Carne suína: exportações batem recorde e superam R$ 3 bilhões pela primeira vez

Foto: Pixabay Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 1,352 milhão de toneladas entre janeiro e dezembro de 2024, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023, com 1,229 milhão de toneladas. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! A receita das exportações anuais do setor superaram, pela primeira vez, o patamar de US$ 3 bilhões. Ao todo, foram obtidos US$ 3,033 bilhões com as exportações de 2024, saldo 7,6% superior ao alcançado no ano anterior, com US$ 2,818 bilhões. No mês de dezembro, os embarques de carne suína totalizaram 109,5 mil toneladas, número 1,3% menor em relação ao mesmo período do ano anterior, com 110,9 mil toneladas. Já em receita, houve forte alta de 11,6%, com US$ 258,3 bilhões no último mês de 2024, contra US$ 231,5 bilhões no mesmo período do ano anterior. Maiores importadores de carne suína do Brasil Confira o volume total de carne suína adquirido entre janeiro e dezembro do ano passado pelos maiores importadores do produto brasileiro, com a variação em relação ao resultado obtido em 2023: Filipinas: 254,3 mil t (+101,8%), China: 241 mil t (-38%), Chile: 113 mil t (+29,1%), Hong Kong: 106,9 mil t (-15,5%), Japão: 93,4 mil t (+131,6%), Singapura: 79,1 mil t (+23%), Vietnã: 52,5 mil t (+9,7%), Uruguai: 46,6 mil t (-5,2%), México: 42,8 mil t (+49,9%). “O setor fechou o ano de 2024 aumentando expressivamente a capilaridade de suas exportações, incrementando significativamente a receita dos embarques e elevando a média mensal de embarques em mais de 10 mil toneladas. Os indicativos seguem positivos em 2025, com tendência de manutenção de fluxo para os países asiático e das Américas”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin. Estados que mais exportaram Santa Catarina fechou o ano de 2024 como maior exportador de carne suína do Brasil, com 730,7 mil toneladas (+10,1%); seguido pelo Rio Grande do Sul, com 289,9 mil toneladas (+3,2%); Paraná, com 185,5 mil toneladas (+9,1%); Mato Grosso, com 37,9 mil toneladas (+22%); e Mato Grosso do Sul, com 29,2 mil toneladas (+17,97%). O post Carne suína: exportações batem recorde e superam R$ 3 bilhões pela primeira vez apareceu primeiro em Canal Rural.

Agricultura familiar: programas aumentam renda de produtores em até 106%

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que agricultores familiares que fornecem alimentos para programas do Governo Federal, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), aumentam significativamente sua renda, especialmente aqueles de menor poder aquisitivo. O estudo foi apresentado hoje (7) pelo instituto. Agricultores participantes do PAA aumentam a renda entre 19% e 39%, enquanto aqueles que fornecem alimentos para o PNAE registram aumento entre 23% e 106%. Os maiores impactos são observados entre os agricultores de renda mais baixa, principal público-alvo dessas políticas. “Os resultados mostram que as compras públicas de alimentos da agricultura familiar são estratégicas para melhorar os índices nutricionais da população, incentivar modelos produtivos sustentáveis e promover o desenvolvimento rural por meio da geração de renda aos produtores contemplados”, explicou Sandro Pereira Silva, técnico de planejamento e pesquisa do Ipea e um dos autores do estudo. Como funcionam os programas? No PAA, governos compram alimentos da agricultura familiar por meio de chamadas públicas, sem necessidade de licitação. A modalidade mais comum, a Compra com Doação Simultânea, prioriza grupos economicamente vulneráveis. Os alimentos adquiridos são doados a organizações assistenciais, presídios, restaurantes populares, cozinhas comunitárias, bancos de alimentos, entre outros. Já o PNAE repassa recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para atender estudantes da educação básica nas redes municipal, estadual, distrital e federal. Pelo menos 30% desses recursos devem ser investidos diretamente em produtos da agricultura familiar. Destaques da pesquisa O estudo utilizou técnicas estatísticas para reduzir vieses e criar grupos comparáveis, analisando as bases de dados de compras dos programas e registros da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), posteriormente substituída pelo Cadastro da Agricultura Familiar (CAF). Os resultados mostram que o PNAE tem um impacto médio maior sobre a renda dos agricultores em comparação ao PAA. “Isso pode indicar que os fornecedores do PAA têm menor capacidade de ofertar itens de maior valor agregado ou acessar políticas complementares, mas essa hipótese precisa ser investigada em estudos futuros”, apontam os autores. Fatores que influenciam a participação O estudo identificou que fatores como sexo, escolaridade e região influenciam na participação nos programas: Agricultores homens, casados, com maior idade e mais integrantes na família têm maior probabilidade de participar. Agricultores com ensino médio ou superior também têm mais chances de fornecer alimentos para os programas do que aqueles com menor escolaridade. Regionalmente, agricultores do Norte têm maior participação no PAA, enquanto os do Sul e Sudeste lideram no PNAE. Essas diferenças refletem tanto as características socioeconômicas dos agricultores quanto as regras específicas de cada programa. “O PAA, na modalidade de Compra com Doação Simultânea, é voltado a regiões com maior vulnerabilidade. Já o PNAE abrange todos os municípios brasileiros, com recursos proporcionais ao número de alunos da rede pública básica, sendo obrigatório destinar ao menos 30% desse valor à agricultura familiar”, explicou Sandro Pereira. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Agricultura familiar: programas aumentam renda de produtores em até 106% apareceu primeiro em Canal Rural.

