Milho: Chicago opera perto da estabilidade, aguardando exportações dos EUA

Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso Os contratos do milho operam com preços próximos à estabilidade nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado opera sem direção definida, alternando entre os territórios positivo e negativo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Por um lado, as cotações do cereal são impactadas pela expectativa em relação às vendas norte-americanas, cujo relatório semanal de exportações será divulgado hoje, às 10h30min, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Analistas estimam vendas entre 800 mil e 1,55 milhão de toneladas. Paralelamente, o cenário é sustentado por fatores positivos, como a desaceleração do dólar frente a outras moedas e o avanço nos preços do petróleo em Nova York. Os contratos com vencimento em março de 2025 operam cotados a US$ 4,30 1/4 por bushel, alta de 0,25 centavo de dólar, ou 0,05%, em relação ao fechamento anterior. Ontem (4), o milho fechou com baixa nos preços. O mercado foi pressionado pelo clima favorável ao desenvolvimento das lavouras na América do Sul, seguindo também a aceleração do dólar frente a outras moedas correntes e as perdas do petróleo em Nova York. Além disso, o cereal foi impactado pela agitação política na Coreia do Sul, um dos maiores compradores de produtos agrícolas dos Estados Unidos. Os contratos com entrega em dezembro de 2024 fecharam com baixa de 2,25 centavos, ou 0,52%, cotados a US$ 4,30 por bushel. Os contratos com entrega em março de 2025 fecharam com recuo de 2,5 centavos, ou 0,57%, cotados a US$ 4,35 1/2 por bushel. O post Milho: Chicago opera perto da estabilidade, aguardando exportações dos EUA apareceu primeiro em Canal Rural.

Cotações da soja avançam em Chicago à espera de vendas nos EUA

Foto: Pixabay Os contratos da soja em grão registram preços mais altos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta quinta-feira (5). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O mercado tenta uma recuperação técnica após as perdas registradas no pregão anterior, impulsionado por um movimento de compras de barganha por parte dos investidores. Também contribuem para o cenário favorável a desaceleração do dólar em relação a outras moedas e o avanço dos preços do petróleo em Nova York. Outro fator de atenção para os agentes do mercado é a divulgação das vendas semanais norte-americanas. O relatório semanal de exportações de soja dos Estados Unidos será publicado hoje, às 10h30min, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As expectativas dos analistas apontam para vendas entre 1,1 milhão e 2,4 milhões de toneladas. Por outro lado, o avanço mais expressivo dos preços segue limitado pelas projeções de uma safra recorde no Brasil e pelas preocupações com a postura comercial agressiva do governo de Donald Trump em relação à China. Os contratos com vencimento em janeiro de 2025 operam cotados a US$ 9,88 1/4 por bushel, alta de 4,5 centavos de dólar, ou 0,45%, em relação ao fechamento anterior. Ontem (4), a soja fechou com preços mais baixos. O bom desenvolvimento das lavouras no Brasil e na Argentina sinaliza uma ampla oferta mundial da commodity e mantém o cenário fundamental baixista. O mercado acompanha de perto também o tumulto político na Coreia do Sul. O país asiático é importante compradores de produtos agrícolas americanos e os agentes avaliam os impactos que a tensão em Seul pode ter sobre a demanda. Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 8 centavos de dólar, ou 0,8%, a US$ 9,83 3/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 9,89 3/4 por bushel, com perda de 7,5 centavos, ou 0,75%. O post Cotações da soja avançam em Chicago à espera de vendas nos EUA apareceu primeiro em Canal Rural.

Veja os destaques do mercado de hoje no Diário Econômico

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a revisão de cenário econômico, com expectativa de alta de 0,75 p.p. na Selic e manutenção do dólar acima de R$ 6. Destaque para a troca no comando da Petrobras, o recuo de 0,2% na produção industrial e a revisão do emprego privado nos EUA. O post Veja os destaques do mercado de hoje no Diário Econômico apareceu primeiro em Canal Rural.

