Programa Agroamigo completa 20 anos

[ad_1] O Programa de Microfinança Rural do Banco do Nordeste atende milhares de agricultores e agricultoras familiares, enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Desde sua criação, o Agroamigo aplicou mais de R$ 41,7 bilhões, compreendendo 8,1 milhões de operações contratadas. A iniciativa possui uma carteira ativa de R$ 13,2 bilhões, com mais de 1,3 milhão de clientes ativos. Para comemorar esses resultados, uma solenidade foi realizada, nesta sexta-feira (7), em uma das unidades do banco em Teresina (PI). O evento contou com a participação do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Wellington Dias, o presidente da instituição financeira, Paulo Câmara, e do governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT). Na ocasião, o ministro destacou os avanços da economia no país, com foco no setor rural, onde o Agroamigo atua, citando a parceria com o MDS. “Isso é possível a partir da integração do social com o econômico. O social como parte do desenvolvimento econômico, no Piauí, no Nordeste e no Brasil”, pontuou. O titular da pasta relembrou os mais de 24 milhões de brasileiros que saíram da insegurança alimentar em 2023, segundo estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O presidente do banco, Paulo Câmara, falou sobre a importância e os benefícios do programa. “Dá destaque à agricultura familiar e tem números impactantes, está fazendo diferença na vida das pessoas”, afirmou. O governador do Piauí, Rafael Fonteles, enalteceu os resultados do projeto. “Estamos aqui para comemorar os 20 anos desse programa essencial. Em 2024, houve cerca de R$ 1 bilhão em crédito subsidiado para a agricultura familiar, com mais de 90 mil operações realizadas”, celebrou. *Com informações do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome [ad_2] Source link

Exportação cai em relação a janeiro de 2024, mas é a segunda maior da série histórica

[ad_1] O diretor de Planejamento e Inteligência Comercial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Herlon Brandão, afirmou nesta sexta-feira (7), que, embora menor que o de 2024, o valor de exportações registrado no mês passado é o segundo maior da série histórica para meses de janeiro. As vendas somaram US$ 25,18 bilhões. Na comparação como o mesmo mês do ano passado, o resultado foi mais negativamente influenciado pela queda de preços, de 5,2%, já que o volume de vendas caiu apenas 0,9%. Agronegócio Na agropecuária, os embarques foram impactados tanto pelo volume, que recuou 6,7%, como pelos preços, que caíram 4%. As exportações no setor somaram US$ 3,8 bilhões em janeiro, contra US$ 4,2 bilhões vendidos no mesmo mês de 2024. A soja foi um dos produtos que mais influenciou neste número. A queda nos embarques foi de 70,1%, com recuo de 62,4% nos volumes e de 20,3% nos preços. “Embora tenhamos uma safra maior de soja esse ano em relação ao ano passado, esse embarque de janeiro cai. Eu sempre destaco aqui que a safra, embora seja mais ou menos constante, o período de escoamento não é totalmente constante, varia um pouco ao longo do ano, dependendo das condições climáticas”, disse Brandão. “Nesse ano observamos que provavelmente os maiores volumes vão ocorrer mais para frente”, completou. Na indústria extrativa também houve grande queda de preço nas vendas para fora, com petróleo caindo a 16,1% e minério de ferro a 26,3%, o que puxou para baixo o valor exportado dessas duas commodities. Entre os destaques positivos o diretor do Mdic citou as exportações de celulose (avanço de 44,2%), de carne bovina (crescimento de 10,5%) e de carne de ave (alta de 21,9%) em janeiro. As vendas de café foram expressivas, com aumento de 79,4% em relação ao mesmo mês no ano passado, com alta de 9,5% no volume vendido, e de 63,8% nos preços. Outro destaque dado por Brandão foi para as exportações à Argentina, que cresceram 57,9% em janeiro, número auxiliado pelas vendas do setor automotivo. [ad_2] Source link

Índice de Preço de Alimentos da FAO recua em janeiro com baixas em açúcar, óleo e carnes

