Carnes: sindicatos do Mercosul querem que CEO do Carrefour se desculpe com toda a região

Foto: Wikimedia Commons Diversos sindicatos de países do Mercosul solicitaram que o CEO do Carrefour, Alexandre Bompard, amplie suas desculpas a todos os países do bloco, após ter se desculpado apenas com o Brasil, segundo comunicado da União de Sindicatos da Produção (UGP) do Paraguai. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A controvérsia surgiu depois que o grupo anunciou que deixaria de vender carne do Mercosul, levando empresários brasileiros a suspenderem entregas aos supermercados da rede no Brasil. Em resposta, Bompard enviou uma carta de desculpas. No entanto, sindicatos do Paraguai e de outros países do bloco afirmaram que o incidente afetou todos os produtores do Mercosul, exigindo uma retratação que contemple toda a região. O post Carnes: sindicatos do Mercosul querem que CEO do Carrefour se desculpe com toda a região apareceu primeiro em Canal Rural.

Mesmo na entressafra, preço de arroz recua 14% em novembro

Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil O indicador do arroz em casca Cepea/Irga-RS (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista) acumulou forte queda de 13,95% em novembro, encerrando o mês a R$ 102,23 por saca de 50 kg. A média mensal, de R$ 111,66 por saca, ficou 6,39% menor que a de outubro/24 e 1,94% inferior à de novembro de 2023, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI de novembro de 2024). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) afirmam que o movimento de baixa é considerado atípico para este período de entressafra, quando a menor disponibilidade de cereais, historicamente, sustenta os valores. Segundo o centro de pesquisas, a comercialização envolvendo arroz em casca no mercado spot do Rio Grande do Sul continua lenta. Produtores têm resistido aos preços oferecidos pelas indústrias, apostando em recuperação nas próximas semanas. Já a demanda está limitada, com compradores locais mostrando pouco interesse em adquirir o produto e/ou optando por ofertas mais baixas envolvendo sobretudo o arroz depositado e a prazos de pagamento alongados, ainda conforme pesquisas do Cepea. O post Mesmo na entressafra, preço de arroz recua 14% em novembro apareceu primeiro em Canal Rural.

Café: acompanhando robusta em Londres, NY registra preços mais baixos

Foto: Pixabay O café arábica opera com preços predominantemente mais baixos na sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE) neste momento. O mercado estende as perdas da última sessão, seguindo o movimento baixista do robusta na Bolsa de Londres. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A alta do dólar frente a outras moedas correntes atua como pressão. Já o bom desempenho dos preços do petróleo limita maiores perdas. Os contratos com entrega em março/25 operam a 295,40 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,1 centavo ou 0,03%. Na terça-feira (3), o café arábica encerrou as operações com preços moderadamente mais baixos. Em sessão volátil, em que NY trabalhou ora no terreno positivo e ora no negativo, o fechamento foi em ligeira baixa com o mercado dando sequência à correção técnica dos últimos dias. Há ainda sinais de sobrecompra e os ajustes persistem. O dólar firme em relação ao real, em patamares historicamente elevados, também pressiona a bolsa, dando competitividade às exportações brasileiras. Por outro lado, também seguem as preocupações com a safra de 2025 do Brasil, o que são um aspecto de suporte aos preços, que recentemente atingiram os níveis mais elevados em 47 anos. Isso tirou o mercado do fundo do poço da sessão desta terça-feira. Na máxima do dia, março chegou a voltar a trabalhar acima de US$ 30 a libra-peso, batendo em 300,85 centavos. Mas na máxima também chegou a testar a faixa de 290 centavos. Os contratos com entrega em março/2025 fecharam a 295,50 centavos de dólar por libra-peso, com desvalorização de 0,55 centavo, ou de 0,2%. A posição maio/2025 fechou a 293,65 centavos, queda de 0,60 centavo, ou de 0,2%. O post Café: acompanhando robusta em Londres, NY registra preços mais baixos apareceu primeiro em Canal Rural.

