preços de soja sofreram alteração no Brasil?

[ad_1] O mercado brasileiro de soja registrou preços mais altos em quase todas as regiões nesta segunda-feira (12). A alta da soja na Bolsa de Chicago e do dólar no Brasil deram suporte às cotações. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o ritmo de comercialização foi moderado no dia. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Silveira observou que os prêmios não acompanharam esse movimento. Já o dólar contribuiu para sustentar níveis mais altos de preços, embora o mercado não tenha registrado volumes significativos de negócios. Preços de soja no país Passo Fundo (RS): subiu de R$ 127,00 para R$ 129,00 Santa Rosa (RS): subiu de R$ 128,00 para R$ 130,00 Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 132,50 para R$ 134,00 Cascavel (PR): subiu de R$ 127,50 para R$ 129,00 Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,50 para R$ 134,00 Rondonópolis (MT): manteve em R$ 115,00 Dourados (MS): subiu de R$ 119,00 para R$ 119,50 Rio Verde (GO): subiu de R$ 115,00 para R$ 117,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira em alta, impulsionados pelo relatório de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que indicou estoques finais em 2025/26 abaixo das estimativas. O acordo comercial fechado entre China e Estados Unidos completou o cenário positivo. Representantes americanos e chineses concordaram em reduzir temporariamente as tarifas recíprocas em um acordo que superou as expectativas. Segundo informações da Reuters, os EUA reduzirão as tarifas adicionais impostas às importações chinesas em abril deste ano de 145% para 30%, enquanto as tarifas chinesas sobre importações dos EUA cairão de 125% para 10%, anunciaram os dois países nesta segunda-feira. As novas medidas entrarão em vigor por 90 dias. USDA O relatório do USDA indicou que a safra norte-americana de soja deverá ficar em 4,340 bilhões de bushels em 2025/26, o equivalente a 118,11 milhões de toneladas. A produtividade foi indicada em 52,5 bushels por acre. O mercado esperava uma produção de 4,325 bilhões ou 117,5 milhões. Os estoques finais estão projetados em 295 milhões de bushels ou 8,03 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 351 milhões de bushels ou 9,55 milhões de toneladas. O USDA, em seu primeiro relatório da nova temporada, está trabalhando com esmagamento de 2,490 bilhões de bushels e exportações de 1,815 bilhão. Para a temporada 2024/25, o USDA indicou estoques de passagem de 350 milhões de bushels, abaixo da estimativa do mercado de 370 milhões. As exportações estão projetadas em 1,850 bilhão e o esmagamento em 2,420 bilhões de bushels. Safra de soja O USDA projetou safra mundial de soja em 2025/26 de 426,82 milhões de toneladas. Para 2024/25, a previsão é de 420,87 milhões de toneladas. Os estoques finais para 2025/26 estão estimados em 124,33 milhões de toneladas, abaixo da previsão do mercado de 125,3 milhões de toneladas. Os estoques da temporada 2024/25 estão estimados em 123,18 milhões de toneladas, contra expectativa de 122,6 milhões de toneladas. O USDA indicou safra brasileira em 2025/26 em 175 milhões de toneladas. Para 2024/25, a estimativa foi mantida em 169 milhões de toneladas – o mercado esperava 169,1 milhões. A produção da Argentina em 2025/26 está prevista em 48,5 milhões de toneladas. Para 2024/25, o número foi mantido em 49 milhões, enquanto o mercado esperava 49,3 milhões de toneladas. As importações da China estão estimadas em 112 milhões de toneladas em 2025/26 e em 108 milhões de toneladas em 2024/25. Contratos futuros de soja Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 19,50 centavos de dólar ou 1,85% a US$ 10,71 1/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,57 1/2 por bushel, ganho de 27,00 centavos ou 2,62%. Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 4,00 ou 1,36% a US$ 298,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 49,92 centavos de dólar, com alta de 1,35 centavo ou 2,77%. Dólar O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,53%, sendo negociado a R$ 5,6845 para venda e a R$ 5,6825 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6601 e a máxima de R$ 5,7061. [ad_2] Source link
confira como o mercado se comportou neste início de semana