[ad_1] O Índice de Preços de Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) teve média de 124,9 pontos em janeiro, queda de 2,1 pontos (0,5%) ante dezembro. O recuo foi atribuído aos subíndices de açúcar, óleos vegetais e carnes, que compensou o avanço de lácteos e cereais. O índice mensal ficou 7,3 pontos (6,2%) acima de janeiro do ano passado, mas permaneceu 35,3 pontos (22%) abaixo do pico atingido em março de 2022. O subíndice de preços dos Cereais registrou média de 111,7 pontos em janeiro, alta de 0,3 ponto (0,3%) ante dezembro, mas 8,2 pontos (6,9%) abaixo de dezembro de 2024. Segundo a FAO, os preços do trigo caíram ligeiramente, pressionados pela fraca demanda, apesar do impulso da oferta apertada na Rússia e das condições de safra piores no país, além da União Europeia e EUA. Contudo, o preço do milho avançou, superando os níveis do ano anterior pela primeira vez em dois anos. Os ganhos foram influenciados pela oferta apertada, pelas condições desfavoráveis na Argentina e pelo progresso lento na principal safra do Brasil (safrinha), além da revisão para baixo das estimativas de produção e estoque nos EUA. Entre outros grãos, os preços mundiais de sorgo e cevada aumentaram, embora o aumento da cevada tenha sido apenas marginal, disse a FAO. Enquanto isso, o Índice de Preços do Arroz da FAO caiu 4,7% em janeiro. O levantamento mensal da FAO também mostrou que o subíndice de preços dos Óleos Vegetais registrou média de 153 pontos em janeiro, queda de 9,1 pontos (5,6%) ante o mês anterior, mas ainda 24,9% acima do nível do ano anterior. A FAO atribuiu o recuo aos preços mais baixos do óleo de palma e de colza, enquanto as cotações do óleo de soja e de girassol permaneceram estáveis. Após subir por sete meses consecutivos, o óleo de palma caiu, em parte, por causa do racionamento da demanda. As cotações do óleo de soja permaneceram estáveis com apoio do clima desfavorável em partes dos países produtores de soja da América do Sul. Já o subíndice de preços da Carne da FAO teve média de teve média de 117,7 pontos em janeiro, baixa de 1,7 ponto (1,4%) ante dezembro, mas permaneceu 8,9 pontos (8,1%) acima do valor correspondente do ano passado. O declínio foi motivado pelos preços da carne ovina, suína e de aves, que superaram os aumentos da carne bovina, segundo a FAO. A carne ovina diminuiu com a demanda reduzida após os feriados de fim de ano. Enquanto isso, a carne suína caiu com as cotações mais baixas na União Europeia, após um surto de febre aftosa na Alemanha desencadear proibições de importação, resultando em oferta excedente. Já a carne de aves diminuiu com a ampla oferta, principalmente do Brasil, onde os preços competitivos da ração sustentaram a produção. Em contraste, a carne bovina aumentou, com a forte demanda de importação. O relatório mostrou, ainda, que o subíndice de preços de Lácteos teve média de 142,9 pontos em janeiro, alta de 3,3 pontos (2,4%) em relação a dezembro e 24,3 pontos (20,4%) acima do nível de janeiro de 2024. Segundo a FAO, as cotações de queijo aumentaram (7,6% mês a mês), com a crescente demanda em meio a uma produção em recuperação lenta e fortes vendas no varejo doméstico nos principais países produtores. Já os preços da manteiga continuaram a cair, apesar da crescente demanda na Europa e na Oceania. Os preços do leite em pó desnatado e integral também recuaram, com a recuperação da produção na Europa e a lenta demanda doméstica e de importação. De acordo com a instituição, o subíndice de preços do Açúcar teve média de 111,2 pontos em janeiro, queda de 8,1 pontos (6,8%) em relação ao mês anterior e 25,2 pontos (18,5%) abaixo do valor de janeiro de 2023, chegando ao menor nível desde outubro de 2022 (108,6 pontos). O declínio em janeiro ocorreu com as melhores perspectivas de oferta global para a atual temporada 2024/25, após um clima favorável no Brasil nos últimos meses, que favoreceu a cana-de-açúcar que será colhida a partir de abril, disse a FAO. Além disso, a decisão do governo da Índia de retomar as exportações de açúcar, após limitá-las desde outubro de 2023, exerceu pressão. [ad_2] Source link

