alta de Chicago e queda do dólar impactam preços no Brasil

[ad_1] O mercado brasileiro de soja seguiu sem grandes movimentos no dia. Chicago operou com bastante volatilidade e chegou a cair junto com o dólar, mas depois voltou. O dia foi volátil e no Brasil as cotações ficaram mistas. “Nos negócios, a comercialização foi mais lenta, as tradings estiveram um tanto fora do mercado e a demanda agora está mais devagar também”, comenta o consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira. Preços médios da saca de soja Passo Fundo (RS): ficou estável em R$ 129 Santa Rosa: se manteve em R$ 130 Porto de Rio Grande: passou de R$ 134 para R$ 134,50 Cascavel (PR): permaneceu em R$ 129 Porto de Paranaguá (PR): seguiu em R$ 134 Rondonópolis (MT): baixou de R$ 115 para R$ 114,50 Dourados (MS): subiu de R$ 119,50 para R$ 120 Rio Verde (GO): recuou de R$ 117 para R$ 116 Bolsa de Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com leve alta para o grão, perdas para o farelo e ganhos consistentes para o óleo. A sessão foi bastante volátil. O mercado iniciou o dia em baixa, pressionado por um movimento de realização de lucros, após os fortes ganhos de ontem (12). Este movimento ganhou força com o bom avanço do plantio nos Estados Unidos, em ritmo superior ao do ano passado e à média. Novidades sobre um possível aumento na demanda por óleo de soja, menor aversão ao risco com petróleo em alta e dólar em baixa – e os impacto ainda positivos do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) garantiram a recuperação. Óleo de soja norte-americano O destaque do dia foi a disparada do óleo de soja. O movimento refletiu a repercussão positiva da nova proposta legislativa apresentada por parlamentares republicanos nos Estados Unidos. O projeto prevê a extensão por quatro anos do crédito fiscal 45Z, mecanismo que incentiva a produção de biocombustíveis com base na intensidade de carbono (CI). A nova redação propõe mudanças relevantes que favorecem diretamente o uso de óleo de soja como matéria-prima para biodiesel, incluindo: maior flexibilidade nos critérios de elegibilidade para os créditos, ao excluir as emissões por uso indireto da terra do cálculo de CI – medida que tende a aumentar a atratividade do óleo de soja e de canola como fontes de biodiesel. Além disso, traz restrições à origem das matérias-primas elegíveis, limitando os créditos apenas a produtos dos EUA, Canadá e México. “Essa mudança pode reduzir a competitividade de insumos importados, como UCO (óleo usado de cozinha) da Ásia e sebo bovino da América do Sul, como Brasil e Argentina”, aponta o analista e consultor de Safras & Mercado, Gabriel Viana. Relatório USDA Foto: Pixabay O relatório do USDA indicou que a safra norte americana de soja deverá ficar em 4,340 bilhões de bushels em 2025/26, o equivalente a 118,11 milhões de toneladas. A produtividade foi indicada em 52,5 bushels por acre. O mercado esperava uma produção de 4,325 bilhões ou 117,5 milhões. Os estoques finais estão projetados em 295 milhões de bushels ou 8,03 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 351 milhões de bushels ou 9,55 milhões de toneladas. O USDA, em seu primeiro relatório da nova temporada, está trabalhando com esmagamento de 2,490 bilhões de bushels e exportações de 1,815 bilhão. O USDA projetou safra mundial de soja em 2025/26 de 426,82 milhões de toneladas. Para 2024/25, a previsão é de 420,87 milhões de toneladas. Os estoques finais para 2025/26 estão estimados em 124,33 milhões de toneladas, abaixo da previsão do mercado de 125,3 milhões de toneladas. Os estoques da temporada 2024/25 estão estimados em 123,18 milhões de toneladas, contra expectativa de 122,6 milhões de toneladas. Contratos futuros Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 1,25 centavo de dólar ou 0,11% a US$ 10,72 1/2 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,59 1/2 por bushel, ganho de 2,00 centavos ou 0,18%. Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 4,80 ou 1,61% a US$ 293,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 51,48 centavos de dólar, com alta de 1,56 centavo ou 3,12%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,37%, sendo negociado a R$ 5,6066 para venda e a R$ 5,6046 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5948 e a máxima de R$ 5,6738. [ad_2] Source link
