Fórum Econômico Mundial discute COP 30 e transição energética

Foto: Freepik O Fórum Econômico Mundial em Davos, nos Alpes Suíços, teve neste segundo dia de discussões a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP 30), que será realizada em Belém, no Pará, como destaque. Além disso, temas como a saúde da mulher, o uso da inteligência artificial, as tensões geopolíticas e o combate à crise climática também foram temas centrais. É exatamente neste último tópico que o papel do agronegócio é tido como fundamental. “A produção rural do Brasil deve dar o exemplo para que nós possamos compatibilizar produzir, fortalecer a vocação da produção e segurança alimentar, que é vocação do Brasil, com a agenda ambiental sustentável”, disse o governador do Pará, Helder Barbalho, presente no Fórum. O financiamento climático seguirá sendo perseguido para que as metas dos países em desenvolvimento sejam cumpridas. O tema foi ampliado na Brazil House, situada na rua principal do evento. O espaço é uma iniciativa da iniciativa privada e reúne todos os dias empresas e autoridades para tratar de temas centrais ao avanço do país na agenda da sustentabilidade. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! “É importante entender que existe uma transformação acontecendo na natureza, que o homem não tem domínio de tudo, mas que nós sabemos as causas e que a humanidade terá de lidar com essas causas em uma transformação econômica do mundo, que vem junto com a transformação tecnológica do mundo, de inovação de tecnologia que, obviamente, é muito demandante de recursos naturais”, diz a presidente do Comitê Global de Sustentabilidade da Ambipar, Izabella Teixeira. No quesito da transição energética, o Brasil é reconhecido internacionalmente pela sua matriz diversificada e predominantemente renovável. A COP 30 voltará a ser tema da programação do Fórum Econômico Mundial de Davos nesta quarta-feira (22) em um evento que vai tratar da descarbonização da pecuária . O post Fórum Econômico Mundial discute COP 30 e transição energética apareceu primeiro em Canal Rural.
Pedido de investigação chinês sobre carne bovina importada não atende requisitos da OMC, diz Abiec

Foto: Pixabay/arte Canal Rural Em novembro do ano passado, o Ministério do Comércio da China anunciou que abriria um processo de investigação na Organização Mundial do Comércio (OMC) a respeito da carne bovina que importa. A iniciativa é uma resposta às queixas dos pecuaristas do gigante asiático, que alegam derrubada de preços internos e baixa competitividade frente aos produtos importados. O pedido de apuração tem como alvo o período de 1 de janeiro de 2019 a 30 de junho de 2024 e envolve todas as nações das quais o país compra o produto. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! De acordo com o advogado Welber Barral, que representa a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) dentro da força-tarefa montada pelo governo federal para a defesa do mercado nacional (como adiantado em reportagem do Canal Rural), pode demorar até um ano para que uma resposta seja dada. “Portanto, é improvável que tenhamos qualquer interferência nas exportações ainda neste ano”. Contudo, em caso de aprovação das investigações, abre-se uma medida de salvaguarda que pode durar por até quatro anos. Assim, os mercados que mais vendem carne bovina à China, casos de Brasil, Austrália e Argentina, respectivamente, seriam potencialmente os mais prejudicados com sobretaxas nas vendas. Recorde de exportação de carne A ação chinesa vem na esteira do recorde de embarques de proteína bovina brasileira ao exterior. Em 2024 foram 2,89 milhões de toneladas vendidas ao exterior, aumento de 26% em relação a 2023, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). Neste aspecto, foi justamente a China que liderou como o maior destino do produto brasileiro, com 1,33 milhão de toneladas compradas, gerando ao setor brasileiro faturamento superior a US$ 6 bilhões. Para Barral, a investigação e possível medida de salvaguarda do país asiático não encontram amparo nos preceitos impostos pela Organização Mundial do Comércio. “Nossa defesa, a dos exportadores brasileiros representados pela Abiec, é no sentido de que não estão preenchidos os requisitos exigidos pela OMC para a imposição da salvaguarda, ou seja, em síntese, não há um surto imprevisto de importações [de carne bovina] que esteja causando danos à indústria chinesa”. De acordo com a Abiec, o mercado chinês de carne bovina na China gira em torno de 12 milhões de toneladas, sendo aproximadamente 2,5 milhões de toneladas importadas ao ano e o Brasil ofertando cerca de 50% deste volume. O post Pedido de investigação chinês sobre carne bovina importada não atende requisitos da OMC, diz Abiec apareceu primeiro em Canal Rural.
