Presidente do Sebrae fala sobre incentivo ao micro e pequeno produtor rural

Décio Lima, presidente do Sebrae. Foto: Canal Rural O Presidente do Sebrae, Décio Lima, esteve em São Paulo para diversos compromissos, dentre eles, o lançamento do projeto Porteira Aberta Empreender, parceria entre Sebrae e Canal Rural, que visa impulsionar os negócios de micro e pequenos produtores rurais. O presidente da entidade ressaltou a importância em atuar junto a um veículo de comunicação segmentado do agronegócio, para se aproximar e levar informações aos trabalhadores rurais que buscam empreender da porteira para fora. Confira a entrevista, na qual ele conta as expectativas para este novo projeto multiplataforma. O post Presidente do Sebrae fala sobre incentivo ao micro e pequeno produtor rural apareceu primeiro em Canal Rural.

Frente fria e granizo: previsão de 250 mm de chuva em 24h para estado brasileiro

Foto: Pixabay A Defesa Civil do Estado de São Paulo atualizou a previsão para tempestades entre sexta-feira (18) e domingo (20) com previsão de aumento no volume de chuvas. O alerta é motivado pela passagem de uma frente fria, que trará precipitações significativas, acompanhadas de raios, rajadas de vento de mais de 60km/h e possíveis quedas de granizo em pontos isolados. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O acumulado de chuvas no final de semana, que era de 200 mm, pode chegar a 250 mm em diversas regiões do estado. Outra alteração é o período do acumulado que era de 72 horas e passou para 24 horas. “Essa atualização está relacionada principalmente à mudança em relação ao período dos acumulados de chuva. No alerta anterior que emitimos de sexta até domingo tinha acumulados para 72 horas. Ou seja, essa chuva persistia durante três dias. Agora, o que nós temos é um acumulado mais denso em 24 horas”, explica o capitão Roberto Farina, diretor de comunicação da Defesa Civil. O Governo de São Paulo instalou nesta sexta-feira um gabinete de crise no Palácio dos Bandeirantes para monitorar a situação. O governador Tarcísio de Freitas acompanhou os trabalhos no início da tarde. As empresas de energia elétrica também participam do gabinete, com um representante de cada concessionária. Previsão de chuva Há previsão de pancadas de chuva forte e condições para temporais com raios e rajadas de vento em todas as regiões do estado, com destaque para a Serra da Mantiqueira: Serra da Mantiqueira: 250 mm Araçatuba, Bauru, Campinas, São José do Rio Preto, Sorocaba, Franca, Barretos, Ribeirão Preto: 200mm Litoral Norte: 150 mm Baixada Santista e Vale do Paraíba: 100 mm Região Metropolitana de São Paulo: 95 mm Presidente Prudente: 90 mm Vale do Ribeira e Itapeva: 60 mm “É importante que as pessoas se atentem aos alertas e tenham a percepção de risco em caso de chuva e ventos fortes. Evitem áreas abertas, encostas, tomem cuidado com quedas de árvores e busquem abrigo e um local seguro”, afirmou o secretário-chefe da Casa Militar e Coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Henguel Ricardo Pereira. O post Frente fria e granizo: previsão de 250 mm de chuva em 24h para estado brasileiro apareceu primeiro em Canal Rural.

Pescados: EUA deixam de exigir certificação sanitária para exportação do Brasil

Foto: Tapan Kumar Choudhury/Unsplash Os Estados Unidos deixaram de exigir do Brasil a Certificação Sanitária Internacional (CSI) para o setor de piscicultura, o que deve acelerar a exportação de pescados do país. A informação foi divulgada em nota nesta sexta-feira (18) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O Brasil é o segundo país que mais vende pescados aos norte-americanos. Segundo dados do Informativo de Comércio Exterior da Piscicultura, da PeixeBr, associação que reúne o setor de pescados no país, a exportação de pescados do Brasil aumentou 72% no segundo trimestre em comparação ao primeiro trimestre deste ano. O acumulado neste semestre foi de US$ 23,7 milhões, que representa 96% do valor total exportado em 2023. O principal produto é a tilápia, que representa 92% do montante total, sendo que 87% deste volume tem como destino os Estados Unidos. Para o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, o fato de os norte-americanos decidirem deixar de exigir o CSI para o Brasil reflete uma confiança no controle sanitário do país. “Essa desburocratização do processo de exportação não significa a falta de controle, é o contrário, os empresários brasileiros vão seguir as regras da Administração Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos, o que vai simplificando, desburocratizando o processo e aumentando a competitividade do setor”. O post Pescados: EUA deixam de exigir certificação sanitária para exportação do Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.

