MEIs com dívidas aderem ao Desenrola

Foto: Imagem de PublicDomainPictures por Pixabay Por Carlos Abreu Pesquisa realizada pelo Sebrae mostra que o programa Desenrola Pequenos Negócios teve uma adesão massiva dos microempreendedores individuais com dívidas e que se enquadravam nos critérios definidos pelo governo federal. De acordo com o levantamento, 93% dos microempreendedores individuais (MEI), que tinham dívidas até janeiro deste ano, aderiram à iniciativa. Quando analisado o universo dos pequenos negócios, composto por MEI, micro e pequenas empresas, o resultado foi de 72% de adesão. A pesquisa do Sebrae mostrou que os pequenos negócios do Comércio que estavam dentro dos critérios do Desenrola foram os que mais aderiram ao programa (92%), seguidos dos empreendedores dos setores de Serviço (69%) e Indústria (49%). Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, o Desenrola Pequenos Negócios trouxe um alívio aos empreendedores endividados, que regularizaram sua situação e agora podem reinvestir na empresa, buscar novos empréstimos em condições mais favoráveis e voltar a crescer. “Nós temos milhões de empreendedores que não conseguem obter crédito. Entre outras razões, está o fato de estarem inadimplentes. Com o Desenrola, estamos devolvendo a confiança a esses empresários.” Décio Lima, presidente do Sebrae. Décio destaca que o Sebrae está junto do governo federal no programa Acredita, criado para permitir que os pequenos negócios possam ter acesso a crédito em condições mais vantajosas. “Nós fizemos um aporte de R$2 bilhões no Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), que vai viabilizar até R$30 bilhões em crédito para MEI, micro e pequenas empresas ao longo dos próximos três anos”, detalha o presidente. “Estamos trazendo o empreendedor da informalidade para a formalidade e abrindo as portas do sistema financeiro com a garantia de crédito e orientação do Sebrae. Esse setor vai impulsionar ainda mais a economia do nosso país”, acrescenta Décio Lima. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp. Desenrola Lançado no dia 13 de maio deste ano, o programa Desenrola Pequenos Negócios é voltado à renegociação de dívidas de microempreendedores individuais (MEI), microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) inadimplentes até 23 de janeiro de 2024. De acordo com o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, a iniciativa já superou a marca de R$ 5,1 bilhões em dívidas renegociadas, contemplando 125 mil operações e beneficiando 82 mil microempreendedores individuais (MEI) e pequenas empresas. O post MEIs com dívidas aderem ao Desenrola apareceu primeiro em Canal Rural.
Expedição Soja Brasil: desafios e incertezas no Rio Grande do Sul

