Frio intenso provoca geada, e temperaturas podem ficar negativas

[ad_1] Uma frente fria que se desloca na altura do Espírito Santos e litoral da Bahia aumenta a condição de chuva nestes estados. Enquanto isto, o ar frio e mais seco predomina sobre a maior parte do Sul do país. Regiões mais altas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina podem ter geada nesta semana. Ainda pela influência do vento úmido que sopra do mar contra o continente, algumas áreas do litoral norte catarinense e do leste e litoral do Paraná podem receber um pouco de chuva. Veja os detalhes da previsão do tempo em cada região do Brasil, segundo a Climatempo: O litoral do Paraná e de Santa Catarina ficam mais nubladas no decorrer do dia e a chuva pode ocorrer com moderada intensidade. Em Curitiba, dia sem sol e mais frio com possibilidade de garoa. Nas demais áreas do Sul, destaque para o tempo firme. O dia ainda começa gelado e com possibilidade de geada na Campanha Gaúcha, nos pontos mais altos da Serra do RS e catarinense – não descartando temperatura negativa em municípios como São Joaquim, Urupema e Urubici. A condição de vento segue no decorrer do dia com rajadas de 40 a 50 km/h no litoral gaúcho e no estado do Paraná – as capitais Porto Alegre e Florianópolis terão um dia com mais nebulosidade, mas sem chuva. Região Sudeste A circulação atmosférica e a infiltração marítima favorecem a condição de chuva no litoral da região, no norte e noroeste de SP e no Triângulo de Minas. A semana começa com temperaturas mais baixas pela manhã. As cidades de São Paulo, Belo Horizonte e o Rio de Janeiro ficam mais nubladas e com chance de garoa ao longo do dia, diminuindo a condição à noite. O risco de temporal aumenta em Vitória, e todo o litoral capixaba fica em alerta neste começo de semana. Região Centro-Oeste Segunda-feira com destaque para o calor em Mato Grosso e no interior de Goiás. Esta combinação de tempo quente com a umidade seguem presentes no continente e ajudam na formação de algumas nuvens de chuva, por isso, algumas áreas do norte de MT e do leste e sul de GO podem receber pancadas mais localizadas durante a tarde de segunda. Não chove em Brasília e em Campo Grande e as temperaturas sobem durante à tarde. As pancadas são mais localizadas no extremo norte e nordeste de MS. Região Nordeste O deslocamento da frente fria deixa o sul da Bahia em estado de atenção para chuva forte. De acordo com a Climatempo, teremos um dia com chance maior de rajadas de vento podendo variar em torno de 40 a 50 km/h e com possiblidade de chuva a qualquer momento. O litoral norte da Bahia, todo o estado do SE e o sul de AL ficam com risco alto de temporais e o tempo segue mais abafado. Dia de sol com destaque para o calor no oeste da BA, sul do MA, PI, CE, interior da PB e do PE. A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém a condição de chuva na costa norte da região com atenção para o centro-norte o MA, PI e CE, além de provocar chuva moderada a forte em Natal. Região Norte Alerta entre RR, noroeste do PA e o centro-oeste e norte do AP para a ocorrência de chuva a qualquer hora do dia e com risco de raios e trovoadas. Atenção especial para as cidade de Manaus e Belém/PA no decorrer da segunda. O tempo fica firme no AC, em RO e no TO. [ad_2] Source link
Ministro da Agricultura se reúne com entidades do setor produtivo brasileiro em Pequim

[ad_1] Com a intenção de reforçar o diálogo com o setor produtivo, identificar oportunidades de negócios e alinhar estratégias para ampliar a presença dos produtos brasileiros no mercado chinês, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, acompanhado do embaixador do Brasil na China, Marcos Galvão, da presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, dos secretários de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luis Rua, e de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, reuniu-se com representantes de 13 entidades do agronegócio brasileiro em Pequim. O encontro, realizado na manhã desta segunda-feira (12), integrou a agenda da missão oficial ao país. “Esta é a maior missão governamental que realizamos na China, e vocês, empresários, são fundamentais para estreitarmos as relações e ampliarmos os negócios do agro brasileiro”, afirmou Fávaro. “Vamos fazer com que Brasil e China, com respeito mútuo, fortaleçam suas relações comerciais, para o benefício