MP  1227/24 gera impacto de cerca de R$ 400 milhões para o setor de suco de laranja – CitrusBR

[ad_1] Medida vai na contramão do PLP 68/24 que visa regulamentar a Reforma Tributária com celeridade no ressarcimento e não cumulatividade A CitrusBR – Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos, que representa os maiores exportadores de suco de laranja do Brasil, responsáveis por 95% das exportações brasileiras e 80% do mercado global, expressa forte discordância com a Medida Provisória nº 1.227 de 4 de junho de 2024. A decisão do governo federal é equivocada e desproporcional ao proibir a utilização de créditos de PIS/COFINS para pagamentos de débitos tributários das empresas. A impossibilidade de utilização destes créditos para pagamento de impostos e ressarcimentos impacta diretamente a competitividade industrial do Brasil. “O impacto preliminar é estimado em cerca de R$ 400 milhões, mas pode ser ainda maior”, explica o diretor-executivo da entidade, Ibiapaba Netto. Considerando a publicação das Leis 10.637/2002 e 10.833/2003, que tratam justamente da não cumulatividade de PIS e COFINS, a Medida Provisória 1.227/24 impõe um retrocesso de 20 anos a todo o agronegócio brasileiro e ao setor de suco de laranja em particular. No mesmo sentido, a alteração no artigo 74 § 3º da Lei nº 9.430/96, que proíbe a utilização dos créditos de PIS/COFINS para compensação com outros tributos federais, agrava ainda mais a situação. A medida também revoga diversas hipóteses de ressarcimento e compensação de créditos presumidos relacionados a diversos setores, incluindo a indústria de suco de laranja prevista na Lei 12.794/13, Artigo 15 § 4º, incisos I e II. “É importante destacar que essa lei corrigiu um erro histórico ao permitir que créditos antes inutilizáveis pudessem ser ressarcidos ou compensados com o pagamento de tributos federais e agora estamos revisitando o mesmo erro”, analisa o executivo. Segundo ele, e importante destacar que, em 2024, o Governo Federal já atingiu um recorde de arrecadação. Portanto, o ajuste fiscal deveria ser feito por meio de uma melhor gestão das receitas e não pelo aumento da carga tributária, que já está no limite. “Essa medida também contraria as discussões da Reforma Tributária, que visa dar celeridade no ressarcimento dos créditos e não cumulatividade”, explica. Para ele, a MP mina a confiança do setor privado nas propostas oferecidas pelo Governo Federal por meio do PLP 68/24. “Como pode o governo num projeto de lei pedir que o contribuinte confie numa suposta melhora do sistema e o mesmo governo apresenta uma Medida Provisória com efeitos imediatos que vai totalmente na linha contrária?”, indaga. [ad_2] Source link

Técnica inovadora pode tornar bioinsumos ainda mais eficientes e sustentáveis na lavoura

