Resistência aos antimicrobianos é tema de fórum em Brasília

[ad_1] Brasília foi sede do I Fórum RAM AGRO 2025 – Aves e Suínos. Na ocasião, foram debatidos os resultados do Programa de Vigilância e Monitoramento em Aves e Suínos e a necessidade do uso responsável de antimicrobianos em animais. A resistência aos antimicrobianos é um dos maiores desafios para a saúde pública, com impactos significativos na saúde humana e animal. O tema é abordado globalmente sob a perspectiva da Uma Só Saúde, que integra as áreas de saúde humana, animal e ambiental. O uso responsável e prudente de antimicrobianos em animais, além de promover a saúde e o bem-estar animal, é essencial para o controle e a prevenção da resistência de microrganismos a antibióticos. Os resultados levam em consideração o andamento do Plano de Ação Nacional de Prevenção e Controle da Resistência aos Antimicrobianos no âmbito da Agropecuária (PAN-BR AGRO), atualmente em sua 2ª etapa (2023-2027), bem como os resultados da 1ª fase do Programa de Vigilância e Monitoramento da Resistência aos Antimicrobianos. A Secretaria de Defesa Agropecuária foi a responsável pelo encontro. Os resultados do Programa de Vigilância e Monitoramento foram reapresentados ao setor produtivo de aves e suínos, representado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Durante o evento as empresas do setor de aves e suínos compartilharam seus cases, projetos e iniciativas voltadas à redução da necessidade de uso de antimicrobianos em suas cadeias produtivas. Estiveram presentes BRF S.A., Seara Alimentos, Frimesa e C. Vale Cooperativa Agroindustrial. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Fórum teve como objetivo mapear os cenários atuais e viabilizar, junto ao setor produtivo, a pactuação de medidas concretas relacionadas ao tema, entre as quais: Assumir compromissos para reduzir a necessidade do uso de antimicrobianos, por meio do fortalecimento das medidas de biosseguridade, higiene, prevenção de infecções, melhoria do bem-estar animal e boas práticas veterinárias, especialmente quanto ao uso de antimicrobianos pertencentes a classes consideradas de importância crítica para a medicina humana; Estabelecer protocolos para o uso racional de antimicrobianos no tratamento dos principais tipos de infecções; Incentivar a produção de conhecimento, pesquisas e inovações voltadas a estratégias de contenção da resistência aos antimicrobianos (RAM) na agropecuária, considerando a realidade e as particularidades brasileiras; e Desenvolver ações robustas e efetivas de comunicação e capacitação para todos os elos da cadeia produtiva, promovendo o uso racional e responsável de antimicrobianos. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) foi representada no evento pela Embrapa Suínos e Aves, que apresentou os trabalhos de pesquisa em andamento sobre o tema e participou dos debates. Resistência aos antimicrobianos Os médicos veterinários devem seguir rigorosamente seu código de conduta profissional e prescrever antimicrobianos com base em critérios clínicos e epidemiológicos, preferencialmente respaldados por diagnóstico laboratorial. A prescrição não deve ser influenciada por incentivos econômicos, e a quantidade indicada deve limitar-se à necessária para o tratamento dos animais sob sua responsabilidade. A próxima edição do Fórum, que integra as ações do PAN-BR AGRO, está prevista para o segundo semestre de 2025. [ad_2] Source link