Dia será marcado por temporais e muito calor; confira a previsão

[ad_1] Veja a previsão do tempo para as cinco regiões do país neste sábado (8): tem calor, temporais, pancadas de chuva e rajadas de vento. Sul Não chove no noroeste, oeste e sul do Rio Grande do Sul. Tempo firme também em Porto Alegre, com muito calor. Contudo, no norte do estado, precipitações em forma de pancadas, assim como em todo o Paraná e em Santa Catarina. Risco alto de temporais no centro-norte e leste paranaense. Sudeste Dia de sol e muito calor no Sudeste. O tempo continua firme no leste, nordeste e norte de Minas Gerais. Não chove e faz muito calor no norte do Rio de Janeiro e no Espírito Santo. Pancadas típicas de verão no noroeste e Triângulo de Minas, assim como no estado de São Paulo. Centro-Oeste Fim de semana abafado e com pancadas típicas de verão no Centro-Oeste. O sol predomina, as temperaturas sobem e faz calor. À tarde, a combinação de calor e umidade favorece a condição de pancadas fortes de chuva com raios e ventos moderados. Alerta no oeste e noroeste de Mato Grosso do Sul e no oeste e noroeste de Mato Grosso. Nordeste A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) estimula nuvens carregadas no centro-norte do Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, com risco alto de temporais. Dia abafado com sol, aumento de nuvens e calor. As pancadas podem ocorrer a qualquer momento do dia. Chuva moderada no litoral da Bahia, Alagoas, Pernambuco e Paraíba. Norte Sol entre nuvens e pancadas a qualquer momento entre o Acre, Rondônia, Amazonas, centro-norte do Tocantins, Roraima e Amapá. Risco alto para temporais com raios e ventos moderados a fortes. [ad_2] Source link

Inmet emite 2 alertas laranjas para tempestade e risco de acumulado elevado de chuva

[ad_1] O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois avisos de grande perigo por conta de tempestades no Sudeste. Um alerta laranja, válido até as 21h desta sexta-feira (7), refere-se ao risco de chuva de até 100 mm e ventos intensos (de 60 a 100 km/h), predominantemente em áreas de São Paulo, mas também no sul de Minas Gerais e pontos do Rio de Janeiro (veja mapa abaixo). As áreas do alerta de grande perigo para tempestade são: São Paulo Araraquara Bauru Campinas Itapetininga Litoral Sul Piracicaba Ribeirão Preto  Região Macro Metropolitana Região Metropolitana de São Paulo Vale do Paraíba  Minas Gerais Rio de Janeiro O segundo alerta laranja do Inmet indica perigo para grande acumulado de chuva até o fim do sábado (8) no sul de São Paulo e em áreas do Paraná e de Santa Catarina (veja abaixo). O aviso ali é sobre a possibilidade de até 100 mm de chuva em 24 horas, com risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamento de rios. Áreas do alerta laranja até o fim do sábado: São Paulo Itapetininga Litoral Sul Região Macro Metropolitana Paulista Região Metropolitana de São Paulo Paraná Região Metropolitana de Curitiba Santa Catarina Além desses novos avisos, ainda está mantido o alerta vermelho para onde de calor no Rio Grande do Sul, com validade até a próxima segunda-feira (10). Muitos municípios do estado já registraram nos últimos dias temperaturas acima de 40 °C. Também estão mantidos os avisos laranja e amarelo para chuvas intensas para áreas do Nordeste e do Norte, respectivamente. [ad_2] Source link

