizawa. Segundo ele, inicialmente, pecuaristas mais arrojados e com maior preocupação ambiental são aquelas com melhor aceitação do sistema. Porém, ele já percebe a curiosidade e interesse por parte de pecuaristas mais conservadores que veem nesse sistema uma forma de intensificarem a produção. “Tendo interesse crescente de pecuarista, área disponível para parceria e recursos financeiros por meio de agente financeiro, a TRC tem condição de ampliar além desses 12,5 mil hectares, podendo chegar a 15 mil ha
Deputados cobram esclarecimentos de ministro sobre reforma agrária e ações do MST

[ad_1] A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Capadr) recebeu, nesta terça-feira (6), o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, para prestar esclarecimentos sobre as ações conduzidas pela pasta. Entre os assuntos discutidos no encontro, a reforma agrária foi um dos mais debatidos. Além disso, deputados da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) expressaram preocupação com o aumento das invasões de terras promovidas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) durante a gestão atual. Eles também questionaram a participação de pessoas ligadas ao movimento em comitês dedicados à promoção da paz no campo. Segundo o presidente da Capadr e coordenador da Comissão de Seguro Rural da FPA, deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), os dados indicam um crescimento expressivo nas invasões de terras desde 2023, o que levanta dúvidas sobre a relação entre o governo federal, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e movimentos sociais. “Só no primeiro ano da atual gestão, foram registradas 72 invasões — número superior ao total entre 2019 e 2022. Resta-nos questionar se algo está sendo feito, porque o que vemos é uma conivência e omissão absurda por parte do governo”, afirmou Nogueira. O deputado Evair de Melo (PP-ES), coordenador de Direito de Propriedade da FPA, afirmou que termos como “reforma agrária” e “agricultura familiar” teriam sido apropriados ideologicamente pelo MST. “Reforma agrária não tem relação com o MST, nem com o PT ou com o MDA. Onde ela é feita de forma justa e legal, o MST não aparece”, declarou.Reforma agrária em debate A deputada Carolina de Toni (PL-SC) também cobrou explicações do ministro e disse que as famílias assentadas continuam vivendo em condições precárias, aguardando títulos provisórios ou definitivos para garantir autonomia. Segundo ela, até 2016, grupos clandestinos decidiam quais terras seriam ocupadas e quem seria beneficiado. “O MST, um grupo terrorista, escolhia mediante violência quais terras seriam tomadas e quem seriam os beneficiários. Essa é a reforma agrária que o atual governo defende? A moralização veio em 2019, com exigência de critérios legais, mas tudo isso acabou em 2023”, criticou. De Toni destacou que o Brasil tem 87 milhões de hectares destinados à reforma agrária, mais do que os 61 milhões utilizados para o cultivo de grãos. “A produção dessas famílias não chega a um salário mínimo por mês, em média. Isso é indignidade. Quem não obedece às regras impostas pelo MST é punido e excluído. Parece um projeto de clientelismo político”, acusou. Resposta do ministro sobre a reforma agrária invasões do MST Paulo Teixeira rebateu as acusações e criticou o que chamou de “criminalização das organizações do campo”. Segundo ele, o Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA) está amparado pela Constituição. “As ocupações foram protestos, não permanentes. Se houver violação do direito de propriedade, a Justiça deve ser acionada. O programa de reforma agrária está sendo executado rigorosamente dentro da lei”, garantiu.Inflação dos alimentos O ministro também foi questionado sobre a alta no preço dos alimentos. Ele afirmou que várias áreas do governo estão monitorando a inflação e apontou queda recente nos preços de arroz e feijão, impulsionada pelo aumento da produção. Produtos como ovos, milho e óleo também registraram deflação. No entanto, o cenário da carne ainda é instável, influenciado, segundo ele, por fatores externos, como a guerra tarifária iniciada nos Estados Unidos durante o governo Trump. “O preço dos alimentos começou a ceder, mas ainda precisa cair mais”, disse Teixeira. A resposta não convenceu o deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), que criticou a análise do ministro. “Ela é tecnicamente rasa e não reflete a realidade no campo. Alimento barato para quem consome às custas de quem produz é a miséria do agricultor”, rebateu. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que também estava prevista para prestar esclarecimentos à Comissão nesta quarta-feira (7), informou que não poderá comparecer. [ad_2] Source link