Foto: Soja Brasil A Expedição Soja Brasil chegou ao estado do Rio Grande do Sul e você pode acompanhar a reportagem completa no último programa do Soja Brasil. O plantio no estado apresentou uma safra marcada por desafios e incertezas, mas também por uma visão de resiliência e tecnologia. A safra 2024/25 do grão apresenta um cenário desigual, com algumas regiões em meio a um bom desenvolvimento da soja, enquanto outras ainda lutam para plantar após adversidades climáticas, como a estiagem e as enchentes. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Soja Brasil reporta os desafios climáticos do RS Os produtores que atuam em áreas mais suscetíveis a enchentes, como na zona sul do estado, enfrentam dificuldades para retomar as atividades agrícolas. Em abril de 2023, poucas lavouras haviam sido colhidas e a soja apodreceu no campo devido ao excesso de chuva. O cultivo nessas áreas geralmente ocorre em terras baixas, o que torna os danos provocados pelas chuvas mais intensas. Muitas propriedades tentam se recuperar dos estragos das enchentes, e o planejamento da safra 2024/25 foi prejudicado pela incerteza climática. Boas expectativas Por outro lado, a Expedição Soja Brasil relatou que, apesar dos contratempos, a safra de soja do Rio Grande do Sul ainda apresenta um ciclo de boas expectativas. O plantio soja para a safra 2024/25, iniciou em outubro e segue até 28 de janeiro, com a maioria dos produtores apostando em um clima mais favorável para acelerar o plantio. As plantadeiras trabalham a todo vapor para aproveitar as janelas de clima seco. A recuperação do estado depende dessa janela de tempo favorável para a semeadura. Segundo meteorologistas, a previsão é de que as chuvas não sejam tão intensas quanto em anos anteriores, mas podem variar entre regiões. A expectativa é que o clima melhore, permitindo uma safra mais tranquila, com produtividade dentro do esperado. Expedição Soja Brasil: a realidade dos produtores Apesar da expectativa de um clima favorável, muitos produtores ainda enfrentam grande insegurança. Em algumas regiões, o plantio está atrasado devido a problemas financeiros que dificultam o acesso ao crédito. Diante disso, alguns recorrem a alternativas, como empréstimos informais, para garantir o financiamento necessário à produção. Além das dificuldades financeiras, a falta de crédito é um obstáculo significativo para muitos pequenos e médios produtores. Mesmo com boas janelas de clima seco, a falta de recursos limita investimentos em insumos e tecnologias, o que pode comprometer a produtividade. Em alguns casos, as áreas afetadas pelas cheias podem até ser abandonadas, devido à destruição causada pelas chuvas e à escassez de recursos para recuperação. Perspectivas De acordo com o Instituto Riograndense do Arroz (Emater), a previsão é de que sejam semeados aproximadamente 6,8 milhões de hectares de soja na safra. No entanto, muitos produtores ainda estão inseguros sobre a viabilidade do plantio. Algumas áreas que haviam sido preparadas para o cultivo podem ser comprometidas devido à falta de financiamento e à destruição causada pelas chuvas. O post Expedição Soja Brasil: desafios e incertezas no Rio Grande do Sul apareceu primeiro em Canal Rural.
Itaú BBA lança módulo sobre COP29 com foco no agronegócio sustentável

Foto: reprodução A Academia Agro do Itaú BBA, plataforma de ensino a distância gratuita voltada para clientes e não clientes, lançou um novo módulo dedicado à 29ª Conferência das Partes (COP29) da ONU. O objetivo é aprofundar as discussões sobre a crise climática, com foco em práticas agrícolas de baixo carbono, e apoiar a transição sustentável dos produtores rurais brasileiros. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O módulo COP29 inclui um vídeo explicativo sobre os principais temas da conferência, abordando sua relevância para o Brasil e o papel do agronegócio no enfrentamento das mudanças climáticas. Além disso, apresenta um artigo da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) intitulado “Soluções climáticas da agropecuária a caminho da COP30” e um videocast com análises de João Adrien, head de ESG Agro do Itaú BBA, e Luciana Nicola, diretora de relações institucionais e sustentabilidade do banco. “Esse é um debate particularmente relevante para o Brasil, pois o nosso agronegócio tem o potencial de ser uma parte fundamental da solução climática. O setor pode reduzir emissões líquidas e atuar como aliado na captura de gases de efeito estufa, enquanto assegura a produção em escala para a segurança alimentar global”, afirma Luciana Nicola. Educação e sustentabilidade no agro Desde 2019, o Itaú BBA tem ampliado sua atuação no setor agro por meio da produção de conteúdos voltados à economia e às finanças agrícolas. Entre as iniciativas, estão a criação da área de Consultoria Agro, o lançamento da Academia da Governança Agro em 2022 e, mais recentemente, a Academia Socioambiental Agro em 2024. Todo esse material foi consolidado na plataforma Academia Agro, que oferece módulos gratuitos e práticos para apoiar a adoção de boas práticas de governança e sustentabilidade. O módulo COP 29 está disponível gratuitamente no site da Academia Agro, com acesso liberado mediante inscrição. A iniciativa reforça o compromisso do Itaú BBA em incentivar a transição sustentável no setor agro e posicionar o Brasil como líder em práticas climáticas responsáveis. O módulo COP 29, assim como os demais conteúdos da Academia Agro, está disponível gratuitamente aqui. O acesso é liberado mediante inscrição. O post Itaú BBA lança módulo sobre COP29 com foco no agronegócio sustentável apareceu primeiro em Canal Rural.
Soja: ganhos em Chicago são limitados antes do intervalo

