Apenas um fator pode determinar alta agressiva do preço do boi gordo no 1º trimestre, diz analista

[ad_1] O mercado brasileiro de boi gordo registrou preços em alta para a arroba ao longo de janeiro, mesmo com a acomodação verificada nas cotações do atacado na segunda quinzena. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Iglesias, o mês foi muito bem dividido: os primeiros 15 dias foram marcados por patamares firmes, com forte alta em um ambiente pautado por exportações em ótimo nível e pela oferta restrita. “No entanto, na segunda quinzena de janeiro, o quadro se inverteu. A oferta ainda esteve restrita, mas houve um enfraquecimento da demanda, o que fez com que os preços da carne bovina no atacado recuassem em praticamente todos os cortes, em especial no traseiro.” Para o analista, a primeira quinzena de fevereiro, com a entrada dos salários na economia, pode ser determinante para justificar se haverá espaço para a retomada dos preços – ainda que timidamente – ou se o mercado permanecerá fragilizado. Segundo ele, hoje a leitura é mais pessimista, sendo provável que os frigoríficos continuem testando preços mais baixos. “Contudo, o principal elemento para determinar uma alta mais agressiva é a retomada das exportações de carne em boas proporções”, destaca. Preços médios da arroba do boi Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil estavam assim no dia 30 de janeiro: São Paulo (Capital): R$ 330, alta de 3,77% frente aos R$ 318 do fechamento de dezembro Goiás (Goiânia): R$ 315 a arroba, avanço de 3,28% perante os R$ 305,00 registrados no final de dezembro Minas Gerais (Uberaba): R$ 320, aumento de 4,92% frente ao final de 2024, de R$ 305 Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 325, incremento de 3,17% frente aos R$ 315 registrados no final de dezembro Mato Grosso (Cuiabá): R$ 320, aumento de 6,67% frente aos R$ 300 do final do ano passado Rondônia (Vilhena): R$ 290, valorização de 3,57% frente aos R$ 280 de dezembro Mercado atacadista Foto: Pixabay O mercado atacadista apresentou preços mais fracos ao longo de janeiro. De acordo com Iglesias, trata-se de um movimento natural frente ao período de descapitalização das famílias no começo do ano, que acaba determinando uma queda na demanda por cortes bovinos. O quarto do dianteiro do boi foi cotado a R$ 18 o quilo, queda de 10,89% frente ao valor praticado no fechamento de dezembro, de R$ 20,20 o quilo. Já o quarto do traseiro do boi foi vendido por R$ 25,50 o quilo, queda de 4,49% frente aos R$ 26,70 por quilo registrados na última de 2024. Exportações de carne As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 722,016 milhões em janeiro (17 dias úteis), com média diária de US$ 42,471 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio de Rio Grande do Sul (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 143,817 mil toneladas, com média diária de 8,430 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.037,90. Em relação a janeiro de 2024, houve alta de 13,7% no valor médio diário da exportação, ganho de 2,1% na quantidade média diária exportada e avanço de 11,4% no preço médio. [ad_2] Source link
Hugo Motta é o novo presidente da Câmara dos Deputados

[ad_1] O deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) foi eleito presidente da Câmara dos Deputados para o biênio 2025-2026. O parlamentar foi eleito neste sábado (1º) em primeiro turno, com 444 votos. Ele concorreu com os deputados Marcel Van Hattem (Novo-RS), que obteve 32 votos, e Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ), que teve 22 votos. Outros 2 votos foram em branco. Motta foi apoiado por um bloco formado por 17 partidos e 494 deputados. Integram o bloco PL, PT, PCdoB, PV, União, PP, Republicanos, PSD, MDB, PDT, PSDB, Cidadania, PSB, Podemos, Avante, Solidariedade e PRD. Como ele obteve a maioria absoluta (metade mais um) de votos dos presentes, não houve um segundo turno. Pouco antes da votação, no discurso como candidato, Hugo Motta prometeu humildade na gestão à frente da Casa. “Quero ser um elo na corrente, um elo forte, mas com a consciência de ser apenas um elo que não podemos deixar romper. Todas as vezes que romperam esta corrente, partiram a democracia”, disse. Para Motta, a cadeira da Presidência não pode ser considerada como o auge do poder de um deputado. “Aquela cadeira não faz nenhum de nós diferentes, é