Soja corre o risco de ‘colapso’ por conta de gripe aviária?

[ad_1] Na última semana, o Brasil registrou o primeiro surto de gripe aviária em uma granja comercial. O caso foi confirmado no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul, e a detecção mobilizou as autoridades sanitárias, que imediatamente reforçaram os protocolos de biossegurança na região. Apesar do alerta, o Ministério da Agricultura e Pecuária assegura que não há risco de transmissão a seres humanos. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Embora tenha afetado diretamente a avicultura, especialistas avaliam que o surto não deve provocar maiores repercussões no mercado de soja, especialmente no segmento de farelo, já que ele é base da ração para aves. Segundo o consultor Vlamir Brandalizze, os efeitos da gripe aviária se restringem à região Sul do país, com um volume estimado entre 200 mil e 250 mil toneladas por ano, uma fração considerada irrelevante diante das quase 40 milhões de toneladas movimentadas em todo o território nacional. “Os preços permanecem firmes, sustentados tanto pela Bolsa de Chicago quanto pela forte demanda de exportação, impulsionada sobretudo pelo aumento da procura por óleo de soja”, explica Brandalizze. Ele destaca que a crescente necessidade de óleo, tanto para a produção de biodiesel quanto para o consumo humano, exige um volume maior de esmagamento de grãos, processo que gera um excedente de farelo, direcionado ao mercado externo. Para o consultor, a gripe aviária não impacta preços, disponibilidade ou dinâmica dos mercados interno e externo de farelo de soja. Na mesma linha, o comentarista do Canal Rural, Carlos Cogo avalia que o episódio em Montenegro é irrelevante para o mercado de farelo. Ele destaca que pode haver algum impacto pontual no Rio Grande do Sul, mas afirma que o embargo não deve se prolongar, já que os grandes importadores tendem a suspender as restrições assim que o foco for controlado. ”É um caso muito regionalizado e pequeno diante do mercado global”, resume. Restrições devido à gripe aviária O Ministério da Agricultura (Mapa) atualizou as restrições temporárias às exportações de carne de aves devido ao surto de gripe aviária. As suspensões variam conforme o embargo de cada país. A suspensão total das exportações foi adotada por China, União Europeia, México, Iraque, Coreia do Sul, Chile, África do Sul, entre outros. Alguns países, como Reino Unido, Bahrein e Japão, limitaram a suspensão a estados ou municípios específicos, como o Rio Grande do Sul e Montenegro. A China, maior importadora, iniciou o embargo em 17 de maio, seguindo protocolo sanitário. União Europeia e Coreia do Sul também impuseram restrições nacionais. Outros mercados como Canadá e África do Sul seguiram o mesmo caminho. [ad_2] Source link

Preços da cebola sobem até 50% na semana

[ad_1] Levantamentos da equipe Hortifrúti do Cepea apontam que os preços da cebola subiram com força na última semana, nas regiões catarinenses de Ituporanga e em Lebon Régis. Ambas as praças estão findando os seus estoques e devem encerrar as atividades até o final deste mês. Segundo os pesquisadores do órgão, a alta nas cotações está atrelada tanto à baixa oferta nacional quanto a dificuldades na entrada de produtos estrangeiros, sobretudo os argentinos. Entre 12 e 16 de maio, na região de Ituporanga, a cebola vermelha fechou à média de R$ 2,67/kg na roça, aumento de 43,7% ante à semana anterior. Em Lebon, o preço pago pela beneficiada (cx 3) subiu 50% no mesmo período, para R$ 60,00/sc de 20 kg. *Sob supervisão de Victor Faverin [ad_2] Source link

