Fiscalização apreende 50 toneladas de sementes de soja e 250 quilos de camarão

Foto: Divulgação Sefa (PA) Agentes de fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), em Dom Eliseu, nordeste do Pará, apreenderam 50 toneladas de sementes de soja nesta última terça-feira. A carga é avaliada em R$ 467.500 e estava com a nota fiscal irregular. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “O veículo graneleiro apresentou nota fiscal de transferência emitida no dia 25 de outubro, referente a 50 toneladas de sementes de soja com origem em Água Fria de Goiás com destino ao município paraense de Santana do Araguaia, no valor de R$ 192.359,52, o que gerou desconfiança da fiscalização por ser totalmente fora de rota”, contou o coordenador da unidade, Gustavo Bozola. Valores diferentes para a semente de soja Com a suspeita, os servidores decidiram acionar a equipe da polícia Rodoviária Federal (PRF) para averiguar se o veículo iria para Santana do Araguaia ou passaria por outra rota. “Cerca de 40 minutos depois a equipe da PRF abordou o veículo e o motorista apresentou outra nota fiscal de venda, emitida em 26 de outubro, com origem em Santana do Araguaia e destino a Paragominas, com o valor de R$ 467.500, caracterizando quebra de trânsito, que é quando a nota fiscal informa um destino e a mercadoria é entregue em outro”, informou o fiscal de receitas estaduais. Assim, a carga foi direcionada novamente para o pátio da unidade da Sefa e os documentos fiscais foram desconsiderados devido à tentativa de burlar a fiscalização para não pagar o imposto devido. Foi lavrado o Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 159.885 correspondente ao imposto e multa. Apreensão de camarão Foto: Divulgação Sefa (PA) lotados na unidade de controle de mercadorias em trânsito do Gurupi, no município de Cachoeira do Piriá, nordeste paraense, próximo ao Maranhão (MA), apreendeu, nesta quarta-feira, 30, 250 quilos de camarão salgado avaliado em R$ 8.422,50. “O veículo estava vindo de Conceição do Lago-Açú, no Maranhão, com destino ao Pará, segundo informado pelo motorista. O condutor do veículo não apresentou documentação fiscal para a operação. A carga foi encaminhada para Adepará, que tomará as providências cabíveis”, informou o coordenador da unidade Gurupi, Marlon Santos. Foi emitido um Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 2.880,50, referente ao ICMS e multa. O post Fiscalização apreende 50 toneladas de sementes de soja e 250 quilos de camarão apareceu primeiro em Canal Rural.
Em Patos de Minas (MG), plantio da soja avança; veja os números da semeadura

Foto: divulgação O plantio de soja para a safra 2024/25 em Patos de Minas, no centro-oeste de Minas Gerais, começou no dia 18 de outubro e já cobre cerca de 20% da área estimada de 35 mil hectares, conforme informações da Emater local. As informações são da Safras & Mercado. O ritmo de plantio, no entanto, está um lento devido às chuvas intensas que começaram em 16 de outubro, que acumularam mais de 123 milímetros até o momento. As previsões indicam a continuidade das chuvas nos próximos dias, o que pode atrasar ainda mais as atividades de semeadura. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Apesar das dificuldades, o desenvolvimento inicial da soja é considerado promissor, impulsionado pela boa luminosidade recebida nas lavouras na semana passada. Se as condições climáticas forem favoráveis, a produtividade média em Patos de Minas pode chegar a 4.000 quilos por hectare, superando os 2.800 quilos por hectare da safra anterior, que enfrentou problemas de estiagem. Projeções A área cultivada com soja em Minas Gerais deve chegar a 2,35 milhões de hectares na temporada 2024/25, um aumento de 4,4% em relação aos 2,25 milhões de hectares da safra passada. Até o dia 25 de outubro, 26% da área havia sido semeada, comparado a 8% na semana anterior e 21% no mesmo período de 2023. A média dos últimos cinco anos é de 22,4%. A produção no estado é estimada em 8,979 milhões de toneladas para 2024/25, o que representa um aumento de 7,8% em comparação com 8,328 milhões de toneladas da safra 2023/24. O rendimento médio esperado é de 3.840 quilos por hectare, superior aos 3.720 quilos por hectare da temporada anterior. O post Em Patos de Minas (MG), plantio da soja avança; veja os números da semeadura apareceu primeiro em Canal Rural.
