Projeto que cria regras para novos tributos, vai à sanção de Lula 

Foto: divulgação. Simplificação, justiça social e eficiência. Esses foram os principais pontos destacados pelo Sebrae diante do Congresso Nacional, que finalizou nesta terça-feira (17), a votação de um dos projetos que regulamenta a Reforma Tributária. Agora o texto segue para sanção do presidente Lula.   O projeto cria regras para as cobranças dos novos tributos sobre o consumo – Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que passarão a ser cobrados a partir de 2026 em regime de transição –, atende à reivindicação do setor ao assegurar os direitos dos pequenos negócios, em especial, por meio do Simples Nacional. As pequenas empresas terão a liberdade de recolher os novos tributos dentro ou fora do Simples, o que for mais vantajoso para cada negócio. Os empreendedores e pequenos produtores rurais que têm renda anual inferior a R$ 40,5 mil, incluindo motoristas de aplicativos, também foram contemplados. Décio Lima, presidente do Sebrae, argumenta que foi um processo histórico e que a reforma é inclusiva.  “A reforma tributária é inclusiva e simplificadora para permitir que o Brasil entre no espaço da globalização econômica com tranquilidade e modernidade”, explica Lima. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp. De acordo com o presidente do Sebrae, a reforma deve melhorar a competitividade no mercado, tornando-o mais equilibrado. “Os empreendedores estão otimistas, pois a reforma proporcionará uma economia mais eficiente, com mais transparência e menos custos administrativos. Além disso, os direitos dos empreendedores de pequenos negócios serão preservados”, completa. O projeto aprovado tem uma lista de produtos que deverão ser isentos dos novos tributos na nova cesta básica nacional. O texto que segue agora, para sanção do presidente Lula, inclui a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.  Fonte: Agência Sebrae de Notícias O post Projeto que cria regras para novos tributos, vai à sanção de Lula  apareceu primeiro em Canal Rural.

Entidades destacam que Plano Nacional de Identificação fortalece a pecuária

Brasil define suas estratégias para garantir uma produção de gado sustentável A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável (MBPS) comemoraram o lançamento do Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB), apresentado no começo desta semana pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Os principais objetivos do plano são qualificar e aprimorar a rastreabilidade ao implementar um sistema de identificação individual que permitirá acompanhar e registrar o histórico, a localização atual e a trajetória de cada animal identificado. Segundo o Governo Federal, a medida fortalecerá os programas de saúde animal, a capacidade de resposta a surtos epidemiológicos e reforçará o compromisso do Brasil com o cumprimento dos requisitos sanitários dos mercados internacionais. O vice-presidente da CNA, José Mário Schreiner, afirmou que o PNIB vai reforçar ainda mais o controle da sanidade do rebanho brasileiro. “Fico muito feliz quando vejo o lançamento de um programa que não é de comando e controle, a adesão do plano será voluntária. A CNA e todo o setor produtivo participaram ativamente da construção do plano, capitaneados pelo Ministério da Agricultura. Hoje temos um programa único onde o beneficiado é o produtor, a indústria e o país.” A MBPS também participou das etapas de construção do plano. “A rastreabilidade era um ponto emergente, e a consolidação deste plano nos deixa muito realizados, pois significa que cumprimos nosso objetivo de promover uma pecuária mais sustentável, competitiva e alinhada às exigências do mercado e da sociedade. Além disso, marca o início de uma nova etapa com foco no fomento da rastreabilidade individual e o avanço da implementação do sistema nacional, fortalecendo a rastreabilidade como instrumento de valorização da pecuária sustentável e reafirmando nossa contribuição neste debate,” afirmou Ana Doralina Menezes, presidente da MBPS. A medida também foi considerada um avanço pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A implementação do plano será gradual e ocorrerá ao longo dos próximos sete anos. Entre 2024 e 2026, será construída a base de dados nacional. Entre 2027 e 2029, terá início a identificação individual dos animais, com a previsão de atingir todo o rebanho até 2032. Conheça os seis pilares sanitários: Universalização da Numeração 076 (ISO Brasil – PGA), gerenciada pelo MAPA Uso obrigatório da Numeração Oficial por todos os protocolos, públicos ou privados Base de Dados Nacional Unificada Integração da Guia de Trânsito Animal (GTA) Identificação antes da primeira movimentação do animal Definição de Regras e Padronização para estabelecer um parâmetro básico de aplicação e, principalmente, as formas de reinserção de produtores não conformes na cadeia de fornecimento. O post Entidades destacam que Plano Nacional de Identificação fortalece a pecuária apareceu primeiro em Canal Rural.

