Chuva dá trégua em parte do Centro-Oeste; nas demais regiões, pancadas fortes

[ad_1] Dia de raios e ventanias em parte do Sul e redução da chuva no Centro-Oeste. Acompanhe a previsão do tempo para as cinco regiões do país: Sul A chuva continua com força no Paraná e também na região leste catarinense. As pancadas acontecem à tarde e são acompanhadas por raios, trovoadas e ventanias. Tem chuva pesada para Curitiba e Florianópolis. No Rio Grande do Sul, a previsão é de precipitação mais passageira, concentrada na região norte e também metropolitana, enquanto entre os municípios de Uruguaiana, Bagé e Chuí, o tempo é bem ensolarado e com máximas disparando à tarde. Sudeste A semana termina com chuva mais isolada e passageira na região de Presidente Prudente, Rio Preto e no Vale do Ribeira, em São Paulo. A capital paulista deve registrar pouca chuva e temperaturas bem altas, podendo chegar aos 32 graus. No Rio de Janeiro e também em grande parte de Minas Gerais, o dia segue ensolarado, com calor e tempo bem abafado. No Espírito Santo, a chuva retorna ao litoral, por conta da circulação de ventos que só sopram do oceano em direção ao continente, mas sem previsão para temporais. Centro-Oeste A semana termina com a diminuição da chuva sobre Mato Grosso e grande parte de Mato Grosso do Sul, mas as pancadas ainda acontecem com força à tarde. A capital Campo Grande ainda tem risco para temporais. Em Goiânia e no Distrito Federal, tempo ensolarado e com temperaturas altas. Nordeste A semana termina com muita chuva sobre o Maranhão, Piauí, Ceará e todo o litoral nordestino. Isso acontece por conta da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), e dos ventos que soltam do oceano em direção ao continente. Todas as capitais nordestinas devem registrar chuva nesta sexta-feira. O interior da Bahia e uma parte do Sertão Nordestino terão um tempo ensolarado. Norte Na sexta-feira, a chuva volta a ganhar intensidade sobre Tocantins e Pará, com alerta para temporais nas capitais Belém e Palmas. No Amapá, Roraima, Amazonas, Acre e Rondônia, a chuva continua com força a qualquer momento do dia, com alerta para todas as capitais. [ad_2] Source link

como dados dos EUA e declarações de Haddad influenciam o cenário

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a queda de 0,52% do dólar, cotado a R$ 5,76. O Ibovespa subiu 0,55%, impulsionado pela Vale. Nos EUA, dados indicam desaceleração econômica, elevando apostas em cortes de juros pelo Fed. O payroll de janeiro será determinante para as expectativas. No Brasil, Lula confia na aprovação da isenção do imposto de renda para salários até R$ 5 mil, mas a compensação fiscal segue incerta. Hoje, destaque para a balança comercial e o IGP-DI. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link

SP manterá isenção de ICMS para bovinos puros de origem, diz ABCZ

[ad_1] A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) afirmou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), decidiu manter a isenção do ICMS na venda de bovinos puros de origem (PO) do estado. Em nota, a associação afirmou que o decreto garantindo a continuidade do benefício será publicado ainda hoje. A ABCZ relatou que recebeu a confirmação em conversa entre o governador e o presidente da associação, Gabriel Garcia Cid. “O governador Tarcísio definiu que o estado de São Paulo mantenha os incentivos tributários para comercialização de matrizes e reprodutores puros de origem no estado. São Paulo é um grande exportador de genética, reconhecido nacionalmente e internacionalmente, e esse setor cresceu muito devido a esse benefício”, disse o secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Guilherme Piai, na nota. A decisão ocorre um dia após a ABCZ enviar ofício ao governador solicitando a prorrogação da isenção, que não havia sido renovada na revisão dos benefícios fiscais do plano São Paulo na Direção Certa. “O melhoramento genético, garantido pelo devido registro genealógico, é essencial para a manutenção de linhagens saudáveis, atendendo padrões de qualidade nacionais e internacionais e assegurando a segurança sanitária dos alimentos”, ressaltou, na nota, Garcia Cid. [ad_2] Source link