Servidores da Funai, do Ibama e do ICMBio terão direito a porte de arma

Foto: Freepik Os funcionários da Funai, do Ibama e do ICMBio que realizem atividades de fiscalização poderão ter direito ao porte de armas. Foi o que decidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta quarta-feira (30), ao aprovar projeto com essa finalidade. A proposta, apresentada pela Comissão Temporária Externa para investigar o aumento da criminalidade na Região Norte, recebeu parecer favorável do relator, senador Fabiano Contarato (PT-ES), com emendas. O texto agora será analisado no plenário do Senado. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Inicialmente voltada apenas aos servidores da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), a proposta, por meio de emenda, passou a contemplar também os funcionários públicos que integram o Ibama e o ICMBio. O PL 2.326/2022 modifica o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826, de 2003) para que servidores designados para atividades de fiscalização tenham o direito ao porte de arma, desde que esteja comprovada a aptidão técnica e psicológica para o uso de armamentos. Caso Bruno Pereira e Dom Phillips Uma das motivações da proposta, ressaltou Contarato, foi o assassinato do indigenista Bruno Pereira – então afastado de suas funções na Funai – e do jornalista inglês Dom Phillips na região do Vale do Javari, no município de Atalaia do Norte, Amazonas, em junho de 2022. Entre os objetivos da comissão externa estava a fiscalização das medidas adotadas pelas autoridades diante desses homicídios. “Esse projeto de lei se deu pela morte do indigenista Bruno e do Dom Phillips, que foram mortos com requintes de crueldade, inclusive com ocultação de cadáver. Olha, nós não podemos admitir que infelizmente no Brasil os grileiros estejam armados e esses funcionários estejam lá pagando com a vida […] lá no meio da Floresta Amazônica, e eles não tenham a possibilidade disso”, afirmou Contarato, que também foi o relator da proposta na Comissão e Meio Ambiente (CMA). Contarato manteve no parecer emenda da CMA que concede o porte de arma, nas mesmas condições, aos integrantes do Ibama e do Instituto Chico Mendes. Ele explica que dispositivos do Código Florestal (Lei 12.651, 2012) e do Código de Pesca (Decreto-Lei 221, de 1967), que concediam o porte de armas aos fiscais ambientais, foram revogados. Atualmente, de acordo com o Estatuto do Desarmamento, é vedado ao menor de 25 anos adquirir arma de fogo. Emenda do senador exclui os fiscais dos três institutos dessa regra. Ele também adicionou esses servidores entre os isentos do pagamento de taxas de registro e manutenção dos armamentos. Ressalvas à proposta A matéria não foi aprovada por unanimidade. Durante a discussão, os senadores Mecias de Jesus (Republicanos-RR), Dr. Hiran (PP-RR) e Omar Aziz (PSD-AM) sugeriram, através de emenda, que o projeto apresentasse dispositivo concedendo o porte para “uso extremamente criterioso e controlado”, limitando-o a casos de necessidade “comprovada e temporária”. Na avaliação deles, não se justificaria o porte de arma para os servidores do ICMBio, do Ibama e da Funai, por exemplo, “dentro de um prédio da Funai”, como alegou Dr. Hiran. Já o senador Omar Aziz questionou a efetividade desse porte já que, conforme o senador, esses mesmo servidores, quando em ações de fiscalização, atuam com reforço de órgãos de segurança, como a Polícia Federal. Ele disse também que o enfrentamento da insegurança e das ilegalidades como o garimpo ilegal, na Amazônia, só será efetivo a partir da regulamentação da extração do ouro na região. “Quando a Funai ou o Ibama, principalmente o Ibama, vai tocar fogo nas balsas [do garimpo ilegal ou dos desmatadores], vai a Polícia Federal ao lado deles para tocar fogo, até porque, para explodir uma balsa daquela, você tem que colocar pólvora, dinamite ou coisa parecida, e tem que ser especialistas, não é qualquer um […]. Só [permitir o porte] em ação é uma emenda que cabe neste momento, porque eles têm apoio da Polícia Militar quando sugerem, quando pedem, e têm feito isso sistematicamente na minha região, e o governo não se mexe para regulamentar [o garimpo]”, continuou Aziz. No entanto, a emenda não foi acatada pelo relator. Contarato considerou que é preciso partir da presunção da legitimidade e da boa fé desses servidores que, observou, atuam sob risco de morte. “Nós não podemos inverter a lógica. Olha, se o próprio Tribunal de Contas da