[ad_1] O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços em queda nas principais praças de produção e comercialização do país. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a sazonalidade do mercado tem forte peso para justificar o recente comportamento dos preços. Segundo ele, os frigoríficos não estão encontrando dificuldades no posicionamento de suas escalas de abate, que hoje atendem entre sete e nove dias úteis na média nacional. “Na Região Norte também se evidencia aumento da disponibilidade de fêmeas. A expectativa daqui até o final do mês é de continuidade deste movimento, o único ponto de suporte está no forte ritmo de embarques, o que tem sido o grande destaque sob o prisma da demanda em 2025”, disse. São Paulo: R$ 311,25 Goiás: R$ 293,75 Minas Gerais: R$ 298,24 Mato Grosso do Sul: R$ 303,86 Mato Grosso: R$ 308,38 Mercado atacadista O mercado atacadista volta a se deparar com acomodação nos preços da carne bovina. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios sugere por menor espaço para elevação dos preços no curto prazo, considerando o arrefecimento da demanda durante a segunda quinzena do mês. O quarto traseiro ainda foi precificado a R$ 24,00 por quilo, o dia dianteiro segue no patamar de R$ 19,50 e a ponta de agulha, por sua vez, continua cotada a R$ 18,00, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,53%, sendo negociado a R$ 5,6845 para venda e a R$ 5,6825 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6601 e a máxima de R$ 5,7061. [ad_2] Source link
Em busca de investidores, Bahia participa de seminário na China

[ad_1] Durante o Seminário Empresarial China-Brasil, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, falou nesta segunda-feira (12) para um público formado por cerca de 400 empresários chineses sobre o potencial energético da Bahia e o conjunto de oportunidades de investimentos em alta tecnologia que isso proporciona. Organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o evento é uma ação estratégica na busca de novos negócios e no fortalecimento das relações bilaterais entre os dois países, que passam pela Bahia, estado que recebe alguns dos principais investimentos chineses no Brasil. O encontro, realizado na China, contou também com a participação de autoridades governamentais, como o presidente Lula e representantes ministeriais. Destaque na produção de energia limpa, com 98% da energia produzida vindo de fontes renováveis, a Bahia apresentou seu avanço em transição energética e sustentabilidade. Jerônimo Rodrigues reforçou o protagonismo do estado nessa área, falou das qualidades da Bahia e de como o estado se preparou para receber investimentos internacionais. “Eu fiz uma exposição da nossa experiência nesses últimos 20 anos, do que a gente vem fazendo para construir um ambiente seguro de legislação, para quem quer investir e tem os incentivos fiscais. Falei também de mão de obra e da localização geográfica que a Bahia tem”, destacou o chefe do Executivo baiano. Barreiras conquista selo SISBI e amplia mercado da agroindústria Antes do seminário, o governador participou de três reuniões com o presidente Lula e empresas que pretendem investir no Brasil. Uma delas, a Windey Energy, firmou parceria com o Senai Cimatec para a criação de um centro de pesquisa e desenvolvimento em energia eólica na Bahia. A iniciativa vai fomentar a colaboração tecnológica e desenvolver soluções inovadoras em energia renovável, como o armazenamento energético e projetos de geração híbrida, combinando energia eólica e solar. No fim do dia, o governador prestigiou o encerramento do Seminário Empresarial China-Brasil, que contou com pronunciamento do presidente Lula aos empresários chineses. Foto: Divulgação/Apex Brasil “Esse fórum é mais uma demonstração da importância que damos à relação entre os nossos países. A construção dessa aliança econômica entre China e Brasil não tem retorno; daqui pra frente, só vai fazer crescer. Queremos comprar mais e vender mais para a China”, afirmou Lula. Anúncios De acordo com a ApexBrasil foram anunciados os seguintes investimentos chineses no Brasil: GWM (montadora): R$ 6 bilhões para expansão de operações no Brasil; Meituan (delivery): R$ 5 bilhões no aplicativo Keeta, gerando 100 mil empregos indiretos e uma central no Nordeste; CGN (energia): R$ 3+ bilhões em um HUB de Energia Renovável no Piauí; Envision (tecnologia verde): R$ 5 bilhões no 1º Parque Industrial Net-Zero da América Latina; Mixue (bebidas): R$ 3,2 bilhões na entrada no Brasil, com 25 mil empregos até 2030; Baiyin Nonferrous (mineração): R$ 2,4 bilhões na aquisição da mina de cobre Serrote (AL); DiDi (99 táxi): Investimento no setor de delivery e construção de 10 mil pontos de recarga para veículos elétricos. Além disso, a agência também informou uma lista de parcerias estratégicas que foram firmadas: Nortec Química & empresas chinesas : R$ 350 milhões em insumos farmacêuticos; Raízen & SAFPAC: Acordo para produção de SAF (Combustível Sustentável de Aviação) na China; Fiocruz & Biomm: Produção local de insulina, beneficiando 16 milhões de brasileiros; ABES & ZGC (tecnologia): Cooperação em IA, infraestrutura de dados e capacitação; Eurofarma & Sinovac: Criação do Instituto Brasil-China de Biotecnologia. Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem. [ad_2] Source link
