Desapropriação de terras por incêndios gera preocupação no PR

[ad_1] Uma recente determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a desapropriação de terras onde há registros de incêndios criminosos e desmatamento ilegal tem causado preocupação entre produtores rurais no Paraná. A decisão, assinada pelo ministro Flávio Dino, levanta questões sobre a segurança jurídica e o devido processo legal. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) manifestou-se sobre o assunto, enfatizando que o combate aos crimes ambientais é fundamental, mas não pode ser feito com base em suposições ou generalizações. A entidade ressalta a importância de respeitar os direitos dos produtores rurais que agem dentro da legalidade, garantindo a segurança jurídica como um dos pilares para o desenvolvimento sustentável no campo e a preservação ambiental. “O produtor rural que age dentro da legalidade precisa ter seus direitos respeitados. A segurança jurídica, como um dos pilares para o desenvolvimento sustentável no campo e a preservação ambiental, deve caminhar ao lado do respeito aos direitos individuais, especialmente o direito à propriedade privada”, afirma a FAEP em nota. Embora reconheça a gravidade das questões ambientais, o Sistema FAEP alerta para o risco de que a decisão resulte em arbitrariedades contra produtores rurais que não têm envolvimento com ilícitos ambientais. A entidade defende que qualquer penalidade, especialmente a desapropriação, deve observar rigorosamente o devido processo legal, garantindo o direito à ampla defesa e ao contraditório, conforme previsto na Constituição Federal. Presidente interino do Sistema FAEP manifesta preocupação Ágide Eduardo Meneguette, presidente interino do Sistema FAEP, expressou preocupação com a possibilidade de que a decisão abra um precedente perigoso para todo o Brasil. “Temos muitos produtores rurais que registraram em 2024 incêndios em suas áreas que estão em campo aberto, mas não foram incêndios provocados por produtores rurais, mas que surgiram de florestas, de matas ou de algum veículo que passou na propriedade e provocou fogo nessa área”, explicou. Meneguette defende o direito à defesa e ao contraditório para que as causas dos incêndios sejam analisadas e a culpa seja devidamente apurada. “Nossa preocupação é que se abra um precedente para o Brasil inteiro, uma vez que está lá e falarem que qualquer desmatamento ilegal, qualquer incêndio que seja ilegal, possa ter desapropriação de terras e o pagamento de multas sobre esses crimes”, completou. O Sistema FAEP informou que irá orientar os produtores rurais no Paraná a tomarem as medidas cabíveis o mais rápido possível em caso de incêndio, para se resguardarem juridicamente. A entidade reforça seu posicionamento em defesa dos direitos dos produtores e da necessidade de um processo legal justo e transparente. [ad_2] Source link
Cresce em 300% o uso de assistente virtual que dá dicas de preço e cultivo de cacau

[ad_1] O assistente virtual baseado em inteligência artificial da Nestlé acaba de registrar um crescimento de aproximadamente 300% em atendimentos a pequenos e médios produtores de cacau em todo o Brasil. Disponível via WhatsApp, o Theo, nome da ferramente, fornece orientações técnicas sobre práticas sustentáveis e generativas no cultivo da semente, além de informações sobre preço e previsão do tempo – responsáveis por mais de 50% das interações no chatbot. Segundo balanço da empresa, desde seu lançamento, em 2023, o número de usuários passou de 1.862 para 7.172 em abril de 2025. O Theo integra o Nestlé Cocoa Plan (NCP), programa de sustentabilidade da multinacional, e já enviou mais de 160 edições do boletim técnico “Dicas do Theo”. O conteúdo aborda temas de ESG (Ambiental, Social e Governança, na tradução) e manejo e qualidade do cultivo baseados no Boletim Técnico nº 221, da Ceplac/Mapa. O programa da Nestlé atende a mais de 6.500 cacauicultores em estados como Bahia, Pará, Espírito Santo, Tocantins, Rondônia e São Paulo, promovendo práticas alinhadas à rastreabilidade da cadeia do cacau. Para acessar o conteúdo do Theo, produtores e interessados devem apenas salvar o número (27) 99901-1960 no WhatsApp e mandar um “Oi”. Além de acessar todo conteúdo disponível de forma gratuita, ao se cadastrar, o usuário entra para a lista de pessoas que recebem dicas semanais com novidades e tecnologias disponíveis para a cadeia do cacau. [ad_2] Source link
Papa norte-americano pode redefinir o papel diplomático da Igreja em tempos de Trump

