País caminha para supersafra e desafio é armazenagem, diz presidente do BNDE

[ad_1] O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, defendeu maior presença do Estado para garantir o equilíbrio dos preços de alimentos, com medidas como o estímulo a investimentos em armazenamento de grãos e desenvolvimento do mercado interno para commodities. “Nós precisamos de mais participação do Estado e mais política pública”, disse, apontando a necessidade de infraestrutura de silagem e o impacto da dolarização de commodities, inclusive as produzidas no Brasil. “Estamos caminhando para uma supersafra. O desafio é armazenagem”, destacou. “O BNDES está se antecipando para estimular o armazenamento da safra porque a venda desta safra está muito dependente dos desdobramentos da tensão geopolítica.” China e EUA Mercadante avaliou que, se a China fizer acordo com os EUA para comprar mais alimentos, haverá restrições às exportações do Brasil. Mas, se a tensão entre a China e os EUA crescer, o país asiático vai suprir parte da produção de grãos de concorrentes do Brasil. “Estamos num cenário em que precisamos ter mais infraestrutura de armazenamento, silagem. Estamos trabalhando fortemente nisso”, frisou. “A segunda questão é o câmbio. Porque parte dos preços dos alimentos está dolarizada”, afirmou, citando produtos em que o Brasil se destaca como produtor – café, suco de laranja – e que, mesmo assim, estão ficando mais caros nas prateleiras. “Então nós temos oferta, só que o preço está indexado à bolsa internacional.” O executivo disse ainda que é preciso desenvolver a agricultura familiar e o mercado interno de alimentos. Mercadante abordou segurança alimentar e preços dos alimentos em entrevista coletiva para anúncio de acordo com o Rio Grande do Sul visando proteção contra eventos climáticos extremos e estruturas de resposta a ocorrências. Ele comentou que o banco de fomento criou uma área específica para lidar com impactos da emergência climática. O executivo comentou que os resultados do BNDES sairão em breve e antecipou que o índice de inadimplência foi de 0,001% em 2024. [ad_2] Source link

Semana reserva chuva de 200 mm no Norte e alívio da estiagem no Sul

[ad_1] Entre este sábado e a próxima quarta-feira (12), o norte de Mato Grosso deve receber volume de chuva superior a 100 mm, o que pode inviabilizar a continuidade da colheita de soja no estado. Em Mato Grosso do Sul e em Goiás as precipitações também ganham força, fator que atrapalha os trabalhos em campo. Já nas áreas do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), a chuva também se faz presente em território maranhense e tocantinense. Porém, na Bahia e no Piauí, os acumulados são menores, de cerca de 30 mm em cinco dias. Contudo, o alerta da semana vai para o norte do país, principalmente em Rondônia e no Pará. Paragominas, Santarém e Altamira, por exemplo, regiões de suma importância para a soja, devem receber volumes que ultrapassarão os 200 mm até o dia 12. No Sudeste, a frente fria avança neste final de semana, mas não deve trazer precipitações volumosas. Contudo, pode vir acompanhada da queda de granizo e de rajadas de vento que ultrapassam os 70 km/h. Chuva de volta ao Sul Nos próximos cinco dias, praticamente não chove de forma volumosa no Sul do país. Lavouras gaúchas que sofrem com a estiagem devem continuar sentindo os efeitos da seca e calor excessivos. No entanto, ao analisar a previsão entre os dias 13 a 17, as precipitações voltam a cair na região com acumulados mais significativos que tendem a passar de 70 mm. [ad_2] Source link

