Brasil e China estão ‘dispostos a unir vozes contra protecionismo’

[ad_1] Mesmo sem mencionar o nome do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em nenhum momento de sua declaração à imprensa após assinatura de atos com o governo chinês, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez referência à política tarifária americana. Disse que “guerras comerciais não têm vencedores” e que o “mundo se tornou mais imprevisível, instável e fragmentado” nos últimos meses. “Há anos, a ordem internacional já demanda reformas profundas. Nos últimos meses, o mundo se tornou mais imprevisível, mais instável e mais fragmentado. China e Brasil estão determinados a unir suas vozes contra o unilateralismo e o protecionismo. A defesa intransigente do multilateralismo é uma tarefa urgente e necessária”, afirmou Lula. O presidente continuou dizendo que “guerras comerciais não têm vencedores”. “Elas elevam os preços, deprimem as economias e corroem as rendas dos mais vulneráveis em todos os países. O presidente Xi Jinping e eu defendemos um comércio justo e baseado nas regras da OMC”, declarou. Lula citou a Comunidade de Futuro Compartilhado Brasil-China por um Mundo mais Justo e um Planeta Sustentável, estabelecida em novembro do ano passado, como “uma alternativa às rivalidades ideológicas”. O presidente brasileiro reforçou que esta foi sua segunda visita de estado à China no atual mandato e que levou ao país uma “expressiva delegação” com ministros e parlamentares. Também disse que a “relação entre Brasil e China nunca foi tão necessária”. Lula também criticou o que chamou de “insensatez dos conflitos armados” e citou os casos das guerras ocorridas na Palestina e na Ucrânia. Defendeu que acabar com esses conflitos “é precondição para o desenvolvimento” e disse que entendimentos firmados entre Brasil e China “para uma resolução política para a crise na Ucrânia oferecem base para um diálogo abrangente que permita o retorno da paz à Europa”. Investimentos da China no agronegócio Lula citou também projetos discutidos e acordos firmados entre China e Brasil. Falou sobre entendimentos envolvendo os bancos centrais dos dois países e o lançamento de satélites para uso agrícola, por exemplo. Também mencionou uma discussão sobre financiamento de projetos de infraestrutura, sustentabilidade e energia. “Nunca um número tão grande de projetos foi discutido de maneira sistemática em tão pouco tempo. Os primeiros resultados concretos já podem ser constatados. A cooperação entre os bancos centrais permitirá uma maior integração financeira e facilitará investimentos. Com o programa Satélite de Recursos Terrestres Brasil-China, lançaremos dois satélites adicionais. Vamos gerar e compartilhar imagens para o uso ambiental, agrícola e meteorológico com os países do sul global”, declarou. “O presidente Xi e eu também conversamos sobre a mobilização de financiamento para projetos de infraestrutura, sustentabilidade e energia. Há poucas semanas, uma missão chinesa esteve no Brasil para examinar oportunidades de investimentos em infraestrutura no âmbito das rotas de integração sul-americana”, completou. [ad_2] Source link

Feibanana 2025 deve movimentar mais de R$ 80 milhões em negócios

[ad_1] Começa hoje (13) e segue até quinta-feira (15) o maior evento da bananicultura do Brasil: a 13ª Feira Nacional da Bananicultura (Feibanana 2025). O encontro acontece na cidade de Pariquera-Açu (SP), na região do Vale do Ribeira. O governador em exercício do estado de São Paulo, Felicio Ramuth, e outras autoridades estarão presentes na abertura do evento. A feira tem previsão de movimentar R$ 83 milhões em negócios e reúne produtores, pesquisadores e empresários ligados ao setor. Segundo os organizadores, são esperados aproximadamente 10 mil visitantes durante os quatro dias do evento. No local, haverá exposições de veículos, maquinários, insumos e produtos agrícolas com as mais recentes tecnologias aplicadas à produção de bananas. Além disso, os visitantes poderão acompanhar palestras conduzidas por especialistas renomados da área, explorar artesanatos inspirados na cultura da banana e desfrutar de shows que celebram a diversidade e a cultura local. Os interessados podem garantir participação no evento realizando o credenciamento pelo site abavar.com.br. A Feibanana 2025 acontece no Centro de Eventos de Pariquera-Açu. [ad_2] Source link