União já recomendava isso e se hoje nós temos a concessão de porte de arma para funcionários do Ibama e do ICMBio por decreto ou por uma legislação antiga, o que nós estamos colocando é simplesmente na lei. Nós não podemos inverter a lógica da utilização pela má-fé. A presunção é de legitimidade dos atos praticados pela administração pública, e o projeto de lei fala que só nos casos de fiscalização efetivamente. Então, não está aqui para conceder… ‘Ah, porque ele vai andar no restaurante, no bar ou na padaria’. Não é isso, nós temos aqui a atividade típica da polícia como nas instituições que compõem lá no art. 144, seja polícia civil, polícia militar, guarda municipal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal”, argumentou o relator. Defesa do porte de arma Foto: Divulgação/Ibama Os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Sérgio Moro (União-PR) concordaram com o porte de arma para esses servidores. “Esse negócio de conceder porte de arma só para quem está em serviço não existe. Um fiscal ambiental toma uma determinada medida dentro da lei, e um marginal que quer atentar contra a vida desse fiscal vai tentar fazer com ele de serviço e principalmente com ele fora de serviço. Na hora em que ele vai a um restaurante, que ele vai a uma igreja, que ele vai a uma missa, que ele está andando na rua com a sua família, é um momento em que ele pode ser, sim, vítima de violência desses marginais que foram fiscalizados. E não é porque é fiscal do Ibama ou do ICMBio ou porque eu não concordo com a atuação daquele órgão que a gente vai negar um direito dessa pessoa a ter o mínimo de instrumento para defender
Exportação de tabaco pode alcançar US$ 3 bilhões em 2024

Foto: Pixabay A produção de tabaco na safra 2024/25 deve ter queda de 15% a 10,1% no volume, mas aumento entre 20,1% e 25% no valor das vendas externas, projeta a consultoria Deloitte. Com base nesses dados, o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, projeta que os embarques serão acima da média dos últimos anos. “Se a tendência se confirmar, podemos superar a marca dos US$ 3 bilhões. É uma demonstração de que nosso sistema integrado está plenamente ativo, gerando renda, empregos e divisas”. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A fala do executivo foi feita durante a última reunião ordinária de 2024 da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, realizada na manhã desta quarta-feira (30). O evento também teve como destaque os dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC/ComexStat), que apontam que entre janeiro e setembro deste ano foram embarcadas 316 mil toneladas de tabaco, redução de 14% em relação ao mesmo período de 2023. Contudo, em dólares, foram US$ 2,03 bilhões em receita, variação positiva de 3,44% se comparado com o ano anterior. Até o momento, Bélgica, China, Estados Unidos, Indonésia e Egito estão entre os maiores importadores. No ano passado, o Brasil exportou 512 mil toneladas com ganho de US$ 2,729 bilhões para 107 países, com destaque para a União Europeia (42%). Resultados da safra 23/24 de tabaco O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcílio Drescher, compartilhou no evento o resultado final da safra 2023/24 e as perspectivas para a temporada 2024/25. Segundo a entidade, a produção de tabaco do último ciclo teve o envolvimento de 133 mil famílias da Região Sul do Brasil, um incremento de 6,62% em relação ao período 2022/23. Aumento semelhante observou-se, também, na área plantada: 284,1 mil hectares, incremento de 8,57%. “Nas últimas safras tivemos uma remuneração média mais satisfatória para os produtores, o que acaba estimulando o aumento de área e de produtores que aderem ao cultivo”, explicou Drescher. De acordo com Drescher, o excesso de chuvas foi a principal causa da redução do volume da safra 2023/24, que teve como resultado final 508.041 toneladas, redução de 16,12% em comparação com o ciclo 2023/2022. “Também por conta desta redução, o preço médio do tabaco aumentou quase 28%”, comentou. De acordo com ele, o cultivo de tabaco está em fase final em quase todas as áreas produtoras, com 8,5% de avanço na colheita. “Temos percebido um aumento de área, estimulada pela última remuneração. Em meados de novembro devemos ter alguma previsão sobre a área cultivada e o número de famílias produtoras envolvidas na atividade”, disse Drescher. O post Exportação de tabaco pode alcançar US$ 3 bilhões em 2024 apareceu primeiro em Canal Rural.
