Fevereiro terá calor acima do normal e região com mais de 160 mm de chuva

[ad_1] O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou a previsão do tempo para fevereiro, indicando temperaturas acima da média em grande parte do Brasil, com máximas superiores a 26°C nas regiões Norte e Nordeste. Mais chuva! As chuvas devem ficar acima da média na região Norte, mas com volumes reduzidos no leste do Acre, sul do Pará e Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a Bahia deve ter precipitações abaixo da climatologia, especialmente no sul, norte e oeste do estado, além de Alagoas e Sergipe, onde os acumulados ficarão abaixo de 80 mm. Menos chuva! No Centro-Oeste e Sudeste, as chuvas devem ser abaixo da média, exceto em áreas do noroeste do Mato Grosso, norte do Mato Grosso do Sul, leste de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, onde os volumes podem superar 160 mm. No Sul do país, a previsão indica chuvas abaixo da média no oeste do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, mas acumulados podem ser superiores à média histórica na faixa leste de Santa Catarina e Paraná. [ad_2] Source link
Produção de etanol de milho cresce 30% e ajuda setor em safra com menor moagem

[ad_1] A produção de etanol de milho tem sido importante para manter o crescimento do setor no Centro-Sul do Brasil, mesmo diante da queda na moagem de cana-de-açúcar. Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), a fabricação do biocombustível a partir do milho cresceu 30%, enquanto o etanol produzido com cana registrou queda de 1,8%. Até a primeira quinzena de janeiro, 19,5% do etanol fabricado no país teve o milho como base, e a previsão é que essa participação suba para 23% a 24% até o fim da safra, em março. No mesmo período, a moagem de cana caiu 4,85%, totalizando 613,998 milhões de toneladas. Sem competição Para Luciano Rodrigues, diretor de inteligência setorial da Unica, a expansão do etanol de milho complementa a produção de cana, permitindo a fabricação ao longo de todo o ano e aproveitando subprodutos, como o DDG (grãos secos de destilaria), usado na ração animal. Já o presidente da Unica, Evandro Gussi, destacou que os dois tipos de etanol podem crescer sem competir entre si ou com a produção de açúcar. “O Brasil não vive no mundo do ‘ou’, mas sim do ‘e’. O etanol de milho avança sem substituir o de cana, mantendo equilíbrio no setor”, afirmou. Mercado global A liderança do Brasil no setor de biocombustíveis também se fortalece diante da crescente demanda pelo SAF (Sustainable Aviation Fuel), o combustível sustentável de aviação. “Se toda a demanda projetada de SAF fosse suprida com etanol, seriam necessários quase 1 trilhão de litros. Mesmo com estimativas mais conservadoras de 200 a 300 bilhões de litros, a produção mundial precisaria triplicar. O Brasil é o país mais bem posicionado para liderar essa transição”, afirmou Gussi. A Unica também prevê ganhos futuros de eficiência e produtividade tanto no etanol de cana quanto no de milho, garantindo uma matriz energética mais sustentável e competitiva para os consumidores. [ad_2] Source link
Brasil está no caminho para liderar produção de combustíveis sustentáveis para aviões, diz Alta

[ad_1] O Brasil mantém o potencial de ser líder global na produção de Combustíveis de Aviação Sustentáveis (SAF). O apontamento faz parte de relatório divulgado nesta terça-feira, 28, pela Associação Latino-Americana e do Caribe de Transporte Aéreo (Alta). No material de título “Rumo à Sustentabilidade na América Latina e no Caribe”, a Alta apresenta avanços, desafios e estratégias sobre como a região pode alcançar suas metas de sustentabilidade e se tornar uma referência em questões ambientais. A corrida para alcançar as metas globais de redução de emissões de gases do efeito estufa segue liderada pelo Brasil. “Com uma posição de destaque na produção de SAF e uma economia aérea robusta, o Brasil é peça-chave para alcançar os objetivos de descarbonização na aviação”, considera a Alta. “O Brasil está posicionado como líder absoluto na produção de SAF na região. Projeções indicam que o País será responsável por 60% da produção total de SAF na América Latina até 2050, graças à abundância de matérias-primas como cana-de-açúcar, resíduos agrícolas e óleos usados”, destaca o relatório. O material também aponta que o Brasil já possui uma infraestrutura avançada para produção de biocombustíveis, derivada de sua liderança no mercado de etanol e biodiesel. “Isso coloca o País à frente no desenvolvimento e na exportação de SAF, contribuindo significativamente para a descarbonização global da aviação.” América Latina Desde 1970, o número de passageiros transportados na região representada pela Alta aumentou 18 vezes, passando de 18 milhões para mais de 324 milhões em 2023, superando a média global de crescimento, que foi de 14 vezes. Com o aumento no fluxo, também cresceu a participação do setor nas emissões de CO2. Embora o SAF, que tem potencial para reduzir até 80% das emissões de CO2 – seja uma ação-chave para alcançar as metas de redução de emissões, a região necessita de um conjunto mais amplo de medidas, afirma o relatório da Alta. Entre as mudanças apontadas estão: melhorias na gestão do tráfego aéreo, otimização de rotas e investimentos em infraestrutura sustentável. Já entre as recomendações específicas para o Brasil está o aumento de investimentos em infraestrutura, implementações de incentivos fiscais e a promoção à inovação. “Com uma abordagem estratégica e colaborativa, o Brasil pode transformar desafios em oportunidades, consolidando sua posição como motor da sustentabilidade no setor aéreo da América Latina”, considera o documento. [ad_2] Source link
dia terá chuva forte, raios e rajadas de vento