do povo chinês e, principalmente, para que o povo brasileiro possa aproveitar essas oportunidades”, concluiu. O embaixador do Brasil na China, Marcos Galvão, destacou o crescimento das exportações brasileiras para o país asiático nos últimos dois anos. “O Brasil foi, no ano passado, o mercado para o qual as exportações da China mais cresceram: 22%. Somos, cada vez mais, um parceiro comercial estratégico para os chineses”, afirmou. Participaram do encontro, em Pequim, representantes da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC), Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS), Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (ABRAPA), Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Associação Brasileira da Indústria do Arroz (ABIARROZ), Associação Nacional de Sucos Cítricos (CitrusBR), Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CECAFÉ), União Nacional do Etanol de Milho (UNEM), CropLife Brasil, Instituto Brasileiro do Feijão (IBRAFE) e Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). [ad_2] Source link
Radar da semana no Brasil: ata do Copom, dados de serviços e varejo

[ad_1] No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a semana marcada por cautela nos EUA e otimismo global, com foco no acordo entre EUA e Reino Unido e nas negociações com a China. O dólar caiu para R$ 5,65 e o Ibovespa seguiu beneficiado por fluxo estrangeiro. O Copom elevou a Selic para 14,75% e manteve tom conservador. No radar da semana, Ata do Copom, dados de serviços e varejo, além do CPI nos EUA. [ad_2] Source link
Chuva não dá ‘trégua’ e previsão do tempo aponta risco de alagamentos e deslizamentos; saiba onde

[ad_1] A semana que se inicia nesta segunda-feira (11) deve trazer grandes contrastes climáticos para diversas regiões do país. Segundo o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, o alerta fica para o litoral sul da Bahia, onde a previsão do tempo dá indícios de chuvas fortes, com acumulados entre 100 e 150 mm. Esse volume de chuva aumenta o risco de alagamentos e deslizamentos, especialmente em cidades como Teixeira de Freitas. Além disso, ventos de até 50 km/h podem atingir a região. Os estados de Sergipe e Alagoas entram em estado de atenção, com possibilidade de precipitações moderadas e contínuas que devem atingir inclusive as capitais. No interior nordestino, o cenário é oposto: a umidade relativa do ar tende a cair, mantendo o tempo firme em boa parte da região e exigindo cautela com a irrigação. O tempo no Sul do país No Sul, a previsão indica uma semana seca na maior parte dos estados. As chuvas se concentram no litoral do Paraná e de Santa Catarina, mas sem grandes volumes. O Rio Grande do Sul deve ter dias ensolarados e temperatura em elevação, com manhãs ainda frias. Chuvas fracas O Sudeste terá uma semana com o tempo nublado. As chuvas serão fracas, especialmente no Rio de Janeiro, Espírito Santo e leste de São Paulo. A entrada de uma massa de ar frio deve reduzir as temperaturas, mas sem comprometer as atividades no campo. Centro-Oeste No Centro-Oeste, o destaque é o calor intenso. Em grande parte da região, os termômetros podem alcançar os 37°C, provocando estresse térmico em lavouras e no gado. Apenas o sul de Goiás deve receber chuvas mais leves, que ajudam a manter a umidade do solo. Tempo no Norte indica chuvas volumosas Na Região Norte, o extremo norte do Pará e Roraima devem registrar volumes de chuva superiores a 150 mm, o que pode dificultar o escoamento da produção e afetar as estradas. O restante da região terá pancadas de chuva regulares, especialmente no Amazonas e no Amapá. Já Tocantins, Rondônia e sul do Pará enfrentam tempo mais seco e temperaturas elevadas. [ad_2] Source link
Embrapa destaca que futuro do agro será pautado pela sustentabilidade