Pedido de investigação chinês sobre carne bovina importada não atende requisitos da OMC, diz Abiec

Foto: Pixabay/arte Canal Rural Em novembro do ano passado, o Ministério do Comércio da China anunciou que abriria um processo de investigação na Organização Mundial do Comércio (OMC) a respeito da carne bovina que importa. A iniciativa é uma resposta às queixas dos pecuaristas do gigante asiático, que alegam derrubada de preços internos e baixa competitividade frente aos produtos importados. O pedido de apuração tem como alvo o período de 1 de janeiro de 2019 a 30 de junho de 2024 e envolve todas as nações das quais o país compra o produto. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! De acordo com o advogado Welber Barral, que representa a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) dentro da força-tarefa montada pelo governo federal para a defesa do mercado nacional (como adiantado em reportagem do Canal Rural), pode demorar até um ano para que uma resposta seja dada. “Portanto, é improvável que tenhamos qualquer interferência nas exportações ainda neste ano”. Contudo, em caso de aprovação das investigações, abre-se uma medida de salvaguarda que pode durar por até quatro anos. Assim, os mercados que mais vendem carne bovina à China, casos de Brasil, Austrália e Argentina, respectivamente, seriam potencialmente os mais prejudicados com sobretaxas nas vendas. Recorde de exportação de carne A ação chinesa vem na esteira do recorde de embarques de proteína bovina brasileira ao exterior. Em 2024 foram 2,89 milhões de toneladas vendidas ao exterior, aumento de 26% em relação a 2023, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). Neste aspecto, foi justamente a China que liderou como o maior destino do produto brasileiro, com 1,33 milhão de toneladas compradas, gerando ao setor brasileiro faturamento superior a US$ 6 bilhões. Para Barral, a investigação e possível medida de salvaguarda do país asiático não encontram amparo nos preceitos impostos pela Organização Mundial do Comércio. “Nossa defesa, a dos exportadores brasileiros representados pela Abiec, é no sentido de que não estão preenchidos os requisitos exigidos pela OMC para a imposição da salvaguarda, ou seja, em síntese, não há um surto imprevisto de importações [de carne bovina] que esteja causando danos à indústria chinesa”. De acordo com a Abiec, o mercado chinês de carne bovina na China gira em torno de 12 milhões de toneladas, sendo aproximadamente 2,5 milhões de toneladas importadas ao ano e o Brasil ofertando cerca de 50% deste volume. O post Pedido de investigação chinês sobre carne bovina importada não atende requisitos da OMC, diz Abiec apareceu primeiro em Canal Rural.
Incêndio destrói galpão algodoeiro em Luís Eduardo Magalhães

Foto: Divulgação/17º Batalhão de Bombeiros Militar Um incêndio deixou um galpão algodoeiro parcialmente destruído na madrugada desta terça-feira (21), em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia, próximo a BR-020, sentido Brasília. De acordo com o Corpo de Bombeiros, equipes da 2ª Companhia do 17º Batalhão de Bombeiros Militar (17º BBM), foram acionadas por volta das 02h50 da manhã. Ao chegarem ao local, a primeira equipe constatou que o fogo já havia se alastrado por metade do algodão armazenado no galpão. Foto: Divulgação/17º Batalhão de Bombeiros Militar A ação rápida dos bombeiros, com o uso de uma Auto Tanque Bomba (ATB), caminhões-pipa, retroescavadeiras e o apoio de funcionários da empresa, foi fundamental para controlar as chamas e evitar a destruição completa da estrutura. Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, por volta das 8h20, uma segunda equipe deu continuidade ao trabalho, realizando o resfriamento do material ainda em combustão. Foto: Divulgação/17º Batalhão de Bombeiros Militar Para isso, foi necessário abrir acessos e derrubar paredes com o auxílio de retroescavadeiras, dissipando o calor e permitindo que as máquinas iniciassem a retirada dos restos queimados no processo de rescaldo. Não houve feridos e apesar das perdas materiais, a atuação dos bombeiros foi decisiva para impedir que o incêndio atingisse os fardos de algodão armazenados na parte externa do galpão. Até a publicação desta reportagem, não há informações sobre o que teria causado o incêndio no galpão de armazenamento da fibra. Além disso, não foi informado o número de fardos de algodão armazenados e que foram atingidos pelo fogo. A operação só foi concluída na parte da tarde. Funcionários morrem durante limpeza de tanque que transportava sangue bovino Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! O post Incêndio destrói galpão algodoeiro em Luís Eduardo Magalhães apareceu primeiro em Canal Rural.
