Safra de laranja deve crescer 36% após pior desempenho em quase quatro décadas

[ad_1] A estimativa para a safra 2025/26 de laranja no cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro é de 314,11 milhões de caixas, aponta balanço do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) divulgado nesta sexta-feira (9). A projeção representa um crescimento de 36% em relação à safra anterior, fechada em 230,87 milhões de caixas, marcada como a segunda pior em 37 anos por conta do impacto de condições climáticas adversas e da severidade do greening nos pomares. A entidade destaca que a citricultura paulista é responsável por cerca de 80% da produção nacional de laranja e por 90% do suco da fruta processado no país, consolidando o estado como líder global do setor. “A cadeia produtiva movimenta mais de US$ 3 bilhões ao ano e gera aproximadamente 200 mil empregos diretos e indiretos. Em 2024, o grupo de sucos respondeu por 9,6% das exportações do agronegócio paulista, totalizando R$ 17,78 bilhões, sendo o suco de laranja o principal item, responsável por 98,1% desse valor”, diz a nota da Fundecitrus. Retomada da laranja Os números positivos para o próximo ciclo da laranja decorrem após a frustração com a safra anterior. De acordo com o Fundecitrus, o resultado de 2024/25, considerado atípico, ocorreu devido às condições climáticas adversas e à emissão extremamente tardia e expressiva da quarta florada. “Clima mais seco e temperaturas mais elevadas, além da incidência do greening, foram os principais fatores pela baixa produção, reduzindo a quantidade e o peso dos frutos”, informou à época do fechamento da safra, em 11 de abril último. [ad_2] Source link

Inteligência artificial entrega gestão da fazenda por whatsapp

[ad_1] Das enxadas e foices à inteligência artificial, a agricultura tem evoluído no mesmo ritmo da demanda por alimentos. Sensores que mapeiam o solo e identificam pragas na lavoura já não são mais novidades, mas agentes virtuais que conversam diretamente com o produtor rural, especialmente os pequenos, tentam, agora, inaugurar um novo capítulo na relação entre tecnologia e homens e mulheres do campo. A Sol, empresa de conectividade rural do Grupo RZK, propõe exatamente isso com o Sol ÁguIA, nova plataforma que foi lançada durante a Agrishow 2025 e coloca um time de especialistas com milhões de informações integradas em um único algorítimo no celular de agricultores para remetê-las da forma mais simples possível: por mensagens de Whatsapp (veja exemplo no vídeo abaixo). O CEO da empresa, Rodrigo Oliveira, dá um exemplo prático: a ferramenta pode ler o manual completo de diversas máquinas agrícolas – muitos deles com mais de mil páginas – em apenas alguns segundos e, assim, dar instruções certeiras ao produtor sobre a velocidade indicada para a semeadura, o momento de limpar os bicos de pulverização e a manutenção das peças, entre outras recomendações. À primeira vista, é difícil não chamar a ferramenta de ChatGPT do Agro, visto que a tecnologia da norte-americana OpenAI foi a primeira a gerar contato real da maioria das pessoas com uma inteligência artificial interativa. No entanto, o uso da Sol ÁguIA no campo pode ser ainda mais abrangente, visto que os dados fornecidos e constantemente aperfeiçoados serão dispostos em dashboards para que o produtor possa acompanhar tudo de perto. Oliveira conta que a função da ferramenta é tornar o dia do produtor mais simples para que ele possa focar no que realmente importa, ou seja, no aumento de produtividade e, assim, deixar questões mais burocráticas, como o acesso a apólices de seguro, com a inteligência artificial. Segundo ele, o cliente que compra o serviço tem acesso à plataforma com login e senha e consegue definir suas necessidades de gerenciamento, classificar seus principais desafios e atribuir tarefas que precisam ser executadas ou analisadas pela IA. “A partir daí, a inteligência acontece, atuando em tempo integral na observação de telemetria, análise climática, orientações sobre melhores práticas de cultivo, estudo do solo, controle operacional da produção, verificação de resultados e cumprimento de tarefas diárias, até as melhores oportunidades de fluxo de caixa e negociação de vendas para o negócio. Todas essas conclusões e muitas outras são entregues diretamente pelo whatsapp no celular do cliente”, contextualiza. Inteligência artificial e créditos de carbono O CEO da Sol conta, também, que a ferramenta pode ser uma aliada a uma questão ainda nebulosa ao produtor: a geração de crédito de carbono rastreável e verificável. “Para ter receita neste mercado, o produtor precisa mostrar que ele operava de um jeito e agora aplicou determinadas práticas para melhorar o sequestro de carbono no solo. Só que para conseguir certificar o crédito, é preciso ter plataformas auditáveis. Quando se recolhe todos esses dados e os coloca em uma inteligência artificial, é possível garantir o processo de rastreabilidade, mostrando que, por exemplo, a informação foi gerada em determinada máquina, ou que a medição de solo foi feita com a seguinte metodologia e está armazenada, ou seja, garantir a confiabilidade dessas fontes possibilita que, no final, se consiga gerar créditos de carbono verificados.” Oliveira ressalta que o produtor que utilizar o Sol ÁguIA terá controle sobre os dados e, caso tenha parceria com uma empresa que esteja operando neste mercado, tal como a Bayer na iniciativa Pro Carbono ou outra companhia do setor, pode transmitir o acesso ao compilado de informações. “Estamos fornecendo a matéria-prima e a deixando pronta para uso. Se o produtor quiser utilizá-la no mercado de crédito de carbono ou não, cabe a ele decidir”, conclui. [ad_2] Source link