Tereos abre mais de 400 vagas nas áreas de agricultura, indústria e logística

Foto: CNA A Tereos, que atua na produção de açúcar, etanol e bioenergia, está com mais de 400 vagas abertas para a safra 2025/26. As oportunidades abrangem funções em agricultura, indústria e área automotiva nas seis unidades industriais da empresa, localizadas na região noroeste de São Paulo. Na área agrícola, as oportunidades incluem tratoristas, motoristas especializados e operador de motobomba. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Já na área industrial, as vagas incluem funções como operador de produção de açúcar, operador de destilaria, analista de laboratório júnior, auxiliar industrial, entre outras. Por sua vez, no setor automotivo há postos para mecânico automotivo, motorista borracheiro e lubrificador. Benefícios e público-alvo As vagas são destinadas a moradores das cidades próximas às unidades da Tereos, como Pitangueiras, Ibitiúva, Guaíra, Barretos, Colina, Jaborandi, Olímpia, Severínia, Baguaçu, Cajobi, Guapiaçu, Guaraci, Altair, Icém, Nova Granada, Palestina, Bálsamo, Tanabi e Monte Aprazível. A empresa oferece salários compatíveis com o mercado e benefícios como seguro de vida, vale-alimentação, previdência privada, auxílio farmácia e plano de saúde. A Tereos também incentiva a inclusão, convidando pessoas com deficiência a se candidatarem às oportunidades. Como se inscrever Os interessados podem enviar o currículo por e-mail ou WhatsApp até o dia 28 de fevereiro. Confira os canais de inscrição de cada unidade: Unidade Cruz Alta (Olímpia): recrutamentocruzalta@tereos.com | Indústria: (17) 99749-5242 | Agrícola: (17) 99676-6389 Unidade Andrade (Pitangueiras): recrutamento.andrade@tereos.com | Indústria: (17) 99729-2177 | Agrícola: (17) 99631-0318 Unidade Mandu (Guaíra): recrutamento.mandu.br@tereos.com | Indústria: (17) 99729-2177 | Agrícola: (17) 99631-0318 Unidade São José (Colina): recrutamento.saojose.br@tereos.com | Indústria: (17) 99605-8103 | Agrícola: (17) 99732-7390 Unidade Tanabi (Tanabi): recrutamento.tanabi@tereos.com | Indústria: (17) 99749-5242 | Agrícola: (17) 99676-6389 Usina Vertente (Guaraci): recrutamento.vertente.br@tereos.com | Indústria: (17) 99605-8103 | Agrícola: (17) 99732-7390 Outras oportunidades também estão disponíveis na página da Tereos no LinkedIn. O post Tereos abre mais de 400 vagas nas áreas de agricultura, indústria e logística apareceu primeiro em Canal Rural.