Melhoramento genético aumenta produtividade da pecuária leiteira em Rondônia

[ad_1] A pecuária leiteira de Rondônia será um dos focos da Rondônia Rural Show 2025, que acontece de 26 a 31 de maio, em Ji-Paraná.  O Sebrae/RO levará ao evento tecnologias inovadoras para pequenos produtores, com destaque para o Sebraetec, que oferece soluções como a Fertilização In Vitro (FIV) e a Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), que aceleram o melhoramento genético do rebanho e aumentam a produtividade. Essas técnicas são essenciais para garantir rebanhos mais eficientes e saudáveis, com maior qualidade e produção de leite.  O Sebraetec oferece acompanhamento técnico e consultorias especializadas, proporcionando aos produtores acesso a tecnologias que otimizam seus processos e aumentam a competitividade no mercado. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Resultados comprovados na prática Segundo Noelber Guaitolini, analista de negócios do Sebrae, as soluções do Sebraetec já mostraram impacto positivo em várias propriedades. A implementação das tecnologias de melhoramento genético resultou em aumentos significativos na produção de leite em fazendas atendidas pelo programa. Além disso, esses métodos ajudam a padronizar o grau sanguíneo do rebanho, melhorando a uniformidade do leite e contribuindo para a rentabilidade das propriedades. “Tivemos aumentos expressivos na produção diária de leite em algumas fazendas. Alguns municípios até fecharam parcerias conosco para levar o Sebraetec de melhoramento genético a seus produtores”, destacou Guaitolini.  Tecnologia e sustentabilidade no agronegócio A Rondônia Rural Show 2025, a maior feira de agronegócios da Região Norte, é uma vitrine para inovações tecnológicas no campo.  Com o tema “Do Campo ao Futuro”, o evento deste ano reforça a importância de soluções sustentáveis para aumentar a produtividade da agropecuária. Além disso, o Sebrae/RO, parceiro estratégico da feira, continuará a apoiar os produtores rurais por meio de programas como o Sebraetec, que apresenta tecnologias acessíveis e eficientes.  A aplicação dessas soluções vai além do aumento da produção de leite, garantindo que o setor seja mais competitivo e sustentável. Guaitolini convida os produtores a conhecerem as tecnologias no estande do Sebrae/RO durante o evento, ressaltando que os resultados são concretos e podem ser aplicados em propriedades de diferentes portes. [ad_2] Source link

