Argentina ‘afunda’ com a soja e EUA disparam no plantio; como as cotações ficaram no Brasil?

[ad_1] O mercado brasileiro de soja registrou preços predominantemente firmes nesta terça-feira (20), com cotações estáveis a mais altas em diversas praças. De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os negócios foram moderados, impulsionados por algumas oportunidades de preços, variações no câmbio e ganhos em Chicago. Os prêmios também contribuíram para sustentar o movimento de alta. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Cotações de soja no Brasil Passo Fundo (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00 Santa Rosa (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00 Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00 Cascavel (PR): subiu de R$ 125,00 para R$ 126,00 Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 132,50 Rondonópolis (MT): caiu de R$ 114,50 para R$ 114,00 Dourados (MS): subiu de R$ 117,00 para R$ 117,50 Rio Verde (GO): subiu de R$ 116,00 para R$ 117,00 Soja em Chicago Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam com leves altas. O mercado foi sustentado por preocupações com o excesso de chuvas na Argentina e pelo bom desempenho de milho e trigo. No entanto, a reação foi limitada pelo avanço do plantio nos Estados Unidos e pela demanda ainda enfraquecida pela soja norte-americana, mesmo após o novo acordo comercial com a China. A safra argentina pode registrar perdas na província de Buenos Aires, após intensas chuvas recentes, segundo análises do setor. USDA O USDA informou que até 18 de maio, o plantio da soja nos EUA havia atingido 66% da área prevista. No mesmo período do ano anterior, o percentual era de 50%, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 53%. Na semana anterior, o índice era de 48%. Contratos futuros da soja O contrato de soja em grão com entrega em julho fechou com alta de 2,25 centavos de dólar (0,21%), a US$ 10,53 por bushel. A posição novembro subiu 4,00 centavos (0,38%), cotada a US$ 10,41 por bushel. Nos subprodutos, o farelo para julho avançou US$ 1,50 (0,51%), encerrando a US$ 292,60 por tonelada. O óleo de soja para julho fechou a 49,50 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,06 centavo (0,12%). Câmbio O dólar comercial terminou o dia em alta de 0,23%, negociado a R$ 5,6677 para venda e R$ 5,6657 para compra. A moeda oscilou entre R$ 5,6426 na mínima e R$ 5,6831 na máxima do dia. [ad_2] Source link
Cotações da arroba do boi gordo pelo país: confira os preços de hoje

[ad_1] O mercado físico do boi gordo volta a apresentar recuo dos preços no decorrer da terça-feira (20). Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com o confortável posicionamento das escalas de abate, entre oito e nove dias úteis na média nacional. “O mercado aparenta ter assimilado as questões inerentes ao foco de Influenza Aviária de altapatogenicidade no Rio Grande do Sul, chegando ao entendimento que a situação tende a se normalizar rapidamente.” De acordo com ele, ao mesmo tempo, as exportações de carne bovina seguem contundentes, com o país caminhando para mais um recorde de embarques. Preços da arroba do boi São Paulo: R$ 304,83 Goiás: R$ 288,75 Minas Gerais: R$ 293,24 Mato Grosso do Sul: R$ 300,91 Mato Grosso: R$ 298,38 Mercado atacadista Os preços da carne bovina apresentaram acomodação nesta terça-feira. Segundo Iglesias, oambiente de negócios ainda sugere por nova queda das cotações no curtíssimo prazo, avaliando que o consumo é mais discreto no decorrer da segunda quinzena do mês. Além disso, boa parte da população ainda prioriza o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo dos cortes do frango, ovos e embutidos. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,90 por quilo, o dianteiro segue cotado a R$19,40 por quilo e a ponta de agulha ainda é precificada a R$ 17,80 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,23%, sendo negociado a R$ 5,6677 para venda e a R$ 5,6657 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6426 e a máxima de R$ 5,6831. [ad_2] Source link
Argentina ‘afunda’ com a soja e EUA disparam no plantio; como as cotações ficaram no Brasil?