[ad_1] A eleição do novo papa, Robert Francis Prevost — agora Leão XIV — representa um marco inédito na história da Igreja Católica e uma movimentação geopolítica de grande relevância. Nascido em Chicago, o primeiro pontífice norte-americano foi escolhido em um momento crítico: o mundo enfrenta divisões profundas, a democracia global está em xeque, e líderes populistas como Donald Trump no poder na maior economia do mundo. Entendo que a chegada de Leão XIV ao trono de Pedro é mais do que um gesto espiritual — é uma resposta estratégica da Igreja à fragmentação internacional. Robert Prevost não é um nome qualquer. Sua formação é sólida: bacharelado em Matemática pela Universidade Villanova, mestrado em Divindade pela Catholic Theological Union e doutorado em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade de Santo Tomás de Aquino, em Roma. Mas é sua vivência missionária no Peru que o distingue — foram décadas como pároco, professor de seminário e administrador diocesano. Um papa de sotaque global, forjado nas periferias da América Latina e refinado nos corredores do Vaticano. Entre 2015 e 2023, foi bispo de Chiclayo, até ser nomeado por Francisco como prefeito do Dicastério para os Bispos, cargo de altíssima influência, responsável por definir o episcopado católico no mundo todo. Sua trajetória une sensibilidade pastoral com habilidade institucional — um perfil raro e valioso. Diplomacia vaticana x populismo global A eleição de Leão XIV acontece em um momento geopolítico sensível. Donald Trump, nos Estados Unidos, representa uma onda de radicalização, isolamento diplomático e negação de agendas ambientais e humanitárias. A volta de Trump ao poder também representa uma ameaça à estabilidade institucional e à ordem multilateral, exatamente onde a Santa Sé, com seu histórico de diplomacia silenciosa e articulação global, pode atuar como contrapeso. Leão XIV, com raízes norte-americanas, mas visão latino-americana e formação romana, está posicionado para ser uma figura de equilíbrio. Diferente do nacionalismo agressivo de Trump, o novo papa defende uma Igreja sinodal, voltada ao diálogo, à inclusão e à justiça social. Sua eleição, nesse contexto, não é apenas espiritual: é política. Apesar de ser um novo rosto, Leão XIV não rompe com Francisco — pelo contrário, representa uma continuidade em temas centrais como meio ambiente, combate à pobreza e participação laical. Mas sua nacionalidade e trajetória o tornam especialmente apto para enfrentar, com autoridade moral, o avanço de líderes que ameaçam retrocessos civilizatórios. Espera-se que o novo pontífice reforce a ação diplomática do Vaticano em temas como migração, aquecimento global e defesa dos direitos humanos — justamente as frentes que Trump mais despreza. Ao mesmo tempo, sua origem norte-americana pode servir de ponte para uma reaproximação crítica com o mundo anglófono, mostrando que a fé não está à mercê do populismo. A fumaça branca que anunciou Leão XIV não subiu apenas para os católicos. Ela enviou um recado ao mundo: a Igreja não está alheia aos dilemas contemporâneos. O novo papa pode se tornar uma voz global contra o autoritarismo disfarçado de patriotismo. Um líder espiritual, sim — mas também um estadista da paz, como João Paulo II foi para o Leste Europeu e Francisco para a ecologia planetária. Em tempos de incerteza e ruído político, a serenidade e firmeza de Leão XIV podem ser exatamente o que o mundo precisa. A Igreja escolheu seu novo pastor, e talvez, sem alarde, tenha também escolhido um diplomata para o século. Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação. [ad_2] Source link
China retoma importação de soja de cinco empresas brasileiras; saiba quais