JBS abre 2025 com o segundo maior 1º trimestre da história

[ad_1] A JBS fechou o segundo melhor primeiro trimestre da história com os resultados de janeiro a março de 2025. O cenário trimestral da companhia desafia uma sazonalidade tradicionalmente mais fraca, comparada com os demais períodos, de abril a dezembro. O começo do ano, geralmente, enfrenta o impacto do menor consumo após as festas de fim de ano e, no Hemisfério Norte, um inverno que também arrefece o consumo. O Ebitda ajustado do período foi de R$ 8,9 bilhões, avanço de 38,9% na comparação anual. A margem Ebitda fechou em 7,8%, com avanço de 0,6 ponto percentual comparado com o primeiro trimestre de 2024 (1T24). Para a companhia, esses indicadores refletem o acerto da estratégia da JBS de diversificação em proteínas e geografias. Entre os números da JBS no primeiro trimestre de 2025, a receita líquida ficou em R$ 114,1 bilhões, 28% superior se comparado com o mesmo trimestre do ano passado. No período, 76% das vendas globais foram em mercados domésticos onde a empresa atua e 24% por meio de exportações. O lucro líquido foi de R$ 2,9 bilhões de janeiro a março deste ano – 77,6% maior que o mesmo intervalo de 2024. “Trimestre após trimestre, nossos resultados comprovam que fizemos as escolhas corretas na construção e gestão de nossa plataforma global multiproteínas”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS. Segmentos da JBS Nas unidades de aves e suínos, como Seara, Pilgrim’s e JBS Pork, a Companhia se beneficiou da dinâmica comercial no mercado nacional e internacional, além do incremento estratégico no portfólio de produtos de valor agregado. A sólida execução operacional das unidades também auxiliou no avanço significativo dos resultados trimestrais. No segmento de carne bovina, com JBS Brasil, JBS Austrália e JBS Beef North America, o avanço da receita líquida reflete o crescimento dos volumes vendidos, tanto nos mercados domésticos em que atua como no internacional. “No setor, a companhia segue foco estratégico na excelência da execução operacional e comercial, para preservar sua rentabilidade”, diz nota da marca. A JBS concluiu o primeiro trimestre de 2025 com alavancagem em dólar reduzida, de 3,66x para 1,99x (dívida líquida/Ebitda), no intervalo de 12 meses. A companhia fechou o primeiro trimestre de 2025 com R$ 29,7 bilhões em caixa e US$ 3,4 bilhões disponíveis em linhas de crédito rotativas (equivalentes a R$ 19,4 bilhões). Isso permite à JBS honrar suas dívidas até 2032. “A queda da alavancagem no período de 12 meses é resultado de uma atuação forte da JBS e da entrega de resultados firmes a cada trimestre”, afirma Guilherme Cavalcanti, CFO da JBS. Unidades de negócio avançam em receita A Seara fechou seu melhor primeiro trimestre da história. No 1T25, a receita líquida foi de R$ 12,6 bi, que representa um avanço de 22% comparado com o 1T24. No mesmo período, o Ebitda ajustado alcançou R$ 2,5 bilhões e margem de 19,8%. Comparado com o primeiro trimestre do ano passado, houve um crescimento de 109% e 8,2 pontos percentuais, respectivamente. A multinacional afirma que, como estratégia de aumentar a preferência do consumidor, a Seara tem investido em inovações e novas tendências, com o lançamento dos snacks em parceria com a Netflix e os produtos para air fryer, além do sucesso da linha de Panelinhas. A Pilgrim’s também teve seu melhor primeiro trimestre da história, com uma receita líquida de R$ 26,1 bilhões no período, sendo 21% superior comparado com o 1T24. O resultado reflete a estratégia de manter margens robustas, impulsionadas por ganhos operacionais e parcerias estratégicas com Clientes-chave. Entre janeiro e março de 2025, o Ebitda ajustado foi de R$ 3,9 bi, que comparado com o mesmo intervalo de 2024 representa um crescimento de 56%. Na mesma comparação, a margem Ebitda avançou 3,3 pontos porcentuais e fechou em 14,8%, no 1T25. JBS EUA e Austrália A operação da JBS USA Pork registrou crescimento de 24% ante o 1T24, na receita líquida, que fechou o 1T25 em R$ 11,7 bilhões. O Ebitda do trimestre foi de R$ 1,4 bi e margem de 12,4%. “A unidade de negócio demonstra consistência nos resultados no trimestre, com uma rentabilidade gerada a partir da melhoria na dinâmica comercial, a