Governo aposta em supersafra para conter alta dos alimentos, diz ministro

[ad_1] O ministro da Casa Civil, Rui Costa, declarou nesta sexta-feira (7), que o governo projeta uma redução nos preços dos alimentos ainda no primeiro semestre de 2025, impulsionada por uma colheita recorde prevista para o período. “Este ano, a expectativa é de uma supersafra. O clima está ajudando e, ao longo deste primeiro semestre, teremos a colheita. Todos os dados indicam que teremos uma supersafra, o que resultará na queda do preço dos alimentos. Portanto, a expectativa é positiva”, afirmou o ministro em entrevista ao Portal Metro1 – Rádio Metropole, da Bahia . O anúncio ocorre em meio a preocupações com o impacto da inflação sobre o custo de vida, o que levou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a sugerir que os consumidores evitem comprar produtos com preços elevados como forma de pressionar o mercado. O governo também mantém diálogo com empresários e ministérios na busca por medidas para conter os aumentos. ‘Inflação de alimentos é infinitamente menor que na gestão Bolsonaro’ Costa também afirmou na entrevista que as críticas sobre a alta nos preços dos alimentos em 2024 não levam em conta a queda registrada no ano anterior e a comparação com o governo de Jair Bolsonaro. “O que eles esquecem de dizer é duas coisas: primeiro, se você comparar a inflação de alimentos dos dois anos do governo Lula, ela é infinitamente menor que nos quatro anos ou nos dois anos do governo Bolsonaro. Ou seja, se comparar, não fica de pé esse argumento, porque os preços em 2023 caíram”, disse o ministro. Segundo ele, a alta recente da carne faz parte de um ciclo natural do setor. Ele explicou que a baixa nos preços em 2023 levou a um aumento do abate de fêmeas, reduzindo o rebanho e, consequentemente, a oferta para o abate, o que impulsionou a valorização do produto. “O preço da carne estava em baixa em 2023 e isso levou ao que eles chamam de ciclo da carne: quando os preços mergulham muito, os produtores começam a abater as fêmeas e aí você diminui o rebanho, diminui a oferta para o abate e isso força uma escassez do produto e a subida do preço”, explicou. Rui Costa também atribuiu a pressão sobre os preços à abertura de novos mercados internacionais para os produtos brasileiros e a eventos climáticos extremos. “O Brasil abriu para mais de 200 mercados internacionais para exportação e isso impacta a oferta interna. Os episódios de gripe aviária nos EUA e a doença nas laranjas norte-americanas – que também ocorreu em São Paulo”, afirmou. Ele destacou ainda que as condições climáticas atípicas de 2024, incluindo secas severas e enchentes no Rio Grande do Sul, tiveram forte impacto na oferta de alimentos. “Primeiro nós tivemos muita seca e, depois, todos acompanharam o Rio Grande do Sul ficar debaixo da água por mais de 30 dias. Então isso impacta na oferta de alimentos”, concluiu. [ad_2] Source link

comitiva com mais de 1,3 mil cabeças de gado brangus cruza 360 km do Pantanal

[ad_1] Pela primeira vez, em pleno pico do verão, uma comitiva de gado brangus está cruzando o Pantanal brasileiro. São mais de 1,3 mil cabeças que saíram no dia 10 de janeiro da Fazenda Bandeirantes, em Aquidauana (MS), rumo à Fazenda Aparecida, em Corumbá (MS). Ao todo, as 1.270 novilhas e os 61 touros – que serão utilizados para reprodução – devem trilhar 360 quilômetros até o destino. A previsão é de que a jornada termine na segunda-feira (10). A comitiva é comandada por Pantaleão Flores, que acumula anos de experiência na atividade, e conta com oito pessoas, incluindo ponteiro, capataz, cozinheiro e peões. “Essa primeira viagem transportando gado Brangus é uma experiência nova para nós. Na hora que esquenta muito o sol a gente faz umas paradas, mas o gado é bom de mexer, manso e tem uma carne especial”, avalia Flores. O diretor de Marketing da Associação Brasileira de Brangus, João Paulo Schneider, o Kaju, afirma que a comitiva chama atenção por onde percorre. “Este trajeto é comumente cruzado por rebanhos brancos e azebuados. O preto do brangus vem causando admiração pelos lugares onde passa por ser justamente um recorde se considerarmos uma espécie distinta do nelore. Para a Associação Brasileira de Brangus, é uma grande satisfação acompanhar este feito de um criador que há muito tempo trabalha com a raça e está satisfeito com a entrega que a mesma proporciona na criação extensiva no Pantanal”, destaca o diretor da entidade. Sem caminhão De acordo com a Fazenda Bandeirantes, a escolha pela travessia deve-se às condições de difícil acesso nas estradas da região. O gado é nascido e criado há várias gerações na sub-região do Rio Negro e está sendo apenas transferido para a sub-região do Paiaguás, conhecida por apresentar umas das cheias mais intensas do Pantanal. Escolha pela não utilização de caminhão no transporte deve-se às condições das estradas na região Tradição A propriedade trabalha há 37 anos com a raça no Pantanal sul-mato-grossense e colhe resultados positivos com a criação. O gado brangus pasta nos brejos banhados, característico da região pantaneira, além de apresentar qualidade de carne, docilidade e longevidade das fêmeas. [ad_2] Source link