Preço da arroba do boi gordo: veja como as cotações encerraram a semana

[ad_1] O mercado físico do boi gordo encerrou a semana com preços em queda, seguindo a tendência dos últimos dias. De acordo com o analista da Consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, considerando o posicionamento atual das escalas de abate, entre seis e oito dias úteis na média nacional. “Muitas indústrias estão ausentes da compra de gado, ainda avaliando as melhores estratégias para aquisição de boiadas no curto prazo”, disse. Segundo ele, na região Norte, a oferta de fêmeas volta a crescer, o que acentua o cenário de pressão no curto prazo. “Como ponto de suporte precisa ser mencionado o forte ritmo dos embarques”, pontuou. Preços médios do boi gordo São Paulo: R$ 312,58 R$ — ontem: 314,83 Goiás: R$ 294,64 — anteriormente: R$ 294,82 Minas Gerais: R$ 299,12 — na quinta: R$ 299,71 Mato Grosso do Sul: R$ 306,48 — ontem: R$ 306,93 Mato Grosso: R$ 312,81 — anteriomente: R$ 314,43 Mercado atacadista O mercado atacadista ainda se depara com preços acomodados para a carne bovina. A demanda durante o final de semana será importante para determinar o andamento dos preços no curto prazo. “Para a segunda quinzena do mês o perfil mais comedido de consumo deve resultar em pressão baixista, com a população priorizando o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, dos embutidos e dos ovos”, disse Iglesias. O quarto traseiro ainda foi precificado a R$ 24,00 por quilo, o dianteiro segue no patamar de R$ 19,50 e a ponta de agulha continua cotada a R$ 18,00, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,12%, sendo negociado a R$ 5,6541 para venda e a R$ 5,6521 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6370 e a máxima de R$ 5,6705. Na semana, a desvalorização ficou em 0,01%. [ad_2] Source link