Brasil deve produzir até 128 milhões de toneladas de milho na safra 2024/25

Foto: Renata Silva/Embrapa O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou que o Brasil deverá produzir 128 milhões de toneladas de milho na safra 2024/25. Os dados estão acima do que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) prevê – produção total de 119,63 milhões de toneladas. As informações constam no boletim Gain Report. O volume deve superar as 122 milhões de toneladas esperadas para a temporada 2023/24. De acordo com a USDA, a área a ser colhida deve ficar em 22,3 milhões de hectares de milho, acima dos 22 milhões de hectares da temporada (2023/24). O consumo previsto pelos adidos é estimado em 84,5 milhões de toneladas de milho na safra 2024/25. O volume fica acima das 83 milhões de toneladas demandadas na safra de 2023/24. As exportações de milho do Brasil foram previstas em 48 milhões de toneladas na temporada 2023/24, volume acima das 44 milhões de toneladas da safra 2022/23. Diferença Para a Conab, a previsão é de uma produção total de 119,63 milhões de toneladas, 3,4% acima da safra anterior. Apenas no primeiro ciclo do cereal, é esperada uma colheita de 22,61 milhões de toneladas. A companhia também prevê uma elevação de 3% na área destinada ao cultivo de algodão, com o plantio chegando a aproximadamente 2 milhões de hectares, o que resulta em uma estimativa de produção de pluma em 3,69 milhões de toneladas. As informações constam no 3° Levantamento da Safra de Grãos 2024/25. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Brasil deve produzir até 128 milhões de toneladas de milho na safra 2024/25 apareceu primeiro em Canal Rural.

Fim da Moratória da Soja em MT; vitória para os produtores

Foto: Aprosoja MT Em reunião realizada nesta terça-feira (17), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou o fim da Moratória da Soja em Mato Grosso. A decisão veio após uma série de pressões por parte dos produtores, representados pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), e foi confirmada em audiência com o governador do estado, Mauro Mendes. A nova Lei Estadual n.º 12.709/2024, que trata da Moratória da Soja, impede a continuidade das listas restritivas à soja produzida de acordo com o Código Florestal Brasileiro, o que garante uma vitória para os produtores que enfrentavam barreiras adicionais à comercialização, mesmo cumprindo as exigências legais. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Pressão dos produtores pelo fim da Moratória da Soja A mudança foi impulsionada pela pressão dos produtores, especialmente da Aprosoja MT, que já havia manifestado seu descontentamento com as restrições impostas pela moratória, que afetavam principalmente aqueles que cumpriam com as obrigações ambientais estabelecidas pelo Código Florestal. O presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, comemorou o avanço. ”Hoje, temos a garantia do fim da Moratória da Soja. Vamos estar envolvidos na elaboração do decreto de regulamentação, para que não haja brechas e, de fato, o Código Florestal Brasileiro, uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo, seja respeitado. Não podemos permitir que produtores que cumpram a lei sejam penalizados”, afirmou Beber. Durante a reunião, o governador Mauro Mendes reforçou o compromisso do estado em seguir as diretrizes do Código Florestal e garantiu que um decreto será elaborado para oficializar o fim das restrições à soja devido à Moratória da Soja. ”Estamos reunidos com a Aprosoja MT, a Assembleia Legislativa e outros setores para discutir e garantir que, em Mato Grosso, não haverá exigências que desrespeitem o Código Florestal Brasileiro. A lei que foi aprovada pela Assembleia Legislativa tem um objetivo claro: não haverá nenhuma exigência além daquilo que está previsto pela legislação federal”. afirmou o governador. Próximos passos A Aprosoja MT também expressou agradecimento aos deputados estaduais que desempenharam papel fundamental na aprovação da lei, especialmente ao deputado Gilberto Cattani (PL), autor da proposta, e aos deputados Janaina Riva (MDB) e Dilmar Dal Bosco (União), que se engajaram ativamente em defesa dos produtores. A Associação Matogrossense dos Municípios (AMM) e a União das Câmaras Municipais do Estado de Mato Grosso (UCMMAT) também foram elogiadas pela sua atuação em apoio à causa. Com a eliminação das restrições adicionais à soja produzida conforme o Código Florestal, o setor produtivo do estado celebra um importante passo para o fortalecimento da atividade agropecuária em Mato Grosso e a segurança jurídica para os produtores. O post Fim da Moratória da Soja em MT; vitória para os produtores apareceu primeiro em Canal Rural.