[ad_1] Pesquisadores da Embrapa Arroz e Feijão (GO) estão utilizando a tecnologia CRISPR, um método de edição gênica de alta precisão, para modificar microrganismos benéficos utilizados na agricultura. O objetivo é tornar os agentes de controle biológico mais eficientes no combate a pragas e doenças, além de promover o crescimento das plantas. A pesquisa pode impulsionar ainda mais o setor, no qual o Brasil já se destaca globalmente, com mais de 20 milhões de hectares tratados com bioinsumos, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O avanço mais significativo até o momento ocorreu no primeiro semestre de 2024, quando a equipe do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento de Bioinsumos da Embrapa Arroz e Feijão (ProBio) desenvolveu uma linhagem editada do fungo Trichoderma harzianum. A edição genética permitiu que esse microrganismo aumentasse sua produção de melanina, um composto que o protege contra radiação. Em testes de laboratório, a proteção foi três vezes maior em comparação à cepa selvagem, aumentando sua estabilidade quando aplicado na parte aérea das plantas. O fungo Trichoderma harzianum é amplamente utilizado no controle de doenças fúngicas em lavouras como soja e feijão. A melhoria genética abre caminho para que esse bioinsumo seja mais eficiente, podendo ser classificado como não transgênico, o que facilita sua adoção no mercado. Técnica inovadora na edição de microrganismos De acordo com Marcio Côrtes, cientista da Embrapa e coordenador dos estudos, a inovação da pesquisa está na utilização de plasmídeos não integrativos, pequenas moléculas de DNA que atuam no transporte de informações genéticas sem alterar permanentemente o genoma do organismo. “A ferramenta foi adaptada para modificar geneticamente fungos filamentosos que não são modelos convencionais de estudo, o que possibilita aprimorar os gêneros Trichoderma sp., Metarhizium sp. e Beauveria sp., os mais utilizados no controle biológico agrícola”, afirma Côrtes. Esses microrganismos são fundamentais na supressão de fitopatógenos e no desenvolvimento das plantas, tornando a lavoura mais resistente a doenças e reduzindo a necessidade do uso de defensivos químicos. Uso da melanina na formulação de bioinsumos Outro avanço da pesquisa foi a aplicação da melanina em bioinseticidas. Segundo a equipe, a substância, quando purificada e incorporada à formulação, atua como um protetor solar natural, aumentando a resistência dos microrganismos à radiação. Testes preliminares demonstraram que a cepa selvagem formulada com melanina resistiu até quatro vezes mais à radiação do que sua versão sem o composto. Essa característica pode aumentar a durabilidade e a eficácia dos bioinsumos quando aplicados nas lavouras. Impacto na produção agrícola A pesquisa com edição gênica abre novas perspectivas para o uso sustentável de bioinsumos, tornando-os mais eficientes e acessíveis para os produtores rurais. A modificação genética de microrganismos benéficos pode otimizar sua atuação no combate a doenças, na promoção do crescimento das plantas e na resistência ambiental, ajudando a fortalecer a produtividade agrícola com menor impacto ambiental. Os avanços no uso de CRISPR para edição de fungos filamentosos representam um passo importante para a inovação no setor de controle biológico, consolidando o Brasil como referência global na adoção de soluções sustentáveis para a agricultura. [ad_2] Source link

Com recorde de faturamento e alerta para queda de consumo, setor de suco de laranja fecha a ano-safra 2023/24 – CitrusBR