Preços de soja sofreram alterações? Confira as cotações do dia

[ad_1] O mercado brasileiro de soja teve um dia de preços praticamente estáveis nesta sexta-feira, refletindo o fraco movimento nas negociações. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, há um distanciamento entre vendedores e compradores, com os produtores segurando a comercialização diante de um spread mais elevado. Os prêmios seguem mais fracos, já que muitas compras antecipadas já foram realizadas. A indústria continua com indicações acima da paridade de exportação, mas o interesse maior está em lotes menores e mais espaçados. “O mercado esteve mais fraco essa semana”, afirmou Silveira. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Soja no Brasil Passo Fundo (RS): manteve em R$ 127,00 Santa Rosa (RS): manteve em R$ 128,00 Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 133,00 para R$ 132,50 Cascavel (PR): caiu de R$ 128,00 para R$ 127,50 Paranaguá (PR): caiu de R$ 134,00 para R$ 132,50 Rondonópolis (MT): manteve em R$ 115,00 Dourados (MS): manteve em R$ 119,00 Rio Verde (GO): manteve em R$ 115,00 Chicago Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja encerraram a sessão em alta. O movimento foi puxado pela cobertura de posições vendidas antes da divulgação do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para segunda-feira, dia 12. A perspectiva de retomada das negociações comerciais entre China e Estados Unidos também ajudou a sustentar os preços. Os mercados de Washington e Pequim devem ‘se reunir’ no fim de semana, na Suíça, em nova rodada para tentar selar um acordo tarifário. Hoje, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que uma tarifa de 80% seria adequada para conter as importações chinesas. O mercado também se posiciona à espera das primeiras projeções do USDA para a safra 2025/26, que deverá apontar leve corte na produção norte-americana em relação à temporada anterior. A expectativa é de uma colheita de 4,325 bilhões de bushels, frente aos 4,366 bilhões de 2024/25. Para os estoques de passagem, a estimativa é de 351 milhões de bushels em 2025/26 e de 370 milhões para o ciclo atual, ante os 375 milhões indicados em abril. No cenário global, os estoques finais de soja para 2024/25 devem ser revisados para 122,6 milhões de toneladas, ante 122,5 milhões em abril. A primeira estimativa para 2025/26 pode alcançar 125,3 milhões de toneladas. USDA O USDA também deve ajustar as projeções para a América do Sul. A produção do Brasil deve subir de 169 para 169,1 milhões de toneladas, enquanto a da Argentina pode aumentar de 49 para 49,3 milhões. Contratos futuros de soja Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 6,75 centavos de dólar (0,64%), a US$ 10,51 3/4 por bushel. A posição novembro avançou 5,50 centavos (0,53%), a US$ 10,30 1/2 por bushel. Nos subprodutos, o farelo para julho caiu US$ 0,60 (0,20%), a US$ 294,10 por tonelada. Já o óleo subiu 0,12 centavo (0,24%), a 48,57 centavos de dólar por libra-peso. Câmbio O dólar comercial fechou em leve baixa de 0,12%, cotado a R$ 5,6541 para venda e R$ 5,6521 para compra. Durante o pregão, a moeda oscilou entre R$ 5,6370 e R$ 5,6705. No acumulado da semana, a queda foi de 0,01%. [ad_2] Source link

Ibama multa 242 pessoas por incêndios criminosos em 2024

[ad_1] Os incêndios florestais que devastaram mais de 30 milhões de hectares no país, ao longo do ano passado, foram causados, em grande medida, por atividades criminosas. É o que aponta o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que emitiu autuações contra centenas de pessoas. “O Ibama identificou e está punindo 242 pessoas por conta desses grandes incêndios criminosos em 2024. Outros casos ainda estão sob análise. Esses 242 incluem multas e outras medidas administrativas que somam mais de R$ 460 milhões”, afirmou nesta quinta-feira (8) o diretor de Proteção Ambiental da autarquia, Jair Schmitt. “Uma das ações que nós estamos fazendo em relação à prevenção é identificando áreas e propriedades de maior risco desses incêndios e estamos fazendo notificações eletrônicas, notificações por edital, para que os proprietários adotem medidas e saibam que o Ibama está monitorando”, acrescentou o diretor. A autarquia ambiental também informou que está mantendo e ampliando a presença de equipes de patrulhamento em campo nas áreas mais críticas. Seca extrema O volume de queimadas no ano passado superou em 79% o tamanho do território incendiado no ano anterior, equivalente a uma área do tamanho da Itália, segundo apurou o MapBiomas. O quadro foi agravado, na avaliação de técnicos do governo federal, pela seca extrema que afetou o país, especialmente na Região Norte. “Foram dois anos seguidos de seca grave na Amazônia. Isso tem a ver com os efeitos das mudanças climáticas, o El Niño com o aquecimento do Atlântico Norte, seca na Amazônia, a floresta fica mais vulnerável, e aí os incêndios foram de magnitude muito maior”, constatou o secretário extraordinário de Controle do Desmatamento e Ordenamento Ambiental Territorial do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, André Lima. Redução dos incêndios em 2025 A respeito dos dados de 2025, segundo o secretário, se observa redução de até 70% nos focos de calor da Amazônia, entre janeiro e abril, e queda de mais de 90% dos focos de calor no Pantanal, os dois biomas mais castigados nos últimos anos. Apesar da situação climática mais favorável, o governo verificou um aumento dos focos de desmatamento tanto na Amazônia quanto no Cerrado no último mês de abril, o que acendeu um alerta para adoção de medidas que possam reverter o cenário, que ainda é de redução dos indicadores, em termos acumulados. [ad_2] Source link