Chuvas intensas chegam às regiões produtoras da soja; expectativa é de avanço na semeadura

Foto: Canal Rural Com a aproximação da próxima semana, a previsão do tempo para as áreas produtoras de soja no Brasil é animadora. A chuva continua a se espalhar, trazendo melhorias, especialmente no Centro-Norte de Mato Grosso, onde a umidade do solo já ultrapassa 80%. Essa situação também é positiva para Goiás e regiões do Triângulo Mineiro. A tendência é que as precipitações se intensifiquem, com destaque para Minas Gerais, onde o acumulado nos próximos dias pode ultrapassar 100 a 150 mm. Essa quantidade de chuva, no entanto, pode causar atrasos nos trabalhos em campo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Além de Minas Gerais, o interior de São Paulo e o Triângulo Mineiro também devem receber chuvas volumosas. Em Goiás, os volumes esperados variam entre 40 a 50 mm, especialmente no Mato Grosso, onde a situação hídrica é esperada para o bp, desenvolvimento das lavouras. O Matopiba é outra região que será beneficiada, com previsões de chuvas entre 30 a 40 mm no sul do Tocantins e no interior da Bahia. Assim, a chuva está ajudando os produtores de soja de norte a sul do país. Entre os dias 24 e 28 de outubro, a previsão é de que as chuvas continuem em todas as áreas produtoras, com volumes que não devem prejudicar os trabalhos em campo. Essa umidade adicional é essencial para o desenvolvimento inicial das lavouras recém-semeadas, contribuindo para uma safra promissora. O post Chuvas intensas chegam às regiões produtoras da soja; expectativa é de avanço na semeadura apareceu primeiro em Canal Rural.

MT: falta de manutenção e condições precárias da rede elétrica afetam produção da soja

Foto: Leandro Andrade A situação dos produtores de soja no Mato Grosso é preocupante. Fiações antigas, postes caídos e interrupções frequentes no fornecimento de energia geram insatisfação entre os sojicultores, que estão ainda mais preocupados com a chegada do período de chuvas. Segundo a Aprosoja Mato Grosso, os problemas comprometem o funcionamento de equipamentos essenciais para a produção agrícola, como sistemas de irrigação e armazenagem, além de representar riscos para a segurança dos trabalhadores. Muitos produtores, como Adalberto Grando, delegado coordenador da Aprosoja MT, relatam que a falta de resposta da concessionária de energia os obriga a contratar serviços particulares para evitar paralisações. “Aqui, a oscilação é constante e causa queima de equipamentos. Quando o sistema de irrigação falha, precisamos correr atrás de peças para consertá-lo, e isso tem ocorrido com frequência”, explica Adalberto. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Em busca de soluções Com a insatisfação com o fornecimento de energia elétrica no estado, a Aprosoja MT se reuniu com a Energisa para discutir a urgência de melhorias na infraestrutura elétrica do estado. A situação atual, marcada por fiações antigas e interrupções frequentes, tem causado sérios impactos na produção agrícola, e os produtores estão em busca de soluções que garantam um fornecimento mais confiável e eficiente. Diego Bertuol, diretor administrativo da Aprosoja MT, enfatiza a necessidade de adequar a infraestrutura energética ao avanço tecnológico que ocorre no campo. “Mato Grosso está em expansão, mas a rede de energia não acompanha esse crescimento. Precisamos de maior capacidade e de manutenção adequada. A falta de energia afeta armazéns, sistemas de irrigação e o desenvolvimento sustentável das fazendas”, destaca. Para ele, é fundamental que a energia elétrica se torne um suporte robusto para o crescimento do agronegócio, e não um obstáculo. Os problemas no fornecimento de energia vão além da irrigação. Eles afetam também o trabalho administrativo e o tratamento de sementes, comprometendo diretamente o plantio. “O serviço energético é de péssima qualidade e vergonhoso”, critica Bertuol, refletindo a frustração de muitos produtores que enfrentam essas dificuldades diariamente. Luiz Pedro Bier, vice-presidente da Aprosoja MT, acrescenta que a má qualidade na distribuição de energia também prejudica a instalação de novas empresas no agronegócio. Ele alerta que regiões como a Gaúcha do Norte enfrentam dificuldades devido à insuficiência de energia, o que inviabiliza novos investimentos e limita o potencial de crescimento econômico na área. Na reunião, os representantes da Energisa se comprometeram a buscar soluções rápidas para minimizar os prejuízos dos produtores. Eles também anunciaram a realização de um estudo para identificar os pontos que mais necessitam de melhorias na oferta de energia elétrica, com a expectativa de que as ações propostas tragam resultados concretos. Diego Dallasta, vice-presidente leste da Aprosoja-MT, destaca as dificuldades enfrentadas pelos produtores: “Constantes quedas de energia e oscilações que causam queima de aparelhos.” Ele ressalta a importância de expandir a capacidade para armazéns e irrigação, acelerar a aprovação de projetos e melhorar o tempo de execução das obras. Fonte: Aprosoja Mato Grosso. O post MT: falta de manutenção e condições precárias da rede elétrica afetam produção da soja apareceu primeiro em Canal Rural.

