Chicago sobe pela 5ª vez seguida; veja as cotações

[ad_1] O mercado brasileiro de soja registrou preços pouco alterados nesta quarta-feira (14), com negócios moderados. Segundo o consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, com a Bolsa de Chicago em alta e com o dólar subindo um pouco, houve algumas oportunidades de venda. “O produtor está atento à liberação de espaço nos armazéns com a entrada da safrinha de milho”, informa. Preços médios da saca de soja no Brasil Passo Fundo (RS): avançou de R$ 129 para R$ 129,50 Santa Rosa (RS): subiu de R$ 130 para R$ 131 Porto de Rio Grande: se manteve em 134,50 Cascavel (PR): permaneceu em R$ 129 Porto de Paranaguá (PR): seguiu em R$ 134 Rondonópolis (MT): ficou estável em R$ 114,50 Dourados (MS): continuou em R$ 120 Rio Verde (GO): seguiu em R$ 116 Bolsa de Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira em alta, enfileirando cinco sessões de perdas consecutivas. Silveira destaca que a trégua de 90 dias na guerra tarifária entre China e Estados Unidos e a proposta de extensão do programa de crédito norte-americano ao biodiesel deram sustentação às cotações. Os agentes acompanham sinais de que a China pode comprar produtos agrícolas dos EUA como parte das negociações comerciais. Mas ainda há incerteza sobre o que acontecerá quando essa pausa expirar. Deputados da Câmara americana divulgaram nessa terça-feira (13) uma proposta para estender o crédito tributário para combustíveis limpos (45Z) até 31 de dezembro de 2031, o que pode sustentar a demanda por óleo de soja como matéria-prima para a crescente indústria de diesel renovável. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 5,25 centavos de dólar ou 0,48% a US$ 10,77 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,61 1/4 por bushel, ganho de 1,75 centavo ou 0,16%. Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 1,40 ou 0,47% a US$ 291,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 52,32 centavos de dólar, com alta de 0,84 centavo ou 1,63%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,46%, sendo negociado a R$ 5,6325 para venda e a R$ 5,6305 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5828 e a máxima de R$ 5,6353. [ad_2] Source link
Vencedores do Prêmio Personagem Soja Brasil 24/25 são anunciados

[ad_1] O suspense chegou ao fim! Os vencedores do Prêmio Personagem Soja Brasil, safra 24/25, foram anunciados durante cerimônia realizada na sede da Aprosoja Brasil, em Brasília, com transmissão ao vivo pelo Canal Rural. O evento reconhece profissionais que se destacam na cadeia produtiva da soja e valoriza tanto os avanços da pesquisa quanto o trabalho no campo. Os premiados foram divulgados em duas categorias: voto popular e júri técnico. Vencedores do Prêmio Personagem Soja Brasil 24/25 Na categoria Pesquisador – Voto Popular, o vencedor foi Anderson Cavenaghi, um renomado professor e doutor, referência nacional em proteção de plantas. Anderson destacou a importância do reconhecimento: “É muito bom perceber que o trabalho é reconhecido. Fico feliz!” Na categoria Produtor – Voto Popular, o vencedor foi Alberto Schlatter, produtor de Chapadão do Sul (MS), que alia a tradição familiar com práticas modernas no campo, apostando em tecnologia e sustentabilidade. Ele ressaltou a importância da união entre o produtor e a pesquisa brasileira: “Para salvar o Brasil, precisamos ser patriotas.” Na categoria Pesquisador – Júri Técnico, o premiado foi Julio Cezar Franchini, pesquisador de Londrina (PR), reconhecido por seu trabalho no manejo e conservação do solo. “Estou muito feliz, agradeço. Isso me pegou de surpresa. Agradeço à minha família pelo apoio. É bom perceber que meu filho também quer ser pesquisador da Embrapa”, disse Julio. Na categoria Produtor – Júri Técnico, a vencedora foi Claudia D’Agostini, produtora rural de Sabáudia (PR), que inova na gestão de sua propriedade ao lado da irmã, com foco em tecnologia e sucessão familiar. “É uma alegria muito grande. Estou no começo dessa jornada, dando continuidade ao trabalho do meu pai. Espero inspirar pessoas, principalmente mulheres no agro brasileiro”, afirmou Claudia. Além dos vencedores, Cecilia Czepak (UFG) e Oliveiro Alves de Melo (Balsas – MA) também receberam prêmios de participação, como reconhecimento por suas contribuições significativas para o setor. Cecilia é uma referência no manejo integrado de pragas, desempenhando um papel decisivo na sanidade das lavouras em várias regiões do país. Já Oliveiro, com sua atuação na Cooperação Nipo-Brasileira e seu papel essencial no desenvolvimento sustentável da soja no Cerrado, tem sido um grande aliado na promoção de práticas agrícolas responsáveis. Ambos foram reconhecidos por sua dedicação e impacto contínuo no agro brasileiro, mesmo não conquistando prêmios nas categorias principais. Além dos vencedores, a cerimônia contou com a entrega da Comenda da Soja, que foi concedida ao senador Zequinha Marinho, em reconhecimento ao trabalho político em prol do setor da soja. [ad_2] Source link
veja os preços pelo Brasil