Inoculante biológico melhora crescimento de Paineira Rosa

[ad_1] Um estudo conduzido pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC), utilizando mudas de Paineira Rosa, conseguiu resultados promissores. As plantas tiveram um aumento de 8 cm na altura média com a otimização na proporção de composto do substrato. O objetivo do estudo é explorar os benefícios do uso de diferentes volumes de composto orgânico. Outro foco da pesquisa foi testar o uso do inoculante biológico Azospirillum brasilense. Este aditivo microbiano tem como unção promover o crescimento vegetal. O trabalho busca entender como estas práticas beneficiam o desenvolvimento da muda, utilizada para reflorestamento e arborização urbana. “As mudas tratadas com inoculante atingiram altura máxima de 68,23 cm com 44% de composto, enquanto as sem inoculante alcançaram 60,2 cm com 46% de composto. Além disso, observou-se maior crescimento do diâmetro do caule no tratamento com inoculante, demonstrando seu impacto positivo no desenvolvimento inicial das plantas” afirma Estêvão Vicari Mellis, pesquisador do IAC. Os substratos utilizados no estudo, formados por areia, utilizam diferentes proporções de um composto produzido na Usina Verde, na fazenda Santa Eliza do IAC. Segundo Mellis, as mudas de paineira apresentaram desenvolvimento significativamente superior com o uso combinado do composto e do inoculante. O alvo da pesquisa é promover práticas agrícolas mais sustentáveis e com impacto ambiental positivo. Sobretudo, além do aprimoramento nas técnicas de adubação, o projeto visa criar alternativas para a compensação da emissão de gases do efeito estufa. Alinhando, assim, o cultivo à gestão das mudanças climáticas. “Os objetivos vão além dos laboratórios: as mudas cultivadas poderão ser usadas para mitigar emissões de GEE geradas por outros projetos de pesquisa. Este diferencial, alinhado às tendências globais de sustentabilidade, busca atrair investidores de parcerias público-privadas para dar continuidade a esse trabalho e ampliar o alcance do projeto”, como afirma Mellis. *Texto sob supervisão do jornalista Thiago Dantas [ad_2] Source link

Justiça climática é causa ou oportunidade? Duas gestoras apostam fichas na tese

[ad_1] A justiça climática é uma causa para ativistas socioambientais, mas ainda pouco conhecida no mercado financeiro e irrelevante critério para investimentos de impacto – segmento com cerca de US$ 1,5 trilhão em ativos alocados globalmente, segundo a rede global GIIN. No Brasil, duas gestoras incluem o tema como tese apesar dos desafios. Levantamento feito pelo Laboratório de Inovação em Justiça Climática e publicado no Relatório Inovações em Justiça Climática, organizado pela Climate Ventures, identificou 374 instituições que atuam no financiamento climático nas Américas. Desse total, 12 expressam explicitamente “justiça climática” como critério central para alocação de recursos. Quando o recorte se restringe ao Brasil, a lista fica somente com as gestoras Fama re.capital e Vox Capital. “Justiça climática é uma causa, mas ainda não é uma oportunidade de mercado”, avalia Daniel Contrucci, cofundador e diretor executivo da think and do thank Climate Ventures, em entrevista ao Broadcast Investimentos. Com o Laboratório, a ideia foi reunir especialistas, ativistas e instituições para definir o termo e encará-lo como uma agenda transversal a diferentes setores. Isso num mundo em que a sigla “ESG” já tem sido abandonada e o desenvolvimento sustentável é colocado em xeque. “Transição justa” tem sido um termo alternativo para abrir diálogos. Contrucci diz que “justiça climática” não é uma tese disseminada. Sarah Siqueira, gerente do Laboratório, acrescenta que, para além da produção de conhecimento, a proposta é fomentar o nascimento e fortalecimento de negócios que geram externalidades positivas. “Olhamos para os negócios que mais transformam a vida das pessoas nos territórios em que atuam, com capacidade de adaptar e mitigar mudanças climáticas”, diz Siqueira, destacando ser um caminho para os gestores de venture capital (VC), por exemplo, tomarem “risco de verdade” no longo prazo. Desafios para justiça climática A Vox Capital nasceu voltada para o impacto em pautas sociais, mas há cerca de seis anos passou a olhar para a questão climática de forma mais sistêmica, segundo o sócio Gilberto Ribeiro. “Ficou evidente que não existe social ou ambiental; são questões transversais”, diz. Então, como gestora privada, a Vox busca entender como a transição climática pode ser inclusiva socialmente. Uma primeira tentativa foi com o lançamento de um fundo de investimento nas cadeias produtivas agroindustriais (Fiagros), mirando a restauração do solo no cerrado executada por famílias cooperadas da Cocamar. O produto não foi adiante por falta de captação. Mas Ribeiro disse que no fundo de VC, o Tech For Good Growth I, há investidas com ângulo climático e efeitos sociais, como a Octa, um marketplace de circularidade na cadeia automotiva, e a Nude, empresa de bebidas e alimentos com base vegetal. O executivo diz ser um desafio para os empreendedores fazer negócios sustentáveis em mercados que não estão necessariamente preparados para isso, ao mesmo tempo em que uma transição exige qualificação, capital e tecnologia. “A solução existe, mas é mais cara. É preciso subsídio e muita inovação para superar barreiras. Mas isso é base para oportunidade. Quem conseguir destravar valor captura retornos superiores”, afirma. Na Fama re.capital, o FamaGaia Sociobioeconomia FIDC IS concede crédito para pequenos produtores rurais que contribuam para a redução dos impactos negativos da mudança climática, movimentação da economia local e redução das desigualdades sociais. Nove projetos já foram financiados, segundo Andrea Alvares, líder do FIDC. “Justiça climática é reconhecer que existem assimetrias estruturais que fazem com que as pessoas que menos emitem são as que mais sofrem. Oferecer um instrumento financeiro que viabilize e fortaleça comunidades locais que atuam em cadeias da sociobioeconomia busca corrigir essas assimetrias”, afirma Alvares. Porém, ela observa que achar investidores alinhados com a tese ainda é um dos principais desafios. “Tem muita gente com o discurso da vontade de investir, mas não necessariamente alocando dinheiro.” A Fama re.capital também atua com grandes empresas, nas quais investe para engajar nas jornadas de descarbonização. “Queremos resolver o problema climático com os grandes causadores disso, o que inevitavelmente passa pelos aspectos de justiça climática, especialmente pela forma como as empresas se relacionam com suas cadeias de suprimentos”, diz Caroline Dihl Prolo, sócia e responsável pelo stewardship climático. Com quatro investidas no fundo Climate Turnaround, Prolo destaca haver alinhamento de interesses. “Nunca vamos sugerir algo que destrua valor.” [ad_2] Source link

