Ibama apreende 40 toneladas de peixe durante operações

[ad_1] O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizou, nesta terça-feira (4), uma fiscalização em empresas que exercem atividades pesqueiras, em Icoaraci, distrito de Belém (PA), no âmbito da operação Caburi II. Durante a operação, os agentes do Instituto verificaram as licenças ambientais, notas fiscais dos pescados e conferiram as espécies que estariam no período de defeso. O trabalho identificou que duas das empresas estavam funcionando sem documentação válida pelos órgãos ambientais. Em uma delas, ficou constatado que parte do produto pesqueiro não apresentava comprovante de origem legal, além de não possuir o Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP). A empresa teve suas atividades suspensas até a devida regularização. A Operação Caburi II apreendeu 31 toneladas de peixes de várias espécies e 100 quilos de camarão rosa, que está no período do defeso. As empresas foram multadas, até o momento, em aproximadamente R$ 680 mi. O pescado apreendido foi doado ao programa social Mesa Brasil, que beneficia a população em situação de vulnerabilidade. Fiscalização no Ceará apreende 10 toneladas de pescado Em janeiro, a Equipe de Fiscalização de Comércio Exterior do Ibama no Ceará (Efex/CE) realizou uma série de operações que culminaram com a apreensão de mais de 10 toneladas de pescado ilegal. As ações tiveram foco no município de Acaraú (CE), no Porto do Pecém, em São Gonçalo do Amarante (CE), no Aeroporto Internacional de Fortaleza e no Mercado São Sebastião, na capital cearense. O Ibama realizou inspeções no Porto do Pecém e em uma empresa de Acaraú, com foco na fiscalização de cargas de pescado em processo de exportação, especialmente do pargo (Lutjanus purpureus), espécie em risco de extinção. No local os fiscais apreenderam 4.380 kg de pargo que seriam exportados para os Estados Unidos, além de outros 4.390 kg da mesma espécie, capturados ilegalmente e estocados para futura exportação. A pesca foi realizada em profundidades proibidas pela legislação brasileira ou dentro de Unidades de Conservação de Proteção Integral. No Aeroporto Internacional de Fortaleza, um carregamento de 1.321 quilos de pescado que seria exportado para os Estados Unidos de forma irregular foi apreendido. A carga; composta por sirigado (Mycteroperca bonaci), guaiúba (Ocyurus chrysurus), ariacó (Lutjanus synagris) e cioba (Lutjanus analis); não possuía origem válida, o que indica que foi proveniente de pescarias ilegais. Comércios de pescado de Fortaleza também foram alvos da operação e todo o pescado foi doado a Organizações Militares (Marinha do Brasil e Exército Brasileiro), ao Ministério da Saúde, com destinação ao Distrito Sanitário Especial Indígena do Estado do Ceará (Dsei-CE), e, também, ao Programa Mesa Brasil. Defeso Pargo, gurijuba, pirarucu, mapará, pirapitinga, curimatá, aracu, pacu, jatuarana, fura calça, branquinha e camarão rosa são espécies de pescado que se encontram no período do defeso. O defeso, período durante o qual a pesca de determinada espécie é proibida com o intuito de proteger a reprodução desses animais, é necessário para garantir a reprodução e manutenção das espécies e, por consequência, toda a atividade pesqueira. Qualquer atividade pesqueira sem a licença obrigatória e o RGP (Registro Geral de Pesca) coloca em risco as espécies e a própria pescaria, trazendo prejuízos ao ambiente e à cadeia produtiva do pescado. *Com informações do Ibama [ad_2] Source link
Brasil deve exportar até 11 milhões de toneladas de soja em fevereiro