[ad_1] O mercado físico do boi gordo apresenta preços em predominante acomodação durante a quarta-feira (14). A queda de preços foi acintosa durante a terça-feira, o que promoveu menos alterações no mercado durante o dia que se sucedeu. “Importante mencionar que as indústrias frigoríficas ainda contam com uma posição confortável em suas escalas de abate, que hoje atendem entre sete e nove dias úteis na média nacional”, diz o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias. Segundo ele, a disponibilidade de fêmeas no mercado segue elevada, apontando para um descarte em patamares ainda altos. “Como ponto de sustentação precisa ser mencionado o forte ritmo de embarques, mantendo a demanda por animais jovens aquecida.” Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 309,25 Goiás: R$ 291,79 Minas Gerais: R$ 294,71 Mato Grosso do Sul: R$ 302,73 Mato Grosso: R$ 301,35 Mercado atacadista O mercado atacadista ainda se depara com preços acomodados para a carne bovina, e o ambiente de negócios ainda sugere por menor espaço para reajustes no curto prazo, considerando um perfil de consumo mais comedido durante a segunda quinzena do mês. “A população ainda prioriza o consumo de proteínas de menor valor agregado, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos”, assinalou Iglesias. O quarto traseiro foi precificado a R$ 24,00 por quilo, queda de R$ 1,00. O quarto dianteiro recuou ao patamar de R$ 19,50 por quilo, com queda de R$ 1,00. Já a ponta de agulha foi cotada a R$ 18,00 por quilo, queda de R$ 0,50. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,46%, sendo negociado a R$ 5,6325 para venda e a R$ 5,6305 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5828 e a máxima de R$ 5,6353. [ad_2] Source link
‘É dia de celebrar os nossos heróis do campo’, diz presidente do Canal Rural; assista à premiação ao vivo

[ad_1] Depois de muita expectativa, chegou o momento de celebrar os profissionais que se destacam na cadeia produtiva soja. A cerimônia do Prêmio Personagem Soja Brasil, safra 2024/25, já começou e acontece na Casa Canal Rural, na sede da Aprosoja Brasil, com transmissão ao vivo pelo Canal Rural. O encontro também é exibido pelo site oficial e pelas redes sociais. Acompanhe à premiação: Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil, reforça a importância de valorizar o papel de quem está na base da produção. ”Não existe agricultura sem o produtor. É uma grande satisfação poder reconhecer o trabalho de quem está na base da produção. Premiar esses profissionais é valorizar o esforço dos produtores que constroem, todos os dias, um agro mais forte, mais técnico e mais sustentável”, afirmar. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! O presidente do Canal Rural, Julio Cargnino, destacou a trajetória conjunta com a Aprosoja Brasil e o papel da informação no desenvolvimento do agro. ”É uma honra estarmos todos aqui. Ao longo de 14 anos de parceria com a Aprosoja Brasil, levamos informação de qualidade para que o produtor possa tomar decisões com mais segurança. Esse prêmio representa mais do que reconhecimento, é uma forma de mostrar que o trabalho no campo tem rosto, tem história e tem valor. Hoje é dia de celebrar quem faz a diferença no agro.” Indicados do Prêmio do projeto Soja Brasil Alberto Schlatter (Chapadão do Sul – MS)Produtor que alia tradição familiar e inovação, investindo em tecnologia e boas práticas no campo. [ad_2] Source link
Foto de anta que sobreviveu a incêndio no Pantanal ganha concurso internacional