Incêndio destrói galpão algodoeiro em Luís Eduardo Magalhães

Foto: Divulgação/17º Batalhão de Bombeiros Militar Um incêndio deixou um galpão algodoeiro parcialmente destruído na madrugada desta terça-feira (21), em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia, próximo a BR-020, sentido Brasília. De acordo com o Corpo de Bombeiros, equipes da 2ª Companhia do 17º Batalhão de Bombeiros Militar (17º BBM), foram acionadas por volta das 02h50 da manhã. Ao chegarem ao local, a primeira equipe constatou que o fogo já havia se alastrado por metade do algodão armazenado no galpão. Foto: Divulgação/17º Batalhão de Bombeiros Militar A ação rápida dos bombeiros, com o uso de uma Auto Tanque Bomba (ATB), caminhões-pipa, retroescavadeiras e o apoio de funcionários da empresa, foi fundamental para controlar as chamas e evitar a destruição completa da estrutura. Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, por volta das 8h20, uma segunda equipe deu continuidade ao trabalho, realizando o resfriamento do material ainda em combustão. Foto: Divulgação/17º Batalhão de Bombeiros Militar Para isso, foi necessário abrir acessos e derrubar paredes com o auxílio de retroescavadeiras, dissipando o calor e permitindo que as máquinas iniciassem a retirada dos restos queimados no processo de rescaldo. Não houve feridos e apesar das perdas materiais, a atuação dos bombeiros foi decisiva para impedir que o incêndio atingisse os fardos de algodão armazenados na parte externa do galpão. Até a publicação desta reportagem, não há informações sobre o que teria causado o incêndio no galpão de armazenamento da fibra. Além disso, não foi informado o número de fardos de algodão armazenados e que foram atingidos pelo fogo. A operação só foi concluída na parte da tarde. Funcionários morrem durante limpeza de tanque que transportava sangue bovino Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! O post Incêndio destrói galpão algodoeiro em Luís Eduardo Magalhães apareceu primeiro em Canal Rural.
No Brasil, preços da soja sobem; confira as cotações

Imagem de Joel santana Joelfotos por Pixabay O mercado brasileiro de soja teve uma terça-feira movimentada. Os preços no Rio Grande do Sul favoreceram negócios no mercado físico. Em outros estados, as movimentações ocorreram da mão para a boca. O Paraná teve negócios no interior e no porto, com produto disponível já da safra nova. As cotações subiram no Brasil acompanhando a disparada de Chicago, mas os prêmios seguraram altas mais expressivas. Além disso, de acordo com a Safras & Mercado, com muitas tradings cobertas até fevereiro ou março, a movimentação foi menor do que o potencial. Os negócios ocorreram em oportunidades. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp Cotações da soja Passo Fundo (RS): preço subiu de R$ 134,00 para R$ 137,00 Região das Missões (RS): preço aumentou de R$ 135,00 para R$ 138,00 Porto de Rio Grande (RS): preço subiu de R$ 139,00 para R$ 142,00 Cascavel (PR): preço subiu de R$ 125,00 para R$ 127,00 Porto de Paranaguá (PR): preço aumentou de R$ 134,00 para R$ 135,00 Rondonópolis (MT): preço subiu de R$ 118,00 para R$ 120,00 Dourados (MS): preço se manteve em R$ 117,00 Rio Verde (GO): preço se manteve em R$ 121,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços acentuadamente mais altos. Preocupações com o clima seco na Argentina e no sul do Brasil e com o excesso de chuvas no Mato Grosso sustentaram as cotações. O discurso, considerado moderado, do presidente americano Donald Trump sobre as tarifas a serem impostas no comércio exterior ajudou na elevação. O quadro se completou com a desvalorização do dólar frente a outras moedas, dando competitividade aos produtos de exportação dos Estados Unidos. Conforme informações do Rural Clima, nos próximos dias haverá condições de chuvas irregulares na região norte da Argentina. No entanto, essas precipitações