sólida execução operacional e a ampliação do portfólio de valor agregado”, diz a companhia, em nota. A JBS Austrália apresentou, no primeiro trimestre de 2025, receita líquida de R$ 9,5 bilhões, um crescimento de 32% em relação ao mesmo período de 2024. Na mesma comparação, o Ebitda ajustado cresceu 53% e fechou o 1T25 em R$ 937,2 milhões, enquanto a margem Ebitda subiu 1,3 ponto percentual para 9,9%. Os indicadores do trimestre refletem o crescimento dos volumes vendidos de carne bovina, aquicultura e suínos. De janeiro a março deste ano, a JBS Brasil apresentou receita líquida de R$ 18,5 bilhões que, comparado com o mesmo período do ano passado, cresceu 30%. Da mesma forma, o Ebitda ajustado cresceu 19% e fechou o 1T25 em R$ 766,1 milhões. A margem Ebitda do período ficou em 4,1%. Força da Friboi A Friboi segue conquistando a preferência e evoluindo no entendimento das necessidades dos consumidores em diferentes ocasiões de consumo. Reflexo desse momento da marca é a atual campanha publicitária, que apresenta o Valdir, o mestre açougueiro do açougue Friboi+ (açougues que recebem apoio dentro do padrão de qualidade da Friboi). A JBS Beef North America apresentou receita líquida de R$ 37,5 bi, no 1T25, um crescimento de 36% comparado com o 1T24. O Ebitda ajustado e a margem do primeiro trimestre deste ano fechou, respectivamente, em -R$ 587,2 mi e -1,6%, que refletem a pressão do ciclo pecuário. A unidade de negócio segue com a estratégia estruturada de otimizar portfólio de produtos, aumentar o rendimento por carcaça e maximizar a eficiência fabril, para atravessar os desafios do período. [ad_2] Source link
Programa foca na integração lavoura-pecuária-floresta no Paraná

[ad_1] O estado do Paraná agora conta com um programa destinado a impulsionar a expansão do sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). A parceria entre governo estadual e Rede ILPF foi formalizado em Maringá, durante a abertura da 51ª edição da Expoingá. A iniciativa, desenvolvida através do projeto Integra Paraná, será inicialmente aplicada nas regiões norte e noroeste do estado. O objetivo é enfrentar a baixa produtividade da agropecuária com soluções mais sustentáveis e resilientes às mudanças climáticas, otimizando o uso da terra e elevando a produtividade. A parceria tem duração inicial de três anos e será coordenada pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR). Segundo o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Márcio Nunes, a iniciativa atende a uma demanda estratégica do estado, especialmente diante da elevada degradação das pastagens em algumas regiões, como o Noroeste, onde a pecuária de corte é predominante. “É o que nós temos hoje de mais moderno no Brasil para a conservação do solo, da água, combate à erosão, aumento da produtividade e melhoria da renda do produtor rural, garantindo o que é mais importante: a segurança alimentar do Paraná e do Brasil. Trata-se da possibilidade de você unir a iniciativa privada com o setor público, com as cooperativas, difundindo tecnologias que vão melhorar o meio rural”, afirmou. A presidente da Sociedade Rural do Paraná, entidade organizadora da Expoingá, Maria Iraclézia de Araújo, destacou a importância destes modelos inovadores de produção, que já são amplamente discutidos na feira. “Ao longo desses últimos anos na Expoingá, acontece um fórum de integração lavoura-pecuária-floresta. Trazemos personalidades para falar, produtores que já implementam essa agricultura mais sustentável.” No Paraná, a tecnologia pode beneficiar especialmente a bovinocultura de corte e leite, o cultivo de soja e milho, a produção de fibras de algodão e a silvicultura, com destaque para o plantio de eucaliptos. Crescimento da Expoingá A Expoingá 2025 já é 30% maior em números de expositores em relação ao ano anterior. “A Sociedade Rural de Maringá recebe o maior apoio do governo do Estado do Paraná através de todas as suas empresas, instituições e corporações que fazem uma diferença imensa porque, sem dúvida, faremos a maior feira de pecuária do Paraná esse ano” declarou. As raízes do agro na região Noroeste do Paraná e o futuro da atividade, com produção sustentável de alimentos e novas tecnologias é um dos destaque da Fazendinha, espaço que o Sistema Estadual de Agricultura (Seagri) tem na Expoingá. Com 11 unidades didáticas distribuídas em uma área de nove mil metros quadrados, o espaço faz parte do Agromuseu, que reúne um conjunto de métodos de extensão rural que difundem tecnologias e inovações para o campo, promovendo o desenvolvimento rural. A Fazendinha é uma parceria entre Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR-Paraná), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Prefeitura de Maringá, Secretaria Estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná Ceasa Paraná O espaço também conta com uma programação de palestras e oficinas. Veja mais detalhes no site da feira. [ad_2] Source link
Polícia apreende 120 litros de defensivo proibido no Brasil desde 2017

[ad_1] A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na terça-feira passada (6), uma carga com 120 litros de defensivo agrícola proibido no Brasil desde 2017. A ação ocorreu durante fiscalização no Km 486 da BR-116, no município de Cajati, interior de São Paulo. O produto foi localizado durante abordagem a um veículo utilitário que seguia viagem com documentação irregular. Ao inspecionar a carga transportada, os policiais encontraram seis caixas com Furadan 350 SC, que tem como princípio ativo o carbofurano. A substância é vetada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), conforme Resolução nº 185/2017, devido à sua alta toxicidade e potencial de causar sérios danos à saúde humana e ao meio ambiente. De acordo com os agentes da PRF, o condutor apresentou posteriormente uma nota fiscal referente ao produto, que reforçou a identificação da substância. A carga de defensivo foi apreendida e encaminhada à Polícia Civil de Cajati. O carbofurano é classificado como extremamente perigoso, podendo provocar intoxicações agudas, distúrbios neurológicos e contaminação do solo e da água potável, conforme a Resolução da Agência. A Anvisa reforça que a utilização do Furadan 350 SC está terminantemente proibida no país há oito anos. “A circulação clandestina do produto representa uma grave ameaça à saúde coletiva, à segurança alimentar e à integridade de ecossistemas inteiros”, reforça. [ad_2] Source link
Brasil e China assinarão acordo para fábrica de fertilizantes no Paraná

[ad_1] Em viagem à China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem como uma de suas missões atrair o interesse dos asiáticos para a instalação de uma fábrica de fertilizantes no Paraná. As conversas são coordenadas pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. De acordo com apuração da colunista Isabel Mega, da CNN, um contrato para estudos de viabilidade técnica e financeira será assinado com a CNCEC (China Chemical). A previsão é de uma capacidade de produção de 520 mil toneladas de ureia por ano. Atualmente, o Brasil responde por cerca de 8% do consumo de adubo químico no mundo e, ao mesmo tempo, precisa importar quase 90% do que utiliza. Com isso, o aumento da produção interna reduziria a dependência externa, pleito antigo de entidades do agronegócio. Além da fábrica de fertilziantes, consta na agenda de parcerias Brasil-China um memorando de entendimento com a estatal chinesa Windey. Segundo o governo brasileiro, o acordo prevê: Criação de um centro de pesquisa e desenvolvimento com foco em tecnologias de baixo carbono; Iniciativas conjuntas para aplicação de energias renováveis em áreas agrícolas remotas; Estímulo à implantação de fábricas de equipamentos no país; Mitigação de cortes na geração renovável conectada ao sistema elétrico nacional. [ad_2] Source link
Produção animal cresce no 1º trimestre de 2025 e reforça força do agronegócio

[ad_1] O setor de proteína animal iniciou 2025 em ritmo de crescimento. Segundo os dados divulgados pela Pesquisa Trimestral do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o abate de bovinos, suínos e frangos registrou avanço no primeiro trimestre do ano frente ao mesmo período de 2024, refletindo maior demanda interna e movimentação positiva nas exportações. Pecuária de corte: bovinos lideram o crescimento No primeiro trimestre de 2025, o Brasil abateu 9,71 milhões de cabeças de bovinos, com inspeção sanitária oficial. Isso representa um crescimento de 3,8% em relação ao mesmo período de 2024 e de 1,5% na comparação com o quarto trimestre de 2024. O