Projeto de lei propõe novas regras para criação de assentamentos rurais

Fonte: Itesp A deputada federal Coronel Fernanda apresentou, na última sexta-feira (13), um projeto de lei (PL 3558/2024) que propõe reformular as diretrizes para a criação de novos assentamentos rurais no Brasil. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Entre os principais pontos da proposta, está a exigência de que 80% dos assentamentos estaduais e 90% dos municipais estejam ocupados de forma regular por pelo menos dois anos antes que novos assentamentos possam ser criados. Além disso, 70% dos lotes já existentes devem ser produtivos. Segundo a parlamentar, o objetivo da medida é garantir que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) não crie novos assentamentos sem antes regularizar os já existentes. Produtividade dos assentamentos A parlamentar também propõe maior transparência, com a obrigatoriedade de o Incra publicar, anualmente, os índices de ocupação e produtividade de todos os assentamentos. Coronel Fernanda destaca que o projeto busca corrigir falhas no programa de reforma agrária, que, de acordo com ela, tem sido desvirtuado por interesses políticos. “As terras do nosso país não podem ser usadas por alguns políticos de forma eleitoreira. A reforma agrária é um assunto muito sério para virar o balcão de negócios da esquerda. Precisamos de uma solução definitiva que beneficie quem realmente precisa”, destacou a deputada. Além de estabelecer critérios mais rígidos para a criação de novos assentamentos, a parlamentar argumenta que a proposta visa melhorar a infraestrutura, a assistência técnica, o crédito rural e a seleção de beneficiários para promover o desenvolvimento agrícola e garantir melhores condições de vida aos trabalhadores rurais. O post Projeto de lei propõe novas regras para criação de assentamentos rurais apareceu primeiro em Canal Rural.
Acordo para reconstrução do Rio Grande do Sul é assinado

