Chuvas volumosas previstas; saiba onde a água cai!

Foto: Pixabay Nesta semana, a previsão do tempo indica uma concentração significativa de chuvas nas áreas produtoras de soja, com foco no Centro-Norte do Brasil. Embora as chuvas tragam benefícios para algumas regiões, elas também podem apresentar desafios, exigindo cautela dos produtores. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Chuvas no Matopiba No Matopiba, a chuva será uma aliada, especialmente para as lavouras do Nordeste, onde o clima úmido favorece o desenvolvimento das plantas. O avanço da precipitação para o Pará também reforça o potencial de crescimento das lavouras na região. Precipitações volumosas Entretanto, em Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, as chuvas volumosas, com mais de 150 mm acumulados em 5 dias, são esperadas para as áreas Centro-Norte. Esse volume de precipitação pode dificultar os trabalhos de campo, como a colheita e a aplicação de insumos, gerando preocupações entre os produtores devido aos impactos nas atividades agrícolas. No Sul e Sul de Mato Grosso do Sul, o clima será quente e seco, o que pode gerar estresse térmico nas lavouras em desenvolvimento. A falta de chuva exige um monitoramento constante, e o uso de irrigação será necessário em algumas áreas para mitigar os efeitos do calor intenso, comprometendo o crescimento ideal das plantas. Entre os dias 12 e 16 de janeiro, a previsão aponta para chuvas contínuas em Mato Grosso e Goiás, o que pode continuar a interferir no ritmo de trabalho das lavouras. A boa notícia para Mato Grosso do Sul é que as chuvas se espalham por todo o estado, trazendo alívio ao calor extremo e favorecendo o desenvolvimento das lavouras, principalmente no Sul do estado. De 17 a 21 de janeiro, as chuvas devem persistir em Mato Grosso do Sul, mantendo o clima favorável ao cultivo. No entanto, o cenário segue desafiador para Mato Grosso e Goiás, onde os volumes de chuva elevados (mais de 100 mm a 150 mm em 5 dias) podem prejudicar a execução das atividades no campo, exigindo dos produtores maior atenção para evitar prejuízos nas lavouras. O post Chuvas volumosas previstas; saiba onde a água cai! apareceu primeiro em Canal Rural.
Ibama confirma vazamento de ácido sulfúrico no Rio Tocantins

Foto: Carlos Brandão/X/reprodução O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) confirmou nesta segunda-feira (6) a existência de fissuras no tanque de um dos caminhões que afundou no Rio Tocantins após o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que liga o Tocantins ao Maranhão. O veículo da empresa Pira-Quimica continha 23 mil litros de ácido sulfúrico. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! A informação preliminar foi constatada por mergulhadores que identificaram, na última sexta-feira (3), a presença de duas fissuras no tanque, após a suspeita de um possível vazamento levantada pela equipe da Marinha do Brasil que atua na operação de busca e resgate das vítimas. De acordo com o Ibama, foi solicitado relatório oficial das informações obtidas no local pela equipe da Pira-Química, que deverá ser concluído até esta quinta-feira (9). O órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente informou ainda que as análises da qualidade da água do Rio Tocantins não demonstram alterações consideráveis. “Até o momento, os parâmetros avaliados estão dentro da normalidade para água doce. Desde a queda da ponte, não foi constatado impacto à fauna local”, destacou, por meio de nota. O acompanhamento da qualidade da água é realizado diariamente pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão. As ações de resposta à emergência ambiental também são acompanhadas por servidores do Centro Nacional de Emergências Ambientais e Climáticas e das superintendências do Ibama no Maranhão e Tocantins. Outras cargas Além do caminhão da Pira-Quimica, o desabamento da ponte também levou mais dois caminhões carregados de produtos perigosos às águas do Rio Tocantins. Um deles, da empresa Videira, transportava 40 mil litros de ácido sulfúrico. A análise visual de mergulhadores constatou que o tanque permanece intacto. O terceiro veículo, da empresa Suminoto, transportava bombonas carregadas com agrotóxico. O trabalho de sondagem da carga no fundo do rio deverá ser realizado por mergulhadores contratados pela empresa ainda hoje. Segundo o Ibama, as empresas e o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) foram notificadas a apresentar Planos de Atendimento à Emergência (PAEs) com análise de riscos para retirada dos caminhões e produtos depositados no fundo do rio. Entenda o caso A Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que ligava os estados do Maranhão e Tocantins pela BR-226, desabou no fim da tarde do dia 22 de dezembro de 2024. A operação de busca e resgate teve início ainda no mesmo dia, com o reforço de várias frentes como Corpo de Bombeiros, empresas privadas e o emprego de embarcações, helicóptero e viaturas na região. Atualmente, o trânsito de veículos entre os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), que eram ligados pela ponte na BR-226, está sendo feito por rotas alternativas com duas opções para veículos leves e três para veículos pesados. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) estabelecerá também um fluxo de balsas no local para a travessia de carros de passeio, ambulâncias e caminhonetes, sem custo para os usuários. O serviço está previsto para começar a operar após o fim da operação de busca e resgate das vítimas, com a localização das três vítimas que ainda permanecem desaparecidas. O post Ibama confirma vazamento de ácido sulfúrico no Rio Tocantins apareceu primeiro em Canal Rural.