[ad_1] O mercado brasileiro de soja registrou preços predominantemente firmes nesta terça-feira (20), com cotações estáveis a mais altas em diversas praças. De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os negócios foram moderados, impulsionados por algumas oportunidades de preços, variações no câmbio e ganhos em Chicago. Os prêmios também contribuíram para sustentar o movimento de alta. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Cotações de soja no Brasil Passo Fundo (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00 Santa Rosa (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00 Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00 Cascavel (PR): subiu de R$ 125,00 para R$ 126,00 Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 132,50 Rondonópolis (MT): caiu de R$ 114,50 para R$ 114,00 Dourados (MS): subiu de R$ 117,00 para R$ 117,50 Rio Verde (GO): subiu de R$ 116,00 para R$ 117,00 Soja em Chicago Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam com leves altas. O mercado foi sustentado por preocupações com o excesso de chuvas na Argentina e pelo bom desempenho de milho e trigo. No entanto, a reação foi limitada pelo avanço do plantio nos Estados Unidos e pela demanda ainda enfraquecida pela soja norte-americana, mesmo após o novo acordo comercial com a China. A safra argentina pode registrar perdas na província de Buenos Aires, após intensas chuvas recentes, segundo análises do setor. USDA O USDA informou que até 18 de maio, o plantio da soja nos EUA havia atingido 66% da área prevista. No mesmo período do ano anterior, o percentual era de 50%, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 53%. Na semana anterior, o índice era de 48%. Contratos futuros da soja O contrato de soja em grão com entrega em julho fechou com alta de 2,25 centavos de dólar (0,21%), a US$ 10,53 por bushel. A posição novembro subiu 4,00 centavos (0,38%), cotada a US$ 10,41 por bushel. Nos subprodutos, o farelo para julho avançou US$ 1,50 (0,51%), encerrando a US$ 292,60 por tonelada. O óleo de soja para julho fechou a 49,50 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,06 centavo (0,12%). Câmbio O dólar comercial terminou o dia em alta de 0,23%, negociado a R$ 5,6677 para venda e R$ 5,6657 para compra. A moeda oscilou entre R$ 5,6426 na mínima e R$ 5,6831 na máxima do dia. [ad_2] Source link
Duas marcas de azeite têm venda proibida pela Anvisa

[ad_1] A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de duas marcas de azeite de oliva nesta terça-feira (20) após denúncia do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) sobre a “origem desconhecida ou ignorada dos produtos”. Assim, as marcas Alonso e a Quintas D’oliveira passam a não ter mais permissão para venda, distribuição, fabricação, propaganda e uso. Ambos possuíam, na descrição de seus rótulos, uma empresa com CNPJ inexistente na base de dados da Receita Federal: a embaladora Comércio de Gêneros Alimentícios Cotinga Ltda. A decisão, que consta na Resolução 1.896, publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União (DOU), vale para todos os lotes. Além disso, conforme a Anvisa, as marcas teriam infringido as exigências sanitárias para as suas instalações, bem como não tinham licenciamento válido junto à autoridade sanitária competente e nem possuíam registro junto ao Ministério da Saúde. Os dois azeites também se enquadram na definição de alimentos corrompidos, adulterados, falsificados, alterados ou avariados. Análises detectaram a presença de outros óleos vegetais, não identificados, na composição dos azeites. [ad_2] Source link
Brasil negocia fim do embargo chinês ao frango

[ad_1] O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, confirmou que o Brasil negocia com a China a flexibilização do embargo às exportações de carne de frango, suspensas desde 15 de maio após a confirmação de um caso de gripe aviária em plantel comercial no Rio Grande do Sul. O governo brasileiro solicitou à autoridade sanitária chinesa que o bloqueio se restrinja a um raio de 10 km do foco da doença. Assim, apenas ovos e outros derivados teriam a venda impedida, visto que os municípios que circundam Montenegro – epicentro do foco – não possuem granjas comerciais. Segundo Fávaro, se não houver novos casos nos próximos dias, a regionalização da suspensão poderá ser aceita tanto pela China quanto pela União Europeia. A China é o principal destino do frango brasileiro. O país também estava prestes a suspender o embargo aos frigoríficos gaúchos após um caso de doença de Newcastle, mas a confirmação da gripe aviária atrasou o processo. As tratativas incluem pedido direto do presidente Lula ao líder chinês, Xi Jinping. [ad_2] Source link
Quase lá! Brasil se aproxima do fim da colheita de soja; confira os números

