ouça os destaques econômicos do dia

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a valorização do dólar, que subiu 0,82% e fechou a R$ 5,67, mesmo com queda nos Treasuries e petróleo. O Ibovespa avançou 0,66% e renovou recorde, impulsionado por Vale, bancos e alívio na curva de juros. No Brasil, o varejo surpreendeu positivamente, mas o cenário para 2025 ainda aponta desaceleração moderada. Hoje, destaque para a PNAD Contínua e dados de inflação. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link

Chuva de 110 mm e veranico: confira a previsão do tempo de hoje

[ad_1] Temperaturas acima da média para o outono no centro-sul do país e muita chuva prevista para o Norte e Nordeste. Confira a previsão desta sexta-feira para todo o Brasil: Sul Veranico e bloqueio atmosférico: em todas as áreas do Sul, as temperaturas mínimas começam a entrar em ligeira elevação, e as máximas tendem a ficar acima da média para o período, principalmente na parte oeste do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná. Com isso, a umidade relativa do ar também começa a cair, pois não haverá mais infiltração de umidade no continente, apenas ventos secos e quentes de quadrante norte. Não há previsão de chuva. Sudeste Bloqueio atmosférico e veranico: a chuva persiste e se espalha mais no Espírito Santo, agora abrangendo todo o estado. Isso é efeito da entrada da umidade por conta da alta pressão no oceano e também pelo fato da localização geográfica do estado. Condições para chuva isolada no norte de Minas Gerais (divisa com o sul da Bahia). Nas demais áreas do Sudeste, o tempo continua estável, com predomínio de sol, temperaturas amenas durante as madrugadas e manhãs e altas no período da tarde. Centro-Oeste Bloqueio atmosférico e veranico: a situação fica semelhante ao Sul e Sudeste, porém, as temperaturas mínimas começam a entrar em ligeira elevação, diminuindo a amplitude térmica. A umidade relativa do ar começará a ficar abaixo dos 30%, principalmente nas áreas mais próximas ao centro do país, como Goiás e leste de Mato Grosso. Não há previsão de chuva. Nordeste Até 110 mm de chuva: precipitações isoladas no período da tarde no litoral do Ceará, interior da Bahia, Rio Grande do Norte e Pernambuco. A região de Porto Seguro (BA) e o leste do Rio Grande do Norte (incluindo Natal), ficam em situação de alerta devido à chuva persistente, que pode ser moderada em alguns momentos, ocasionando transtornos, tendo em vista que deve chover aproximadamente 110 mm nessas regiões em apenas três dias. Norte Acumulado de 100 mm: a chuva diminui no norte do Pará (incluindo Belém), e aumenta significativamente no leste do Amapá, em Boa Vista (RR) e no norte do Amazonas, com acumulados que podem chegar aos 50 mm ao dia. Em apenas três dias, as áreas citadas podem acumular aproximadamente 100 mm de chuva. Nas demais áreas, o tempo permanece com predomínio de sol entre nuvens e com possibilidade de chuva moderada a forte no período da tarde, mas que será rápida. [ad_2] Source link