volume de carcaças bovinas chegou a 2,45 milhões de toneladas, alta de 1,6% ano a ano, embora tenha recuado 2% frente ao último trimestre de 2024. O desempenho reforça a retomada gradual da pecuária de corte, após um período de preços pressionados e ajuste no ciclo pecuário. Suínos: leve saldo positivo Com 14,25 milhões de cabeças abatidas, a suinocultura brasileira registrou crescimento de 1,4% em relação ao 1º trimestre de 2024. O volume de carcaças atingiu 1,31 milhão de toneladas, avanço de 1,9% em igual comparação. Frente ao trimestre anterior, no entanto, houve estabilidade, com leve queda de 0,2% no número de animais abatidos e alta de 0,2% na produção de carcaças. Frango mantém trajetória de alta A avicultura industrial segue em expansão. O país abateu 1,63 bilhão de cabeças de frango nos três primeiros meses de 2025, com crescimento de 2,3% frente ao mesmo período do ano passado e 0,9% em relação ao trimestre anterior. O peso das carcaças somou 3,45 milhões de toneladas, avanço de 2,3% na comparação anual e de 2,6% em relação ao quarto trimestre de 2024. Leite: crescimento no comparativo anual, mas queda frente ao trimestre anterior A aquisição de leite cru por estabelecimentos sob inspeção sanitária somou 6,48 bilhões de litros no primeiro trimestre de 2025. O volume representa um aumento de 3,1% na comparação com o mesmo período de 2024. No entanto, houve queda de 4,5% em relação ao trimestre anterior, reflexo do período de entressafra em algumas regiões e custos ainda elevados para o produtor. Couro tem alta de 8,4% Os curtumes brasileiros adquiriram 10,08 milhões de peças inteiras de couro bovino entre janeiro e março de 2025, registrando alta de 8,4% frente ao primeiro trimestre de 2024 e avanço de 1,3% em relação ao quarto trimestre do ano passado. O dado é positivo para o setor coureiro-calçadista, que depende diretamente da oferta vinda da pecuária. Produção de ovos atinge 1,16 bilhão de dúzias A produção de ovos de galinha alcançou 1,16 bilhão de dúzias no trimestre, crescimento expressivo de 5,6% em relação ao primeiro trimestre de 2024. Na comparação com o quarto trimestre de 2024, houve recuo de 3,2%, comportamento sazonal comum no início do ano. [ad_2] Source link
Governo do Maranhão suspende taxa sobre grãos e reduz alíquota a partir de agosto

[ad_1] Após reunião entre produtores, empresários e representantes do governo do Maranhão, ficou acertado que a Contribuição Especial de Grãos (CEG) — taxa de 1,8% incidente sobre a saída de soja, milho, sorgo e milheto destinados à exportação ou à entrada desses produtos no estado — será suspensa até o mês de agosto de 2025. O acordo prevê que, a partir de agosto, a alíquota passe a ser de 0,5%, e, em 2026, será fixada em 1%. Também ficou definida a criação de um conselho com a participação de todas as entidades envolvidas, que será responsável por deliberar sobre a aplicação dos recursos arrecadados. Inicialmente, os investimentos devem se concentrar na área de logística. A decisão foi tomada durante a Agrobalsas 2025, realizada na Fazenda Sol Nascente, no município de Balsas, no sul do Maranhão. Instituída pela Lei nº 12.428/2024, a CEG tem como finalidade financiar o Fundo Estadual de Desenvolvimento Industrial. A taxa incide sobre o valor da tonelada dos grãos, com base nos valores de referência definidos pelo Poder Executivo. O governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB) — que também é produtor rural — afirmou que compreende tanto as dificuldades enfrentadas pelo setor quanto os desafios fiscais do estado. “Houve um ano atípico em relação ao clima, e nós resolvemos abrir mão desse imposto”, justificou. Segundo Brandão, a cobrança de taxas semelhantes ocorre em boa parte dos estados produtores de grãos. Com o novo entendimento, o Maranhão passará a ter o menor percentual do país. “Foi o acordo que fiz com eles, principalmente em função do verão com poucas chuvas. Neste momento, precisamos ser parceiros”, declarou. Ele também destacou a importância dos conselhos que acompanharão a execução dos recursos. “Transparência é a melhor coisa que existe. Por isso, estou muito tranquilo com a participação deles nesse grande conselho.” O presidente da Aprosoja Maranhão, Gesiel Dal Pont, afirmou que a decisão representa um marco para