[ad_1] Os trabalhos de colheita da safra 25/25 de soja no Brasil atingiu 98,9% da área total plantada, segundo o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na semana anterior, o índice era de 98,5%. No mesmo período do ano passado, a colheita estava em 97%, e a média dos últimos cinco anos é de 98,5%. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! As informações constam no 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado em 15 de maio. O relatório aponta que o Brasil caminha para um novo recorde de produção, estimado em 332,9 milhões de toneladas de grãos, um crescimento de 35,4 milhões de toneladas em relação à safra anterior. A colheita já foi concluída nos estados do Centro-Oeste, Sudeste, além de Paraná e Tocantins. Já em estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Maranhão, Piauí, Pará, Ceará, Acre e Amapá, os trabalhos ainda seguem em andamento. Soja lidera o avanço nos grãos Principal cultura do país, a soja é responsável por uma parcela do volume colhido. A estimativa é de 168,3 milhões de toneladas, a maior já registrada para o grão na história do Brasil. A colheita da oleaginosa já alcança 98,5% da área plantada, com conclusão dos trabalhos nos estados do Centro-Oeste, Sudeste, Paraná e Tocantins. Os estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Bahia, Rondônia e Tocantins se destacaram com produtividades recordes. De acordo com a Conab, o bom desempenho é resultado de condições climáticas favoráveis e do alto nível de profissionalismo dos produtores. [ad_2] Source link
Canal Rural é indicado em três categorias do Prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio

[ad_1] O Canal Rural foi indicado em três categorias do prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2025. O telejornal Rural Notícias, o site e o canal no YouTube da emissora foram reconhecidos como destaques no setor. Além disso, na categoria Jornalistas Mais Admirados do Setor, as profissionais Beatriz Gunther, Daiany Andrade, Marusa Trevisan e Pryscilla Paiva também concorrem ao prêmio. Promovido pelo site Jornalistas&Cia, o prêmio reconhecerá os TOP 50 +Admirados Jornalistas e os TOP 3 +Admirados Veículos nas categorias: Agência de Notícias, Áudio, Canal de Vídeo, Periódico Especializado, Programa de TV Especializada, Programa de TV Geral, Site/Portal e Veículo Geral. Esta é a quinta edição do prêmio, cuja cerimônia de premiação ocorrerá no dia 23 de junho, em São Paulo. A eleição dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2025 conta com os patrocínios de Cargill, Copersucar, Mosaic e Syngenta; apoios de Bosch, CNA, Elanco, Tereos e Yara; colaboração de Agrel, BRF e John Deere; além do apoio institucional da Rede Agrojor. [ad_2] Source link
Etanol tem alta nas vendas, mas cotações do açúcar caem

[ad_1] O volume de etanol hidratado negociado pelas usinas de São Paulo apresentou alta de 12,3% na última semana em relação ao período anterior. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), este é o maior volume desde o final de janeiro. Este aumento foi puxado pelos pequenos e médios compradores que estavam mais ativos no mercado spot. O motivo dessa movimentação foi o reabastecimento das bases após o período de vendas do feriado do dia das mães, como explica o Cepea Já do lado da indústria, o instituto observou que algumas unidades cobraram preços iferiores para os lotes. Por outro lado, alguns vendedores se mantiveram firmes nos preços exigidos, atentos ao volume baixo de etanol apontado pela Unica. Na última semana o indicador Cepea/Esalq para o etanol hidratado fechou em R$ 2,1080 o litro, o que representa uma queda de 0,57% no comparativo com o período anterior. Já o indicador do etanol anidro apresentou uma elevação de 0,27%, fechando em R$ 3,1314/litro. Tratando agora de outro produto da cana, o açúcar apresentou uma queda expressiva no mercado spot de São Paulo. Na última semana, apesar de algumas usinas se manterem firmes nos preços pedidos para o Icumsa 150, outras unidades foram mais flexíveis nas negociações do cristal Icumsa 180. Dessa forma, o indicador Cepea/Esalq fechou a 136,94 a saca de 50 quilos na última sexta-feira (16), o que representa uma queda de 3,7% com relação ao dia 9. Na semana anterior a média do indicador foi de R$ 138,85/sc, o que já representava uma queda de 2% com relação ao período anterior. [ad_2] Source link
IHARA celebra 60 anos de inovação e compromisso com a agricultura e a pecuária brasileira

