Vaca Ibiza alcança o valor de R$ 15 milhões e quebra recorde no nelore pelagens

[ad_1] A vaca Ibiza FIV Surreal entrou para a história da pecuária brasileira ao atingir o valor de R$ 15,2 milhões durante o Leilão Surreal, realizado no início de maio. Com isso, tornou-se a matriz mais valorizada da variedade nelore pelagens, superando o recorde anterior — que já era dela mesma. Filha do criatório Nelore Ibiza, de Ronivaldo Alves da Silva, a vaca nascida em novembro de 2020 passou a ter sua genética compartilhada por sete grupos: Nelore OT, Nelore Pintado GAP, Grupo Everest, Nelore das Américas, além dos novos cotistas Syagri Agropecuária e Haras LA. O valor alcançado reflete o avanço e a valorização da genética de elite do nelore, que lidera a produção de carne bovina no Brasil. A capacidade de transmissão de características superiores às progênies é o principal diferencial de Ibiza. “Cada cria dela é um marco genético. Não é só o que ela representa, é o que ela entrega”, afirma Ronivaldo, destacando o temperamento dócil e o desempenho produtivo do animal. “Desde jovem, ela mostrou um potencial fora da curva, com bezerros excepcionais.” O crescimento do Nelore Pelagens, variedade com pelagem diferenciada e forte apelo comercial, vem sendo acompanhado de perto pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), que criou recentemente um ranking nacional específico para esse segmento. “A valorização de Ibiza simboliza o reconhecimento da cadeia produtiva pelo trabalho de seleção genética de qualidade. Isso fortalece não só a variedade pelagens, mas todo o setor de melhoramento e produção de carne no país”, afirma Victor Miranda, presidente da ACNB. *Com informações da Acrissul [ad_2] Source link

Pecuária brasileira atinge marco histórico com recorde do pacote genético de Parla FIV AJJ

[ad_1] A pecuária brasileira alcançou um marco histórico nesta sexta-feira (9), com a valorização recorde do pacote genético da doadora Parla FIV AJJ. O fato aconteceu durante o tradicional Leilão Gibertoni, realizado na Fazenda Santa Terezinha, em Taquaritinga (SP), e reforça o protagonismo do Brasil no cenário da genética bovina mundial. Durante o evento, 33% do pacote genético da matriz foi arrematado por R$ 9.030.000,00, valor que projeta o conjunto completo da doadora em R$ 27.090.000,00. Esse valor estabelece o maior valor já registrado na história da raça Nelore e redefine os parâmetros de valorização genética no Brasil e na América Latina. A transação reflete o reconhecimento global da excelência genética da Parla FIV AJJ, consolidando o território brasileiro como uma referência na pecuária de elite. A negociação foi conduzida pelos criatórios Nelore Gibertoni e RS Agropecuária, e teve como comprador o respeitado Nelore São Pedro, que é reconhecido por integrar genética de alto valor ao seu plantel. Esse investimento histórico reforça a confiança no potencial genético da doadora, destacando sua consistência e o alto padrão de qualidade que representa dentro da raça Nelore. Esse recorde consolida o Brasil como liderança global no mercado de genética bovina e projeta ainda mais a raça Nelore no cenário internacional. O desempenho do leilão evidencia o avanço técnico da pecuária nacional e a valorização do melhoramento genético como ferramenta essencial para ganho de eficiência, sustentabilidade e alta performance na produção do setor. [ad_2] Source link