o setor. “Há alguns meses estamos tratando dessa demanda, diante da iminência da cobrança de um novo imposto, sem ouvir a palavra do produtor. Unimos todas as entidades e chegamos, junto com o governo, a um denominador comum, sem precisar judicializar a questão.” Dal Pont também ressaltou a relevância do momento. “É um passo importante. Só prosperaremos com união, inteligência e parceria entre a iniciativa privada e o governo. Muitas vezes, vamos discordar, mas o importante é que isso não gere atrito.” O presidente da Fapcen — organizadora da Agrobalsas —, Paulo Roberto Kreling, também comentou os desdobramentos positivos da negociação. “Ele (Carlos Brandão) nos surpreendeu com a redução das taxas sobre o transporte de grãos, algo que ninguém esperava. É com parceria e diálogo que vamos atingir nossos objetivos, que são o desenvolvimento do estado”, concluiu. [ad_2] Source link
Manga apresenta forte alta nos preços

[ad_1] A última semana no Vale do São Francisco, região produtora de frutas, foi marcada por forte alta nos preços da manga. Isso é o que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). De acordo com o instituto, a média de preço nas negociações da manga palmer na última semana ficaram entre R$ 3,16/kg, na região. Isso representa um avanço de 9% no comparativo com o período anterior. A variedade Tommy sofreu uma variação ainda mais intensa, chegando a R$ 3,63/kg, um aumento de 21% com relação à média da semana passada. De acordo com o Cepea, a movimentação é reflexo da baixa oferta na região e nas demais praças produtoras do semiárido. Assim, a previsão para as próximas semanas é de que os preços continuarão em alta, uma vez que a oferta deverá seguir sendo limitada. [ad_2] Source link
produtores voltam as atenções para o campo

[ad_1] No Paraná, que é o segundo maior produtor de trigo nacional, o plantio já superou 26% da área esperada. Isso de acordo com dados divulgados no dia 6 pela Secretaria de Abastecimento do estado. Por outro lado, os preços nas negociações do cereal vem sofrendo leves oscilações. Os levantamentos do Cepea mostram que os valores atingidos em abril foram os maiores dos últimos dois trimestres. Assim, para maio, os compradores do cereal vem apresentando resistência em conceder reajustes positivos na compra de novos lotes. Outro fator que também incentiva esta postura por parte dos demandantes são as recentes desvalorizações do trigo no mercado externo. [ad_2] Source link
Acompanhe ao vivo o resultado o Prêmio Personagem Soja Brasil!

[ad_1] Falta bem pouco! É amanhã, quarta-feira (14), às 18h50, que acontecerá a cerimônia do Prêmio Personagem Soja Brasil. O evento acontece diretamente da Casa Canal Rural, na sede da Aprosoja Brasil, em Brasília (DF). E você pode acompanhar todos os detalhes, pois a premiação será transmitida ao vivo pela tela do Canal Rural, pelo site oficial e também pelas redes sociais do canal. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! O pesquisador e o produtor que mais se destacaram na jornada com a soja serão reconhecidos no encontro, depois da votação popular e pelo júri. O Prêmio Personagem Soja Brasil celebra histórias inspiradoras de profissionais que, com dedicação, inovação e um forte compromisso com a sustentabilidade, estão transformando a produção de soja no Brasil. Indicados ao Prêmio do projeto Soja Brasil Alberto Schlatter (Chapadão do Sul – MS): produtor que alia tradição familiar com práticas modernas no campo, apostando em tecnologia e sustentabilidade. Anderson Cavenaghi (MT): professor e doutor, referência nacional em proteção de plantas, com pesquisas que fortalecem a produtividade e a segurança ambiental. Cecilia Czepak (UFG): destaque no manejo integrado de pragas, com atuação decisiva na sanidade das lavouras em várias regiões do país. Claudia D’Agostini (Sabáudia – PR): produtora rural que inova ao lado da irmã na gestão da propriedade, com foco em tecnologia e sucessão familiar. Julio Cezar Franchini (Embrapa Soja – PR): pesquisador que trabalha pelo manejo e conservação do solo, promovendo a sustentabilidade no campo. Oliverio Alves de Melo (Balsas – MA): produtor com papel relevante no Cerrado, integra a Cooperação Nipo-Brasileira e promove o desenvolvimento sustentável da soja na região. [ad_2] Source link