serão mal distribuídas, enquanto o centro e o sul do país continuarão recebendo pouca chuva e enfrentando clima mais seco, além de temperaturas extremas As chuvas têm sido extremamente irregulares nas últimas semanas e a expectativa é de que esse cenário persista, resultando em níveis de umidade abaixo do ideal na maior parte do país. As condições das lavouras permanecem piores em parte da região central do país, principalmente devido às chuvas muito irregulares na Argentina. A expectativa é de que a situação possa piorar, já que os prognósticos de chuvas não são favoráveis. As condições são ligeiramente melhores na região nordeste do país. Segundo a Rural Clima, na sexta-feira (24), uma frente fria deve se formar no norte da Argentina, ocasionando precipitações até sábado (25). Depois, o tempo deve voltar a abrir no país, com as precipitações retornando no dia 28. Em relação ao tom do discurso de Trump, as ações mais detalhadas sobre tarifas ficaram restritas a uma elevação para 25% nas negociações com México e Canadá. Em relação à China, nada mais específico. Alguns analistas levantam a hipótese da equipe de Trump tentar fechar um acordo com os chineses, evitando a guerra comercial do seu mandato anterior. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 33,25 centavos de dólar ou 3,21% a US$ 10,67 1/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,77 3/4 por bushel, com ganho de 33,00 centavos, ou 3,15%. Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com alta de US$ 13,80 ou 4,641% a US$ 311,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 45,77 centavos de dólar, com baixa de 0,08 centavo ou 0,17%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,18%, negociado a R$ 6,0312 para venda e a R$ 6,0292 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0143 e a máxima de R$ 6,0566. O post No Brasil, preços da soja sobem; confira as cotações apareceu primeiro em Canal Rural.
No Brasil, preços da soja sobem; confira as cotações

Imagem de Joel santana Joelfotos por Pixabay O mercado brasileiro de soja teve uma terça-feira movimentada. Os preços no Rio Grande do Sul favoreceram negócios no mercado físico. Em outros estados, as movimentações ocorreram da mão para a boca. O Paraná teve negócios no interior e no porto, com produto disponível já da safra nova. As cotações subiram no Brasil acompanhando a disparada de Chicago, mas os prêmios seguraram altas mais expressivas. Além disso, de acordo com a Safras & Mercado, com muitas tradings cobertas até fevereiro ou março, a movimentação foi menor do que o potencial. Os negócios ocorreram em oportunidades. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp Cotações da soja Passo Fundo (RS): preço subiu de R$ 134,00 para R$ 137,00 Região das Missões (RS): preço aumentou de R$ 135,00 para R$ 138,00 Porto de Rio Grande (RS): preço subiu de R$ 139,00 para R$ 142,00 Cascavel (PR): preço subiu de R$ 125,00 para R$ 127,00 Porto de Paranaguá (PR): preço aumentou de R$ 134,00 para R$ 135,00 Rondonópolis (MT): preço subiu de R$ 118,00 para R$ 120,00 Dourados (MS): preço se manteve em R$ 117,00 Rio Verde (GO): preço se manteve em R$ 121,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços acentuadamente mais altos. Preocupações com o clima seco na Argentina e no sul do Brasil e com o excesso de chuvas no Mato Grosso sustentaram as cotações. O discurso, considerado moderado, do presidente americano Donald Trump sobre as tarifas a serem impostas no comércio exterior ajudou na elevação. O quadro se completou com a desvalorização do dólar frente a outras moedas, dando competitividade aos produtos de exportação dos Estados Unidos. Conforme informações do Rural Clima, nos próximos dias haverá condições de chuvas irregulares na região norte da Argentina. No entanto, essas precipitações serão mal distribuídas, enquanto o centro e o sul do país continuarão recebendo pouca