Brasil ganha zoneamento climático do abacaxi para todos os municípios

[ad_1] O cultivo de abacaxi em território brasileiro acaba de ganhar um reforço importante: o primeiro Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) da cultura com abrangência nacional. A nova ferramenta, publicada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em 13 de fevereiro, orienta produtores de todos os municípios do país sobre as melhores condições de plantio, com base em dados científicos e históricos. Desenvolvido pela Embrapa, o novo Zarc atualiza e amplia a versão anterior, de 2012, e traz melhorias que prometem aumentar a produtividade e diminuir riscos, especialmente em regiões vulneráveis, como o Semiárido. Classificação em níveis de risco A nova versão traz três atualizações importantes. Uma delas é a classificação em três níveis de risco (20%, 30% e 40%) associados às fases de desenvolvimento de frutos, desde a floração, passando pela frutificação, até a colheita, sendo 40% o risco máximo aceitável para o cultivo. Com isso, são gerados calendários de plantio que indicam quando e onde a cultura pode ser mais produtiva e ter mais sucesso. O engenheiro-agrônomo Mauricio Coelho, pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura (BA), responsável técnico e coordenador do Zarc Abacaxi, ressalta que os riscos são importantes em diferentes períodos de desenvolvimento da cultura. Por isso, resolve-se utilizar critérios para quatro fases de crescimento: Fase 1: implantação e o desenvolvimento inicial da planta; Fase 2: crescimento vegetativo; Fase 3: indução floral e início de frutificação; e Fase 4: desenvolvimento do fruto até a colheita Outra novidade é a categorização das classes de água disponível do solo, variando de 1 a 6, e não mais de 1 a 3. “A variação de 34 a 184 milímetros por metro de profundidade, dependendo da textura do solo, representa melhor os tipos de solos existentes no Brasil. Essas classes de solo têm a ver com o armazenamento de água, essa capacidade afeta muito o risco climático”, ressalta o cientista. Segundo ele, quanto menor for essa ‘caixa d’água’, mais acentuado vai ser o risco, a depender do solo. “Se houver tendência de acúmulo prolongado de água no solo, também será um dos problemas da cultura justamente o excesso de água. Áreas com encharcamento não são recomendadas para o cultivo do abacaxi”, esclarece Coelho. Em relação à temperatura do ar, locais com probabilidades de geadas frequentes e plantios localizados em altitude superior a mil metros também foram considerados de risco climático elevado. Outro avanço importante da nova versão é que, pela primeira vez, o sistema considera as exigências das principais variedades plantadas no Brasil, que foram divididas em dois grupos: ‘Pérola’, ‘Turiaçu’ e ‘Smooth Cayenne’ (grupo 1, mais rústico) ‘BRS Imperial’ (grupo 2, mais sensível aos estresses ambientais e que requer um cuidado maior no cultivo). A portaria do Zarc Abacaxi obriga que, no estabelecimento de novas áreas com novas variedades devem ser utilizadas mudas produzidas em viveiros credenciados em conformidade com a Legislação Brasileira sobre Sementes e Mudas (Lei nº 10.711, de 5 de agosto de 2003, e Decreto nº5.153, de 23 de agosto de 2004). Redução de riscos na cultura do abacaxi Foto: Alessandra Vale O engenheiro-agrônomo Hugo Borges Rodrigues, coordenador-geral de risco agropecuário do Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agrisultura (Mapa), destaca que a atualização do Zarc Abacaxi é de grande relevância para a pasta, visto que integra o esforço contínuo de modernização das ferramentas de gestão de riscos agropecuários. “Sua atualização reforça o compromisso do Mapa e da Embrapa com a sustentabilidade e a resiliência da produção agrícola nacional”, afirma. “O principal benefício para o produtor que segue as orientações do Zarc é a redução do risco climático no cultivo, já que a ferramenta indica os períodos mais favoráveis ao plantio com base em critérios técnicos e científicos”, ressalta. Além disso, conforme Rodrigues, o cumprimento das recomendações do Zarc é condição para o acesso a importantes políticas públicas de gestão de riscos, como o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Atualização dos dados meteorológicos O pesquisador da Embrapa Agricultura Digital (SP) e coordenador da Rede Zarc Embrapa, Eduardo Monteiro, destaca as mudanças no novo zoneamento, em especial as ligadas à base de dados meteorológicos. “Agora são considerados os dados meteorológicos atualizados até 2022, incluindo, portanto, dados bem mais recentes em relação ao zoneamento antigo”, salienta. A base de dados meteorológicos é composta por séries históricas obtidas a partir das redes de estações terrestres, meteorológicas e pluviométricas convencionais e automáticas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O pesquisador Domingo Haroldo Reinhardt, que coordena as pesquisas com abacaxi na região de Itaberaba – principal produtor de abacaxi do estado da Bahia – e faz parte da equipe técnica do Zarc, ratifica as melhorias da ferramenta: “A metodologia foi bastante aprimorada, principalmente quanto aos níveis de capacidade de armazenamento de água, ainda mais para a região semiárida, como é o caso de Itaberaba, onde existem variações grandes dentro do mesmo município. Sem dúvida, o produtor novo deve recorrer ao Zarc, assim como aquele produtor que quer investir em novas áreas de plantio”. Validação dos produtores Pela primeira vez, o Zarc Abacaxi ganhou uma importante fase: a validação junto a produtores, técnicos e representantes da cadeia produtiva. Duas reuniões foram realizadas via internet com participantes das regiões Norte e Nordeste e da região Centro-Sul, respectivamente. “Nós trabalhamos em um modelo que vai ser aplicado em todo o país, por isso, ele tem que representar bem as condições do desenvolvimento e dos riscos climáticos em todas as regiões. Precisávamos do feedback dos polos de produção para tentar corrigir alguma falha, se houvesse, antes da publicação das portarias”, explica Coelho.Para Fernando Barreto de Melo, engenheiro-agrônomo e gerente-executivo daCentral de Suporte Técnico do Banco do Nordeste, que esteve presente àreunião de validação, o Zarc possui papel muito significativo nodesenvolvimento da região. “Ser produtor rural no Semiárido nordestino requer,além de paixão, muita resiliência, conhecimento técnico e capacidadeadministrativa, pois os desafios para produzir, principalmente na agricultura desequeiro, em uma região com histórico de precipitação pluviométrica

