Petrobras pode retomar produção de fertilizantes em fábricas da Bahia e Sergipe

Fábrica de fertilizantes nitrogenados da Bahia (Fafen-BA). Foto: PR/Ricardo Stuckert Paralisadas desde 2023, as Fábricas de Fertilizantes (Fafens) de Camaçari (BA) e Laranjeiras (SE) poderão voltar a operar em 2025 sob gestão da Petrobras. A reintegração das unidades ao sistema da estatal depende da aprovação da diretoria executiva da empresa. As fábricas estavam arrendadas à Unigel desde 2019. A Fafen-BA, hibernada em 2018, produzia amônia, ureia, gás carbônico e Arla 32, enquanto a Fafen-SE era especializada na produção de ureia fertilizante, ureia para uso industrial, amônia, gás carbônico e sulfato de amônio, também utilizado como fertilizante. Outras fábricas em análise No ano passado, a Petrobras já havia comunicado a intenção de retomar as atividades da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR). O Congresso Nacional aprovou um crédito de R$ 300 milhões para reativar a unidade em Araucária (PR), fechada em 2020. Além disso, a unidade de Três Lagoas (MS), atualmente em hibernação, também pode ter sua produção retomada em 2025, caso a proposta seja aprovada pela diretoria da Petrobras. Impacto na economia e geração de empregos Segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a retomada das fábricas tem o potencial de gerar empregos diretos e indiretos, oferecendo postos de trabalho de qualidade e com boa remuneração. Para Deyvid Bacelar, coordenador-geral da FUP, a reativação das fábricas representa um avanço estratégico para o Brasil. “A retomada reafirma o compromisso do governo federal com as necessidades essenciais do país, coloca a Petrobras como motor do desenvolvimento e reforça o protagonismo no Plano Nacional de Fertilizantes”, destacou. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Petrobras pode retomar produção de fertilizantes em fábricas da Bahia e Sergipe apareceu primeiro em Canal Rural.

A resiliência do produtor de soja que ‘dribla’ as dificuldades climáticas no campo