PF apreende 5 mil pés de maconha em propriedade rural no interior da Bahia

[ad_1] A Polícia Federal (PF), em ação integrada com a Polícia Militar da Bahia, realizou nesta quinta-feira (6) uma Ação de erradicação de plantios de Cannabis Sativa Lineu (Maconha), no interior do estado. A Operação Carcará II contou com apoio da CIPE-Caatinga/PMBA e localizou uma plantação com 5.360 pés de maconha em uma área com cerca de 3.110m² no município de Umburanas, região norte baiano. Uma pessoa que estava na propriedade foi presa em flagrante e responderá por tráfico de drogas. O crime possui pena máxima de 15 anos. Novas ações A PF informou que o ciclo produtivo da cannabis é monitorado pelos policiais federais e novas ações são realizadas nos períodos próximos à colheita, coibindo a finalização do cultivo. Segundo a instituição, as ações de erradicação de plantios de maconha tem como efeito a diminuição da oferta da droga no mercado consumidor. “Com essas operações consecutivas, as Polícias Federal e Militar contribuem significativamente para o desabastecimento dos pontos de venda de droga nos estados da Região Nordeste, evitando assim a escalada da violência tais como: roubos, furtos, homicídios, latrocínios, guerra pelo domínio dos territórios de drogas, dentre outros crimes violentos, geralmente essas ocorrências giram em torno do tráfico de drogas”, encerra a nota publicada no site da PF. A plantação será incinerada. *Com informações da Polícia Federal [ad_2] Source link

‘O Brasil que produz está atrás da porteira’, diz Alceu Moreira

[ad_1] No segundo painel da Abertura Nacional da Colheita da Soja, o foco foi o papel dos biocombustíveis na produção de alimentos e os desafios e oportunidades para o setor. O mediador Wellington Andrade, diretor da Aprosoja Mato Grosso, iniciou a discussão parabenizando a Aprosoja MT pelos 20 anos de trabalho e crescimento, ressaltando os desafios enfrentados pelo setor ao longo do tempo. A primeira questão abordada foi a Lei do Combustível do Futuro, levantada por Wellington ao deputado Arnaldo Jardim. O participante do painel explicou que a reforma tributária representava uma grande ameaça ao setor agropecuário, mas que o esforço conjunto permitiu que o jogo fosse revertido. O mediador também questionou o deputado Alceu Moreira, deputado federal, sobre os avanços do RenovaBio e sobre como os juros mais baixos poderiam beneficiar o setor. Moreira apontou que, apesar das críticas frequentes ao Congresso Nacional por não entregar resultados imediatos, o trabalho em favor do agronegócio segue constante. Assim, ele enfatizou a relevância de Mato Grosso como modelo de inovação tecnológica e produtividade no campo. “O Brasil que produz está atrás de uma porteira. Hoje, temos a maior tecnologia possível. Não há ninguém mais receptivo do que o povo da lavoura”, afirmou. O painel também abordou o crescimento da produção de milho, que tem apresentado uma expansão, tanto em Mato Grosso quanto em outras regiões do Brasil. Bruno Alves, diretor-executivo da União Nacional do Etanol de Milho (Unem), trouxe a relevância do milho na segunda safra e destacou a importância da associação entre os produtores para o êxito do agronegócio. Alves destacou que mais de 90% da produção de milho em Mato Grosso vem da segunda safra, o que evidencia o potencial de crescimento do estado e do país para uma produção agrícola sustentável. Bruno também sublinhou a necessidade de um marco regulatório sólido para o setor agropecuário, com políticas públicas que incentivem o crescimento da produção e a inovação tecnológica. “Precisamos de políticas públicas que convertam todo o aprendizado que Mato Grosso deu ao mundo em mais dinheiro e desenvolvimento para o estado”, afirmou. O debate sobre reciprocidade no comércio internacional também foi levantado. O representante explicou que está sendo trabalhado um projeto na Câmara dos Deputados para garantir a soberania nacional no setor agropecuário, reforçando que o país deve crescer de acordo com suas próprias regras e políticas. ‘Podemos expandir nossa produção de alimentos sem ceder a pressões externas’, afirmou. Alceu Moreira completou a reflexão sobre a reciprocidade, destacando que a legislação internacional deve ser justa e aplicável a todos os países. Ele frisou que a aceitação de um código florestal global, juntamente com uma lei de reciprocidade, poderia representar um marco regulatório importante, dando ao Brasil maior autoridade e reconhecimento internacional. [ad_2] Source link