Dia será marcado por fortes pancadas de chuva em 4 Regiões

Foto: Pixabay Áreas de instabilidade provocam chuva em boa parte do Brasil nesta quarta-feira (30). O mês de outubro vai se despedindo com indíces satisfatórios de umidade no solo, com exceção do Nordeste, onde o sol reina na maioria das áreas. Veja a previsão para o dia de hoje: Sul O sol predomina entre poucas nuvens pelo oeste e noroeste do Paraná, assim como no oeste e nas Missões do Rio Grande do Sul. Em toda a faixa leste dos três estados do Sul, existem condições para pancadas de chuva, assim como no oeste catarinense. As temperaturas ficam elevadas durante a tarde no interior da Região, especialmente no norte e oeste paraense, onde faz calor. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sudeste Áreas de instabilidade seguem favorecendo pancadas de chuva entre o centro-leste e norte de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais. Nessas áreas, não se descartam chuva de forte intensidade, principalmente no norte e litoral norte fluminense, sul capixaba e em áreas da faixa central mineira. Tempo firme com predomínio de sol apenas no oeste paulista. Centro-Oeste Dia com muitas nuvens e chuva a qualquer momento em áreas do centro-norte de Mato Grosso. Em Goiás, o sol aparece entre nuvens e podem ocorrer pancadas de chuva com trovoadas. Não se descarta chuva forte nos dois estados. Já pelo norte e oeste de Mato Grosso do Sul, pancadas de chuva isolada, enquanto no sul, leste e oeste do estado, o sol predomina ao longo do dia. Nordeste Dia de sol com temperaturas elevadas no interior do Nordeste. Pode chover isolado pela costa leste da Região entre a Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. No litoral e sul da Bahia, pancadas de chuva com até moderada intensidade, enquanto no centro-sul e norte do Maranhão chove isolado. Norte O dia será marcado por pancadas de chuva se espalhando por Tocantins e Pará. Também chove em Rondônia com até forte intensidade. Pancadas de chuva previstas para o Acre e Amazonas, enquanto no Amapá, em Roraima e noroeste do Pará, predomínio de tempo firme. O post Dia será marcado por fortes pancadas de chuva em 4 Regiões apareceu primeiro em Canal Rural.