[ad_1] Pela primeira vez receita chega a US$ 2,5 bilhões mesmo com recuo de Estados Unidos e Europa. As exportações de suco de laranja (FCOJ equivalente a 66 Brix) encerraram a safra 2023/2024 com a maior receita da série histórica, totalizando US$ 2,5 bilhões. O número representa alta de 21,29% ante os US$ 2,070 bilhões registrados na safra 2022/2023. Considerando os subprodutos, as exportações chegam a US$ 3 bilhões. O volume de suco exportado, porém, fechou em 961.270 toneladas, recuo de 9,33% em comparação com as 1.060.186 toneladas da safra anterior. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior, compilados pela CitrusBR. Problemas climáticos ao longo de cinco safras consecutivas aparecem como principal fator para a diminuição na oferta e valorização do produto. “Vivemos um período em que a oferta de suco está abaixo da demanda”, explica o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto. “Porém, chama a atenção que mercados importantes mostram uma acelerada queda no consumo”, pondera. A Europa continua a ser o principal mercado para o produto brasileiro, com 504.299 toneladas embarcadas, uma queda de 11,78% em relação às 571.621 toneladas embarcadas no período anterior. O faturamento total para o velho continente foi de US$ 1,38 bilhão, alta de 22,51% ante os US$ 1,13 bilhão na safra anterior. De acordo com um relatório publicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o consumo da bebida nesse mercado recuou 0,23% na safra 2023/2024 ante o período anterior. Já os embarques para os Estados Unidos apresentaram um recuo de 6,07%, totalizando 315.743 toneladas em comparação com as 375.764 toneladas exportadas na safra 2022/2023. O faturamento saltou de US$ 691,5 milhões para US$ 798,2 milhões, alta de 15,49%. Segundo relatório da consultoria Nielsen, publicado de Departamento de Citrus da Flórida (FDOC, sigla em inglês), o consumo das quatro semanas finalizadas em 28 de maio recuou para apenas 85,9 milhões de litros, 22,6% inferior ao mesmo período de 2019 (pré-pandemia) e 44,5% abaixo dos 154,8 milhões de litros registrados em abril de 2020, auge das vendas nos últimos cinco anos. “Os números dos Estados Unidos são preocupantes. Trata-se do menor patamar de uma série histórica de 24 anos”, diz Netto. No caso do Japão, houve um recuo de 15,98%, caindo de 32.928 toneladas na safra passada para 27.668 toneladas na safra 2023/2024. Em receita, os embarques somaram US$ 86,2 milhões, crescimento de 26,53% no comparativo com os US$ 68,1 milhões da safra anterior. A China se manteve praticamente estável, com 81.808 toneladas embarcadas na safra 2023/2024 em comparação com as 81.288 toneladas do período anterior, representando alta de 0,64%. Contudo, seguindo a tendência de valorização observada nos outros mercados, o faturamento alcançou US$ 142 milhões em comparação com US$ 100 milhões no período anterior, alta de 41,03%. “O setor passa por um bom momento, em que a demanda está acima da oferta, porém, a acelerada queda de consumo nos principais mercados podem acomodar a demanda num patamar bem inferior ao que o setor está acostumado, o que trará novos desafios para o futuro”, afirma   Histórico das Exportações de suco de laranja SAFRA RECEITA (US$) VOLUME (toneladas) 2014/15 2.042.989.462 1.137.897 2015/16 1.744.872.702 1.080.938 2016/17 1.621.718.681 894.669 2017/18 2.107.760.920 1.150.718 2018/19 1.707.526.202 926.770 2019/20 1.751.887.879 1.030.112 2020/21 1.484.831.689 998.739 2021/22 1.622.705.712 969.888 2022/23 2.070.314.987 1.060.186 2023/24 2.511.048.598 961.270 FONTE: Secretária de Comércio Exterior [ad_2] Source link