A expectativa de safra recorde de soja na Bahia

[ad_1] A Bahia, principal estado produtor de soja do Matopiba, vive um momento promissor para a safra. O clima tem favorecido o desenvolvimento das lavouras de sequeiro, com chuvas regulares que contribuem para o bom crescimento das plantas. No entanto, os sojicultores do estado permanecem atentos ao controle de pragas e doenças, que podem impactar a produtividade. Nas áreas irrigadas, onde o plantio começou mais cedo, a colheita já está em andamento e os resultados são positivos. A Fazenda dos Irmãos Gross, localizada em Formosa do Rio Preto, no oeste da Bahia, tem vivido a constante presença de chuvas, o que tem sido fundamental para o bom desenvolvimento das lavouras de soja. Com 1.900 hectares de soja, sendo 1.600 irrigados, a fazenda colhe frutos de um clima mais favorável em comparação a outras regiões do país. Nessas áreas irrigadas, a colheita precisou ser paralisada em alguns momentos devido à chuva, mas, por outro lado, a água acumulada tem beneficiado as lavouras de sequeiro, que estão em fase de enchimento dos grãos. Produtividade da soja A produtividade na fazenda já supera o desempenho do ciclo passado, o que se deve, em grande parte, ao monitoramento constante e ao controle fitossanitário. Segundo a diretora financeira da propriedade, a antecipação do plantio foi uma estratégia essencial. Isso permitiu que o plantio da segunda safra fosse adiantado, o que só foi possível graças ao plano de controle fitossanitário da Associação de Agricultores Irrigantes da Bahia (Aiba) e da ADAB Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), que visa proteger as lavouras contra pragas e doenças. No entanto, a Aiba esclarece que a presença dos esporos não significa que a doença já tenha se instalado nas lavouras. O controle eficaz e constante do clima e da umidade tem contribuído para a contenção da ferrugem asiática, e o mofo branco também segue sob controle, devido às ações preventivas dos produtores. O bom resultado no controle dessas doenças é uma prova do trabalho conjunto entre os produtores e as entidades responsáveis pelo monitoramento. O presidente da IBA destaca que a colaboração entre todos tem sido fundamental para manter a doença sob controle e garantir a qualidade da safra. A expectativa é de que a Bahia colha, em média, 67 sacas de soja por hectare. [ad_2] Source link

Acordo poderá impulsionar agricultura irrigada na Bahia

[ad_1] Foi assinado nesta quarta-feira (5), em Brasília (DF), um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre os Ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa), de Minas e Energia (MME) e da Integração e do Desenvolvimento Regional, considerado um avanço estratégico para o fortalecimento da agricultura irrigada no Brasil. De acordo com o Mapa, o pacto visa superar desafios como infraestrutura energética insuficiente e a necessidade de maior adoção de tecnologias sustentáveis, alinhadas ao Plano ABC+ (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono), em consonância com a Política Nacional de Irrigação (Lei nº 12.787/2013). No evento, o setor agropecuário baiano esteve representado pela presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Alessandra Zanotto Costa, e pelo diretor da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Marcel Sander, reforçando o compromisso do estado com a ampliação sustentável da irrigação. A Bahia, que recentemente se tornou o maior polo de irrigação do país, se destaca na produção agrícola e na utilização da irrigação responsável como ferramenta para aumento da produtividade, poderá se beneficiar diretamente da iniciativa. Com um potencial significativo para expandir as áreas irrigadas, a expectativa é de que a medida contribua para maior eficiência no uso da água e da energia, além da geração de empregos e fortalecimento da segurança alimentar. “Este ACT que assinamos demonstra que o governo tem uma estratégia clara para crescer, desenvolver e gerar oportunidades para o bem de toda a população brasileira. Vamos expandir a agricultura irrigada no Brasil de forma sustentável, promovendo inclusão socioeconômica e segurança energética”, ressaltou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. Foto: Divulgação/ Mapa Mesmo em missão oficial na África Ocidental, onde acompanha uma agenda estratégica ao lado da ApexBrasil, do Itamaraty e do Ministério da Agricultura, o presidente da Aiba, Moisés Schmidt, ressaltou a importância do acordo firmado. “Esse pacto representa um avanço fundamental para a irrigação e a segurança energética do país, e certamente terá impacto positivo para a agricultura baiana. A integração entre esses setores é essencial para o desenvolvimento sustentável da nossa produção”, afirmou. Expansão da agricultura irrigada No Brasil, atualmente, 8,5 milhões de hectares são utilizados para irrigação. De acordo com o Mapa, condição muito abaixo do potencial de 54 milhões de hectares. A expansão da agricultura irrigada é vista como uma ferramenta estratégica para o aumento da produtividade agrícola, com a possibilidade de cultivar até três safras anuais na mesma área. O Mapa informou que a ampliação do setor também traz benefícios socioeconômicos, como a criação de até 1,2 empregos por hectare irrigado e a melhoria da renda dos produtores rurais. Além disso, durante o evento também foi lançada, a Aliança pelo Desenvolvimento Energético dos Polos e dos Projetos de Irrigação do Brasil, entre os Ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa); da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR); e o Ministério de Minas e Energia (MME). ‘Vamos levar nossa energia de forma ainda mais robusta às lavouras e incentivar os agricultores a irrigarem suas culturas de maneira mais eficaz, aproveitando melhor a água e a luz do sol para aumentar a produtividade no campo”, destacou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! [ad_2] Source link