[ad_1] Após três meses de embargo, a China retomou as importações de soja de cinco unidades de empresas brasileiras, que haviam sido suspensas em janeiro deste ano devido a questões sanitárias. O embargo foi imposto após a detecção de resíduos de pesticidas em grãos de soja, algo comum em sementes, mas inaceitável no produto destinado ao consumo humano e animal. A suspeita foi de que, por erro, cargas de soja e sementes tenham sido misturadas. O aval de liberação vale desde o fim de abril. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! O governo chinês também identificou a presença de pragas quarentenárias nas cargas de soja. Embora isso tenha gerado uma suspensão temporária, o Brasil tratou o incidente como um procedimento técnico e rotineiro, sem qualquer conotação política ou comercial entre os dois países. Apesar de o impacto econômico da suspensão ser relativamente controlado devido à diversidade de exportadores brasileiro, as empresas afetadas, que são a ADM do Brasil, Cargill S.A., Terra Roxa Comércio de Cereais, Olam Brasil e C.Vale Cooperativa Agroindustrial, ficaram impossibilitadas de exportar durante os três meses de embargo, afetando sua capacidade de atender ao mercado chinês, um dos maiores importadores globais de soja. A retomada das exportações ocorre em um momento estratégico, coincidindo com a visita oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, onde ele será acompanhado por uma comitiva de empresários do agronegócio brasileiro, com o objetivo de fortalecer ainda mais os laços comerciais entre os dois países. Além da soja, o Brasil também busca expandir as exportações de outros produtos agropecuários para o vasto mercado chinês, incluindo carne bovina, suína e café. Em paralelo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) destaca a importância de atrair investimentos chineses para a infraestrutura logística do país, com foco na ampliação de estruturas de armazenagem, nos investimentos em transporte multimodal e na modernização de portos, todos essenciais para otimizar o escoamento da produção agrícola e fortalecer o setor como um todo. [ad_2] Source link
Suíno vivo mantém preços estáveis na semana do dia das mães

[ad_1] Os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indicam pequenas oscilações nos preços do suíno vivo e da carne nesta semana. Este comportamento denota o equilíbrio entre a demanda e a oferta nacional. Ainda de acordo com o instituto, as vendas estão seguindo um padrão diferente do previsto e se mantiveram estáveis no início deste mês de maio. “Os aumentos não representam um aquecimento significativo para o mercado, mesmo com o pagamento dos salários”, informou o Centro de Pesquisas. Outro fator que contribui com o mercado nesta época do ano, mas ainda assim não foi suficiente para aquecer o mercado, é a proximidade do dia das mães. A data é marcada pelo adiantamento dos pedidos de carne suína. De acordo com os dados do Cepea, os cortes mais demandados para a data são a costela, o lombo e o pernil. Os preços destes cortes não apresentaram variações expressivas de preço, afirma o Centro de Estudos. *Sob supervisão de Thiago Dantas [ad_2] Source link
PF realiza operação contra grilagem de terras da União no Pantanal

[ad_1] A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (8), a Operação Pantanal Terra Nullius, que visa desarticular um esquema de grilagem de terras da União no Pantanal sul‑mato‑grossense e fraudes na emissão e comercialização de Cotas de Reserva Ambiental (CRA) – ou Títulos de Cota de Reserva Ambiental Estadual (TCRAE). Ao todo foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão nas cidades de Campo Grande (MS) e Rio Brilhante (MS), além do sequestro de bens e bloqueio de valores de mais de R$ 3 milhões. As investigações indicam que empresários e proprietários de terras da região, em conluio com servidores da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural de Mato Grosso do Sul (Agraer), falsificavam documentos e os inseriam em processos administrativos de titulação para obterem áreas situadas dentro do Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro, localizado em faixa de fronteira entre Brasil e Bolívia. Segundo a PF, os envolvidos no esquema de grilagem poderão responder pelos crimes de associação criminosa, usurpação de bens da União, falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistema público e infrações ambientais. Em nota enviada à TV Morena, afiliada da Rede Globo em Campo Grande, o governo de Mato Grosso do Sul informou que acompanha a operação ‘Pantanal Terra Nullius’ e colabora com a apuração. “Tão logo tenhamos novas informações acerca das investigações, as medidas cabíveis serão tomadas”, encerra o texto. [ad_2] Source link
Fábricas de suco são fechadas em São Paulo

