Plantio da safra de soja 2024/25 atinge 91% da área, diz AgRural

Foto: Divulgação/Emater-RS A área plantada com soja na safra 2024/25 estava em 91% da área estimada no Brasil até quinta-feira passada (28), de acordo com levantamento da AgRural Há uma semana, o índice era de 86% e em mesmo período do ano passado, o progresso de semeadura nas lavouras dedicadas à cultura era apontado em 85%. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “Embora os 91% plantados no país sejam o percentual mais alto para esta época do ano desde 2018, o plantio perdeu um pouco do fôlego no Rio Grande do Sul em virtude da falta de chuva”, destacou a AgRural. Por outro lado, em pontos do leste de Mato Grosso e do Triângulo Mineiro, o excesso de umidade tornou os trabalhos mais lentos. “Porém, de um modo geral, o plantio caminha sem maiores problemas nos estados que ainda têm máquinas em campo e as lavouras têm ótimo potencial produtivo na maior parte do Brasil”, ressaltou. No Paraná, chuvas muito bem-vindas levaram alívio aos produtores do oeste e do norte a partir do último dia 8. Assim, a expectativa é de recuperação das áreas que vinham sofrendo com a irregularidade das precipitações, já que há mais chuva nas previsões. Entretanto, o problema persiste no sul de Mato Grosso do Sul, onde um padrão mais seco e quente ainda predomina. Milho verão A área estimada para a safra 2024/25 de milho verão (primeira safra) estava 94% plantada no Centro-Sul do Brasil até quinta passada, em comparação com 93% uma semana antes e 91% no mesmo período do ano passado, de acordo com dados da AgRural. De modo geral, as condições das lavouras são favoráveis, mas até a semana passada havia preocupação em áreas mais adiantadas do Rio Grande do Sul por causa da falta de chuva. “É importante que os volumes previstos para esta semana se confirmem para que o estado não passe a registrar perdas mais significativas de produtividade”, concluiu. O post Plantio da safra de soja 2024/25 atinge 91% da área, diz AgRural apareceu primeiro em Canal Rural.

Pendências de acordo Mercosul-UE foram submetidas a líderes dos blocos, diz Itamaraty

Foto: Camex O secretário de Assuntos Econômicos do Ministério das Relações Exteriores, Maurício Lyrio, disse nesta segunda-feira (2) que as pendências do acordo entre Mercosul e União Europeia foram submetidas aos líderes dos dois blocos depois de mais uma rodada de negociações em Brasília. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Ele disse que há expectativa de concluir as negociações até o fim do ano, como já havia afirmado publicamente o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. A declaração foi dada em conversa com jornalistas para explicar a viagem do presidente para a Cúpula do Mercosul, no Uruguai. O evento será na quinta (5) e na sexta-feira (6), em Montevidéu. “A rodada de negociações de novembro terminou na semana passada com avanços importantes e as questões pendentes foram submetidas aos líderes”, disse Lyrio. “O próprio presidente Lula já fez referência de que tem a expectativa de que tenhamos a conclusão das negociações até o final do ano”, disse ele. O diplomata afirmou que entre o fim das negociações e assinatura há um caminho longo. “A assinatura é só depois da tradução. Isso não é o que está em jogo. Todo acordo que a UE negocia com seus parceiros, após a conclusão das negociações há um grande processo de tradução, são 23 línguas”, declarou. Os líderes do Mercosul também devem discutir termos de acordos de comércio com o Efta (bloco de países europeus que não estão na União Europeia) e com os Emirados Árabes. Nesses dois casos, a expectativa seria concluir as conversas no ano que vem. A secretária de América Latina e Caribe do Ministério das Relações Exteriores, Gisela Padovan, disse a jornalistas que o presidente Lula poderá ter reuniões bilaterais com os presidentes da Bolívia (Luis Arce) e do Panamá (José Raul Mulino) em sua visita ao Uruguai para a Cúpula do Mercosul. O post Pendências de acordo Mercosul-UE foram submetidas a líderes dos blocos, diz Itamaraty apareceu primeiro em Canal Rural.