RS tem registros de perda total em lavouras de soja, diz Emater

[ad_1] Lavouras de soja semeadas em outubro no Rio Grande do Sul registram perda total em algumas regiões, principalmente no sul de Ijuí, em municípios como Coronel Barros, Joia e Boa Vista do Incra. Segundo relatório da Emater-RS, a “situação é crítica em diversas áreas do estado”, onde volumes de chuva de apenas 20 mm em janeiro causaram severos sintomas de estresse nas plantas, como murchamento e morte em reboleira. O monitoramento indica que 42% das lavouras estão em floração e outros 42% em enchimento de grãos, comparado a 41% e 29%, respectivamente, na semana anterior, mostrando avanço mais acelerado para a fase reprodutiva. A parcela em germinação ou desenvolvimento vegetativo recuou de 30% para 16% em uma semana. O ritmo está mais lento que em 2024, quando 37% das áreas ainda estavam em fase vegetativa nesta época. A previsão meteorológica para os próximos dias indica possibilidade de chuvas isoladas em algumas regiões, com volumes moderados na Campanha, Vale do Rio Pardo e partes do Alto Uruguai, variando entre 5 e 100 mm. Na Fronteira Oeste e Missões, “não são esperados volumes superiores a 5 mm”, o que deve manter o estresse hídrico das lavouras. Em Santa Rosa, técnicos relatam que “há danos irreversíveis à cultura, independentemente da época de semeadura”, com perdas quase totais em áreas de solo compactado ou com rochas expostas. A situação seria agravada pela baixa cobertura de seguros agrícolas devido a restrições e custos elevados. Na região da Campanha, “o porte das plantas continua abaixo do normal, com entrelinhas apenas parcialmente fechadas mesmo nas áreas em floração”. A área plantada de soja na safra 2024/25 no Rio Grande do Sul cresceu 1,54%, atingindo 6,81 milhões de hectares, com expectativa inicial de produtividade 13,17% maior, de 3.179 kg/ha. O clima quente e seco tem favorecido ataques de ácaros e tripes onde ainda há umidade adequada. Em São Borja, produtores recorrem a fertilizantes foliares e bioinsumos para estimular o desenvolvimento das plantas e mitigar efeitos do estresse hídrico. Na região de Ijuí, cerca de 50% da área localizada no centro-norte da região foi pouco afetada pela seca, enquanto ao sul, em municípios como Boa Vista do Incra e Salto do Jacuí, “as perdas são totais em lavouras semeadas em outubro”. No Baixo Vale do Rio Pardo e Centro Serra, a escassez hídrica afeta a cultura em sua fase reprodutiva, enquanto no Alto da Serra do Botucaraí, “as chuvas foram mais frequentes, mas de volumes variáveis”. [ad_2] Source link

Plataforma Abastece SP completa um ano e fecha R$ 680 milhões em negócios

[ad_1] A plataforma Abastece SP fechou R$ 680,9 milhões em negócios em 2024, aumento de 44% em relação ao registrado no ano anterior, segundo dados da Coordenadoria de Desenvolvimento do Agronegócio (Codeagro). O montante negociado é referente a 623 editais atendidos por meio da plataforma, que previam a compra de 168 produtos, como frutas, verduras, legumes e até queijos e iogurtes. De acordo com o secretário de Agricultura do estado de São Paulo, centenas de produtores paulistas foram beneficiados pela plataforma, que garantiu a compra de seus alimentos com preços acima dos praticados no mercado. A plataforma Abastece SP pode ser acessada pelo celular e tem como objetivo ser de fácil acesso e operação. O serviço, que entrou no ar em fevereiro de 2024, disponibiliza os editais públicos abertos, podendo ser acessados por produto ou por município, incentivando a compra de alimentos produzidos no estado de São Paulo. “A plataforma facilita a visibilidade dessas chamadas abertas, agregando conexão entre o agricultor e as instituições compradoras”, afirma a diretora do Departamento de Apoio ao Cooperativismo e Associativismo da Codeagro, Déia Rodrigues. Facilidade em encontrar os editais Segundo a diretora, antes da plataforma, a maior dificuldade do agricultor era justamente localizar os editais, seja por desconhecimento das oportunidades ou do manuseio das tecnologias. “O produtor rural que desconhece o Abastece SP tem um caminho muito maior para encontrar oportunidades de negócios por chamamento público. Normalmente, precisam se locomover até as prefeituras e as Casas da Agricultura, por exemplo, para conseguir os editais. A plataforma já facilita isso para ele, dispondo todas as informações com transparência e também permitindo a oferta dos produtos.” Ela lembra que a plataforma Abastece SP disponibiliza chamadas públicas no âmbito dos programas de compras institucionais, que podem ser atendidas pelos produtores rurais paulistas por meio de programas governamentais. Assim, há o estímulo da compra de produtos da agricultura familiar para compor a merenda de escolas públicas e, também, atender famílias cadastradas em situação de insegurança alimentar. Os produtos também são ofertados em hospitais, escolas, presídios, entre outras instituições públicas. [ad_2] Source link

