Confira os preços médios da arroba do boi gordo no Brasil hoje

[ad_1] O mercado físico do boi gordo mais uma vez teve tentativas de compra abaixo da referência média, com frigoríficos da Região Norte sinalizando para boa oferta de fêmeas. “Também em Goiás, no Centro-Oeste, novamente foram evidenciadas algumas tentativas de compra em patamares mais baixos”, alerta o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Segundo ele, no restante do país, o que se percebe é um mercado um pouco mais acomodado, com indústrias ainda trabalhando com escalas relativamente apertadas, entre cinco e seis dias úteis. “Resta saber se a pressão de oferta da Região Norte será suficiente para alterar a dinâmica do restante do país”, diz. São Paulo: R$ 331,58 Goiás: R$ 314,64 Minas Gerais: R$ 320,29 Mato Grosso do Sul: R$ 323,52 Mato Grosso: R$ 320,42 Mercado atacadista O mercado atacadista voltou a se deparar com preços firmes. Para Iglesias, a expectativa em torno da entrada dos salários na economia é grande, podendo motivar alguma recuperação dos preços no atacado. “Importante mencionar que o perfil de consumo traçado para o primeiro bimestre ainda aponta para a preferência de consumo de proteínas de menor valor agregado, em especial carne de frango, embutidos e ovo”, pontuou. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50 por quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 18,00 por quilo. O quarto dianteiro segue cotado a R$ 18,00 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou em queda de 0,01%, sendo negociado a R$ 5,8671 para venda e a R$ 5,8651 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8431 e a máxima de R$ 5,8881. [ad_2] Source link
Leilão para financiar recuperação de pastagens acontecerá nos próximos meses, diz Fávaro

[ad_1] O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, afirmou que o leilão para captação de recursos internacionais para financiar a recuperação de pastagens degradadas por produtores rurais vai ocorrer nos próximos meses. “A captação internacional de recursos com ações vinculadas às boas práticas agropecuárias está indo bem. Nos próximos meses, vai ter um leilão para colocarmos recursos no programa de recuperação de pastagens degradadas sem pesar ao Tesouro, sem pesar no orçamento”, disse. O certame citado pelo ministro deve ser feito em chamada do Eco Invest Brasil, programa de hedge cambial da Secretaria do Tesouro Nacional para atrair investimentos externos voltados à transformação ecológica. Conversão de pastagens A ideia do governo é levantar recursos para a recuperação e conversão de 1 milhão de hectares de pastagens degradadas para a produção sustentável. A equipe econômica e do Ministério da Agricultura prepara um regramento específico para anunciar o edital para a recuperação de pastagens dentro da linha de “blended finance” do Eco Invest. A linha blended finance combina recursos públicos, provenientes do Fundo Clima gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e privados. Segundo o ministro, as pastas avaliam se há possibilidade de captar recursos internacionais vinculados às boas práticas agropecuárias também para o custeio. “Nossos produtores são, reconhecidamente, a imensa maioria, adeptos às boas práticas de sustentabilidade. Então, [queremos] levar a eles esses benefícios na captação de recursos internacionais”, observou. [ad_2] Source link
Importação de fertilizantes cresce 8,3% e bate recorde de 5 anos

[ad_1] As importações brasileiras de fertilizantes bateram o recorde dos últimos cinco anos em 2024, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em boletim logístico divulgado nesta quarta-feira (29). Foram desembarcadas nos portos brasileiros 44,3 milhões de toneladas dos insumos, crescimento de 8,3% em comparação a 40,9 milhões de toneladas no mesmo período do ano anterior. Pelo porto de Paranaguá, chegaram ao país 11 milhões de toneladas de fertilizantes de janeiro a dezembro de 2024, contra 10,3 milhões de toneladas no mesmo período de 2023. Já pelos portos do Arco Norte foram 7,52 milhões de toneladas em 2024 em comparação a 5,97 milhões de toneladas do ano anterior. Pelo Porto de Santos entrou um total de 8,88 milhões de toneladas no ano passado, ante 8,56 milhões de toneladas em igual período de 2023. [ad_2] Source link
Após denúncias, Mapa divulga plano de combate ao assédio a fiscais federais agropecuários