Construtora negocia imóveis de luxo à beira-mar com base no ciclo de produção

[ad_1] A expectativa de mais uma safra recorde de grãos, apontada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em 332,9 milhões de toneladas, 11,9% superior ao ciclo passado, tem motivado alguns produtores a apostar no mercado de imóveis de alto padrão, especialmente em regiões litorâneas valorizadas. Em Itapema, Santa Catarina, cidade que está entre as líderes em valorização imobiliária do país, uma das mais tradicionais construtoras da região, a Gandin, tem percebido um aumento considerável desse perfil de público. Atualmente, 70% dos seus clientes são empresários rurais. Para atender o fluxo financeiro de quem lida com a terra, a empresa desenvolveu planos de negócios que acompanham o ciclo da safra agrícola. Assim, em vez de parcelas mensais, o valor dos imóveis é concentrado em períodos com maior disponibilidade de capital, como na hora da venda da produção, por exemplo. “A maioria de nossos clientes é procedente desse setor do agro que busca uma opção de segunda ou terceira moradia em um local paradisíaco ou garantir um negócio seguro para manter e proteger seu patrimônio, além do excelente potencial de rentabilidade. Aqui no litoral catarinense, índices de valorização anual superam 20% em localizações nobres, perto da praia especialmente”, afirma o sócio-proprietário da construtora, Marcos Gandin Junior. De acordo com ele, no caso do plano baseado na safra, além do cliente negociar diretamente com a empresa, sem intermediações bancárias, tem a flexibilidade de efeturar o pagamento nos períodos mais favoráveis da produção agrícola, geralmente duas vezes ao ano. Nestes casos, os juros até a entrega das chaves são baseados no Custo Unitário Básico de Construção (CUB), índice que reflete o custo por metro quadrado de construção, considerando fatores como materiais, mão de obra, despesas administrativas e equipamentos. Em Santa Catarina, o valor do CUB residencial médio é de R$ 2.923,52/m², conforme divulgado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-SC) para maio de 2025. Esse valor não inclui terreno, projetos ou acabamentos personalizados. Já de acordo com o índice FipeZAP de Venda Residencial, divulgado em janeiro deste ano, as duas cidades mais caras do Brasil para se adquirir imóveis ficam, exatamente, no litoral catarinense: em Balneário Camboriú, o preço médio do metro quadrado de um imóvel chega a R$ 13.911; já em Itapema, atinge R$ 13.721. Ao se tratar de imóveis de luxo e à beira-mar, os preços do metro quadrado superam os R$ 14,5 mil nas duas cidades. [ad_2] Source link

Indicador do Cepea para o arroz em casca cai para o menor nível desde julho de 2022

[ad_1] Com novas quedas, o indicador do arroz em casca CEPEA/IRGA (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista) vem operando no menor patamar nominal desde julho de 2022, apontam levantamentos do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, a pressão doméstica acompanha os recuos verificados no mercado externo. Quanto aos dados de oferta e demanda nacional divulgados neste mês de maio pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção da safra 2024/25 deve crescer 14,8% em relação à temporada anterior (2023/24), passando de 10,58 milhões de toneladas para 12,14 milhões de toneladas. Pesquisadores do Cepea explicam que esse aumento se deu frente a ampliação da área cultivada e pelo incremento da produtividade média, especialmente no cultivo irrigado. *Sob supervisão do jornalista Victor Faverin [ad_2] Source link

ouça os destaques econômicos do dia

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o novo recorde do Ibovespa, que subiu 0,34%, descolado das quedas globais e impulsionado por revisão positiva do Morgan Stanley. O dólar avançou 0,25%, a R$ 5,67, refletindo cautela externa e alta dos Treasuries. No Brasil, juros futuros subiram com desconforto fiscal. Hoje, destaque para o fluxo cambial e dados de petróleo nos EUA. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link