De Sul a Leste de Mato Grosso: os desafios dos produtores da soja

Foto: Aprosoja MT/Clima e Mercado A terceira temporada da série Mato Grosso Clima e Mercado continua sua jornada pelas áreas produtivas de soja do estado. Na segunda semana, a equipe da Aprosoja-MT percorreu mais de 2 mil km nas regiões sul e leste, com o compromisso de ouvir produtores do grão de cidades e propriedades rurais. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Dificuldades na lavoura de soja Em diversas regiões do estado, o atraso das chuvas foi um fator que adiou o plantio. Em algumas áreas, produtores optaram por deixar talhões sem semear ou adiaram a semeadura para a próxima safra. O plantio acelerado para recuperar o tempo perdido também gerou dificuldades, especialmente no que se refere à cultura do milho safrinha, que será plantado mais tarde e corre o risco de ter sua produtividade reduzida. A seca severa, que atingiu algumas regiões por vários meses, causou danos às lavouras, com prejuízos também nas pastagens. O período de estiagem comprometeu o desenvolvimento das plantas e gerou preocupações sobre a capacidade de recuperação das culturas, principalmente nas áreas de milho. Além disso, os atrasos no plantio aumentaram os custos operacionais, já que muitas atividades precisaram ser realizadas em um período mais curto de tempo, o que gerou uma pressão sobre os recursos financeiros dos produtores. Em várias propriedades, o custo elevado da soja e o replantio de áreas afetadas pela seca agravaram a situação. Logística Outro fator relevante é a logística, que já é um problema constante em Mato Grosso, mas que deve se agravar ainda mais em 2025. O plantio tardio e a proximidade das colheitas podem causar congestionamentos nos armazéns, o que afeta a comercialização e o transporte da produção. A competição por espaço nos armazéns e o tempo reduzido para a colheita serão pontos críticos. Atenção aos produtores A série Mato Grosso Clima e Mercado continuará a percorrer o estado a partir do dia 9 de dezembro, com foco nas regiões leste e oeste, para entender melhor as realidades enfrentadas pelos produtores mato-grossenses e como se adaptam aos desafios impostos pela natureza e pelos custos elevados. O post De Sul a Leste de Mato Grosso: os desafios dos produtores da soja apareceu primeiro em Canal Rural.