Brasil enfrenta dia de chuvas e clima abafado; confira a previsão do tempo

Foto: AEN Veja como ficam as condições do tempo em todo o Brasil e saiba onde pode ter chuva nesta quinta-feira (5), de acordo com a análise da Climatempo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sul A chuva diminui em grande parte da região, mas ainda podem ocorrer pancadas isoladas no oeste, sul e noroeste do Paraná, além das faixas leste e oeste de Santa Catarina. No Rio Grande do Sul, o tempo será firme, com predomínio de sol em todo o território. Sudeste A frente fria começa a se afastar para o oceano. No entanto, a circulação de ventos em diferentes níveis da atmosfera ainda favorece pancadas de chuva em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e no sul do Espírito Santo. No norte paulista, centro-sul e Triângulo Mineiro, o dia será mais nublado, com possibilidade de chuva a qualquer momento. Já no norte capixaba e nordeste mineiro, o tempo será firme. Centro-Oeste O dia será marcado por muita nebulosidade e chuva frequente em Goiás e Mato Grosso, com possibilidade de temporais. No norte de Mato Grosso do Sul, a chuva também ocorrerá a qualquer momento, enquanto no centro-leste e sul do estado há previsão de pancadas isoladas, possivelmente acompanhadas de trovoadas. Nordeste Há previsão de chuvas isoladas no litoral entre o Rio Grande do Norte e a Bahia. No Maranhão, o céu permanecerá nublado, com chuva a qualquer momento, assim como no sul do Piauí. No norte piauiense e no Ceará, pancadas de chuva ocorrem principalmente no período da tarde. Norte O tempo seguirá instável, com pancadas de chuva em todos os estados. Chuvas fortes e temporais são esperados no sul do Acre, Rondônia e nas áreas do centro-leste do Amazonas e Pará. O clima abafado continuará predominando em toda a região. O post Brasil enfrenta dia de chuvas e clima abafado; confira a previsão do tempo apareceu primeiro em Canal Rural.

Indústria pressiona, pecuarista cede e preços do boi gordo caem; e agora, o que esperar?

O mercado físico do boi gordo se deparou com nova queda generalizada nos preços nesta quarta-feira (4). Segundo informações da consultoria Safras & Mercado, os frigoríficos estão testando patamares de preços cada vez mais baixos e o pecuarista, por sua vez, está entregando. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “A recente estratégia adotada pelas indústrias tem surtido o efeito esperado, com boa quantidade de animais comercializados no decorrer da semana”, disse o analista Fernando Henrique Iglesias. Segundo ele, ao menos no curto prazo, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade do movimento de queda, considerando o posicionamento mais confortável das escalas de abate e o aumento da capacidade ociosa das indústrias, em especial daquelas que atuam no mercado doméstico. Preços médios da arroba do boi São Paulo: foi evidenciada forte queda dos preços, com negócios reportados entre R$ 330/340 a arroba em boa parte do estado Minas Gerais: também foi vista queda acentuada, com negociações ao nível de R$ 320 a prazo no estado Goiás: mais um dia de negócios abaixo da referência média. As indústrias que atuam no estado posicionaram seus preços entre R$ 315 a R$ 320 a arroba Mato Grosso do Sul: queda generalizada dos preços. Em Campo Grande, indicação de negócios em até R$ 325 Mato Grosso: redução das cotações. Em Rondonópolis, indicação de negócios a R$ 310 a arroba Mercado atacadista O mercado atacadista apresenta alguma alta em seus preços no decorrer da semana, mas o movimento aparenta perder intensidade, considerando a dificuldade de repassar novos reajustes ao consumidor final. “Mesmo em um período de grande circulação monetária, a população tem priorizado o consumo de proteínas de menor valor agregado, em especial da carne de frango”, assinalou Iglesias. O quarto dianteiro permanece precificado a R$ 20,50 por quilo. O quarto traseiro foi precificado a R$ 27 por quilo, alta de R$ 0,50. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 19,50, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou em queda de 0,27%, sendo negociado a R$ 6,0440 para venda e a R$ 6,0420 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0199 e a máxima de R$ 6,0729. O post Indústria pressiona, pecuarista cede e preços do boi gordo caem; e agora, o que esperar? apareceu primeiro em Canal Rural.