Preços da soja caem no Brasil e em Chicago por rumores sobre biodiesel dos EUA

[ad_1] O mercado brasileiro de soja registrou preços mais baixos nesta quinta-feira (15). As cotações recuaram com as perdas registradas para a soja na Bolsa de Chicago. Segundo o consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, os prêmios reagiram pouco na sessão e houve spread maior entre as ofertas de compra e de venda. Preços médios da soja no país Passo Fundo (RS): recuou de R$ 129,50 para R$ 127 Santa Rosa (RS): caiu de R$ 131 para R$ 128 Porto de Rio Grande: baixou de 134,50 para R$ 132 Cascavel (PR): caiu de R$ 129 para R$ 126 Porto de Paranaguá (PR): recuou de R$ 134 para R$ 132 Rondonópolis (MT): caiu de R$ 114,50 para R$ 114 Dourados (MS): baixou de R$ 120 para R$ 118 Rio Verde (GO): recuou de R$ 116 para R$ 114 Bolsa de Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira em forte baixa, com destaque para a performance negativa do óleo, que puxou também o grão. Após atingir a máxima em 10 meses ontem, o mercado corrigiu em meio às preocupações com as metas de biocombustíveis dos EUA. Segundo a agência Reuters, as preocupações com a política de biocombustíveis ressurgiram desde quarta-feira, com rumores de que a meta de volume de diesel renovável em discussão para o próximo ano ficará bem abaixo dos 5,25 bilhões de galões propostos por uma aliança entre produtores de petróleo e de biocombustíveis. A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (Nopa, na sigla em inglês) informou que o esmagamento de soja atingiu 190,226 milhões de bushels em abril, ante 194,551 milhões no mês anterior. A expectativa do mercado era de 184,642 milhões. Em abril de 2023, foram 169,436 milhões de bushels. Contratos futuros da soja Foto: Reprodução Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 26,50 centavos de dólar ou 2,45% a US$ 10,51 1/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,35 1/4 por bushel, perda de 26,00 centavos ou 2,44%. Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 4,50 ou 1,54% a US$ 296,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 49,32 centavos de dólar, com baixa de 3,00 centavos ou 5,73%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,83%, sendo negociado a R$ 5,6796 para venda e a R$ 5,6776 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6136 e a máxima de R$ 5,6976. [ad_2] Source link

Vazamento de corante que tingiu aves em parque é apurado no interior de SP

[ad_1] A prefeitura de Jundiaí, no interior de São Paulo, informou que estão sendo apuradas as causas da contaminação de um córrego e do rio que banha a cidade por um corante químico que causou o tingimento de animais (patos e gansos) no Parque das Tulipas. Segundo a prefeitura, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) fará análises ambientais ao longo de todo o curso do córrego e do rio, para verificar os níveis de contaminação e a qualidade da água. O incidente ocorreu na tarde de terça-feira (13), após o motorista de uma carreta descer do veículo, que começou a se mover sozinho e colidiu com um poste, danificando os recipientes que armazenavam o líquido, que foi derramado na rua. “Devido à grande quantidade derramada, o produto escoou até uma boca de lobo localizada a cerca de 50 metros do local do impacto. Essa boca de lobo tem ligação direta com o córrego do Jardim das Tulipas, que atravessa o parque do bairro e deságua no Rio Jundiaí”, explicou a prefeitura. Resgate dos animais atingidos pelo corante Ainda de acordo com a prefeitura, equipes da Defesa Civil, da Divisão Florestal da Guarda Municipal, da organização não governamental (ONG) Mata Ciliar, do Departamento de Bem-Estar Animal e do Grupo de Apoio e Defesa dos Animais atuaram de forma conjunta para resgatar e preservar a vida dos patos e gansos atingidos. Alguns estão sob os cuidados da Mata Ciliar e outros foram colocados em uma área isolada do parque. “No momento, os esforços estão concentrados na análise da contaminação no córrego, no Parque das Tulipas e no Rio Jundiaí. A Cetesb deverá realizar análises ambientais ao longo de todo o curso do córrego e do rio, para verificar os níveis de contaminação e a qualidade da água”. Segundo a prefeitura, a Defesa Civil de Jundiaí e uma força-tarefa da prefeitura estão prestando suporte às ações, envolvendo diversos órgãos municipais desde o início da ocorrência. A Cetesb informou que, como medidas de controle, orientou a diluição do corante em água e está fazendo o monitoramento contínuo, para garantir a saúde dos organismos aquáticos e animais no local. “O produto vazado é à base de água, não classificado como inflamável ou reagente, usado em fazendas de peixes e camarões, para tratar fungos e parasitas”, acrescentou a companhia. As avaliações ambientais em andamento permitirão mensurar os impactos causados e embasar a responsabilização da empresa envolvida. [ad_2] Source link