Milho tende a ficar em baixa no curto prazo e Brasil deve perder mercado

[ad_1] O clima segue favorável à safrinha de milho no Brasil, especialmente no Centro-Oeste. Assim, a expectativa de ampla oferta manteve os preços em queda constante por dias, com compradores retraídos à espera da colheita a partir de junho. Nos Estados Unidos, as condições climáticas também foram favoráveis na última semana. Até o início deste mês, a semeadura por lá atingiu 40% da área, em linha com a média histórica. Com isso, a visão otimista da última semana sobre o bom estabelecimento do cereal no campo teve impacto forte no mercado. Ao mesmo tempo, a demanda por milho no Brasil segue lenta, com indústrias de ração e etanol comprando apenas o essencial. No mercado externo, as exportações praticamente pararam. De acordo com informações da plataforma Grão Direto, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) não fará projeções a respeito dos embarques do grão em maio por conta dos baixos volumes, tidos como residuais. Em Chicago, o milho encerrou a semana cotado a US$ 4,41 por bushel, com queda expressiva de 4,34% em sete dias. No Brasil, na B3, o contrato de milho para maio de 2025 também recuou, fechando a R$ 74,00 por saca (-3,48%). No mercado físico, os preços do milho seguiram em queda, pressionados pela fraqueza nos mercados futuros. O que esperar do milho nesta semana A segunda safra de milho no Brasil caminha para um recorde, com estimativas apontando para uma produção superior a 100 milhões de toneladas. “O clima tem colaborado, especialmente no Centro-Oeste e Sudeste, com chuvas bem distribuídas e temperaturas amenas durante a fase crítica de desenvolvimento das lavouras. Esse cenário já pressiona os preços do milho disponível, com muitos negócios sendo fechados para entrega futura entre junho e agosto”, diz a Grão Direto, em nota. As usinas de etanol à base de milho têm garantido bons volumes para os próximos meses, mas com a colheita se aproximando, a tendência é de que esses compradores passem a adquirir apenas o necessário, o que pode aumentar a pressão sobre os preços do milho disponível. De acordo com a plataforma, no mercado externo, os Estados Unidos estão firmando acordos comerciais que favorecem suas exportações de milho, especialmente com a União Europeia. “Se esses acordos se estenderem a países que atualmente compram do Brasil, como Japão e Coreia do Sul, o milho brasileiro pode perder espaço, pressionando ainda mais os preços”. Para a Grão Direto, diante da perspectiva de uma supersafra no Brasil e da concorrência crescente dos Estados Unidos no mercado internacional, a tendência para os preços do milho é de baixa. [ad_2] Source link
Safra 25/26 de soja entra ‘no radar’; saiba o que esperar do mercado

[ad_1] O clima favorável nos Estados Unidos permitiu um avanço mais rápido do plantio da soja, superior à média histórica. Esse ritmo acelerado elevou as expectativas de uma safra cheia, o que limitou a recuperação dos preços no início da semana. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Segundo a plataforma Grão Direto, em Chicago, o contrato para maio de 2025 fechou a US$ 10,44 por bushel com alta de 0,58%, enquanto o de março de 2026 encerrou a US$ 10,48 com leve avanço de 0,1%. Exportações brasileiras em ritmo lento No Brasil, o ritmo de embarques segue abaixo do observado em abril. Segundo a Anec, as exportações de maio devem totalizar 12,6 milhões de toneladas, ante 13,5 milhões no mês anterior. Com isso, os prêmios seguem pressionados e os preços internos da soja permanecem contidos, com pouca movimentação também no mercado físico. O dólar ficou estável na semana, cotado a R$ 5,65. Conflito tarifário gera otimismo moderado Rumores sobre uma possível retomada de acordo comercial entre Estados Unidos e China trouxeram algum otimismo, com leves altas momentâneas nas cotações em Chicago. No entanto, sem anúncios concretos, os ganhos foram limitados. O mercado segue cauteloso quanto ao impacto dessas negociações nas exportações americanas. Incertezas sobre o plantio de soja nos EUA Apesar do bom ritmo até o momento, um estudo da Universidade de Illinois mostra que as margens de lucro para milho e soja estão negativas. Isso pode levar produtores a reverem o tamanho da área cultivada, aumentando a incerteza sobre a real oferta e influenciando os preços nos próximos dias. USDA O relatório WASDE, divulgado em 12 de maio pelo USDA, trouxe estimativas de aumento nos estoques de milho e soja, reforçando a perspectiva de uma safra cheia