Decisão do Banco Central Europeu mexe com o mercado; ouça o Diário Econômico

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que os mercados europeus tiveram um dia embalado pelo terceiro corte de juros do Banco Central Europeu neste ano, indo para 3,25% de forma unânime. Por aqui, o câmbio fechou em leve queda, o que também trouxe um alívio para os juros futuros, enquanto o Ibovespa recuou 0,7%. O post Decisão do Banco Central Europeu mexe com o mercado; ouça o Diário Econômico apareceu primeiro em Canal Rural.

Temporais: semana deve terminar com transtornos; veja onde

Foto: Pixabay A chuva que atingia quase toda a Região Sul dá uma trégua no Rio Grande do Sul. Em outros estados, pancadas intensas fecham a semana. Confira a previsão: Sul Tempo instável com condições de chuva forte no oeste e leste de Santa Catarina, no centro-sul e sudoeste do Paraná, enquanto diminui na maior parte do Rio Grande do Sul. Pode chover apenas no litoral norte e extremo norte gaúcho de manhã. As pancadas ganham força no norte do Paraná com risco de trovoadas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sudeste A chuva se espalha mais na Região. Dia de sol com pancadas fortes em São Paulo, podendo gerar novos transtornos e apagões. Sul e leste de Minas Gerais, interior e norte do Rio de Janeiro e sul do Espírito Santo também serão afetados por precipitações. Norte e noroeste mineiros com potencial de temporais isolados. Centro-Oeste Chove em todo o Centro-Oeste do Brasil nesta sexta-feira. A condição é de temporais entre Goiás e Mato Grosso com eventual queda de granizo, raios e ventos moderados a forte. Chove em forma de pancadas em Mato Grosso do Sul e na região de Campo Grande. Nordeste Pancadas de chuva no sul do Maranhão e centro-sul do Piauí. Tempo mais instável no Recôncavo Baiano, no oeste e norte da Bahia também. Nessas áreas, a chuva pode vir forte com raios e ventos. O sol aparece mais no interior da Região; chove com moderada intensidade entre Paraíba e Pernambuco. Norte Tempo instável e risco de temporais no Tocantins, sul do Pará e centro-norte de Rondônia. O sol aparece em toda a Região. Só não chove em Boa Vista, Roraima, mas, há previsão de pancadas mais irregulares no Amazonas, Amapá e no litoral do Pará. O post Temporais: semana deve terminar com transtornos; veja onde apareceu primeiro em Canal Rural.