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinaram, nesta terça-feira (17), um acordo de cooperação para a reconstrução do estado. O território gaúcho foi fortemente atingido por enchentes nos meses de abril e maio. Dos 497 municípios sul-riograndenses, 478 foram afetados. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A informação foi divulgada pelo governador, após reunião com o presidente, em Brasília. A medida já havia sido anunciada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, na semana passada, ao fazer um balanço das ações federais no estado. Fundo de obras Há o compromisso do governo federal de criar um fundo de R$ 6,5 bilhões para obras no Rio Grande do Sul, entre construção de diques, sistemas de proteção e outros estudos. O objetivo é evitar a necessidade de se renovar a exceções para as regras fiscais, como foi feito este ano para as ações emergenciais. Todo o montante não executado até dezembro deste ano irá para a conta na Caixa ou no BNDES. De acordo com o governador, o termo assinado hoje foi construído em conjunto, com compartilhamento de informações entre as equipes técnicas e dá suporte a uma portaria assinada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, que cria o conselho de gestão do fundo e dos projetos de contenção das cheias. O conselho será composto pelo ministro da Casa Civil, o ministro da Secretaria de Comunicação Social, o governador do estado e por dois secretários do governo gaúcho vinculados à reconstrução. “O conselho vai fazer o acompanhamento das obras e a gestão da liberação dos recursos, especialmente olhando para as obras de contenção das cheias”, explica Leite. Recursos federais Foto: Ricardo Stuckert/ Agência Brasil Os recursos do governo federal deverão financiar as obras de contenção de cheias, especialmente da região metropolitana de Porto Alegre, como os diques de proteção do município de Eldorado do Sul e os diques no Arroio Feijó, que protegem Porto Alegre, Alvorada, entre outras cidades. “É um valor expressivo de recursos que vai ser viabilizado pelo governo federal com execução pelo estado. Então, nós entendemos que era importante ter essa amarração de responsabilidades compartilhadas, onde o governo do estado gerencia, executa as obras, mas tem esse conselho, uma vez que os recursos são federais aportados ao estado”, ponderou. Ainda segundo Leite, é uma forma de garantir a aproximação das áreas técnicas dos ministérios com as secretarias do estado, “para que a gente possa ultrapassar qualquer gargalo e dificuldade que se apresente ao longo do caminho”. De acordo com ele, “são obras complexas, que levarão um tempo para serem executadas e, portanto, essa governança é muito importante”. Comitê científico O governo do Rio Grande do Sul também estabeleceu um comitê científico para análise dos projetos e já foi indicada uma revisão para o dique de Eldorado do Sul. “A gente não tem o direito de errar em bilhões. O volume de recurso que será aportado exige uma análise técnica muito bem feita, multidisciplinar, para garantir que a gente possa fazer a execução dessas obras”, disse. No caso da obra em Eldorado, segundo o governador, as cotas de inundação que foram alcançadas nas enchentes desse ano ultrapassaram aquilo para o que o projeto estava sendo elaborado anteriormente. “Mas são ajustes, não é refazer tudo desde o início”, esclareceu. Eduardo Leite afirmou, ainda, que a intenção é “identificar o melhor caminho para ele aliviar a burocracia”, possibilitando, inclusive, contratações em regime de emergência. “Vamos observar, portanto, a partir desse conselho, o que a legislação atual dá guarida, dá suporte para contratações emergenciais e, se for o caso de fazer ajustes, esse próprio conselho vai fazer essa sugestão, de algum ajuste de legislativo para poder garantir a execução da obra”, acrescentou, ressaltando que há preocupação com a celeridade do processo. Regime especial Leite ainda reforçou a importância da votação do Projeto de Lei 3117/24, que flexibiliza as regras das licitações públicas para agilizar e dar segurança jurídica aos gestores no enfrentamento de calamidades públicas. O texto está na Câmara dos Deputados e, segundo o governador, houve o compromisso do presidente da Casa, Arthur Lira, de colocá-lo em votação nesta quarta-feira (18). “Para nós, é muito importante que essa votação aconteça, porque neste projeto estão tanto regime especial de contratações quanto as subvenções econômicas para os financiamentos tão importantes para o processo de reconstrução. É fundamental isso já votado o quanto antes”, afirmou. De autoria dos deputados José Guimarães (PT-CE) e Marcon (Pode-RS), as mudanças previstas servirão para outras situações de calamidade pública que vierem a ocorrer no país, considerando o cenário agravante dos incêndios no Pantanal e da seca na Amazônia. Pelo texto, os contratos firmados com base na futura lei terão duração de um ano, prorrogável por igual período. O gerenciamento de riscos ocorrerá apenas durante a gestão pelo órgão licitador, para acelerar o processo de contratação. Entre outras ações, o projeto também permite ajustes no contrato inicial que elevem o valor em até 50%, caso necessário. O post Acordo para reconstrução do Rio Grande do Sul é assinado apareceu primeiro em Canal Rural.
Chicago fecha em leve alta por piora nas lavouras americanas e clima seco no Brasil

Foto: Faesp Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadoria de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira (17) em leve alta, em dia de muita volatilidade. A leve piora nas condições das lavouras americanas, reportes de rendimentos um pouco abaixo do esperado em algumas localidades nos Estados Unidos e a preocupação com o clima seco no Brasil asseguraram os moderados ganhos no final da sessão. Qualquer tentativa de ganhos mais consistentes é limitada pelo sentimento de ampla oferta mundial, com o avanço da colheita da maior safra da história estadunidense. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta segunda-feira (16) o relatório sobre a evolução das lavouras da soja. Até o dia 15 de setembro, a área colhida estava apontada em 6%. No mesmo período do ano passado, a colheita era de 4%. A média é de 3%. Lavouras Foto: Alzir Pimentel/ Arquivo pessoal Referente às condições das lavouras, 64% estavam entre boas e excelentes condições, 25% em situação regular e 11% em condições entre ruins e muito ruins. Na última semana, os índices eram de 65%, 25% e 10%, respectivamente. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 1,75 centavo de dólar, ou 0,17%, a US$ 10,04 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,23 1/2 por bushel, com perda de 1,25 centavo ou 0,12%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 0,90 ou 0,27% a US$ 323,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 39,11 centavos de dólar, com alta de 0,18 centavo ou 0,46%. O post Chicago fecha em leve alta por piora nas lavouras americanas e clima seco no Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.
Nova frente fria traz mudanças para metade do país; veja quando