Comercialização da safra de soja 24/25 segue abaixo da média

[ad_1] A comercialização da safra 2024/25 de soja no Brasil atingiu 57% da produção estimada até o dia 9 de maio, de acordo com o mais recente relatório da consultoria Safras & Mercado. Os dados indicam que o percentual representa um avanço em relação ao levantamento anterior, divulgado em abril, que marcava 50,7%. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! No entanto, o ritmo de vendas segue abaixo dos patamares históricos: no mesmo período do ano passado, 64,6% da produção já estava comprometida, enquanto a média dos últimos cinco anos para o período é ainda maior, de 70,3%. Considerando a estimativa atual de produção de 172,45 milhões de toneladas para a safra 2024/25, já foram comercializadas 97,88 milhões de toneladas. O dado indica uma movimentação mais lenta por parte dos produtores, possivelmente relacionada à volatilidade do mercado internacional, incertezas climáticas e comportamento dos preços, que seguem pressionados em algumas regiões do país. Comercialização futura de soja também avança Já no que se refere à safra 2025/26, cuja produção está estimada em 182,57 milhões de toneladas, a comercialização antecipada alcançou 7,9% do total, o equivalente a aproximadamente 14,35 milhões de toneladas. Esse dado representa um avanço expressivo em comparação ao relatório anterior, que indicava apenas 3,7%. Apesar da evolução positiva, o percentual atual ainda se mantém inferior aos 9,9% observados no mesmo período do ano passado e distante da média histórica para o período, que é de 17,2%. Isso evidencia que, embora haja um ritmo mais acelerado nas últimas semanas, o produtor segue cauteloso nas negociações diante das incertezas do mercado. [ad_2] Source link

Em dez meses, custeio do crédito rural chega a R$ 298,6 bilhões

[ad_1] O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou nesta sexta-feira (9) que o montante do desembolso do crédito rural do Plano Safra 2024/25, considerando todos os produtores rurais, chegou a R$ 298,6 bilhões no período de julho/2024 a abril/2025. Os valores apresentados são provisórios e foram extraídos no dia 7 deste mês, do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor/BCB). Os valores definitivos só são divulgados após 35 dias do encerramento do mês considerado na avaliação. Pronamp Para os beneficiários do Pronamp foram custeados R$ 246,2 bilhões, sendo divididos em R$ 142,7 bilhões para custeio, R$ 52,2 bilhões para investimento, R$ 35,5 bilhões para a comercialização e R$ 15,9 bilhões para financiamentos em industrialização de produtos agropecuários. O Mapa salienta que o montante de recursos corresponde a cerca de 80% do que foi concedido no mesmo período da safra 2023/2024, perfazendo 61,5% dos R$ 400,6 bilhões programados para serem contratados em todas as finalidades de financiamento. “Os financiamentos baseados em fontes controladas, aquelas que possuem taxas de juros diferenciadas e mais reduzidas em relação às praticadas pelo mercado, correspondem a 51% de todo o crédito concedido, com destaque para a Poupança Rural Equalizada e para os Recursos Livres Equalizados, com incremento de 20% e 171%, respectivamente, em relação à safra passada, e valores concedidos de R$ 21,8 bilhões e de R$ 31,6 bilhões”, diz o comunicado do Ministério. Taxas de juros livres Os financiamentos baseados em fontes de recursos com taxas de juros livres tiveram resultados expressivos. A Poupança Rural Livre obteve um aumento de 124% em relação à safra passada, com R$ 26 bilhões contratados e liberados. Os programas de investimento agropecuário ainda possuem recursos a serem concedidos: o Prodecoop apresenta o maior, com 61% de saldo, enquanto o Pronamp, com 14% de saldo, tem a menor disponibilidade remanescente. O Mapa acredita que todo o recurso disponibilizado para o investimento seja aplicado até o final de junho, quando começará o novo ano agrícola. [ad_2] Source link