Presidente da Aprosoja garante: Danone seguirá comprando soja brasileira

A Danone Brasil divulgou uma nota oficial desmentindo a informação de que teria interrompido a compra de soja brasileira devido a questões ambientais e, com isso, teria começado a adquirir o grão da Ásia. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A empresa destacou que “continua comprando soja brasileira em conformidade com as regulamentações locais e internacionais” e que sua aquisição passa por processos de verificação de origem e rastreabilidade, assegurando que o insumo não venha de áreas desmatadas. Com a repercussão do tema e antes da publicação do posicionamento da companhia, a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) se manifestou, acusando a multinacional de discriminação e desconhecimento das práticas agrícolas do país. Ligação da Danone à Aprosoja O presidente da entidade, Maurício Buffon, conta que recebeu ligação da direção da Danone Brasil para esclarecer o tema. Segundo ele, o contato da empresa transmitiu um verdadeiro arrependimento pela declaração dada e, também, medo de boicote aos produtos da marca no país. “Eles ou qualquer outra empresa têm o direito de não comprar o nosso produto, mas dizer que a nossa soja não tem sustentabilidade ambiental nos obriga a reagir de forma dura”. De acordo com ele, o mercado brasileiro é muito importante para a Danone e para qualquer outra empresa que busque se estabelecer no país. “Uma multinacional que quer ser uma multinacional de verdade tem de estar em um país do tamanho do Brasil, com o nosso comércio. Isso [a fala da empresa] repercutiu muito mal. Ele [o diretor da empresa no Brasil] nos falou que [a fala foi] específica a um produto que é feito na Europa, o leite de soja de lá, que não implica nas compras e nos negócios de soja da Danone no Brasil. […] não muda nada no comércio de soja entre o Brasil e a Danone, o que era antes, vai continuar sendo”, diz Buffon. Para ele, a soja que a empresa pode querer adquirir em outro país tem muito menos sustentabilidade do que o produto brasileiro, já que não é produzida com plantio direto, não possui Áreas de Preservação Permancente (APPs), Reserva Legal inserida na propriedade. “Se alguém tem força para falar de sustentabilidade hoje é o produtor e a agricultura brasileira”. O post Presidente da Aprosoja garante: Danone seguirá comprando soja brasileira apareceu primeiro em Canal Rural.
Boi gordo: preços médios da arroba ficam uniformes no país, próximos a R$ 320

preço do boi O mercado físico do boi gordo volta a apresentar elevação em seus preços. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o movimento acontece de maneira uniforme nos principais estados produtores do Brasil. “A expectativa ainda é de continuidade, considerando a demanda extremamente aquecida, em especial para as exportações, somado ao atual posicionamento das escalas de abate, que permanecem encurtadas”, disse o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Segundo ele, os frigoríficos que atuam apenas no mercado interno seguem acusando problemas de margem. “Neste sentido é evidenciado aumento da capacidade ociosa, com abates mais irregulares durante o mês de outubro”. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 318,58 Goiás: R$ 314,29 Minas Gerais: R$ 314,41 Mato Grosso do Sul: R$ 314,55 Mato Grosso: R$ 307,03 Mercado atacadista Foto: Freepik O mercado atacadista apresenta alta em seus preços no decorrer da semana. O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade do movimento de alta no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia durante a primeira quinzena do mês. “Importante destacar que a carne de frango ainda conta com a preferência de importante parcela da população brasileira, ainda mais em um momento de elevação dos preços da carne bovina no varejo”, ponderou Iglesias. O quarto traseiro foi precificado a R$ 23,40 por quilo, alta de R$ 0,10. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,20 por quilo. A ponta de agulha está no patamar de R$ 17,50 por quilo, alta de R$ 0,20. Câmbio O dólar comercial encerrou em alta de 0,95%, sendo negociado a R$ 5,7622 para venda e a R$ 5,7602 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6979 e a máxima de R$ 5,7669. O post Boi gordo: preços médios da arroba ficam uniformes no país, próximos a R$ 320 apareceu primeiro em Canal Rural.