Foto: Pixabay Essa semana será marcada pelo retorno de temperaturas mais amenas e chuva na faixa centro-sul do Brasil, de acordo com a Climatempo. Isso acontece pela ocorrência de uma massa de ar frio, associada a uma nova frente fria, que vai influenciar o clima em diversas regiões, trazendo uma trégua para o calor e o tempo seco. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O fenômeno deixa o ar mais gelado, o que também deve intensificar os ventos. Ventos fortes O contraste entre o calor persistente no centro do Brasil e a frente fria que avança pelo litoral vai favorecer a ocorrência de ventos fortes, especialmente nas regiões afetadas pela massa de ar polar. A partir de quarta-feira (18), a combinação da variabilidade dos ventos em altos níveis da atmosfera e a infiltração marítima trará instabilidade para áreas específicas do Brasil. Regiões como o extremo sul de Mato Grosso do Sul, a faixa noroeste de Santa Catarina, o centro-oeste do Paraná e o sul e oeste de São Paulo terão chuvas de moderada a forte intensidade. A condição deve trazer alívio ao tempo seco dessas regiões, que vêm enfrentando uma longa sequência de dias sem precipitação significativa. Nova frente fria Na sexta-feira, uma nova frente fria avançará, intensificando ainda mais as instabilidades no sul do Brasil, assim como em Mato Grosso do Sul. Já no sábado, o sistema deve avançar para o mar. Entretanto, a forte variabilidade dos ventos em altos níveis da atmosfera aumentará as instabilidades em amplas regiões. Com isso, a faixa centro-leste de Mato Grosso do Sul e o Paraná têm previsão de chuva forte e instabilidade ao longo do dia. O Sudeste também será impactado, com chuvas previstas para o sul e leste de São Paulo, sul de Minas Gerais e centro-sul do Rio De Janeiro. Instabilidades persistirão No domingo, o clima instável continuará, com pancadas de chuva previstas para a faixa leste de Minas Gerais e a região central do Rio de Janeiro, encerrando a semana com mais instabilidade. Essa mudança no clima promete trazer alívio para as áreas que vêm enfrentando o calor e o tempo seco, ao mesmo tempo em que reforça a necessidade de atenção com os ventos fortes e chuvas intensas em várias regiões. O post Nova frente fria traz mudanças para metade do país; veja quando apareceu primeiro em Canal Rural.
MT: atraso no plantio da soja e o impacto no mercado

O plantio da soja na safra 2024/25 no estado do Mato Grosso começou oficialmente em setembro. No entanto, a semeadura avança lentamente, com atividades concentradas em poucas áreas devido ao tempo seco e quente na região. Isso reflete um cenário enfrentado por grande parte do Brasil. Cleiton Gauer, superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), explica que, embora a janela de plantio tenha sido antecipada em uma semana em comparação com o histórico, os produtores continuam cautelosos para o início da semeadura. A falta de umidade no solo e as altas temperaturas são fatores que limitam a expansão do plantio. Além disso, a presença de focos de incêndio e a instabilidade das chuvas contribuem para a preocupação dos agricultores. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O superintendente destaca que, apesar do atraso inicial, não há risco elevado para o desenvolvimento da safra de soja em si, mas a situação pode afetar a janela de plantio da segunda safra, como algodão e milho. A expectativa é que a área cultivada com soja nesta temporada alcance 12,6 milhões de hectares, um incremento em relação à safra passada, impulsionado pela demanda e rentabilidade. Para mais detalhes, confira o bate-papo completo: O post MT: atraso no plantio da soja e o impacto no mercado apareceu primeiro em Canal Rural.
Aumento da demanda faz importação de cevada disparar no Brasil

Foto: Pixabay O aumento da demanda de cevada fez com que a importação disparasse no Brasil, conforme apontam os dados parciais do acumulado de janeiro a setembro divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O volume comprado pelo país no período, de 686 mil toneladas, já supera todo o montante de 2023, quando 616 mil toneladas foram adquiridas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Paraná é maior comprador Mais de 60% do produto que chega por aqui entra pelo Porto de Paranaguá para atender as maltarias do Paraná. Arte: Canal Rural De acordo com o diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, o fenômeno ocorre pela maior demanda de malte cervejeiro no país, reforçada pela inauguração de uma nova indústria do setor no município de Guarapuava, centro-sul paranaense. Agora, a cada dez unidades de cerveja comercializada no Brasil, cinco serão com malte do Paraná. “Para isso, precisaremos de muita cevada. Além do produto importado pelo Paraná do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, também é preciso comprar de outros países”. Segundo Ferreira, se a tendência seguir pelo restante do ano, o que provavelmente vai acontecer, a expectativa é que o Brasil importe cerca de um milhão de toneladas de malte até dezembro. O post Aumento da demanda faz importação de cevada disparar no Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.
Brasil deve embarcar até 5,828 milhões de t da soja em setembro, aponta ANEC