As mulheres como verdadeiras cultivadoras das sementes e da vida

[ad_1] Na história da humanidade, foram as mulheres que deram início à agricultura, domesticando animais e observando os ciclos da natureza com a mesma paciência de quem aguarda nove meses para gerar uma criança no ventre. As mulheres são as verdadeiras mães da Terra. Há 10 mil anos, no período Neolítico, enquanto os homens saíam em busca da caça, as mulheres tornaram-se as verdadeiras cultivadoras de sementes e da vida, ajudando a alimentar civilizações inteiras. “Da inteligência das mulheres, descobriu-se que algumas sementes nasciam e outras serviam para comer. Daí surgiu a agricultura, as colheitas, a fartura”, conta a agricultora Selene Hammer Tesch. Ela é embaixadora da campanha #MulheresRurais, Mulheres com Direitos, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO/ONU). As mulheres são, portanto, descendentes diretas das primeiras agricultoras do mundo, cultivadoras das sementes e da vida. No Brasil, esse papel se reafirma desde a chegada dos primeiros imigrantes, quando as mães guerreiras da roça cuidavam da lavoura e da família, mesmo em condições adversas. A partir da década de 1970, muitas dessas mulheres migraram com suas famílias para o Cerrado, desbravando terras e recomeçando a vida com força, coragem e fé. Essas mulheres do campo ajudaram a transformar o improvável em realidade — e seguem fazendo história. Algumas herdaram fazendas e as transformaram em grandes empresas do agronegócio, tornando-se líderes e empreendedoras em um dos setores mais estratégicos do país. Outras seguem firmes nos minifúndios familiares, onde acumulam múltiplas funções: gestoras, agricultoras, educadoras e cuidadoras. A mulher está no campo e em casa, na luta diária por um futuro melhor. Com os olhos voltados para o céu e para a terra, para os filhos e para a lavoura, cria intimidade com a tecnologia sem perder a intuição — esse aparato tecnológico ancestral que faz parte da sua essência mais pura. Ser mulher é estar naturalmente conectada com a terra e a produção. É o cruzamento perfeito entre força e sensibilidade. A resiliência para esperar a vida e as safras é um gene presente, que traz relevância e pluralidade. Antes anônimas, agora são reconhecidas. Sempre foram essenciais. Neste Dia das Mães, o campo brasileiro presta homenagem às mulheres rurais que sustentam, silenciosamente, a agricultura e a família. São mães agricultoras, esposas, filhas e avós que, ao longo da história, têm sido a espinha dorsal da produção de alimentos no país. Heroínas anônimas que não surgiram agora. Sempre estiveram lá. O Brasil precisa olhar para o campo com mais respeito, mais investimento e políticas públicas que fortaleçam o protagonismo feminino rural. Porque, sem elas, não teríamos passado. Muito menos futuro. Afinal, é do assoalho pélvico da mulher que nascem todas as gerações do mundo. Como sempre diz o professor José Luiz Tejon: “Metade do planeta é mulher. E a outra metade são os filhos da primeira”. O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação. [ad_2] Source link

Com ajuda do milho, portos batem recorde de 113 milhões de toneladas movimentadas