Comunicado ao mercado – ESTOQUES AUDITADOS EM 30 DE JUNHO DE 2024 – CitrusBR

[ad_1] Comunicado ao Mercado  Clique aqui para baixar o relatório   PRODUÇÃO DE LARANJAS NO CINTURÃO CITRÍCOLA DOS ESTADOS DE SÃO PAULO E TRIÂNGULO MINEIRO O Cinturão Citrícola de São Paulo e Minas Gerais passa pela quinta safra consecutiva de baixa produção. Com 268,3 milhões de caixas de laranja na safra 2020/21, 262,9 milhões na safra 2021/22, 314,2 milhões na safra 2022/23, 307,2 milhões na safra 2023/24 e estimativa de 215,8 milhões de caixas para a safra 2024/25.   PROCESSAMENTO DE LARANJAS E PRODUÇÃO DE SUCO DE LARANJA NA SAFRA 2023/24: Levantamento realizado por meio de auditoria independente de cada uma das empresas associadas à CitrusBR e consolidado por auditoria externa revelou que o total de laranjas processadas na região do Cinturão Citrícola de São Paulo e Minas Gerais na safra 2023/24 foi estimado em 267.937.531 caixas de laranjas de 40,8 kg, das quais 243.270.864 processadas pelos membros da CitrusBR e cerca de 24,6 milhões caixas por não membros. O número representa menos de 1% de crescimento em relação às 265.292.217 caixas processadas na temporada anterior.   Com um rendimento de suco na fruta final estimado em 298,2 caixas de 40,8 quilos para a produção de 1 tonelada de FCOJ Equivalente a 66° Brix, a estimativa final para a produção total de suco de laranja na safra 2023/24 foi de 898,7 mil toneladas de FCOJ Equivalente. É importante notar uma piora de 6,26% no rendimento de suco na fruta, com a necessidade de 17,6 caixas a mais para produzir 1 tonelada de FCOJ Equivalente em comparação com 280,6 caixas na temporada anterior. Mesmo com processamento semelhante, a piora no rendimento foi responsável por enxugar cerca de 56,3 mil toneladas, colaborando com o cenário de restrição de oferta.     DESENVOLVIMENTO DOS ASPECTOS QUALITATIVOS PARA A SAFRA 2024/25 De acordo com informações da Fundecitrus, a safra atual 2024/25, inicialmente prevista para colher 232,0 milhões de caixas, foi afetada por questões climáticas, sendo assim reduzida em 7%, totalizando 215,8 milhões de caixas. O principal fator para essa redução é o menor tamanho das frutas, devido às condições climáticas adversas, incluindo temperaturas mais altas do que o normal e chuvas abaixo do esperado, que foram 31% menores do que o previsto nos primeiros meses da colheita. Além disso, tanto o outono quanto o inverno apresentaram temperaturas acima da média, o que aumentou a evapotranspiração e agravou as condições de seca. O clima mais quente acelerou a colheita das laranjas, levando a um ritmo mais rápido. Em agosto, aproximadamente 45% da safra já havia sido colhida, significativamente acima da média histórica para este período, que é de 30%. Apesar do ritmo acelerado de colheita e processamento ter contribuído para mitigar a queda de frutas, que agrava ainda mais as condições de oferta de suco, por outro lado, impacta negativamente algumas características do suco, como maior acidez (menor ratio), cor mais clara e pálida, e notas amargas mais evidentes (maiores níveis de limonina). Se as condições climáticas desfavoráveis persistirem, dado o baixo nível histórico atual de estoques de suco de laranja, os membros da CitrusBR preveem que, apesar de todos os esforços para garantir o fornecimento de alta qualidade aos seus clientes, a capacidade de mistura e homogeneização será reduzida, afetando os padrões de qualidade nos próximos meses.   ESTOQUES AUDITADOS EM 30 DE JUNHO DE 2024: A mesma consolidação revelou que os estoques globais de suco de laranja brasileiro, convertidos em FCOJ Equivalente 66 Brix em posse de seus associados em 30 de junho de 2024, totalizaram 116.710 toneladas, que mesmo ante a uma recuperação de 37,7% em relação às 84.745 toneladas registradas no mesmo período do ano anterior ainda é o terceiro índice mais baixo na série histórica. Apesar de uma pequena recuperação de 31,9 mil toneladas em relação à temporada anterior, os atuais níveis de estoque ainda desafiam a capacidade de abastecimento e “blendagem”, principalmente porque o setor está atravessando a menor safra em mais de 30 anos, o que coloca pressão adicional na oferta de fruta e, por consequência, de suco ao mercado internacional. Gráfico 7: Série histórica dos estoques globais de FCOJ Equivalente em posse dos membros da CitrusBR da data de 30 de junho de cada safra.   PROJEÇÕES DE ESTOQUES PARA 30 DE JUNHO DE 2025: Ao observar-se a safra 2024/25 com uma produção 29,7% menor do que a anterior no cinturão citrícola de São Paulo e Minas Gerais, somado aos desafios relacionados ao Brix, é possível prever dificuldades no fornecimento ao longo da temporada. Portanto, neste momento, é difícil avaliar as condições de oferta e demanda nos próximos meses e, consequentemente, prever os níveis de estoque de suco de laranja para 30 de junho de 2025.   São Paulo, 19 de Setembro de 2024 Ibiapaba Netto Diretor Executivo     [ad_2] Source link