Vem aí o carro voador brasileiro: Embraer já recebeu R$ 700 mi para projeto

Foto: Eve Air Mobility/divulgação O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 200 milhões para a Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, dar continuidade ao desenvolvimento de protótipos do veículo eVTOL, conhecido como “carro voador”. O recurso, proveniente do Fundo Clima, será destinado à fabricação do modelo comercial e à transição da fase de protótipos para a certificação e produção. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A Eve já havia recebido, em outubro, R$ 500 milhões do BNDES para a construção de sua unidade de produção em Taubaté (SP), com recursos do programa BNDES Mais Inovação. O investimento incluiu também a campanha de testes para a certificação da aeronave pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O que é o carro voador A sigla eVTol significa, em inglês, veículo elétrico de pouso e decolagem vertical, combinando vantagens de aviões elétricos e de helicópteros. O carro voador deve ser utilizado prioritarimente em voos urbanos e turísticos, daí ser chamado de “carro”, oferecendo mais conforto e menor nível de ruído que aeronaves usadas com essa finalidade atualmente. Conforme a Eve, o carro voador utiliza uma configuração de decolagem e cruzeiro com rotores dedicados para o voo vertical e asas fixas para voar em cruzeiro. O conceito mais recente da empresa inclui um propulsor elétrico duplo, o que garantiria alto desempenho e segurança. A empresa ainda afirma que o veículo tem baixo custo operacional, menos peças, estruturas e sistemas otimizados, tudo isso com baixo ruído operacional. Para Johann Bordais, CEO da Eve, o financiamento é estratégico para o avanço do projeto. “Esse apoio fortalece nossa posição financeira e permite atingir marcos fundamentais, como a certificação e a comercialização do eVTOL”, afirmou. Eduardo Couto, CFO da empresa, destacou que o investimento representa um voto de confiança no projeto e fortalece a liderança da Eve no mercado global de mobilidade aérea urbana. Carro voador tem indústria ‘verde’ A fábrica em Taubaté se tornou um símbolo de inovação e desenvolvimento regional. Segundo Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, o projeto contribui para a geração de empregos qualificados e posiciona o Brasil no mercado de tecnologia disruptiva e sustentável. “Estamos investindo em uma indústria verde e fortalecendo a posição do país na transição energética”, destacou. No total, o BNDES já destinou R$ 700 milhões para o projeto em 2024. O eVTOL da Eve também é considerado um marco para a descarbonização. A Anac recentemente publicou os critérios finais de aeronavegabilidade, permitindo que a empresa avance na certificação do veículo. Esse é considerado um passo essencial para a comercialização do carro voador e segue alinhado às diretrizes da Política Nacional sobre Mudança do Clima. Fundo Clima e política industrial brasileira O financiamento faz parte do Fundo Clima, gerido pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. A iniciativa apoia projetos que promovem a redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) e a adaptação às mudanças climáticas. José Luís Gordon, diretor do BNDES, afirma que o projeto da Eve se enquadra na modalidade indústria verde, com foco em eficiência e qualidade de vida. “É um projeto inovador que reflete a nova política industrial do governo federal, fomentando o desenvolvimento tecnológico e sustentável”, afirmou. O eVTOL promete transformar o transporte urbano e consolidar o Brasil como um dos principais players no mercado de mobilidade aérea, aliando inovação, sustentabilidade e geração de valor econômico. O post Vem aí o carro voador brasileiro: Embraer já recebeu R$ 700 mi para projeto apareceu primeiro em Canal Rural.

Como está o plantio da soja no Tocantins? Expedição Soja Brasil visita o estado

Foto: Programa Soja Brasil/Ep 26 A Expedição Soja Brasil segue pelo país e, desta vez, a equipe conheceu de perto o cenário da produção de soja no estado do Tocantins. Segundo previsões do governo estadual, a produção de soja no estado deve crescer 10% na safra 2024/25, o que reflete o grande potencial agrícola da região que, em pouco mais de três décadas, se consolidou como um dos principais polos produtores de grãos do Brasil. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Porto Nacional e a produção da soja Porto Nacional, no sudeste do Tocantins, destaca-se como o maior polo produtor de soja do estado, com a extensão de 170 mil hectares do grão. O aumento no cultivo de soja é impulsionado pela recuperação de áreas de pastagens degradadas, que se transformam em terrenos adequados para o cultivo de grãos. Na visita à região, há a crescente adoção do modelo de integração lavoura-pecuária. Esse modelo permite conciliar a produção de soja com a criação de gado, melhorando a sustentabilidade do solo e aumentando a produtividade. O impulso à produção do grão no Tocantins A infraestrutura logística foi outro fator importante para o crescimento da soja no Tocantins. Com a conclusão da Ferrovia Norte-Sul em 2018, o escoamento da produção deixou de ser um desafio. A ferrovia tornou o transporte de grãos mais rápido e eficiente, permitindo que os produtores obtenham melhores preços no mercado. A proximidade de Porto Nacional com o terminal de grãos VLI, a apenas 50 km de distância, facilita ainda mais o escoamento da soja. O transporte para o Porto de Itaqui, em São Luís (MA), proporciona aos produtores de Porto Nacional um dos melhores preços do estado. O clima no Tocantins O clima do Tocantins tem favorecido a produção de soja. A janela de plantio é uma das mais vantajosas do Brasil, com possibilidade de semeadura até 25 de fevereiro e chuvas regulares até março. Esse clima favorável contribui para o bom desenvolvimento da cultura, permitindo ao estado se destacar na produção de soja. A soja tem se expandido principalmente em áreas de pastagens degradadas, que estão sendo recuperadas e convertidas para a agricultura, impulsionando tanto a produção quanto a sustentabilidade do setor. Os produtores têm investido em técnicas como o uso de capim para integrar com a pecuária, mantendo o solo úmido e saudável para o cultivo de soja e gerando uma segunda safra. Expectativas Com o aumento da área plantada e a continuidade das boas práticas agrícolas, a expectativa é que o Tocantins colha 5 milhões de toneladas de soja na safra 2024/25. O uso de técnicas inovadoras de manejo, como a produção de palha para manter a umidade do solo e a recuperação de pastagens, têm sido decisivas para alcançar esse aumento de produção. O post Como está o plantio da soja no Tocantins? Expedição Soja Brasil visita o estado apareceu primeiro em Canal Rural.