Anec: Brasil exportou 97,299 milhões de t de soja em grão em 2024

Foto: Agência Brasil A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) informou que a exportação brasileira de soja em grão em 2024 foi de 97,299 milhões de toneladas, 3,9% abaixo das 101,312 milhões de toneladas de 2023. Os embarques de milho para o exterior também recuaram de um ano para o outro. Foram 37,811 milhões de toneladas, 31,94% menos que os 55,559 milhões de toneladas nos 12 meses do ano anterior. Os embarques de farelo de soja, por outro lado, cresceram. Em 2024 o volume somou 22,841 milhões de toneladas, 2,17% mais que as 22,355 milhões de toneladas de 2023. As exportações de trigo também cresceram: de 2,497 milhões de toneladas para 2,585 milhões de toneladas (+3,52%). Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! De 22 a 28 de dezembro, os portos brasileiros embarcaram 246.835 toneladas de soja, 243.739 toneladas de farelo de soja, 704.035 toneladas de milho e 78.725 de trigo. Para a atual semana (29 de dezembro a 4 de janeiro), a programação prevê embarques de 250.884 toneladas de soja, 571.943 toneladas de farelo de soja, 768.398 toneladas de milho e 224.000 toneladas de trigo. O post Anec: Brasil exportou 97,299 milhões de t de soja em grão em 2024 apareceu primeiro em Canal Rural.
Balança comercial tem superávit de US$ 74,6 bi em 2024, 2º maior valor da série histórica

Foto: Pexels A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 4,8 bilhões em dezembro, o que levou o saldo do país a fechar 2024 em US$ 74,6 bilhões, 24,6% menor que o acumulado em 2023, quando o resultado havia sido recorde. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o valor do ano passado foi alcançado com exportações de US$ 337 bilhões – baixa de 0,8% ante 2023 – e importações de US$ 262,5 bilhões – avanço de 9% ante o ano anterior. O saldo do ano passado é o segundo maior da série histórica iniciada em 1989, conforme os dados divulgados nesta segunda-feira (6). Em dezembro, as exportações somaram US$ 24,9 bilhões e as importações alcançaram US$ 20,1 bilhões. Em 2024, a corrente de comércio fechou em US$ 599,5 bilhões, segunda maior da série histórica, crescendo 3,3% em relação ao ano anterior. O resultado para o ano ficou acima da mediana das expectativas do mercado financeiro na pesquisa do Projeções Broadcast, que indicava US$ 73,550 bilhões, com intervalo de US$ 71,7 bilhões a US$ 87,2 bilhões. Para dezembro, a mediana apontava saldo US$ 3,4 bilhões em dezembro, com projeções que variavam de US$ 1,8 bilhão a US$ 6,5 bilhões. Exportações e importações em 2024 No acumulado do ano em relação às exportações, comparando-se com igual período de 2023, houve queda de US$ 9 bilhões (-11%) em Agropecuária; crescimento de US$ 1,93 bilhão (2,4%) em Indústria Extrativa; e alta de US$ 4,81 bilhões (2,7%) em produtos da Indústria de Transformação. Já nas importações, foi registrado avanço de US$ 1,15 bilhão (25,6%) em Agropecuária; aumento de US$ 0,16 bilhão (1%) em Indústria Extrativa; e crescimento de US$ 20,4 bilhões (9,3%) em produtos da Indústria de Transformação. Em relação a dezembro, as exportações registraram baixa de 13,5% se comparado a igual período de 2023, com queda de US$ 1,21 bilhão (-23,2%) em Agropecuária; recuo de US$ 2,67 bilhões (-34,8%) em Indústria Extrativa e estabilidade em produtos da Indústria de Transformação. Já as importações cresceram 3,3%, devido a um avanço de US$ 0,09 bilhão (25,1%) em Agropecuária; queda de US$ 0,09 bilhão (-10,5%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 0,59 bilhão (3,3%) em produtos da Indústria de Transformação. O post Balança comercial tem superávit de US$ 74,6 bi em 2024, 2º maior valor da série histórica apareceu primeiro em Canal Rural.