[ad_1] A quarta-feira (29) reserva instabilidades para grande parte do país, com muita chuva, chances de temporais e rajadas de vento. Veja a previsão para as cinco regiões: Sul Áreas de instabilidade continuam se espalhando por todos os estados da região, com previsão de pancadas de chuva de forte intensidade e raios entre o centro-norte do Rio Grande do Sul e o Paraná, especialmente a partir da tarde. Nas áreas mais ao sul do território gaúcho, as precipitações serão mais isoladas. Sudeste O tempo segue mais nublado, com pancadas fortes de chuva no interior de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, onde não se descarta o risco de temporais. No Espírito Santo e no nordeste mineiro, predomínio de tempo firme com variação de nebulosidade. Centro-Oeste Tempo instável, com pancadas de chuva em todos os estados da região. As precipitações devem ganhar intensidade a partir da tarde em Goiás, Mato Grosso do Sul e leste de Mato Grosso. Temporais, raios e rajadas de vento podem ocorrer nessas áreas. Já no noroeste mato-grossense, a chuva será isolada, mas pode ter forte intensidade, acompanhada de trovoadas. Nordeste Tempo instável e com aumento de nuvens desde o Ceará até o Maranhão, além do interior da Bahia e de Pernambuco, onde a chuva pode ocorrer a qualquer momento com forte intensidade. Na faixa leste, desde o Rio Grande do Norte até Alagoas, o sol predomina, mas há previsão de pancadas de chuva à tarde. Norte A combinação do calor com a alta umidade continuará favorecendo a ocorrência de pancadas de chuva intercaladas com períodos de melhora em toda a região. No Amapá e norte do Pará, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) contribui para a formação de temporais localizados. [ad_2] Source link
saiba o que esperar do Copom e do Fed nesta Super Quarta

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a sétima queda seguida do dólar, fechando a R$ 5,86 e acumulando perda de 5% em janeiro. O Ibovespa recuou 0,65%, enquanto a Nasdaq se recuperou. O mercado aguarda a decisão do Copom, que deve elevar a Selic para 13,25%, e do Fed, que pode sinalizar cortes ainda em 2025. O crédito cresceu 10,9% em 2024, com inadimplência em queda, e a arrecadação subiu 9,6%, reduzindo o déficit para R$ 40,8 bilhões. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link
Brasil abre novos mercados agrícolas nos Estados Unidos e no México

[ad_1] O Brasil acaba de receber autorizações de Estados Unidos e México para a exportação de novos produtos agrícolas. No caso mexicano, a abertura de mercado é para ovo em pó e ovo granulado, destinados ao consumo animal. Em 2024, o país da América do Norte importou mais de US$ 2,9 bilhões em produtos agropecuários do Brasil, com destaque para os setores de proteína animal, complexo soja, produtos florestais e café. Já para os Estados Unidos, a autorização é para o embarque de fruto seco de macadâmia, farelo de mandioca e fibra de coco do Brasil, sem a necessidade de certificação fitossanitária. Em 2024, o Brasil exportou mais de US$ 12 bilhões em produtos agropecuários para os Estados Unidos. Entre os setores que mais contribuíram para essas esses números estão café, bebidas, produtos florestais, produtos de cacau e carnes. “A abertura para os novos produtos deverá beneficiar, especialmente, pequenos e médios produtores brasileiros, que poderão acessar mercado de alto valor agregado”, diz o mapa, em nota. Com esses anúncios, o Brasil alcança 13 aberturas de mercado em 2025, totalizando 313 novas oportunidades de negócio desde o início de 2023. [ad_2] Source link
Saiba as cotações da soja em dia de queda do dólar