Foto: Divulgação Ihara As exportações brasileiras da soja em grão deverão ficar em 5,828 milhões de toneladas em setembro, de acordo com o levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). Em setembro de 2023, as exportações ficaram em 5,546milhões de toneladas. Em agosto, o país embarcou 7,974 milhões de toneladas. Na semana finalizada no dia 14 de setembro, o Brasil embarcou 1,214 milhão de toneladas. Para o período entre 15 a 21 de setembro, a ANEC indica a exportação de 1,310 milhão de toneladas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Farelo da soja Foto: Fabio Scremin/APPA Em relação ao farelo da soja, a previsão é o embarque de 2,015 milhões de toneladas em setembro. No mesmo mês do ano passado, o total exportado foi de 1,906 milhão de toneladas. Em agosto, ficou em 2,100 milhões de toneladas. Na semana passada, as exportações ficaram em 524,549 mil toneladas e a previsão para esta semana é de 463,604 mil toneladas. O post Brasil deve embarcar até 5,828 milhões de t da soja em setembro, aponta ANEC apareceu primeiro em Canal Rural.
Produtores paulistas sofrem com destruição na cana e no seringal causada pelos incêndios

Foto: Governo do Estado de São Paulo O ano de 2024 está prestes a se tornar o ano com o maior número de focos de incêndio da história de São Paulo. De acordo com o Instituto de Pesquisas Espaciais, já são quase 7.200 focos registrados no estado. Na propriedade do produtor Jorge Toledo, na região de Monções, no oeste paulista, por exemplo, o fogo se alastrou rapidamente. Por lá, 100 hectares de Áreas de Preservação Permanentes (APPs) e 200 hectares de cana-de-açúcar foram queimados. “Quanto às APPs, é um prejuízo que eu não sei mensurar e nem sei como retornará. Na cana, a perda de produtividade foi entre 30% e 40%. Além disso, vamos ter de reformar toda a pastagem, porque foi toda queimada […]. Financeiramente ainda não sei falar o número certo [de prejuízo], mas foi muito alto”. Cana vira pó De acordo com a Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana), mais de 181 mil hectares da cultura foram queimados em São Paulo até agora. O prejuízo já supera um bilhão de reais, incluindo manejo e custos de replantio. O CEO da entidade, José Guilherme Nogueira, as plantas de cana maiores, com mais idade, ainda são possíveis de colher, mesmo com uma perda de biomassa estimada em cerca de 50%. “Mas na palhada, se perde totalmente a cana; aquela cana de dois, três, quatro meses vira pó”. Seringal perdido A temperatura acima de 30ºC, a unidade relativa abaixo de 30% e as rajadas de vento estão contribuindo para que os incêndios se propaguem facilmente. O fogo se espalhou da propriedade do Jorge Toledo para a fazenda vizinha, em Turiúba. Assim, atingiu o seringal do produtor Juliano Bini. “Seis alqueires de mato queimou em cerca de 20 minutos e se alastrou. Minha seringueira é plantada em volta do mato e se espalhou. Não tivemos o que fazer. Teve gente que precisou cuidar de salvar pasto, gado, benfeitoria, mas a seringueira, como é mais difícil de combater o fogo porque não dá para andar com o caminhão e com o trator em volta da árvore, não teve como salvar”. Ao todo, Bini perdeu 15 mil pés de seringueira, uma árvore que demora cerca de nove anos para começar a produzir o látex. “O fogo corre pelo chão, ‘cozinha’ a árvore e fecha os seus vasos. Com isso, ela para de produzir. Por isso o prejuízo é tão grande, porque não tem o que fazer, é preciso arrancar”. Incêndios sem precedentes A história dos produtores se repete em outros pontos do estado de São Paulo. Entre 22 e 24 de agosto, os focos de calor se concentraram em áreas de uso agropecuário, conforme o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam). “Em um curtíssimo espaço de tempo, apareceram dezenas de focos de incêndio no estado de São Paulo. Esse é um um fenômeno que não existe precedente e também não tem explicação na natureza. Fogo em geral acontece no estado de São Paulo, na região central do Brasil, muitas vezes causados por raio, por outros fenômenos, além das queimadas provocadas para reformar pastagem, mas nunca nessa intensidade e em um prazo tão curto de tempo”, diz o diretor do órgão, André Guimarães. Dano emocional As cenas do fogo consumindo as lavouras representam uma ameaça à oferta de alimentos e energia, mas também à saúde pública, fauna e flora, bem como ao equilíbrio do ecossistema. Além disso, têm impacto emocionalmente os produtores que há anos estão instalados na mesma propriedade, assistindo a tudo se destruir. “Pela primeira vez na vida eu achei bom meu pai não estar lúcido para ele não enxergar isso aqui. Ele não está sabendo o que que está acontecendo. É triste demais chegar e ver a propriedade destruída. Não sobrou nem cobra aqui, não tem mais nada”, relata o produtor Jorge Toledo. O post Produtores paulistas sofrem com destruição na cana e no seringal causada pelos incêndios apareceu primeiro em Canal Rural.
Confira como os preços do boi gordo iniciaram a semana