Exportações de suco de laranja caem 26% ante aumento de 43% na receita em meio a preocupação com demanda – CitrusBR

[ad_1] As exportações de suco de laranja (FCOJ equivalente a 66 Brix) somaram US$ 850,4 milhões no acumulado de julho a setembro de 2024, período que representa o primeiro trimestre da safra 2024/2025. O valor representa uma alta de 43,23% em relação ao mesmo período da safra anterior, quando as receitas fecharam em US$ 593,7 milhões. Já o volume registrou redução de 26,73% em relação às 270.361 toneladas acumuladas na safra 2023/2024, fechando o período com 198.107 toneladas. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior, compilados pela CitrusBR. Os resultados refletem os problemas climáticos ao longo de cinco safras consecutivas de produção abaixo da média. “Vivemos um período de restrição de oferta de suco de laranja que tem causado a valorização do produto e gerado preocupação no mercado quanto ao impacto desse cenário no consumo da bebida”, explica o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto. Na semana passada, entre os dias 16 e 17 de outubro, Netto acompanhou o Juice Summit, maior evento europeu da cadeia de sucos, que aconteceu na cidade de Antuérpia, na Bélgica. “A queda no consumo foi o assunto mais debatido ao longo do evento, e isso ficou claro ao longo de uma série de apresentações que mostraram a dificuldade das empresas europeias em mitigar o efeito do aumento de custo de matéria-prima, principalmente suco de laranja”. Segundo ele, a restrição de oferta fez com que o produto perdesse exposição nas gôndolas de supermercados e estimulasse o lançamento de produtos como néctares, bebida com diluição de 50% de suco e água. Principais mercados A Europa continua a ser o principal mercado para o produto brasileiro, com 115.398 toneladas embarcadas, uma queda de 30,5% em relação às 166.030 toneladas do período anterior. O faturamento total para o velho continente foi de US$ 511,2 milhões, alta de 42,51% em relação aos US$ 359,4 milhões no primeiro trimestre da safra anterior. De acordo com um relatório publicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o consumo da bebida nesse mercado recuou 0,23% na safra 2023/2024 em comparação ao período anterior. Já os embarques para os Estados Unidos apresentaram um recuo de 19,53%, totalizando 67.323 toneladas em comparação com as 83.667 toneladas exportadas no mesmo período da safra 2023/2024. O faturamento saltou de US$ 189,9 milhões para US$ 264,5 milhões, alta de 39,28%. Segundo relatório da consultoria Nielsen, publicado pelo Departamento de Citrus da Flórida (FDOC, sigla em inglês), o consumo das quatro semanas finalizadas em 8 de outubro de 2024 registrou um novo recuo de 8,4% nas vendas de suco de laranja no varejo americano, fechando o período com apenas 108,5 milhões de litros. No mesmo período, o preço da bebida teve alta de 9,2%. “Temos visto empresas de bebidas com dificuldade em manter produtos 100% suco de laranja nas prateleiras devido à alta dos preços”, diz Netto. No caso do Japão, houve um recuo de 1,11%, caindo de 5.147 toneladas na safra passada para 5.090 toneladas nos três primeiros meses da safra 2024/2025. Em receita, os embarques somaram US$ 25,1 milhões, crescimento de 120,18% em comparação aos US$ 11,4 milhões da safra anterior. A China também registrou queda significativa, com 6.092 toneladas embarcadas no período da safra 2024/2025, em comparação com as 8.262 toneladas do período anterior, representando uma queda de 26,26%. Contudo, seguindo a tendência de valorização observada nos outros mercados, o faturamento alcançou US$ 28,5 milhões, em comparação com US$ 16,2 milhões no período anterior, alta de 75,93%.   Publicado originalmente por 93noticias.com.br [ad_2] Source link

Nova onda de calor vem aí! Confira áreas que vão ‘derreter’

[ad_1] O Brasil se prepara para enfrentar uma nova onda de calor nos próximos dias. O fenômeno, caracterizado por uma massa de ar quente persistente, será o segundo episódio do tipo em 2025 e promete elevar as temperaturas acima da média em várias regiões do país. Segunda onda de calor do ano Entre 15 e 19 de janeiro, o Brasil recebeu a primeira onda de calor do ano, que atingiu a região Sul, trazendo temperaturas extremamente elevadas. Nesse período, Quaraí (RS) registrou 39,6 °C, São Borja (RS) chegou a 39,4 °C e Porto Murtinho (MS) marcou impressionantes 42,1 °C. A Climatempo destaca que o fenômeno La Niña tem dificultado a expansão do calor pelo território brasileiro. Isso acontece porque o fenômeno favorece a formação de canais de umidade, que atenuam o calor e limitam sua propagação para outras regiões do país. Mesmo assim, a nova onda de calor conseguirá se estabelecer, especialmente na faixa centro-sul do Brasil assim como a primeira de 2025. Segunda onda de calor A nova onda de calor começa neste domingo (2) e se estende até a próxima sexta-feira (7). De acordo com a Climatempo, durante esse período, as temperaturas, normalmente elevadas nesta época do ano, subirão acima da média climatológica para o mês de fevereiro. As áreas que irão sentir essa elevação de temperatura (em vermelho no mapa) incluem: oeste e sul de Mato Grosso do Sul, oeste e sudoeste do Paraná, oeste de Santa Catarina, regiões norte, Missões, central, oeste e Campanha do Rio Grande do Sul. Nessas localidades, as temperaturas devem ficar até 5 °C acima do normal por pelo menos cinco dias, caracterizando uma onda de calor “clássica”. Outras áreas (em laranja no mapa) também terão temperaturas mais altas, mas sem atender a todos os critérios para serem consideradas parte da onda de calor. Nesses locais, os termômetros podem subir entre 3 °C e 5 °C acima da média, variando ao longo do período. Essas áreas incluem: extremo sudoeste de Mato Grosso, regiões noroeste, central e sudeste de Mato Grosso do Sul, noroeste, central e sudeste do Paraná, leste de Santa Catarina,  Porto Alegre, região serrana , Região Metropolitana de Porto Alegre, vales e sul do Rio Grande do Sul. Pode chover durante a onda de calor? A Climatempo afirma que pode haver chuva nesse período, embora a massa de ar quente tenda a inibir a formação de nuvens. Ainda estamos no verão, e há bastante umidade disponível na atmosfera. Por essa razão, pancadas isoladas de chuva não estão descartadas, principalmente no período da tarde e à noite. [ad_2] Source link