Projeto de lei quer renegociação de dívidas rurais em até 20 anos

[ad_1] Os produtores rurais gaúchos têm sofrido há quatro safras seguidas com perdas causadas pela seca e, também, por enchentes. Por conta disso, muitos seguem afundados em dívidas e temem até largar a atividade. Uma saída para essa questão que aflige os agricultores pode ser o novo projeto de lei (PL 320/25) protocolado no Senado pelo senador Luis Carlos Heinze nesta quinta-feira (6). A proposta oferece condições para o pagamento das dívidas do setor agropecuário com prazo de até 20 anos para quitação e juros reduzidos. Além disso, propõe a securitização das dívidas agropecuárias, convertendo-as em títulos lastreados pelo Tesouro Nacional até o limite de R$ 60 bilhões. As operações de custeio, investimento e comercialização contratadas até 30 de junho de 2025, por exemplo, poderão ser incluídas no programa, com um teto de renegociação de R$ 5 milhões por CPF e dois anos de carência. “Nosso objetivo é dar um fôlego financeiro aos produtores que foram atingidos por eventos climáticos severos. Com esse projeto, garantimos um prazo maior para pagamento e taxas de juros reduzidas, permitindo que os agricultores possam continuar investindo em suas lavouras sem serem sufocados pelas dívidas”, destacou Heinze. Escala de juros Foto: Mapa Os juros propostos pelo PL 320/25 variam conforme o perfil do produtor: 1% ao ano para beneficiários do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf); 2% para o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp); e 3% para os demais produtores O projeto de lei também prevê bonificações para produtores que quitarem suas parcelas em dia, com desconto de 30% sobre cada parcela paga dentro do vencimento, limitado a R$ 100 mil, e 15% sobre valores que excederem esse montante. De acordo com o senador, a proposta é que os produtores securitizados também tenham acesso prioritário a linhas de crédito especiais para investimento e custeio rural. “Estamos incentivando o pagamento em dia com bonificações, porque queremos que os produtores consigam honrar seus compromissos sem comprometer sua produção. O desconto para quem paga em dia será um diferencial importante”, ressaltou. Como o projeto será viabilizado? Para viabilizar as ações do projeto de lei, a ideia é instituir o Fundo Garantidor para a Securitização das Dívidas Rurais (FGSDR), que será mantido por recursos dos próprios produtores, com a destinação de 0,2% da produção para o fundo. Além disso, contará com aportes de fundos constitucionais do Nordeste (FNE), do Centro-Oeste (FCO) e do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). Segundo o parlamentar, outro ponto importante do projeto é a criação de uma linha de crédito especial via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), voltada para recuperação de solo e investimentos em irrigação, com taxas de juros de até 5% ao ano. “A recuperação do solo e o investimento em irrigação são fundamentais para evitar novas perdas e garantir a produtividade. Com essa linha de crédito especial, o produtor terá condições de se preparar melhor para enfrentar os desafios climáticos futuros”, destacou Heinze. Proteção ao produtor A proposta do senador busca também garantir que os produtores não fiquem impedidos de acessar crédito bancário. O texto prevê que, em caso de novo evento climático, haverá prorrogação automática do pagamento por 12 meses, sem penalidades. Nesse sentido, as parcelas cobertas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) serão excluídas da renegociação. O senador defende que a medida é essencial para a recuperação do setor, especialmente no Rio Grande do Sul, que vem enfrentando adversidades climáticas recorrentes. “Este é um texto inicial que atende às necessidades dos produtores e preserva a produção de alimentos. O próximo passo é articular sua aprovação e realizar um trabalho de sensibilização junto ao governo federal”, finalizou. [ad_2] Source link