[ad_1] A imagem de uma anta que sobreviveu a um incêndio no Pantanal brasileiro venceu uma das cinco categorias do Prêmio de Fotografia Ambiental (Environmental Photography Award) 2025, oferecido pela Fundação Príncipe Albert II de Mônaco. Na foto, feita por Fernando Faciole e registrada com o nome “Depois das chamas, esperança”, o animal aparece com as patas enfaixadas após ser resgatado em meio ao fogo. A foto venceu a categoria “Agentes de mudança, portadores de esperança” do concurso. Apelidado de Valente, a anta macho tinha aproximadamente um ano de idade quando foi retratada. Ela tinha sofrido queimaduras graves nas quatro patas e nas orelhas, e foi resgatada por uma equipe do projeto Onçafari, que atua no Refúgio Ecológico Caiman. O Prêmio de Fotografia Ambiental foi criado em 2021 para comemorar os 15 anos da Fundação Príncipe Albert II de Mônaco. O objetivo é premiar fotógrafos que usam sua criatividade para conscientizar sobre a necessidade de proteger o ambiente. [ad_2] Source link
Soja rompe resistência em Chicago e pode chegar a US$ 12,50

[ad_1] Nesta semana, o mercado global da soja foi impulsionado por dois fatores-chave: o novo acordo comercial entre Estados Unidos e China e o relatório otimista divulgado pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). O reflexo foi imediato na Bolsa de Chicago, com altas próximas de 2% nos contratos futuros, e nos portos brasileiros, onde os preços acompanharam a valorização internacional. Mas o movimento de mercado pode não parar por aí. Com os contratos de julho se aproximando da região de US$ 10,70 por bushel — patamar considerado até então uma forte resistência gráfica —, analistas técnicos já projetam a possibilidade de uma escalada rumo aos US$ 12,50, caso o otimismo se mantenha. Esse rompimento técnico é interpretado por muitos operadores como um “gatilho” para entrada de fundos e movimentos especulativos, ampliando a liquidez e a volatilidade do mercado. O relatório do USDA foi decisivo ao apontar aumento das importações chinesas, queda nos estoques globais e manutenção da demanda internacional aquecida, especialmente num momento em que o dólar se valoriza frente ao real, o que torna a soja brasileira ainda mais competitiva. Nesse contexto, é prudente que os produtores brasileiros, especialmente os que ainda mantêm grande parte da safra 2024/25 em aberto, revisitem suas estratégias comerciais. A janela que se abre pode representar um ponto de virada na curva de preços e permitir vendas mais rentáveis — mas exige atenção redobrada. Recomendações estratégicas Acompanhar os gráficos: um rompimento confirmado acima de US$ 10,70 pode sinalizar um novo canal de alta técnica; Monitorar fundamentos: qualquer mudança no clima norte-americano ou na demanda chinesa pode reforçar ou enfraquecer esse cenário; Analisar o câmbio: com o dólar acima dos patamares atuais, os preços internos tendem a se valorizar mais rapidamente; Diversificar as vendas: travar parte da produção em patamares elevados pode ser uma forma de mitigar riscos futuros. Diante da atual conjuntura, os produtores devem evitar decisões por impulso, mas também não ignorar sinais gráficos e fundamentos que indicam possível valorização sustentada. O momento exige equilíbrio entre precaução e oportunidade. Se os próximos dias confirmarem o rompimento da resistência em Chicago, o agro brasileiro poderá vivenciar uma janela de alta importante — e lucrativa — no segundo semestre. [ad_2] Source link
Endividamento de produtores ameaça próxima safra no Rio Grande do Sul