‘Não estou em busca de protagonismo’, diz Alcolumbre após ser eleito

[ad_1] Eleito neste sábado (1º) para presidir o Senado Federal no biênio 2025-2026, o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), em seu primeiro discurso no plenário da Casa, disse não estar em busca de protagonismo. “Não é isso que me move aqui. Quero ser um catalisador desse Senado. E ajudar a construir os consensos que forem necessários para melhorar a vida da população brasileira”. “Tenham certeza de que continuo igual. Volto a presidir o Senado Federal, mas continuo sendo um senador, como cada um dos senhores e das senhoras. Nem maior, nem melhor do que ninguém”, destacou. Alcolumbre lembrou que, há exatos seis anos, foi eleito, pela primeira vez, para presidir o Senado – à época, com 42 votos. “Seis anos depois, com a unidade política de partidos que pensam diferente, o painel marca 73 votos à nossa candidatura. Isso representa claramente o amplo respaldo político que esse plenário está conferindo ao projeto coletivo que nós construímos juntos. Esse amplo apoio, mesmo em um contexto com várias candidaturas, demonstra que o Senado Federal está unido e sabe a direção na qual pretende caminhar”, disse. “Essa presidência, que não é apenas do Senado, mas também do Congresso Nacional inicia, portanto, com a força somada das senadoras e dos senadores que apoiaram esse projeto e que serão parte dessa construção política e institucional, fundamental para o Estado brasileiro”. Alcolumbre reafirmou que, durante a sua presidência, o Senado será “uma Casa de iguais, onde cada senadora e cada senador terá voz e espaço, independentemente de sua ideologia ou orientação política”. “A força da presidência do Senado vem da grandeza dessa instituição bicentenária que é o Senado Federal. E ele só se mantém grande, todos sabemos, pela soma das forças”. “Vamos trabalhar pelo Brasil, promover a geração de emprego, o crescimento econômico, o desenvolvimento social, proteger a saúde pública, dar uma educação de qualidade aos brasileiros e também, muito importante, estarmos atentos todos os dias à questão da segurança dos brasileiros.” “Todos aqui estamos genuinamente imbuídos da missão de contribuir para a solução dos problemas do presente e para a construção de um futuro mais próspero e mais justo para o Brasil, mas especialmente para milhões de brasileiros que esperam isso dessa Casa. Não do Senado, não da Câmara. Mas do Poder legislativo do Brasil”, concluiu. [ad_2] Source link

Recuo do dólar vai repercutir na baixa do preço dos alimentos, diz ministro

[ad_1] O ministro do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, afirmou que a redução do preço do dólar deve refletir na baixa do preço dos alimentos e que a produção agrícola não é o problema. As declarações ocorreram neste sábado (1º), na eleição da Câmara dos Deputados. Teixeira tem um mandato de deputado federal pelo PT de São Paulo e estava na Casa horas antes da votação. Ele apoia o favorito à presidência da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). “A âncora maior do aumento do preço dos alimentos não é a produção agrícola. Nós temos a maior produção agrícola do Brasil. A âncora é no dólar. O dólar subiu muito fortemente, efeito Trump, e agora baixou, o que vai repercutir na baixa dos alimentos”, declarou. Teixeira continuou: “Ao mesmo tempo, tem o chamado ciclo do boi. Esse ciclo do boi, onde tem excesso de abates e falta carne, ele está passando. Ele está acabando, ele já acabou. Então, isso vai refletir também na carne”. O ministro também afirmou que deve haver uma política de crédito agrícola para atingir a cesta básica. Segundo ele, os produtos frescos não tiveram impacto da inflação. “Nós estamos ajustando, já fizemos isso no Pronaf, devemos fazer isso no Pronampe, o crédito agrícola, para ele repercutir sobre a cesta básica. Vocês podem ver que não teve inflação nos produtos frescos, in natura”, declarou. Teixeira acrescentou: “A inflação foi na carne, no açúcar, no café, nos derivados de soja e milho e na laranja. Esses produtos, basta diminuir o dólar, que você terá mais ofertas desses produtos a um preço mais barato”. O ministro disse ainda que o ano está mais tranquilo do ponto de vista climático, o que também deve ter reflexo no aumento da produção agrícola. Ele afirmou, na sequência, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem “olhar de lince” sobre os preços dos alimentos, por afetarem os mais pobres, mas que “não pretende adotar nenhuma medida heterodoxa”. [ad_2] Source link