é preciso agir com responsabilidade fiscal para baixar os preços dos alimentos

[ad_1] O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a situação atual dos preços dos alimentos não tem soluções fáceis e requer decisões do governo que passam pela questão fiscal. Segundo Motta, não dá para enfrentar a alta dos preços com medidas superficiais. Para o presidente, é necessária uma mudança de rumo na economia e foco na responsabilidade fiscal, com corte de despesas. Motta deu uma entrevista coletiva nesta sexta-feira, após uma solenidade no município de Conde (PB). “O que está acontecendo com os alimentos? Você está tendo a alta [dos preços] porque estamos com toda uma vinculação à política internacional, como a alta do dólar e outros fatores que afetam os preços”, explicou Motta. “[Isso] passa por uma questão fiscal do país. Medidas superficiais não trazem constância a médio e longo prazo. É necessária uma mudança de rumo na economia e responsabilidade para discutir corte de gastos. Só isso vai resolver”, afirmou. Prioridade da Câmara Motta voltou a defender a pauta econômica como uma agenda prioritária da Casa. Ele reafirmou a disposição dos parlamentares de colaborar com o momento econômico de alta nas taxas de juros e dólar alto. “A maioria da população sofre quando o cenário econômico não está favorável, quando temos a inflação corroendo nossas moedas. Isso é grave e preocupante”, disse o presidente da Câmara. “Temos um papel fundamental para ajudar a resolver essa situação. O país depende de nossa harmonia e pacificação para que os problemas da economia sejam resolvido.” Semipresidencialismo Hugo Motta também afirmou que a discussão sobre o semipresidencialismo é um papel do Parlamento para melhorar a eficiência do governo, mas não há pressa no tema. Segundo ele, não há compromisso de pautar a proposta de forma urgente. “Vamos discutir essa matéria”, afirmou. “É papel do Parlamento discutir modelos de governo e formas de melhorar o sistema eleitoral”, disse. Ontem foi protocolada na Câmara a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 2/25, que institui o semipresidencialismo e o voto distrital misto no Brasil a partir de 2030. Em reunião de líderes na quarta-feira (5), Motta sinalizou aos parlamentares a criação de uma comissão para debater uma proposta de reforma eleitoral para instituir o voto distrital misto. Não há prazo nem calendário definido para instalação desse colegiado. [ad_2] Source link

Acordo entre UE e Mercosul é destaque no Conselho Agropecuário do Sul

[ad_1] A 59ª Reunião Ordinária do Conselho Agropecuário do Sul (CAS) ocorreu em Punta del Este, Uruguai, e reuniu representantes da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai. O encontro abordou temas estratégicos, como a conclusão do acordo entre a União Europeia e o Mercosul, a política ambiental europeia, o seguro agrícola e as importações de leite em pó. Acordos internacionais e sustentabilidade O primeiro bloco da reunião focou no acordo comercial Mercosul-UE e na reunião com o Conselho da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), onde o Brasil apresentou seu pleito para o reconhecimento internacional como livre de febre aftosa sem vacinação. No segundo bloco, foram discutidas estratégias para mitigar os impactos das iniciativas ambientais nas relações comerciais e os efeitos do regulamento europeu contra o desmatamento. O ministro Carlos Fávaro reforçou o compromisso do Brasil com a transparência nas práticas agrícolas, mas destacou que não aceitará exigências que ultrapassem a legislação brasileira. “O Brasil tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo e daremos total transparência às nossas práticas. Porém, a soberania nacional estará sempre em primeiro lugar”, afirmou Fávaro. Seguro agrícola como prioridade O seguro agrícola foi apontado como tema prioritário pelo Brasil. O ministro destacou que o Plano Safra 2025/26 incluirá avanços na proteção ao produtor, com uso de tecnologia e monitoramento climático. Fávaro anunciou que o Rio Grande do Sul será o primeiro estado com cobertura total de radares meteorológicos, o que permitirá maior precisão nas previsões climáticas para o setor agrícola. COP30 O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apoiará tecnicamente a Presidência da COP30 na definição da Agenda de Ação em Agricultura e Sistemas Alimentares. Para isso, foi criado o Comitê Executivo da Agricultura e Pecuária, que facilitará a articulação do setor durante o evento global sobre mudanças climáticas. Fávaro aproveitou a reunião do CAS para convidar os países membros a participarem ativamente da COP30, reforçando o papel estratégico do agro sul-americano nas discussões sobre sustentabilidade e segurança alimentar global. Conselho Agropecuário do Sul (CAS) Criado em 2003, o CAS reúne os ministros da Agricultura de seis países sul-americanos e tem como principal objetivo coordenar ações e definir prioridades para o setor agropecuário regional. A reunião também contou com a participação da Federação das Associações Rurais do Mercosul (Farm), da Coordenação das Organizações de Agricultores Familiares do Mercosul (Coprofam) e de representantes de órgãos técnicos como Cosave, CVP e Procisur. *Com informações do Ministério da Agricultura e Pecuária [ad_2] Source link