transitória, efêmera.” Motta defendeu mais previsibilidade nos trabalhos da Câmara, como retomar sessões de Plenário no início da tarde e estabelecer quais delas serão virtuais e quais presenciais. Ele também defendeu priorizar alinhamento de pautas com o Senado para otimizar o processo legislativo e ampliar a participação de parlamentares menos experientes ou com menos protagonismo na relatoria de projetos. “É uma Câmara de todos e para todos”, disse. Motta citou compromisso com a bancada feminina em promover o respeito e a visibilidade das mulheres no Parlamento. “Com relatorias de projetos que não tratam só de mulheres, mas de agenda econômica, educação, segurança pública e outros projetos de interesse do Brasil”, afirmou. Presidente mais novo Com 35 anos, Hugo Motta é o deputado mais jovem a se eleger presidente da Câmara pós-redemocratização. Motta começou cedo na política e exerce atualmente o quarto mandato como deputado federal. Na última eleição, em 2022, foi o mais votado na Paraíba, com 158.171 votos. Na primeira vez que tomou posse na Câmara, em 2011, Hugo Motta fora eleito o deputado mais jovem, aos 21 anos, idade mínima para assumir o cargo, segundo a Constituição. Atualmente aos 35 anos, Hugo Motta também está na idade mínima para ocupar o cargo de presidente da República, já que o presidente da Câmara é o segundo na linha sucessória, depois apenas do vice-presidente, Geraldo Alckmin. No primeiro mandato, Hugo Motta ainda era estudante de medicina. Por causa da eleição para a Câmara, teve de se transferir da Faculdade de Medicina Nova Esperança, em João Pessoa, para Universidade Católica de Brasília, onde concluiu o curso em 2013. Atuação parlamentar Em 2015, Motta presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, que investigou as denúncias feitas pela Operação Lava Jato. Ele também presidiu a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (2014-2015) e três comissões especiais: Desestatização da Eletrobras (PL 9463/18); Proteção à saúde e ao meio ambiente (PL 5013/13); e Zona Franca do semiárido nordestino (PEC 19/11). Motta está na liderança do Republicanos desde fevereiro de 2023. Propostas aprovadas Na Câmara, apresentou seis propostas que viraram normas legais, como a Emenda Constitucional 82, que incluiu a segurança viária no capítulo destinado à segurança pública. As demais propostas foram apresentadas em conjunto com outros deputados. Entre elas estão a emenda constitucional que cria novas regras para os partidos políticos destinarem recursos para candidatos pretos e pardos e perdoa as legendas que descumpriram a cota mínima para essas candidaturas em eleições passadas (EC 133) e a lei que inscreve o nome de Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco, no Livro dos Heróis da Pátria (lei 14.999/24). Durante a pandemia de Covid-19, Motta relatou a proposta do “orçamento de guerra”, criada para flexibilizar regras fiscais, administrativas e financeiras (EC 106). Foi uma das 13 propostas relatadas por Motta que viraram norma. Partido jovem Fundado em 2005, o Republicanos também é o partido mais jovem a ganhar uma eleição para Presidência da Câmara. Até então, a Presidência da Câmara só fora ocupada por deputados de partidos criados na década de 1980, após o fim do regime bipartidário e a volta da democracia. Nesse período, o MDB ocupou a vaga por mais tempo, assumindo a presidência nove vezes. Em seguida vêm o PP/PDS, com sete vezes, e o DEM/PFL, com seis. Com Hugo Motta, esta será a 20ª vez que um deputado do Nordeste assume o cargo de presidente da Câmara na história da República. Outros dois deputados da Paraíba já ocuparam a cadeira: Efraim Moraes (PFL), entre 2002 e 2003, e Samuel Duarte (PSD), de 1947 a 1949. Na maior parte do tempo, a Câmara dos Deputados foi presidida por deputados da região Sudeste: 16 vezes por São Paulo, 12 de Minas Gerais e 7 do Rio de Janeiro. [ad_2] Source link
País está caminhando para reprimarização da pauta de exportação, diz presidente da Abimaq