Peixe pré-histórico permanece com anatomia inalterada há 65 milhões de anos

[ad_1] O celacanto é conhecido como “fóssil vivo”, uma vez que sua anatomia pouco mudou nos últimos 65 milhões de anos. Apesar de ser um dos peixes mais estudados da história, ele ainda reserva surpresas que podem mudar a própria compreensão da evolução dos vertebrados. É o que revela estudo publicado na revista Science Advances por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Smithsonian Institution, nos Estados Unidos. Num novo exame da musculatura craniana do celacanto africano (Latimeria chalumnae), os autores fizeram descobertas que demonstraram que apenas 13% das novidades evolutivas musculares previamente identificadas para as maiores linhagens de vertebrados estavam corretas. Ao mesmo tempo, o estudo identificou nove novas transformações evolutivas relacionadas a inovações na alimentação e respiração desses grupos. “Em última instância, ele é ainda mais similar aos peixes cartilaginosos [tubarões, raias e quimeras] e tetrápodes [aves, mamíferos, anfíbios e répteis] do que se pensava. E ainda mais distinto dos peixes de nadadeira raiada, que são cerca de metade dos vertebrados viventes”, conta Aléssio Datovo, professor do Museu de Zoologia (MZ-USP). Descoberta sobre os músculos Dentre as novidades evolutivas apontadas erroneamente como presentes nos celacantos, estão músculos responsáveis pela expansão ativa da chamada cavidade bucofaringeana, que vai da boca à faringe. Esse conjunto de músculos está diretamente relacionado à captura de alimento e à respiração. Porém, o estudo demonstrou que esses supostos músculos em celacantos eram, na verdade, ligamentos, estruturas incapazes de contração. Os peixes de nadadeira raiada (actinopterígeos) e os de nadadeira lobada (sarcopterígeos) separaram-se de um ancestral comum cerca de 420 milhões de anos atrás. Os sarcopterígeos incluem peixes como o celacanto e os peixes pulmonados, mas também todos os outros tetrápodes, pois evoluíram de um ancestral aquático: mamíferos, aves, répteis e anfíbios. Nos peixes de nadadeira raiada, como as carpas de aquário, por exemplo, é fácil notar que a boca se desloca de tal forma a sugar os alimentos. Essa capacidade deu ao actinopterígeos uma imensa vantagem evolutiva, tanto que hoje eles compõem cerca de metade de todos os vertebrados viventes. Essa é uma diferença fundamental para os demais peixes, como o celacanto e os tubarões, por exemplo, que se alimentam primordialmente mordendo as presas. “Nos estudos anteriores, era dado que esse conjunto de músculos que daria maior capacidade de sucção estava presente também nos celacantos e, portanto, teria evoluído no ancestral comum dos vertebrados ósseos, o que mostramos agora não ser verdade. Isso só surgiu pelo menos 30 milhões de anos depois, no ancestral comum dos peixes de nadadeira raiada viventes”, aponta Datovo. Descoberta rara Os celacantos são peixes extremamente raros de se encontrar na natureza, uma vez que vivem cerca de 300 metros abaixo da superfície da água e passam o dia dentro de cavernas submarinas. Parte da explicação para ter mudado tão pouco desde a extinção dos dinossauros é justamente essa: sem predadores, num ambiente relativamente protegido, as alterações no seu genoma foram lentas, como mostrou estudo de 2013 publicado na revista Nature. Há cerca de 400 milhões de anos na Terra, os celacantos eram conhecidos primeiro apenas por fósseis. Somente em 1938 foi encontrado um animal vivo, para espanto dos cientistas. Em 1999, outra espécie foi descrita (Latimeria chalumnae) nos mares da Ásia. Dada a raridade de exemplares presentes em museus, os pesquisadores da USP e do Museu Nacional de História Natural, da Smithsonian Institution, tiveram de ser perseverantes para conseguir que alguma instituição cedesse animais para serem dissecados. Finalmente, o Field Museum, de Chicago, e o Virginia Institute of Marine Science, ambos dos Estados Unidos, concordaram em emprestar um exemplar cada. O mérito por ter conseguido o empréstimo, segundo Datovo, é de G. David Johnson, coautor do artigo. [ad_2] Source link