ABCS e FNDS destacam estratégias para impulsionar a suinocultura em 2024

Foto: Ronaldo Rosa/ Embrapa Amazônia Oriental A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS) apresentou um balanço das iniciativas realizadas em 2024, reforçando o compromisso com o crescimento sustentável e a modernização do setor suinícola brasileiro. Segundo a entidade, foram mais de 26 ações em âmbito nacional, abrangendo as áreas técnica, política, marketing e mercado. De acordo com a associação, a erradicação da Peste Suína Clássica (PSC) foi prioridade. A ABCS intensificou esforços com campanhas de vacinação que alcançaram 640 mil imunizações e visitas técnicas nos estados do Piauí, Ceará e Maranhão, em parceria com o Ministério da Agricultura (MAPA). Esses esforços integram o Plano Estratégico Brasil Livre de PSC, visando proteger o rebanho nacional e fortalecer a saúde animal. Política A ABCS acompanhou 27 projetos de lei que impactam a suinocultura, como a reforma tributária e o controle de espécies invasoras, incluindo javalis. Além disso, lançou a edição 2024 do Retrato da Suinocultura Brasileira, ferramenta estratégica para diálogo com parlamentares sobre políticas públicas. Marketing e mercado Destaque para a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS) que impulsionou em 37% as vendas da proteína, alcançando 135 milhões de consumidores. Outra iniciativa foi a websérie Porco a Porco, que somou mais de 2,2 milhões de visualizações e ajudou a desmistificar o consumo de carne suína, abordando temas como sustentabilidade e bem-estar animal. Capacitação A Escola de Gestores treinou lideranças do setor com cursos voltados para comunicação e inovação, destacando o uso de ferramentas como inteligência artificial e copywriting. Paralelamente, o evento FNDS Collab reuniu representantes de toda a cadeia para fomentar parcerias estratégicas. Por fim, a campanha Carne de Porco: Bom de preço, bom de prato levou cortes prontos para consumo ao mercado, reforçando a presença da carne suína no dia a dia dos brasileiros, especialmente no Nordeste. Sistema ABCS  A ABCS ressaltou o trabalho de suas afiliadas que estiveram presentes ao longo deste ano na realização de duas Assembleias, apoiando eventos e datas de grande importância para os produtores de todo o Brasil. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post ABCS e FNDS destacam estratégias para impulsionar a suinocultura em 2024 apareceu primeiro em Canal Rural.