Temendo perdas de 50% na soja, produtores do RS pedem prorrogação do Pronaf e Pronamp

[ad_1] Os produtores do Rio Grande do Sul vem, mais uma vez, enfrentando dificuldades climáticas que colocam em risco a safra de grãos. No estado, o número de decretos de emergência motivados pela estiagem cresce a cada dia e as altas temperaturas têm impactado a qualidade das lavouras. Soma-se a isso o volume de dívidas dos produtores com prorrogações de crédito de temporadas anteriores e o custeio do plantio atual, ações que já somam R$ 28,4 bilhões. De acordo com o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Rio Grande do Sul (Fetag-RS), Carlos Joel da Silva, se o calorão que afeta o estado persistir por dias consecutivos, a perda na soja pode ultrapassar os 50%. “Isso é menos renda para o produtor, menos renda aos municípios, para o estado e para o país, menos venda de produtos que vai refletir no emprego de muitas pessoas da cidade que tem emprego por conta do agricultor lá na ponta, então isso vai retrair o estado”. Proagro em queda Segundo a Fetag-RS, as contratações do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) vem caindo consideravelmente e um dos motivos é a burocracia para acessar o recurso. Em 2022 foram 163 mil contratos, já nesta safra, uma queda de quase 20%, somando 129 mil. Sem o seguro rural, além da lavoura ficar descoberta em casos de perdas, o produtor também fica de fora de políticas importantes para a atividade, como assistência técnica e garantia de renda mínima. Além disso, fica impossibilitado de contratar financiamentos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). Pelo menos sete resoluções do Conselho Monetário Nacional vem barrando o acesso a esses recursos desde 2023, como a necessidade de obter o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o aumento do desconto em lavouras plantadas fora do zoneamento agrícola. Assim, a Fetag trabalha em oito frentes junto com o governo federal: Prorrogação automática das operações de crédito rural do Pronaf e ao Pronamp por 120 dias; Revogação de todas as resoluções que limitam e reduzem a cobertura do Proagro; Contagem dos anos para o teto de corte de acesso ao Proagro a partir da data da publicação da resolução CMN de 2023; Implementação do desenrola rural com previsão de rebate e prorrogação Implementação de securitização das operações de crédito para pagar em até 12 anos com até dois anos de carência, e juros de 4% para o Pronaf e de 4% e 6% para Pronamp; Recursos do BNDES para atender os agricultores ligados as cooperativas e cerealistas que não foram atendidos em 2024; Efetivação do fundo de catástrofes para amparar os agricultores frente a extremos climáticos; Anistia das parcelas do Programa troca-troca de milho e forrageiras.“Estamos indo na contramão. Enquanto o agricultor precisa da política melhorada para ajudar, o governo Lula criou o Proagro Mais e agora está tirando o Proagro Mais, então nós precisamos convencer a equipe econômica que não é esse o caminho”, afirma o presidente da Fetag-RS. Proposta da Aprosoja A Associação dos Produtores de Soja e Milho do Rio Grande do Sul (Aprosoja RS) propôs, juntamente com os produtores do estado, uma securitização de pelo menos 20 anos, com dois de carência nos mesmos moldes da já feita nos anos 2000. A proposta será protocolada pelo senador Luiz Carlos Heinze. “Se não alongarmos [a securitização] o setor agrário do Rio Grande do Sul fatalmente vai paralisar ou vai demorar muito para se reerguer”, diz o presidente da Aprosoja-RS, Ireneu Orth. O diretor da Associação de Produtores Rurais do RS (Aper) enfatiza que o pedido não é pelo cancelamento da dívida. “Não estamos pedindo o não pagamento, estamos pedindo uma condição que dê para o produtor honrar e se manter na atividade. É muito importante que os entes governamentais enxerguem esse pedido”. Pelo estado, produtores acumulam perdas sem volta na lavoura e dívidas vencidas calculadas em mais de 100 sacas por hectare. [ad_2] Source link