Novo episódio do Projeto Memórias do Brasil Rural apresenta o legado de João Martins

[ad_1] Na próxima quarta-feira (14), às 18h, tem novo episódio do projeto Memórias do Brasil Rural. Desta vez, a equipe do Canal Rural conta a trajetória do atual presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins. Nascido em Feira de Santana (BA), João Martins possui o DNA do agro. Com o mesmo nome do pai, herdou dele o empreendedorismo e o olhar visionário. Formou-se em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Bahia e, desde cedo, seguiu os passos do pai, um importante mentor que o incentivou a investir no setor. Com luz própria e muita vontade de transformar a agropecuária, ainda jovem, além de administrar uma das fazendas da família, começou a participar das atividades associativas. Neste episódio, o Memórias do Brasil Rural relembra a história da evolução da pecuária na Bahia e as ações disruptivas, como a compra de um navio para o transporte de gado, realizada pelo pai de João Martins, que revolucionou o setor. O presidente da CNA faz uma análise detalhada do crescimento da agropecuária brasileira e compartilha os principais legados, como a expansão da fronteira agrícola na Bahia e os projetos que transformaram o Senar em referência para o segmento. Este é um testemunho importante de alguém que esteve e está no centro do agro nacional. Memórias do Brasil Rural Iniciativa é uma parceria do Canal Rural com a CNA e a Embrapa, e tem o apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ). O objetivo do projeto é criar o primeiro acervo audiovisual integrado do agronegócio brasileiro, reunindo registros históricos, depoimentos de personalidades e materiais de famílias de produtores rurais. Confira o novo episódio em nosso canal do Youtube, não perca! [ad_2] Source link

Com USDA à vista, comercialização de soja dispara no Brasil; como ficou o mercado?

[ad_1] A comercialização da soja no Brasil ganhou força nos últimos 30 dias, conforme relatório da consultoria Safras & Mercado. Os preços favoráveis registrados na primeira quinzena de abril incentivaram os produtores a voltarem ao mercado, garantindo avanço consistente nas negociações, mesmo que ainda abaixo da média histórica. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Segundo o levantamento, até o dia 9 de maio, 57% da safra 2024/25 já havia sido comercializada. No relatório anterior, com dados de 8 de abril, esse percentual era de 50,7%. No mesmo período do ano passado, a comercialização estava em 64,6%, e a média dos últimos cinco anos é de 70,3%. Considerando uma produção estimada de 172,45 milhões de toneladas, o volume já negociado chega a 97,88 milhões de toneladas. Produção de soja Para a safra 2025/26, com uma estimativa de produção de 182,57 milhões de toneladas, a venda antecipada alcança 7,9%, o equivalente a 14,35 milhões de toneladas. No ano passado, o percentual era de 9,9%, e a média para o período é de 17,2%. O relatório anterior indicava um comprometimento de apenas 3,7%. USDA Na próxima segunda-feira, 12 de maio, às 13h (horário de Brasília), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará o primeiro relatório com os números da safra 2025/26. A expectativa é de um pequeno corte na produção de soja dos Estados Unidos em relação ao ciclo anterior. Analistas internacionais projetam uma safra americana de 4,325 bilhões de bushels, abaixo dos 4,366 bilhões de 2024/25. Os estoques de passagem também devem recuar, passando dos 375 milhões estimados em abril para 370 milhões de bushels em 2024/25, com previsão de 351 milhões para 2025/26. No cenário mundial, o mercado espera estoques finais de 122,6 milhões de toneladas para 2024/25 (ante 122,5 milhões em abril) e de 125,3 milhões para 2025/26, conforme a primeira indicação do USDA. A estimativa para a safra brasileira deve subir ligeiramente, de 169 milhões para 169,1 milhões de toneladas. Já a previsão para a Argentina pode ser ajustada de 49 milhões para 49,3 milhões de toneladas. [ad_2] Source link