Foto: Fábio Eckert. Natural de Sertão Santana, no interior do Rio Grande do Sul, desde muito jovem, a agricultura faz parte da vida de Fábio Eckert, produtor de soja. Vindo de uma família de agricultores, ele cresceu no campo e, desde os 5 anos, ajudava o pai no trator, imerso no universo rural. “Sou agricultor desde sempre. Não me vejo fazendo outra coisa. A agricultura está tatuada em mim, é o que eu amo fazer”, afirma, com paixão. O sojicultor começou a escrever sua história há 30 anos, quando ele e seu pai decidiram investir no cultivo dessa oleaginosa. A família, que já era produtora de arroz, iniciou o plantio de soja na região de Várzea, localizada em áreas de terras baixas a 1 ou 2 metros do nível do mar. Com um experimento inicial de 30 hectares, a produção foi um sucesso, e o resultado foi um aumento na produtividade de arroz na área. Com o tempo, a soja se tornou uma cultura cada vez mais presente em suas lavouras, embora os primeiros anos tenham sido desafiadores, principalmente pela escassez de materiais e tecnologias apropriadas para o cultivo da soja em terras de várzea. Hoje, Fábio olha para sua trajetória com orgulho. A fazenda, que começou com pequenas áreas, hoje conta com 4 mil hectares cultivados, uma área considerável para a região, e com produtividade de destaque. “Há 20 anos, a gente plantava apenas 30 a 40 hectares. Hoje, temos uma área de 4 mil hectares com grandes produções. Já recebemos premiações em concursos como o SESB, Liga e 2X”, compartilha. Seu compromisso com a evolução é constante. Para ele, a educação contínua é fundamental, e ele não perde uma oportunidade de aprender mais. Participa de palestras, cursos e viagens internacionais para se atualizar sobre o que está sendo feito em outros países, sempre buscando trazer inovações para sua fazenda. Nos últimos anos, a prioridade de Fábio mudou. Ele explica que, apesar de ter crescido a área da fazenda, nos últimos tempos a estratégia foi focar mais na produtividade e na otimização do uso das terras. “Hoje, o meu objetivo não é mais expandir a área, mas sim melhorar a produtividade. A cada ano, procuro subir a régua em 10%, até atingir o limite da produtividade possível para nossa realidade”, destaca. A paixão pela agricultura e pelo desenvolvimento de novas técnicas, que ele mesmo ajudou a implementar em sua região, é visível. Para ele, a história da soja na Várzea do Rio Grande do Sul tem um pedaço de sua família, que foi pioneira no cultivo da soja nessa área. “Se não tivéssemos introduzido a soja na Várzea, provavelmente o arroz não seria cultivado da forma que é hoje. A soja fez parte da evolução da nossa agricultura”, conclui. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp O clima e a soja: os desafios do sojicultor Durante sua jornada, Fábio Eckert enfrentou alguns desafios, sendo o clima o principal obstáculo para a agricultura no Rio Grande do Sul. “Nos últimos anos, o clima tem sido realmente terrível, com seca severa no norte do estado, embora, por estarmos em uma terra baixa, a seca não tenha sido tão intensa por aqui. No entanto, ano passado, enfrentamos a catástrofe das enchentes, e minha cidade, que fica encostada na Lagoa dos Patos, também ficou praticamente toda alagada, assim como o restante do estado”, conta o sojicultor. Ele destaca que, para a soja, o clima é um desafio ainda maior. “A soja é uma planta muito sensível. Se há excesso de umidade, ela morre; se está muito seco, também há prejuízos”, explica. Recentemente, Fábio teve que lidar com uma tempestade de granizo que devastou 20% de sua área de soja. “No dia 2 de janeiro, tivemos uma chuva de pedra que destruiu mais de 400 hectares da lavoura. Foi um golpe forte”, diz, refletindo sobre as dificuldades imprevisíveis que o campo impõe. Outro grande desafio tem sido a dificuldade em obter seguros para a lavoura. Com o clima imprevisível e os altos riscos, as seguradoras têm se mostrado cada vez mais relutantes em oferecer cobertura para as lavouras no estado. “Está cada vez mais difícil garantir uma apólice de seguro, especialmente aqui no Rio Grande do Sul, onde o clima é tão imprevisível”, observa Fábio. Além disso, o frio no início de outubro pode colocar a semente em dormência. Para minimizar esses riscos, Fábio utiliza previsões meteorológicas mais precisas, que ajudam a otimizar a janela de plantio, evitando chuva ou seca em excesso. Com o avanço das tecnologias, como plantadeiras mais precisas, o sucesso no plantio melhorou, reduzindo a necessidade de replantio. Apesar dos desafios, ele tem colhido bons resultados, com sua lavoura 80% saudável, exceto por danos causados por granizo, que atingiram 20% da área. Em meio às adversidades, Fábio mantém uma postura resiliente. “Como bom produtor e agricultor, nunca desisto. Sempre tento fazer o melhor e, mesmo que perca de um lado, sei que posso ganhar de outro. É assim que seguimos em frente”, afirma, com o otimismo que o caracteriza. E, por mais difíceis que sejam os obstáculos, ele segue colhendo bons resultados na sua região. O post A resiliência do produtor de soja que ‘dribla’ as dificuldades climáticas no campo apareceu primeiro em Canal Rural.

Avião não consegue pousar em aeroporto e explode em praia no litoral de SP

Um avião Cessna de pequeno porte sofreu um acidente na manhã de hoje (9) próximo ao aeródromo Gastão Madeira, em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram a aeronave cruzando duas avenidas da cidade em alta velocidade antes de parar, em chamas, na faixa de areia da Praia do Itaguá. De acordo com a CNN Brasil e informações do site Flightradar24, o avião decolou por volta das 9h do Aeroporto Municipal de Mineiros, em Goiás, próximo à divisa com Minas Gerais. A Prefeitura de Ubatuba informou que o acidente envolveu oito vítimas, incluindo a morte do piloto. Cinco pessoas estavam na aeronave (três adultos e duas crianças) e outras três, que passavam pela pista de skate próxima ao local, foram atingidas. O avião pertence à família de um fazendeiro de Goiás. O Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) relatou que o avião ultrapassou os limites da pista durante uma tentativa de pouso no aeródromo. Segundo o sistema da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave – matrícula PR-GFS, modelo 525, fabricada em 2008 – estava com autorização negada para operação de táxi aéreo, mas sua situação de aeronavegabilidade era considerada “normal”. O post Avião não consegue pousar em aeroporto e explode em praia no litoral de SP apareceu primeiro em Canal Rural.