[ad_1] Nas últimas 5 décadas o Brasil se desenvolveu ao ponto de se tornar um dos maiores players do agronegócio em âmbito mundial. A perspectiva da Embrapa é que nos próximos 50 anos, haverá uma necessidade cada vez maior por produtos agrícolas certificados. Ainda mais, pela sustentabilidade, baixa emissão de carbono e resiliência às mudanças do clima. O assunto foi o mote da celebração do aniversário de 52 anos da Embrapa, que aconteceu no dia 7 de maio em Brasília. Na análise dos representantes do governo e da iniciativa privada, presentes na ocasião, a sustentabilidade será o diferencial para um futuro da agricultura. “O Brasil, como um dos maiores produtores agrícolas do planeta, carrega uma imensa responsabilidade, mas também uma extraordinária capacidade: a de liderar pelo exemplo. Temos demonstrado ao mundo que é possível produzir alimentos, fibras e energia com sustentabilidade, desenvolvendo tecnologias que minimizam o impacto ambiental e, ao mesmo tempo, ampliam a eficiência no uso dos nossos recursos naturais.”, disse a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, no discurso de abertura da solenidade. Silvia comentou ainda sobre a trajetória da empresa. Ressaltou que a Embrapa “nasceu do sonho de um país que queria vencer a fome com conhecimento, transformar desafios em oportunidades e afirmar sua soberania por meio da agricultura.” Dentre outros pontos destacados nos discursos dos representantes presentes, o papel que a Embrapa tem desenvolvido para tornar mais fácil o caminho rumo ao futuro sustentável foi um dos pontos altos. *Texto sob supervisão do jornalista Thiago Dantas [ad_2] Source link
Boi gordo caiu até 6,25% na semana; tendência para maio é de mais baixas

[ad_1] O mercado brasileiro de boi gordo voltou a se deparar com queda das cotações em meio ao avanço nas escalas de abate por parte dos frigoríficos. De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo diante da sazonalidade do mercado, que se mostra bastante clara. “Maio costuma marcar o auge da safra do boi gordo e tradicionalmente produz efeito negativo sobre os preços. Por outro lado, a demanda bastante aquecida, especialmente na exportação, é um fator limitador para maiores movimentos de queda nos preços do boi, somada a à propensão de consumo aquecido na primeira metade do mês”, diz. Variação da arroba do boi na semana Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil estavam assim no dia 8 de maio: São Paulo (Capital): R$ 310, baixa de 1,59% frente os R$ 315 da semana passada Goiás (Goiânia): R$ 295, queda de 1,67% perante os R$ 300 registrados anteriormente Minas Gerais (Uberaba): R$ 300, recuo de 6,25% frente aos R$ 320 praticados no fechamento da semana anterior Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 300, retração de 6,25% frente aos R$ 320 do último período Mato Grosso (Cuiabá): R$ 315, baixa de 3,08% frente aos R$ 325 da semana passada Rondônia (Vilhena): R$ 270, queda de 3,57% frente aos R$ 280 do período anterior Mercado atacadista O mercado atacadista registrou queda nos preços, reflexo da frustrada expectativa de boas vendas ao longo da primeira quinzena de maio. “Aparentemente nem mesmo o Dia das Mães teve grande efeito sobre o mercado. Resta saber a reposição na próxima semana após o consumo de final de semana. Para a segunda quinzena do mês o movimento de queda deve se intensificar, considerando o menor apelo ao consumo”, salientou Iglesias. O quarto do traseiro do boi foi cotado a R$ 24,00 o quilo, queda de 4,00% frente aos R$ 25,00 da semana passada. Já o quarto do dianteiro do boi foi vendido por R$ 19,50 o quilo, recuo de 2,5% frente aos R$ 20,00 registrados na semana anterior. Exportações de carne bovina Foto: Freepik As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,215 bilhão em abril (20 dias úteis), com média diária de US$ 60,762 milhões, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 241,584 mil toneladas, com média diária de 12,079 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.030,30. Em relação a abril de 2024, houve alta de 29,1% no valor médio diário da exportação, ganho de 16,3% na quantidade média diária exportada e avanço de 11% no preço médio. [ad_2] Source link
Parceria Brasil-Tailândia reforça sanidade e comércio de carnes

[ad_1] Com o objetivo de fortalecer a cooperação agropecuária entre Brasil e Tailândia, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) recebeu a presidente da Associação Tailandesa de Criadores e Exportadores de Bovinos (TLEX), Nuanlaong Srichumpon. A agenda incluiu reuniões em Brasília e visitas técnicas em Minas Gerais e Goiás. A missão, planejada pela adida agrícola do Brasil na Tailândia, Ana Lamy, reforça o compromisso do Brasil e da Tailândia em ampliar a cooperação técnica e comercial no setor agropecuário, com ênfase em sanidade animal, genética e acesso a mercados. Em Brasília, representantes da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) e da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) apresentaram