nos Estados Unidos. Ainda assim, há dúvidas sobre a dimensão real da produção, o que pode manter o mercado instável a curto prazo. Safra 25/26 de soja Com a aproximação da próxima safra no Brasil, o mercado já começa a projetar custos e oportunidades. A queda recente do dólar e a redução nos preços dos fertilizantes ajudam a aliviar os custos de produção. No entanto, o alto custo do crédito continua sendo um desafio, o que deve impulsionar o uso do barter como alternativa para garantir insumos. Guerra comercial continua no foco A retomada das conversas entre Estados Unidos e China pode mudar o equilíbrio do mercado. A China segue buscando diversificação de fornecedores, enquanto os EUA precisam manter a competitividade frente à safra recorde brasileira. Qualquer avanço ou retrocesso nas negociações pode afetar diretamente os preços da soja nos próximos dias. Cenário da semana tende à estabilidade Com clima favorável nos EUA, incertezas sobre margens de lucro, estoques em alta e contexto geopolítico indefinido, o mercado da soja deve seguir com tendência de estabilidade. A atenção continua voltada para os desdobramentos do plantio norte-americano e os próximos movimentos entre EUA e China. [ad_2] Source link
Quais as estimativas de soja para a safra 25/26 após o novo relatório do USDA?

[ad_1] Os contratos futuros da soja registram valorização na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta segunda-feira (12), após a divulgação do relatório de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O documento trouxe estimativas de estoques finais de soja, tanto nos EUA quanto no cenário global, abaixo das expectativas do mercado, o que reforçou a percepção de oferta mais restrita e sustentou a alta nos preços. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! USDA e as perspectivas para a a soja De acordo com o USDA, a safra norte-americana de soja 2025/26 foi projetada em 4,340 bilhões de bushels, o equivalente a 118,11 milhões de toneladas, levemente acima do previsto pelos analistas. A produtividade foi estimada em 52,5 bushels por acre. O principal destaque, no entanto, foi a estimativa de estoques finais dos Estados Unidos: 295 milhões de bushels (8,03 milhões de toneladas), número 16% menor do que os 351 milhões de bushels (9,55 milhões de toneladas) esperados pelo mercado. O relatório também projeta esmagamento interno de 2,490 bilhões de bushels e exportações de 1,815 bilhão. A soja no mercado do global No cenário global, os estoques finais para 2025/26 foram estimados em 124,33 milhões de toneladas, abaixo dos 125,3 milhões esperados. Para a temporada 2024/25, a estimativa subiu ligeiramente para 123,18 milhões de toneladas, frente aos 122,6 milhões projetados anteriormente. Os dados de exportação reforçaram a firme demanda pelo produto americano. Na semana encerrada em 8 de maio, as inspeções de exportação de soja dos EUA somaram 426.077 toneladas, acima das 333.654 toneladas da semana anterior. No acumulado da temporada, iniciado em 1º de setembro, as exportações já somam 43,89 milhões de toneladas, frente a 39,53 milhões no mesmo período do ciclo anterior. Além disso, exportadores privados norte-americanos relataram ao USDA a venda de 120 mil toneladas de soja ao México, sendo 24 mil para entrega na safra atual (2024/25) e 96 mil na próxima (2025/26). No mercado, os reflexos foram imediatos. O contrato julho/25 da soja subia 1,73%, cotado a US$ 10,70 por bushel. A posição agosto/25 avançava 1,88%, para US$ 10,67. Entre os derivados, o farelo para julho era negociado a US$ 298,10 por tonelada (+1,36%) e o óleo subia 2,24%, cotado a 49,66 centavos de dólar por libra-peso. [ad_2] Source link
Defesa Civil confirma ocorrência de tornado no Rio Grande do Sul

[ad_1] A equipe do Centro de Monitoramento da Defesa Civil do Rio Grande do Sul avaliou o fenômeno ocorrido na tarde da sexta-feira (9), entre às 14h50 e às 15h10, na cidade de Erval Grande, no norte do estado, e classificou o fenômeno como um tornado. Segundo a prefeitura do município, o temporal com ventos acima de 93 quilômetros por hora impactou a zona rural do município. Mais de duzentas casas foram destelhadas e 55 famílias ficaram desabrigadas. Tornado destruiu casas no Rio Grande do Sul. Foto: Prefeitura Municipal de Erval Grande A assessoria de imprensa da cidade informou que 150 propriedades rurais tiveram prejuízos e trinta hectares com eucalipto foram completamente danificados. Também houve danos na rede elétrica e quedas de árvores. O fenômeno ocorreu após o transporte de calor e umidade vindos do Norte do país, aliado ao aprofundamento de um sistema de baixa pressão e ao deslocamento de uma frente fria. A passagem deste fenômeno provocou