[ad_1] Protestos em diversas cidades gaúchas mobilizam agricultores e chamam a atenção para a crise enfrentada pelos produtores no estado. O governador em exercício do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza, afirmou a jornalistas durante a Fenasul Expoleite que, se não houver uma solução para o endividamento dos produtores, a próxima safra estará comprometida. Segundo ele, a economia gaúcha poderá ser gravemente afetada, já que 40% do PIB do estado está vinculado ao agronegócio. “Nós temos uma situação que pode se tornar uma grande calamidade econômica no setor primário. As parcelas dos financiamentos vencem agora em maio e ainda não foram prorrogadas. Queremos reforçar o pedido ao governo federal para que haja uma solução nesse sentido”, disse Souza. “Se não for possível a securitização das dívidas ou uma renegociação mais profunda, ao menos uma postergação das parcelas vencidas é fundamental. Sem isso, teremos um grave problema para manter a área plantada no Rio Grande do Sul, afetando não só o campo — com destaque para o setor leiteiro —, mas também as cidades, já que boa parte da economia do estado depende do setor primário, tanto da atividade dentro da porteira quanto fora dela”, destacou o governador. O presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Pereira, compartilha da mesma preocupação. Segundo ele, se nenhuma medida for tomada, o estado poderá, pela primeira vez, ter uma redução na área agrícola da próxima safra. “Todo o sistema está exaurido. O sistema financeiro enfrenta grandes dificuldades, com muitas renegociações. O sistema cooperativo, que sempre foi um grande suporte para os produtores, está com muito capital nas ruas. Os cerealistas enfrentam o mesmo cenário, e as revendas de insumos também seguem na mesma toada. Enfrentamos uma dificuldade generalizada” declarou. [ad_2] Source link
João Martins, presidente da CNA, fala sobre a evolução da pecuária

[ad_1] Hoje (14), às 18h, na tela do Canal Rural, vai ao ar um novo episódio do projeto Memórias do Brasil Rural. Desta vez, a equipe do Canal Rural conta a trajetória do atual presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins. Nascido em Feira de Santana (BA), João carrega no sangue o DNA do agro. Herdou do pai — com quem compartilha o nome — o espírito empreendedor e o olhar visionário. Com luz própria e grande vontade de transformar a agropecuária, faz uma análise detalhada do crescimento do setor no Brasil e compartilha seus principais legados. Navio para a pecuária Ele relembra a evolução da pecuária na Bahia e ações inovadoras, como a aquisição de um navio para o transporte de gado, feita por seu pai, que mudou os rumos do setor. Além disso, o presidente da CNA destaca marcos importantes da expansão da fronteira agrícola baiana e projetos que transformaram o Senar em referência para o segmento. Trata-se de um testemunho relevante de alguém que esteve — e continua — no centro do agronegócio nacional. Projeto Memórias do Brasil Rural A iniciativa é uma parceria entre o Canal Rural, a CNA e a Embrapa, com apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ). O objetivo é criar o primeiro acervo audiovisual integrado do agronegócio brasileiro, reunindo registros históricos, depoimentos de personalidades e materiais de famílias de produtores rurais. [ad_2] Source link
Com 98,23% de conformidade, JBS se aproxima da meta de sustentabilidade na Amazônia