Seis receitas com ovos para um café da manhã especial de Dia das Mães

[ad_1] Neste Dia das Mães, preparar um café da manhã especial em casa pode ser um presente simples, mas cheio de significado. Para inspirar esse momento, o Instituto Ovos Brasil reuniu receitas fáceis, deliciosas e nutritivas com ovos — ingrediente versátil, acessível e ideal para envolver toda a família, inclusive as crianças, na homenagem do domingo. “O ovo é um alimento completo, rico em proteínas de alto valor biológico, vitaminas e minerais essenciais. Ele garante energia e nutrição logo cedo, com o benefício de ser prático e saboroso — ideal para quem quer celebrar o Dia das Mães com saúde e afeto”, explica a nutricionista Lúcia Endriukaite, do Instituto Ovos Brasil. As preparações podem agradar a todos os perfis de mães, passando pelas mais tradicionais e também pelas que gostam de experimentar novidades. O importante é montar uma refeição especial, cheia de sabor, carinho e afeto. Confira: Delicado e charmoso, o crepe com frutas vermelhas é uma opção perfeita para surpreender no café da manhã de um dia especial. Massa: 150 g de farinha de trigo 1 colher de fermento em pó 1 colher de sopa de açúcar 1 pitada de sal Recheio: 1 xícara de açúcar refinado 150 g de morangos Modo de preparo da massa: bata todos os ingredientes no liquidificador. Em uma frigideira untada com manteiga, despeje uma porção da massa e doure dos dois lados. Reserve. Modo de preparo do recheio: pique todas as frutas, leve ao fogo com o açúcar e mexa até formar uma geleia leve, com as frutas parcialmente desmanchadas. Montagem: coloque uma porção da geleia sobre a massa, dobre ao meio e novamente ao meio, formando um triângulo. Receita original: Tudo Gostoso Simples, nutritiva e sofisticada, essa omelete dá um toque especial ao café da manhã. Ingredientes: 1 colher de sopa de leite Sal e pimenta-do-reino a gosto 1/2 xícara de cogumelos frescos fatiados 1 colher de sopa de manteiga Modo de preparo: Refogue os cogumelos na manteiga até ficarem macios. Bata os ovos com o leite e os temperos e despeje na frigideira. Cozinhe em fogo baixo até firmar e dobre ao meio. Finalize com salsinha. Receita original: Vitat Fortaia (omelete italiana) Um toque internacional para o café da manhã: ovos mexidos com linguiça, orégano e queijo, servidos com pão italiano. Ingredientes: Modo de preparo: Corte a linguiça e frite até dourar. Acrescente os ovos batidos com sal e orégano, mexendo bem até os ovos cozinharem. Por fim, adicione o queijo por cima e deixe derreter. Sirva quente. Receita original: Tudo Gostoso Colorido, completo e cheio de memórias afetivas, o cuscuz é uma receita que aquece o coração – e vai bem com café passado na hora. Ingredientes: 2 xícaras de farinha de milho amarela 1 lata de sardinha com óleo Azeitonas, cheiro-verde e sal a gosto Modo de preparo: Refogue os ingredientes (exceto os ovos e a farinha), acrescente água e, aos poucos, misture a farinha até obter uma massa úmida. Decore uma forma com os ovos fatiados, coloque o cuscuz, pressione bem e desenforme após esfriar. Receita original: Tudo Gostoso Quindim Fácil Com gemas, leite de coco e coco ralado, essa receita é uma explosão de sabor. E o melhor: é simples de fazer e tem aquele brilho dourado que encanta! Ingredientes: 1 colher (sopa) de margarina 1 colher (sopa) de corante alimentício amarelo 200 g de açúcar de açúcar Modo de preparo: Misture bem todos os ingredientes. Coloque em forminhas untadas com margarina e açúcar. Asse em banho-maria por cerca de 30 minutos ou até dourar. Receita original: Tudo Gostoso Bolo Salgado Caipira Com milho, queijo, presunto e um toque de fubá, esse bolo é pura nostalgia e combina perfeitamente com um café preto bem fresquinho. Ingredientes: 1 xícara de farinha de trigo 1 colher (sopa) de fermento 1/2 xícara de presunto picado 1/2 xícara de queijo ralado Modo de preparo: Bata os ingredientes líquidos, misture com os secos e, por último, adicione o milho, presunto e queijo. Asse a 180°C por 30-40 minutos. Receita original: Tudo Gostoso Com o passo a passo detalhado e sugestões de preparo. A proposta é inspirar um momento de afeto à mesa, com sabor, simplicidade e conexão. [ad_2] Source link