Soja opera no vermelho em Chicago com clima favorável na Argentina e safra recorde no Brasil

Foto: Pixabay Os contratos da soja em grão registram preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado devolve parte dos ganhos da sessão anterior, refletindo a expectativa de uma safra recorde no Brasil. Além disso, as chuvas no principal cinturão agrícola da Argentina trouxeram a umidade necessária ao solo, favorecendo o plantio. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Os contratos com vencimento em janeiro de 2025 operam cotados a US$ 9,82 3/4 por bushel, baixa de 9 centavos de dólar, ou 0,9%, em relação ao fechamento anterior. Na terça (3), a soja fechou com preços mais altos. Movimentos técnicos determinaram a reação, em meio a um cenário fundamental baixista. Dados recentes de boa demanda pelo produto americano – tanto na exportação como no esmagamento e o bom desempenho dos óleo vegetais – principalmente do óleo de palma na Malásia – ajudaram no movimento de recuperação. Os ganhos, no entanto, seguem limitados pela expectativa favorável para a safra sul-americana. Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com alta de 6,5 centavos de dólar, ou 0,65%, a US$ 9,91 3/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 9,97 1/4 por bushel, com ganho de 6,25 centavos, ou 0,63%. O post Soja opera no vermelho em Chicago com clima favorável na Argentina e safra recorde no Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.

Renda do contrato intermitente foi menor que salário mínimo em 2023

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que 76% dos vínculos intermitentes de trabalho em 2023 tiveram remuneração mensal inferior ao salário mínimo ou não tiveram remuneração. De acordo com os dados, a remuneração mensal média dos intermitentes foi de R$ 762, ou 58% do salário mínimo (R$ 1.320 em 2023). Entre mulheres e jovens, a remuneração mensal média foi ainda mais baixa, de R$ 661. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A criação do contrato de trabalho intermitente ocorreu em 2017 na chamada reforma trabalhista, do governo Michel Temer. Nessa modalidade de contrato, o trabalhador fica à disposição do patrão, aguardando, sem remuneração, ser chamado. O empregado só recebe quando é convocado. A renda é proporcional às horas efetivamente trabalhadas. Segundo o Dieese, apenas um quarto (24%) dos vínculos intermitentes ativos em dezembro de 2023 registrou remuneração média de pelo menos um salário mínimo. Somente 6% receberam, em média, dois salários mínimos ou mais. A entidade ressalta que, se incluídos na média os meses em que os contratos intermitentes estavam vigentes, mas não geraram atividade, a remuneração média mensal recebida pelos trabalhadores cai para R$ 542. Entre as mulheres, é reduzida para R$ 483. Tempo de trabalho O levantamento do Dieese mostra ainda que, do estoque de intermitentes ativos no final de 2023, 41,5% não haviam registrado nenhum rendimento ao longo do ano. No setor da construção, mais da metade dos vínculos ficaram o ano todo parados. Segundo os dados, a quantidade de meses em que os vínculos não resultaram em trabalho foi maior do que a de meses trabalhados. De acordo com o Dieese, quando considerados os vínculos encerrados em 2023, a duração média dos contratos foi de quatro meses e meio. Houve remuneração, em média, em 44% dos meses contratados. Ou seja, em mais da metade dos meses em que os contratos intermitentes estavam vigentes, não houve trabalho efetivo. “Os dados disponíveis indicam que, na prática, o trabalho intermitente se converte em pouco tempo de trabalho efetivo e em remunerações abaixo do salário mínimo. Dois em cada cinco vínculos do tipo não chegaram a sair do papel em 2023. Em média, os desligados em 2023 passaram mais tempo esperando ser chamados do que efetivamente trabalhando”, diz o texto do levantamento. O Dieese destaca ainda que não há indícios de que o trabalho intermitente tenha contribuído para o ingresso maciço de pessoas no mercado de trabalho formal, “já que 76% dos que tinham esses contratos ativos em 31/12/2023 já possuíam outro tipo de vínculo formal entre 2018 e 2022. Ou seja, apenas um quarto dos intermitentes estava fora do mercado formal nos cinco anos anteriores”. O post Renda do contrato intermitente foi menor que salário mínimo em 2023 apareceu primeiro em Canal Rural.