‘Erva-mate Verde’ surge como alternativa moderna ao chimarrão

[ad_1] Em São Mateus do Sul (PR), Angela Zampier e sua irmã unem tradição e inovação ao lançar o chá ‘Erva-mate Verde’, uma alternativa moderna ao chimarrão. “Muita gente não tem o hábito de tomar chimarrão, mas o chá, esse todo mundo consome.” A produtora rural busca alcançar consumidores que não tomam chimarrão, mas apreciam chás. Ela destaca o sabor e as propriedades do produto. “Essa é uma forma eficaz de apresentar o sabor da erva-mate e suas propriedades. São cerca de 240 compostos estudados pela Embrapa. Além do sabor característico, a erva-mate é reconhecida como um alimento funcional”, afirma Zampier. O chá tem atraído jovens, famílias e até consumidores internacionais interessados em bebidas naturais com cafeína. A cafeína da erva-mate desperta interesse, especialmente como base para energéticos naturais. Isso amplia ainda mais seu potencial de mercado. “A gente percebe que os chás, devido à cafeína, são usados para fornecer energia, especialmente em bebidas energéticas. Isso indica que temos um mercado amplo e promissor”, destaca a produtora. A família Zampier apresentou na Anuga Select Brazil diversos produtos, incluindo erva-mate descansada e pura folha. Com técnicas sustentáveis e foco em boas práticas agrícolas e de fabricação, a produtora garante um diferencial no mercado. “A certificação orgânica é parte essencial da nossa estratégia”, ressalta. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Pura Folha é um dos produtos apresentados na Anuga Select Brazil 2025. Foto: Canal Rural Feira internacional amplia visibilidade da cultura paranaense A convite do Sebrae/PR, a família Zampier marcou presença com os produtos em uma feira internacional em São Paulo representou uma vitrine estratégica para o crescimento dos negócios. “São Paulo é uma cidade cosmopolita e, aqui, temos participantes do Peru, Argentina, Alemanha, entre outros. É uma excelente oportunidade para mostrar todo o potencial da Erva-mate.” O trabalho da família também reflete um movimento maior do setor rural: buscar inspiração em cadeias produtivas já consolidadas como o café e o vinho. “Esses dois produtos construíram uma reputação sólida com base na origem e qualidade. É esse caminho que queremos trilhar com a Erva-mate”, complementa a produtora. Exportação é o próximo passo Com a Indicação Geográfica (IG) consolidada desde 2017 e presença constante em feiras e eventos, a família Zampier agora se prepara para um novo desafio: a internacionalização de seus produtos. Além disso, Angela e sua irmã já garantiram as certificações necessárias para exportação, permitindo que seus produtos cheguem aos Estados Unidos, Canadá e países da União Europeia. “Por exemplo, a Alemanha tem demonstrado um interesse crescente por produtos com cafeína natural, o que abre novas oportunidades no mercado externo”, explica a produtora rural. Dessa forma, o chá de erva-mate verde, criado a partir da tradição e impulsionado pela inovação, se estabelece como uma alternativa que une regionalidade e sustentabilidade. Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo Se você quer saber mais sobre a história de empreendedorismo da família Zampier, assista ao Porteira Aberta Empreender. O programa sobre ‘Feiras e Eventos’ vai ao ar no dia 22 de maio, às 17h45, no Canal Rural. Canais disponíveis para assistir ao programa Porteira Aberta Empreender. Participe você também do programa! Envie suas dúvidas, sugestões e compartilhe sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp. Além disso, no programa Porteira Aberta Empreender – uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae -, você, micro e pequeno produtor rural, descobre soluções, produtos, serviços e inovações para fortalecer seu empreendimento rural. Quer saber mais? Acompanhe também as novidades no site do Canal Rural/ Empreendedorismo e aprenda a empreender de forma segura e responsável. [ad_2] Source link

Quase lá! Brasil se aproxima do fim da colheita de soja; confira os números

[ad_1] Os trabalhos de colheita da safra 25/25 de soja no Brasil atingiu 98,9% da área total plantada, segundo o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na semana anterior, o índice era de 98,5%. No mesmo período do ano passado, a colheita estava em 97%, e a média dos últimos cinco anos é de 98,5%. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! As informações constam no 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado em 15 de maio. O relatório aponta que o Brasil caminha para um novo recorde de produção, estimado em 332,9 milhões de toneladas de grãos, um crescimento de 35,4 milhões de toneladas em relação à safra anterior. A colheita já foi concluída nos estados do Centro-Oeste, Sudeste, além de Paraná e Tocantins. Já em estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Maranhão, Piauí, Pará, Ceará, Acre e Amapá, os trabalhos ainda seguem em andamento. Soja lidera o avanço nos grãos Principal cultura do país, a soja é responsável por uma parcela do volume colhido. A estimativa é de 168,3 milhões de toneladas, a maior já registrada para o grão na história do Brasil. A colheita da oleaginosa já alcança 98,5% da área plantada, com conclusão dos trabalhos nos estados do Centro-Oeste, Sudeste, Paraná e Tocantins. Os estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Bahia, Rondônia e Tocantins se destacaram com produtividades recordes. De acordo com a Conab, o bom desempenho é resultado de condições climáticas favoráveis e do alto nível de profissionalismo dos produtores. [ad_2] Source link

Chuvas intensas ameaçam soja na Argentina; tempo terá melhora?

[ad_1] A safra de soja 2024/25 da Argentina pode sofrer perdas devido às chuvas intensas que atingiram a província de Buenos Aires nos últimos dias. Segundo o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller a previsão é de tempo firme nos próximos dias, sem indicativo de que as condições extremas registradas no último final de semana voltem a se repetir. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Apesar da previsão de tempo firme para os próximos dias, o impacto das tempestades já causa grande preocupação no setor agrícola argentino. A Bolsa de Cereais de Buenos Aires alertou que o volume excessivo de chuva pode atrasar ainda mais o ritmo da colheita e levar a uma revisão negativa na estimativa de produção nacional, atualmente fixada em 50 milhões de toneladas métricas. Na província de Buenos Aires, cerca de 730 mil hectares de soja ainda aguardam colheita. Essa mesma região já havia sido atingida por chuvas intensas em março, o que resultou em uma queda de cerca de 15 pontos percentuais na produtividade em comparação ao ano passado. Com o novo episódio de chuvas fortes, o risco de agravamento das perdas é significativo. Em algumas localidades, os acumulados chegaram a 400 milímetros de precipitação, provocando alagamentos em áreas agrícolas, além de impactos em rodovias e centros urbanos. A Bolsa de Rosário também monitora [ad_2] Source link