PRF apreende defensivos agrícolas contrabandeados

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu um carregamento de defensivos agrícolas contrabandeados no município de Jaru, em Rondônia. Segundo a corporação, os produtos, provenientes de um país fronteiriço — Rondônia faz divisa com a Bolívia —, não possuem registro ou autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso no Brasil. Durante a sinalização e atendimento de um acidente de trânsito na BR-364, agentes da PRF identificaram uma caminhonete estacionada no meio da via, apresentando sinais de colisão frontal. Ao abordar os ocupantes e realizar a fiscalização do veículo, os policiais encontraram 60 pacotes de defensivos agrícolas contrabandeados. A ação configura violação ao artigo 56 da Lei nº 14.785, de 27 de dezembro de 2023, que regulamenta o uso de agrotóxicos no país. A Lei nº 14.785/2023 e sua importância Conhecida como o marco legal do uso de pesticidas, a Lei nº 14.785 de 2023 criminaliza a produção, armazenamento, transporte, importação, utilização ou comercialização de defensivos e produtos de controle ambiental não registrados ou não autorizados. A pena para quem infringe a norma é de reclusão de 3 a 9 anos, além de multa. Fiscalização de trânsito e impacto no setor agrícola A PRF destacou que apreensões de defensivos agrícolas ilegais têm se tornado mais frequentes, revelando a ligação do crime organizado com o comércio clandestino desses produtos. Em nota, a corporação afirmou que ações de fiscalização nas rodovias contribuem para mapear rotas de transporte ilegal e auxiliar na identificação de cadeias produtivas que exploram trabalhadores e desrespeitam normas ambientais. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post PRF apreende defensivos agrícolas contrabandeados apareceu primeiro em Canal Rural.

Em Minas Gerais, lavouras de soja têm bom desenvolvimento

Foto: Freepik As lavouras de soja da safra 2024/25 em Patos de Minas, no centro-oeste de Minas Gerais, estão em boa fase de desenvolvimento. A área cultivada de aproximadamente 35 mil hectares, agora em crescimento vegetativo, segue beneficiada por volumes adequados de chuvas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! De acordo com o engenheiro-agrônomo da Emater local, Fernando José da Silva, as lavouras têm recebido bons volumes de precipitação, com destaque para os 95 milímetros acumulados em dezembro e 18,8 milímetros registrados até o momento em janeiro. Além disso, a região não apresenta maiores preocupações com pragas e doenças. Se as condições climáticas se mantiverem favoráveis, a produtividade das lavouras de soja pode atingir uma média de 4.000 quilos por hectare, superando a produção da safra passada, que teve rendimento médio de 2.800 quilos por hectare, afetada pela estiagem. O levantamento da Safras & Mercado indica que o plantio de soja em Minas Gerais deve ocupar 2,35 milhões de hectares na safra 2024/25, representando um aumento de 4,4% em relação à área cultivada na safra anterior. A produção estadual deve alcançar 8,979 milhões de toneladas, 7,8% a mais que o número de 8,328 milhões de toneladas da temporada 2023/24. A expectativa é de que o rendimento médio do estado seja de 3.840 quilos por hectare, também acima dos 3.720 quilos por hectare registrados no ano passado. O post Em Minas Gerais, lavouras de soja têm bom desenvolvimento apareceu primeiro em Canal Rural.