Apesar de alta do PIB, curva de juros segue pressionada; saiba os impactos no mercado

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o crescimento do PIB acima do esperado, com alta de 0,9% no 3º tri, puxado por serviços e consumo das famílias. Apesar disso, a curva de juros segue pressionada, e o dólar mantém-se em R$ 6. Na agenda do dia, atenção ao mercado de trabalho dos EUA e à PIM industrial no Brasil, enquanto o governo acelera a tramitação de ajustes fiscais no Congresso. Acompanhe as principais notícias ao longo do dia no BDM News. Foto: divulgação O post Apesar de alta do PIB, curva de juros segue pressionada; saiba os impactos no mercado apareceu primeiro em Canal Rural.

Regulamentação de bioinsumos é aprovada no Senado e vai à sanção

Foto: Guilherme Soares/Canal Rural BA O Senado aprovou, nesta terça (3), o marco legal (projeto 658/2021) para a produção, o uso e a comercialização dos bioinsumos na agropecuária. O texto, de autoria do deputado Zé Vitor (PL-MG), havia passado pela Câmara dos Deputados na semana passada e, agora, vai à sanção do presidente Lula. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O senador Jaques Wagner (PT-BA), relator da matéria e que havia apresentado projeto semelhante, defendeu a aprovação no plenário. Ele afirmou que a legislação vai garantir ao Brasil importante avanço para produtores agrícolas. “O Brasil, um dos maiores produtores agrícolas do mundo, tem um potencial extraordinário para liderar a produção de bioinsumos”. Ele salienta que esses produtos são substâncias biológicas, como micro-organismos, biofertilizantes, agentes de controle biológico e extratos vegetais, que se tornam alternativas mais sustentáveis ambientalmente aos insumos químicos tradicionais da agricultura, como pesticidas e fertilizantes. Alimentos mais saudáveis Outra vantagem, conforme esclareceu o senador, é que os bioinsumos contribuem para a preservação da biodiversidade e a regeneração da saúde do solo. Ele apontou que a tecnologia dos bioinsumos brasileira é reconhecida no exterior. “É fundamental para a agricultura e também para a pecuária. Assim, vão possibilitar que sejam produzidos alimentos mais saudáveis, de serem menos agressivos à terra e ao meio ambiente”. O parlamentar entende que o marco legal foi construído a partir de um debate com entidades, setores industriais, movimentos sociais e academia. Ainda, de acordo com os argumentos de Jaques Wagner, o desenvolvimento desse setor no Brasil fortalece a posição do país no mercado agrícola global e oferece uma oportunidade para a atração de investimentos de empresas e geração de empregos de qualidade. “A inovação desempenha um papel central nesse contexto. Para que o Brasil possa se posicionar como líder global em bioinsumos, é essencial que o governo e o setor privado invistam em pesquisa e desenvolvimento”. Outra ponderação é que o mercado de agroquímicos, por outro lado, é dominado por conglomerados internacionais. Atividade sustentável A senadora Tereza Cristina (PP-MS) também discursou em apoio ao projeto, que seria importante tanto para quem pratica a agricultura familiar como para os maiores produtores para uma atividade sustentável. “Se não tivéssemos agido rapidamente, os produtores rurais, inclusive os de produtos orgânicos, que usam os bioinsumos produzidos em suas propriedades, ficariam na ilegalidade”. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que a aprovação da pauta no Senado é uma conquista para os produtores rurais. “O Brasil acaba de dar mais um grande passo na eficiência e qualidade dos produtos brasileiros. Ao aprovar essa matéria, evitamos fragilizar os orgânicos e podemos continuar produzindo com qualidade e eficiência”. O post Regulamentação de bioinsumos é aprovada no Senado e vai à sanção apareceu primeiro em Canal Rural.

