MP libera recursos para impactos contra por incêndios e estiagem

Fonte: Agência Câmara de Notícias A medida provisória (MP) 1281/24 concede crédito extraordinário no valor de R$ 233,2 milhões para o atendimento da população atingida pelos incêndios e pela estiagem na Amazônia e no Pantanal. Cerca de R$ 5,1 milhões serão destinados ao Ministério de Minas e Energia para ampliação e aprimoramento dos Sistemas de Alerta Hidrológico (SAH) em operação na região Amazônica, com o objetivo de mitigar os impactos da crise hídrica. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No âmbito do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, R$ 118 milhões serão utilizados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para fortalecimento da capacidade logística das equipes de fiscalização ambiental e das brigadas federais onde há maior incidência de focos de calor. O valor será utilizado para o custeio de diárias e passagens, aquisição de equipamentos (bases móveis), fretamento de aeronaves, além de outras despesas consideradas urgentes. Equipes de fiscalização O Ministério do Meio Ambiente também será responsável pelo repasse de R$ 71,5 milhões ao Instituto Chico Mendes (ICMBio), para capacitação e estruturação de equipes de fiscalização, permitindo a contratação de profissionais especializados, aquisição de equipamentos e a implementação de tecnologias que garantam o acompanhamento das áreas suscetíveis a incêndios. No âmbito do Ministério de Portos e Aeroportos, cerca de R$ 35,8 milhões serão utilizados para o restabelecimento da navegabilidade do rio Tapajós, entre Itaituba e Santarém, no Pará, prejudicada em razão da seca extrema. Próximos passos A MP 1281/24 já está em vigor, mas precisa ser aprovada no Congresso para virar lei. O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. O post MP libera recursos para impactos contra por incêndios e estiagem apareceu primeiro em Canal Rural.

Ibama e Exército fiscalizam 2 mil hectares de áreas em processo de recuperação ambiental

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Exército Brasileiro realizaram uma ação em que dois mil hectares do Pampa Gaúcho foram fiscalizados. A operação, denominada Pampa, teve como objetivo assegurar e promover a recuperação ambiental das áreas degradadas por práticas inadequadas de uso do solo. Os locais visitados pela fiscalização haviam sofrido com atividades humanas que causaram degradação dos atributos ambientais, comprometendo a vegetação nativa e prejudicando o equilíbrio ecológico da região. Por meio do apoio a projetos de recuperação ambiental, a vegetação nativa está sendo restaurada. Nas iniciativas ambientais, incluem-se diversas técnicas para o manejo da degradação do solo, a recuperação da vegetação nativa e o controle de espécies exóticas invasoras, tanto da fauna quanto da flora. Dentre essas abordagens, destaca-se o uso da pecuária como uma estratégia de recuperação ambiental, integrando a produção à preservação do bioma. Essa prática, profundamente ligada à cultura gaúcha, busca equilibrar o uso do solo com a proteção do ecossistema do Pampa. Reconhecimento Conhecido por sua riqueza de flora e fauna, o Pampa Gaúcho é parte integrante da identidade cultural do Rio Grande do Sul. A ação do Ibama reforça a importância de adotar práticas sustentáveis que respeitem tanto o ecossistema quanto as tradições culturais da região, permitindo que o bioma continue a ser fonte de sustento e riqueza para as comunidades locais, sem abrir mão da preservação de seus recursos naturais. Para reforçar a relevância do Pampa, o dia 17 de dezembro foi instituído como o Dia Nacional desse bioma. O post Ibama e Exército fiscalizam 2 mil hectares de áreas em processo de recuperação ambiental apareceu primeiro em Canal Rural.

Quais as perspectivas e projeções para a soja no fim do ano?