Frio em metade do país, chuva e calor em outra parte; confira a previsão

[ad_1] A terça-feira inicia com tempo frio no Sul e em parte do Sudeste, além de pancadas de chuva isoladas, mas fortes, em parte do país. Confira e comece o dia bem preparado: Sul Predomínio de sol e sem chuva em todo o Rio Grande do Sul, grande parte de Santa Catarina e do Paraná. No litoral catarinense e paranaense a infiltração marítima favorece condições para chuva moderada; não se descarta algumas pancadas mais isoladas por áreas do norte do Paraná. A massa de ar frio de origem polar começa a perder força, mas o dia ainda amanhece com temperaturas baixas, especialmente na campanha gaúcha e na serra do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, mas sem chance para geada. Sudeste O transporte de umidade do oceano em direção ao continente favorece para chuva na faixa litorânea de São Paulo, do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Entre o norte paulista e o Triângulo mineiro podem ocorrer algumas pancadas de chuva isoladas, mas moderadas, devido à circulação de ventos em médios e altos níveis da atmosfera. A massa de ar frio ainda influencia parte da Região Sudeste, e o amanhecer deve contar com temperaturas mais baixas na faixa leste de São Paulo, no Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais. Centro-Oeste Pancadas de chuva isoladas no período da tarde estão previstas para o norte e nordeste do Mato Grosso do Sul, sul de Goiás, além de leste, centro e noroeste de Mato Grosso. Nas demais regiões o sol vai predominar no decorrer do dia. O calor vai seguir prevalecendo na Região, especialmente em território mato-grossense. Nordeste A circulação de ventos do oceano em direção ao continente vai favorecer a chuva no leste do Nordeste, especialmente no leste da Bahia, de Sergipe, Alagoas e litoral de Pernambuco. Na costa norte, pancadas com trovoadas no Ceará, extremo norte do Piauí e centro-norte do Maranhão, cenário influenciado pela Zona de Congergência Intertropical (ZCIT). O interior da Região terá um dia de sol e calor. Norte A ZCIT aumenta a condição de chuva forte e temporais pelo Amapá, norte do Pará, Amazonas e, principalmente, por Roraima, onde os volumes previstos são mais expressivos. Por outro lado, no Tocantins o sol aparece entre poucas nuvens, enquanto no Acre e em Rondônia o dia será mais nublado e sem chuva. [ad_2] Source link

Brasil busca ampliar espaço no mercado chinês

[ad_1] Em meio à crescente tensão comercial entre Estados Unidos e China, o Brasil se movimenta para fortalecer suas parcerias estratégicas e ampliar sua presença no mercado asiático. Durante visita oficial a Pequim, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera uma comitiva composta por 11 ministros, dois governadores e mais de 200 empresários, com foco claro na expansão das exportações, especialmente do setor agropecuário. Dos 20 setores da economia brasileira representados no Fórum Brasil-China, 13 são do agronegócio — evidência da importância estratégica da pauta agrícola nas negociações bilaterais. O encontro é organizado em parceria com a ApexBrasil, que anunciou a expectativa de 27 bilhões de dólares em novos investimentos chineses no Brasil, reforçando a intenção de estreitar os laços comerciais entre os dois países. Durante seu discurso de abertura no fórum, o presidente Lula destacou que a China já é o principal investidor asiático no Brasil, com um estoque de investimento direto que ultrapassa os 54 bilhões de dólares. Ele também citou o programa Nova Indústria Brasil como plataforma para fomentar novas parcerias entre empresas chinesas e brasileiras, prometendo segurança jurídica, fiscal, econômica e social aos investidores estrangeiros. Os números reforçam a relevância da parceria: em 2003, o fluxo comercial entre Brasil e China era de 6 bilhões de dólares; em 2023, esse valor saltou para 160 bilhões. Atualmente, 25% das importações agrícolas da China têm origem no Brasil, o que coloca o país como fornecedor-chave de produtos como soja, carne bovina e celulose. Com a recente aprovação da reforma tributária e os sinais de estabilidade institucional, o governo aposta que o momento é propício para consolidar a presença brasileira no mercado chinês — e, assim, reduzir a dependência de mercados mais instáveis, como o norte-americano, sobretudo diante de novos tarifários impostos pelos EUA. [ad_2] Source link