Chuva superior a 100 mm e termômetros que ultrapassam os 38ºC; veja previsão para a semana

Foto: Inmet A região central do Brasil deve receber grandes acumulados de chuva nesta semana e no início da próxima, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Segundo o órgão, os volumes podem ultrapassar os 100 mm em algumas localidades do Amazonas, Mato Grosso, centro-sul de Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo (tons de vermelho e rosa no mapa abaixo): Previsão de chuva (29 de outubro a 04 de novembro de 2024). Foto: Reprodução Inmet Confira a previsão do tempo para as cinco regiões entre esta terça-feira (29) e a próxima segunda (4 de novembro): Sul A semana começa com tempo firme em grande parte da Região Sul. Porém, entre quarta (30) e quinta (31), podem ocorrer chuvas isoladas no Paraná e leste de Santa Catarina. Já a partir do dia 3 de novembro, áreas de instabilidade se intensificam no Paraná e, posteriormente, em Santa Catarina, favorecendo pancadas de chuva com precipitação entre 20 e 70 mm. Contudo, a tendência é de tempo firme em grande parte do Rio Grande do Sul nos próximos dias. Centro-Oeste e Sudeste Um canal de umidade associado à Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) provocará acumulados significativos na faixa que vai de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo, com acumulados entre 30 e 80 mm. Segundo o Inmet, a partir do dia 2 de novembro, áreas de instabilidade se intensificam e devem provocar pancadas de chuva em Mato Grosso do Sul e centro-oeste de São Paulo, com volumes que devem ultrapassar os 80 mm (tons de vermelho e rosa). Já no leste de São Paulo e Rio de Janeiro, áreas de instabilidade podem provocar chuvas de até 40 mm. Norte Os acumulados de chuva são esperados principalmente na porção oeste e sul do Amazonas, sul do Tocantins e Rondônia, com volumes entre 30 e 80 mm (tons de verde e amarelo no mapa). De acordo com o Inmet, em algumas localidades, os acumulados podem ultrapassar 80 mm (tons de vermelho). As áreas mais ao norte, como o Amapá, centro-norte do Pará e partes de Roraima, mostram acumulados menores, abaixo de 10 mm (tons de azul). Nordeste A previsão é de tempo quente e seco em grande parte da Região Nordeste, conforme o boletim do Inmet. No entanto, na quinta-feira (31), há tendência de aumento da nebulosidade, especialmente no oeste e sul da Bahia, sul do Piauí e Maranhão, o que pode gerar instabilidades, resultando em pancadas de chuva isoladas. Além disso, há condições de pancadas de chuva isoladas no litoral da faixa leste do Nordeste, com acumulados que podem superar 20 mm, principalmente no sul da Bahia. Temperaturas mínimas e máximas O boletim do Inmet prevê, ainda, temperaturas elevadas em grande parte do Norte e Nordeste do país nos próximos dias. Assim, as máximas podem superar os 38°C em algumas localidades do interior das duas Regiões. Segundo o órgão, a convergência de umidade entre as Regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil mantém as temperaturas máximas entre 22°C e 28°C ao longo da semana. Em Mato Grosso do Sul, norte de Mato Grosso e Goiás, os termômetros podem registrar valores acima de 30°C, enquanto na Região Sul são previstas máximas entre 22°C e 34°C. Em áreas do Norte e Nordeste, as máximas podem variar entre 30°C e 38°C, podendo ultrapassar os 38°C em algumas localidades do norte da Região Norte e interior do Nordeste. No Sul, o Inmet aponta que as temperaturas podem ultrapassar os 30°C na faixa oeste e podem variar entre 22°C e 28°C na faixa leste. As temperaturas mínimas poderão superar 26°C em áreas da Região Norte, Piauí e Maranhão. Nas Regiões Sul e Sudeste, as mínimas podem variar entre 8°C e 18°C, enquanto no Centro-Oeste as temperaturas mínimas ficarão entre 20°C e 26°C em algumas localidades. O post Chuva superior a 100 mm e termômetros que ultrapassam os 38ºC; veja previsão para a semana apareceu primeiro em Canal Rural.
Como ficaram os preços da soja no país nesta terça-feira?