[ad_1] O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reuniu em um plano setorial as diretrizes para a prevenção e o encaminhamento de situações de assédio moral contra servidores. A ação ocorre após articulação e denúncias do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) e foi publicada na edição desta quarta-feira (29) do Diário Oficial da União. A portaria, instituída pela pasta, inclui também questões de discriminação e importunação sexual. Agora, a entidade pretende acompanhar a implementação das ações, que são previstas ainda para 2025. A finalidade do plano “é atuar como uma ferramenta estratégica para consolidar um ambiente de trabalho íntegro, equitativo e respeitoso” aos profissionais da pasta, incluindo os auditores fiscais federais agropecuários. Canal de denúncias de assédio O documento destaca a criação de um canal para recepção das denúncias, com estratégias de sigilo para proteção das vítimas e minimização dos riscos de retaliação. Possíveis penalidades e a nomeação de uma comissão para acolhimento e suporte aos servidores intimidados também são previstas no plano. De acordo com o presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo, as denúncias de assédio contra os auditores fiscais federais agropecuários vem crescendo nos últimos anos. Segundo ele, além de casos de intimidação, houve registros de violência e até um ataque a tiros a um alojamento onde um funcionário do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) e outro do Mapa estavam hospedados, em Mato Grosso, no início deste ano. Macedo destaca que as situações foram denunciadas ao Ministério Público Federal (MPF) e mostram a fragilidade dos servidores públicos, além da necessidade de investimentos do governo federal na melhoria das condições de trabalho e segurança dos profissionais da carreira. “A publicação do Plano Setorial de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação representa um avanço significativo para a valorização e o bem-estar dos auditores fiscais federais agropecuários. Esta iniciativa demonstra um compromisso sólido com a construção de um ambiente de trabalho mais seguro, respeitoso e inclusivo, promovendo a dignidade e a equidade dentro da categoria […]”, destacou Macedo. Cronograma de ações O documento prevê, até dezembro deste ano, a capacitação de 70% dos servidores com ao menos um curso sobre o tema assédio e discriminação. Também estabelece o treinamento de 80% das lideranças em gestão humanizada e prevenção ao assédio. Além de campanhas educativas, até agosto deverá ser criado um espaço para atendimento e acolhimento das vítimas. Já em dezembro, também são previstas parcerias com instituições públicas e privadas para o tratamento adequado e humanizado das pessoas assediadas ou discriminadas. Com relação às denúncias, a divulgação dos canais para as informações, que poderão ser prestadas pelas próprias vítimas, identificadas ou não, está prevista para julho. Pessoas que tenham conhecimento dos fatos também poderão relatá-los ao canal Fala.Br, selecionando a opção “Ouvidoria Interna” e o respectivo assunto, como “assédio sexual”, “assédio moral” ou “discriminação”. [ad_2] Source link
Banco Central cumpre expectativa do mercado e eleva juros básicos da economia para 13,25% ao ano

[ad_1] A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar mais uma vez os juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 1 ponto percentual, para 13,25% ao ano. Além de esperada pelo mercado financeiro, a elevação em 1 ponto havia sido anunciada pelo Banco Central na reunião de dezembro. Essa foi a quarta alta seguida da Selic. A taxa está no maior nível desde setembro de 2023, quando também estava em 13,25% ao ano. A alta consolida um ciclo de contração na política monetária. Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto e uma de 1 ponto percentual. Controle da inflação A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em dezembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, ficou em 0,52%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apesar da bandeira verde nas contas de luz, o preço dos alimentos, principalmente da carne e de algumas frutas, continuou a subir. Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,83% em 2024, acima do teto da meta do ano passado. Pelo novo sistema de meta contínua em vigor a partir deste mês, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%. No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em janeiro de 2025, a inflação desde fevereiro de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em fevereiro, o procedimento se repete, com apuração a partir de março de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano. Previsão do IPCA pode ser revista No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2025 em 4,5%, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de março. As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 5,5%, 1 ponto acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,96%. Crédito mais caro O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último Relatório de Inflação, o Banco Central elevou para 2,1% a projeção de crescimento para a economia em 2025. O mercado projeta crescimento um pouco menor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 2,06% do PIB em 2025. A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir. [ad_2] Source link
Preços da soja sobem no Brasil; veja cotações