a Abertura Nacional da Colheita da Soja em MT!

[ad_1] Depois de muita espera, a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2024/2025 já começou! Com mais de mil presentes, o evento é realizado em Santa Carmem (MT), na região de Sinop, na Fazenda Esperança, para celebrar o início da colheita da soja. Confira ao vivo: O evento iniciou destacando que, em cada nova safra, histórias de superação e o uso de tecnologias inovadoras se entrelaçam, o que representa a trajetória das mãos que plantam neste país. Essas mãos sabem o que é esperar pela chuva, temer pela seca e percorrer um caminho de desafios e conquistas. Com uma manhã repleta de aprendizado e troca de experiências, os presentes acompanharão de perto debates sobre os desafios e as oportunidades que o setor agrícola enfrenta. A programação também conta com painéis sobre sustentabilidade, biocombustíveis e a COP 30. Confira o andamento do evento: Anfitrião Invaldo Weiss, proprietário da Fazenda Esperança, que compartilha sua trajetória com os presentes. Ele conta sobre os altos e baixos vivenciados ao longo de sua jornada e o preparo necessário para cultivar 2.750 hectares de soja. Invaldo também comenta que, apesar de um início com pouca chuva, a colheita não foi prejudicada até o momento, embora os custos elevados continuem sendo o maior gargalo do setor. Santa Carmem: palco do evento da soja! Foto: Matheus Martins/Canal Rural Pela sétima vez, Mato Grosso é o palco escolhido para o Projeto Soja Brasil, com a Fazenda Esperança, de Invaldo Weiss, sendo o cenário de um evento de grande importância, que também celebra os 20 anos da Aprosoja MT. Luiz Pedro Bier, vice-presidente da Aprosoja MT, ressalta a importância da união do setor para fortalecer a agricultura no estado, destacando que essa colaboração é essencial para o sucesso contínuo da produção agrícola. Ele também sublinha os benefícios dos investimentos no setor, que transformam as cidades do estado, especialmente aquelas com alto IDH, que devem grande parte de seu desenvolvimento à soja. Bier também menciona que, ao longo dos 20 anos da Aprosoja MT, os produtores conquistam seus direitos e fortalecem a agricultura, consolidando Mato Grosso como o “coração do agronegócio”. A realização do evento no estado reafirma o compromisso com o desenvolvimento contínuo e a busca por soluções sustentáveis que impactam positivamente a agricultura e a economia. Julio Cargnino, presidente do Canal Rural, destaca a relevância do evento para o agronegócio brasileiro. Durante a cerimônia de abertura, ele expressa sua honra em participar da 13ª edição do Projeto Soja Brasil e agradece a Invaldo Weiss por abrir as portas da Fazenda Esperança. “Hoje é um dia especial, pois todos os produtores rurais estão unidos neste grande evento. Agradecemos, Invaldo, por representar as famílias e produtores rurais de todo o país”, afirma Cargnino, ressaltando a importância da transmissão ao vivo para todo o Brasil. Cargnino ainda saúda Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil, e agradece aos 13 presidentes das Aprosojas estaduais presentes, destacando que este evento marca um recorde de participação. Ele também faz questão de agradecer aos parceiros de longa data do projeto, como Mitsubishi, Bayer, Ihara e Campo Forte. Evento ao vivo em andamento Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil, destaca que este evento é um momento de troca de conhecimentos e fortalecimento do setor agrícola. “O público pode acompanhar ao vivo debates que trarão novas perspectivas para o futuro da soja no Brasil”, afirma Buffon. Durante seu pronunciamento, Buffon também agradece a todos os presentes e às autoridades, ressaltando que “é um privilégio estar aqui, celebrando o início da colheita da soja” e destacando a importância do evento para o fortalecimento contínuo do setor agrícola. O potencial da soja em MT Mato Grosso se consolida como o maior estado produtor de soja do Brasil. O grão chegou ao país em 1908 com a migração japonesa, sendo introduzido no Rio Grande do Sul em 1914, e, em Mato Grosso, o cultivo ganhou destaque nas décadas de 1970 e 1980, tornando-se uma nova fronteira agrícola. Técnicas de fertilização do solo e o apoio da Embrapa são fundamentais para o sucesso contínuo da soja, permitindo o melhor aproveitamento da terra e a maximização da produtividade. O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, ressalta o crescimento da soja no estado, que se torna cada vez mais relevante no cenário nacional. “Nos tornamos o maior estado produtor de soja do Brasil. A soja terá um destaque especial e, com o apoio de investimentos em logística e, acima de tudo, a qualidade de vida, veremos um crescimento contínuo”, afirma o governador. A safra 2024/2025, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), abrange mais de 12,5 milhões de hectares de soja cultivados no estado, com uma produção estimada em 44 milhões de toneladas de grãos. [ad_2] Source link