Visita a Pequim deve firmar laços comerciais entre Brasil e China

[ad_1] O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou neste sábado (10) a Pequim, dando início à sua visita oficial à China. De acordo com a Agência Brasil, a viagem marca o terceiro encontro de Estado com o presidente Xi Jinping e deve resultar na assinatura de pelo menos 16 acordos bilaterais, a fim de firmar laços comerciais. A China é considerada um país parceiro na estratégia de expansão comercial do Brasil. O país asiático tem desempenhado um papel central no escoamento da produção agropecuária nacional, especialmente em setores como soja, carne bovina e milho. Nesse contexto, a visita de Lula busca reforçar os laços diplomáticos e também consolidar novas oportunidades comerciais e tecnológicas. Entre os principais temas em pauta estão os investimentos em infraestrutura logística, como ferrovias e portos, a ampliação do comércio de produtos agropecuários e a cooperação em pesquisa e inovação no setor agrícola. Essas áreas são vistas como essenciais para a competitividade internacional do agronegócio brasileiro e para o fortalecimento das cadeias produtivas nacionais. A visita oficial também coincide com a cúpula entre a China e a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), ampliando o alcance político da viagem e reforçando o papel do Brasil como articulador regional. O encontro contribui para fortalecer a agenda de cooperação Sul-Sul, uma das marcas da política externa brasileira em fóruns multilaterais. Antes de desembarcar em Pequim, Lula esteve em Moscou, onde participou das celebrações pelos 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial e manteve um encontro bilateral com o presidente russo, Vladimir Putin. Na capital russa, além das pautas diplomáticas, a agenda incluiu negociações sobre o comércio de fertilizantes e combustíveis, insumos considerados vitais para a sustentabilidade e o crescimento do agronegócio nacional. [ad_2] Source link

‘Prêmio Mulheres do Agro’ está com as inscrições abertas para a 8ª edição; saiba como participar