Camarão do Equador não tem qualidade para o Brasil, decide Mapa

Foto: Pixabay A importação de camarão do Equador está encerrada, anunciaram nessa última terça-feira (3) o ministro André de Paula, da Pesca e Aquicultura, e o secretário de Defesa Agropecuária (SDA), Carlos Goulart. A decisão foi tomada após auditoria que apontou irregularidades nos produtos equatorianos. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No início do ano, os ministros Carlos Fávaro (Mapa) e de Paula reuniram-se com representantes do setor de pescados para discutir preocupações sobre a importação do produto do país da América do Sul. Na ocasião, comprometeram-se a adotar medidas estratégicas para proteger a cadeia produtiva aquícola brasileira. Como resultado, realizaram, em novembro, uma auditoria internacional no Equador. A missão avaliou a conformidade do serviço veterinário do país com os requisitos zoossanitários exigidos pelo Brasil, especialmente para exportação de camarões. De acordo com o secretário Carlos Goulart, foram encontradas evidências técnicas que justificam o encerramento das importações. “A missão foi um sucesso e a partir de 9 de dezembro não será mais permitida a entrada de camarões do Equador no Brasil”, afirmou. Rigor na venda e na compra Goulart destacou que o Brasil mantém padrões rigorosos de defesa agropecuária para garantir alimentos seguros. “Se somos submetidos a exigências altíssimas para exportar, devemos adotar o mesmo rigor nas importações. Um setor organizado fortalece a defesa agropecuária”. Para o ministro André de Paula, o trabalho conjunto entre os ministérios e o setor privado foi essencial para atender às demandas dos produtores brasileiros. “O ministro Fávaro, sempre solidário e correto, apoiou o envio da missão ao Equador, que trouxe os resultados aqui apresentados. Quanto às exportações de pescados, seguiremos ampliando nossa participação nos mercados internacionais, mantendo os altos padrões de sanidade exigidos pelos nossos parceiros comerciais”, disse. Com a proibição da importação de camarão do Equador, o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC), Itamar Rocha, avalia que a medida mitiga os riscos sanitários e mantém o elevado nível de qualidade da produção brasileira. Além disso, o fechamento do mercado equatoriano amplia as oportunidades para o setor brasileiro. Produção brasileira de camarão Principal exportador de camarão do mundo, o Equador responde por mais de 40% das importações do camarão congelado feitas pelo Brasil em 2024. Conforme os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção brasileira em 2023 foi de 127,4 mil toneladas com constante crescimento do valor da produção desde o início da série histórica, em 2019. A carnicicultura é praticada em estados de todas as regiões do país, tendo a maior concentração na região Nordeste, sendo o Ceará, o principal produtor do Brasil. O post Camarão do Equador não tem qualidade para o Brasil, decide Mapa apareceu primeiro em Canal Rural.

Mercado da soja tem dia pouco movimentado; confira os preços

Foto: Pixabay O mercado brasileiro de soja teve um dia travado em termos de negócios. Segundo a Safras & Mercado, com a Bolsa de Chicago e o dólar em baixa, os prêmios sentiram a pressão da safra brasileira e, aos poucos, ficaram negativos. No geral, as cotações recuaram no Brasil, fazendo com que os vendedores se retraíssem. Cotações da soja no Brasil Passo Fundo (RS): preço caiu de R$ 139,00 para R$ 138,00 Região das Missões (RS): preço caiu de R$ 138,00 para R$ 137,00 Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 147,00 para R$ 145,00 Cascavel (PR): preço caiu de R$ 142,00 para R$ 139,00 Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 148,00 para R$ 145,00 Rondonópolis (MT): preço manteve-se em R$ 143,00 Dourados (MS): preço manteve-se em R$ 138,00 Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 140,00 para R$ 138,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais baixos. O bom desenvolvimento das lavouras no Brasil e na Argentina sinaliza uma ampla oferta mundial da commodity e mantém o cenário fundamental baixista. O mercado acompanha de perto também o tumulto político na Coreia do Sul, país importante para a compra de produtos agrícolas americanos. Os agentes avaliam os impactos que a tensão em Seul pode ter sobre a demanda. O principal ponto de atenção em Chicago para a soja continua sendo o desenvolvimento das lavouras sul-americanas. Tanto no Brasil como na Argentina, o clima tem se comportado favoravelmente, ampliando ainda mais a disponibilidade global, após os Estados Unidos terem colocado no mercado mais de 120 milhões de toneladas. USDA Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 30 mil toneladas de óleo de soja à Coreia do Sul, a serem entregues na temporada 2024/25. Amanhã será divulgado o relatório semanal de embarques americanos. O mercado espera um número entre 1,1 milhão e 2,4 milhões de toneladas. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 8,00 centavos de dólar, ou 0,80%, a US$ 9,83 3/4 por bushel. A posição de março teve cotação de US$ 9,89 3/4 por bushel, com perda de 7,50 centavos, ou 0,75%. Nos subprodutos, a posição janeiro do farelo fechou com alta de US$ 1,50 ou 0,51%, a US$ 291,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em janeiro fecharam a 41,42 centavos de dólar, com baixa de 0,72 centavo ou 1,70%. Câmbio O dólar comercial encerrou em queda de 0,27%, sendo negociado a R$ 6,0440 para venda e a R$ 6,0420 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0199 e a máxima de R$ 6,0729. O post Mercado da soja tem dia pouco movimentado; confira os preços apareceu primeiro em Canal Rural.