Desmatamento no Cerrado caiu 33% em 2024, mas ainda é elevado

[ad_1] O desmatamento no Cerrado caiu 33% em 2024, na comparação com o ano anterior, segundo dados do Sistema de Alerta de Desmatamento do Cerrado (SAD Cerrado), desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e divulgados nesta quinta-feira (6). A supressão vegetal no segundo maior bioma do país atingiu 712 mil hectares no ano passado. Em 2023, foram 1 milhão de hectares de mata desmatados. Apesar da redução, pesquisadores alertam que a área total desmatada ainda é muito elevada. Esses mais 700 mil hectares de mata nativa perdida equivalem a uma área maior do que o Distrito Federal. “A queda do desmatamento no Cerrado em 2024 possivelmente representa um efeito das políticas de combate e controle implementadas neste último ano. Apesar da redução, a área total desmatada segue nos patamares elevados quando comparamos com a série histórica e também com o desmatamento em outros biomas, como a Amazônia”, afirma Fernanda Ribeiro, pesquisadora do Ipam e coordenadora do SAD Cerrado. Segundo ela, na Amazônia foram 380 mil hectares desmatados no mesmo período, quase duas vezes menos. Atualmente, cerca de 62% da vegetação nativa do Cerrado está dentro de propriedades rurais privadas, submetidas às regras do Código Florestal, que permitem o desmatamento de até 80% da área total. A maior parte do desmatamento ocorreu justamente nessas áreas particulares. Para efeito de comparação, na Amazônia Legal, por exemplo, a lei permite o desmatamento de, no máximo, 20% da área. O respaldo legal para uma expansão maior da supressão no Cerrado ameaça mais o bioma com seca prolongadas e clima mais extremo, reforça o Ipam. Os dados do SAD Cerrado confirmam uma tendência de queda verificada pela taxa oficial de desmatamento do Cerrado, que registrou redução pela primeira vez nos últimos cinco anos, entre agosto de 2023 e julho de 2024, segundo informou o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) no fim do ano passado. O levantamento do Inpe é feito por meio do Projeto de Monitoramento do Desmatamento no Cerrado por Satélite (Prodes Cerrado), em que a detecção alcança precisão de 10 metros sobre corte raso e desmatamento por degradação progressiva, como incêndios. Onde mais se desmata A fronteira do Matopiba – acrônimo que define a região formada por partes dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia – concentrou 82% de todo o desmatamento no Cerrado em 2024, totalizando 586 mil hectares perdidos. Essa é a área atual de expansão das lavouras agrícolas em áreas do Cerrado e, por isso, têm liderado os índices de supressão da vegetação original. O destaque negativo é o Maranhão que, apesar de uma redução de 26% na área desmatada, foi responsável por 225 mil hectares perdidos, um terço de todo o Cerrado desmatado durante 2024, segundo o Ipam. O Tocantins vem em seguida como o segundo estado onde mais se desmatou ano passado, com 171 mil hectares de vegetação nativa suprimidas. A área representa uma queda de 26% na comparação com 2023. No Piauí, foram derrubados 114 mil hectares, 12% a menos do que em 2023. Já na Bahia, o Cerrado perdeu 72 mil hectares no ano passado, uma redução de 54%. Para a pesquisadora do Ipam, o Matopiba é a região do Cerrado com maior número de propriedades privadas com vegetação nativa remanescente, mas passível de supressão por autorizações legais. “Isso evidencia a necessidade de outros instrumentos que vão além das políticas de combate e controle. A mudança desse cenário depende de um maior engajamento com o setor privado, além de ações de ordenamento territorial e instrumentos econômicos e regulatórios como vemos na Amazônia”, aponta Fernanda Ribeiro. Foto: Governo de Goiás/Divulgação Os 10 municípios com maior área de Cerrado desmatada em 2024 estão localizados no Matopiba, sendo cinco no Maranhão, três no Tocantins, dois no Piauí e um na Bahia. Somados, totalizam 119 mil hectares desmatados, ou 16,7% de tudo que foi derrubado no bioma em 2024, de acordo com o projeto SAD Cerrado. No coração do Matopiba, a proximidade de municípios com mais desmatamento também chama a atenção. Juntos, os municípios vizinhos de Balsas (MA), Alto Parnaíba (MA), Mateiros (TO) e Ponte Alta do Tocantins (TO) são os quatro primeiros da lista com maior desmatamento registrado, totalizando 61 mil hectares, cerca de 10% da área desmatada no Matopiba. Depois das áreas com Cadastro Ambiental Rural (CAR) registrados, as áreas sem posse definidas são as que mais registram desmatamentos no Cerrado, correspondendo a 10% do total. O SAD Cerrado também identificou porções de áreas em unidades de conservação, que responderam por 5,6% do desmatamento do Cerrado em janeiro, totalizando 39 mil hectares suprimidos. As principais áreas protegidas atingidas também foram aquelas localizadas no Matopiba, como a Estação Ecológica Serra Geral do Tocantins, que perdeu 12 mil hectares para o desmatamento, e o Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba, que teve 6,7 mil hectares desmatados. O SAD Cerrado é um projeto de monitoramento mensal e automático que utiliza imagens de satélites ópticos do sensor Sentinel-2, da Agência Espacial Europeia. A confirmação de um alerta de desmatamento é realizada a partir da identificação de ao menos dois registros da mesma área em datas diferentes, com intervalo mínimo de dois meses entre as imagens de satélite. O método é detalhado no site do SAD Cerrado, que também disponibiliza os relatórios de alerta, com filtros para estados, municípios, situação fundiária e intervalo de análise. [ad_2] Source link