Funrural: processos são suspensos até STF julgar ação de quase R$ 21 bi

Foto: Pixabay O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão nacional de todos os processos que discutem a regra que obriga empregadores rurais a recolher, em seu nome, a contribuição devida ao Fundo de Assistência do Trabalhador Rural (Funrural). A suspensão vale até o Supremo dar a palavra final sobre o assunto em ação com impacto estimado em R$ 20,9 bilhões para a União. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! GIlmar considerou que a suspensão é necessária para evitar o agravamento da insegurança jurídica após decisões divergentes acerca do tema nas instâncias inferiores. A decisão atinge apenas os processos que discutem a validade da sub-rogação do tributo – ponto do julgamento que ainda é alvo de impasse entre os ministros. A discussão sobre a sub-rogação gira em torno da obrigação do recolhimento do tributo: se é exclusiva dos produtores ou pode ser repassada para os frigoríficos, por exemplo. Ainda não há maioria nesse ponto. A ação sobre o Funrural foi apresentada pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) e tramita na corte desde 2010. O processo questiona norma que passou a exigir dos agropecuaristas o pagamento da contribuição sobre a receita bruta. Antes, o valor incidia sobre a folha de salário. Todos os ministros já votaram e há maioria para declarar a validade do Funrural sobre a receita bruta, mas um dos ministros (Marco Aurélio Mello) se aposentou antes de se manifestar sobre um ponto específico, a sub-rogação. A decisão atende a um pedido feito pela Abrafrigo e pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). Elas apontaram que o julgamento já foi pautado 15 vezes para proclamação do resultado desde 2022. “A indefinição continuará durante todo o recesso e não se sabe por quanto tempo ainda, o que acarretará prejuízos graves e de difícil reparação ao setor rural brasileiro caso alguma das teses da ADI (inconstitucionalidade do tributo ou da sub-rogação – esta mais provável que aquela, por não depender de alteração de voto), venha a prosperar”, diz a manifestação. Se a sub-rogação cair, como quer o setor, a responsabilidade do pagamento da contribuição do produtor rural pessoa física não poderá mais ser transferida à empresa consumidora. Nessa hipótese, o produtor teria de arcar com o Funrural. De acordo com a petição do setor, a maioria das decisões na Justiça vem mantendo a sub-rogação. “A indefinição é prejudicial aos sujeitos passivos e à própria União, dado o risco de trânsito em julgado de decisões contrárias a uns e outra, com a respectiva execução (levantamento ou conversão em renda de depósitos, entre outros efeitos) antes da final deliberação desta Suprema Corte – tudo a reclamar uma medida cautelar de urgência”, argumentam. Em novembro, o ministro Luís Roberto Barroso disse que o fim da sub-rogação poderia “dificultar o recolhimento do tributo, já que a Fazenda não teria condições de fiscalizar individualmente os pequenos produtores rurais”. Há cinco votos a favor da constitucionalidade dessa regra, e cinco contra. O post Funrural: processos são suspensos até STF julgar ação de quase R$ 21 bi apareceu primeiro em Canal Rural.