[ad_1] O presidente da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso, afirmou na última quarta-feira (29), que o país está caminhando para a reprimarização da pauta de exportação. Velloso reconhece a robustez da balança comercial brasileira de 2024, que encerrou o ano com superávit de US$ 74,6 bilhões, o segundo maior valor da série histórica, mas chama atenção para o comportamento das exportações da indústria de transformação. “Há dez anos, 64% das exportações eram da indústria de transformação. Hoje, é 52%”, afirma. “Percebemos que há muita exportação de itens com baixíssima transformação, como açúcar, óleos combustíveis e carne bovina. Estamos caminhando para uma reprimarização”, alertou. Velloso também chamou atenção para o crescimento de 25,6% das importações de bens de capital em 2024, um resultado positivo. “Na teoria, isso se traduziria em aumento de produtividade no país. No entanto, o investimento no Brasil não cresceu e o consumo aparente de máquinas caiu.” O presidente da Associação ainda afirmou que o país não está investindo na indústria como deveria. “O investimento em máquinas é 35% menor do que o que tínhamos há dez anos”, recordou. Guerra comercial entre EUA e China O presidente da Abimaq disse que a guerra comercial entre Estados Unidos e China já está trazendo consequências para o Brasil. Ele lembrou que o governo americano anterior, sob o comando de Joe Biden, já trabalhava com medidas tarifárias, e a perspectiva é de continuidade do protecionismo na liderança de Donald Trump, principalmente sobre os produtos chineses. “Já estamos tendo problemas por aqui, porque aqueles produtos da China que iam para os Estados Unidos ou Europa, já estão procurando novos mercados, e o Brasil é um deles”, afirma. “Isso já tem sido um problema para a indústria nacional, sobretudo a de máquinas e automóveis, que tem maior valor agregado”, acrescentou. Velloso disse que, com a continuidade de restrições impostas pelos Estados Unidos, esse efeito deve persistir no Brasil e em outros países, mas descarta uma possibilidade de rompimento bilateral entre o país e os Estados Unidos. “O Brasil não é uma das principais preocupações, tem outras na frente.” O presidente da Abimaq ressaltou ainda que os Estados Unidos são o principal destino das exportações de máquinas e equipamentos brasileiros. No ranking de 2024, 26% das exportações foram destinadas para os Estados Unidos, seguida por 9% para a Argentina, 6,2% para Singapura, e 6% para o México. [ad_2] Source link
Chuvas intensas e temporais atingem Centro-Oeste e Norte

[ad_1] A previsão para os próximos dias indica a formação de grandes áreas de instabilidade sobre o Centro-Oeste e o Norte do Brasil. Segundo a Climatempo, a presença da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) e a proximidade da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) são responsáveis por essas condições, associadas ao ar quente e úmido predominante nas regiões. De acordo com a Climatempo, há previsão de pancadas de chuva frequentes, com potencial para temporais, em Goiás, Distrito Federal, centro-norte de Mato Grosso, Tocantins, Rondônia, sudeste do Amazonas, Pará e Amapá. As capitais Goiânia (GO), Brasília (DF), Palmas (TO), Porto Velho (RO), Belém (PA) e Macapá (AP) estão incluídas na área de risco. Além das chuvas volumosas, existe a possibilidade de ocorrência de raios e ventos fortes, especialmente durante as tardes e noites. Esses fenômenos podem causar transtornos como alagamentos, transbordamento de córregos e rios, queda de árvores e interrupção no fornecimento de energia elétrica. Impactos esperados nas capitais Em Goiânia e Brasília, a intensidade das chuvas pode levar a alagamentos urbanos, afetando o tráfego e o transporte público. Em Palmas e Porto Velho, a preocupação também se volta para áreas ribeirinhas, onde o transbordamento de rios pode agravar a situação. Belém e Macapá, localizadas próximas à linha do Equador, devem enfrentar chuvas fortes e constantes, típicas desta época do ano, o que aumenta o risco de enchentes e deslizamentos de terra. Cuidados e orientações A Climatempo recomenda que a população fique atenta aos alertas meteorológicos e tome precauções, como evitar áreas alagadas e desligar aparelhos eletrônicos em caso de raios. Motoristas devem redobrar a atenção nas estradas, especialmente em áreas com histórico de deslizamentos. [ad_2] Source link
Davi Alcolumbre é eleito novo presidente do Senado