Imagem de Vilmos Branyik por Pixabay O mercado brasileiro de soja deve continuar com um ritmo lento nos próximos dias, caracterizado pela ausência de muitos investidores, que seguem em recesso devido ao final de ano. A expectativa é que os negócios permaneçam esvaziados até o início de janeiro, com poucos volumes sendo comercializados. O mercado internacional, por sua vez, tem sua atenção voltada para a reabertura da Bolsa de Mercadorias de Chicago, após o feriado de Natal. O dólar também deverá continuar sua trajetória de volatilidade, influenciado pela fraqueza em relação ao real, o que pode impactar a dinâmica de preços da soja no mercado interno. Nos últimos dias, as cotações da soja apresentaram variações modestas, refletindo a ausência de transações mais intensas. Na segunda-feira, os preços recuaram nas principais praças do Rio Grande do Sul e do Centro-Oeste, mas apresentaram alta nas do Paraná. As oscilações, contudo, foram limitadas e indicam que o mercado segue em espera. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! O impacto de Chicago e o câmbio A Bolsa de Chicago, que está fechada devido ao feriado de Natal, reabre hoje com perspectivas de novas flutuações no mercado internacional. O desempenho da soja nos Estados Unidos será fundamental para definir as tendências de preços para o próximo período. Por outro lado, o câmbio segue em atenção, com o dólar comercial operando com baixa de 0,38% e cotado a R$ 6,1606, refletindo a pressão no mercado financeiro global. A moeda americana também está sendo impactada por uma valorização ligeira do Dollar Index, que registra 108,040 pontos. Perspectivas de mercado Apesar da pausa nas negociações devido às festividades, os próximos dias podem trazer novidades, principalmente com a reabertura de mercados importantes, como o de Chicago. A expectativa é de que os preços da soja no Brasil variem conforme os ajustes do mercado global, com o impacto do câmbio e das questões climáticas, especialmente em regiões produtoras da Argentina e do Brasil. A agenda de indicadores financeiros e agrícolas também promete movimentar os mercados, com destaque para a divulgação das exportações semanais de grãos dos EUA, os relatórios de condições das lavouras argentinas e os dados de desenvolvimento das lavouras no Rio Grande do Sul, que podem influenciar as expectativas de oferta e demanda para o próximo ciclo. O post Quais as perspectivas e projeções para a soja no fim do ano? apareceu primeiro em Canal Rural.

Conab estima semeadura de arroz e colheita de feijão

Foto: Pixabay A semeadura de arroz avançou para 90,7% da área estimada para a temporada 2024/25 nos seis principais estados produtores do Brasil (Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Goiás, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que representam 88% do total), conforme levantamento semanal da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com dados recolhidos até 22 de dezembro. Na semana anterior, o plantio estava em 88,6%. No mesmo período do ano passado, o percentual era de 87,7%. Feijão A colheita da primeira safra 2024/25 de feijão alcançou 10,2% da área plantada no Brasil, segundo relatório da Conab com dados até 22 de dezembro. Na semana anterior, a ceifa correspondia a 7,7% da área, enquanto no mesmo período do ano passado, o índice era de 13,6%. Já o plantio da primeira safra 2024/25 de feijão atingiu 64,4% da área no Brasil, de acordo com o relatório da Conab com dados também recolhidos até 22 de dezembro. Na semana anterior, o plantio correspondia a 63,8% da área, enquanto no mesmo período do ano passado, a semeadura alcançava 56,8% da área. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Conab estima semeadura de arroz e colheita de feijão apareceu primeiro em Canal Rural.

Governo oferece curso de exportação online e gratuito

Foto: Diego Baravelli/Minfra O Programa Paulista de Capacitação para Exportações (Exporta SP), criado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo (SDE) e executado pela InvestSP, tem como objetivo apoiar a internacionalização de produtos e serviços de diferentes segmentos do Estado. O programa Exporta SP será 100% online e voltado a micro, pequenas e médias empresas, além de produtores rurais de todo o Estado de São Paulo e de diferentes segmentos. Para turma do 1º semestre de 2025, as inscrições já estão abertas. Ao longo de quatro meses, os participantes terão 20 aulas coletivas com representantes da InvestSP e da Fundação Instituto de Administração (FIA). Além das aulas, serão realizados workshops para auxiliar os empreendedores a construírem uma rede de contatos com empresários que buscam inserção no mercado internacional. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp. A capacitação abordará temas que desafiam os empreendedores no processo de internacionalização de seus produtos e serviços como definição de preços, inteligência comercial, marketing, contratos internacionais, logística e vendas. A qualificação é gratuita.  Até agosto de 2024, foram disponibilizadas 1.300 vagas para empreendedores de todas as regiões do Estado. As inscrições para o processo seletivo, contará com uma análise técnica da equipe da InvestSP. Os interessados em participar do curso, podem preencher o formulário de cadastro e avaliação de maturidade exportadora. O post Governo oferece curso de exportação online e gratuito apareceu primeiro em Canal Rural.