Foto: Leandro Balbino/ Canal Rural MT A sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja chega ao intervalo com preços mais altos para o grão e farelo, enquanto o óleo sofre queda. O dia de recuperação no mercado de soja, no entanto, tem ganhos limitados, pressionados pela expectativa de uma safra cheia na América do Sul e pela fraca performance das exportações norte-americanas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Contratos futuros da soja Os contratos de soja com vencimento em janeiro de 2025 foram cotados a US$ 9,92 1/4 por bushel, representando uma alta de 4,00 centavos de dólar por bushel, ou 0,40%. Já o contrato de março de 2025 foi negociado a US$ 9,97 1/2 por bushel, avançando 2,50 centavos de dólar por bushel, ou 0,25%. No mercado de farelo de soja, o contrato de janeiro de 2025 registrou preço de US$ 290,20 por tonelada, um aumento de US$ 4,00 por tonelada, ou 1,39%. Em contraste, o óleo de soja, com vencimento também em janeiro de 2025, viu uma retração de 0,77 centavo de dólar por libra-peso, atingindo 41,84 centavos de dólar, o que representa uma queda de 1,80%. O post Soja: ganhos em Chicago são limitados antes do intervalo apareceu primeiro em Canal Rural.
Senado estuda linha de crédito para recuperação de solos e pastagens

Foto: Jonas Pereira/Agência Senado A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado deve analisar, amanhã (17), um projeto de lei que cria assistência material e abertura de linha de crédito para agricultores familiares destinada à recuperação de solos e pastagens (PL 1.103/2022). O objetivo é estimular o aumento da produtividade pecuária e a produção de alimento e renda, sem expansão das áreas de pastagens à custa de desmatamento de vegetação nativa. O texto entende como assistência material todo o apoio contínuo em doação financeira ou material, bem como o empréstimo de equipamentos e insumos. O projeto tem relatório favorável da senadora Damares Alves (Republicanos – DF). A relatora argumenta que atualmente as linhas de crédito rural são estabelecidas somente por resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN). Por isso, é necessário criar uma legislação federal que promova a necessária segurança jurídica sobre o tema. A senadora avalia que o PL 1.103/2022 é “altamente meritório” ao regulamentar a Lei 11.326, de 2006, para incluir assistência material e abertura da linha de crédito. Damares rejeitou emenda do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR) que previa que as linhas de crédito para a recuperação de solos e pastagens em propriedades familiares poderiam ser objeto de subvenção econômica na forma de equalização de taxas, visando tornar o crédito rural mais barato. De autoria do senador Jader Barbalho (MDB-PA), o PL 1.103/2022 foi aprovado na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) em agosto de 2023, na forma de substitutivo oferecido pelo então relator, senador Beto Faro (PT-PA). Em seguida o texto foi encaminhado à CAE, onde será apreciado em caráter terminativo. Ou seja, se aprovado na comissão, seguirá para a Câmara dos Deputados, a não ser que haja recurso para apreciação da proposta em Plenário. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Senado estuda linha de crédito para recuperação de solos e pastagens apareceu primeiro em Canal Rural.
Projeto amplia área para enquadramento de agricultor no Pronaf

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 1587/11, que amplia de quatro para seis módulos fiscais o limite de área para fins de classificação como agricultor familiar. O tamanho de cada módulo fiscal é definido pelo município. Com a medida, produtores com até seis módulos fiscais poderão se beneficiar das linhas de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). A proposta é do deputado Zé Silva (Solidariedade-MG) e foi aprovada com parecer favorável do relator, deputado Albuquerque (Republicanos-RR). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Para o relator, a mudança aprovada não vai descaracterizar o Pronaf, já que os demais requisitos para ser classificado como agricultor familiar não foram alterados, como utilizar mão de obra da própria família. “A regra do tamanho da área está prejudicando muito os agricultores, deixando-os no limbo das políticas públicas para a agricultura familiar, simplesmente pelo fato de possuírem entre quatro a seis módulos”, defendeu Albuquerque. O deputado recomendou a rejeição do projeto apensado (PL 7468/14), da deputada Flávia Morais (PDT-GO), que amplia a área do agricultor familiar para 15 módulos fiscais. Albuquerque entendeu que a medida ampliaria “em demasia o público a ser atendido, prejudicando o Pronaf”. O projeto será analisado agora, em caráter conclusivo, pelas comissões, da Câmara dos Deputados, de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, deverá ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. O post Projeto amplia área para enquadramento de agricultor no Pronaf apareceu primeiro em Canal Rural.
Líder do MST chama gestão da reforma agrária do governo Lula de vergonhosa