[ad_1] Esta terça-feira (28) foi de lentidão no mercado brasileiro de soja. Durante o dia, foram observadas oportunidades de negócios com pagamento até 31 de janeiro, uma chance pontual, mas com preços mais altos. De fevereiro em diante, as cotações são mais baixas. A queda do dólar e o encarecimento dos fretes contribuem para o quadro. No geral, as cotações estiveram mistas no Brasil na sessão. O presidente da Emater/RS concedeu entrevista à Safras TV. Ele disse que o impacto da estiagem sobre a oleaginosa ainda não é tão significativo ao ponto estadual. A situação, no entanto, requer atenção, pois algumas regiões estão muito castigadas, enquanto outras apresentam bons resultados. A entrevista completa está no canal de Safras & Mercado no YouTube. Preços da soja Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp Passo Fundo (RS) caiu de R$ 135,00 para R$ 133,00 Região das Missões (RS) caiu de R$ 136,00 para R$ 134,00 Porto de Rio Grande (RS) caiu de R$ 140,00 para R$ 138,00 Cascavel (PR) caiu de R$ 125,00 para R$ 122,00 Porto de Paranaguá (PR) caiu de R$ 132,50 para R$ 131,00 Rondonópolis (MT) caiu de R$ 115,50 para R$ 113,00 Dourados (MS) caiu de R$ 116,00 para R$ 115,00 Rio Verde (GO) caiu de R$ 118,00 para R$ 117,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços entre estáveis e levemente mais altos. O dia foi de volatilidade e tentativa de recuperação com base em fatores técnicos. Os agentes também buscam posicionar suas carteiras, avaliando os movimentos do novo governo Trump sobre tarifas comerciais. As atenções seguem voltadas para a América do Sul. As projeções indicam retorno das chuvas para a Argentina nos próximos dias, o que poderia evitar perdas mais consistentes de produtividade. No Brasil, as condições ainda indicam uma ampla safra, em torno de 170 milhões de toneladas. A soja em grão com entrega em março ficou estável a US$ 10,45 por bushel, enquanto a posição maio aumentou para US$ 10,59 1/2 por bushel (alta de 1,00 centavo ou 0,09%). No farelo, a posição março aumentou para US$ 301,60 por tonelada (alta de US$ 0,80 ou 0,26%) e no óleo, os contratos com vencimento em março subiram para 45,13 centavos de dólar (alta de 0,13 centavo ou 0,28%). Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,74%, negociado a R$ 5,8681 para venda e a R$ 5,8661 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8567 e a máxima de R$ 5,9202. [ad_2] Source link
Preços do boi gordo caem no Norte e avanaçam em MT; veja cotações

[ad_1] O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com tentativas de compra em preços mais baixos nesta terça-feira (28), movimento mais destacado na Região Norte, além de em Goiás. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, em Mato Grosso o mercado flui de maneira oposta, com negócios concretizados acima da referência média. “A entrada dos salários na economia durante a primeira quinzena do próximo mês é uma variável importante a ser considerada, podendo ampliar a necessidade de compra das indústrias e resultar na elevação dos preços da arroba”. Preços médios da arroba do boi (a prazo) São Paulo: R$ 332,08 Goiás: R$ 316,43 Minas Gerais: R$ 320,88 Mato Grosso do Sul: R$ 323,75 Mato Grosso: R$ 320,00 Mercado atacadista O mercado atacadista volta a se deparar com acomodação de seus preços para a carne bovina. Conforme Iglesias, há expectativa em torno da entrada dos salários na economia durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo. “Mesmo assim precisa ser mencionado o perfil de consumo traçado para o primeiro bimestre, o que pode dificultar altas mais consistentes dos cortes do traseiro bovino. Nessa época do ano a preferência de boa parte da população recai sobre proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e do ovo”, pontuou o analista O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50 por quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 18,00 por quilo. O quarto dianteiro segue cotado a R$ 18,00 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,74%, sendo negociado a R$ 5,8681 para venda e a R$ 5,8661 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8567 e a máxima de R$ 5,9202. [ad_2] Source link
Medidas artificiais não vão reduzir preços dos alimentos, diz ex-ministro da Agricultura