Produtor pode consultar clima em tempo real com novo sistema gratuito

[ad_1] O programa Agro Clima SP será expandido, ganhando mais 100 novas estações meteorológicas até 2026. A iniciativa é desenvolvida pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), por meio do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola (Fundag). Atualmente, o programa conta com 230 estações instaladas em diversas regiões do estado. Elas fornecem dados em tempo real sobre temperatura, umidade do ar, chuva, entre outras informações. Segundo a pesquisadora científica e vice-diretora do IAC, Regina Célia de Matos Pires, o sistema de monitoramento libera boletins diários, que são atualizados, a cada 20 minutos. “São dados precisos, disponibilizados gratuitamente para o produtor rural, mas também para prefeituras, defesa civil, corpo de bombeiros e população em geral”, conta. Auxílio à produtividade A diretora aponta que o Agro Clima SP promove a resiliência agrícola frente às mudanças climáticas, como secas, riscos de incêndio ou tempestades. Outro benefício é o impacto direto na agricultura, permitindo melhor prognóstico de produtividade, manejo dos recursos hídricos, controle de pragas, suporte técnico para agricultura sustentável, entre outros. “O programa facilita o acesso a dados importantes, permitindo entender melhor estudos e modelos climáticos”, aponta. Durante a Agrishow 2025, quem visitou o estande do IAC-APTA pôde conhecer de perto o funcionamento do sistema. No local foram instaladas duas estações, coletando dados que permitem o uso racional da água na agricultura irrigada, por exemplo. Funcionando de forma autônoma, com energia solar, os sensores monitoram o clima, mas também podem medir a quantidade de água no solo, permitindo um sistema de irrigação mais eficiente e sustentável. O diretor-presidente da Fundag, Orivaldo Brunin, observa que o programa está sendo intensificado em várias regiões. A mais recente é a do Alto Tietê, beneficiada com dez estações meteorológicas. As três primeiras estão sendo instaladas nas praias de Barra do Una e Maresias, em São Sebastião e também em Caraguatatuba. Para receber os boletins agrometeorológicos diários, municípios e organizações da sociedade civil podem firmar convênios e parcerias com o Governo de São Paulo. Municípios e organizações da sociedade civil interessados poderão firmar convênios e parcerias com o estado de São Paulo para o recebimento dos boletins. *Sob supervisão de Victor Faverin [ad_2] Source link

Chuvas retornam para as lavouras de soja, mas calor pode desafiar produtores

[ad_1] O produtor de soja entra nos preparativos para a próxima safra com uma previsão do tempo que, ao mesmo tempo que traz alívio, também acende um sinal de alerta devido ao calor intenso. O boletim climático mais recente da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) indica uma forte tendência de manutenção da neutralidade nas águas do Pacífico Equatorial. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Em outras palavras, não há, por enquanto, previsão firme de retorno nem de El Niño, nem de La Niña. A condição neutra, segundo os dados, deve se manter pelo menos até o trimestre que vai de agosto a outubro, período importante para o início do plantio da soja. Essa neutralidade climática é, em geral, bem recebida pelo setor agrícola, pois costuma trazer padrões de chuva mais previsíveis. E é exatamente isso que os mapas indicam. A expectativa é de que as chuvas retornem ao Centro-Oeste, interior do Sudeste, Sul e parte do Matopiba justamente no momento em que o solo começa a ser preparado para a semeadura. As projeções de anomalia de precipitação para setembro mostram áreas com volume de chuva dentro ou acima da média histórica em importantes regiões produtoras como Mato Grosso, Goiás, Tocantins, parte de Minas Gerais e o oeste da Bahia. Isso significa que, a princípio, não deve haver falta de umidade para o início do ciclo da oleaginosa. Calor previsto para algumas regiões Apesar da volta das chuvas, as temperaturas continuam elevadas em boa parte do país. E esse fator precisa entrar no radar do produtor. Mesmo com a manutenção da neutralidade, os modelos climáticos indicam que o calor deve persistir nos próximos meses, o que pode influenciar tanto o desenvolvimento inicial das lavouras quanto a produtividade ao longo do ciclo. Além disso, há uma pequena chance de virada para uma condição de La Niña mais adiante, o que poderia alterar o comportamento das chuvas na fase reprodutiva da cultura. La Niña e El Niño Outro ponto importante é a divergência entre os modelos. Enquanto alguns apontam para uma possível transição para La Niña, outros sugerem o retorno do El Niño. A maioria, no entanto, indica que a neutralidade climática é o cenário mais provável até o fim do inverno e início da primavera, momento decisivo para o planejamento e início da próxima safra de soja. Diante disso, a recomendação é que o produtor se mantenha atento aos próximos boletins e acompanhe de perto a evolução das previsões. A expectativa é de um início de plantio com boas condições hídricas, mas o calor intenso exigirá manejo cuidadoso e atenção redobrada ao calendário agrícola. [ad_2] Source link