à delegação tailandesa as principais ações brasileiras na área sanitária, com destaque para o Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA), o sistema nacional de rastreabilidade de bovinos e a classificação sanitária de estabelecimentos habilitados à exportação. Durante o encontro, foram discutidas estratégias para intensificar o diálogo entre as autoridades sanitárias dos dois países. Também houve reunião com representantes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), com foco na reabertura do mercado tailandês. A delegação tailandesa participou ainda da 90ª edição da Exposição Internacional das Raças Zebuínas – ExpoZebu, em Uberaba (MG), considerada uma das maiores feiras de gado zebuíno do mundo, onde se reuniu com a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) e seus associados. As discussões incluíram inovação genética, reprodução animal e práticas sustentáveis aplicadas à pecuária tropical. A programação foi concluída com visitas à unidade frigorífica da Minerva Foods, anteriormente habilitada para exportação à Tailândia e a uma fazenda modelo de cria e recria, com foco em melhoramento genético, nutrição e manejo sustentável. [ad_2] Source link
Integração lavoura, pecuária e floresta podem ajudar na recuperação de áreas agrícolas

[ad_1] Com a meta de fortalecer a agricultura sustentável no território fluminense, por meio da implementação de sistemas produtivos integrados e de baixa emissão de carbono, a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio de Janeiro formaliza no dia 13 de maio a assinatura de um Protocolo de Intenções com a Associação Rede ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta). O projeto tem como objetivo promover a adoção de sistemas integrados em escala estadual. A estratégia se baseia na recuperação de pastagens degradadas e no desenvolvimento de ações contínuas de capacitação, transferência de tecnologia e disseminação de conhecimento. De acordo com a secretaria, a proposta está alinhada com a agenda agroambiental do estado, especialmente com as ações conduzidas em parceria com as secretarias de Desenvolvimento Econômico e de Meio Ambiente. O protocolo representa o primeiro passo rumo a um futuro Acordo de Cooperação Técnica (ACT), que viabilizará ações conjuntas, como capacitação técnica, eventos de difusão tecnológica, diagnósticos territoriais e produção científica. “A assinatura deste protocolo com a Rede ILPF representa um marco na política agroambiental do nosso estado. Estamos firmando uma aliança com uma rede que é referência nacional na adoção de tecnologias sustentáveis. Essa união de esforços irá acelerar a recuperação de áreas degradadas, aumentar a produtividade e melhorar as condições de vida do produtor rural. É um avanço concreto na consolidação de uma agricultura fluminense de baixo carbono e com maior competitividade”, destaca o secretário de Agricultura, Flávio Ferreira. Programa Integra e a recuperação de áreas degradadas As atividades do programa incluem a implantação de unidades de referência tecnológica (URTs), realização de eventos técnicos, diagnóstico territorial com uso de ferramentas digitais e aplicação de indicadores de sustentabilidade. A proposta é consolidar a ILPF como um modelo produtivo viável e sustentável, com impactos positivos nos âmbitos ambiental, econômico e social. “O Rio de Janeiro tem grande potencial para avançar na adoção da ILPF, especialmente em áreas de pastagens degradadas. Com esse protocolo, criamos condições para levar conhecimento, tecnologia e apoio direto ao produtor rural, mostrando que é possível produzir mais e melhor, com respeito ao meio ambiente e geração de renda”, ressalta o diretor-executivo da Rede ILPF, Rui Pereira Rosa. O que é ILPF A Integração Lavoura-Pecuária-Floresta é uma estratégia que combina sistemas agrícolas, pecuários e florestais em uma mesma área, de forma consorciada, em sucessão ou em rotação. O modelo permite o uso intensivo e sustentável do solo, promovendo ganhos de produtividade e diversificação de renda. Além de reduzir custos com insumos e favorecer a fertilidade do solo, a ILPF contribui para a mitigação de gases de efeito estufa e o sequestro de carbono. A prática é versátil e pode ser adotada em pequenas, médias e grandes propriedades rurais, em todos os biomas brasileiros. Entre as culturas utilizadas, estão grãos como soja e milho, além de algodão, pecuária de corte ou leite e silvicultura, com destaque para o plantio de eucalipto. “A integração lavoura-pecuária-floresta significa a emancipação do produtor. Porque tem uma renda de curto prazo, que são as lavouras de cereais. Tem o gado no médio prazo e o componente florestal no longo prazo”, reforça o presidente-executivo da Rede ILPF, Francisco Matturro. [ad_2] Source link