Presidente da ApexBrasil traça planos para 2025 e avalia conquistas no mercado externo

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado A equipe do Canal Rural, em Brasília, conversou com Jorge Viana, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), para a série Retrospectiva e Perspectivas para o Ano de 2025. Desde 2003, a ApexBrasil atua na promoção de produtos brasileiros no exterior. Durante a entrevista, Viana avaliou os mercados conquistados em 2024 e apresentou os planos da entidade para o ano que se inicia. O presidente da agência destacou que, apesar da queda nos preços dos grãos, o Brasil conseguiu ampliar o volume das exportações graças ao esforço dos produtores. Viana também abordou a inauguração da Casa Brasil em Xangai, na China, e comentou sobre o comércio com os Estados Unidos, que terá Donald Trump novamente na presidência. “Independente de Trump ou não, temos nos Estados Unidos um fluxo de comércio maravilhoso”, disse. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Por fim, ele mencionou o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, oficializado em dezembro no Uruguai, destacando os desafios e oportunidades que o pacto traz para os produtores brasileiros. O post Presidente da ApexBrasil traça planos para 2025 e avalia conquistas no mercado externo apareceu primeiro em Canal Rural.
Títulos do agronegócio crescem mais de 30% e atingem R$ 1,2 trilhões

Foto: Divulgação Os títulos voltados ao financiamento do agronegócio com recursos privados somaram R$ 1,203 trilhão em estoques ao fim de novembro. O avanço foi de 31,5% em um ano, de novembro de 2023 a novembro de 2024, segundo o “Boletim de Finanças Privadas do Agro” do Ministério da Agricultura (Mapa). No ano passado, os estoques de Cédulas de Produto Rural (CPR), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas do Agronegócio (Fiagro) haviam somado R$ 915,26 bilhões. Em outubro, o estoque era de R$ 1,175 trilhão. O maior crescimento foi reportado no estoque de Cédulas de Produto Rural (CPRs), que cresceu 59% em novembro do ano passado ante igual mês do ano anterior, de R$ 293,40 bilhões para R$ 465,25 bilhões. Já o tíquete médio dos títulos caiu 7% na comparação anual, de R$ 1,50 milhão para R$ 1,39 milhão. Na comparação entre as safras, o crescimento do estoque de CPRs foi ainda mais expressivo, de 77% de julho a novembro da temporada 2024/25 ante 2023/24, passando de R$ 106,83 bilhões para R$ 188,59 bilhões registrados, o que demonstra o maior acesso do produtor rural por títulos privados em detrimento ao crédito oficial. Outro destaque do mês foi o avanço de 23% no estoque dos Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCAs), a R$ 37,99 bilhões ao fim de novembro. Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), por sua vez, subiram 20%, para um estoque de R$ 148 bilhões em novembro. As Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) apresentaram alta de 14% nos estoques na comparação anual, a R$ 510,37 bilhões, mostrando um desempenho “mais contido” desde o início do ano. A LCA é hoje a principal fonte de recursos livres direcionados à concessão de crédito rural. Do total, pelo menos R$ 255,19 bilhões foram reaplicados no financiamento rural, 14% mais que um ano antes. O patrimônio líquido dos Fiagros era de R$ 41,30 bilhões ao fim de outubro, dados mais recentes, avanço anual de 127%, em 119 fundos administrados, distribuído em 43,5% em fundos imobiliários, 41,2% em fundos de participações e 15,3% em direitos creditórios. O levantamento de títulos do agronegócio é feito pela Coordenação-Geral de Instrumentos de Mercado e Financiamento, do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura. O balanço considera dados da B3, CERC e CRDC, Anbima, Comissão de Valores Mobiliários e Banco Central do Brasil. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Títulos do agronegócio crescem mais de 30% e atingem R$ 1,2 trilhões apareceu primeiro em Canal Rural.
Fazenda Esperança: rumo à colheita de soja produtiva!