Reduzir emissão de carbono pode render descontos na apólice de seguro rural

Foto: Divulgação CNA Por meio de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) firmado entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Conselho Nacional do Café (CNC) e a ONG ProNatura Internacional, começa a ser desenvolvido o projeto Cafeicultura Brasileira Sustentável – Sistema de Compensação de Crédito de Carbono na Apólice de Seguro Rural no Brasil. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A proposta tem como objetivo promover práticas agrícolas sustentáveis na produção de café no Brasil, bem como integrar o sistema de compensação de crédito de carbono na apólice de seguro rural como incentivo para que os produtores possam alcançar benefícios socioeconômicos e ambientais. Execução do projeto Nesta quinta-feira (17) foi dado o primeiro passo para a execução do projeto. Após análise e visitas in loco, a Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas (Cocatrel), de Minas Gerais, foi selecionada como piloto da proposta. Conforme previsto, a partir da adoção de práticas sustentáveis que reduzam a emissão de carbono na atmosfera, conforme métricas a serem estabelecidas, produtores cooperados da Cocatrel poderão utilizar seus créditos de carbono para bonificação na apólice do seguro rural. A operação será feita junto a instituições financeiras internacionais. A escolha da cooperativa foi feita após análise do perfil dos produtores. Atualmente, a Cocatrel conta com cerca de 8,5 mil cooperados, sendo que, aproximadamente 80% deles atuam em propriedades com área entre 5 e 12 hectares. Como aderir Foto: Divulgação/Seagri Produtores cooperados interessados em aderir ao projeto deverão aplicar as práticas estabelecidas pelas instituições parceiras. Trata-se de atividades que já são realizadas pelos cafeicultores, como a adubação verde, utilizando plantas de cobertura que evitam a erosão do solo, possibilitam maior reserva de água e da biodiversidade, ampliação do uso de compostos orgânicos, entre outros. A partir da metodologia de aferição definida, os créditos de carbono poderão ser utilizados para compensação do valor da apólice do seguro rural. Além do benefício para que pequenos e médios produtores possam ter acesso ao Seguro Rural, a medida ainda agrega valor ao produto oferecido. O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo – responsável por cerca de 38% da produção global – e tem a União Europeia, um dos mercados consumidores mais exigentes, como seu principal destino. Para esta primeira etapa do projeto Cafeicultura Brasileira Sustentável, a expectativa é abranger uma área de 60 mil hectares. A Cocatrel atende 125 municípios. Objetivos do projeto de redução de carbono O projeto propõe o incentivo a práticas agrícolas sustentáveis, encorajando as seguintes ações: Adoção de técnicas de cultivo que minimizem o impacto ambiental e promovam a preservação de recursos naturais; Compensação financeira de créditos de carbono por meio de um sistema de geração e comercialização dos créditos para os produtores que adotarem práticas sustentáveis; Redução das emissões de carbono na produção de café, implementando ações para diminuir as emissões de gases de efeito estufa ao longo do processo produtivo do café; Apoio à segurança e estabilidade no setor agrícola, garantindo a proteção e a viabilidade financeira dos produtores de café por meio da integração dos créditos de carbono à apólice do seguro rural. O post Reduzir emissão de carbono pode render descontos na apólice de seguro rural apareceu primeiro em Canal Rural.

Preços do boi gordo continuam em disparada; veja cotações

Fotos: Mairinco de Pauda/Semadesc O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com preços mais altos nesta quinta-feira (17). O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com a atual posição das escalas de abate, que seguem sem apresentar avanços consideráveis mesmo com altas sequenciais dos preços da arroba. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a demanda superaquecida é outro elemento de alta que precisa ser mencionado, com as exportações ocupando um papel fundamental para a agressiva alta dos preços no decorrer do semestre. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 309,33 Goiás: R$ 303,75 Minas Gerais: R$ 303,53 Mato Grosso do Sul: R$ 305,80 Mato Grosso: R$ 281,62 Mercado atacadista Foto: Freepik O mercado atacadista ainda se depara com preços firmes. O ambiente de negócios ainda sugere por novos reajustes no curto prazo, mesmo que isso ocorra de maneira moderada. “Importante mencionar que a carne bovina tende a perder competitividade no mercado doméstico em relação as proteínas concorrentes, especialmente se comparar à carne de frango”, disse Iglesias. O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 18,20 por quilo. Quarto traseiro permanece cotado a R$ 23,20 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,25 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,6594 para venda e a R$ 5,6574 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6580 e a máxima de R$ 5,6880. O post Preços do boi gordo continuam em disparada; veja cotações apareceu primeiro em Canal Rural.