[ad_1] Os portos brasileiros movimentaram 113,7 milhões de toneladas de cargas em março de 2025, um crescimento de 5,49% em comparação a março do ano passado. Este é o melhor resultado da série histórica do Estatístico Aquaviário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). As mercadorias com maior crescimento foram o milho, com 400 mil toneladas no mês, um aumento de 132,9% em relação a março de 2024, e combustíveis, óleos e produtos minerais, com 300 mil toneladas, equivalente a alta de 79,98%. A navegação por longo curso respondeu por 80,8 milhões de toneladas movimentadas no período, o que corresponde a um crescimento de 7,85% em relação ao resultado obtido há um ano. A navegação interior movimentou 8,4 milhões de toneladas, com alta de 9,92%. A movimentação de carga geral aumentou 8,67%, com 5,6 milhões de toneladas. Os granéis sólidos tiveram alta de 7,25%, foram 67,8 milhões de toneladas transportadas no terceiro mês do ano. Os granéis líquidos tiveram evolução de 3,22%, foram 27,5 milhões de toneladas. A movimentação de contêiner foi de 12,6 milhões de toneladas, com crescimento de 0,16%, sendo 8,6 milhões movimentadas em longo curso e 3,9 milhões por cabotagem. Portos Públicos Os portos públicos movimentaram 40,1 milhões de toneladas de cargas em março deste ano, 1,96% a mais em comparação com o mesmo mês de 2024. Entre os 20 portos públicos que mais movimentam no país, o Porto de Santana (BA) teve o com maior crescimento percentual, com aumento de 47,33% e movimentação de 400 mil toneladas. Terminais privados Nos terminais autorizados houve um crescimento de 7,52% na movimentação em relação a março do ano passado. O setor movimentou 73,5 milhões de toneladas de cargas. Entre os 20 TUPs que mais movimentaram em março, o com o maior crescimento de movimentação, comparado ao mesmo mês do ano passado, é o Terminal Marítimo Ponta Ubu (ES) com uma alta de 44,90%. O terminal movimentou 1,2 milhão de toneladas de cargas. Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o resultado é fruto dos investimentos em modernização da infraestrutura promovidos pelo governo. “São investimentos na ordem de bilhões de reais para fortalecer o setor portuário, com foco principalmente em ações de longo prazo, que tornam nossos portos competitivos e dinamizam a economia brasileira. Estamos ampliando a capacidade logística dos nossos terminais por meio da maior carteira de investimento da história do setor, que vai garantir crescimento a médio e longo prazo”. [ad_2] Source link

Preços do frango apresentam alta no início de maio

[ad_1] No começo deste mês de maio os preços do frango abatido apresentaram alta de acordo com os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Segundo o instituto, este aumento está relacionado com o aumento do poder de compra dos trabalhadores devido ao pagamento dos salários. Da mesma forma, outro fator que também tem impulsionado o mercado do frango brasileiro é a proximidade do Dia das Mães, data que geralmente estimula as vendas do setor, de acordo com o Cepea. Observando o cenário externo, os embarques nacionais da proteína se mantiveram estáveis entre os meses de março e abril. Ainda assim, a receita obtida pelos exportadores foi recorde para o período. Analisando a série histórica da Secex, iniciada em 1997. Os pesquisadores indicam, ainda, que esse valor recorde para as exportações está atrelado ao aumento do dólar frente ao real. Mencionam também a alta no preço médio dos produtos exportados. Exportação de ovos Analisando o mercado de ovos, o Cepea aponta que os embarques tanto de produtos in natura quanto de processados cresceram no mês de abril. O aumento, que já é registrado pelo segundo mês consecutivo, foi impulsionado pela demanda dos Estados Unidos. O país seguiu sendo o maior importador da proteína, responsável por receber 65% de todo o volume escoado dos ovos nacionais. Os Estados Unidos importaram 2,86 mil toneladas de ovos em abril, representando uma alta de 45% frente ao mês de março. De acordo com dados da Secex, o Brasil exportou 4,34 mil toneladas de ovos in natura e processados em abril. Esse valor representa um aumento de 15% com relação ao mês de março. A comparação com as exportações no mês de abril do ano passado apresenta um valor mais expressivo sendo um aumento de 271%. [ad_2] Source link