Foto: Fazenda Esperança/MT A Fazenda Esperança, localizada no município de Santa Carmem, na região de Sinop, Mato Grosso, será o palco da Abertura Nacional da Colheita da Soja, evento marcado para o dia 7 de fevereiro, às 9h (horário de Brasília). Inscreva-se aqui! Com 4.600 hectares de extensão, a fazenda é administrada por Invaldo Weiss, um produtor rural experiente que chegou ao estado em 1978, vindo do Paraná. Desde então, ele se dedicou ao cultivo da soja, enfrentando os desafios do clima e da oscilação do mercado, mas sempre com um olhar otimista, focado no futuro e no crescimento constante de sua produção. Invaldo iniciou sua trajetória agrícola com uma pequena área de 20 ares. Com o tempo, e sempre com um olhar estratégico, ele foi expandindo seus negócios de forma gradual, mas sólida. Em 2001, fez uma mudança decisiva: abandonou o ramo de prestação de serviços e decidiu focar exclusivamente no cultivo de soja. A partir desse momento, passou a investir em terras e em maquinário agrícola, e, com o tempo, foi adquirindo as áreas arrendadas, o que possibilitou sua estruturação e crescimento, tornando-se um dos grandes produtores da região. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Por que ‘Esperança?’ O nome “Esperança” para a fazenda não foi escolhido por acaso. O produtor reflete sobre a importância desse nome. “Eu achei o nome bonito, Esperança, porque ele nos leva a sempre acreditar no futuro e a confiar que vai dar certo”, explica o proprietário. Esse otimismo e visão de longo prazo se traduzem na forma como ele conduz suas atividades agrícolas e no investimento contínuo em novas tecnologias e práticas sustentáveis e é por isso que o local foi escolhido para sediar a Abertura Nacional da Colheita da Soja. Na Fazenda Esperança, a produção de soja é realizada com o que há de mais moderno em tecnologia agrícola. Invaldo é um defensor das práticas sustentáveis e adota o uso de produtos biológicos no controle de pragas, embora, quando necessário, também recorra ao uso de produtos químicos. Além disso, a fazenda adota a técnica de integração lavoura-pecuária, com consórcios de plantas que auxiliam no manejo do solo e na melhoria da produtividade, permitindo também a pastagem do gado durante o período de seca. A busca pela alta produtividade é constante, mas o sojicultor sabe que o clima é um fator imprevisível. O ano passado, por exemplo, foi marcado por uma seca prolongada, que impactou negativamente a colheita, um desafio que ele e outros produtores da região enfrentam regularmente. “A profissão é desafiadora. Você precisa estar preparado psicologicamente e ter um coração forte”, afirma o produtor. Apesar dos desafios enfrentados, Invaldo conta com o apoio de sua cooperativa, que ele ajudou a fundar há cinco anos, e de uma equipe qualificada, composta por um agrônomo e seus filhos, que auxiliam tanto na gestão da fazenda quanto no escritório de contabilidade. “Ser produtor de soja é um grande desafio, não é fácil”, diz Invaldo, reforçando sua paixão pela atividade rural e seu compromisso em contribuir para o crescimento da agricultura brasileira. O post Fazenda Esperança: rumo à colheita de soja produtiva! apareceu primeiro em Canal Rural.
Série Agrinho mostra a educação integrada ao mundo rural

Imagem: Canal Rural Está no ar no Canal Rural TV e suas plataformas online a Série Agrinho, que apresenta quatro dos vencedores do concurso em 2024. Foram mais de 1,7 milhão de participantes no Paraná, entre professores e alunos das redes públicas, privadas e de educação especial de ensino, que concorreram em 17 categorias. O Concurso, que está em sua 29º Edição, é um programa de responsabilidade social do Sistema FAEP, em parceria com o governo do Paraná, colaboração das prefeituras municipais e diversas empresas e instituições públicas e privadas. Tem como objetivo incentivar a pesquisa, abordando temáticas de relevância como a valorização da atividade agropecuária e seus produtos, a segurança ambiental, energética, o uso da tecnologia estratégica e aplicada ao campo, entre outros. O tema de 2024 “Do campo à cidade, colhendo oportunidades”, trouxe ao foco a importância da integração entre os eixos rural e urbano. Só no Concurso Agrinho, foram mais de 658,1 mil alunos inscritos em 2024. A categoria Redação Paraná somou mais de 551,6 mil participações. No total, 3.741 unidades escolares aderiram à iniciativa, entre escolas estaduais, municipais, particulares, colégios agrícolas e Apaes. Além disso, o programa também se estende por categorias inovadoras, afinadas com as novas demandas da sociedade, como Robótica, AgroRobótica e Programação. Em quatro episódios as equipes de reportagem do Canal Rural percorreram vários municípios do estado para contar as histórias do três vencedores da categoria Experiências Pedagógicas e o primeiro lugar da categoria AgroRobótica. Confira! 