[ad_1] A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estima que o Brasil exporte entre 8,3 milhões e 11,2 milhões de toneladas de soja em fevereiro, segundo seu boletim semanal. Em janeiro, os embarques da oleaginosa somaram 1,1 milhão de toneladas, enquanto em fevereiro de 2024 foram 9,6 milhões de toneladas. Milho, farelo de soja e trigo Milho: previsão de 1,02 milhão de toneladas, contra 3,1 milhões em janeiro e 794 mil em fevereiro de 2024.Farelo de soja: exportações devem somar 1,5 milhão de toneladas, abaixo das 1,6 milhão de toneladas de janeiro, mas acima das 1,4 milhão de fevereiro de 2024.Trigo: projeção de 478,2 mil toneladas, ante 657,9 mil toneladas em janeiro e 538,4 mil toneladas no mesmo mês do ano passado. Desempenho semanal Na semana entre 26 de janeiro e 1º de fevereiro, os embarques foram: Milho: 499,5 mil toneladas Soja: 230,7 mil toneladas Farelo de soja: 728,1 mil toneladas Trigo: 234 mil toneladas Para a semana de 2 a 8 de fevereiro, com base no line-up dos portos, a Anec projeta: Milho: 601,1 mil toneladas Soja: 2,36 milhões de toneladas Farelo de soja: 456,8 mil toneladas Trigo: 176,9 mil toneladas [ad_2] Source link
CEOs do agro estão otimistas com economia, entretanto veem desafios futuros

[ad_1] Mais de três quartos (76%) dos CEOs do agronegócio brasileiro estão otimistas com o crescimento da economia nos próximos 12 meses, segundo a 28ª edição da Pesquisa Global com CEOs da PwC. Em 2023, esse índice era de 69%. Outros 16% preveem estabilidade, enquanto 8% veem risco de desaceleração. A confiança do agro supera a média nacional, que registra 73% de otimismo entre os executivos de diversos setores. No cenário global, apenas 57% dos líderes empresariais esperam crescimento econômico. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! O sócio da PwC Brasil e líder do setor agropecuário, Maurício Moraes, atribui esse otimismo à expectativa de retomada do setor após um 2024 desafiador. “O agro deve se recuperar a partir do segundo semestre, impulsionado por um cenário global favorável e pelas disputas comerciais entre EUA e China, que podem beneficiar o Brasil”, avalia. Apesar da confiança, 44% dos CEOs do agro temem que seus negócios não sejam viáveis em 10 anos sem mudanças estratégicas. Esse número era de 31% no ano passado, refletindo a necessidade urgente de inovação e adaptação. “O setor tem buscado novas bases de clientes, parcerias estratégicas e diversificação para garantir competitividade”, destaca Moraes. Outro desafio é a expansão do quadro de funcionários. Apenas 38% das empresas do agro planejam aumentar suas equipes, abaixo da média nacional de 53%. Ainda assim, 66% dos CEOs do setor projetam crescimento da receita nos próximos três anos, sinalizando um ambiente de negócios mais favorável no longo prazo. [ad_2] Source link
Cooperativa Copagril fatura R$ 2,5 bi em 2024 e anuncia expansão em MS