chuva e enfrentando clima mais seco, além de temperaturas extremas As chuvas têm sido extremamente irregulares nas últimas semanas e a expectativa é de que esse cenário persista, resultando em níveis de umidade abaixo do ideal na maior parte do país. As condições das lavouras permanecem piores em parte da região central do país, principalmente devido às chuvas muito irregulares na Argentina. A expectativa é de que a situação possa piorar, já que os prognósticos de chuvas não são favoráveis. As condições são ligeiramente melhores na região nordeste do país. Segundo a Rural Clima, na sexta-feira (24), uma frente fria deve se formar no norte da Argentina, ocasionando precipitações até sábado (25). Depois, o tempo deve voltar a abrir no país, com as precipitações retornando no dia 28. Em relação ao tom do discurso de Trump, as ações mais detalhadas sobre tarifas ficaram restritas a uma elevação para 25% nas negociações com México e Canadá. Em relação à China, nada mais específico. Alguns analistas levantam a hipótese da equipe de Trump tentar fechar um acordo com os chineses, evitando a guerra comercial do seu mandato anterior. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 33,25 centavos de dólar ou 3,21% a US$ 10,67 1/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,77 3/4 por bushel, com ganho de 33,00 centavos, ou 3,15%. Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com alta de US$ 13,80 ou 4,641% a US$ 311,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 45,77 centavos de dólar, com baixa de 0,08 centavo ou 0,17%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,18%, negociado a R$ 6,0312 para venda e a R$ 6,0292 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0143 e a máxima de R$ 6,0566. O post No Brasil, preços da soja sobem; confira as cotações apareceu primeiro em Canal Rural.
Boi gordo: cotações em alta, mas com crescimento modesto; confira os preços

Foto: Raquel Brunelli/Embrapa O mercado físico do boi gordo manteve preços firmes nesta terça-feira (21). Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por reajustes dos preços. “No entanto, a dinâmica delimitada aponta para um movimento comedido. As escalas de abate permanecem encurtadas e seguem como uma das principais variáveis para justificar essa expectativa de elevação dos preços”, diz. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Segundo ele, outro aspecto a ser considerado está na agressividade das exportações, com um desempenho bastante favorável neste início de temporada. Preços médios da arroba do boi (a prazo) São Paulo: R$ 334,42 (R$ 333,92 ontem) Minas Gerais: R$ 323,53 (R$ 322,94 anteriormente) Goiás: R$ 323,21, sem mudanças Mato Grosso do Sul: R$ 327,05 (R$ 326,59 na segunda) Mato Grosso: R$ 319,82 (R$ 319,72 ontem) Mercado atacadista Foto: Freepik O mercado atacadista voltou a apresentar queda em suas cotações. Segundo Iglesias, mais uma vez a queda dos preços aconteceu no corte traseiro, algo compreensível pelo perfil de consumo delimitado para o primeiro bimestre. “A preferência da população tende a recair sobre proteínas mais acessíveis em função de despesas tradicionais que pesam sobre o orçamento familiar, casos de IPTU, IPVA ecompra de material escolar. Desta forma, os cortes do frango, embutidos e ovo ganham destaque”, considera o analista. O quarto traseiro foi precificado a R$ 26 por quilo, queda de R$ 0,50 nesta terça. Já o quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50 por quilo. A ponta de agulha, por sua vez, apresenta alta e foi precificada a R$ 18,70, incremento de R$ 0,20. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,18%, sendo negociado a R$ 6,0312 para venda e a R$ 6,0292 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0170 e a máxima de R$ 6,0675. O post Boi gordo: cotações em alta, mas com crescimento modesto; confira os preços apareceu primeiro em Canal Rural.