Veja a lista dos 100 municípios mais ricos do agronegócio brasileiro

Foto: Divulgação Sindicato Rural de Santarém O Ministério da Agricultura e Pecuária mapeou os 100 municípios mais ricos do Brasil no agronegócio. A análise se baseia nos dados da pesquisa anual do IBGE sobre a Produção Agrícola Municipal (PAM). Em 2023, esse índice alcançou um valor total de R$ 814,5 bilhões, sendo que a centena mais produtiva contribuiu com 31,9% desse montante, totalizando R$ 260 bilhões. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Ao todo, a lista é integrada com por municípios localizados em 14 estados brasileiros: Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantis. Centro-Oeste se destaca A região Centro-Oeste se destacou, com o estado de Mato Grosso à frente, abrigando 36 dos municípios mais produtivos do país, de acordo com o Mapa. Sorriso, em Mato Grosso, ocupou a primeira posição, com uma produção de R$ 8,3 bilhões, seguido por São Desidério, na Bahia, com R$ 7,8 bilhões. Os 100 municípios mais ricos em valor de produção ocupam uma área colhida de 33,1 milhões de hectares, representando 34,5% da área total de 95,8 milhões de hectares do Brasil. A base das informações abrange 70 produtos das lavouras temporárias e permanentes produzidas nos 5.563 municípios brasileiros. Entre os produtos, a soja permanece no topo, representando R$ 348,6 bilhões, ou 42,8% do valor total da produção agrícola. Os 100 municípios mais ricos do agro Sorriso (MT) – R$ 8,813 bilhões São Desidério (BA) – R$ 7,989 bilhões Sapezal (MT) – R$ 7,564 bilhões Campo Novo do Parecis (MT) – R$ 7,157 bilhões Rio Verde (GO) – R$ 6,924 bilhões Diamantino (MT) – R$ 5,695 bilhões Formosa do Rio Preto (BA) – R$ 5,692 bilhões Nova Ubiratã (MT) – R$ 5,387 bilhões Jaciara (MT) – R$ 4,806 bilhões Nova Mutum (MT) – R$ 4,582 bilhões Cristalina (GO) – R$ 4,435 bilhões Querência (MT) – R$ 4,320 bilhões Maracaju (MS) – R$ 4,083 bilhões Primavera do Leste (MT) – R$ 4,017 bilhões Paranatinga (MT) – R$ 3,495 bilhões Campo Verde (MT) – R$ 3,493 bilhões Luís Eduardo Magalhães (BA) – R$ 3,478 bilhões Balsas (MA) – R$ 3,672 bilhões Santo Antônio do Leverger (MT) – R$ 3,609 bilhões Ribeirão Cascalheira (MT) – R$ 3,372 bilhões Uruçuí (PI) – R$ 3,323 bilhões Rondonópolis (MT) – R$ 3,116 bilhões Porto Nacional (TO) – R$ 3,110 bilhões Montividiu (GO) – R$ 3,108 bilhões Nova Maringá (MT) – R$ 2,971 bilhões Barreiras (BA) – R$ 2,904 bilhões São Raimundo das Mangabeiras (MA) – R$ 2,881 bilhões Dueré (TO) – R$ 2,848 bilhões Santa Rita de Cássia (BA) – R$ 2,834 bilhões Tabaporã (MT) – R$ 2,758 bilhões Itiquira (MT) – R$ 2,744 bilhões Miracema do Tocantins (TO) – R$ 