Modelo baseado na bioeconomia atrai investimentos para a Amazônia

[ad_1] A bioeconomia, modelo de produção sem perda da biodiversidade, é um das principais apostas de desenvolvimento na transição para uma economia de baixo carbono, necessária ao enfrentamento às mudanças climáticas. Na Amazônia, os resultados positivos dessa forma sustentável de negócio atraem, cada vez mais, investimentos de governos e da iniciativa privada. O Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, na sigla em inglês) aponta um potencial global de US$ 7,7 trilhões em oportunidade de negócio até 2030, no relatório Uma Oportunidade de Negócio que Contribui para um Mundo Sustentável. Na capital do Pará, cidade-sede que vai sediar a próxima Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em novembro, o estudo Bioeconomia da Sociobiodiversidade apontou, em 2021, a capacidade de incrementar as cadeias produtivas da floresta em R$ 170 bilhões, até 2040. Centro de Inovação e Bioeconomia Uma das obras que preparam a região para os debates da COP30 é a do Centro de Inovação e Bioeconomia de Belém (CIBB). Com investimentos de R$ 20 milhões, uma força-tarefa que envolve os governos federal e municipal e a empresa Itaipu Binacional resultará na revitalização de um casarão tombado para abrigar 20 novas iniciativas em desenvolvimento. A ideia é que o espaço seja um local de divulgação do modelo econômico e também a base de um ecossistema de apoio aos negócios. Empresas como a de Izete Costa, conhecida como dona Nena, que produz chocolate e outros derivados do cacau, na Ilha do Combu. Ribeirinha, nascida na comunidade Igarapé de Piriquitaquara, filha de agricultores, dona Nena cresceu percorrendo o Rio Guamá com os pais para comercializar o cacau nativo na parte continental de Belém. Com o passar dos anos, a mudança no clima e a a crescente demanda por outras culturas, a empresária viu uma diminuição dos cacaueiros na região. ”Nós costumávamos descer de lá com três, quatro canoas cheias de frutos de cacau. Hoje, meus irmãos não descem nem com uma”, diz. Preocupada com a persistência do fruto na ilha e em busca de valorização desse recurso natural, dona Nena iniciou uma busca pela melhor forma de beneficiar o cacau e agregar valor à produção local. De forma artesanal, passou a produzir chocolates, a partir do que era plantado e colhido em seu quintal e nos dos vizinhos. Em 20 anos de trabalho, a empresa de dona Nena beneficia hoje 16 famílias, que, como ela, vivem do manejo sustentável da Floresta Amazônica, sem precisar desmatar ou deixar a região em busca de outras oportunidades. Essas famílias têm acesso à água potável por meio de um sistema de captação da chuva, e o beneficiamento do cacau também financiou melhores condições de saneamento e infraestrutura para receber turistas, que fortalecem a cadeia produtiva sem a necessidade de atravessadores. A empresária tem muito orgulho desse trabalho, que permite a conservação do bioma, mas destaca que ainda não é uma realidade para o restante da região. “O povo precisa manter a floresta de pé? Precisa. Mas precisa de água tratada, de saneamento básico, de um montão de coisas, assistência à saúde, que faz com que ele se fixe aqui. Porque muitas vezes sai daqui, vem outra pessoa que vem desmatar. Porque ele não tem as condições adequadas para se manter aqui”, diz dona Nena. Práticas mais sustentáveis A solução apontada pela empresária é maior investimento em assistência técnica e fomento aos produtores locais. Segundo a secretária adjunta de Bioeconomia do estado do Pará, Camille Bemerguy, para atrair investidores, o governo estadual lançou o PlanBio Pará, que traça uma estratégia de valorização do patrimônio genético e fortalecimento das cadeias produtivas, com ciência e inovação. “É um plano de Estado, não é um plano de governo, para garantir a continuidade, em que se estabelecem novas bases de uso da terra e uso da floresta. Então, a bioeconomia está ancorada