Verão está chegando: como ficam as chuvas? Climatempo explica

Foto: Freepik O verão 2024/2025 começa oficialmente às 6h21 do dia 21 de dezembro de 2024 e segue até às 6h02 do dia 20 de Março de 2025. Mas, neste verão, não teremos os impactos do fenômeno El Niño – é o que informa o Instituto Climatempo. No ano passado, o fenômeno colaborou para manter a atmosfera global muito aquecida, contribuindo para ocorrência de ondas de calor e de eventos extremos no Brasil. Verão sem La Niña Globalmente os oceanos permanecem quentes, havendo tendência de resfriamento apenas no Pacífico Equatorial na costa do Peru, mas sem alcançar a configuração de um La Niña. O fato de o oceano Pacífico Equatorial na costa do Peru estar com uma tendência de resfriamento, vai influenciar o padrão de chuva e de temperatura no Brasil neste próximo verão. Um dos efeitos desse padrão frio é o de facilitar a formação de corredores de umidade entre o Norte, o Centro-Oeste e o Sudeste do Brasil. Chuvas no verão A chuva mais volumosa e frequente do verão 2024/2025 deve ocorrer nas Regiões Sudeste, Centro-Oeste, em muitas áreas do Norte e em parte do Nordeste. Na Região Sul, o verão será marcado por chuva irregular e espaçada, com vários dias de predomínio de tempo seco entre um episódio e outro de instabilidade. Temperaturas Não há expectativa de ondas de calor de grande abrangência sobre o Brasil, como no verão 23/24, mas a Região Sul e também a Região Norte devem experimentar períodos quentes, com alguns dias com calor acima do normal. No Sul, especialmente no Rio Grande do Sul, há tendência de aquecimento. A expectativa de mais nebulosidade e chuva sobre o país neste verão vai evitar os longos períodos de calor intenso no Centro-Oeste e no Sudeste, como ocorreu no verão 2023/2024. Frentes frias e ZCAS O balanço de temperatura da superfície do mar no Atlântico Sul será favorável ao avanço das frentes frias pela costa do Sul e da região Sudeste. A passagem destas frentes ajuda a canalizar o ar úmido do Norte para o Centro-Oeste e para o Sudeste estimulando as áreas de instabilidade. Há possibilidade de formação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). Zona de Convergência Intertropical Segundo o Climatempo, para o verão 2025, a previsão é de que ocorra um atraso na aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), pois o balanço de temperatura da superfície do mar entre o Atlântico Tropical Norte e Tropical Sul não está favorável. O Atlântico Tropical Norte está mais quente que o Atlântico Tropical Sul, o que dificulta a aproximação da ZCIT na costa norte do Brasil. As áreas de instabilidade tendem a se organizar nas áreas oceânicas mais quentes. Durante o verão e o outono no Hemisfério Sul, a ZCIT é o principal sistema meteorológico que contribui para chuva volumosa no Nordeste e em parte no Norte do país. Oceanos quentes A circulação atmosférica e oceânica no verão 2025 no Hemisfério Sul sentirá a influência dos oceanos quentes, como já ocorreu no verão passado. Globalmente, a maioria das áreas oceânicas do planeta continua com temperatura acima da média. Apenas a porção central e leste do Pacífico Equatorial, na costa peruana, está com temperatura um pouco abaixo da média. Foto: Pixabay A tendência do Pacífico equatorial um pouco frio será responsável apenas por uma parte do estímulo para que o verão 2025 seja com mais chuva do que o normal no Brasil. Ao longo da estação, outros fenômenos de escala mensal devem atuar para aumentar ou reduzir a chuva em algumas porções do país. Destaques regionais Sul: risco de ondas de calor principalmente no oeste dos estados de RS, SC e PR. Temperaturas mais elevadas e picos de calor em Porto Alegre. Leste de SC e PR tendem a apresentar temperaturas mais próximas da média, com um calor moderado. Janeiro com chuva irregular e mal distribuídas ao longo do mês. Fevereiro tende a ter chuva um pouco acima da média no Sul, com pancadas frequentes, mesmo que de forma isolada. As frentes frias tendem a passar rapidamente sobre a região. Sudeste: alternância entre semanas chuvosas com temperaturas próximas e/ou abaixo da média e semanas de calor e pancadas de chuva típicas de verão. O verão 2025 será menos quente do que o verão de 2023/2024, com períodos mornos pelo litoral da região, no leste de SP, RJ, ES, sul e leste de MG. As frentes frias avançam com frequência pela costa do Sudeste e ajudam a organizar os corredores de umidade, que aumentam a chuva, com possibilidade de formação de ZCAS. A estação terá mais chuva para o Sudeste do que no verão 2023/2024, o que vai ajudar a manter a temperatura próxima da média Centro-Oeste: frequente formação de corredores de umidade e possibilidade de ocorrência de ZCAS. Volumes de chuva acima da média, principalmente, no GO, MT e leste do MS.Não devem ocorrer ondas de calor frequentes, mas eventuais picos de calor podem afetar o centro-sul e oeste do MS ao longo do verão. O verão 2025 trará chuvas mais volumosas e frequentes do que no verão 2023/2024, o que vai deixar as temperaturas próximas da média. Nordeste: irregularidade da chuva continua no MA-TO-PI-BA na primeira quinzena de janeiro, o que fará a temperatura subir bastante. Destaque para a atuação de corredores de umidade que estarão posicionados para norte da posição climatológica, o que favorece a ocorrência de chuvas acima da média em grande parte do Nordeste. De acordo com o Climatempo, haverá atraso na aproximação da ZCIT no litoral norte do nordeste. A partir da segunda quinzena de janeiro esse sistema começa a se deslocar para a região favorecendo chuvas frequentes. A estação será de calor intenso no leste da BA, SE, AL e PE . Norte: tempo abafado na maioria das regiões, com temperaturas acima da média em praticamente toda a região. Frequente formação de corredores de umidade e possibilidade de episódios de ZCAS. Apesar da previsão de chover menos do que a média durante o verão, a chuva é