Brasil bate recorde histórico em exportação de carne bovina em 2024

Foto: Governo de Rondônia O Brasil registrou, em 2024, o maior volume de exportações de carne bovina de sua história, com sucessivos recordes mês a mês. Foram 2,89 milhões de toneladas exportadas, um aumento de mais de 26% em relação a 2023. O setor faturou US$ 12,8 bilhões, alta de 22% comparada ao ano anterior. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). Esse desempenho coloca a carne bovina como destaque entre os setores que contribuíram para o saldo positivo da balança comercial brasileira em 2024, de US$ 74,6 bilhões. A promoção do produto no exterior foi impulsionada pela iniciativa Brazilian Beef, uma parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e a Abiec. Principais destinos e resultados por mercado A China liderou como o maior destino da carne bovina brasileira, com 1,33 milhão de toneladas exportadas e faturamento de US$ 6 bilhões. Os Estados Unidos ficaram em segundo lugar, com 229 mil toneladas e receita de US$ 1,35 bilhão. Outros mercados de destaque incluem: Emirados Árabes Unidos: 132 mil toneladas (US$ 604 milhões); União Europeia: 82,3 mil toneladas (US$ 602 milhões); Chile: 110 mil toneladas (US$ 533 milhões); Hong Kong: 116 mil toneladas (US$ 388 milhões). Entre os 15 maiores destinos, que juntos representaram mais de 90% do faturamento total, todos registraram crescimento em relação a 2023. Os avanços mais expressivos ocorreram em países como Argélia, México, Emirados Árabes, Filipinas, Estados Unidos, Rússia e Israel. Crescimento de mercados e carne in natura As exportações de carne bovina em 2024 alcançaram 157 países. Considerando apenas carne in natura, que responde por mais de 90% do faturamento total, o Brasil exportou para 132 mercados, 46 a mais do que há uma década. Expectativas para 2025 “Foi um ano histórico para a indústria da carne bovina nacional, para o setor pecuário e para o Brasil. A contribuição decisiva para o saldo positivo da balança comercial é prova disso. Embora ainda seja cedo, acredito que 2025 pode bater recordes de exportações e faturamento”, afirmou Roberto Perosa, presidente da Abiec. Perosa destacou o esforço conjunto entre setor privado e governo federal, por meio da ApexBrasil e do Projeto Brazilian Beef, para abrir novos mercados e consolidar os já existentes. “Estamos trabalhando para levar a carne brasileira a mercados como Japão, Vietnã, Turquia e Coreia do Sul, que estão em diferentes estágios de negociação com o governo brasileiro e o Ministério da Agricultura”, concluiu. Abiec Fundada em 1979, a Abiec reúne 43 empresas responsáveis por 98% da carne bovina exportada pelo Brasil. A entidade atua na defesa dos interesses do setor, na redução de barreiras comerciais e na promoção da carne brasileira no mercado internacional. Projeto Brazilian Beef Criado em 2001, o Brazilian Beef busca fortalecer a imagem da carne bovina brasileira, ampliando sua participação no mercado global. Em 20 anos, o projeto investiu mais de R$ 60 milhões e ajudou a aumentar as exportações em mais de 500%. ApexBrasil A ApexBrasil promove produtos e serviços brasileiros no exterior, além de atrair investimentos para setores estratégicos da economia. A agência organiza missões comerciais, rodadas de negócios, feiras internacionais e visitas de compradores estrangeiros, fortalecendo a presença do Brasil no mercado global. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Brasil bate recorde histórico em exportação de carne bovina em 2024 apareceu primeiro em Canal Rural.

Cetab realizou 107 mil análises laboratoriais em 2024

Foto: Divulgação/Seagri O Centro Tecnológico Agropecuário do Estado da Bahia (Cetab), realizou um total de 107.000 análises laboratoriais, resultando na emissão de 9.566 laudos/certificados em 2024, de acordo com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri). O equipamento que é vinculado à Seagri, obteve crescimento nas atividades de análises em diversos produtos. De acordo com Wallison Tum, titular da secretaria, “o aumento de 25% no número de análises em comparação ao ano anterior reflete o compromisso do Cetab em atender às demandas das cadeias produtivas agropecuárias do estado”. A farinha de mandioca, por exemplo, teve um aumento de 238% nas amostras analisadas, passando de 146 em 2023 para 346 em 2024. As análises de solo também cresceram significativamente, com um incremento de 265%, de 314 amostras em 2023 para 833 em 2024. Além disso, as análises de mel aumentaram 244%, de 62 amostras em 2023 para 148 em 2024.  Perspectivas Para 2025, a perspectiva é ampliar ainda mais os serviços ofertados, em especial para a agricultura familiar. Em 2024, a Seagri firmou um acordo de cooperação técnica com a Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR); Com isso, as demandas de análise laboratorial de cerca de 60 agricultores familiares serão atendidas, ampliando o escopo de atuação. A nota divulgada pela Seagri, destaca o papel do Cetab no aprimoramento, desenvolvimento rural e produtividade da agropecuária baiana, com a participação de eventos como a Bahia Farm Show e a Fenagro. Edital de seleção para 241 vagas na Adab é publicado Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! O post Cetab realizou 107 mil análises laboratoriais em 2024 apareceu primeiro em Canal Rural.

Falta 1 mês para a Abertura Nacional da Colheita da Soja!