[ad_1] A Cooperativa Agroindustrial Copagril, de Marechal Cândido Rondon (PR), registrou faturamento bruto de R$ 2,5 bilhões em 2024, queda de 10,7% em relação ao ano anterior. Os números foram apresentados durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada na sexta-feira (31). O quadro de associados cresceu 16,6%, alcançando 7.500 cooperados, frente aos 6.430 de 2023. A distribuição de sobras somou R$ 11,2 milhões, avanço de 30,2% ante os R$ 8,6 milhões do exercício anterior. “Encerramos o exercício com a certeza de que estamos no caminho certo. As mudanças implementadas e os resultados alcançados fortalecem nossa visão de futuro, com foco em sustentabilidade, inovação e rentabilidade para todos os associados”, afirmou a diretoria da Copagril, em nota. A cooperativa ampliou sua atuação no setor de pellets de madeira e créditos de carbono. Também anunciou a abertura de cinco novas filiais em Mato Grosso do Sul, nos municípios de Dourados, Jardim, Maracaju, Rio Brilhante e Sidrolândia, dobrando sua presença no Estado, que agora conta com 10 unidades. “Vamos expandir nossa presença em regiões estratégicas, fortalecendo nossa atuação em um dos Estados mais dinâmicos do agronegócio”, disse o diretor-presidente da Copagril, Eloi Darci Podkowa, em nota. O plano de crescimento prevê a inauguração de mais 14 filiais até 2027. “Essa iniciativa consolida a cooperativa como protagonista no agronegócio brasileiro”, afirmou o CEO da Copagril, Daniel Engels Rodrigues, em nota. Atualmente, a cooperativa opera 40 unidades de negócios distribuídas entre Paraná e Mato Grosso do Sul. Além de aprovar o resultado fiscal do ano, os cooperados aprovaram a negociação para aquisição de 45% das quotas societárias da NetWord Agro, empresa de tecnologia agrícola com sede em Palotina (PR). A companhia desenvolve sensores para monitoramento digital de solos, lavouras e confinamento animal, além da mensuração de carbono em propriedades rurais. Com a parceria, a Copagril será a primeira cooperativa do País apta a atuar no mercado regulado de créditos de carbono. Trajetória Com mais de 50 anos de história, a Coapgril é uma das principais cooperativas agroindustriais do Brasil, tendo como foco principal a produção, armazenagem e comercialização de grãos, como soja, milho, trigo e sorgo, além da produção e comercialização de insumos para alimentação animal, máquinas e implementos agrícolas. [ad_2] Source link
Membros da FPA lutam contra a decisão que dá poder de polícia à Funai

[ad_1] Os parlamentares que integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) estão mobilizados e querem impedir que o governo federal conceda poder de polícia aos servidores da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), em cumprimento a uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). O vice-presidente da FPA, deputado federal Evair de Melo (PP-ES), manifestou insatisfação com a decisão. Já o deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), um dos líderes da bancada do agro no Congresso Nacional, protocolou na noite da segunda-feira (03) um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) com o objetivo de impedir os efeitos da decisão publicada pelo Palácio do Planalto. A decisão O decreto, com a nova determinação, foi publicado na segunda-feira (3) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A publicação atende a uma exigência do STF de dezembro do ano passado e prevê que a Funai deve usar o poder de polícia para prevenir a violação – ou a ameaça de violação – dos direitos dos indígenas, e evitar a ocupação ilegal de suas terras. Em 2020, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) havia entrado com uma ação contra o poder público, por causa da forma como estavam sendo tratados os povos indígenas durante a pandemia. Na ação, foram propostas medidas de proteção às comunidades e aos territórios. Alceu Moreira disse que o ato acarretará em uma “baderna institucionalizada” por todo o país. “Vou pedir uma convocação ao Pedro (Lupion, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária – FPA) para que unamos forças de todas as frentes possíveis e possamos derrubar esse absurdo. Temos votos para aprovar”, conclui o parlamentar. Deputado Alceu Moreira protocolou um PDL para sustar a decisão O deputado Evair de Melo argumenta que a regulamentação pode enfraquecer as forças policiais já existentes, como a Polícia Federal e as Forças Armadas, que, segundo ele, são as instituições responsáveis pela segurança e fiscalização dos territórios indígenas. “Nós já temos as Forças Armadas, temos a Polícia Federal, que precisam ser potencializadas e equipadas para exercer poder de polícia. A Funai deve cumprir seu papel social e organizacional, mas não de polícia”, destacou. Taxação dos Fiagros Outra decisão que desagrada os membros da FPA é a taxação dos Fundos de Investimento do Agronegócio (Fiagros), determinada após a reforma tributária, também é alvo de críticas dos integrantes da FPA. Para Evair de Melo, o veto à isenção desses fundos prejudica diretamente o setor agropecuário. Na opinião do deputado, a decisão pode impactar negativamente a produção agrícola e a economia do país. “Quando o governo tira a isenção desses fundos, ele reduz a área plantada, reduz a oferta e gera inflação, piorando ainda mais a vida do brasileiro”, alertou. Evair de Melo disse que veto aos Fiagros impacta negativamente o setor agropecuário O parlamentar defende que o Fiagro seja um instrumento para garantir crédito rápido e acessível ao setor agropecuário. “Queremos dinheiro barato, simplificado e sem burocracia para garantir o crescimento do agro”, pontuou. Evair reforçou que a FPA e outros setores do Congresso Nacional trabalharão para derrubar o veto e manter os incentivos aos Fiagros e aos Fundos Imobiliários. “O governo terá que enfrentar a Frente Parlamentar da Agropecuária e as forças produtivas no Congresso. E ele será derrotado”, concluiu. [ad_2] Source link
Dólar cai pela 12ª vez e ata do Copom mantém cautela sobre juros; ouça análise de especialista