Inspeção alertou para falhas na ponte que desabou na BR-226 desde 2019

Foto: Corpo de Bombeiros/Governo do Tocantins Documentos de inspeção realizados em 2019 pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) mostram que a ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que ligava o Tocantins ao Maranhão e desabou, apresentava diversos problemas. A informação foi divulgada pelo portal G1 e pela TV Anhanguera. O documento traz diversos apontamentos e recomendações necessárias para que o trecho fosse seguro para o tráfego. Segundo o relatório, em 1998, a ponte passou por reforma, e o pavimento, que era de concreto, foi substituído por asfalto. Entretanto, com o passar do tempo, foram identificados problemas como desnivelamento do trecho, fissuras nos pavimentos, rupturas no vão da estrutura e rachaduras em todos os pilares, entre outros. O que diz o DNIT O órgão afirmou que, em 2021, um contrato foi firmado por meio do Programa de Manutenção e Reabilitação de Estruturas (PROARTE) para atender à ponte e outros trechos na BR-226, com um aporte de R$ 3,5 milhões. Durante esse período, foram realizados reparos nas vigas, na laje, nos passeios e nos pilares da estrutura. Em 2024, um novo edital foi aberto, com valor aproximado de R$ 13 milhões, para novas intervenções na estrutura. Entretanto, o DNIT informou que o certame foi considerado fracassado, pois nenhuma empresa conseguiu comprovar a habilitação necessária para a execução dos serviços. O órgão também informou que está vigente outro contrato de manutenção da BR-226/TO, com duração até julho de 2026, que prevê a execução de serviços para melhorar a trafegabilidade da rodovia. O portal G1 e a TV Anhanguera tiveram acesso a este último edital para a reforma da ponte. O documento indica a existência de vibrações excessivas, além de desgaste visível nas estruturas e no pavimento, havendo a necessidade de “reabilitação” da via. Relembre O desabamento do vão central da ponte aconteceu no dia 22. De acordo com as autoridades, dez veículos de pequeno e grande porte estavam em trânsito no momento do colapso. Até ontem (25), foram encontrados seis corpos, e 11 pessoas permanecem desaparecidas. Contaminação Entre os veículos envolvidos na tragédia, haviam carretas transportando mais de 70 toneladas de ácido sulfúrico e uma com agrotóxicos. Hoje cedo, em entrevista à TV Mirante, o supervisor de Emergência Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente do Maranhão (Sema), Caco Graça, informou que os tanques dos caminhões que caíram no Rio Tocantins, após o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, transportando 76 toneladas de ácido sulfúrico e 22 mil litros de defensivos agrícolas, estão intactos e o risco de vazamento e contaminação do meio ambiental é mínimo. De acordo com a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Tocantins (Semarh), as cargas podem representar riscos à saúde pública e ao meio ambiente, com potencial contaminação da água. O Ministério Público Federal (MPF) também iniciou uma investigação sobre os possíveis danos ambientais causados pelas cargas de ácido sulfúrico e defensivos agrícolas submersos, além de outras consequências do colapso da ponte. As buscas submersas pelos desaparecidos foram liberadas. O post Inspeção alertou para falhas na ponte que desabou na BR-226 desde 2019 apareceu primeiro em Canal Rural.

Produção de aquicultura ultrapassa captura de peixes selvagens pela primeira vez

Foto: Ministério do Meio Ambiente A produção global de alimentos aquáticos cultivados ultrapassou, pela primeira vez na história, a captura de peixes selvagens. A informação é do relatório “O Estado Mundial da Pesca e Aquicultura”, publicado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). Segundo o documento, a produção total de pescados e aquicultura alcançou 223 milhões de toneladas métricas em 2022, com valor estimado em US$ 472 bilhões. O principal motor desse crescimento foi a aquicultura, que já representa 51% da produção global de animais aquáticos. A pesquisa também revela que 63% dos produtos aquáticos cultivados são provenientes de águas continentais, enquanto 37% vêm de áreas marinhas e costeiras. Apesar do avanço, a FAO alerta para a gestão insuficiente dos estoques pesqueiros selvagens, o que ameaça o equilíbrio ambiental e a sustentabilidade do setor. Outro ponto de destaque no relatório é o papel das mulheres no setor: elas representam 24% dos trabalhadores na pesca e aquicultura, um crescimento de 3% em relação a 2022, além de serem maioria (62%) na força de trabalho dedicada ao processamento de pescados. A Ásia se mantém como líder global, concentrando mais de 70% da produção de animais aquáticos e 90% da aquicultura. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Produção de aquicultura ultrapassa captura de peixes selvagens pela primeira vez apareceu primeiro em Canal Rural.