Foto: Fazenda Esperança/MT Falta apenas um mês para a Abertura Nacional da Colheita da Soja 24/25, marcada para o dia 7 de fevereiro, em Santa Carmem, região de Sinop (MT). O evento será transmitido ao vivo da Fazenda Esperança, a partir das 9h (horário de Brasília). Para se inscrever é muito simples, basta acessar o link e preencher o formulário. A Abertura Nacional da Colheita da Soja terá painéis de discussão sobre temas importantes para o futuro da sojicultura, como sustentabilidade, COP 30, biocombustíveis e alimentos. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Palco da Abertura Nacional da Colheita da Soja A Fazenda Esperança, com 4.600 hectares, é administrada por Invaldo Weiss, produtor rural que chegou a Mato Grosso em 1978, vindo do Paraná. Desde então, tem se dedicado ao cultivo de soja, enfrentando os desafios climáticos e de mercado, sempre com um olhar otimista voltado para o crescimento. O nome “Esperança” reflete essa visão positiva. Segundo Weiss, “é um nome que nos leva a acreditar no futuro e confiar que tudo vai dar certo”. Esse otimismo é evidente no investimento contínuo em novas tecnologias e práticas sustentáveis, o que torna a fazenda o local ideal para sediar a Abertura Nacional da Colheita da Soja. Celebração dos 20 anos da Aprosoja Mato Grosso Além da Abertura Nacional da Colheita da Soja, o evento também celebrará os 20 anos da Aprosoja Mato Grosso, entidade fundamental para o fortalecimento da produção de soja no estado. Luiz Pedro Bier, vice-presidente da Aprosoja MT, destaca o papel da associação no crescimento da sojicultura, promovendo integração, sustentabilidade e inovação na cadeia produtiva. A soja em Mato Grosso Mato Grosso tem sido protagonista na produção de soja desde os anos 1970, quando a cultura começou a se expandir no estado. Hoje, é o maior produtor nacional de soja, com impacto direto no desenvolvimento econômico e social de cidades como Sinop, que têm se beneficiado da atividade agrícola. O post Falta 1 mês para a Abertura Nacional da Colheita da Soja! apareceu primeiro em Canal Rural.

Zona de Processamento de Exportação de Uberaba abre oportunidades para empresas exportadoras

Inaugurada em dezembro de 2024, a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Uberaba (MG) está recebendo projetos industriais de empresas interessadas em se instalar na região e aproveitar incentivos fiscais voltados à exportação. Localizada no Triângulo Mineiro, a unidade é a quarta ZPE em operação no Brasil, ao lado das ZPEs de Pecém (CE), Parnaíba (PI) e Cáceres (MT). As ZPEs têm como objetivo promover a cultura exportadora e fortalecer a balança comercial brasileira, além de impulsionar o desenvolvimento regional e reduzir desigualdades. Esses espaços são vinculados ao Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE), órgão deliberativo presidido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). As empresas instaladas em ZPEs têm direito à suspensão de tributos como IPI, PIS-Cofins, Imposto de Importação e AFRMM (Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante) na aquisição de insumos e matérias-primas. Esses benefícios podem ser convertidos em isenção ou alíquota zero caso o produto final seja exportado. Para se beneficiar, os empreendimentos devem submeter projetos industriais ao CZPE, que avalia e aprova conforme critérios de seleção específicos. Em 2024, foram aprovados nove novos projetos industriais, triplicando o número de empresas em operação nas ZPEs. Segundo o CZPE, esses projetos representam investimentos de R$ 26 bilhões, com potencial de gerar R$ 15 bilhões em exportações anuais e criar cerca de 1.000 empregos diretos. “Estamos observando um aumento na atratividade para investidores, especialmente com a flexibilização do limite mínimo de exportações em situações de contingência, enquanto mantemos a orientação exportadora como princípio fundamental, conforme validado recentemente pelo Supremo Tribunal Federal”, explicou Pucci, membro do conselho. Estrutura A ZPE de Uberaba possui inicialmente dez lotes disponíveis, com novas áreas e infraestrutura planejadas para expansão à medida que as vagas forem ocupadas. No total, o projeto contempla 62 lotes distribuídos em três vias principais, com liberações adicionais previstas mediante licitações futuras. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação de Uberaba, o local recebeu a solicitação de seis empresas para iniciar suas obras de instalação no local. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Zona de Processamento de Exportação de Uberaba abre oportunidades para empresas exportadoras apareceu primeiro em Canal Rural.