intensas rajadas de vento. Eucaliptos foram derrubados por causa do tornado Foto: Prefeitura Municipal de Erval Grande Nos dados elaborados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), observou-se uma frente fria posicionada no RS, próximo à fronteira com o Uruguai, além da atuação de um sistema de baixa pressão, com seu centro localizado sobre o Paraguai. “Estes tipos de sistemas são responsáveis pela ocorrência de temporais severos, que culminam em grandes acumulados de precipitação, além de rajadas de vento intensas, também com potencial para a formação de fenômenos como frentes de rajada, micro explosões, tornados e trombas d’água”, informou a Defesa Civil. Postes caíram após a passagem do tornado Foto: Prefeitura Municipal de Erval Grande Radar meteorológico confirma a passagem do tornado pela região “Com base na análise das condições atmosféricas, nas imagens do radar meteorológico de Chapecó (fornecidas pela Defesa Civil de Santa Catarina à Defesa Civil gaúcha) e nas evidências observadas no local, constata-se a ocorrência de tornado naquela localidade”, destacou o órgão. [ad_2] Source link
A soja e sua relevância no cenário nacional e global

[ad_1] A soja continua sendo uma das commodities mais relevantes do mundo, não apenas para o Brasil, mas para o comércio internacional como um todo, dada sua ampla gama de utilidades. Desde a produção no campo até o processamento e escoamento, existe uma complexa cadeia de atividades que envolve a oleaginosa e sustenta parte significativa da economia agrícola mundial. Crescimento produtivo e avanço tecnológico A produção de soja tem crescido de forma expressiva ano após ano, impulsionada por diversos fatores: o aumento da demanda por seus derivados, como o farelo e o óleo; o uso de técnicas de otimização nas lavouras; e a introdução constante de novas tecnologias, que elevam a produtividade das plantações de forma contínua. No Brasil, a soja tem um papel notável. Somos os maiores produtores mundiais da oleaginosa, com destaque atual para o estado de Mato Grosso, embora outras unidades federativas também tenham desempenhado papéis de protagonismo ao longo dos anos. A produção brasileira já ultrapassou a marca de 170 milhões de toneladas, sendo que as exportações superam 100 milhões de toneladas, consolidando o país como o principal fornecedor global. Relevância econômica e energética A importância da soja no Brasil se estende por diversas frentes. O farelo de soja, por exemplo, é a principal fonte proteica utilizada na alimentação animal, essencial para sustentar a cadeia de produção de carnes — uma das forças do agronegócio nacional. Internamente, boa parte da soja processada atende esse setor. Além disso, o óleo de soja tem ganhado protagonismo como fonte de energia renovável, com crescente participação na composição do biodiesel. Isso evidencia o papel estratégico da soja na transição energética e na sustentabilidade, ampliando sua importância além da alimentação. Participação no cenário global No contexto internacional, o Brasil disputa protagonismo com os Estados Unidos — segundo maior produtor — e a Argentina, que se destaca especialmente na industrialização da soja, com foco na exportação de farelo. A produção mundial de soja ultrapassa 400 milhões de toneladas, e mantém uma tendência de crescimento, acompanhando a demanda global. A China, por sua vez, é a grande força compradora desse mercado. Com importações anuais que superam os 100 milhões de toneladas, o país asiático representa o maior destino da soja brasileira. Essa relação comercial influencia diversas esferas econômicas, desde o financiamento de insumos no Brasil até investimentos em logística, infraestrutura e processamento industrial. Desafios e oportunidades Embora o Brasil exerça liderança global, ainda enfrenta desafios logísticos importantes, como a limitação da capacidade de armazenagem, gargalos no escoamento durante a colheita e infraestrutura portuária sobrecarregada. No entanto, a geração de riqueza promovida pela soja é inegável. O produtor rural brasileiro mostra-se cada vez mais adaptado ao uso de tecnologias de ponta, o que tem possibilitado a expansão de área plantada com ganhos consistentes de produtividade. Essa disposição para inovação é um dos pilares do sucesso contínuo da soja brasileira. *Rafael Silveira é economista com pós-graduação em Finanças, Investimento e Banking pela PUC-RS. É especialista em mercados agrícolas na consultoria Safraas & Mercado, com ênfase em estratégias de investimento e gestão de risco em commodities. O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação. [ad_2] Source link
Faltam dois dias; acompanhe ao vivo o resultado do Prêmio Personagem Soja Brasil!