São Paulo celebra liderança nas exportações do agronegócio brasileiro em 2024

Foto: Neide Makiko/ Embrapa Informática Agropecuária O estado de São Paulo ultrapassou Mato Grosso e se consolidou na liderança das exportações do agronegócio brasileiro, registrando superávit de US$ 23,22 bilhões no acumulado de janeiro a novembro de 2024, o equivalente a R$ 139,9 bilhões. O valor representa aumento de 10% em relação ao mesmo período de 2023. A informação foi divulgada pela Agência SP. De acordo com o levantamento realizado pelos pesquisadores da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA), as exportações paulistas do agronegócio alcançaram US$28,40 bilhões, crescimento de 10,3% em relação ao ano anterior. As importações setoriais também avançaram, totalizando US$5,18 bilhões, alta de 11,4%. A participação do agronegócio paulista representou 43,7%, aumento de 4 pontos percentuais em relação a igual período de 2023. Nas importações setoriais, a participação foi de 7,4%, incremento de 0,4 pontos percentuais ante 2023. “Esses resultados destacam a relevância estratégica do agronegócio paulista para a economia estadual e nacional, reforçando a posição do setor como um pilar do desenvolvimento sustentável e da geração de divisas para São Paulo e o Brasil”, disse o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). TOP 4 São Paulo é responsável por 18,6% de participação nas exportações do agronegócio brasileiro, na liderança dos negócios. Mato Grosso aparece na segunda posição (16,7%), seguido pelo Paraná (11,1%) e Minas Gerais (10,4%). “Esse resultado de janeiro a novembro, em um ano de estiagem prolongada, demonstra a vocação agropecuária dos produtores rurais paulistas”, acrescenta Guilherme Piai, secretário de Estado de Agricultura e Abastecimento. Principais produtos de exportação Complexo sucroalcooleiro: 40,7% de participação no agro paulista, com US$11,52 bilhões, açúcar representa 92,8% e o etanol 7,2%; Carnes: 11,4% de participação, somando US$3,24 bilhões, sendo a carne bovina responsável por 84,2%; Produtos florestais: 10,2% de participação, na ordem de US$2,90 bilhões, com 54,7% em celulose e 37,5% de papel; Grupo de sucos: 9,3% de participação, com US$2,65 bilhões, dos quais 98% foram representados por suco de laranja; Complexo soja: 7,8% de participação, registrando US$2,22 bilhões, com a soja em grão correspondendo a 76,2%. Os cinco produtos agregados representaram 79,4% das exportações setoriais paulistas. Já o grupo do café aparece em sexto lugar, com vendas de US$1,18 bilhão (72,1% referentes ao café verde e 23,6% de café solúvel). Entre os grupos de produtos, no período analisado, destacaram-se aumentos nas exportações de café (+45,1%), sucos (+35,7%), complexo sucroalcooleiro (+19,2%), produtos florestais (+18,2%) e carnes (+14,5%). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post São Paulo celebra liderança nas exportações do agronegócio brasileiro em 2024 apareceu primeiro em Canal Rural.

Ibovespa recupera e dólar sobe; ouça análise no Diário Econômico

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a aprovação da reforma tributária na Câmara e as expectativas para o pacote fiscal. A ata do Copom reforçou o tom mais rígido para controlar a inflação, enquanto o mercado aguarda a decisão de juros do Fed. O Ibovespa subiu 0,92%, aos 124 mil pontos, o dólar fechou a R$ 6,10 e a PTAX avançou 1,94%, para R$ 6,16. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação O post Ibovespa recupera e dólar sobe; ouça análise no Diário Econômico apareceu primeiro em Canal Rural.