Café cultivado em São Paulo ganha selo de Indicação Geográfica

Foto: Divulgação Sebrae Com características cítricas marcantes, mantendo o equilíbrio e o sabor por meio do cultivo em altitudes elevadas e maturação lenta, o café produzido por pequenos produtores, do município de São Sebastião da Grama (SP), acaba de receber Indicação Geográfica (IG) por Indicação de Procedência. Do tipo arábica, o fruto entra no ranking das IGs sendo a 17ª relacionada ao café. De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a chancela é conferida a produtos ou serviços que são característicos do seu local de origem. Tal fato lhes atribui reputação, valor intrínseco e identidade própria, além de os distinguir em relação aos seus similares disponíveis no mercado. O selo é concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi).  Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Ajuda certeira O Sebrae auxilia e orienta pequenos empreendedores de todo o Brasil, que possuem produtos ou serviços originários, a buscar a certificação. Para Hulda Giesbrecht, coordenadora de Tecnologias Portadoras de Futuro do Sebrae, essa é uma grande conquista para o Vale da Grama. “A Indicação Geográfica vai agregar valor ao produto e proteger a cultura de plantio da região produtora”, afirmou.  Produtividade O Vale da Grama concentra cerca de 300 produtores em uma área de produção de 6.700 hectares, com produção média de 154 mil sacas mensais. Com informações da Agência Sebrae de Notícias O post Café cultivado em São Paulo ganha selo de Indicação Geográfica apareceu primeiro em Canal Rural.

Queijo Minas Artesanal é reconhecido como patrimônio imaterial pela Unesco

Foto: Emater/MG A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) decidiu, nesta quarta-feira (4), incluir os modos de fazer o Queijo Minas Artesanal na Lista Representativa do Patrimônio Imaterial da Humanidade. Esta é a primeira vez que os modos de fazer um alimento brasileiro recebem o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. A produção do Queijo Minas Artesanal abrange 106 municípios do estado de Minas Gerais. O alimento é feito há três séculos, desde o período colonial, a partir do leite cru. Desde 2008, os Modos de Fazer o Queijo Minas Artesanal são reconhecidos como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia vinculada ao Ministério da Cultura. Preservação da sabedoria do povo O pedido de reconhecimento foi feito pelo Iphan à Unesco em março de 2023. A demanda foi aprovada durante a 19ª Sessão do Comitê Para a Salvaguarda do Patrimônio Imaterial da Unesco, realizada em Assunção, capital do Paraguai. Em nota, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, afirmou que o reconhecimento é “uma maneira muito especial de preservar a nossa memória, a sabedoria do nosso povo.” Já o presidente do Iphan, Leandro Grass, destacou que o queijo não tem valor sem a parte humana, por isso, não é simplesmente o queijo minas que é patrimônio, mas sim os modos de fazê-lo. “Por trás da história do queijo minas nós temos a história do Brasil e da agricultura familiar.” Para Grass, o reconhecimento significa um pacto de cuidado e de preservação deste bem cultural. Ele disse esperar que isso ajude na projeção do patrimônio mineiro e brasileiro. “Um grande viva às comunidades produtoras do queijo artesanal, este alimento que nos traz tantos saberes, memórias e a preservação da agricultura familiar”, acrescentou a ministra Margareth Menezes. Recital em homenagem à conquista do queijo O governo de Minas Gerais fará, nesta noite, a partir das 19h, um pequeno recital com coro e violão no Palácio da Liberdade para marcar a conquista do produto que tem profunda identidade com a cultura mineira. Além do Iphan e do Ministério da Cultura, o reconhecimento da Unesco também era reivindicado pela Associação Mineira do Queijo Artesanal (Amiqueijo), pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha), pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) e pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa). O post Queijo Minas Artesanal é reconhecido como patrimônio imaterial pela Unesco apareceu primeiro em Canal Rural.

Brasil passará a exportar produtos suínos a país do Sudeste Asiático

Foto: Seara O Brasil recebeu autorização sanitária para a exportação de produtos suínos, especificamente mesentério e papada congelados – insumos utilizados na produção de embutidos e alimentos processados – para as Filipinas. O país do Sudeste Asiático se tornou, neste ano, o maior mercado para a carne de porco brasileira. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Para o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a recente abertura agrega produtos especialmente valorizados em mercados asiáticos, o que “fortalece a confiança mútua e contribu para o incremento dos volumes exportados pelo Brasil”. Além dessa nova autorização, outros três mercados foram abertos nas Filipinas neste ano: alevinos de tilápia, produtos de reciclagem animal e peixes ornamentais. Com esse último anúncio de produtos suínos, o agronegócio brasileiro alcança a marca de 205 novos mercados abertos em 2024, totalizando 283 aberturas em 62 países desde o início de 2023. O post Brasil passará a exportar produtos suínos a país do Sudeste Asiático apareceu primeiro em Canal Rural.