Produção e produtividade da soja do RS devem crescer, diz Emater

Foto: Mauro Osaki/Cepea A produção de soja no Rio Grande do Sul na atual safra 2024/25 pode alcançar 21,6 milhões de toneladas, o que corresponde a um aumento de 18,59% em comparação com o ciclo anterior 2023/24, segundo levantamento da Emater-RS. A estimativa foi apresentada no sábado (30), durante a Fenasoja, em Santa Rosa. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O diretor técnico da Emater-RS, Claudinei Baldissera, salientou que a oleaginosa deve ocupar 6.811.344 hectares no estado, com aumento de 1,54% em relação à safra anterior. A produtividade esperada é 13,17% superior à obtida no ano passado, podendo atingir 3.179 kg/ha. Segundo a Emater, as lavouras semeadas no fim de outubro e início de novembro apresentam boa germinação e estande adequado. Aquelas plantadas a partir da segunda quinzena de novembro, com períodos de poucas chuvas, apresentaram algumas falhas de germinação, mas sem comprometer o estande da lavoura. Na região de abrangência do Escritório Regional da Emater-RS/Ascar de Santa Rosa, a área de produção de soja na safra 2024/25 deve ser de 779.119 hectares, com produtividade esperada de 3.132 kg/ha e produção de 2.440.201 toneladas da oleaginosa. Até o momento, já foi concluída a operação de plantio em 58% da área projetada para a região de Santa Rosa, com evolução de 13% da área plantada se comparada com a semana anterior. O porcentual está abaixo da média do estado, que está em 65%. O post Produção e produtividade da soja do RS devem crescer, diz Emater apareceu primeiro em Canal Rural.

África do Sul nega plano de Brics de substituir dólar como moeda de referência

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil Porta-voz do Ministério das Relações Internacionais e Cooperação da África do Sul, Chrispin Phiri afirmou que “relatos errôneos” levaram à narrativa incorreta de que o Brics estaria planejando criar uma nova moeda de referência, deixando o dólar, mas que “este não é o caso”. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Em publicação feita no X, antigo Twitter, ele afirma que as discussões do grupo foram de realizar o comércio entre países-membros usando as próprias moedas nacionais. Em entrevista, o ministro das Finanças, Enoch Godongwana, disse que não há documentos do Brics que fale sobre uma nova moeda de referência. “Se eu estou negociando com chineses, não existe razões para que eles não aceitem o rand. O que queremos é utilizar as nossas próprias moedas enquanto estamos fazendo comércio entre nós”, afirmou. As falas acontecem após o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar tarifar o Brics em 100%, caso decidam substituir o dólar como moeda de referência. Em postagem realizada na Truth Social, o republicano disse que “exige compromisso” dos países do grupo, caso contrário deverão “dizer adeus à venda para a maravilhosa economia dos EUA”. O post África do Sul nega plano de Brics de substituir dólar como moeda de referência apareceu primeiro em Canal Rural.