Agrobom é convertida em Sociedade Anônima após união com a Cooxupé

[ad_1] A parceria estratégica com a Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) foi concluída e transformou a Agrobom, empresa de Bom Jesus da Penha, Minas Gerais, em uma Sociedade Anônima (SA) de capital fechado para atender tanto produtores independentes quanto os cooperados. “Nesta nova configuração, a Cooxupé terá participação majoritária, porém, a gestão e a operação da Agrobom seguirão o modelo atual, mantendo o compromisso com a transparência, simplicidade e respeito – valores que sempre guiaram nossa trajetória”, afirma Marco Castelli, diretor da Agrobom. Segundo ele, será instituído um conselho de administração com caráter deliberativo para assegurar uma administração alinhada aos objetivos estratégicos da companhia. Assim, Mario Nelson Castelli, fundador da Agrobom, continuará sua atuação como membro do conselho de administração, enquanto Marco A. Castelli, Greziela Castelli e Karoline Castelli permanecem nas funções diretivas. Com essa aliança, a Agrobom e a Cooxupé pretendem expandir suas operações de forma ainda mais robusta. “A parceria permitirá a união de conhecimentos e expertises para fortalecer o acesso ao mercado internacional, além de criar novas oportunidades no mercado interno por meio de parcerias estratégicas. No futuro, a verticalização das operações será um passo importante para agregar ainda mais valor ao negócio e ampliar sua competitividade”, diz a empresa, em nota. Castelli ressaltou que a Agrobom continuará atendendo normalmente os 400 produtores que já forneciam grãos para a empresa comercializar. Em relação à produção de soja e milho dos cooperados, o repasse para a companhia não será obrigatória. “O produtor da Cooxupé fica livre para escolher vender onde achar conveniente para ele. E a gente pode negociar com qualquer produtor”, afirmou. [ad_2] Source link