[ad_1] O mercado de soja no Brasil registrou aumento nos preços nesta quarta-feira (29), mas com pressão para quedas a partir de fevereiro, alinhando-se à paridade de exportação. A movimentação nos portos foi mais restrita, e o mês de fevereiro já apresenta um cenário de pressões baixistas. A melhor janela de vendas foi observada para pagamentos e entregas em janeiro. Preços da soja no Brasil Passo Fundo (RS): preço subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00 Região das Missões (RS): preço subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00 Porto de Rio Grande (RS): preço subiu de R$ 138,00 para R$ 140,00 Cascavel (PR): preço subiu de R$ 122,00 para R$ 124,00 Porto de Paranaguá (PR): preço subiu de R$ 131,00 para R$ 133,00 Rondonópolis (MT): preço subiu de R$ 113,00 para R$ 115,00 Dourados (MS): preço subiu de R$ 115,00 para R$ 116,00 Rio Verde (GO): preço subiu de R$ 117,00 para R$ 118,00 Chicago Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a terça-feira com preços entre estáveis e levemente mais altos, apesar de um dia de volatilidade. O movimento foi impulsionado por fatores técnicos, enquanto os agentes do mercado buscam posicionar suas carteiras de acordo com as possíveis mudanças nas tarifas comerciais com o novo governo dos EUA. As atenções continuam voltadas para a América do Sul, onde a previsão de chuvas para a Argentina nos próximos dias pode evitar perdas mais severas na produtividade. No Brasil, a expectativa é de uma safra ampla, com projeções em torno de 170 milhões de toneladas. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam estáveis a US$ 10,45 por bushel. A posição de maio teve cotação de US$ 10,59 1/2 por bushel, com um pequeno ganho de 1,00 centavo, ou 0,09%. Nos subprodutos, o farelo de soja com vencimento em março teve alta de US$ 0,80, fechando a US$ 301,60 por tonelada, o que representa uma valorização de 0,26%. No mercado do óleo de soja, os contratos com vencimento em março fecharam a 45,13 centavos de dólar, com uma alta de 0,13 centavo, ou 0,28%. Câmbio O dólar comercial encerrou com queda de 0,01%, cotado a R$ 5,8671 para venda e R$ 5,8651 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,8431 e R$ 5,8881. [ad_2] Source link
Governo estuda baixar juros do Plano Safra para reduzir preço dos alimentos

[ad_1] O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, afirmou nesta quarta-feira (29) que a pasta estuda implementar taxas de juros diferenciadas para o Plano Safra de 2025, de acordo com informações da agência Reuters. O objetivo da pasta é impulsionar a produção, principalmente de insumos considerados mais importantes e, assim, reduzir os preços pagos pelo consumidor, uma das bandeiras prioritárias do presidente Lula em 2025 e que vem sendo alvo de críticas constantes pela oposição. “Nós vamos fazer, por exemplo, direcionamentos de taxas de juros. Já que nós não temos um orçamento que pode ter taxas de juros muito atrativas para todo o Plano Safra em virtude da Selic tão alta, vamos ver o que é importante, arroz, feijão, hortifrutis, ser mais estimulados”, disse em entrevista a jornalistas no Ministério da Fazenda, após reunião com o chefe da pasta, Fernando Haddad. Questionado se a taxa diferenciada seria uma inovação da pasta dele, Fávaro afirmou que a diferenciação dos juros deve ser feita por meio de alguma medida que já existe no Ministério de Desenvolvimento Agrário para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Contudo, o ministro destacou que a proposta ainda está em análise “incipiente”. Letras de Crédito do Agronegócio Conforme a Reuters, entre outras medidas que o Ministério da Agricultura estuda para o financiamento da agropecuária, Fávaro citou a possibilidade de ampliar a ação das Letras de Crédito do Agronegócio. O ministro afirmou que se reunirá novamente com a Fazenda e com representantes do MDA e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na quinta-feira (30) para discutir mais propostas, mas, indagado sobre possíveis reduções nas tarifas de importações para baixar os preços de alimentos, ele destacou que não estão em análises medidas heterodoxas ou qualquer tipo de “pirotecnia”. “Não é uma medida para importar alimentos, para afrontar o pecuário brasileiro de jeito nenhum”, disse. “Uma medida pontual, que eventualmente, se tiver necessidade, sem afetar a produção interna e se tiver alguma coisa que lá fora está um pouco mais competitiva, pode ser estudada. Mas é com muita tranquilidade, com muita equilíbrio que estamos estudando, sem pirotecnia.” [ad_2] Source link
Mesmo sem previsão no orçamento, verba para o Censo Agropecuário está garantida