Mercado da soja já reage ao próximo relatório do USDA; veja cotações

[ad_1] A sexta-feira foi de poucas ofertas no mercado físico de soja do Brasil. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, apenas lotes pontuais foram negociados. Assim, os preços ficaram de estáveis a mais baixos no spot. No mercado futuro, os patamares ficaram estáveis, com eventuais altas ligadas aos fretes. A Bolsa de Chicago caiu. A volatilidade do dólar contribuiu para a oscilação no Brasil. Preços médios da soja no Brasil Passo Fundo (RS): seguiu em R$ 132 Região das Missões: baixou de R$ 133,50 para R$ 133 Porto de Rio Grande: estabilizou em R$ 132 Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 124,50 para R$ 124 Porto de Paranaguá (PR): decresceu de R$ 132 para R$ 131 Rondonópolis (MT): permaneceu em R$ 112 Dourados (MS): subiu de R$ 117 para R$ 118 Rio Verde (GO): caiu de R$ 114 para R$ 112 Bolsa de Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços em queda, reduzindo a alta semanal. Os agentes optaram por realizar lucros e se posicionar frente ao relatório de fevereiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na terça-feira (11). A previsão de retorno das chuvas na Argentina e no sul do Brasil e a estimativa de que a produção brasileira (174,8 milhões de toneladas, 14,8% acima da 2023/24, conforme estimativa da Safras & Mercado) poderá ficar acima das mais otimistas projeções contribuíram para a queda dos contratos. Relatório do USDA O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá, no seu relatório de fevereiro, indicar poucas alterações no quadro de oferta e demanda americano de soja, conforme projeção de Safras. Na avaliação do mercado, o órgão poderá elevar a estimativa de safra do Brasil e cortar a previsão para a Argentina. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em estoques americanos de 382 milhões de bushels em 2024/25. Em janeiro, a previsão do USDA foi de 380 milhões. Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 128,5 milhões de toneladas. Em janeiro, o número ficou em 128,4 milhões. O USDA deverá elevar a estimativa para a safra do Brasil de 169 milhões para 170 milhões de toneladas. Já a estimativa para a Argentina deverá ser reduzida de 52 milhões para 50,6 milhões de toneladas. Contratos futuros da soja Foto: Ministério da Agricultura Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 11,00 centavos de dólar ou 1,03% a US$ 10,49 1/2 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,65 1/2 por bushel, com perda de 10,25 centavos, ou 0,95%. Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 5,00 ou 1,63% a US$ 301,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 45,98 centavos de dólar, com alta de 0,58 centavo ou 1,27%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,47%, sendo negociado a R$ 5,7916 para venda e a R$ 5,7896 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7349 e a máxima de R$ 5,8079. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,75%. [ad_2] Source link

Confira como os preços da arroba do boi gordo terminaram a semana

[ad_1] O mercado físico do boi gordo fecha a semana apresentando calmaria e inexpressivo fluxo de negócios. Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, algumas indústrias passam a se ausentar da compra de gado, o que é bastante usual para uma sexta-feira. “A expectativa de curto prazo ainda é de alguma alta dos preços, mesmo que isso ocorra de maneira comedida. Até mesmo na Região Norte o mercado já apresenta maiores sintomas de estabilidade”, considera. De acordo com Iglesias, o bom escoamento da carne de boi ao longo da primeira quinzena do mês é uma variável chave para justificar essa maior propensão a reajustes no curto prazo. Preços médios da arroba do boi (a prazo) São Paulo: R$ 329,10 Goiás: R$ 306,25 Minas Gerais: R$ 314,71 Mato Grosso do Sul: R$ 312,95 Mato Grosso: R$ 322,42. Mercado atacadista Foto: Freepik O mercado atacadista apresenta preços firmes, ainda com perspectiva de alta das cotações no curto prazo, com boa perspectiva de reposição entre atacado e varejo, produto da entrada dos salários na economia. Por sua vez, é importante mencionar que haverá maior espaço para alta dos preços dos cortes dianteiro e da ponta de agulha, em linha com a população que permanece descapitalizada, assinalou Iglesias. O quarto traseiro segue precificado a R$ 25,00, por quilo. Já o quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50, por quilo. A ponta de agulha, por sua vez, permanece no patamar de R$ 17,80, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,47%, sendo negociado a R$ 5,7916 para venda e a R$ 5,7896 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7349 e a máxima de R$ 5,8079. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,75%. [ad_2] Source link