confira os preços de hoje

[ad_1] O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços em predominante queda no decorrer da quinta-feira (15). As indústrias frigoríficas ainda se deparam com escalas de abate confortáveis, posicionadas entre oito e nove dias úteis. O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias destaca que a sazonalidade do mercado, com maior disponibilidade de oferta neste período do ano, justifica esse comportamento. “A oferta de fêmeas segue relevante, em especial na Região Norte do país, o que tem oferecido escalas de abate confortáveis em grande parte do primeiro semestre”, disse. Preço médio da arroba do boi gordo São Paulo: R$ 308,27 — ontem: R$ 309,25 Goiás: R$ 290,71 — anteriormente: R$ 291,79 Minas Gerais: R$ 295 — na quarta: R$ 294,71 Mato Grosso do Sul: R$ 302,27 — ontem: R$ 302,73 Mato Grosso: R$ 299,32 — anteriormente: R$ 301,35 Mercado atacadista O mercado atacadista apresenta acomodação em seus preços durante a quinta-feira. O ambiente de negócios ainda sugere por menor espaço para reajustes no curto prazo, considerando um perfil de consumo mais comedido durante a segunda quinzena do mês. “A população ainda prioriza o consumo de proteínas de menor valor agregado, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos”, assinalou Iglesias. O quarto traseiro foi precificado a R$ 24,00 por quilo, queda de R$ 1,00. O quarto dianteiro recuou ao patamar de R$ 19,50 por quilo, com queda de R$ 1,00. Já a ponta de agulha foi cotada a R$ 18,00 por quilo, queda de R$ 0,50. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,83%, sendo negociado a R$ 5,6796 para venda e a R$ 5,6776 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6136 e a máxima de R$ 5,6976. [ad_2] Source link

CNA aciona STF contra embargos a produtores sem direito a ampla defesa

[ad_1] A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) protocolou uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender trechos do Decreto nº 12.189/2024, que regulamenta a Política Nacional sobre Mudança do Clima. Segundo a entidade, alguns artigos devem ser eliminados para garantir o respeito aos direitos constitucionais dos proprietários rurais. A CNA adverte, ainda, que o decreto abrange pessoas que foram vítimas de incêndios e contém dispositivos que abrem brechas para embargos preventivos de propriedades sem a prévia lavratura de auto de infração, contraditório ou ampla defesa. “Colocar o produtor rural em situação de completa insegurança, viabilizando que embargos sejam lavrados sem a existência prévia de um auto de infração ou do exercício do contraditório e da ampla defesa, viola o devido processo legal”, afirma a entidade na ação. A argumentação da CNA prossegue dizendo que o ato inviabiliza a continuidade da atividade econômica, comprometendo a renda não só do produtor, mas dos trabalhadores ali alocados, além de prejudicar a produção de alimentos. Situações analisadas caso a caso Para a entidade, cada situação de eventual infração ambiental deve ser analisada à luz das suas especificidades. “A possibilidade de se embargar propriedades por dedução, via editais, sem pormenorização da conduta, viola de forma frontal e direta o direito de propriedade dos representados pela CNA”, sustenta. A Confederação também questiona os embargos coletivos realizados pelo Ibama em mais de 4.200 propriedades nos estados do Acre, Pará, Rondônia, Amazonas e Mato Grosso. “Milhares de pequenos produtores rurais tiveram seus imóveis totalmente embargados, via edital, sem qualquer menção à área que pode ser utilizada, nem separando-a da área onde teria ocorrido suposto ilícito ambiental”, afirma a CNA. Dessa forma, a entidade afirma que, automaticamente, o crédito rural de milhares de produtores atingidos pelos genéricos editais se mantém suspenso. A CNA ressalta que a medida provoca prejuízos imediatos. “Deixar o produtor rural brasileiro à mercê de interpretações que podem lhe custar uma safra é desamparar quem mais tem sofrido nos últimos anos com intempéries e equívocos governamentais”, conclui a nota da Confederação. [ad_2] Source link

Fogo destrói única colheitadeira de pequeno produtor no interior gaúcho

[ad_1] Além dos problemas com o clima e do endividamento enfrentado por muitos agricultores gaúchos, o produtor Cleiton Dalmas, do município de Pedras Altas (RS), teve a única colheitadeira da propriedade destruída pelo fogo. O agricultor gravou um vídeo dramático do momento em que as chamas consumiam a máquina. Nas imagens, é possível observar que o incêndio, aparentemente, começou na parte do motor. Mesmo com o uso de dois extintores, Cleiton não conseguiu conter o fogo, que se espalhou rapidamente por todo o equipamento. No mesmo vídeo, Cleiton registra a cena assustadora da colheitadeira em chamas descendo desgovernada por uma ribanceira. A máquina para em um barranco, em meio à mata, enquanto o fogo continua se alastrando. Segundo relato da repórter Eliza Maliszewski, do Canal Rural Rio Grande do Sul, o produtor está muito abalado com a situação, pois o equipamento estava 100% financiado junto ao banco e ao antigo proprietário. Cleiton ainda iria pagar a primeira prestação. No vídeo, o agricultor também revela que havia comprado pneus novos para a colheitadeira e, sem poder fazer nada, lamenta quando o fogo atinge os pneus recém-instalados. Saiba como ajudá-lo em nossa publicação no Instagram. [ad_2] Source link