[ad_1] O Ministério do Planejamento e Orçamento (MPOR) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informam ter garantidas as verbas para a realização do próximo Censo Agropecuário. Em nota conjunta, os dois órgãos também informaram que a criação da Fundação IBGE+ fica temporariamente suspensa. A verba para formulação do censo – que envolve treinamento, contratação de profissionais, entre outros – será garantida por meio da Lei Orçamentária Anual (LOA). O levantamento é um dos mais relevantes do Instituto. O Orçamento está em tramitação no Congresso e não estava previsto na peça de recursos do governo para a realização da pesquisa. Crise Sobre o cancelamento da criação da Fundação IBGE +, que desatou uma crise entre o presidente do instituto, Marcio Pochmann, e os servidores – os órgãos afirmaram que estão sendo mapeados modelos alternativos em diálogo com o Congresso Nacional. A proposta visava a ampliação das fontes de recursos para o IBGE com foco no desenvolvimento da instituição. Para muitos servidores, a fundação representava uma espécie de IBGE paralelo e disseram que não foram ouvidos pela presidência para confecção do projeto. O IBGE é um instituto vinculado ao MPOR, pasta que é comandada pela ministra Simone Tebet. Reconhecimento A nota também acrescenta que o IBGE foi reconhecido como Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT) e elaborará uma Política de Inovação, instituindo um comitê próprio, composto por servidores, conforme a Lei de Inovação para ICTs. Leia na íntegra o comunicado: “O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é um órgão basilar na geração e na análise de dados referentes ao Brasil, produzindo informações que atendem a diversos setores governamentais e da sociedade civil. O Instituto tem autonomia administrativa e é vinculado à estrutura do Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO), com quem mantém um constante e produtivo diálogo. Por essa razão, o MPO e o IBGE informam a decisão tomada de forma conjunta: O MPO dará apoio ao IBGE, por meio da Lei Orçamentária Anual (LOA), para a formulação do Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, uma das pesquisas mais relevantes do Instituto, em recursos para 2025 (cronograma que envolve treinamento, contratação, entre outros). Resolvem, em comum acordo, suspender temporariamente a iniciativa da Fundação de Apoio à Inovação Científica e Tecnológica do IBGE (IBGE+), proposta apoiada pelo MPO, para o desenvolvimento institucional e a ampliação das fontes de recursos para o IBGE. Frente a esse desafio, estão sendo mapeados modelos alternativos que podem ensejar alterações legislativas, o que requererá um diálogo franco e aberto com o Congresso Nacional. Desta forma, o MPO e o IBGE esclarecem que qualquer decisão que oportunamente for tomada seguirá o debate no IBGE e com o Executivo e o Legislativo. Ainda no sentido de aperfeiçoamento institucional, cabe acrescentar que IBGE foi reconhecido como Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT) e, como tal, elaborará sua Política de Inovação, obrigatória pela Lei de Inovação para ICTs. Para isso, foi instituído um comitê próprio, composto por servidores de todas as diretorias e membros das superintendências.” [ad_2] Source link
A situação de emergência nas lavouras de soja em MT