veja como fecharam os preços da arroba hoje

[ad_1] O mercado físico do boi gordo apresenta relativa acomodação em seus preços, enquanto o ambiente de negócios ainda sugere por alguma elevação no curto prazo em estados como São Paulo e Mato Grosso, informa a consultoria Safras & Mercado. “O Pará começa a se deparar com encurtamento das escalas de abate em algumas regiões do estado, o que sugere pela elevação dos preços no curto prazo. Tocantins e Rondônia apresentam relativa acomodação dos preços, ainda com relatos de boa disponibilidade de fêmeas para o abate, o que mantém os frigoríficos locais em uma posição mais confortável de suas escalas”, disse o analista Fernando Henrique Iglesias. Preços da arroba do boi gordo (a prazo) São Paulo: R$ 329,27 (R$ 328,60 ontem) Goiás: R$ 306,25 (estável) Minas Gerais: R$ 314,71 (R$ 314,41 anteriormente) Mato Grosso do Sul: R$ 312,73 (R$ 312,95 ontem) Mato Grosso: R$ 323,69 (sem alteração) Mercado atacadista Foto: Wenderson Araujo/CNA O mercado atacadista apresenta preços firmes para a carne bovina, enquanto o ambiente de negócios sugere por preços mais altos no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia. “Importante destacar que o perfil de consumo delimitado para o período indica para a referência da população por proteínas de menor valor agregado, a exemplo da carne de frango, embutidos e do ovo”, disse Iglesias. O quarto traseiro permanece precificado a R$ 24,50 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,80 por quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 17,80 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,50%, sendo negociado a R$ 5,7644 para venda e a R$ 5,7624 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7490 e a máxima de R$ 5,8245. [ad_2] Source link

Entre estáveis a mais baixos: veja os preços da soja

[ad_1] A quinta-feira (6) foi de calmaria no mercado brasileiro de soja. Nos portos, não houve movimento. Enquanto isso, no interior, alguns negócios foram reportados, especialmente em Goiás, com entrega e pagamento alongados. No Mato Grosso do Sul, também foi observado movimento. No geral, não foram volumes expressivos. A volatilidade de Chicago e o recuo do dólar fizeram com que os preços ficassem de estáveis a mais baixos, retraindo os vendedores. Cotações da soja no país: Passo Fundo (RS): preço se manteve em R$ 132,00 Região das Missões (RS): preço se manteve em R$ 133,50 Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 133,50 para R$ 132,00 Cascavel (PR): preço caiu de R$ 125,00 para R$ 124,50 Porto de Paranaguá (PR): preço se manteve em R$ 132,00 Rondonópolis (MT): preço se manteve em R$ 112,00 Dourados (MS): preço se manteve em R$ 117,00 Rio Verde (GO): preço se manteve em R$ 114,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços em leve alta. Em dia de poucas novidades, as tarifas comerciais do governo Trump, o clima na América do Sul e a expectativa em torno do relatório de fevereiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos centram as atenções. O adiamento do início da sobretaxa de 25% para México e Canadá e a sinalização de Estados Unidos e China estão dispostos a negociar e evitar uma guerra comercial retiraram prêmio de risco. Na América do Sul, a falta de chuvas ainda é motivo de preocupação na Argentina. Safras & Mercado cortou a estimativa para a safra local de 54,04 para 49,3 milhões de toneladas, devido à persistência de condições climáticas adversas desde dezembro. No Brasil, apesar da ausência de chuvas no Rio Grande do Sul e do excesso no Mato Grosso, as expectativas são favoráveis à consolidação de uma produção recorde, em torno de 170 milhões de toneladas. USDA O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá, no seu relatório de fevereiro, indicar poucas alterações no quadro de oferta e demanda americano de soja. Na avaliação do mercado, o Departamento poderá elevar a estimativa de safra do Brasil e cortar a previsão para a Argentina. Os dados para oferta e demanda americana e mundial serão divulgados na terça, 11, às 14h. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em estoques americanos de 382 milhões de bushels em 2024/25. Em janeiro, a previsão do USDA foi de 380 milhões. Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 128,5 milhões de toneladas. Em janeiro, o número ficou em 128,4 milhões. O USDA deverá elevar a estimativa para a safra do Brasil de 169 milhões para 170 milhões de toneladas. Já a estimativa para a Argentina deverá ser reduzida de 52 milhões para 50,6 milhões de toneladas. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 3,50 centavos de dólar ou 0,33% a US$ 10,60 1/2 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,75 3/4 por bushel, com perda de 3,50 centavos, ou 0,32%. Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 1,90 ou 0,61% a US$ 306,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 45,40 centavos de dólar, com alta de 0,31 centavo ou 0,68%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,50%, negociado a R$ 5,7644 para venda e a R$ 5,7624 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7490 e a máxima de R$ 5,8245. [ad_2] Source link