2,577 bilhões Sorriso (MT) – R$ 2,524 bilhões Formosa do Rio Preto (BA) – R$ 2,497 bilhões Santa Rita de Cássia (BA) – R$ 2,334 bilhões Luís Eduardo Magalhães (BA) – R$ 2,312 bilhões Canarana (MT) – R$ 2,258 bilhões Primavera do Leste (MT) – R$ 2,211 bilhões Alto Araguaia (MT) – R$ 2,201 bilhões Rio Brilhante (MS) – R$ 2,135 bilhões Itaquiraí (MS) – R$ 2,133 bilhões Santa Rita do Trivelato (MT) – R$ 2,120 bilhões Santo Antônio do Leverger (MT) – R$ 2,112 bilhões Itapirapuã (GO) – R$ 2,091 bilhões Petrolina (PE) – R$ 2,117 bilhões Riachão das Neves (BA) – R$ 2,098 bilhões Costa Rica (MS) – R$ 2,087 bilhões Perdizes (MG) – R$ 2,045 bilhões São José do Rio Claro (MT) – R$ 2,019 bilhões Jussara (GO) – R$ 2,014 bilhões Palmas (TO) – R$ 1,993 bilhões Sapezal (MT) – R$ 1,989 bilhões Diamantino (MT) – R$ 1,879 bilhões Pium (TO) – R$ 1,819 bilhões Abadiânia (GO) – R$ 1,808 bilhões Campo Verde (MT) – R$ 1,776 bilhões Santo Antônio do Leste (MT) – R$ 1,755 bilhões Abaeté (MG) – R$ 1,736 bilhões Sapezal (MT) – R$ 1,719 bilhões Diamantino (MT) – R$ 1,681 bilhões Nova Ubiratã (MT) – R$ 1,623 bilhões Rondonópolis (MT) – R$ 1,594 bilhões Gurupi (TO) – R$ 1,591 bilhões Nobres (MT) – R$ 1,580 bilhões Cáceres (MT) – R$ 1,578 bilhões Goiânia (GO) – R$ 1,560 bilhões Primavera do Leste (MT) – R$ 1,507 bilhões Chapadão do Céu (GO) – R$ 1,504 bilhões São José do Xingu (MT) – R$ 1,494 bilhões Formosa (GO) – R$ 1,468 bilhões São Félix do Xingu (PA) – R$ 1,451 bilhões Nova Maringá (MT) – R$ 1,445 bilhões Chapadão do Sul (MS) – R$ 1,432 bilhões Ribeirão Cascalheira (MT) – R$ 1,426 bilhões São José do Rio Pardo (SP) – R$ 1,374 bilhões Tocantínia (TO) – R$ 1,344 bilhões Santa Vitória do Palmar (RS) – R$ 1,337 bilhões Jataí (GO) – R$ 1,328 bilhões Formosa do Rio Preto (BA) – R$ 1,319 bilhões Cáceres (MT) – R$ 1,314 bilhões Itiquira (MT) – R$ 1,297 bilhões Rondonópolis (MT) – R$ 1,276 bilhões Acrelândia (AC) – R$ 1,252 bilhões Barra do Garças (MT) – R$ 1,239 bilhões Querência (MT) – R$ 1,237 bilhões Santa Rita do Trivelato (MT) – R$ 1,235 bilhões Monte Alegre (GO) – R$ 1,234 bilhões Dourados (MS) – R$ 1,221 bilhões Bom Jesus (PI) – R$ 1,204 bilhões Jussara (GO) – R$ 1,197 bilhões Nobres (MT) – R$ 1,191 bilhões Itapirapuã (GO) – R$ 1,187 bilhões Araputanga (MT) – R$ 1,184 bilhões Buritis (MG) – R$ 1,180 bilhões Bom Jesus (GO) – R$ 1,179 bilhões Santo Antônio do Leste (MT) – R$ 1,173 bilhões Jataí (GO) – R$ 1,171 bilhões Uberlândia (MG) – R$ 1,169 bilhões Formosa do Rio Preto (BA) – R$ 1,159 bilhões Jaciara (MT) – R$ 1,149 bilhões O post Veja a lista dos 100 municípios mais ricos do agronegócio brasileiro apareceu primeiro em Canal Rural.