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a 12ª queda seguida do dólar, que fechou em R$ 5,77, e o tom mais duro do Copom na ata, mantendo cautela sobre os juros. O Ibovespa caiu 0,65%, enquanto a frustração com o adiamento da conversa entre Trump e Xi Jinping pesou nos mercados. Hoje, o foco está na PIM no Brasil e nos dados de emprego e PMI de serviços nos EUA e Europa. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link
Temporais e ventania de até 70 km/h marcam previsão do tempo para hoje

[ad_1] Os primeiros dias de fevereiro estão sendo marcados por clima intenso em boa parte do Brasil. Recorde de calor, tempestades e ventania têm feito parte do calendário climático das regiões brasileiras. Acompanhe o clima para hoje: Sul A formação de um sistema de baixa pressão favorece o retorno da chuva no interior do Rio Grande do Sul. A previsão é de temporais na região de Chuí, no extremo sul do estado. A chuva se concentra entre o fim da tarde e início da noite. Além disso, os ventos associados à formação dessa baixa pressão também são intensos, com velocidade de até 70 km por hora em todo o território gaúcho. Em Santa Catarina e no Paraná, as pancadas típicas da estação continuam à tarde, com mais força na região do Vale do Itajaí e na região metropolitana de Curitiba. Sudeste Nesta quarta-feira, a chuva continua concentrada sobre o estado de São Paulo, sul de Minas Gerais e interior do Rio de Janeiro. São pancadas bem típicas da estação e acontecem à tarde, acompanhadas por raios, trovoadas e ventania de 50 a 60 km por hora. Tem previsão de chuva na capital paulista, enquanto Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Vitória terão um dia mais ensolarado e com temperaturas em elevação. A região oeste central paulista ainda tem risco para temporais. Centro-Oeste Quarta-feira com chuva em grande parte dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás. A chuva acontece com até forte intensidade, mas ainda de forma isolada. Tem previsão para pancadas pontualmente fortes em Cuiabá e em Campo Grande. Em Brasília e em Goiânia, dia mais ensolarado, com chuva passageira. No extremo oeste e sul de Mato Grosso do Sul, não há previsão de chuva. Nordeste Uma circulação de ventos em altos níveis da atmosfera deixa o tempo estável na Bahia e também em grande parte do Piauí e interior do Maranhão, enquanto a chuva continua concentrada entre as capitais São Luís, Natal e também em Recife. É uma chuva que acontece a qualquer momento do dia e tem previsão para altos volumes acumulados. As capitais Salvador e Teresina não devem registrar chuva nesta quarta-feira. Norte Previsão de chuva em todos os estados da Região Norte nesta quarta-feira. As instabilidades são associadas ao calor e umidade. São pancadas que acontecem a qualquer momento do dia, mas com mais intensidade à tarde. As capitais Manaus, Porto Velho, Rio Branco e Boa Vista seguem na rota dos temporais. Grande parte do Tocantins, Pará e Amapá terão um dia mais ensolarado e abafado, com chuva passageira. [ad_2] Source link
Cooxupé entra no mercado de soja e milho em sociedade com Agrobom