Foto: Agência Câmara O líder do Movimento dos Sem Terra (MST), João Pedro Stedile, disse ao jornal Folha de São Paulo que o movimento está cansado de promessas feitas pelo governo Lula desde que tomou posse, há dois anos. Ele também criticou o pacote programado pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, que teria como objetivo acalmar o movimento. “Não bastam mais propaganda, retórica, eventos e atos no Palácio. Nós queremos medidas concretas que solucionem problemas reais. Faz dois anos que eles falam em ‘pacotes’. Anunciaram a tal ‘prateleira de terras’ e tantas outras promessas embaladas como presente de Natal”, disse ao jornal. Stedile afirma que, apesar da boa vontade do Lula, as políticas públicas não estão chegando nos mais pobres, das periferias e do campo. Ele também disse ao jornal que tem a impressão de que os ministros não falam a verdade para o presidente. No começo deste mês, membros do movimento foram retirados de duas propriedades rurais no município de Pedras Altas, no Rio Grande do Sul, que haviam sido invadidas pelo grupo. As duas ações do MST fizeram parte do chamado Natal com Terra, que pede agilidade na Reforma Agrária. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Líder do MST chama gestão da reforma agrária do governo Lula de vergonhosa apareceu primeiro em Canal Rural.
Luiz Alves em Santa Catarina conquista IG pela produção de banana

Foto: Secretaria de Estado da Agricultura SC. A banana produzida em Luiz Alves (SC) faz parte agora do seleto rol de Indicações Geográficas (IG) brasileiras, ferramentas coletivas de valorização de produtos tradicionais vinculados a determinados territórios. O registro agrega valor ao produto e ajuda a proteger a região produtora. A conquista na espécie Indicação de Procedência (IP) é a 135ª IG concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) no Brasil. O pedido de IG foi liderado pela Associação dos Bananicultores do Município de Luiz Alves. “As indicações geográficas representam um verdadeiro mecanismo de desenvolvimento territorial, fazendo com que a região cresça, torne-se referência em todo país e, com isso, gere mais oportunidades, inclusão e crescimento”, justifica o presidente do Sebrae, Décio Lima. “O Sebrae vem atuando junto com o governo Lula, por meio do INPI, para que novos territórios tenham suas indicações geográficas reconhecidas, com isso, teremos ainda mais valor agregado e municípios incluído nesse modelo de desenvolvimento econômico.” O processo de reconhecimento inclui a organização dos produtores por meio de uma associação, que fica responsável por fazer as auditorias, por avaliar o produto e para buscar o registro junto ao INPI, que é o reconhecimento ao conjunto de empreendedores daquela localidade. Então, o papel do produtor é muito importante em todo esse processo. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp. De acordo com o INPI, os agricultores locais se destacam pelas boas práticas aplicadas ao manuseio dos cachos, ao manejo pós-colheita, bem como todos os procedimentos realizados nas casas de embalagem e nas câmaras de climatização, garantindo a comercialização de frutas de alta qualidade, tanto no mercado brasileiro, quanto no mercado internacional, especialmente em países do Mercosul, como Argentina e Paraguai. Atualmente, cerca de 400 propriedades de pequeno porte têm a bananicultura como principal atividade, sendo mais de 4 mil hectares de plantio. O post Luiz Alves em Santa Catarina conquista IG pela produção de banana apareceu primeiro em Canal Rural.
Arroz: Conab fará novo leilão de contratos de opção de venda