exportações disparam 150% e atingem 4,1 milhões de sacas

[ad_1] O Espírito Santo exportou 150% mais café para a União Europeia em 2024, saindo de 1,6 milhão de sacas em 2023 para 4,1 milhões de sacas em 2024, informou em nota a Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca. Os números consideram café cru em grãos, café solúvel e torrado e moído. “Foi o maior volume exportado para o bloco europeu na série histórica”, confirma a pasta. Já o faturamento alcançou US$ 852,6 milhões, valor 227% maior em relação aos US$ 260,1 milhões de 2023. Ainda segundo a secretaria, cerca de 3,95 milhões de sacas deste volume consistem em café cru em grãos e 107,7 mil sacas em café solúvel. A União Europeia adquiriu, em 2023, 26,2% do total de café exportado pelo Espírito Santo e, no ano passado, este porcentual saltou para 40,3%. O secretário da Agricultura do Espírito Santo, Enio Bergoli, disse que o desempenho deve-se a “fatores internos e externos”. “Internamente, destacam-se os investimentos em tecnologia e a capacidade dos produtores, que elevaram a qualidade do café capixaba, especialmente o conilon”, explica na nota. “Externamente, a quebra de safra no Vietnã, conflitos internacionais e a demanda por café sustentável impulsionaram a expansão.” Bergoli lembra também que a quebra de safra por causa de problemas climáticos em países produtores de conilon, como o Vietnã, e atrasos nas exportações reduziram os estoques europeus da commodity. E, também, “o receio das novas exigências regulatórias da União Europeia impulsionou uma antecipação de compras, consolidando o café brasileiro como uma escolha estratégica para os importadores”. Na mesma nota, o presidente do Centro de Comércio de Café de Vitória (CCCV), Fabrício Tristão, avaliou que o café robusta brasileiro ganhou competitividade. “Ampliamos nossa oferta de cafés capixabas certificados, e também houve uma certa antecipação de compras, pelo advento da implementação da lei antidesmatamento da União Europeia, que seria em dezembro de 2024 e acabou não acontecendo.” A implementação do regulamento europeu provocou incertezas no mercado, levando importadores a buscar fornecedores que atendessem às novas exigências ambientais. Desta forma, países como Bélgica, Alemanha, Itália e Espanha ampliaram significativamente suas importações de café do Espírito Santo em 2024, sendo os principais destinos dos cafés capixabas no último ano. [ad_2] Source link