proteína tem consumo em alta no país

[ad_1] Hoje, 10 de maio, é comemorado o Dia Mundial do Frango. A data foi criada pelo International Poultry Council (IPC) e a origem da celebração remonta a campanhas de valorização promovidas por entidades internacionais do setor avícola, em reconhecimento ao papel fundamental dessa proteína na nutrição, geração de empregos e combate à fome. Além disso, o Dia Mundial do Frango reforça o papel nutritivo deste alimento, considerado indispensável na dieta de muitos brasileiros. Dados mostram que o consumo de frango por habitante subiu de 45,1 kg em 2023 para 45,5 kg em 2024, um aumento de 1,1%. Os números são do boletim anual da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O documento da entidade reúne um grande volume de informações importantes, como, por exemplo, a de que a produção nacional de frango foi a terceira maior do mundo no último ciclo de 12 meses, com 14,97 milhões de toneladas. Brasil no topo das exportações de frango Além disso, o Brasil lidera a exportação global do produto, com 5,29 milhões de toneladas destinadas para 151 países, gerando uma receita de US$ 9,9 bilhões (algo em torno de R$ 56,7 bilhões, pela cotação monetária atual). A ABPA também divulgou uma projeção de que, em 2025, será produzido no Brasil um volume 2,7% maior desta carne (aproximadamente 15,3 milhões de toneladas) em comparação com 2024. Para completar, a entidade vislumbra que a ingestão por habitante desta proteína subirá para 46,6kg, uma alta de 2,2% em relação à quantidade somada no intervalo anterior de 12 meses. [ad_2] Source link

Qual o segredo para vender mais no campo?   

[ad_1] Na interatividade da semana, perguntamos qual o segredo para vender mais no campo. Dos participantes, 60% responderam que o caminho é participar de feiras e eventos.  Em segundo lugar, empatados com 20% cada, estão o uso de redes sociais e a venda boca a boca. Participar de feiras e eventos promovidos pelo Sebrae pode ser uma estratégia para aumentar a visibilidade e as vendas de produtos do campo.  O Sebrae oferece suporte e orientação aos pequenos produtores rurais, desde a preparação para a feira até a gestão dos contatos feitos durante o evento.  Além disso, auxilia na busca por oportunidades de negócios e na identificação de novos clientes. José Eduardo Filho, gestor estadual do Sebrae-SP, explica que o Sebrae São Paulo possui 33 escritórios regionais. O mesmo ocorre em outros estados, onde todas as regiões contam com atendimento. Por isso, é essencial ficar atento à divulgação das feiras locais, regionais, estaduais e nacionais. “Para o produtor é muito importante a participação em feiras porque é a oportunidade que ele tem de primeiro: vender os produtos, segundo: mostrar o seu produto e, finalmente, estabelecer contato com toda a cadeia produtiva”, afirmou o gestor estadual do Sebrae-SP.  Saiba como participar de Feiras e Eventos“[Minha dica para] quem quer participar de uma feira é, primeiro procurar o Sebrae. Nós temos várias soluções, produtos, ações e projetos que o produtor pode se inserir Além disso, é muito importante que faça contato com os seus pares. Existe a ideia de que os produtores do mesmo produto são concorrentes, não são, eles podem muitas vezes serem parceiros importantes e a gente do Sebrae ajuda a inserir todos no contexto de capacitação com os pares”, finalizou José Eduardo Filho. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Prepare-se:Com um estande atrativo, a definição de preços e a elaboração de materiais de divulgação.  Busque orientação:Consulte o Sebrae para identificar as melhores oportunidades de participar de feiras e eventos que se adequem ao seu negócio e ao seu público-alvo.  Gestão de contatos:Utilize as ferramentas de gerenciamento de contatos do Sebrae para acompanhar as negociações e fechar novos negócios após o evento.  Marketing:Invista em marketing antes, durante e após o evento para aumentar a visibilidade do seu produto e atrair mais visitantes.  Aproveite o networking:A feira é uma ótima oportunidade para conhecer novos fornecedores, parceiros e clientes.  Avalie os resultados:Após o evento, analise os resultados da sua participação para identificar o que funcionou e o que pode ser melhorado nas próximas edições.  Toda quinta-feira tem uma nova enquete do Porteira Aberta Empreender. Participe e envie sua opinião! A interatividade é essencial para a organização das pautas e entrevistas do projeto. A resposta da pergunta da semana pode ser conferida todos os sábados no canal do YouTube do Canal Rural. [ad_2] Source link