[ad_1] Após receber denúncias sobre irregularidades, duas empresas fabricantes de suco foram autuadas e fechadas de maneira cautelar por fiscais o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em Ribeirão Preto (SP). De acordo com a equipe da Superintendência de Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (SFA-SP) que participou da ação, além da falta de registro, foram encontradas condições sanitárias inadequadas para o funcionamento dos estabelecimentos como produtores de bebidas. As denúncias se confirmaram durante a fiscalização e o ministério abriu processo administrativo. “As empresas têm direito à apresentação de defesa escrita que será apreciada. Apenas depois do final do processo, caso a irregularidade se confirme, os nomes são divulgados”, informou o Mapa. Para que voltem a funcionar, as fábricas de suco precisam adequar suas estruturas e obter o registro junto ao Ministério da Agricultura. O Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Sipov-SP) investiga o caso. O Mapa informa que denúncias, elogios, solicitações e sugestões podem ser enviadas pela plataforma Fala BR, encontrada no site do ministério. O serviço é um instrumento criado pela Controladoria Geral da União (CGU) que recebe mensagens de forma anônima. [ad_2] Source link
Perigo extremo! Frente fria provoca chuva de até 300 mm e ventos de 90 km/h

[ad_1] O tempo será instável em várias regiões do Brasil, com destaque para os estados do Rio Grande do Sul, Bahia e Sergipe. Para se ter uma ideia da gravidade, dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) mostram que a cidade de Simões Filho, na região metropolitana de Salvador, teve um acumulo de 384 mm de chuva em apenas sete dias – quase o dobro da média mensal, que é de 203 mm. Santo Amaro, também na faixa leste da Bahia, registrou 365,5 mm, frente a uma média de 127 mm. No Rio Grande do Sul, a passagem de uma frente fria pode causar problemas. Confira a previsão do tempo em todo o Brasil, de acordo com a Climatempo: Frente fria na região Sul A quinta-feira terá risco de temporais e ventania no oeste e na região da Campanha Gaúcha, especialmente nas cidades próximas à fronteira com o Uruguai e a Argentina, como Uruguaiana, Quaraí e Candiota. No sul do estado, a chuva também chega com alerta para temporais. Na faixa centro-leste do Rio Grande do Sul, incluindo a capital Porto Alegre, a chuva ocorre em forma de pancadas, com intensidade moderada a forte. Já na faixa norte do estado, em Santa Catarina e no Paraná, o sol predomina ao longo do dia, com destaque para as temperaturas elevadas, devido à presença de uma massa de ar quente. Região Sudeste No Espírito Santo e no norte do Rio de Janeiro, o vento úmido que sopra do mar para o continente continua favorecendo pancadas isoladas de chuva. Nas demais áreas do Sudeste, o tempo será firme e seco. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, com a presença do sol, a temperatura sobe à tarde, com sensação de calor. Destaque para os baixos índices de umidade relativa do ar, que ficarão abaixo dos 30% no centro e oeste de São Paulo e no oeste de Minas Gerais. Região Centro-Oeste O ar seco predomina, com umidade relativa do ar abaixo dos 30% em Mato Grosso do Sul, Goiás e no Distrito Federal. Não há previsão de chuva. O dia será ensolarado e quente, principalmente em Cuiabá. No norte de Mato Grosso, pancadas isoladas são esperadas, devido à umidade vinda da Região Norte. Chuva forte no litoral do Nordeste Há alerta para possíveis alagamentos e deslizamentos no leste da Bahia, especialmente em Salvador, devido ao grande volume de chuva registrado nos últimos dias e à previsão de mais chuva nesta quinta-feira. A previsão é de chuva moderada do litoral baiano até o litoral de Alagoas, com destaque para a faixa da capital baiana, onde a intensidade da chuva aumenta e o risco de temporais é elevado. A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) continuará influenciando o tempo desde o litoral do Maranhão até o litoral de Pernambuco, com previsão de chuva moderada. No litoral do Ceará, a aproximação da ZCIT provoca chuvas fracas. Região Norte A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) estimula a formação de nuvens carregadas em boa parte da região. Há alerta para temporais no norte do Amazonas, em Roraima e no norte do Amapá. Nas demais áreas, a chuva também ocorre em forma de pancadas, com destaque para o Amazonas, norte de Rondônia e centro-norte do Pará, onde as precipitações terão intensidade moderada a forte. Nas outras áreas, as pancadas serão mais isoladas. [ad_2] Source link
Cidades nordestinas que sofrem com a seca recebem máquinas e equipamentos agrícolas