Nova frente fria levará até 120 mm de chuva para três estados nesta semana

[ad_1] Uma nova frente fria avança pelo litoral do Nordeste nesta terça-feira (13) e deve manter as condições de chuva em grande parte da faixa litorânea da Bahia, do Sergipe e de Alagoas, com previsão de chuva de até 120 mm na faixa laranja escuro do mapa abaixo até o próximo sábado (17) . De acordo com a Climatempo, este é o segundo sistema frontal a alcançar a região em maio e promete manter o tempo instável ao longo dos próximos dias, especialmente sobre o litoral baiano, onde a situação já é crítica devido aos elevados volumes registrados no início do mês. Salvador em alerta A capital baiana já enfrentou chuvas extremas com a primeira frente fria de maio. Segundo a Defesa Civil de Salvador (Codesal), em apenas seis dias, diversos bairros registraram acumulados de chuva muito acima da média: Barro Duro (Fundac): 392,6 mm Ilha de Bom Jesus dos Passos: 326,6 mm Periperi: 297,4 mm Nova Constituinte: 268,8 mm Outros bairros também sofreram com altos volumes, como o Mirante de Periperi, com 267,6 mm, e Águas Claras, com 267,4 mm. Com esses números, Salvador ultrapassou a média histórica de precipitação para todo o mês de maio em menos de uma semana. Chuva forte continua Acumulado de chuva previsto entre 13 e 17 de maio de 2025. Foto: Climatempo Com a chegada da nova frente fria, a tendência é de chuva contínua até o final da semana, especialmente sobre o litoral da Bahia, com impactos também em Aracaju e Maceió. Segundo o mapa de chuva acumulada prevista (acima), áreas em laranja e laranja escuro indicam acumulados entre 80 mm e 120 mm, principalmente entre o litoral sul da Bahia e o litoral de Alagoas. Previsão do tempo para as capitais Salvador (BA): Terça-feira (13): mínima de 23 °C e máxima de 29 °C — 25 mm de chuva ao longo do dia Quarta-feira (14): temperaturas entre 23 °C e 30 °C — chuva perde intensidade, mas ainda há previsão de 12 mm Quinta-feira (15): máxima mais baixa de 25 °C, mínima 23 °C — chuva volta a ganhar força, com 20 mm previstos Sexta-feira (16): dia chuvoso, com previsão de 30 mm de acumulado — mínima de 24°C e máxima de 25 °C Sábado (17): volumes diminuem, mas ainda há previsão de 18 mm de chuva —temperaturas entre 23°C e 27°C Aracaju (SE) Terça-feira (13): mínima de 23 °C e máxima de 27°C — chuva fraca de 3 mm Quarta-feira (14): temperatura sobe para 28°C — chuva continua leve, com 4 mm Quinta-feira (15): mínima de 23°C e máxima de 27°C — previsão de 8 mm Sexta-feira (16): o acumulado aumenta significativamente, com previsão de 27 mm — temperaturas variam entre 24°C e 27°C Sábado (17): a chuva se intensifica, com 31 mm previstos — mais um dia abafado, entre 24°C e 26°C Maceió (AL): Terça-feira (13): sol e algumas pancadas de chuva, com acumulado de 4 mm — temperaturas entre 23°C e 29°C Quarta-feira (14): mínima segue em 23°C e a máxima em 29°C — chuva leve de 1 mm Quinta-feira (15): sem acumulados significativos, com o dia abafado — mínima de 23°C e máxima de 29°C Sexta-feira (16): a chuva retorna, com previsão de 9 mm — temperatura sobe para 30°C à tarde Sábado (17): dia mais chuvoso da semana, com 39 mm previstos — temperaturas entre 24°C e 30°C. [ad_2] Source link