Boi gordo: cotações em alta, mas com crescimento modesto; confira os preços

Foto: Raquel Brunelli/Embrapa O mercado físico do boi gordo manteve preços firmes nesta terça-feira (21). Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por reajustes dos preços. “No entanto, a dinâmica delimitada aponta para um movimento comedido. As escalas de abate permanecem encurtadas e seguem como uma das principais variáveis para justificar essa expectativa de elevação dos preços”, diz. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Segundo ele, outro aspecto a ser considerado está na agressividade das exportações, com um desempenho bastante favorável neste início de temporada. Preços médios da arroba do boi (a prazo) São Paulo: R$ 334,42 (R$ 333,92 ontem) Minas Gerais: R$ 323,53 (R$ 322,94 anteriormente) Goiás: R$ 323,21, sem mudanças Mato Grosso do Sul: R$ 327,05 (R$ 326,59 na segunda) Mato Grosso: R$ 319,82 (R$ 319,72 ontem) Mercado atacadista Foto: Freepik O mercado atacadista voltou a apresentar queda em suas cotações. Segundo Iglesias, mais uma vez a queda dos preços aconteceu no corte traseiro, algo compreensível pelo perfil de consumo delimitado para o primeiro bimestre. “A preferência da população tende a recair sobre proteínas mais acessíveis em função de despesas tradicionais que pesam sobre o orçamento familiar, casos de IPTU, IPVA ecompra de material escolar. Desta forma, os cortes do frango, embutidos e ovo ganham destaque”, considera o analista. O quarto traseiro foi precificado a R$ 26 por quilo, queda de R$ 0,50 nesta terça. Já o quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50 por quilo. A ponta de agulha, por sua vez, apresenta alta e foi precificada a R$ 18,70, incremento de R$ 0,20. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,18%, sendo negociado a R$ 6,0312 para venda e a R$ 6,0292 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0170 e a máxima de R$ 6,0675. O post Boi gordo: cotações em alta, mas com crescimento modesto; confira os preços apareceu primeiro em Canal Rural.
Aprosoja-MT contesta previsão da Conab de safra recorde de soja em MT

Foto: Daniel Popov/ Canal Rural A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) questionou, em nota divulgada nesta terça-feira (21), as previsões de safra recorde de soja para o estado na temporada 2024/25, anunciadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Segundo a entidade, as chuvas intensas têm causado atrasos significativos na colheita, perdas de qualidade nos grãos e dificuldades logísticas que comprometem o desempenho da safra. A Conab projeta uma produção recorde de 46,16 milhões de toneladas de soja em Mato Grosso, enquanto o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), em estimativa divulgada em dezembro, apontou para 44,04 milhões de toneladas. Porém, segundo a Aprosoja-MT, apenas 1,41% da área plantada foi colhida até o momento, uma redução de 11,41% em relação a igual período da safra anterior. O diretor-administrativo da Aprosoja-MT, Diego Bertuol, relatou, em nota, que o excesso de chuvas tem impossibilitado a colheita em diversas regiões. “O cenário é alarmante. Temos mais de 400 milímetros acumulados nos últimos 15 dias, impossibilitando as colheitas dos grãos prontos e também daqueles que já foram dessecados. Temos talhões com mais de 15 dias de dessecados, chegando a 20% de grãos avariados, outros com mais de 30% de umidade indo para o armazém, o que gera desconto de mais de 50% da carga”, disse. No leste do estado, após um período prolongado de chuvas, os produtores conseguiram retomar a colheita em algumas áreas. No entanto, segundo a entidade, a qualidade da soja colhida foi severamente afetada, com índices elevados de grãos avariados, em média entre 20% e 25%. De acordo com a Aprosoja-MT, o atraso na colheita também está comprometendo o plantio do milho segunda safra. Com um intervalo reduzido para o cultivo, os produtores enfrentam o risco de plantar fora da janela ideal, aumentando a vulnerabilidade às condições climáticas adversas. Como já adquiriram sementes, fertilizantes e outros insumos, muitos não têm alternativa senão seguir com o plantio, mesmo em condições desfavoráveis. Além das perdas de qualidade, a Aprosoja-MT destacou problemas logísticos e estruturais. Segundo o vice-presidente da entidade, Luiz Pedro Bier, estradas não pavimentadas utilizadas para o escoamento de grãos estão em condições críticas devido às chuvas. A capacidade insuficiente de armazenagem agrava a situação, com formação de filas em armazéns e rejeição de cargas com alto teor de umidade. A Aprosoja-MT alertou ainda para o prolongamento do ciclo da soja devido à alta nebulosidade. “O ciclo da soja, que chegaria com 110 ou 115 dias pronto para colher, está passando de 125 dias, além do aparecimento de algumas pragas. Isso acarreta uma grande perda da produção. Essa narrativa de safra recorde não se enquadra para esse momento em Mato Grosso”, disse Diego Bertuol. O post Aprosoja-MT contesta previsão da Conab de safra recorde de soja em MT apareceu primeiro em Canal Rural.