[ad_1] Em um país onde a agricultura é um pilar essencial para a alimentação global, a IHARA se destaca como referência em defensivos agrícolas e como parceira estratégica de agricultores e pecuaristas, desempenhando um papel fundamental na transformação das lavouras ao impulsionar a produção com responsabilidade ambiental. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! No dia 18 de março, a empresa celebrou 60 anos de história, com uma trajetória marcada pela evolução constante e pelo compromisso com inovações tecnológicas que, além de protegerem as lavouras, contribuem para a segurança alimentar em um cenário global cada vez mais desafiador. Parceira do projeto Soja Brasil há mais de 10 anos, a IHARA tem atuado de forma decisiva para levar conhecimento e soluções ao produtor no campo. Ao longo de seis décadas, a empresa tem se mostrado versátil por sua capacidade de inovar e adaptar-se às demandas do setor agrícola. “Nosso empenho em pesquisa, tecnologia e sustentabilidade nos permite não apenas acompanhar a evolução do setor, mas também a nos comprometer com o futuro do agronegócio. Além disso, somos aliados na jornada do agricultor e pecuarista rumo a uma maior produtividade e competitividade no mercado. Isso mostra o quanto estamos envolvidos na transformação da agricultura e da pecuária brasileiras”, afirma o diretor de Marketing da IHARA, Rodrigo Lima. O compromisso com a inovação e o desenvolvimento não se limita apenas às soluções tecnológicas oferecidas. A IHARA tem investido significativamente na expansão de suas operações, com novos centros de pesquisa e distribuição pelo país, além de fortalecer sua planta produtiva, adaptando-se às crescentes demandas do setor. Um dos marcos de sua expansão ocorreu entre 2010 e 2014, quando a infraestrutura da empresa aumentou em 330%, atingindo mais de 50 mil metros quadrados de área construída na matriz de Sorocaba/SP, o que possibilitou um grande avanço na capacidade de produção e no desenvolvimento de novas soluções. Desde então, a IHARA tem investido continuamente em seu crescimento. Um exemplo disso é que, somente em 2024, foram destinados mais de US$ 15 milhões para ampliar sua planta industrial e modernizar seus laboratórios, reafirmando seu compromisso com a qualidade e excelência em suas soluções. Atualmente, a área construída ultrapassa 90 mil metros quadrados. Inovação: a essência da IHARA Com DNA inovador, a IHARA tem implementado soluções tecnológicas para o manejo de insetos, doenças e plantas daninhas em diversas culturas. Atualmente, a empresa possui um portfólio que abrange mais de 100 tipos de cultivos, apresentando mais de 80 produtos, tanto químicos quanto biológicos e produtos especiais. Essa diversidade de opções contribui significativamente para que o agronegócio nacional obtenha resultados cada vez mais expressivos. A busca contínua por soluções que atendam às necessidades do campo levou a IHARA a investir em formulações de alta performance, que apresentam baixo impacto ambiental e garantem segurança nas lavouras. ”Estamos constantemente investindo em pesquisa e desenvolvimento, trazendo moléculas avançadas, desenvolvidas no Japão e adaptadas à realidade da agricultura e da pecuária no Brasil. Nosso compromisso com práticas agrícolas responsáveis está refletido em inovações que resultam em tecnologias mais modernas e sustentáveis. Isso significa produtos mais concentrados, que proporcionam menores doses, menos entradas na lavoura, menos embalagens, maior seletividade, maior espectro de ação, tudo isso contribuindo para a otimização de recursos e menor impacto ambiental”, destaca Lima. Com um moderno parque fabril e três Centros de P&D distribuídos pelo Brasil (Sorocaba Sarandi/PR e Primavera do Leste/MT), a IHARA consegue atuar de maneira estratégica e regionalizada, oferecendo soluções específicas para cada tipo de lavoura. No momento, a empresa está desenvolvendo 22 novos ingredientes ativos que poderão originar até 240 novos produtos. Esse comprometimento com a pesquisa e inovação possibilitou o lançamento de mais de 20 produtos nos últimos anos, com destaque para ZEUS e TERMINUS, maiores aliados no manejo de insetos, FUSÃO e SUGOY, produtos indispensáveis no manejo de doenças e YAMATO, grande inovação para o controle pré-emergente de plantas daninhas resistentes. Além dos mais recentes lançamentos de 2025: SEIV e MIGIWA. “Com um compromisso inabalável com a pesquisa, a tecnologia e a sustentabilidade, continuaremos nossa jornada de crescimento, porque para nós da IHARA, a agricultura não é somente um negócio: ela é a nossa vida!”, conclui o diretor de Marketing da IHARA. [ad_2] Source link
Que frio! Termômetros despencam, chuvas aparecem e Brasil entra em alerta para geada