[ad_1] A JBS conquistou mais um avanço expressivo na auditoria dos compromissos da pecuária na Amazônia Legal. Os dados do 2º Ciclo do Protocolo de Monitoramento Boi na Linha, divulgados nesta quarta (14), pelo Ministério Público Federal (MPF) em Brasília, apontam para 100% de conformidade em volume de animais na próxima rodada de informações. Nesta edição, a Companhia alcançou 98,23%, 4,4 pontos percentuais mais que na estreia. O MPF consolidou pela segunda vez os resultados de Pará, Rondônia, Acre, Mato Grosso e Tocantins, que estreou neste ano. Também foi divulgado o desempenho no Amazonas, estado em que a JBS não conta com fábricas de processamento de bovinos. A auditoria foi realizada pela consultoria Grant Thornton de 20 de setembro do ano passado até 15 de março. O levantamento abrangeu as compras do período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2022. Desempenho da JBS por estado: Rondônia – 99,23% (mais 11,22 pontos percentuais em relação ao ciclo anterior); Mato Grosso – 98,19% (+0,34 ponto percentual); Acre – 98,14% (+8,28 pp); Tocantins – 98,03% (estreia do estado, não há comparação com a edição passada); e Pará – 97,01% (+3,01 pp). Não fossem questões relacionadas a documentação, o percentual de não conformidade da JBS de 1,77% teria se reduzido a 0,27%. “Esse desempenho mostra que estamos muito próximos da meta de 100% de conformidade, número que vai refletir todo o empenho da Companhia para a produção sustentável na Amazônia. A evolução comprovada neste ciclo comprovou o que dissemos na edição anterior, de que temos clareza sobre como alcançar esse objetivo”, afirmou Liège Correia, diretora de Sustentabilidade da JBS Brasil. A Companhia prossegue no aprimoramento da gestão documental, que inclui somente aceitar protocolos de projetos de regularização ambiental (PRA) com termo de compromisso assinado (em vigor desde novembro de 2021), além de melhorias nos registros ligados ao Cadastro Ambiental Rural (CAR). Todo o processo de auditoria foi conduzido com base no Protocolo de Auditoria do Boi na Linha, que estabelece as premissas e orientações. As avaliações foram amostrais, com exceção dos contratos de arrendamentos e da lista do Trabalho Escravo, avaliados para toda a base de GTAs (Guias de Trânsito Animal) recebidas pela equipe de auditoria. A JBS utiliza há 15 anos um sistema de monitoramento geoespacial para garantir o cumprimento de seus critérios socioambientais no país. Os fornecedores da JBS não podem atuar em áreas de desmatamento, terras indígenas, unidades de conservação ambiental ou territórios quilombolas; não utilizem mão de obra análoga à escravidão, nem possuam embargos ambientais. A Companhia apoia o trabalho de harmonização da auditoria empreendido pelo Ministério Público Federal para os estados do bioma Amazônia e concorda com que todas as empresas que tenham assinado o TAC da Carne sejam auditadas e para que as indústrias de fora desse acordo setorial também sejam acompanhados. “Nenhuma empresa, sozinha, vai resolver as questões socioambientais na Amazônia. Se as milhares de fazendas eventualmente bloqueadas continuarem a vender animais para quem não está no acordo, haverá uma lacuna importante. É preciso que o setor tenha regras universais de atuação”, enfatiza a diretora de Sustentabilidade da JBS Brasil. [ad_2] Source link
Colheita do café começa em algumas áreas de cultivo

[ad_1] Em alguns talhões (pedaço delimitado de terra) das principais áreas produtoras do café arábica do Brasil, a colheita já foi iniciada. Ainda assim, a atividade deve começar a ganhar força apenas na semana que vem. Isso é o que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). De acordo com as fontes consultadas pelo Centro de Estudos, o volume colhido é pouco expressivo, e deve representar em torno de 1 ou 2% do total. A produção estimada pela Conab é de 55,67 milhões de sacas. Assim a previsão é de que esta safra supere em 2,7% a safra anterior, considerando as variedades arábica e robusta. O crescimento no montante se deve ao café robusta, levando em consideração que o arábica está em ano de baixa bienalidade. Outra questão importante é o comportamento do dólar e do clima no início da colheita. Estes fatores vem causando oscilações nos valores futuros negociados na bolsa de Nova Iorque e os valores domésticos, de acordo com o Cepea. [ad_2] Source link