[ad_1] Com o objetivo de apoiar o produtor rural, visando aumentar a produtividade agropecuária e melhorar a qualidade dos produtos do setor, a Superintendência de Agricultura e Pecuária da Bahia (SFA-BA), em parceria com o governo do estado, por meio da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural (SDR) e da Companhia de Ação Regional (CAR), entregaram máquinas e diversos equipamentos, como retroescavadeiras e carretas-pipa, adquiridos por meio do Convênio nº 942946/2023, firmado entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a CAR. Os municípios beneficiados foram: Curaçá, Santa Brígida, Abaré, Chorrochó, Rodelas, Mucururê. “Considerando a atual situação de seca que afeta essas cidades, a entrega desses bens é fundamental para aliviar o sofrimento da população devido à escassez de água potável e para matar a sede dos animais”, informou o Mapa. Entrega de carretas-pipa Foto: divulgação/ Mapa Segundo o ministério, os Convênios celebrados com o governo do estado e prefeituras são importantes no sentido de equipar os municípios, Secretarias Estaduais e Órgãos estaduais. “Eles proporcionam equipamentos e infraestrutura que apoiam o produtor rural, aumentando a produtividade agropecuária e melhorando a qualidade dos produtos do setor”, comunicou o ministério. A Divisão de Desenvolvimento Rural (DDR/SFA-BA) é responsável pela análise e aprovação das propostas, além do acompanhamento e fiscalização dos convênios. A ideia é garantir que as metas estabelecidas sejam cumpridas de acordo com o que está prescrito no Plano de Trabalho, nos respectivos convênios e em outros instrumentos de transferências voluntárias do governo federal. [ad_2] Source link
Urucum de Paranacity conquista selo de Indicação Geográfica por Procedência

[ad_1] O urucum cultivado em Paranacity e Cruzeiro do Sul, no Paraná, conquistou recentemente a primeira Indicação Geográfica (IG) de Procedência (IP) do Brasil para esse tipo de fruto. O selo, concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), reconhece a qualidade única do produto e chancela a marca como “urucum de Paranacity”. O fruto tem alto teor de bixina – um carotenoide responsável pela coloração avermelhada do fruto -, e um manejo diferenciado, resultado da experiência acumulada por décadas pelos produtores locais. Enquanto o urucum comum têm cerca de 3% de bixina (o pigmento), o urucum de Paranacity atinge mais de 5%. O produto é utilizado em indústrias têxteis, cosméticas, farmacológicas, alimentícias e como condimento – nas cozinhas dos lares, segundo o INPI, também é conhecido como “colorau” ou “colorífico” e utilizado para dar cor a variados pratos. Com o selo de Indicação de Procedência (IP), os produtores ganham visibilidade nacional e até internacional, abrem portas para novos mercados e agregam mais valor ao que já produzem com excelência. A produção média, que chegou a 1,2 mil quilos por hectare na última safra, tem grande potencial de valorização. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Fruto é cultivado há cerca de meio século na região. Fotos: Adriano Oltramari | ASN/PR. Tradição de décadas no campo A produção local do fruto data do fim da década de 1970 ao início dos anos 1980. Os municípios são tradicionalmente conhecidos pelo cultivo do urucum e, aliás, são os maiores produtores do Paraná, concentrando 600 hectares de urucuzeiros – originários da região amazônica. Em anos de bons preços, o quilo pode atingir R$ 22, e com a IG, a expectativa é de alta ainda maior, além da abertura de possibilidades para exportação direta. Pioneiro na produção, João Trindade Lopes plantou o primeiro pé de urucum no município em 1981. A família tem 51 alqueires dedicados à produção do fruto, enviada para São Paulo e para alguns estados do Nordeste. Para o neto do pioneiro, Victor Salvadego Lopes, a IG ajudará a agregar valor ao produto. “Meu avô conta que ninguém sabia como cultivar quando ele começou. Fez mudas, usou muita mão de obra e, com o passar dos anos, estabeleceu a cultura que se disseminou na região. Com a IG, esperamos atrair novos compradores”, comenta Victor Lopes. Com a nova conquista, o Paraná soma 17 produtos reconhecidos por Indicação Geográfica. Entre eles, estão o mel de Ortigueira, os queijos de Witmarsum, o morango do Norte Pioneiro e a bala de banana de Antonina. Além desses 17 reconhecidos, há ainda uma Indicação Geográfica concedida a Santa Catarina, que envolve também municípios do Paraná e do Rio Grande do Sul: o mel de melato da bracatinga do Planalto Sul do Brasil. A valorização das IGs reforça a importância de preservar tradições regionais e estimular práticas agrícolas sustentáveis, que fortalecem a economia rural e geram oportunidades para milhares de famílias no campo. [ad_2] Source link