Empresa faz acordo milionário com MPT dois anos após soterramento de 5 crianças em fazenda

Foto: Divulgação O grupo econômico sul-coreano controlador da Bom Amigo Doalnara Agropecuária Ltda. e outras seis empresas, firmaram um acordo judicial com o Ministério Público do Trabalho após mais de dois anos da morte de cinco crianças sul-coreanas, encontradas mortas em uma vala na Fazenda Doalnara Oásis, na zona rural do município de Formosa do Rio Preto, no oeste da Bahia. Segundo o MPT, no acordo, ficou estabelecido o pagamento de R$ 3,5 milhões a título de dano moral coletivo, além de compromissos para a implementação de medidas de segurança e saúde do trabalho. O valor vai para o Fundo de Promoção do Trabalho Decente (Funtrad) em 20 parcelas mensais de R$ 175 mil. O MPT informou, ainda, que a Bom Amigo Doalnara se comprometeu a implementar várias medidas, como a realização de treinamentos, fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPIs), análises de riscos e supervisão técnica em obras e atividades de alto risco. A conciliação tratou, também, do sistema de cooperativado adotado no âmbito da atividade empresarial agrícola. O descumprimento das cláusulas pode gerar multas que variam de R$ 50 mil a R$ 100 mil por item, dependendo da gravidade da infração. Sentimento de justiça Para a procuradora Camilla Mello, “o acordo judicial resgata o sentimento de justiça e promove uma efetiva reparação em um processo complexo e de grande repercussão social, que teve início com o evento trágico da morte de cinco crianças coreanas soterradas na obra de construção civil ocorrida na fazenda Oásis, pertencente ao Grupo Doalnara”. Ainda segundo ela, o Grupo Doalnara assume assim “diversas obrigações de fazer que dizem respeito à garantia de um meio ambiente do trabalho seguro, à regularidade do funcionamento de cooperativas e, ainda, a previsão de compromissos para prevenção e combate ao tráfico de pessoas e ao trabalho análogo ao de escravo, além da indenização por danos morais coletivos, que serão destinados em benefício da coletividade”. O caso Foto: Divulgação/PM O caso começou a ser investigado pelo MPT em agosto de 2022 após a notícia da morte por soterramento de cinco crianças, de 5 a 11 anos, na comunidade que também é conhecida na região como Vila dos Coreanos, na tarde do dia 29 de abril daquele ano. De acordo com as investigações, foram detectadas diversas irregularidades no cumprimento de normas de segurança. Além disso, ao buscar informações sobre os empregados, o MPT detectou a existência de uma cooperativa criada pela empresa onde quase todos os empregados eram ligados e que servia para encobrir o vínculo empregatício. O grupo Doalnara está no município de Formosa do Rio Preto desde 2004 e possui também outra propriedade em Barreiras, oeste da Bahia. De acordo com vídeo institucional da empresa, são 14 mil hectares de terras no Brasil dedicados à agroindústria orgânica voltada para o mercado sul-coreano. Motorista registra tornado em fazenda na Bahia Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! O post Empresa faz acordo milionário com MPT dois anos após soterramento de 5 crianças em fazenda apareceu primeiro em Canal Rural.