Foto: Ascom Famasul O mercado brasileiro da soja não teve grandes negócios nesta terça-feira (29), com variações mistas nos preços internos. A disponibilidade do produto continua escassa, enquanto os produtores permanecem focados no plantio. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Preços da soja pelo Brasil Passo Fundo (RS): R$ 134,00 Missões (RS): R$ 133,00 Porto de Rio Grande (RS): R$ 142,00 Cascavel (PR): R$ 139,00 Porto de Paranaguá (PR): R$ 144,00 Rondonópolis (MT): R$ 147,00 (baixou de R$ 149,00) Dourados (MS): R$ 140,00 Rio Verde (GO): R$ 134,00 Chicago Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam com preços mais baixos para o grão, o farelo e o óleo. Apesar de uma leve recuperação pela manhã, impulsionada por compras de barganha, a tendência não se sustentou. O avanço da colheita nos Estados Unidos e a melhora das condições climáticas no Brasil pressionaram os preços. Relatório do USDA O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que, até 27 de outubro, 89% da área plantada havia sido colhida, abaixo da expectativa de 91%. Na semana anterior, a colheita estava em 81%, e no mesmo período do ano passado, em 82%. A média histórica para essa época é de 78%. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com uma queda de 8,75 centavos, ou 0,89%, a US$ 9,65 1/4 por bushel. A posição para janeiro de 2025 teve cotação de US$ 9,79 por bushel, com recuo de 7,00 centavos, ou 0,7%. Subprodutos Nos subprodutos, a posição de dezembro do farelo fechou com uma queda de US$ 3,00, ou 0,98%, a US$ 301,80 por tonelada. Por outro lado, os contratos de óleo com vencimento em dezembro fecharam a 42,80 centavos de dólar, com um leve ganho de 0,11 centavo, ou 0,25%. Câmbio O dólar comercial encerrou o dia com alta de 0,95%, sendo negociado a R$ 5,7622 para venda e a R$ 5,7602 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6979 e a máxima de R$ 5,7669. O post Como ficaram os preços da soja no país nesta terça-feira? apareceu primeiro em Canal Rural.
Com investimento de R$ 3,5 bi, Petrobras avança em conclusão de fábrica de fertilizantes

Foto: Divulgação Petrobrás A continuidade de implantação da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN-III) da Petrobrás, situada em Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, foi aprovada pelo Conselho de Administração da empresa na última sexta-feira (25). De acordo com a companhia, a decisão é fundamentada com base no Plano Estratégico 2024-2028, tendo sua atratividade econômica confirmada. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A unidade estava hibernada desde 2015 e o processo de reavaliação do projeto começou no ano passado, em função da aprovação do retorno da companhia ao segmento de fertilizantes. Assim, a Petrobrás dará início aos processos de contratação para retomada das obras da unidade. O investimento estimado para conclusão é de, aproximadamente, R$ 3,5 bilhões. A companhia prevê que a fábrica comece a operar em 2028. “O setor de fertilizantes tem importância estratégica para a Petrobras. Estamos retomando os investimentos nesse segmento, a partir de estudos de viabilidade técnica e econômica, com o objetivo de ampliar nosso mercado de gás e contribuir para a redução da dependência da importação de fertilizantes no Brasil”, afirma a presidente da Petrobras, Magda Chambriard. De acordo com o diretor de Processos Industriais da empresa, William França, “com o aumento da oferta dos produtos gerados na UFN-III e a sua localização privilegiada, próxima aos principais consumidores do Centro-Oeste, Sul e Sudeste, estamos seguros da importância da unidade para a região e o país”. Produção de fertilizantes da unidade Foto: Reprodução O projeto da UFN III prevê a produção anual de cerca de 1,2 milhão de toneladas de ureia e 70 mil de toneladas de amônia. A unidade atenderá, majoritariamente, os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná e São Paulo. Segundo a empresa, a localização estratégica da fábrica traz confiabilidade quanto ao abastecimento dos produtos, uma vez que a demanda mostra tendência de crescimento. Atualmente, a ureia é o fertilizante nitrogenado mais utilizado no Brasil, cuja demanda nacional é estimada em cerca de 7 milhões de toneladas para 2024, sendo integralmente importada atualmente. O milho é cultura que mais demanda esse tipo de adubo no Brasil, mas o produto também é utilizado no cultivo de cana-de-açúcar, café, trigo e algodão, entre outros. A Petrobrás espera que a ureia fabricada na UFN-III também seja destinada ao segmento da pecuária, utilizada como complemento alimentar para animais ruminantes. A decisão da Petrobrás vem na esteira da aprovação do Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert), aprovado pela Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados na semana passada. O objetivo é que a proposta beneficie a indústria de adubos a partir dos próximos meses e reduza os custos de produção, visto que o aumento da tensão no Oriente Médio leva o Brasil a aumentar as importações dos produtos. O post Com investimento de R$ 3,5 bi, Petrobras avança em conclusão de fábrica de fertilizantes apareceu primeiro em Canal Rural.