Frente fria impacta o Centro-Sul do país com chuva e queda de temperatura

[ad_1] Dia de mudanças no sul e de frente fria impactando três Regiões do país. Confira a previsão do tempo para este sábado e já comece o dia preparado: Sul A frente fria se desloca do Rio Grande do Sul para Santa Catarina e Paraná. Assim, a chuva cessa em território gaúcho, e a alta pressão volta a predominar, levando ar frio para o estado, propiciando o risco de geada nas regiões mais altas. Em solo catarinense, a chuva se concentrará na região centro-leste durante a madrugada e início da manhã, depois o tempo fica estável. No Paraná, as precipitações também se concentram no centro-leste devido ao deslocamento da frente fria para o leste, porém, os maiores acumulados serão sentidos no final da manhã e durante a tarde nas regiões próximas à costa. Sudeste A frente fria alcança São Paulo, com mais intensidade na faixa leste, porém, o efeito será sentido em todo o território paulista, com rajadas fortes de ventos. Nas cidades situadas no sul do estado, temporais são esperados já no meio da tarde, se estendendo até a noite. Nas áreas mais para o interior, a chuva será mais fraca e pontualmente forte em algumas regiões, chegando à capital paulista no período da tarde, quando o vento mudará de direção e a temperatura começará a cair rapidamente. No Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais, o tempo continua estável e quente devido à situação de pré-frontal, com ventos de noroeste. Centro-Oeste Devido à passagem da frente fria no Sudeste, os jatos de baixos níveis se deslocarão para leste, acompanhando o deslocamento da frente. Isso propiciará chuva fraca, podendo ser moderada em alguns momentos do dia (período da tarde), nas cidades que ficam no oeste de Mato Grosso (região de Cáceres) e mais para a região central de Mato Grosso do Sul, nas cidades de Corumbá e Aquidauana. Em Goiás, o tempo continua estável, com umidade relativa do ar podendo chegar abaixo dos 30%. Nordeste A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) se aproxima ainda mais do continente, e toda a região do litoral do Ceará terá chuva volumosa durante todo o dia, incluindo Fortaleza, influenciando também o litoral do Rio Grande do Norte, porém, com chuva de menor volume e alternada com períodos de sol entre nuvens. Teresina e região serão influenciadas por este sistema, podendo ter chuva moderada no período da noite, com fortes rajadas de vento. A precipitação diminuiu no recôncavo baiano, mas ainda chove fraco, assim como no litoral de Sergipe até Pernambuco. Nas demais áreas do Nordeste, o tempo segue estável, principalmente no interior, onde a umidade relativa do ar cairá abaixo dos 30%. Norte A aproximação da ZCIT no continente aumentará a chuva no extremo norte do Maranhão e Pará, com acumulados mais significativos em cidades mais próximas ao litoral. Amazonas, Rondônia, Acre e Roraima terão pancadas de chuva no período da tarde, devido à umidade disponível e o aquecimento diurno. [ad_2] Source link

Safra de laranja 2025/26 do cinturão citrícola de SP e MG é estimada em 314,60 milhões de caixas – CitrusBR