[ad_1] Depois de muita espera, nesta quarta-feira (14), às 18h50, acontece a cerimônia de entrega do Prêmio Personagem Soja Brasil. O evento acontece diretamente da Casa Canal Rural, na sede da Aprosoja Brasil, em Brasília (DF). Você pode acompanhar todos os detalhes, pois a premiação será transmitida ao vivo pela tela do Canal Rural, pelo site oficial e também pelas redes sociais do canal. Marque na agenda e acompanhe com a gente! Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Chegou o momento de conhecer os grandes destaques com o grão: o pesquisador e o produtor que mais se destacaram na jornada. O Prêmio Personagem Soja Brasil celebra histórias inspiradoras de profissionais que, com dedicação, inovação e um forte compromisso com a sustentabilidade, estão transformando a produção de soja no Brasil. Indicados ao Prêmio do projeto Soja Brasil Alberto Schlatter (Chapadão do Sul – MS): produtor que alia tradição familiar com práticas modernas no campo, apostando em tecnologia e sustentabilidade. Anderson Cavenaghi (MT): professor e doutor, referência nacional em proteção de plantas, com pesquisas que fortalecem a produtividade e a segurança ambiental. Cecilia Czepak (UFG): destaque no manejo integrado de pragas, com atuação decisiva na sanidade das lavouras em várias regiões do país. Claudia D’Agostini (Sabáudia – PR): produtora rural que inova ao lado da irmã na gestão da propriedade, com foco em tecnologia e sucessão familiar. Julio Cezar Franchini (Embrapa Soja – PR): pesquisador que trabalha pelo manejo e conservação do solo, promovendo a sustentabilidade no campo. Oliverio Alves de Melo (Balsas – MA): produtor com papel relevante no Cerrado, integra a Cooperação Nipo-Brasileira e promove o desenvolvimento sustentável da soja na região. [ad_2] Source link
China e EUA chegam a um acordo e reduzem tarifas por 90 dias

[ad_1] Os Estados Unidos e a China concordaram em reduzir temporariamente as tarifas recíprocas em um acordo que superou as expectativas. Segundo informações da Reuters, os EUA reduzirão as tarifas adicionais impostas às importações chinesas em abril deste ano de 145% para 30%, enquanto as tarifas chinesas sobre importações dos EUA cairão de 125% para 10%, anunciaram os dois países nesta segunda-feira. As novas medidas entrarão em vigor por 90 dias. “Ambos os países representaram muito bem seus interesses nacionais, disse o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, após conversas com autoridades chinesas em Genebra. “Ambos temos interesse em um comércio equilibrado, e os EUA continuarão avançando nesse sentido”. Bessent falou ao lado do representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, após as negociações do fim de semana na Suíça, nas quais ambos os lados elogiaram o progresso na redução das divergências. “O consenso entre as duas delegações neste fim de semana é que nenhum dos lados quer um rompimento total das relações”, disse Bessent. “E o que ocorreu com essas tarifas muitoelevadas… foi o equivalente a um embargo, e nenhum dos lados quer isso. Queremos comércio”. Bessent afirmou que o acordo não inclui tarifas específicas por setor e que os EUA continuarão o reequilíbrio estratégico em áreas como medicamentos, semicondutores e aço, nas quais foram identificadas vulnerabilidades na cadeia de suprimentos. Reflexos do acordo China – EUA Dólar, bolsas, petróleo, treasuries e commodities agrícolas registram ganhos consistentes, reagindo positivamente ao acordo fechado entre Estados Unidos e China. Na manhã de hoje (12), o barril do petróleo, por exemplo, estava em alta de cerca de 3% em Nova York e Londres. O dollar index registrava alta de 1,34%. [ad_2] Source link