Foto: Marcos Santos/USP Imagens O mercado físico do boi gordo iniciou a semana apresentando preços firmes. O viés ainda é de alta dos preços no curto prazo, em linha com a posição das escalas de abate, que seguem encurtadas em grande parte do país, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Segundo ele, a oferta mais restrita vai dando o tom para o mercado neste momento, em um momento de demanda bastante aquecida. As exportações de carne bovina ainda estão bastante representativas, com o país caminhando para estabelecer um novo recorde de embarques. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 255,75 Goiás: R$ 246,79 Minas Gerais: R$ 248,82 Mato Grosso do Sul: R$ 259,66 Mato Grosso: R$ 225,88 Mercado atacadista Foto: Wenderson Araujo/CNA O mercado atacadista apresentou preços acomodados. É menor o espaço para alta dos preços durante a segunda quinzena do mês, período de menor apelo ao consumo. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 19,50 por quilo no interior paulista. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 14,75 por quilo no interior de São Paulo. A ponta de agulha permanece cotada a R$ 15,00 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,01%, sendo negociado a R$ 5,5095 para venda e a R$ 5,5075 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4975 e a máxima de R$ 5,5805. O post Confira como os preços do boi gordo iniciaram a semana apareceu primeiro em Canal Rural.
Canal Rural exibe nova temporada do especial Cerrado Sem Fogo

Incêndio florestal na Serra da Bandeira, em Barreiras, no Oeste da Bahia | Foto: Guilherme Soares/Canal Rural Bahia A segunda temporada do especial Cerrado Sem Fogo, começa a ser exibida nesta terça-feira (17), a partir das 18h40, em todas as telas do Canal Rural. A série de quatro reportagens, produzidas pela equipe de jornalismo do Canal Rural Bahia, liderada pelo repórter, Vinicius Ramos, com imagens de Guilherme Soares e produção de Carla Letícia, aborda um dos assuntos mais sensíveis e prejudiciais a toda socidade nos últimos meses. Os materiais produzidos pela afiliada, têm como destaque os seguintes temas centrais: prevenção e combate, os impactos ao meio ambiente e à saúde, os danos na produção agrícola, além do empenho de produtores e entidades do setor na luta contra essa ameaça. A equipe de reportagem ouviu relatos de pessoas que são direta ou indiretamente impactadas em todo o Matopiba e especialistas. Foto: Divulgação/ Canal Rural BA/ Marca Comunicação Queimadas no Brasil Em agosto, o Brasil registrou o maior número de queimadas desde 2007. Foram quase 70 mil (68.635) focos de incêndios de acordo com dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e o nosso Cerrado é um dos biomas mais afetados. Às 18h40 desta terça, a estreia terá transmissão na TV para todo o país e poderá ser revista nas redes sociais da emissora, como o YouTube e Instagram. O projeto Cerrado Sem Fogo é uma campanha do Canal Rural Bahia com apoio da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), JCO Bioprodutos, Grupo Progresso e Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães. Queimadas colocam Tocantins em estado de emergência Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! O post Canal Rural exibe nova temporada do especial Cerrado Sem Fogo apareceu primeiro em Canal Rural.