[ad_1] A safra de laranja 2025/26 do cinturão, principal região produtora de laranja para suco do mundo, é estimada em 314,60 milhões de caixas (40,8 kg), de acordo com o anúncio feito pelo Fundecitrus nesta sexta-feira (9/5). O crescimento é de 36,2 % em comparação à safra anterior, que fechou com 230,87 milhões de caixas produzidas, o que representa um aumento de 4,8% em relação à média das dez últimas safras. Saiba mais: https://www.fundecitrus.com.br/comunicacao/noticias/integra/safra-de-laranja-202526-do-cinturao-citricola-de-sp-e-mg-e-estimada-em-31460-milhoes-de-caixas/1832 Confira o relatório completo: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/2025_05_09_Sum%C3%A1rio_executivo_da_estimativa_da_safra_2025-2026.pdf English version: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/2025_05_09_Executive_Summary_of_Orange_Crop_Forecast_for_the_2025-2026_season.pdf Mais informações no release abaixo:  Safra de laranja 2025/26 do cinturão citrícola de SP e MG é estimada em 314,60 milhões de caixas Maior número de frutos por árvore e aumento da quantidade de árvores produtivas geram perspectiva de safra 36,2% superior à do ano passado A safra de laranja 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, principal região produtora de laranja para suco do mundo, é estimada em 314,60 milhões de caixas (40,8 kg), de acordo com o anúncio feito pelo Fundecitrus, nesta sexta-feira (9/5). O crescimento é de 36,2 % em comparação à safra anterior, que fechou com 230,87 milhões de caixas produzidas, o que representa um aumento de 4,8% em relação à média das dez últimas safras. A perspectiva de uma safra maior é atribuída principalmente ao maior número de frutos por árvore, resultante do clima favorável à segunda florada e do melhor manejo dos pomares, e ao aumento da quantidade de árvores produtivas no parque citrícola identificadas no novo censo. Perfil da safra A primeira florada foi comprometida pelas altas temperaturas nos meses de agosto e setembro de 2024, que, na maioria das regiões, coincidiram com a escassez hídrica. A elevação da média da temperatura máxima em 3,2ºC nesse período prejudicou o pegamento dos frutos dessa florada, que representa apenas 20,7% do total da estimativa. As chuvas só passaram a ocorrer de forma expressiva e bem distribuída no cinturão citrícola nos meses de outubro a dezembro, que registraram precipitações acima da média histórica. Essa condição de umidade do solo generalizada, após um período prolongado de déficit hídrico, reverteu o cenário de seca e estimulou a segunda florada, que, sob condições climáticas mais favoráveis, ocorreu de forma abundante. Depois, as chuvas de janeiro e fevereiro de 2025 foram fundamentais para elevar o pegamento e desenvolvimento dos frutos dessa florada, que representa 70% do total da estimativa. Em 2024, devido à melhor rentabilidade da atividade, o citricultor aprimorou os tratos culturais nos pomares, com avanços em nutrição, em irrigação e no controle mais eficiente de pragas e doenças, o que, aliado à favorabilidade climática,contribuiu para uma carga abundante nas plantas, com 617 frutos por árvore, 30% a mais do que na temporada passada. Esta safra, de acordo com a estimativa, marca o encerramento do ciclo negativo observado no ano anterior e sinaliza o retorno do ciclo bienal positivo. Se as previsões de precipitação se consolidarem, principalmente durante os meses de maio a julho de 2025, o peso médio das laranjas no ponto de colheita deve chegar a 158 gramas (sendo necessários 258 frutos para compor uma caixa), discretamente inferior ao peso médio registrado na safra anterior, de 159 gramas por fruto (256 frutos por caixa). A produtividade média estimada para 2025/26 é de 869 caixas por hectare, com 1,72 caixa por árvore, recuperando-se da queda expressiva verificada na safra passada, quando foram produzidas 687 caixas por hectare, com 1,37 caixa por árvore. Queda de frutos A taxa de queda projetada para a safra é de 20%, 2,2 pontos percentuais maior do que a da safra anterior. Essa projeção está relacionada ao aumento da severidade do greening e à colheita mais tardia, devido à predominância da segunda florada. Novo censo Em 2025, o Fundecitrus atualizou os dados do Inventário de Árvores, que mapeia todo o cinturão citrícola e oferece um amplo panorama da citricultura de SP e MG. São 182,7 milhões de árvores produtivas, que ocupam uma área total de 362 mil hectares, o que representa um aumento de 12,7 milhões de árvores (7,5%) e de 18 mil hectares (5,2%) em relação ao censo anterior (2022).   A realização da Pesquisa de Estimativa de Safra (PES) conta com a supervisão estatística do professor titular da FCAV/Unesp José Carlos Barbosa. O relatório completo está disponível em: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/2025_05_09_Sum%C3%A1rio _executivo_da_estimativa_da_safra_2025-2026.pdf   ASSESSORIA DE IMPRENSA REBECA COME TERRA / FUNDECITRUS Daniele Merola (assessoria@rebecact.com.br): (16) 99770-6740 Rafael de Paula (rafael@rebecacometerra.com.br): (14) 99717-2081 [ad_2] Source link