[ad_1] O senador Davi Alcolumbre (União-AP) é o novo presidente do Senado. O parlamentar foi eleito neste sábado (1º) em primeiro turno, com 73 votos, para um mandato que vai até fevereiro de 2027. Ele sucede o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que comandou a Casa nos últimos quatro anos. Os senadores Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) e Eduardo Girão (Novo-CE), que também disputavam o cargo, obtiveram 4 votos cada um. Os senadores Marcos do Val (Podemos-ES) e Soraya Thronicke (Podemos-MS) renunciaram a suas candidaturas durante a reunião preparatória. Esta é a segunda vez que Davi ocupa a Presidência do Senado. Ele comandou a Casa pela primeira vez entre 2019 e 2021. David Samuel Alcolumbre Tobelem nasceu em 19 de junho de 1977, em Macapá. Começou a carreira política como vereador da capital amapaense, eleito pelo PDT em 2001. No ano seguinte, elegeu-se deputado federal. Em 2005, filiou-se ao então Partido da Frente Liberal (depois chamado Democratas e, hoje, União Brasil). Em 2006, conquistou um novo mandato na Câmara dos Deputados. Em 2009, licenciou-se para assumir o cargo de secretário municipal de Obras e Serviços Públicos de Macapá, durante a gestão do prefeito Roberto Góes. Retornou à Câmara em março de 2010, concorreu a mais um mandato e foi reeleito. Em 2014, foi eleito senador. Em 2015, comandou a Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) e, em 2018, licenciou-se para concorrer ao governo do Amapá, mas não foi eleito. Na volta ao Senado, em 2019, foi escolhido presidente da Casa pela primeira vez, o mais jovem a ocupar o cargo. Naquele mesmo ano, como presidente da República em exercício, assinou a transferência definitiva das terras da União ao Amapá, uma reivindicação do estado de mais de 30 anos. Foi reeleito para o Senado em 2022 e presidia a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). [ad_2] Source link
veja a previsão do tempo para fevereiro em todas as regiões

[ad_1] O mês de fevereiro manterá o padrão climático observado em janeiro, com chuvas frequentes em grande parte do Brasil e calor intenso em algumas áreas. De acordo com a Climatempo, a atuação do fenômeno La Niña continuará facilitando a passagem de frentes frias do Sul para o Sudeste e estimulando a formação de corredores de umidade e Zonas de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), principalmente no Norte, Centro-Oeste e Sudeste. Além disso, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) ficará mais ativa, favorecendo chuvas no extremo norte do país e no litoral do Maranhão ao Rio Grande do Norte. Fonte: Climatempo Chuvas e temperaturas em fevereiro A Climatempo lembra que fevereiro é historicamente um mês chuvoso no Brasil, com alta frequência de temporais devido ao excesso de calor e umidade. No centro-leste do Nordeste, porém, o período ainda é marcado por menor volume de precipitações. Quanto às temperaturas, a nebulosidade e a chuva constante impedirão a formação de ondas de calor na maior parte do país. No entanto, há previsão de temperaturas acima da média e ondas de calor no Rio Grande do Sul; na fronteira do Brasil com o Paraguai, entre o Pantanal de Mato Grosso do Sul e o oeste do Paraná e de Santa Catarina; e no litoral do Sudeste. Fonte: Climatempo Previsão do tempo por região Sul O Rio Grande do Sul seguirá com baixa frequência de chuvas, concentradas principalmente no norte do estado. Santa Catarina e Paraná terão volumes de chuva acima da média em algumas áreas do interior. Após a passagem de frentes frias, há previsão de circulação marítima intensa, o que pode resultar em episódios de chuva forte no litoral catarinense e paranaense. Sudeste A região continuará recebendo grandes volumes de chuva ao longo de fevereiro, principalmente devido à atuação da ZCAS. A chuva mais intensa ocorrerá entre São Paulo, centro-oeste e sul de Minas Gerais e centro-sul do Rio de Janeiro. Regiões como Espírito Santo, norte do Rio de Janeiro e noroeste de Minas Gerais terão períodos de calor intenso e baixa precipitação no início do mês, mas podem registrar chuvas significativas ao longo das semanas. As regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo permanecerão sob alerta de tempestades. Áreas serranas do Sudeste, como Serra da Mantiqueira e Serra do Mar, terão risco elevado de deslizamentos. Centro-Oeste O Centro-Oeste continuará com pancadas de chuva frequentes, principalmente no centro-sul de Goiás e no norte e centro-leste de Mato Grosso. Mato Grosso do Sul terá maior volume de chuvas no leste e nordeste do estado. O Pantanal e o sul de Mato Grosso do Sul devem registrar menos chuva que a média histórica, com temperaturas acima do