Seca afeta soja na Argentina; confira os impactos no grão

Imagem de Santiago Manosalva por Pixabay A seca que atinge a Argentina tem afetado a produção de soja, impactando diretamente as expectativas para a safra e, consequentemente, os preços da oleaginosa nos contratos futuros. Em Chicago, as cotações têm flutuado entre US$ 9,50 e US$ 10,30 por bushel. Carlos Cogo, sócio-diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio, explicou o papel crucial da Argentina na oferta global de soja. O país é o terceiro maior produtor mundial e o maior exportador de farelo e óleo de soja. Com uma área plantada estimada em 18,5 milhões de hectares, a Argentina deve produzir entre 52 e 55 milhões de toneladas de soja na safra de 2025. Entretanto, o clima tem sido um fator decisivo. Segundo Cogo, 92% das lavouras ainda se encontram em boas e excelentes condições, mas a seca gerou preocupação, principalmente no início da safra. O prognóstico para a primeira quinzena de janeiro indica baixa precipitação, o que pode afetar as colheitas na Argentina, Paraguai e no Sul do Brasil. Contudo, as expectativas são positivas para a segunda quinzena de janeiro, com a previsão de chuvas, o que pode favorecer uma safra mais abundante. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp Em relação aos preços futuros da soja, Cogo destacou que, embora as cotações oscilem entre US$ 9,50 e US$ 10,00, a tendência para o curto prazo é de estabilidade. Contudo, ele alertou que o maior fator de pressão sobre os preços pode vir das mudanças na política dos Estados Unidos, especialmente com a posse de Donald Trump como presidente em 2025. Além disso, caso Trump cumpra suas promessas de aumentar as tarifas sobre países como a China, o mercado global de soja pode enfrentar uma pressão de baixa, o que poderia levar os preços a cair para patamares entre US$ 8,20 e US$ 9,10 por bushel. Por fim, Cogo observou que, enquanto a situação nos Estados Unidos pode ser desfavorável para a soja, o Brasil pode se beneficiar com o aumento da demanda por soja sul-americana, caso a China reaja à política de tarifas americanas, direcionando suas compras para o Brasil. O post Seca afeta soja na Argentina; confira os impactos no grão apareceu primeiro em Canal Rural.