Chuva com raios atinge diversas regiões do Brasil; sol predomina no Sul e Sudeste

Foto: Pixabay Uma frente fria provoca chuvas intensas e pancadas com raios em várias regiões do Brasil, com destaque para o norte, leste e sul do país. Enquanto o Rio Grande do Sul e o Espírito Santo vivenciam clima mais seco e ensolarado, temporais são esperados no sudeste e centro-oeste. No nordeste, a chuva diminui, mas o tempo continua firme no Sertão. Veja os detalhes do tempo , de acordo com a Climatempo, em cada região do Brasil: Sul A circulação de ventos continua mantendo o tempo mais instável no norte, leste e região metropolitana de Curitiba no Paraná. Em Santa Catarina, também chove em todo litoral e no extremo norte do estado. É uma chuva que vem em formato de pancadas com raios e trovoadas à tarde, por isso o sol aparece ao longo do dia e a temperatura sobe. Em todo o estado do Rio Grande do Sul, o predomínio é de sol e de tempo firme, com máximas altas e sem previsão de chuva. Sudeste Frente fria continua provocando chuva em todo o estado de São Paulo e também em grande parte do triângulo mineiro, sul de Minas e região central mineira. É uma chuva que vem em formato de pancadas com potencial para temporais pontuais. O dia fica um pouquinho mais carregado, por isso as máximas não sobem tempo. Tempo firme no Rio de Janeiro, Espírito Santo na metade norte de Minas Gerais. Centro-Oeste A chuva se concentra entre Mato Grosso, Goiás e metade norte de Mato Grosso do Sul por conta do avanço da frente fria que acaba formando um corredor de umidade sobre esses estados. É uma chuva que vem com intensidade, principalmente à tarde. Na metade sul de Mato Grosso do Sul, dia ensolarado e com máximas altas. Nordeste A chuva diminui na Região Nordeste e acontece de forma esporádica e pontual em todo o litoral e sobre o estado do Maranhão. Não há alertas para temporais. Em todo o Sertão, tempo firme, sem previsão de chuva e destaque para o tempo mais seco. Norte Chove em praticamente toda a Região Norte do país nesta quinta-feira, mas o tempo continua abafado, com máximas em torno dos 30 graus. No Amapá e em Roraima, predomínio de tempo estável. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Chuva com raios atinge diversas regiões do Brasil; sol predomina no Sul e Sudeste apareceu primeiro em Canal Rural.

Possível contaminação no rio Tocantins: agência vai monitorar qualidade da água após desabamento