[ad_1] Os próximos dias serão marcados por mudanças no tempo em diversas regiões do Brasil. A aparição de uma frente fria traz chuvas para áreas do Sul e parte do Sudeste, enquanto outras regiões continuam com a influência de uma massa de ar seco. Além disso, a tendência é de queda acentuada de temperatura no final de maio, com possibilidade de geadas em áreas do Sul e frio chegando até o Centro-Oeste e Sudeste. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Chuvas intensas no Sul do Brasil A frente fria que avança pelo Sul do país provoca aumento da nebulosidade e ocorrência de chuvas expressivas, especialmente em Santa Catarina e no centro-sul do Paraná. Nesses estados, os acumulados podem ultrapassar os 50 mm nos próximos dias, com potencial para transtornos pontuais, como alagamentos em áreas urbanas e dificuldade no escoamento da produção agrícola em regiões mais vulneráveis. E chuvas no interior do Sudeste? Apesar da atuação da frente fria no Sul, o sistema não deve provocar precipitações no interior de São Paulo nem em Mato Grosso do Sul nesta etapa. Nessas áreas, o tempo segue firme, com predomínio de sol e baixa umidade relativa do ar, o que exige atenção redobrada para a hidratação, risco de queimadas e impacto no desenvolvimento das lavouras. Tempo seco O interior da região do Matopiba continua com uma massa de ar seco. O tempo permanece estável, com calor e baixa umidade, o que dificulta o avanço das chuvas. A mesma condição é observada em grande parte de Rondônia e no centro-sul do Pará, onde a ausência de nebulosidade favorece dias ensolarados e altas temperaturas. O tempo segue seco no interior do Matopiba. No entanto, áreas do Pará e Roraima continuam recebendo boa umidade, com chuvas isoladas e céu mais encoberto, favorecendo o equilíbrio hídrico da vegetação local e o andamento das atividades agrícolas. O tempo na próxima semana A partir da próxima semana, a tendência é de retorno das chuvas em algumas áreas. O Sul do Rio Grande do Sul volta a registrar precipitações, e a umidade também chega ao norte do Paraná, ao sul de São Paulo e às regiões de fronteira entre Mato Grosso do Sul e o Paraguai. Nessas áreas, os volumes acumulados devem variar entre 10 e 15 mm, valores moderados, mas importantes para aliviar a seca momentânea e beneficiar pastagens e lavouras. Tem geada vindo aí! A previsão indica a entrada de uma massa de ar frio mais intensa entre os dias 30 de maio e 3 de junho. Esse sistema derruba as temperaturas no Sul do país, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde as mínimas devem ficar entre 3 °C e 4 °C, com alto risco de geada em áreas de maior altitude e em locais com maior vulnerabilidade climática. Esse ar frio deve avançar pelo país, atingindo também o sul de Mato Grosso do Sul e o interior de São Paulo. Nessas regiões, as temperaturas mínimas podem ficar abaixo dos 10 °C, o que exige atenção especial de produtores rurais, especialmente em relação à proteção de lavouras sensíveis ao frio. [ad_2] Source link