Monitoramento no Rio Tocantins segue após desabamento da ponte na BR-226

Foto: Bombeiros Militar/ Governo do Tocantins Substâncias como o herbicida ácido 2,4-diclorofenoxiacético foram detectadas em concentrações inferiores ao limite permitido pela legislação brasileira no Rio Tocantins. É o que aponta o relatório elaborado sob a coordenação da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), com a participação de técnicos de diversas entidades federais e estaduais, incluindo o Ministério do Meio Ambiente, a Embrapa e o Serviço Geológico do Brasil, que realizaram coletas e análises de amostras de água em cinco pontos ao longo do rio. O desabamento parcial da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, na BR-226, em dezembro de 2024, gerou uma crise ambiental no Rio Tocantins. A ponte, que conecta as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), colapsou enquanto caminhões transportando agrotóxicos e ácido sulfúrico cruzavam sua estrutura. Até o momento, 14 mortes foram confirmadas e três pessoas seguem desaparecidas. Resultados preliminares, divulgados em 6 de janeiro não encontraram indícios de contaminação por defensivos ou químicos provenientes dos caminhões nos pontos analisados. Contudo, substâncias como Acetamiprido(1), o herbicida ácido 2,4-diclorofenoxiacético e o Picloram(2) foram encontradas no relatório da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Os químicos são utilizados para o controle de ervas daninhas, pragas sugadoras e mastigadoras. Riscos e continuidade do monitoramento Técnicos alertam que o risco de contaminação permanece enquanto os recipientes com químicos permanecerem submersos no rio. Caso haja rompimento, as consequências podem incluir danos ao ecossistema aquático, riscos ao abastecimento de água de comunidades e impactos ao uso múltiplo do recurso hídrico. Por essa razão, o monitoramento continuará até que o material seja totalmente removido. O trabalho inclui análises de parâmetros básicos da água, como pH, turbidez e presença de compostos químicos. O trabalho é realizado pela Secretaria de Meio Ambiente do Maranhão (SEMA) e o Serviço Geológico do Brasil que realizam análises em campo. Além disso, a Cetesb e a Embrapa contribuíram com estudos detalhados sobre possíveis contaminantes, como pesticidas e compostos químicos. As equipes continuam monitorando a qualidade da água e organizando a remoção segura dos materiais químicos do rio. Paralelamente, estudos estão sendo conduzidos para avaliar os impactos de longo prazo no meio ambiente e nas comunidades que dependem do Rio Tocantins para abastecimento e outras atividades. Impactos do desabamento O desabamento da ponte interrompeu o tráfego na BR-226, uma das principais ligações entre Tocantins e Maranhão, gerando prejuízos econômicos e transtornos para as populações locais. A estrutura havia apresentado problemas estruturais em inspeções anteriores, mas os reparos planejados foram adiados devido à falta de licitações bem-sucedidas. Com aproximadamente 2400km de extensão, o rio é o segundo maior curso d’água 100% brasileiro. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Monitoramento no Rio Tocantins segue após desabamento da ponte na BR-226 apareceu primeiro em Canal Rural.

Quantidade de lixo retirado do Tietê equivale à distância de SP ao Uruguai

Hidrovia Tietê-Paraná Foto: Divulgação Que o paulistano está acostumado com o trânsito diário, ninguém duvida. Agora, imagine um enorme engarrafamento de caminhões cheios de lixo, formando uma fila de mais de 1.600 quilômetros? É exatamente isso que o programa IntegraTietê conseguiu fazer ao retirar 2,3 milhões de metros cúbicos de sedimentos do rio Tietê e seus afluentes. O volume equivale a 164.285 caminhões cheios, que enfileirados ocupariam uma distância equivalente ao trajeto entre São Paulo e o Uruguai. Nos últimos dois anos, o programa recebeu um investimento de R$ 434 milhões. O trabalho de desassoreamento remove sujeira, sedimentos e outros materiais acumulados no fundo dos rios, melhorando suas condições ambientais. Além disso, a ação aumenta a capacidade de absorção das chuvas, ajudando a mitigar os impactos das enchentes. Monitoramento contínuo O programa IntegraTietê também inclui o monitoramento da qualidade do rio, realizado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Em 2024, foram instalados 19 novos pontos de monitoramento, totalizando 30 estações que acompanham o nível de carga orgânica total nos cursos d’água. O objetivo da ação é reduzir a matéria orgânica presente no Tietê até 2029, tornando o rio mais limpo, com coloração mais clara e sem odor desagradável. R$ 1,6 bilhão para eliminar o esgoto no Tietê Outro destaque do programa é a eliminação do lançamento de esgoto no rio. Nos últimos dois anos, a Sabesp investiu R$ 1,6 bilhão em obras de saneamento. Como resultado, 247 mil novas ligações de esgoto foram realizadas no Alto Tietê. Até 2026, o programa prevê a conexão de 1,56 milhão de novos domicílios à rede de esgoto. Esse número deve alcançar 2,22 milhões de residências até 2029. Para atingir essa meta, estão sendo construídas mais estações de tratamento de esgoto (ETEs), com a previsão de instalação de 10 novas unidades, que atenderão mais de 1 milhão de lares. O objetivo final é universalizar o saneamento básico no estado e, consequentemente, reduzir a carga de poluentes que chega ao rio. Conscientização é fundamental A limpeza do Tietê também depende da conscientização da população. Segundo a SOS Mata Atlântica, 40% da poluição do rio é causada por fontes difusas, como o descarte irregular de lixo. Para enfrentar esse problema, a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), em parceria com a Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), instalou em 2024 um Lixômetro às margens do rio Pinheiros. O equipamento exibe, em tempo real, o total de lixo superficial retirado do rio desde 2023, além do valor gasto com o serviço. Até 13 de novembro de 2024, 71 mil toneladas de resíduos foram removidas do Pinheiros, o que custou cerca de R$ 130 milhões. A iniciativa busca conscientizar a população sobre os impactos do descarte inadequado de lixo e a importância de preservar os rios. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Quantidade de lixo retirado do Tietê equivale à distância de SP ao Uruguai apareceu primeiro em Canal Rural.