Balança comercial do agro paulista tem queda de 15,3%

[ad_1] De janeiro a abril deste ano, as exportações do agro paulista diminuíram e as importações aumentaram em comparação com o mesmo período de 2024. Assim, os embarques tiveram queda de 11,6%, totalizando US$ 8,70 bilhões, enquanto as compras de produtos cresceram 6,5%, somando US$ 1,98 bilhão. Como consequência, o saldo da balança comercial do setor foi de US$ 6,72 bilhões, valor 15,3% inferior ao registrado nos quatro primeiros meses do ano anterior. Mesmo diante da queda, o secretário de Agricultura e Abastecimento do estado, Guilherme Piai, comemorou o que chama de superávit expressivo que mostra a “força e resiliência do setor, que encontrou na alta das exportações de café, carnes e suco de laranja um equilíbrio importante.” As exportações do agronegócio paulista representaram 40,7% do total exportado pelo estado de São Paulo no período analisado, enquanto as importações do setor corresponderam a 6,9% do total estadual. Em comparação com o mesmo período de 2024, observou-se uma retração de 3,4 pontos percentuais na participação das exportações e de 0,9 ponto percentual nas importações. De acordo com análise conduzida pelo coordenador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), Carlos Nabil Ghobril, e pesquisadores vinculados à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado, vale observar o movimento de ampliação de compras do agro paulista pela China e Estados Unidos. A China registrou aumento de 7% no volume do grupo soja e 1% do grupo de carnes, enquanto os Estados Unidos elevaram as aquisições do grupo carnes em 93%, do grupo produtos florestais em 59% e do grupo cafés em 9%. Exportações do agronegócio paulista Os cinco principais grupos de produtos exportados foram: Complexo sucroalcooleiro: 24,6% do total exportado pelo agro paulista, US$ 2,136 bilhões, sendo que o açúcar representou 88,7% e o etanol, 11,3%. Setor de carnes: equivalente a 14% das vendas externas do setor, totalizando US$ 1,213 bilhão, com a carne bovina respondendo por 82,5%. Grupo de sucos: responde por 12,1% de participação, somando US$ 1,054 bilhão, dos quais 98,2% correspondem ao suco de laranja. Produtos florestais: representam 11,1% do volume exportado, com US$ 962,48 milhões, com celulose representando 52,3% e papel 37,9%. Complexo soja: participa com 10,9% do total exportado, registrando US$ 947,36 milhões, sendo 83,7% soja em grãos. De acordo com a Secretaria, esses cinco grupos representaram, em conjunto, 72,7% das exportações do agronegócio paulista. O café aparece na sexta posição, com 7,5% de participação, com US$ 653,58 milhões, sendo 73,8% café verde e 22,9% de café solúvel. Segundo a pasta, no período observado, as variações de valores apontaram aumentos das vendas para os grupos de café (+63,7%), sucos (+35,0%) e carnes (+23,1%), e queda acentuada nos grupos de complexo sucroalcooleiro (-46,2%), complexo soja (-4,5%) e produtos florestais (-3,6%). Principais destinos A China representa 20,3% de participação entre os principais destinos dos produtos agropecuários brasileiros, adquirindo, principalmente, produtos do complexo soja (37%), carnes (26%) e florestais (19%). Em seguida, aparecem: União Europeia: 15,6% de participação, sendo os principais itens sucos (34%), café (19%) e demais produtos de origem vegetal (11,8%); Estados Unidos: somam 15,3% de participação, comprando sucos (37%), carnes (15%) e café (10,4%). No cenário nacional, as exportações do agronegócio paulista lideraram o ranking entre os estados, correspondendo a 16,5% do total exportado pelo setor no Brasil no primeiro quadrimestre de 2025, seguidas por Mato Grosso (16,3%) e Minas Gerais (12,2%). Desempenho do agro brasileiro O agronegócio brasileiro obteve exportações de US$ 52,74 bilhões entre janeiro e abril deste ano, o que representa um crescimento de 1,4% em relação ao ano anterior. As importações totalizaram US$ 6,87 bilhões, com aumento de 8,0%. O saldo da balança comercial do setor fechou em superávit de US$ 45,87 bilhões, variação positiva de 0,5%. Com esses resultados, o saldo da balança comercial do setor alcançou superávit de US$ 45,87 bilhões, em relação ao primeiro quadrimestre de 2024. [ad_2] Source link