normal. O Distrito Federal e o leste e norte de Goiás terão chuvas mais irregulares, sem influência marcante dos corredores de umidade. Norte A maior parte da região terá chuvas regulares ao longo do mês. Amazonas, Roraima, oeste e sul do Pará e parte do Amapá terão precipitações intensificadas por corredores de umidade e episódios de ZCAS. A ZCIT contribuirá para volumes elevados de chuva no Amapá e no norte do Pará. No Tocantins, as pancadas de chuva continuarão, mas sem expectativa de volumes acima da média. Nordeste A atenção estará voltada para o norte da região, onde a ZCIT intensificará as chuvas no Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. O litoral leste nordestino terá chuvas regulares, porém com volumes reduzidos. O oceano Atlântico aquecido pode favorecer episódios de chuva forte em todas as capitais, de Natal a Salvador. A previsão indica que fevereiro manterá o padrão de chuvas intensas, com potencial para transtornos em áreas já saturadas, além de temperaturas elevadas em pontos isolados do país. [ad_2] Source link
Exportação de açúcar em 2024 foi recorde, mas 2025 não deve repetir o feito; entenda

[ad_1] O Brasil é o maior produtor e exportador de açúcar do mundo. Mesmo com os incêndios florestais que devastaram parte considerável dos canaviais no ano passado, 2024 registrou recordes de volume e receita do produto. A tendência de alta vem desde 2022, quando o país embarcou 27,25 milhões de toneladas da commodity, atingindo uma receita de US$ 11,01 bilhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Já em 2023, houve acréscimo de 14,8% na quantidade vendida ao exterior e de 43% no faturamento, ou seja, 31,28 milhões de toneladas e US$ 15,75 bilhões. Contudo, 2024 elevou ainda mais os patamares: o Brasil exportou 38,23 milhões de toneladas de açúcar, com receita de US$ 18,60 bilhões, aumentos de 22,2% e 18%, respectivamente, ante o ano retrasado. De acordo com o diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, a receita cambial em 2024 poderia ter sido melhor, mas houve recuo em dólar por tonelada, indo de US$ 500 em 2023 e cerca de US$ 490 no ano passado. Segundo ele, o desempenho internacional brasileiro positivo se deve, também, aos problemas de safra de outro grande produtor e consumidor da commodity: a Índia. Ferreira lembra que o país asiático ainda não se recuperou das seguidas quebras que sofreu, mas que dificilmente o Brasil conseguirá repetir ou superar os números de 2024. “Em janeiro do ano passado, embarcamos 3,16 milhões de toneladas, já nos primeiros 20 dias úteis de janeiro de 2025, foram 1,7 milhão de toneladas exportadas. […] Para este ano, a expectativa é que o Brasil exporte entre 35 e 36 milhões de toneladas. É bastante difícil igualar a marca de 2024 por conta da oferta nacional”, conclui. [ad_2] Source link
Trump promete tarifaço a partir de hoje para México, Canadá e China

[ad_1] A partir deste sábado (1º), o governo dos EUA coloca em prática o plano de impor tarifas de 25% para produtos importados do México e do Canadá e de 10% para os da China, segundo a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt. Ela disse que o presidente Donald Trump decidiu determinar a taxação porque os países “permitem que drogas ilegais entrem nos Estados Unidos”. México, China e Canadá são responsáveis por mais de um terço dos bens e serviços importados ou comprados dos Estados Unidos. De acordo com especialistas, as novas taxas iniciarão uma guerra comercial em uma escala muito maior do que a vista no primeiro mandato de Trump, entre 2017 a 2021. “A quantidade de fentanil que foi apreendida na fronteira sul nos últimos anos tem o potencial de matar dezenas de milhões de americanos”, disse Karoline, em entrevista coletiva ontem. Para analistas, o tarifaço também é uma tentativa de pressionar ainda mais os maiores parceiros comerciais dos Estados Unidos a aceitar deportados e a interromper o fluxo de migrantes. Os governos dos três países atingidos pela medida prometeram reciprocidade, com novas tarifas para suco de laranja da Flórida, uísque do Tennessee e manteiga de amendoim do Kentucky. Nenhum deles, porém, divulgou quais serão as novas alíquotas. Economistas afirmam que a medida aumentará imediatamente os custos para os importadores que trazem produtos para os EUA. No curto prazo, isso pode interromper as cadeias de suprimentos e levar à escassez de