[ad_1] A Bayer e a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) anunciam a abertura das inscrições para a 8ª edição do Prêmio Mulheres do Agro, que reconhece o protagonismo feminino no setor por meio de boas práticas em sustentabilidade, governança e impacto social. Para se inscrever, basta acessar o link. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! As indicações para a categoria Ciência e Pesquisa podem ser feitas até 1º de junho, enquanto as inscrições para a categoria Produtora Rural seguem abertas até 31 de julho de 2025. As interessadas devem acessar o site oficial da premiação, que foi reformulado para oferecer uma navegação mais intuitiva, espaço dedicado às histórias das vencedoras e um novo formulário, com login individual, que facilita o preenchimento e o contato com a organização. As vencedoras serão anunciadas no dia 22 de outubro, durante o 10º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), em São Paulo, um dos principais eventos do setor, que reúne mulheres de todas as regiões do país. O prêmio e a importância da mulher no agro Desde sua criação, em 2018, a premiação contemplou 63 produtoras e duas pesquisadoras. Em 2024, houve aumento de 26,5% nas inscrições de pequenas propriedades, além de diversidade etária, com participantes de 19 a 67 anos. Para garantir a ética e a confidencialidade do processo, os nomes dos jurados permanecem em sigilo. Nesta edição, serão reconhecidas nove produtoras, três em cada subcategoria: pequena, média e grande propriedade, e uma cientista na categoria Ciência e Pesquisa. Lançada em 2023, essa categoria premia mulheres com projetos de impacto no agro. A vencedora será escolhida por voto popular entre três finalistas e receberá R$ 20 mil, destinados à instituição de pesquisa em que atua. A comunicação da premiação foi ampliada com presença em veículos especializados em agronegócio, propaganda, marketing e inovação, além de ações contínuas nas redes sociais. Os conteúdos são protagonizados por vencedoras de edições anteriores, que compartilham suas trajetórias e incentivam outras mulheres a reconhecerem seu papel no desenvolvimento sustentável do campo. A iniciativa também conta com o apoio voluntário de instituições e premiadas, que a promovem como uma vitrine para boas práticas e fortalecimento de redes de apoio entre mulheres do agro. Para reforçar essa visibilidade, a identidade visual do pêmio foi renovada com cores mais fortes e marcantes, que refletem a força e o protagonismo feminino no setor. O site oficial também passou por reformulação, tornando-se mais dinâmico e oferecendo um espaço dedicado às histórias das vencedoras, com o objetivo de inspirar outras mulheres e fomentar boas práticas no campo. O formulário de inscrição foi redesenhado para ser mais intuitivo e confortável, com login individual e maior facilidade de contato com a organização da premiação. “O Prêmio Mulheres do Agro segue com a missão de reconhecer, celebrar e valorizar a contribuição da mulher no campo em termos de inovação e sustentabilidade. Toda a nossa comunicação é voltada a incentivar que essas mulheres compartilhem suas histórias e inspirem outras”, afirma Isabela Fagundes, Especialista em Comunicação Corporativa da Bayer. [ad_2] Source link

CNA orienta produtores sobre o vazio sanitário e o calendário de plantio de soja

[ad_1] A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reforçou nesta semana a importância da atenção às datas estabelecidas para o vazio sanitário e o calendário de semeadura da soja referentes à safra 2025/2026. As medidas foram publicadas na segunda-feira (5) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Portaria SDA/MAPA nº 1.271/2025, no Diário Oficial da União. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! De acordo com a CNA, o respeito a esses prazos é fundamental para garantir o planejamento adequado da safra, bem como o cumprimento das normas fitossanitárias em todas as regiões produtoras do país. ”O vazio sanitário é uma medida crucial para interromper a chamada ponte verde entre as safras, que permite a sobrevivência do fungo causador da ferrugem asiática no período de entressafra”, explica Tiago Pereira, assessor técnico da CNA. Nesse período, é proibida a existência de qualquer planta viva de soja no campo, independentemente do estágio de desenvolvimento. Além disso, a Portaria define também os calendários de semeadura da soja, ou seja, os períodos permitidos para início e encerramento do plantio, organizados por estado e por subdivisões regionais. Esses prazos têm como objetivo equilibrar a produção agrícola com a prevenção de doenças e facilitar a fiscalização sanitária. Pereira destaca que tanto o calendário do vazio sanitário quanto o de semeadura são construídos de forma colaborativa, com envolvimento das Secretarias Estaduais de Agricultura, federações, sindicatos rurais, entidades do setor agropecuário e órgãos estaduais de defesa vegetal. As instituições podem apresentar propostas de alteração até 31 de dezembro do ano anterior à safra, desde que tecnicamente justificadas. ”As sugestões precisam levar em conta as particularidades climáticas de cada região, estratégias de manejo fitossanitário e os impactos sobre o cultivo de outras culturas em sucessão. Após avaliação técnica, as propostas são encaminhadas ao Mapa, que publica as datas oficiais por meio de portaria”, completa. A CNA reforça que esse processo técnico e participativo é essencial para que os calendários reflitam as realidades produtivas locais, sem colocar em risco a sanidade das lavouras brasileiras. A ferrugem asiática continua sendo uma das principais ameaças à soja no Brasil, e o cumprimento das normas é fundamental para mitigar perdas econômicas e reduzir o uso de defensivos. Os produtores podem acessar as datas completas para cada estado e região, incluindo subdivisões, diretamente na Portaria SDA/MAPA nº 1.271/2025, disponível no portal oficial do Diário Oficial da União. [ad_2] Source link