Estimativa aponta crescimento de 9,8% na produção da safra baiana de grãos em 2025

[ad_1] A estimativa para a safra de grãos da Bahia em 2025 teve revisão para cima na passagem de março para abril e deve chegar a 12.491.174 toneladas neste ano. Isso representa um aumento de 9,8% (ou mais 1.110.079 t) em relação ao resultado de 2024 (11.381.095 t) e sustenta um novo recorde para o estado, superando em 2,8% (mais 343.116 t) a safra de 2023, que havia sido a maior até então (12.148.058 t). Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgados nesta quinta-feira (15), pelo IBGE. Ainda de acordo com os dados, frente a março, a previsão da safra baiana de grãos em 2025 cresceu 2,2% (mais 274.310 t), puxada por revisões positivas na soja e no milho 1ª safra.  Soja e milho A produção de soja na Bahia deve chegar a 8.606.190 toneladas neste ano, sendo 14,3% maior do que a de 2024 (mais 1.074.090 t). Houve aumento de 3,3% em relação à estimativa de março (mais 273.000 t), em decorrência de um incremento no rendimento médio da lavoura, de 3.888 kg/hectare para 4.015 kg/hectare. Já o milho 1ª safra deve ter um aumento de 3,7% frente ao colhido em 2024 (mais 58.110 t), chegando a uma produção de 1.609.200 toneladas em 2025. Houve alta de 1,0% (mais 16.200 t) frente ao estimado em março, também em virtude de um maior rendimento esperado: 5.549 kg/hectare frente a 5.493 kg/hectare, em março.  A maior produção de grãos na Bahia, em 2025, segue o estimado também para o Brasil como um todo. Safra nacional e mais A safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve ser de 328,4 milhões de toneladas, segundo a estimativa de abril, 12,2% maior do que a obtida em 2024 (292,7 milhões de toneladas). Na comparação com a estimativa de março, houve alta de 0,2% ou mais 732,7 mil toneladas. Em 2025, a Bahia deve manter a 7ª maior safra de grãos do país, respondendo por 3,8% do total nacional (frente a uma participação de 3,9% em 2024). Mato Grosso continua na liderança (30,8%), seguido por Paraná (13,7%) e Goiás (11,7%). Considerando todos os produtos investigados sistematicamente pelo IBGE na Bahia (não apenas os grãos), a previsão de abril continuou de crescimento em 17 das 26 safras, no estado, em 2025, frente a 2024. Dentre as estimativas de alta, o maior crescimento absoluto se mantém o da soja (+1.074.090 t, ou +14,3%), seguida pela mandioca (+116.148 t, ou +14,7%, mais aumento percentual) e pelo milho 1ª safra (+58.110 t ou +3,7%). Por outro lado, as maiores quedas absolutas na estimativa para 2025 devem vir do tomate (-171.301 t ou -48,4%, também a maior redução percentual), da cana-de-açúcar (-53.725 t ou -1,0%) e do sorgo (-18.510 t ou -11,5%). Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem. [ad_2] Source link