Boi gordo em queda generalizada; o mercado venceu? Confira análise

Foto: Flavia Fiorini/Embrapa Territorial O mercado físico do boi gordo se deparou com queda generalizada nos preços nesta terça-feira (3). Segundo informações da consultoria Safras & Mercado, as indústrias frigoríficas cumpriram a expectativa e retomaram a compra de gado com patamares de preços bem mais baixos na comparação com semanas anteriores. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “Alguns negócios foram reportados. O avanço da oferta de confinados é um fator relevante para justificar o atual comportamento. Da mesma maneira que as dificuldades em repassar preços no mercado doméstico também motivou o recente comportamento, e os futuros do boi gordo na B3 seguem operando em queda”, disse o analista Allan Maia. Preços do boi gordo pelo país São Paulo: algumas indústrias já passam a pressionar o mercado local, com negociações acontecendo entre R$ 340/355 a arroba. Minas Gerais: preços ainda acomodados, com indústrias locais ausentes da compra de gado. Goiás: forte queda dos preços no decorrer da terça-feira. As indústrias que atuam no estado posicionaram seus preços entre R$ 320/325 a arroba a prazo. Mato Grosso do Sul: foram relatadas tentativas de compra em patamares mais baixos de preços em boa parte do estado. Mato Grosso: os preços cederam nas principais praças pecuárias, mas com poucos negócios efetivados até o momento. Mercado atacadista Foto: Wenderson Araujo/CNA O atacado ainda apresenta preços firmes. De acordo com Maia, o ambiente de negócios sugere para menor espaço para alta dos preços, considerando as dificuldades em repassar novas altas para o consumidor final, mesmo em um período de demanda aquecida. “Soma-se a isso a competição em relação às proteínas concorrentes, em especial a carne de frango“, apontou o analista. O quarto dianteiro permanece precificado a R$ 20,50, por quilo. Quarto traseiro ainda está em R$ 26,50, por quilo. Já a ponta de agulha permanece no patamar de R$ 19,50, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,09%, sendo negociado a R$ 6,0608 para venda e a R$ 6,0588 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0319 e a máxima de R$ 6,0954. O post Boi gordo em queda generalizada; o mercado venceu? Confira análise apareceu primeiro em Canal Rural.

Manifestantes do MST são retirados de fazendas invadidas no RS

Foto: Reprodução Redes Sociais Manifestantes do Movimento Sem Terra (MST) foram retirados de duas propriedades rurais no município de Pedras Altas, no Rio Grande do Sul, que haviam sido invadidas pelo grupo na manhã desta terça-feira (3). Segundo a Secretaria de Segurança Pública do estado, a reintegração de posse ocorreu de forma pacífica. “Não haviam argumentos para a invasão já que ambas propriedades são produtivas”, disse o órgão, que atendeu a ordem do governo gaúcho. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Uma das áreas que haviam sido ocupadas pelo MST pertence à Cabanha Santa Angélica e foi fundada em 1870. A fazenda tem tradição na criação de cavalo crioulo, bovinos hereford e braford, ovinos homney marsh e gado leiteiro. A segunda propriedade invadida pelo movimento, de acordo com informações de produtores locais, foi a a Fazenda Nova, produtora de grãos e gado de corte, na divisa de Hulha Negra com Pedras Altas. As duas ações do MST fazem parte do chamado Natal com Terra e pedem agilidade na Reforma Agrária. Policiais atuam na reintegração Em nota, a Brigada Militar afirmou que atuou como mediadora na operação de desocupação. “O efetivo do 5° Batalhão de Polícia de Choque (5º BPChq), de Pelotas, foi deslocado para a manutenção da ordem e reintegração de posse”. Além da unidade especializada, também atuaram policiais militares do Comando Regional de Policiamento Ostensivo da Fronteira Oeste, por meio do 6º Regimento de Polícia Montada (6º RPMon) e policiais do efetivo de Pedras Altas atuaram em apoio operacional. A Polícia Civil também foi deslocada para as propriedades para identificar elementos que auxiliem na investigação. Além disso, em Porto Alegre, o 9º Batalhão de Polícia Militar (9º BPM) acompanha manifestação em frente ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), onde um grupo de cerca de 200 manifestantes do MST está “em vigília”. “Até o momento, a atuação dos manifestantes é pacifica, sem a necessidade de interferência policial”, diz a Brigada Militar, em nota. O post Manifestantes do MST são retirados de fazendas invadidas no RS apareceu primeiro em Canal Rural.