[ad_1] Os produtores de soja de Mato Grosso enfrentam desafios devido à instabilidade climática na safra 24/25. Durante o período de plantio, diversas regiões do estado sofreram com a falta de chuvas, atrasando a semeadura da soja. Agora, no período de colheita, os sojicultores enfrentam dificuldades para colocar as colheitadeiras no campo, principalmente nas regiões Leste e Médio-Norte, devido às fortes chuvas. Até esta terça-feira (28), 29 municípios do estado haviam decretado situação de emergência devido ao elevado índice de precipitações, com o acúmulo superior a 400 milímetros nas últimas semanas. Esse cenário tem interferido diretamente na colheita da soja, conforme destacou o vice-presidente da Aprosoja MT, Luiz Pedro Bier. “Isso de certa forma já era esperado, pois o atraso na semeadura da safra 24/25, que também começou de forma lenta, indicava que a colheita seria desafiadora. Contudo, o que não contávamos era a grande quantidade de chuva que atingiu o estado. Nos últimos 20 dias, as chuvas ocorreram com intensidade e frequência, impossibilitando o trabalho no campo”, afirmou Bier. A logística de transporte e escoamento da produção também tem gerado preocupação. As fortes chuvas causaram a destruição de estradas e pontes, alagamentos e atoleiros, comprometendo as rodovias municipais e dificultando a mobilidade dos produtores. Isso tem gerado ainda mais desafios na hora de escoar a produção de soja e milho. “A armazenagem, que já é um gargalo no estado, também tem enfrentado grandes desafios. Os armazéns estão com filas enormes, e o processo de secagem tem demandado muito trabalho. Além disso, as estradas sem pavimentação estão esburacadas e com atoleiros, o que torna a logística ainda mais difícil. É um cenário extremamente desafiador para o produtor mato-grossense”, ressaltou Luiz Pedro Bier. Com a janela de colheita mais curta e o atraso na colheita da soja, o plantio do milho também está comprometido, o que gera ainda mais preocupação entre os produtores rurais. No entanto, Bier acredita que, caso o clima melhore nos próximos dias, o avanço da colheita pode ser significativo. “Nas próximas semanas, devemos ter um avanço expressivo na colheita, caso o sol apareça. O plantio foi realizado de forma atrasada e terminou muito rápido, o que resultou em uma janela curta. Por isso, acreditamos que a colheita vai avançar de maneira acelerada nas próximas semanas”, concluiu Bier. [ad_2] Source link
Ibama identifica os responsáveis pela morte de uma onça-parda no PI

[ad_1] O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou em R$ 20 mil cada um dos envolvidos na morte de uma onça-parda, ocorrida no dia 16 de dezembro de 2024, no município de Alto Longá, no Piauí. O crime, registrado em vídeo e divulgado nas redes sociais, gerou grande repercussão De acordo com o Ibama, a mulher que atirou no animal mora no Rio de Janeiro. A pessoa que filmou as cenas da morte da onça é irmã da responsável pelos tiros. O outro envolvido no crime é um senhor de 73 anos, pai das duas mulheres. Os agentes do Instituto conversaram por telefone com a responsável por atirar na onça. Crime Na gravação, a mulher atira com uma espingarda em uma onça-parda que estava no alto de uma árvore. Quando o animal cai no chão, quatro cachorros que acompanhavam a atiradora começam a atacar o animal, que tenta se defender, mas acaba morrendo. Aos fiscais do Ibama, o pai das mulheres alegou que a arma usada para matar o felino era do filho dele. A espingarda foi levada pelos agentes, assim como os quatro cães. O Instituto levou os cachorros para um abrigo de adoção de animais domésticos. Os três irão responder pelos crimes: Praticar ato de abuso, ferindo uma onça-parda (Puma concolor) em atividade de caça irregular – R$ 3 mil; Caçar uma onça-parda (Puma concolor), sem autorização do órgão ambiental competente – R$ 5 mil; Praticar ato de maus-tratos a quatro cachorros utilizados na atividade de caça de onça – R$12 mil. O Ibama informa que o caso será encaminhado ao Ministério Público para denúncia criminal. [ad_2] Source link