dentro desse plano, o que dá um novo ambiente para isso, dá uma segurança jurídica para aqueles que querem investir aqui”, diz. De acordo com a gestora, embora a bioeconomia já venha sendo praticada há muitos anos pelos povos da floresta, a forma extrativista como o setor se desenvolveu nos últimos anos precisou ser revista e adequada às práticas mais sustentáveis. Associada a essa revisão, também foram estudadas formas de escalonar a produção e dar mais visibilidade aos produtos finais, explica Camille. O Planbio também prevê a construção do Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia, que está em andamento às margens da Baía do Guajará, no projeto Porto Futuro 2. De acordo com o governo estadual, estão sendo investidos R$ 300 milhões na restauração e adaptação de armazéns da antiga região portuária de Belém. O local abrigará as estruturas do Observatório da Bioeconomia, do Centro de Cultura Alimentar, do Centro de Sociobioeconomia e um Centro de Turismo de Base Local. Segundo Camille Bemerguy, os investimentos já se refletem diretamente na estruturação do setor, antes com poucas iniciativas inovadoras e preparadas para se manter no mercado. “Você tinha cerca de 70 startups, e a maioria morria no meio do caminho, porque não tinha condições de avançar, sobrava uma no final, como um produto viável e de acesso ao mercado. Hoje, a gente já tem cerca de 300. Com o Parque de Bioeconomia e Inovação do estado, a gente quer ainda atrair mais 200 startups”, ressalta a secretária adjunta de Bioeconomia. Com o setor mais estruturado, a gestora destaca que o estado também espera tirar empreendedores da informalidade e alcançar, com a bioeconomia, 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do Pará, até 2030. “Você precisa destravar certos elementos para que esse desenvolvimento efetivamente possa não ser, de novo, mais um ciclo, para que ele seja transformador. Então, [vamos] melhorar toda essa parte de infraestrutura, de conectividade, de tornar menos invisíveis esses atores que estão aqui e que tanto contribuíram para esse desenvolvimento”, conclui. [ad_2] Source link
Floricultura brasileira espera aumento de 8% no comercio de flores para o Dia das Mães

[ad_1] Considerada o Natal do setor de flores e plantas ornamentais por representar 16% do comércio anual desses produtos, as vendas no Dia das Mães é aguardada com bastante otimismo pelos produtores, distribuidores, floriculturas, garden centers, redes de supermercado e demais varejistas. Segundo o Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), os produtores, principalmente os associados às cooperativas, já venderam antecipadamente entre 60% e 95%, dependendo da espécie, de toda a produção programada para a data. “Essa logística permite aos atacadistas garantirem tanto preço quanto produto para a ocasião”, lembra Renato Opitz, diretor do Ibraflor – Instituto Brasileiro de Floricultura. A expectativa é a de que as vendas sejam 8% melhores do que em 2023. O Dia das Mães responde por 16% do comércio anual de flores e plantas ornamentais, sendo, por isso, considerado o “Natal” da floricultura brasileira, aponta a Ibraflor. Vários produtores aguardaram para lançar novas variedades para alavancar as vendas no Dia das Mães, mas as flores mais procuradas nesta data são as rosas, as orquídeas, as hortênsias, os girassóis, as gérberas, os lírios e outras plantas com flores clássicas ou coloridas. Logística para entrega das flores O Ceaflor, maior mercado de flores, plantas e acessórios para floricultura, paisagismo e decoração do país, localizado em Jaguariúna (SP), teve que incrementar a logística de distribuição para que as flores e plantas cheguem nos pontos de vendas no Dia das Mães. Segundo a empresa, cerca de 1.500 caminhões e utilitários devem fazer o transporte, por dia, nas datas que antecedem a celebração, representando o dobro da movimentação habitual. A procura é tanta que, tão logo seja concluída a colheita para atender a procura deste ano, o produtor iniciará o plantio das mudas já encomendadas há um ano para breeders (melhoristas) holandeses para o comercializá-las para o Dia das Mães do ano que vem (2025). Campanhas Os associados do Ibraflor e o Instituto investiram em campanhas para destacar os relacionamentos afetivos, o que faz com que o ato de presentear com flores tenha um significado ainda mais profundo. [ad_2] Source link