Podcast: dia de queda no Ibovespa; ouça análise

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a queda do Ibovespa (-1,27%, aos 119 mil pontos) com impacto do cenário global. O dólar permaneceu estável em R$ 6,10, enquanto a produção industrial recuou 0,6% em novembro, mas registra alta anual de 1,7%. A ata do FOMC indicou cautela com inflação nos EUA, e as falas de Trump adicionaram pressão protecionista. Hoje, atenção para a PMC no Brasil e pedidos de seguro-desemprego nos EUA. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação O post Podcast: dia de queda no Ibovespa; ouça análise apareceu primeiro em Canal Rural.

Previsão do tempo: chuva forte se espalha pelo Brasil, com alerta de temporais

Foto: Pixabay A previsão do tempo para esta quinta-feira (9) aponta a atuação de instabilidades que reforçam as chuvas intensas em diversas regiões do Brasil, de acordo com informações da Climatempo. O destaque vai para os temporais no Sudeste e Nordeste, mas as pancadas de chuva devem ser registradas em boa parte do país. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Sul Instabilidades voltam a se espalhar sobre Santa Catarina e Paraná. À tarde, as pancadas ganham força no leste dos dois estados, com possibilidade de ocorência de raios. No Rio Grande do Sul, a chuva fica concentrada no norte e na serra, associada à circulação de umidade em combinação com a atmosfera aquecida. Sudeste A atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul reforça a chuva forte no Espírito Santo e no norte do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Haá expectativa de temporais com raios e chuva forte ao longo do dia. A circulação de umidade deve estimular a ocorrência de chuva também no leste de São Paulo, especialmente na região do Vale do Paraíba. Centro-Oeste A chuva mais pesada segue concentrada em Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal, em um dia marcado por céu mais encoberto e pancadas ocorrendo já no período da manhã. Em Mato Grosso do Sul, as instabilidades voltam a se espalhar, mas a chuva ainda incide de maneira irregular. Nordeste Instabilidades ganham força em toda a região, e as pancadas se espalham por praticamente todos os estados. Já pela manhã, há condições para chuva no Maranhão, Piauí e Bahia. No decorrer do dia, as pancadas se espalham pelo sertão, agreste e costa norte nordestina. Norte O tempo segue instável em praticamente todos os estados da região. A chuva mais pesada deve cair sobre Amazonas, Acre, Rondônia, sul do Pará e Tocantins. O post Previsão do tempo: chuva forte se espalha pelo Brasil, com alerta de temporais apareceu primeiro em Canal Rural.