Importações de soja brasileira pela China crescem em abril

[ad_1] A China aumentou em 10,2% as compras de soja do Brasil no mês de abril, em comparação com o mesmo período de 2024. O volume chegou a 10,8 milhões de toneladas, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, compilados pela Datagro Consultoria. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Esse crescimento ocorre em um momento de intensificação das tensões comerciais entre China e Estados Unidos, o que tem levado o país asiático a diversificar suas fontes de fornecimento. Além disso, o aumento está ligado à sazonalidade da produção agrícola brasileira, já que o primeiro semestre é marcado pela colheita da soja, favorecendo a logística e o escoamento para o mercado internacional. No acumulado dos quatro primeiros meses de 2025, as importações chinesas da oleaginosa brasileira totalizaram 27,7 milhões de toneladas, alta de 8% em relação ao mesmo período do ano passado. Apenas em março, a alta foi de 20%, com 11,1 milhões de toneladas embarcadas. Segundo análise da consultoria, a tendência é de que o ritmo de compras se mantenha firme em maio. A consultoria destaca que o momento atual favorece as exportações do Brasil, tanto pela vantagem logística quanto pelo cenário de instabilidade nas relações comerciais entre os maiores players do mercado mundial de grãos. [ad_2] Source link

Consultoria eleva estimativa para produção de soja e milho no Brasil

[ad_1] A estimativa de produção de milho e soja para a safra 2024/25 foi revisada para cima pela consultoria AgResource Brasil. Para a oleaginosa, a empresa aposta em colheita de 171,03 milhões de toneladas, 0,7 milhão de toneladas acima da expectativa anterior, de abril. O número é significativamente acima da previsão de 167,86 milhões de toneladas do último balanço da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e também superior aos 169 milhões de toneladas indicados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para o Brasil. Foto: Divulgação A colheita da soja se aproxima do fim com 97,7% da área concluída, mais de 10% à frente do ritmo observado em mesmo período do ano passado. De acordo com análise da AgResource, o Rio Grande do Sul está avançando na colheita de forma acelerada, mas os problemas gerados pela estiagem no início do ano estão sendo observados em grande parte do estado. “Com isso, houve uma forte redução na produção gaúcha. Apesar disso, os números do estado de Mato Grosso impressionam com produtividades recordes. Essa grande produção compensou as perdas gaúchas e de alguns outros problemas pontuais, nos fazendo aumentar o número em 0,7 milhão de toneladas ante a estimativa anterior”, diz a consultoria, em nota. Safra de milho As chuvas das últimas semanas de abril trouxeram de volta a esperança de uma grande safra de milho, com um aumento na expectativa de produção e produtividade de Mato Grosso que, assim como na soja, deve ser recorde. Apesar de alguns problemas durante a temporada de cultivo e perdas graves relatadas no norte do Paraná, a AgResource acredita que as perdas também devem ser superadas pelos ganhos. Diante dessa expectativa, revisa a produção para cima, em 126,02 milhões de toneladas, se aproximando do número do USDA, indicado em 126 milhões de toneladas, e superando o previsto pela Conab (124,7 milhões de toneladas). [ad_2] Source link