Milho: queda nas cotações futuras reforçam pressão no preço

Foto: Tony Oliveira/CNA Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que os preços do milho seguiram enfraquecidos na última semana. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Além da retração de consumidores, atentos aos impactos do clima no setor, pesquisadores do Cepea afirmam que as quedas nas cotações futuras e externas reforçam a pressão sobre os valores domésticos. As condições climáticas favoráveis resultaram em um avanço nas semeaduras de milho e de soja da safra verão, minimizando – ou até mesmo descartando – os temores de agentes de que o cultivo da segunda safra poderia ser realizado em 2025 em período fora da janela ideal. Além disso, as chuvas vêm beneficiando o desenvolvimento da safra de verão que já está cultivada. O indicado de milho Esalq/B3 registrou valor de R$ 72,77 para a saca de milho, com referência na região de Campinas (SP), na última sexta-feira (29), o que representa uma variação negativa de 0,23% dentro do mês. O post Milho: queda nas cotações futuras reforçam pressão no preço apareceu primeiro em Canal Rural.

Soja: dólar em alta sustenta preços no mercado interno

Foto: R.R. Rufino/Embrapa Pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que, na última semana, os preços da soja foram sustentados em um ambiente de valorização do dólar. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Isso teria ocorrido porque produtores domésticos ficaram mais otimistas em relação às vendas do grão em 2025, mesmo diante da possível safra recorde no país, de acordo com os pesquisadores do centro de estudos. Em novembro (até o dia 28), o Indicador Cepea/Esalq – Paraná registrava média de R$ 140,46 por saca de 60 kg, a maior deste ano, em termos reais (IGP-DI de outubro). Segundo o Cepea, o dólar norte-americano em torno dos R$ 6 tende a encarecer os insumos importados, como os fertilizantes, e, consequentemente, elevar os custos de produção da soja, especialmente das lavouras de segunda safra. Por outro lado, o câmbio alto favorece a receita obtida em reais por produtos exportados e eleva a paridade de exportação, ainda conforme o Centro de Pesquisas. O post Soja: dólar em alta sustenta preços no mercado interno apareceu primeiro em Canal Rural.

Mercado eleva previsão de PIB e inflação, mantendo expectativa para Selic

Foto: Agência Brasil As instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus elevaram de 3,17% para 3,22% a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024. A projeção para 2025 ficou estável em 1,95%. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O BC estima que a economia brasileira crescerá 3,2% em 2024, segundo a edição mais recente do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), publicada em setembro. Selic A expectativa para a taxa básica de juros (Selic) no fim de 2024 foi mantida em 11,75%. Atualmente, ela está em 11,25%, o que significa que o mercado espera um incremento de 0,5 ponto percentual (pp) até o fim do ano. Para 2025, a estimativa para a taxa Selic subiu de 12,25% para 12,63%. Há quatro semanas, a estimativa para a Selic ao fim de 2025 estava em 11,50%. Câmbio A projeção para a taxa de câmbio em 2024 ficou estável em R$ 5,70 por dólar, enquanto a estimativa para 2025 subiu de R$ 5,55 para R$ 5,60 por dólar. Há quatro semanas, a previsão para 2024 era de R$ 5,50, enquanto a previsão para 2025 estava em R$ 5,43. Inflação A pesquisa Focus indicou nesta semama a elevação de 4,63% para 4,71% a previsão para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2024. A meta para a inflação no período é de 3%. A previsão de inflação nos preços administrados – que são controlados por contrato ou pelo poder público – diminuiu de 4,67% para 4,66%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo Indice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu de 5,98% para 6,18%. Para 2025, as instituições financeiras elevaram de 4,34% para 4,40% a previsão para a nflação medida pelo IPCA. A meta para a inflação no período é de 3%. A previsão de inflação nos preços administrados em 2025 diminuiu de 4,16% para 4,13%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo IGP-M subiu de 4,08% para 4,16%. O post Mercado eleva previsão de PIB e inflação, mantendo expectativa para Selic apareceu primeiro em Canal Rural.