Receita esclarece que não cobrará imposto por Pix

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O reforço na fiscalização de transferências via Pix e cartão de crédito não significa criação de impostos, esclareceu a Receita Federal. Em comunicado, o Fisco desmentiu informações falsas que circularam nas redes sociais nos últimos dias sobre cobrança de imposto para transferências digitais. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Em 1º de janeiro, entraram em vigor as novas regras da Receita Federal para a fiscalização de transferências financeiras. A principal mudança foi a extensão do monitoramento de transações financeiras às transferências Pix que somam pelo menos R$ 5 mil por mês para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas. Além das transações Pix, esses limites também valem para as operadoras de cartão de crédito e as instituições de pagamento, como bancos digitais e operadoras de carteiras virtuais. Elas deverão notificar à Receita operações cuja soma mensal ultrapassa esse teto. Os bancos tradicionais, as cooperativas de crédito e instituições que operam outras modalidades de transação já tinham de informar à Receita sobre esses valores. Gerenciamento de risco Segundo a Receita, a instrução normativa que reforçou a fiscalização permite “oferecer melhores serviços à sociedade”. Como exemplo, o comunicado cita que os valores fiscalizados entrarão da declaração pré-preenchida do Imposto de Renda de 2026 (ano-base 2025), reduzindo divergências e erros que levam o contribuinte à malha fina. O comunicado esclareceu que a Receita modernizou a fiscalização para incluir novos tipos de instituições do sistema financeiro, como fintechs e carteiras virtuais. No caso do cartão de crédito, o Fisco extinguiu a Declaração de Operações com Cartões de Crédito (Decred), criada em 2003, e a substituiu por um módulo para cartões de crédito dentro da e-Financeira, plataforma que reúne arquivos digitais de cadastro, abertura e fechamento de contas e operações. A e-Financeira opera dentro do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), criado em 2007 e que processa, por exemplo, as notas fiscais eletrônicas. Sigilo bancário e fiscal No comunicado, a Receita também explicou que o reforço na fiscalização não desrespeitará as leis que regulam os sigilos bancário e fiscal, sem identificar a natureza ou a origem das transações. “A medida visa a um melhor gerenciamento de riscos pela administração tributária, a partir da qual será possível oferecer melhores serviços à sociedade, em absoluto respeito às normas legais dos sigilos bancário e fiscal.” A Receita reiterou que a e-Financeira não identifica o destinatário das transferências de uma pessoa ou empresa para terceiros, via Pix ou Transferência Eletrônica Disponível (TED). O sistema, explicou o Fisco, soma todos os valores que saíram da conta, inclusive saques. Se ultrapassado o limite de R$ 5 mil para pessoa física ou de R$15 mil para pessoa jurídica, a instituição financeira informará a Receita Federal. Em relação aos valores que ingressam em uma conta, a e-Financeira apenas contabiliza as entradas, sem individualizar sequer a modalidade de transferência, se por Pix ou outra. Todos os valores, informou a Receita, são consolidados, devendo ser informados os totais movimentados a débito e a crédito em determinada conta, sem especificar os detalhes das transações. As instituições financeiras enviarão os relatórios à Receita Federal a cada seis meses. As informações referentes ao primeiro semestre deverão ser prestadas até o último dia útil de agosto. Os dados do segundo semestre serão apresentados até o último dia útil de fevereiro, prazo que permitirá a inclusão na declaração pré-preenchida do Imposto de Renda, na metade de março. O post Receita esclarece que não cobrará imposto por Pix apareceu primeiro em Canal Rural.

Boi gordo: preços seguem avançando no país; confira

Foto: Pixabay O mercado físico brasileiro do boi gordo voltou a se deparar com elevação dos preços nesta quarta-feira (8). Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade desse movimento no curto prazo, em linha com a posição das escalas de abate, apertadas em grande parte do país. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! “E isso ocorre em um ambiente em que o pecuarista encontra boas condições para negociar, com pastagens possibilitando ao criador adotar a retenção como estratégia neste início de temporada”, indica. Iglesias comenta ainda que as exportações em grande nível são uma tendência clara para 2025, com o Brasil permanecendo como melhor alternativa global para o fornecimento da carne bovina. Preço médio da arroba de boi gordo no Brasil hoje São Paulo: R$ 326,92 a prazo (R$ 325,25 ontem) Minas Gerais: R$ 312,94 (R$ 311,47 anteriormente) Goiás: R$ 312,14 (R$ 311,43 ontem) Mato Grosso do Sul: R$ 319,89 (R$ 318,30 ontem) Mato Grosso: R$ 311,96 (R$ 304,80 ontem). Atacado O mercado atacadista volta a se deparar com preços acomodados. De acordo com o analista de Safras & Mercado, o cenário sugere menor espaço para reajustes durante o primeiro bimestre. Com a população descapitalizada e despesas tradicionais do período pesando sobre o orçamento familiar (IPTU, IPVA e compra de material escolar), a prioridade estaria no consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e ovo. O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 17 o quilo. O quarto traseiro permanece cotado a R$ 26,80 o quilo. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 18 o quilo. O post Boi gordo: preços seguem avançando no país; confira apareceu primeiro em Canal Rural.