Dia será marcado por pancadas fortes de chuva a qualquer hora; veja previsão

Foto: Pixabay Tempo firme em algumas regiões brasileiras e dia encoberto em outras, com chances de trovoadas e pancadas de chuva de moderada a forte intensidade. Acompanhe a previsão para esta quarta-feira (18). Sul O tempo será predominantemente firme e ensolarado no interior da Região Sul, com poucas nuvens. Já na faixa leste, desde o Rio Grande do Sul até o Paraná, pode haver chuvas isoladas. Contudo, as temperaturas estarão elevadas, com o calor predominando no interior dos três estados. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sudeste O tempo continua instável, com pancadas de chuva em grande parte dos estados. Entre Minas Gerais e Espírito Santo, a chuva pode vir acompanhada de trovoadas e ter intensidade de moderada a forte. Já no interior de São Paulo, o tempo será firme, com sol ao longo do dia. Na faixa litorânea e no norte paulista, há previsão de pancadas de chuva à tarde. Centro-Oeste A metade sul de Mato Grosso do Sul terá predomínio de tempo firme. No norte do estado, Goiás e Mato Grosso, são esperadas pancadas isoladas, podendo ser acompanhadas de trovoadas no sul goiano. Em território mato-grossense, o tempo será mais nublado, com chuvas a qualquer hora, que podem ser fortes em alguns períodos. O clima seguirá abafado em toda a região. Nordeste O dia será nublado, com pancadas de chuva na metade oeste da Bahia e no centro-sul do Piauí e Maranhão, onde não se descarta a possibilidade de chuva forte. Na faixa litorânea, de Sergipe a Pernambuco, as precipitações serão isoladas, assim como no litoral norte, entre o Ceará e o Maranhão. No sertão nordestino, o sol predomina entre poucas nuvens. Norte O calor e a alta umidade favorecem pancadas de chuva a qualquer momento no Norte do país, com intensidade forte em alguns pontos. As temperaturas seguem elevadas, mantendo a sensação de tempo abafado. O post Dia será marcado por pancadas fortes de chuva a qualquer hora; veja previsão apareceu primeiro em Canal Rural.

Plano de rastreabilidade individual de bovinos e bubalinos é avanço para a pecuária brasileira, diz Abiec

Foto: Governo de São Paulo/divulgação O Plano Nacional de Rastreabilidade Individual de Bovinos e Bubalinos foi anunciado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), nesta terça-feira (17). A medida é considerada um avanço pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). O Plano é resultado de um Grupo de Trabalho criado pela Secretaria de Defesa Agropecuária, que contou com a participação de diversas entidades da cadeia produtiva. “Sua instituição vai representar um avanço significativo na eficiência da defesa agropecuária do país, garantir um melhor controle da qualidade e segurança alimentar e, consequentemente, potencializar a abertura de novos mercados e a manutenção dos já existentes para a carne brasileira”, diz a Abiec, em nota. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina e já está presente em mais de 150 países. Controle individual de animais Foto: Gabriel Faria/Embrapa Embora já possua um sistema de rastreabilidade consolidado, baseado no controle da movimentação de animais, através da Guia de Trânsito Animal (GTA), hoje ela é feita por lotes. “Com o Plano, através de tecnologias como bottons e brincos eletrônicos, este controle passará a ser feito por animal, individualmente”, salienta a Associação. Para a Abiec, a rastreabilidade individual obrigatória representa um passo decisivo para a defesa agropecuária brasileira, permitindo respostas rápidas a emergências sanitárias e fortalecendo a confiança dos mercados internacionais. “Além de proteger a cadeia produtiva contra eventuais prejuízos, esse sistema moderniza o setor e será fundamental para a abertura e manutenção de novos mercados”, afirma o presidente-executivo da entidade, Roberto Perosa. Tempo de adaptação Segundo ele, para o produtor, a rastreabilidade individual vai permitir uma melhoria na gestão do rebanho e das propriedades. “A implementação gradual, baseada em etapas progressivas, vai dar ao setor o tempo necessário para se adaptar”, pondera. O diretor de Sustentabilidade da Associação, Fernando Sampaio explica que o Plano foi construído buscando consenso entre as partes interessadas, mas que ainda serão necessários esforços públicos e privados, sobretudo para o apoio a pequenos produtores na adaptação. De acordo com a Abiec, as regras foram pensadas para facilitar a adoção da rastreabilidade e a eficiência do sistema, especialmente no registro de movimentações e na interoperabilidade de sistemas estaduais e nacionais. O cronograma de implementação inclui o desenvolvimento do sistema nacional, a integração dos sistemas estaduais e a identificação gradual dos rebanhos ao longo de três etapas. Ao mesmo tempo, os estados também já estão se adiantando em relação ao Plano Nacional. A Associação lembra que Santa Catarina já possui rastreabilidade individual obrigatória, o Pará está implementando seu programa e São Paulo já anunciou o seu sistema. O post Plano de rastreabilidade individual de bovinos e bubalinos é avanço para a pecuária brasileira, diz Abiec apareceu primeiro em Canal Rural.