Embrapa completa 52 anos e lança Jornada pelo Clima com foco na agricultura de baixo carbono

[ad_1] A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) completa 52 anos nesta quarta-feira (7) e celebra a data com uma programação voltada ao enfrentamento das mudanças climáticas e à promoção de uma agricultura mais sustentável. A solenidade na sede da Embrapa, em Brasília, marca o início da Jornada pelo Clima, iniciativa que busca debater e apresentar soluções para uma produção agrícola de baixo carbono, inclusiva e resiliente. Um dos destaques da jornada é a série Diálogos pelo Clima, um circuito de sete encontros que percorrerá todos os biomas do país até outubro. Os eventos vão reunir representantes do governo, universidades, ONGs, setor privado e lideranças do agro para discutir estratégias e desafios da agricultura frente às mudanças climáticas, tendo como pano de fundo a COP30, que acontecerá em novembro, em Belém (PA). As contribuições colhidas ao longo do percurso serão consolidadas em um documento que será entregue ao presidente da conferência, embaixador André Corrêa do Lago. Durante a cerimônia de aniversário também serão lançadas novas tecnologias, entre elas três cultivares, sete ferramentas digitais, uma prática agropecuária e um modelo de produção. A Embrapa apresentará ainda a Vitrine de Tecnologias pelo Clima, um espaço virtual com 150 soluções sustentáveis para o campo. Outro destaque é a publicação Recupera Rural RS, que traz um diagnóstico sobre a vulnerabilidade da Serra Gaúcha a eventos extremos, com propostas para reduzir riscos climáticos. A obra foi produzida por equipes da Embrapa em parceria com instituições locais. O evento também marca a apresentação do novo Balanço Social da Embrapa, que aponta um aumento de 17% no lucro social gerado pela empresa em 2024, na comparação com o ano anterior. A programação de aniversário segue na quinta-feira (8) com reunião dos gestores da empresa e homenagem no Congresso Nacional. [ad_2] Source link
preços em queda marcam o dia; confira

[ad_1] O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com queda das cotações. Em Rondônia, por exemplo, as negociações da arroba passaram a acontecer abaixo de R$ 270 a prazo. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, as escalas de abate estão confortáveis, justificando a adoção desse tipo de estratégia por parte da indústria frigorífica. “A demanda segue como um limitador para movimentos mais contundentes de queda, considerando o ótimo ritmo de embarques, somado a boa propensão ao consumo durante a primeira quinzena do mês”, disse. São Paulo: R$ 317,42 — ontem: R$ 318,75 Goiás: R$ 297,32 — na terça: R$ 298,21 Minas Gerais: R$ 302,65 — anteriormente: R$ 303,53 Mato Grosso do Sul: R$ 313,75 — ontem: R$ 314,43 Mato Grosso: R$ 315,45 — na terça: R$ 318,04 Mercado atacadista O mercado atacadista segue com preços acomodados para a carne bovina, mas mantém perspectiva positiva para a semana do Dia das Mães. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,00 por quilo, o dianteiro segue no patamar de R$ 20,50 por quilo e a ponta de agulha ainda é cotada a R$ 18,50, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,58%, sendo negociado a R$ 5,7439 para venda e a R$ 5,7419 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6981 e a máxima de R$ 5,7636. [ad_2] Source link
Citrosuco obtém empréstimo ‘verde’ de US$ 25 milhões para ações de ESG