[ad_1] A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) anunciou oficialmente sua entrada no mercado de cereais, firmando sociedade com a Agrobom, empresa especializada na comercialização de grãos no Sul de Minas Gerais. Desta forma, a cooperativa amplia seus negócios para o recebimento, comercialização e exportação de soja e milho, fortalecendo sua presença no agronegócio brasileiro e global. Com mais de 90 anos de história no cooperativismo e 67 anos atuando no setor cafeeiro, a Cooxupé já exporta café para 50 países em cinco continentes. O jornalista Antônio Pétrin esteve em Guaxupé, no Sul de Minas, onde entrevistou produtores cooperados, o sócio-fundador da Agrobom, Paulo Castelli, e o vice-presidente da Cooxupé, Osvaldo Bachião, sobre essa novidade. Sobre a Cooxupé Com mais de 20 mil cooperados em 340 municípios, a cooperativa é a maior exportadora brasileira de café arábica – em 2023, comercializou 4,5 milhões de sacas, sendo 3,6 milhões exportadas – e atua no Sul e Cerrado de Minas, Média Mogiana (SP) e Matas de Minas. A Cooxupé possui o protocolo Gerações, alinhado às práticas sustentáveis da agenda ESG. Sobre a Agrobom Fundada em 2006, a Agrobom nasceu da necessidade de atender a crescente demanda de produtores da região Sul de Minas. A empresa expandiu sua atuação para exportação de cereais em 2007 e, hoje, atende mais de 60 municípios. Sua história está ligada à família Castelli, referência na produção de soja no Brasil. [ad_2] Source link
Demanda interna por milho cresce e exportações diminuem quase 30%

[ad_1] Em 2023, o Brasil foi o país que mais exportou milho no mundo, com 55,9 milhões de toneladas, conforme a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Naquele ano, a produção nacional foi de, aproximadamente, 125 milhões de toneladas. Já em 2024, foram 39,8 milhões de toneladas embarcadas, queda de 28,8% nas vendas em comparação ao ano anterior, em uma safra de 115 milhões de toneladas. No entanto, conforme o diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, o decréscimo de comercialização internacional do cereal não se deve ao ciclo menor, mas à demanda interna. De acordo com ele, o aumento de produção e embarques do complexo carne brasileiro (bovina, suína e de aves) aumentou a necessidade interna de milho, o que fez o Brasil racionalizar as vendas. A respeito da proteína bovina, por exemplo, o país registrou recordes sucessivos mês a mês em 2024. Com isso, foram 2,89 milhões de toneladas vendidas internacionalmente, incremento de 26% ante 2023. “Outro fator são as usinas de etanol, que já demandam cerca de 25 milhões de toneladas de milho para esmagamento para a produção de biocombustível”. [ad_2] Source link
Rio Grande do Sul registra a maior temperatura desde o começo do século 20

[ad_1] A onda de calor que atua no Rio Grande do Sul – e também no Paraguai, norte e leste da Argentina e Uruguai – elevou ainda mais as temperaturas no estado nesta terça-feira (4). No município de Quaraí, na fronteira com o Uruguai, a temperatura chegou a 43,8 °C. Pelos registros históricos, essa é a maior temperatura já registrada no território gaúcho desde o começo do século 20, quando começaram as medições regulares pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O recorde anterior de maior temperatura no Rio Grande do Sul era de 42,9 °C, em Uruguaiana, no dia 27 de fevereiro de 2022. O novo recorde ainda precisa ser oficialmente validado pelo Inmet. Calor também na capital A tarde desta terça-feira também foi a mais quente do ano até agora em Porto Alegre, na capital do estado. A temperatura máxima atingiu 37,3 °C. A sensação térmica às 16 horas, quando ocorreu a maior alta dos termômetros, era de 38 graus. O recorde anterior havia sido em 17 de janeiro, com 35,7 °C. [ad_2] Source link