Com foco no acompanhamento da qualidade de água do rio Tocantins, após três caminhões – que transportavam cerca de 25 mil litros de defensivos agrícolas e 76 toneladas de ácido sulfúrico, produto químico corrosivo – acabaram caindo no rio em virtude do desabamento, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) está atuando em articulação com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão (SEMA/MA) para coleta de amostras de qualidade da água do rio Tocantins em cinco pontos desde a barragem da usina hidrelétrica de Estreito (TO/MA) até o município de Imperatriz (MA), o qual fica a jusante (rio abaixo) do ponto do desabamento. A equipe da SEMA/MA deve coletar amostras no local e verificar os parâmetros básicos de qualidade de água nesse trecho do rio Tocantins. A ANA solicitou apoio à Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) para analisar as amostras coletadas e determinar os parâmetros de maior complexidade relacionados ao derramamento de defensivos agrícolas transportados por um dos veículos que caíram na água devido ao desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira. Os gestores da agência estão atuando para promover a comunicação junto aos usuários outorgados e serviços de abastecimento de água locais. São mais de 150 outorgas emitidas pela ANA na região, sendo que tais usos podem ser impactados. Consequências Os 19 municípios possivelmente impactados estão a jusante do acidente até a confluência (encontro) com o rio Araguaia, conforme o mapa deste link. Desse total 11 estão em Tocantins (Aguiarnópolis, Carrasco Bonito, Cidelândia, Esperantina, Itaguatins, Maurilândia do Tocantins, Praia Norte, Sampaio, São Miguel do Tocantins, São Sebastiao do Tocantins e Tocantinópolis) e oito se localizam no Maranhão (Campestre do Maranhão, Estreito, Governador Edison Lobão, Imperatriz, Porto Franco, Ribamar Fiquene, São Pedro da Água Branca e Vila Nova dos Martírios). Outra ação da ANA no contexto desse desastre foi o cálculo do tempo de chegada da água possivelmente impactada pelos veículos que caíram no rio Tocantins para os municípios a jusante (rio abaixo) do ponto do desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira. Tais informações foram compartilhadas com os órgãos federais e estaduais que estão atuando no desastre. A ANA segue atuando no monitoramento da situação no rio Tocantins e da qualidade de sua água. Além disso, a instituição vem trabalhando de forma articulada com os órgãos estaduais e federais competentes, sendo que a ANA já se reuniu com a Defesa Civil e instituições federais e estaduais para compartilhar informações relacionadas ao monitoramento da qualidade da água da região impactada. Por precaução, o Maranhão orientou a suspensão de captações de água para abastecimento público nos municípios banhados pelo rio Tocantins a jusante do desabamento até que se determine que a pluma de contaminantes tenha se diluído e não ofereça perigo ao consumo da água. Rio Tocantins Com aproximadamente 2400km de extensão, o rio Tocantins é o segundo maior curso d’água 100% brasileiro, ficando atrás somente dos cerca de 2800km do rio São Francisco. O Tocantins nasce entre os municípios goianos de Ouro Verde de Goiás e Petrolina de Goiás. Ele também atravessa Tocantins, Maranhão e tem sua foz no Pará perto da capital Belém. O rio pode ser chamado de Tocantins-Araguaia por se encontrar com o rio Araguaia entre Tocantins e Pará. Os dois cursos d’água também dão nome à Região Hidrográfica do Tocantins-Araguaia, que é a maior do Brasil em área de drenagem 100% em território nacional. Por serem rios interestaduais, a gestão e regulação das águas do Tocantins e do Araguaia é de responsabilidade da ANA. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Possível contaminação no rio Tocantins: agência vai monitorar qualidade da água após desabamento apareceu primeiro em Canal Rural.

Frango: produção sólida e alta do dólar contribuem com o desempenho do setor

Foto: Lucas Scherer Cerca de 9 mil produtores paranaenses criam frango em 14 mil aviários espalhados pelo estado. O setor segue em expansão, com média de produção anual chegando a 4 milhões de toneladas da proteína. A valorização da moeda norte-americana ao longo deste ano, impactou positivamente no faturamento das cooperativas. China, Estados Unidos, México e Argentina aumentaram as compras de carne de frango do Brasil, contribuindo com o aumento da receita. Apenas esse ano, o Paraná, que tinha 14 plantas existentes exclusivamente de frangos, ganhou mais quatro para atender o aumento nas vendas externas. Desafios Cae Maia é criador no município de São João do Caiuá, e disse que fechou 2024 melhor que 2023, quando os desafios sanitários pressionaram o setor avícola. “O setor da avicultura no ano de 2024 correu com preços praticamente estáveis do custo de produção, com poucas oscilações. O custo de aquecimento não teve muita variação, e a remuneração do frango teve algum tipo de reajuste”, afirmou. O produtor chama atenção para os custos com manutenção. O ano de 2023 foi bastante desafiador em função da iminência da influenza, os custos altíssimos com ração devido às frustrações de safra. A gente viu que 2024 correu um pouco mais tranquilo.” Um levantamento de custos feito pela Federação da Agricultura do estado, mostra que os aumentos mais expressivos foram do óleo diesel, gasolina, energia elétrica e da cama-de-frango para adubo. Confira a matéria completa! Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Frango: produção sólida e alta do dólar contribuem com o desempenho do setor apareceu primeiro em Canal Rural.