[ad_1] A Citrosuco, uma das maiores produtoras de suco de laranja do mundo, anunciou nesta quarta-feira (7) a obtenção de um empréstimo ‘verde’ de US$ 25 milhões junto ao Rabobank. De acordo com a companhia, a operação financeira está atrelada aos seus Compromissos ESG (práticas ambientais, sociais e de governança). A partir da transação anunciada, a Citrosuco garante a entrega de indicadores já trabalhados na agenda ESG 2030, entre eles: Ampliação da capacidade de resiliência hídrica em períodos de estiagem; Aumento dos índices de desenvolvimento da cadeia de valor sustentável para certificação de frutas; Fortalecimento de ações voltadas para Diversidade, Equidade e Inclusão, garantindo mais oportunidades e reduzindo barreiras ao crescimento profissional. A gerente global financeira da empresa, Camila Anaici, ressalta a importância da transação para a gigante brasileira. “Nesta nova rodada, o empréstimo verde será utilizado em um ciclo de investimentos de 5 anos, garantindo à Citrosuco o papel de protagonista na transformação da cadeia de valor, por meio de investimento em eficiência e inovação, e na geração de impacto positivo, acelerando o caminho rumo ao cumprimento dos nossos Compromissos ESG 2030.” A companhia ressalta, em nota, que os compromissos ESG da Citrosuco abordam questões estratégicas para o negócio e essenciais para a preservação da vida no planeta, fundamentados em seis pilares: água, carbono, biodiversidade, gestão social, diversidade e cadeia de valor. [ad_2] Source link
Copom eleva juros básicos da economia para 14,75% ao ano

[ad_1] A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar mais uma vez os juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 14,75% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro. Essa foi a sexta alta seguida da Selic. A taxa está no maior nível desde agosto de 2006, quando também estava em 14,75% ao ano. A alta consolida um ciclo de contração na política monetária. Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto e três de 1 ponto percentual. Controle da inflação A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em abril, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, ficou em 0,43%. Apesar da desaceleração em relação a março, o preço dos alimentos continua pressionando a inflação. Com o resultado, o indicador acumula alta de 5,49% em 12 meses, acima do teto da meta contínua de inflação. Os números do IPCA cheio de abril só serão divulgados na próxima sexta-feira (9). Pelo novo sistema de meta contínua em vigor desde janeiro, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%. No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em maio de 2025, a inflação desde junho de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em junho, o procedimento se repete, com apuração a partir de julho de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano. No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou para 5,1% a previsão do IPCA para 2025, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de junho. As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 5,53%, mais de 1 ponto acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 5,65%. Juros mais altos, crédito mais caro O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último Relatório de Inflação, o Banco Central reduziu para 1,9% a projeção de crescimento para a economia em 2025. O mercado projeta crescimento semelhante. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 2% do PIB em 2025. A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir. [ad_2] Source link
Preços de soja sobem em regiões do Brasil, com exceção de uma; confira o fechamento do mercado

[ad_1] O mercado brasileiro de soja registrou preços firmes nesta quarta-feira (7), com cotações variando entre estáveis e mais altas. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, houve uma movimentação um pouco melhor do que a observada na terça-feira, mas ainda considerada lenta em relação a abril. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Silveira destaca que o produtor segue vendendo de forma pontual, com foco na necessidade imediata e pouca disposição para avançar em novas negociações. “No geral, o produtor está bem capitalizado. Temos grandes volumes já negociados”, afirma o consultor. Além disso, os prêmios cederam levemente no dia, o que também contribuiu para a cautela do mercado. Preços por região Passo Fundo (RS): subiu de R$ 126,00 para R$ 127,00 Santa Rosa (RS): subiu de R$ 127,00 para R$ 128,00 Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 131,00 para R$ 133,00 Cascavel (PR): subiu de R$ 127,00 para R$ 128,00 Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 114,00 para R$ 115,00 Dourados (MS): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00 Rio Verde (GO): manteve em R$ 115,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a quarta-feira com preços mistos. As primeiras posições recuaram, enquanto os contratos mais distantes permaneceram no campo positivo. O mercado se apoiou, ao longo do dia, nas notícias sobre o avanço das negociações comerciais entre China e Estados Unidos. Os dois países anunciaram conversas para o final de semana, na Suíça. No entanto, fatores como o bom ritmo do plantio norte-americano, a demanda ainda enfraquecida pela soja dos EUA, a queda do petróleo e a valorização do dólar limitaram os ganhos. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 2,00 centavos de dólar (0,19%), cotados a US$ 10,39 1/4 por bushel. A posição novembro encerrou a US$ 10,22 por bushel, com alta de 2,75 centavos (0,26%). Nos subprodutos, o farelo com vencimento em julho teve alta de US$ 2,00 (0,68%), para US$ 295,00 por tonelada. Já o óleo fechou a 47,33 centavos de dólar por libra-peso, com recuo de 1,02 centavo (2,10%). Câmbio O dólar comercial encerrou o dia com alta de 0,58%, negociado a R$ 5,7439 para venda e a R$ 5,7419 para compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6981 e a máxima de R$ 5,7636. [ad_2] Source link
possível acordo pode mudar rumos do comércio global

[ad_1] A surpreendente confirmação de um encontro bilateral entre os Estados Unidos e a China nesta semana, em Genebra, reacende as expectativas — e também as incertezas — sobre o futuro das relações comerciais entre as duas maiores potências econômicas do planeta. O encontro, que será realizado a partir da sexta-feira (9), colocará frente a frente o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng. Mais do que um gesto diplomático, a reunião pode significar o início de uma reviravolta nas análises que vinham sendo feitas até agora sobre o redesenho do comércio internacional. Após semanas de escalada nas tensões, com tarifas norte-americanas chegando a 145% sobre produtos chineses — uma ofensiva promovida diretamente pelo presidente Donald Trump —, o gesto de diálogo em solo neutro pode representar uma mudança radical de rota. Do lado chinês, a retaliação também foi dura: tarifas de até 125% sobre produtos norte-americanos, num claro sinal de que Pequim não aceitaria a ofensiva sem reação. Ambos os lados endureceram o discurso nas últimas semanas, indicando que não haveria concessões. Agora, no entanto, o encontro entre Scott Bessent e He Lifeng, acompanhado do representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, promete redesenhar esse cenário. China – EUA: um encontro, muitos impactos Apesar da falta de detalhes sobre a agenda ou os termos esperados da conversa, o simples fato de ela ocorrer já sacode o tabuleiro geopolítico e econômico global. O mundo observava uma tendência clara de fragmentação comercial, com cadeias produtivas sendo redirecionadas, empresas relocalizando fábricas e países do sul global sendo alvos de novas disputas por influência econômica. A depender do tom e dos resultados do encontro, analistas poderão ser obrigados a rever projeções sobre o comportamento do comércio internacional para os próximos anos. Um eventual alívio tarifário entre as duas potências reduziria o custo de insumos industriais, mudaria as decisões de investimento e poderia impactar inclusive a inflação global — especialmente nos Estados Unidos. Brasil e agronegócio: alerta ligado! Para o Brasil e, em especial, para o agronegócio brasileiro, as negociações ganham relevância imediata. A guerra comercial entre EUA e China, iniciada ainda no governo Trump, abriu oportunidades para exportadores brasileiros — sobretudo de soja, carne e algodão. A