1º lugar – categoria Experiências Pedagógicas O projeto que conquistou o primeiro lugar, desenvolvido pela professora Ana Paula Lazzeris Ghellere, da Escola Municipal Serafin Machado de Souza, em São Miguel do Iguaçu/PR, abordou o conceito de empreendedorismo, destacando as relações entre o campo e a cidade, além das oportunidades de atuação em ambos os contextos. Assista aqui. 2º lugar – categoria Experiências Pedagógicas A professora Juliete Gomes da Silva Póss, da Escola Municipal Caetano Vezozzo, em Cambará/PR, também destacou a importância da integração entre os setores da economia nos meios rural e urbano, com foco na cadeia produtiva do milho. Além disso, o trabalho promoveu reflexões sobre a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente. Assista aqui 3º lugar – categoria Experiências Pedagógicas Em terceiro lugar, a professora Idana Cristina Menon, do Colégio Estadual do Campo Nossa Senhora de Fátima, no distrito de Guamirim, localizado em Irati/PR, trabalhou a valorização do aluno do campo, ressaltando a importância dos trabalhadores rurais e exaltando a qualidade da produção local de alimentos. Assista aqui 1º lugar – categoria AgroRobótica A professora Luciana Arruda, do Colégio Agrícola Assis Brasil, em Clevelândia/PR, conquistou o primeiro lugar nesta categoria estreante, criando junto com os alunos uma cortina automatizada para aviário. Assista aqui O post Série Agrinho mostra a educação integrada ao mundo rural apareceu primeiro em Canal Rural.
Mercado financeiro estima inflação de 4,99% e dólar a R$ 6

Foto: Agência Brasil/divulgação O mercado financeiro mantém as expectativas de alta para a inflação e a cotação do dólar em 2025. A previsão para a inflação permanece em crescimento há 12 semanas consecutivas, culminando agora com a projeção de que, ao final do ano, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – alcance 4,99%. Há uma semana, a expectativa era de que a inflação fechasse 2025 em 4,96%; há quatro semanas, a previsão era de 4,59%. Para os anos subsequentes, o mercado projeta uma inflação de 4,03% em 2026 e de 3,90% em 2027. Os números foram divulgados no Boletim Focus, hoje (6), pelo Banco Central (BC). A estimativa para 2025 é mais pessimista que a previsão oficial. O Governo Federal trabalha com uma expectativa de IPCA em 3,1% para o ano, conforme a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025, aprovada pelo Congresso Nacional. Como ainda não foi divulgado o índice oficial da inflação de 2024, o mercado continua a projetar o resultado para o ano encerrado. Nesse caso, a previsão sofreu leve redução: passou de 4,90% na semana passada para 4,89% no boletim mais recente. O teto para a meta inflacionária de 2024 é de 4,50%. Juros Para alcançar a meta de inflação, o BC utiliza a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 12,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A alta recente do dólar e as incertezas econômicas globais levaram o BC a intensificar o ritmo de alta dos juros na última reunião do ano, realizada em 11 de dezembro. O mercado financeiro agora projeta que a Selic suba para 15% até o final de 2025, aumento em relação aos 14,75% previstos na semana passada. Há quatro semanas, a estimativa era de 13,50%. Para os anos seguintes, as projeções indicam taxas de 12% em 2026 e de 10% em 2027. Dólar e PIB A cotação do dólar deve alcançar R$ 6 ao final de 2025, mantendo uma tendência de alta observada há 10 semanas. Na semana passada, a projeção era de R$ 5,96; há quatro semanas, a expectativa era de R$ 5,77. Para 2026 e 2027, o mercado prevê relativa estabilidade, com o dólar cotado a R$ 5,90 e R$ 5,80, respectivamente. Já as previsões para o Produto Interno Bruto (PIB), que representa a soma dos bens e serviços produzidos no país, mostram ligeira melhora para 2025: crescimento de 2,02%, ante 2,01% projetados na semana passada. Há quatro semanas, a estimativa era de 2%. Para 2026 e 2027, o mercado projeta crescimentos de 1% e 2%, respectivamente. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Mercado financeiro estima inflação de 4,99% e dólar a R$ 6 apareceu primeiro em Canal Rural.