Pecuarista com produção em três países conta diferenças de custo e rendimento

[ad_1] O produtor rural Alberto Asato tem produção de boi gordo no Brasil, Paraguai e na Bolívia. Durante participação no Confinar 2025, na última terça-feira (14), em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, ele fez uma análise comparativa sobre a gestão da atividade pecuária nos três países. Diretor da Sunsas (Bolívia), da Campanário Agropecuária (Brasil) e da Estância Lagunita (Paraguai), Asato apontou que o principal ponto em comum entre os três países é a dificuldade crescente em relação à mão de obra. “É um desafio constante, com maior intensidade na Bolívia, mas presente em todas as operações”, avaliou. Custo-benefício entre países O pecuarista mostrou que, mesmo entre países fronteiriços, a questão custo-benefício é bem distinta: “Na Bolívia, o custo subiu e a produtividade é mais baixa. No Brasil, o custo é mais alto, mas o rendimento compensa. Já o Paraguai tem menor carga tributária e uma legislação mais favorável, o que torna a atividade menos onerosa”, destacou. Comparando dados operacionais apresentados durante a palestra, na ponta do lápis, as diferenteças entre os três países é a seguinte: Bolívia: custo médio de R$ 181,47 por arroba produzida, com uma produtividade de 13,7 arrobas por hectare ao ano Paraguai: custo mais competitivo, de R$ 127,13 a arroba, com produtividade média de 19,3 arrobas por hectare ao ano Brasil: apesar do custo intermediário (R$ 162,04 a arroba), se destaca pela maior produtividade: 25,2 arrobas por hectare ao ano Segundo Asato, os números justificam, para ele, o investimento mais alto no sistema de produção brasileiro. Propriedade no Brasil Alberto Asato durante o Confinar 2025. Foto: Divulgação Na propriedade brasileira, localizada em Laguna Carapã, sudoeste de Mato Grosso do Sul, Asato conta que a sua estratégia é baseada na intensificação e na qualidade do rebanho, com foco na exportação. “Trabalhamos com produtos de alta performance. O Brasil tem ampliado sua participação nas exportações e isso exige um modelo produtivo mais eficiente e competitivo”, considera. Sobre o Paraguai, o produtor destacou a vantagem tributária. “É o país com a melhor estrutura em termos de legislação patrimonial e carga fiscal. A exportação é significativa e o ambiente regulatório mais estável permite planejar com maior segurança.” Por fim, o pecuarista reformou que, embora o produto final seja o mesmo — proteína animal de alta qualidade — os caminhos para produzi-lo mudam conforme o país, mesmo que estejam geograficamente conectados. [ad_2] Source link

Fenasul Expoleite reúne genética, negócios e debate em Esteio

[ad_1] Começou nesta quarta-feira (14) e segue até domingo (18) a Fenasul Expoleite, realizada no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A feira é considerada uma das maiores exposições de gado leiteiro do Rio Grande do Sul e movimenta diferentes segmentos do agronegócio com foco em genética, produção, comercialização de embriões e debate sobre o futuro da atividade. Neste ano, mais de três mil animais ocupam o parque. Entre eles, vacas selecionadas por produtores como Diogo Ferraboli, que participa do concurso leiteiro com exemplares capazes de produzir mais de 100 litros por dia. “A gente escolhe os animais pela produção, comportamento e também pela conformação”, explica. A 18ª edição da Fenasul e a 45ª Expoleite marcam a retomada do evento, que não foi realizado no ano passado devido às enchentes que deixaram o parque submerso por 40 dias. Para o setor, é um momento de superação, mas também de alerta. “O setor leiteiro clama. Setenta por cento dos produtores saíram da atividade na última década. Isso não é só sucessão ou gestão, é um alerta para todos”, afirmou Marcos Tang, presidente da Gadolando e da Febrac. O secretário da Agricultura do Rio Grande do Sul, Edivilson Brum, destacou a resiliência dos produtores mesmo diante de quatro estiagens seguidas e uma cheia histórica. Segundo ele, 2024 é um ano de reconstrução e inovação. Como parte das ações estruturantes, o governo estadual anunciou o investimento de R$ 900 milhões no Programa de Manejo do Solo, voltado a melhorar a qualidade da alimentação dos rebanhos e, consequentemente, a produtividade do leite. “A produção está diretamente ligada à qualidade do alimento dos animais”, ressaltou o governador em exercício, Gabriel Souza. Além do leite, a feira também representa uma fonte de renda extra para os produtores. Os animais expostos têm genética de ponta e podem gerar negócios o ano inteiro com a venda de embriões e reprodutores. “É gratificante ver que nosso trabalho está sendo valorizado”, disse Ferraboli. A Fenasul Expoleite conta ainda com exposição de máquinas, insumos e um espaço dedicado à agricultura familiar, com 40 estandes de agroindústrias. A entrada e o estacionamento são gratuitos, e a expectativa é receber cerca de 100 mil visitantes até o encerramento no domingo. [ad_2] Source link