produtos, caso os empresários resolvam cessar suas operações com empresas americanas. Na sequência, dizem os especialistas, as empresas podem optar por repassar o custo para os consumidores, aumentando os preços e desacelerando a economia. A estratégia de Trump de atingir outros países, sejam aliados ou não, com tarifas tem pouca relação com economia, dizem especialistas. “As esperanças de que as ameaças de tarifas de Trump fossem apenas fanfarronice e uma ferramenta de barganha agora estão desmoronando diante da dura realidade de sua determinação em implementar tais taxas como uma ferramenta para mudar as políticas de outros países a seu gosto”, disse Eswar Prasad, professor de política comercial na Universidade Cornell. Além do protesto dos países taxados, Trump também é alvo de pressão interna. Montadoras de automóveis e companhias de energia vêm pressionando a Casa Branca para que não aplique as tarifas de forma indiscriminada. Assessores de Trump avaliam o melhor modelo para cumprir as ordens do presidente sem prejudicar a indústria local. [ad_2] Source link
solução passa por ajuste fiscal e infraestrutura

[ad_1] Diante de um cenário de pressão na inflação, o governo estuda alternativas para reduzir os preços dos alimentos e conter os impactos econômicos. Entre as principais propostas, estão a redução de tarifas de importação, investimentos em infraestrutura logística e um Plano Safra mais robusto. No entanto, especialistas alertam que soluções de curto prazo têm efeito limitado e que ajustes estruturais seriam necessários para um controle mais eficaz da inflação. Redução de tarifas tem impacto limitado Uma das medidas em discussão é a redução temporária das tarifas de importação para determinados produtos alimentícios, com o objetivo de aumentar a oferta e equilibrar os preços internos em relação ao mercado internacional. A hipótese foi levantada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa. Segundo Sérgio Vale, professor do Instituto Brasileiro de Direito do Agronegócio (IBDA), porém, a eficácia dessa estratégia é questionável. “As tarifas de importação de alimentos já são relativamente baixas. A maior pressão sobre os preços está relacionada a fatores como oferta e condições climáticas”, avalia. Além disso, ele destaca que o histórico de reduções tarifárias, como no caso do trigo, não teve impacto significativo sobre a inflação. “O que realmente faria diferença seria um ajuste fiscal mais forte, o que permitiria uma taxa de câmbio menos pressionada e reduziria a inflação de maneira mais consistente”, completa. Infraestrutura como solução de longo prazo O governo também estuda medidas para melhorar a infraestrutura logística do país, incluindo a modernização de rodovias, portos e incentivos ao uso de ferrovias e hidrovias. Essas iniciativas têm como objetivo reduzir os custos de transporte, que impactam diretamente o preço final dos alimentos. Na avaliação de Vale, a medida é positiva, mas os efeitos só serão percebidos a médio e longo prazo. “Investir em logística é essencial para reduzir custos, melhorar a competitividade do setor agropecuário e garantir um escoamento mais eficiente da produção. No entanto, os impactos dessas melhorias não serão imediatos”, diz o professor. Outra frente de atuação do governo é o reforço ao Plano Safra em 2025. Nesta semana, o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, disse que a implementação de taxas de juros diferenciadas para o próximo plano agrícola estão sendo estudadas pela pasta. Apesar disso, o cenário de juros elevados no Brasil pode dificultar o acesso ao crédito para os produtores. “A Selic provavelmente estará em um patamar elevado no momento do lançamento do novo Plano Safra, o que pode tornar o financiamento da produção mais caro”, alerta. Para o economista, um ajuste fiscal consistente seria necessário para viabilizar taxas de juros menores e garantir um ambiente mais favorável para os produtores. Perspectivas para o controle da inflação Para além do que está sendo discutido pelo governo, a inflação dos alimentos também é impactada por fatores como variações cambiais e condições climáticas. De acordo com especialistas, essas questões estão fora do controle direto do governo, tornando essencial um planejamento econômico mais sólido. “O melhor caminho para controlar a inflação de alimentos é garantir um cenário econômico mais estável, com equilíbrio fiscal e previsibilidade nas políticas econômicas”, afirma. O economista ressalta ainda que sem essas medidas, o risco é que o Brasil continue enfrentando juros elevados, crescimento econômico fraco e inflação persistente nos próximos anos. [ad_2] Source link