Plante com a Klabin: programa apoia produtores rurais de pequenas e médias propriedades com assistência técnica e compra garantida de madeira

Foto: Klabin A silvicultura está se consolidando como uma solução sustentável e rentável para produtores rurais no Brasil. Com o programa Plante com a Klabin, agricultores de pequenas e médias propriedades têm acesso a suporte técnico, mudas de alta qualidade e a garantia de compra de madeira no final do ciclo. A iniciativa não apenas oferece uma possibilidade de renda para o campo, mas também contribui para práticas ambientais responsáveis e o combate às mudanças climáticas, mostrando como a integração de florestas plantadas pode transformar a realidade agrícola brasileira. A silvicultura é a ciência e a arte de cultivar florestas de forma planejada e sustentável. No Brasil, um país com vasta extensão territorial e clima favorável, a atividade desempenha um papel fundamental na economia e na agricultura, contribuindo tanto para o crescimento econômico do campo quanto para a preservação ambiental. Ao promover o cultivo de árvores para fins comerciais, a silvicultura oferece ao produtor rural uma excelente oportunidade de diversificar suas fontes de renda, equilibrando produções tradicionais com práticas sustentáveis que agregam valor à sua propriedade. Silvicultura e sustentabilidade A silvicultura dá origem a produtos como madeira, matérias-primas para a indústria de papel e celulose e resinas e essências que são utilizadas pela indústria alimentícia e farmacêutica. Do ponto de vista econômico, proporciona retorno financeiro previsível e de longo prazo. Já pela questão ambiental, auxilia na captura e no estoque de carbono, colaborando com o combate às mudanças climáticas. Além disso, as florestas plantadas ajudam a melhorar a qualidade do solo, evitam a erosão e contribuem para a conservação dos recursos hídricos. Assim, a prática se torna uma solução viável e atrativa para o campo, unindo lucro e sustentabilidade. Foto: Klabin/divulgação Programa Plante com a Klabin Nesse contexto, a Klabin, maior produtora e exportadora de papéis para embalagens e de soluções sustentáveis em embalagens de papel do Brasil, lançou o programa Plante com a Klabin. Ao fazer parte desta iniciativa, produtores de pequenas e médias propriedades não precisam ter experiência prévia com silvicultura. A Klabin fornece mudas de alta qualidade e oferece assistência técnica em todas as etapas do ciclo florestal, de acordo com o modelo de parceria que melhor atenda às necessidades e aos objetivos do agricultor. Além disso, ajuda na integração da silvicultura com outras culturas já presentes na propriedade, apoia os produtores na obtenção de certificações ambientais e garante a compra da madeira no final do ciclo. Os resultados positivos se estendem às comunidades onde as propriedades participantes estão localizadas. A implementação do Plante com a Klabin fortalece a economia da região, cria oportunidades de trabalho e renda para a população local, fomenta o empreendedorismo local e promove práticas sustentáveis de manejo florestal. Também contribui para o desenvolvimento ético e para o bem-estar da população local ao adotar compromissos com certificações socioambientais e responsabilidade social. Outro aspecto relevante é o papel das florestas plantadas no enfrentamento das mudanças climáticas. As árvores cultivadas absorvem o dióxido de carbono (CO2) da atmosfera, ajudando a regular o clima. Ao reduzir a quantidade de CO2 na atmosfera, as florestas plantadas combatem diretamente o aquecimento global, contribuindo para um futuro mais equilibrado e sustentável. Atualmente, o Plante com a Klabin concentra suas parcerias em propriedades rurais localizadas nos estados do Paraná e Santa Catarina, especialmente nas regiões próximas às cidades paranaenses de Telêmaco Borba e Ortigueira. Com essa atuação direcionada, a Klabin reforça seu compromisso com o desenvolvimento regional, alinhando interesses econômicos e ambientais para construir uma relação de ganha-ganha entre produtores rurais, comunidades e a própria empresa. Ao aderir ao programa, os parceiros rurais passam a fazer parte de uma cadeia produtiva que equilibra desenvolvimento econômico com responsabilidade ambiental. A iniciativa demonstra como a silvicultura pode transformar a realidade do campo brasileiro, promovendo a sustentabilidade e gerando impactos positivos que ultrapassam os limites das propriedades, beneficiando o meio ambiente e a sociedade como um todo. O post Plante com a Klabin: programa apoia produtores rurais de pequenas e médias propriedades com assistência técnica e compra garantida de madeira apareceu primeiro em Canal Rural.