Fávaro leva à China pleito por sincronismo na liberação de biotecnologia

[ad_1] O governo do Brasil leva à reunião com a China um dos principais pleitos do agronegócio nacional: o alinhamento entre os dois países no processo de aprovação de biotecnologias. A proposta será apresentada como uma forma de agilizar a adoção de tecnologias já aprovadas pela ciência brasileira, mas que seguem fora do campo devido à ausência de autorização no mercado chinês. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, lembra que o Brasil é referência mundial na aprovação de biotecnologias com base científica, por meio da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Apesar dos avanços no país, muitas tecnologias desenvolvidas localmente ou aprovadas para utilização no país ainda não chegam ao campo porque aguardam liberação por parte de mercados compradores, como a China. “A tecnologia é descoberta, aprovada pela ciência brasileira, mas fica na prateleira esperando a autorização do país comprador. Isso atrasa a adoção de inovações que poderiam tornar a agropecuária ainda mais eficiente, produtiva e competitiva”, afirmou Fávaro. O ministro destacou que o sincronismo regulatório também é benéfico para o Brasil como comprador. Segundo ele, a China, que adquiriu uma grande empresa internacional do setor, está desenvolvendo soluções avançadas, como a edição gênica, que promete revolucionar o campo. “Queremos ter acesso a essas tecnologias também, desde que aprovadas com base na ciência”, disse. [ad_2] Source link

Brasil aumenta exportação de ovos em 271% e diversifica mercados

[ad_1] As exportações brasileiras de ovos (considerando produtos in natura e processados) totalizaram 4,3 mil toneladas em abril, volume 271% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 1,17 mil toneladas. Os dados foram informados nesta segunda-feira (12) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em receita, os embarques geraram US$ 10,57 milhões, resultado 252,9% maior que o obtido no quarto mês de 2024, quando as vendas ao exterior totalizaram US$ 2,99 milhões. Com o desempenho do mês, o acumulado do quadrimestre de 2025 alcança 13 mil toneladas, alta de 133,8% em relação ao mesmo período do ano passado, com 5,5 mil toneladas. A receita no período chegou a US$ 28,3 milhões, alta de 152,6%, em relação ao mesmo período de 2024, com US$ 11,2 milhões. “O mês de abril mantém o ritmo positivo das exportações de ovos, com presença crescente do produto brasileiro em mercados de alto valor e rigor sanitário. A ampliação das vendas para os Estados Unidos e o Japão, por exemplo, reforça a confiança internacional na qualidade e na segurança da nossa produção”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin. Principais destinos do ovo brasileiro Entre os principais destinos do ovo brasileiro em abril, destacam-se em quantidade e em receita: Estados Unidos: 2,8 mil toneladas — US$ 6,3 milhões Japão: 371 toneladas (+298,9%) — US$ 777 mil (+299,7%) México: 242 toneladas — retomando posição entre os principais compradores; Chile: 638 toneladas (-11,7%) — US$ 1,58 milhão (-8,4%); Uruguai: 83 toneladas (+18,6%) — US$ 406 mil (+61,6%); União Europeia: 22 toneladas (+64%) — US$ 30 mil (-21,6%); Libéria: 15 toneladas (+36,7%) — US$ 40 mil (+51,9%); Ilhas Marshall e Aruba também integraram a lista de destinos do mês, mas os números de volume e receita não foram divulgados. “Estamos observando uma recomposição estratégica da pauta exportadora. Os embarques estão mais diversificados e com presença em mercados que demandam produtos com alto padrão de qualidade, abrindo caminho para a consolidação de fluxos duradouros”, analisa Santin. [ad_2] Source link