Senado e Câmara elegem novos presidentes neste sábado

[ad_1] O Congresso Nacional terá um dia movimentado neste sábado (1º), quando serão escolhidos aqueles que comandarão Câmara dos Deputados e Senado Federal nos próximos dois anos. Será também definida a composição das mesas diretoras das duas Casas Legislativa. A previsão é de que, no Senado, a eleição comece às 10h e, na Câmara, às 16h. O mandato dos eleitos valerá para o biênio 2025-2026. Além de elegerem seu presidente, os senadores escolherão dois vice-presidentes e oito secretários (quatro titulares e quatro suplentes). O primeiro passo para a escolha do presidente do Senado será dado em reunião preparatória na qual os pretendentes ao cargo formalizam, por escrito, a candidatura na Secretaria-Geral da Mesa. Na sequência, o atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), comunica as candidaturas formalizadas ao plenário. Então, em ordem alfabética, os candidatos discursam e apresentam suas propostas. De acordo com as regras da Casa, podem ocorrer renúncias de candidatos durante o período estipulado para os discursos. Apenas os candidatos à presidência do Senado discursam. Terminados os discursos, inicia-se a votação, que é secreta, em cabines e em cédulas contendo os nomes dos candidatos, além de rubricas dos atuais presidente e vice-presidente do Senado. O voto, então, é depositado em uma urna instalada na Mesa e, por fim, o parlamentar assina a lista de votação. Caberá ao atual presidente e auxiliares fazer a apuração, iniciada com a confirmação do número de cédulas, para, então, fazer a contagem de votos para cada candidato. Terminada a contagem, os votos serão triturados. Vence o candidato que obtiver a maioria absoluta dos votos. Candidatos Até o fechamento desta reportagem, quatro senadores estavam na corrida para ocupar a presidência da Casa no biênio 2025-2026: Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), Marcos Pontes (PL-SP), Marcos do Val (Podemos-ES) e Eduardo Girão (Novo-CE). O novo presidente tomará posse logo após o anúncio de sua vitória, finalizando a primeira reunião preparatória e dando início à convocação da segunda reunião, prevista para as 11h. Nesta reunião, serão formalizados, apresentados e escolhidos, também em votação secreta, os demais integrantes da mesa (dois vice-presidentes, quatro secretários titulares e quatro secretários suplentes). No caso de cargos em que haja apenas um candidato inscrito, a votação será por meio eletrônico. Para a eleição dos integrantes da mesa, é exigida maioria de votos e presença da maioria dos senadores. “Deve ser assegurada, tanto quanto possível, a participação proporcional das representações partidárias ou dos blocos parlamentares com atuação na Casa”, informa o Senado. Câmara A um dia da eleição da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, três candidatos tinham oficializado a intenção de disputar a presidência da Casa: Hugo Motta (Republicanos-PB), Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) e Marcel van Hattem (Novo-RS). O prazo para formalização das candidaturas termina às 13h30 deste sábado. Para a formalização dos blocos parlamentares, o prazo vai até as 9h do mesmo dia. Duas horas depois, às 11h, está prevista uma reunião de líderes, para a escolha dos membros da Mesa Diretora. A inauguração da nova sessão legislativa será em sessão conjunta do Congresso Nacional, prevista para as 15h. Já a primeira sessão preparatória, em que se elegerá o novo presidente, será no plenário e deve começar às 16h. Assim como no Senado, na Câmara, o vencedor precisará obter maioria absoluta dos votos (257) para ser eleito em primeiro turno. Caso haja necessidade de segundo turno, bastará que o candidato seja o mais votado para, enfim, definir quem ocupará a cadeira da presidência pelos próximos dois anos. Os partidos poderão formar blocos, caso pretendam aumentar sua representatividade e participação na distribuição das presidências de comissões e da Mesa Diretora. O mandato terá duração de quatro anos para as comissões e de dois anos para a Mesa Diretora. [ad_2] Source link