redução dessas tensões pode reconfigurar novamente os fluxos de exportação, exigindo rápida adaptação de produtores e governos. Além disso, se um acordo efetivo vier a ser firmado, ele pode reduzir a pressão inflacionária nos EUA, o que teria efeitos indiretos sobre as taxas de juros globais — incluindo as brasileiras — e o apetite por commodities. Conclusão Este encontro em Genebra pode ser mais do que um gesto diplomático: pode representar uma virada de página em um dos capítulos mais tensos do comércio internacional nas últimas décadas. A depender de seus desdobramentos, o cenário global poderá caminhar para mais previsibilidade e cooperação — ou decepcionar e aprofundar as divisões. A análise de cada gesto e declaração nos próximos dias será fundamental para entender se o mundo caminha para uma nova ordem comercial ou para mais um capítulo de confrontos. Para o Brasil, não basta apenas assistir — é preciso antecipar cenários, posicionar-se estrategicamente e proteger seus mercados. Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação. [ad_2] Source link
veja lista de cidades que serão mais afetados

[ad_1] Acumulados de chuva que podem ultrapassar os 300 mm entre esta quarta-feira (7) e a próxima sexta (9). É o que mostram os modelos climáticos para o Rio Grande do Sul. Diversas regiões do estado (veja mapa abaixo) devem ser afetadas. Além disso, os acumulados tendem a ser acompanhados por granizo e ventos intensos. A Climatempo enfatiza que os maiores acumulados de chuva no período se concentram na faixa oeste e na Região das Missões, com previsão superior a 300 mm nas áreas em azul escuro no mapa. Foto: Climatempo Na imagem acima, é possível notar que os volumes nas regiões gaúchas devem ser os seguintes: Região de Uruguaiana: variam entre 200 mm e 300 mm; Campanha e no sul do estado: de 100 mm a 200 mm Faixa centro-norte, incluindo a Região Metropolitana de Porto Alegre: entre 50 mm e 100 mm “A situação é de tempo severo, com potencial para granizo, ventos que podem ultrapassar os 90 km/h e até ocorrência de microexplosões — eventos localizados com rajadas de vento muito intensas em curto período de tempo”, diz nota da Climatempo. Previsão de chuva nas cidades A Climatempo informa que na quinta-feira (9), os maiores volumes de chuva estão previstos para cidades do oeste e sul do estado: Uruguaiana: 201 mm estimados; Quaraí: 167 mm; Barra do Quaraí: 138 mm; São Gabriel: 94 mm Rosário do Sul: 85 mm; Bagé: 80 mm; Santana do Livramento: 71 mm; Dom Pedrito: 64 mm; São Lourenço do Sul: 60 mm; e Canguçu: 59 mm Já na sexta-feira (10), os acumulados mais expressivos migram para o sul e centro do estado: São Lourenço do Sul: 191 mm previstos; Camaquã: 175 mm; Arambaré: 163 mm; Caçapava do Sul: 154 mm Mostardas: 146 mm; São Sepé: 144 mm; Canguçu: 140 mm; Encruzilhada do Sul: 137 mm; Tapes: 123 mm; São Gabriel: 114 mm Tendência para o fim de semana É importante destacar que, para o mês de maio, a média histórica de chuva no Rio Grande do Sul varia entre 140 mm e 180 mm. Isso significa que em apenas dois dias, diversas localidades do estado poderão acumular mais chuva do que o esperado para o mês inteiro. A tendência para o final de semana é de diminuição dos volumes de chuva, com o avanço de uma massa de ar mais fria, que deve trazer também a queda nas temperaturas. O que motiva o grande volume de chuva? A Climatempo lembra que desde o início da semana, uma forte massa de ar seco se estabeleceu sobre a região central do Brasil. Esse sistema, ao impedir o avanço das frentes frias para o Sudeste e Centro-Oeste, acaba “empurrando” essas instabilidades para o Sul do país. Com isso, as frentes frias que tentam cruzar o Rio Grande do Sul acabam ficando bloqueadas e se deslocam lentamente. Isso favorece a formação de grandes nuvens carregadas, uma vez que o ar frio — mais pesado — interage com a massa quente instalada sobre o estado, promovendo a ascensão do ar e o desenvolvimento de temporais. Além disso, ventos quentes e úmidos que sopram da faixa norte do Brasil contribuem para o aumento da umidade disponível na atmosfera gaúcha, reforçando as instabilidades. [ad_2] Source link