[ad_1] O governo federal tem aventado possibilidades para frear a alta dos alimentos, como a redução da taxa de importação, reuniões com o setor de supermercados e investimento em infraestrutura logística. Uma ala do PT, inclusive, defende o aumento de taxas de exportação na tentativa de reter produtos no mercado interno, ideia criticada pelo agro e que, de acordo com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, não tem chances de prosperar. Para o ex-ministro da Agricultura Francisco Turra, que ficou no cargo por 15 meses durante o governo Fernando Henrique Cardoso e encarou uma inflação em níveis inimagináveis hoje em dia, de 3.000% ao ano, não se deve solucionar a alta inflacionária dos alimentos com medidas artificiais. Para ele, embora aportes em estradas que conectam os grandes centros produtores para melhorar o escoamento sejam vistas com bons olhos, não têm como solucionar o problema no curto-prazo. “No entanto, outras medidas são inúteis e inócuas, como querer taxar a exportação. Isso nunca deu certo. O Brasil tem que ser competitivo. Não é por acaso que abrimos tantos mercados, ou seja, somos um país competente e competitivo. A Lei Kandir [que isenta do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) a exportação de produtos primários] nos salvou até hoje e tem de continuar”, diz. Segundo Turra, aliviar impostos sobre importações é outra medida “absurda”. “[Fazendo isso], você vai acabar ajudando produtores de outros países. O produtor se estimula a produzir mais quando ele ganha, quando tem preços bons, então se há nesse ano uma carência de um produto, se esse produto vem a ter um preço melhor, é o melhor estímulo para logo logo equalizar, para ficar efetivamente bom para o produtor e também para o consumidor; é a lei da oferta e da procura”. Na opinião do ex-ministro, medidas artificiais não vão prosperar e tendem a piorar o cenário de alta dos alimentos tanto para o produtor como para o consumidor. Segundo ele, incentivar o produtor a produzir mais e não comprometer a rentabilidade dele é a melhor solução. Porém, para isso, o seguro agrícola é essencial, visto que muitos produtores afetados por eventos climáticos catastróficos, como as enchentes do Rio Grande do Sul, não voltaram a produzir porque não se sentem resguardados. [ad_2] Source link
Nova fase de reconstrução do RS terá R$ 6,5 bilhões e 5 ações prioritárias

[ad_1] Os governos federal e do Rio Grande do Sul realizaram nesta terça-feira (28), em Porto Alegre, a primeira reunião do Conselho de Monitoramento das Ações e Obras para Reconstrução do estado, devastado por chuvas no mês de maio do ano passado. Fazem parte do conselho representantes das duas esferas do poder público. Durante o encontro, o ministro da Casa Civil da Presidência da República, Rui Costa, anunciou a nova fase de apoio do governo federal ao Rio Grande do Sul, com obras estruturantes para aumentar a capacidade de adaptação climática do estado para enfrentar chuvas e recuperar estruturas destruídas pelas cheias de 2024. As ações serão realizadas por meio do Novo PAC, programa de investimentos coordenado pelo governo federal, que pretende garantir mais segurança e qualidade de vida para a população gaúcha. Os sistemas de proteção de cheias serão construídos com recursos da União que compõem o Fundo de Apoio à Infraestrutura para Recuperação e Adaptação a Eventos Climáticos Extremos. As obras serão executadas pelo governo do estado, em parceria com os municípios envolvidos. O fundo no valor de R$ 6,5 bilhões será administrado pela Caixa Econômica Federal. Entre os empreendimentos listados como prioritários pela Casa Civil estão: Construção de diques para controlar a água de rios e lagos e evitar inundações nos municípios de Porto Alegre, Alvorada, Gravataí, Viamão e Cachoeirinha; Estação de bombeamento de águas pluviais em Eldorado do Sul; Sistema de dique com elevação e proteção em Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, Nova Santa Rita, Rolante, Novo Hamburgo, Campo Bom, São Leopoldo, Igrejinha e Três Coroas; Casa de bombas em São Leopoldo; Melhorias nos sistemas de proteção com galerias de águas pluviais, canais fechados, estação de bombeamento de águas pluviais e canais abertos, beneficiando toda a região metropolitana de Porto Alegre. “Essas grandes obras têm recursos garantidos. Uma vez licitada, a obra não terá risco de descontinuidade por ausência de recurso”, garantiu o ministro Rui Costa. Na opinião do governador Eduardo Leite, a reunião do conselho para interação e compatibilização de projetos e programas para reconstrução do estado demonstra o esforço de coordenação federativa. “As instâncias municipal, do Estado, e da União precisam dialogar permanentemente e construir conjuntamente as soluções.” Indenizações aos afetados Foto: Wagner Lopes/CC Sobre os valores das indenizações aos cidadãos que têm imóveis comerciais ou residenciais em áreas que receberão grandes obras estruturantes, Rui Costa negou que o teto para estes valores será o do programa federal Minha Casa, Minha Vida. “Todas as indenizações das desapropriações necessárias serão conforme a norma legal: por avaliação do local”, afirmou o ministro. Maior tragédia climática O chefe da Casa Civil classificou as fortes chuvas que atingiram o estado em abril e maio do ano passado como a maior tragédia climática da história do país. As inundações provocaram a morte de 183 pessoas e deixaram 27 desaparecidas, de acordo com balanço da Defesa Civil do Rio Grande do Sul. À época, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu oficialmente o estado de emergência em 323 municípios e o estado de calamidade pública em 95. [ad_2] Source link