Foto: Paulo Lanzetta/Embrapa A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizará na sexta-feira (20) novo leilão de Contrato de Opção de Venda (COV) para arroz. Serão ofertados 16.241 contratos de 27 toneladas cada. Ao todo, serão realizados seis leilões com objetivo de dar a opção ao produtor de venda futura ao governo federal. Os três primeiros serão destinados exclusivamente para a agricultura familiar, produtores rurais e cooperativas que possuem DAP (Declaração de Aptidão ao Pronaf) ou CAF (Cadastro Nacional da Agricultura Familiar). “Os demais serão de ampla concorrência, ou seja, todos os produtores e cooperativas de arroz poderão participar, inclusive agricultores familiares”, disse a estatal em nota. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “Nos últimos 15 anos, nós perdemos área de produção de arroz para outras culturas em função de problemas de preço, rentabilidade, produtividade e até mesmo de clima, então temos que estimular a produção de determinados produtos e o governo tem diversas ferramentas para isso”, justificou o diretor de Operações e Abastecimento da Conab, Arnoldo de Campos. “Uma delas é garantir preço no momento da comercialização, que é exatamente o que esses leilões da próxima sexta-feira vão fazer, através dos quais o produtor compra o direito de vender para o governo no ano que vem. Mas, se o mercado pagar mais, ele pode optar por vender para o mercado. É uma garantia, uma espécie de seguro, uma ferramenta super moderna”, explica o diretor. A oferta será para os estados de Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins. Para os dois primeiros estados, os contratos terão vencimento em 30 de julho de 2025. Já para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, o vencimento será em 30 de agosto do ano que vem. Para Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins, os contratos vencem em 30 de outubro de 2025. Os valores de venda também estão estabelecidos de acordo com os prazos de cada vencimento. Até o momento, a companhia já negociou 2.325 contratos. Para realizar as operações, o governo federal destinou à Conab cerca de R$ 1 bilhão, para a aquisição de até 500 mil toneladas de arroz longo fino em casca, tipos 1 e 2 da safra 2024/25. O post Arroz: Conab fará novo leilão de contratos de opção de venda apareceu primeiro em Canal Rural.
Conab avalia impacto climático no café e divulga projeções para 2025

Foto: Governo do Estado de Rondônia Com o objetivo de colher dados para a estimativa da produção de café em todo o Brasil, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) iniciou a coleta de dados sobre o fechamento da safra de café 2024. Além disso, a entidade começou a avaliação das previsões para a safra de 2025. A pesquisa de campo começou em 1º de dezembro e terminou no último dia 14 – a Conab também vai analisar os efeitos climáticos no café. O levantamento deste ano envolve a coleta de informações em diversas regiões cafeeiras do Brasil. O estudo será realizado presencialmente nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Goiás. Já em Rondônia, Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná, a coleta será de forma remota, com o uso de tecnologias para garantir a precisão das informações. A Conab reforça a importância da pesquisa para a compreensão do impacto das condições climáticas na produção de café, para a orientação do mercado, além de fornecer dados cruciais para o planejamento agrícola no país. Dessa forma, a expectativa é que o levantamento ofereça informações detalhadas sobre a produtividade e as condições das lavouras de café em cada região. Efeitos climáticos O 4º Levantamento da Safra 2024 de Café ocorre em um ano que deveria ser de bienalidade positiva para o café arábica. Entretanto, as adversidades climáticas impactaram a produção. Estiagens prolongadas, chuvas esparsas e mal distribuídas, além de altas temperaturas durante as fases de desenvolvimento dos frutos, reduziram a produtividade esperada, comprometendo as projeções iniciais de safra. Levantamentos Em setembro, a Conab divulgou o 3º Levantamento da safra de café no Brasil, estimando uma produção de 54,8 milhões de sacas beneficiadas, queda de 0,5% em relação à safra anterior. A área em produção aumentou 1,4%, totalizando 1,9 milhão de hectares, enquanto a produtividade caiu 1,9%, ficando em 28,8 sacas por hectare. Os próximos resultados serão divulgados em janeiro de 2025: o 4º Levantamento da Safra de Café 2024, no dia 21, e o 1º Levantamento da Safra de Café 2025, no dia 28. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Conab avalia impacto climático no café e divulga projeções para 2025 apareceu primeiro em Canal Rural.