Nova Mesa Diretora do Senado é eleita por aclamação

[ad_1] Após eleger o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) para a presidência da Casa, o Senado elegeu, por aclamação, os candidatos da chapa única para a Mesa Diretora no biênio 2025-2026. Confira, a seguir, a lista de senadores. – Primeira-Vice-Presidência: Eduardo Gomes (PL-TO) – Segunda-Vice-Presidência: Humberto Costa (PT-PE) – Primeira-Secretaria: Daniella Ribeiro (PSD-PB)  – Segunda-Secretaria: Confúcio Moura (MDB-RO) – Terceira-Secretaria: Ana Paula Lobato (PDT-MA) – Quarta-Secretaria: Laércio Oliveira (PP-SE) Durante a reunião preparatória, também foram definidos os senadores suplentes. – Chico Rodrigues (PSB-RR) – Mecias de Jesus (Republicanos-RR) – Styvenson Valentim (PSDB-RN) – Soraya Thronicke (Podemos-MS) Abertura do ano legislativo No encerramento da reunião preparatória, Alcolumbre convocou, para a próxima segunda-feira (3), às 16h, sessão solene do Congresso Nacional, no plenário da Câmara dos Deputados, para inaugurar a terceira sessão legislativa ordinária da 57ª legislatura. O novo presidente do Senado também informou que as indicações para lideranças partidárias devem ser feitas na retomada dos trabalhos da Casa. [ad_2] Source link

Programa instala hortas urbanas sob redes de transmissão de energia

[ad_1] Terrenos subutilizados sob as linhas de transmissão de energia elétrica da Enel Distribuição São Paulo estão sendo transformados em espaços produtivos dedicados à agricultura urbana. A iniciativa, que já beneficia dezenas de produtores, também busca a integração comunitária em áreas de alta vulnerabilidade social. A ideia tem dado tão certo que foi produzido um estudo para avaliar a percepção dos 75 agricultores cadastrados no programa nas 50 hortas atualmente ativas. A pesquisa revelou que 100% dos participantes relataram melhora na disposição física, 93,6% notaram benefícios diretos à saúde pelo acesso a alimentos frescos e nutritivos, 85,2% destacaram maior integração comunitária, além de 74,1% terem registrado economia doméstica e mais da metade (66,7%) perceberam que houve aumento na diversidade da fauna local. “O Hortas em Rede é mais do que um projeto de agricultura urbana. É uma transformação social que impacta a vida de milhares de pessoas”, comenta Guilherme Lencastre, presidente da Enel Distribuição São Paulo. De acordo com ele, os resultados alcançados levam a companhia a planejar expandir a iniciativa para outras regiões do país onde atua, casos de Ceará e Rio de Janeiro. Questionada pela reportagem, a empresa disse que ainda não detalhou o plano para a instalação das futuras hortas nas outras praças de concessão. A coordenadora do projeto, Carolina Afonso, destaca que não basta selecionar uma área e iniciar o cultivo. “Precisamos avaliar questões como descarte irregular de resíduos, depredação, viabilidade econômica e, principalmente, o impacto socioambiental que essa horta trará para os agricultores e a comunidade. Nosso foco é sempre a inclusão social e a inovação”, disse. Hortas transformando vidas Fotos: Divulgação/ Montagem: Canal Rural Agricultor de São Mateus e um dos beneficiados pelo Hortas em Rede, Rafael Maroni conta que o cultivo de hortaliças se tornou sua principal fonte de renda e proporcionou uma nova perspectiva de vida. “Troquei a música pela terra, algo que sempre esteve na minha família. Hoje, o cultivo de alface, além de ser o nosso sustento, também impacta positivamente a comunidade”, relata. Entusiasta do programa, a pesquisadora do Ministério do Desenvolvimento Social Elisa Carvalho ressalta a urgência de combater a insegurança alimentar diante das mudanças climáticas. “É essencial ocupar áreas urbanas e periurbanas com projetos que integrem serviços ambientais e sociais. A agricultura pode e deve acontecer em qualquer espaço disponível”. [ad_2] Source link