Sistema para certificar produtos de origem vegetal é aprovado em São Paulo

[ad_1] O Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Sisp-POV) foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) nesta terça-feira (20). Criado pelo governo do estado, por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), o novo serviço será responsável pela fiscalização, inspeção e auditoria sanitária e industrial de produtos de origem vegetal e seus derivados, bem como dos da algicultura e da fungicultura. Na prática, o objetivo é que o serviço permita ao produtor a formalização de seu negócio, gerando maior renda e expansão do seu empreendimento. “A partir do controle sanitário, desde a matéria-prima até o produto final, toda cadeia ganha maior segurança em todos os processos”, diz a SAA, em nota. Ao fim dos trabalhos o órgão emite o selo Sisp-POV, garantindo a origem e a qualidade dos produtos de origem vegetal e seus derivados. A ideia é que o sistema fique subordinado ao Centro de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Cipov), da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Valorização de produtos O secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Guilherme Piai, destaca que o serviço terá condições para detectar possíveis irregularidades, tornando a oferta de produtos de origem vegetal ainda mais segura para o consumidor. “Com o Sisp-POV, garantimos maior segurança alimentar para a população e impulsionamos a economia dos produtores paulistas, que terão seus produtos valorizados e sua renda aumentada,” afirma. Após a sanção do governador, produtores e estabelecimentos que trabalham com produtos vegetais deverão registrar-se no sistema para comercializar seus itens. Com exceção daqueles já registrados no Serviço de Inspeção Federal ou ligados ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Sisbi-POV), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). [ad_2] Source link

Brasil não tem capacidade de armazenar carne de frango excedente

[ad_1] Atualmente, 60% da produção de carne de frango nacional está concentrada na Região Sul, liderada, principalmente, pelo Paraná, seguida de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, conforme dados do IBGE. Em termos de exportação, os três estados respondem por 78% de tudo o que é embarcado pelo país. Antes da detecção do surto de gripe aviária em granja comercial, o Brasil mantinha o melhor quadrimestre de exportação dos últimos cinco anos, com 1,731 milhão de toneladas vendidas e receita cambial de US$ 3,13 bilhões, aumentos de 9% em volume e faturamento ante o mesmo período do ano passado, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Segundo o diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, caso um dos piores cenários ocorra e o país fique impedido de exportar o produto por 60 dias – como o protocolo sanitário de alguns países estabelece – o setor estima prejuízos decorrentes de US$ 1,5 a US$ 2 bilhões. “Mas tudo vai depender do tempo em que o Brasil ficará impedido de exportar. O retorno das vendas internacionais depende da capacidade de o país controlar os focos da doença, mas também da segurança das nações compradoras que embargaram as compras em retomar as transações”, considera. Quanta carne de frango sobrará? Considerando que os números de exportação de carne de frango entre maio e junho deste ano — intervalo de 60 dias — fossem os mesmos de 2024, o Brasil exportará 831 mil toneladas do produto, com receita de US$ 1,48 bilhão. “Nesse cenário, o problema é que dessas mais de 830 mil toneladas vendidas, cerca de metade iria aos países que suspenderam as exportações, então não teríamos outro caminho a não ser absorver internamente esse excedente superior a 400 mil toneladas”, diz Ferreira. Atualmente, o consumo per capita de carne de frango no Brasil é de 35 kg ao ano. Para o diretor do Canal Rural Sul, para dar conta da superoferta do produto que tende a ficar retido no mercado interno, cada brasileiro teria de aumentar sua ingestão em mais 5 kg durante os 60 dias de embargo. “Isso é muito difícil de acontecer, visto que já se trata da proteína animal mais barata e a mais consumida do país.” Para ele, ao contrário do que disse o ministro Carlos Fávaro, do Mapa, em coletiva de imprensa nessa segunda-feira (19), haverá, sim, impactos nos preços para o produtor, nas margens das indústrias, das agroindústrias, dos frigoríficos e abatedouros. Segundo Ferreira, outro ponto central da discussão é a capacidade de armazenagem de carne de frango em câmaras frias. “Ainda que seja difícil estimar este número, há quase um consenso de que essa capacidade gire entre 15 e 20 dias, no máximo”, finaliza. [ad_2] Source link