Inmet divulga alerta de tempestade de granizo com rajadas de até 60 km/h neste sábado

[ad_1] O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou aviso neste sábado (8) que chuvas de até 50 mm, com ventos intensos – pico de 60 km/h – e queda de granizo podem castigar algumas regiões pelo Brasil. O fenômeno tem potencial de causar estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos. O instituto informa que a região central de Goiás, quase todo o estado de Minas Gerais, leste do Mato Grosso do Sul, norte Paranaense, oeste baiano, sul do Tocantins e grande parte do estado de São Paulo, incluindo a capital, podem ser afetados pelas tempestades. Instruções Em caso de rajadas de vento, o Inmet reforça que as pessoas não se abriguem debaixo de árvores devido ao risco de queda e descargas elétricas, não estacionem veículos próximos a torres de transmissão e que evitem usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Mais informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil da sua região através do telefone 199 e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193). [ad_2] Source link

Produção brasileira de laranja em 2025/26 deve alcançar 13 milhões de toneladas

[ad_1] A área total de pomares de laranja estimada para 2025 no Brasil é de 590 mil hectares, estável ante 2024. O escritório do USDA projetou o consumo doméstico em 2025/26 em 2,5 milhões de toneladas. O volume estimado para o ciclo anterior é de 2,6 milhões de toneladas. A produção brasileira de suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) deve somar 1,01 milhão de toneladas em 2025/26, um aumento de 8,8% ante o ciclo anterior, segundo o escritório. Já as exportações devem crescer 9,11% na mesma comparação, para 953.840 toneladas. [ad_2] Source link

Consumo de frutas, café, chocolate e vinho reduz em até 23% o risco de síndrome metabólica

[ad_1] Uma dieta rica em alimentos como uva, morango, açaí, laranja, chocolate, vinho e café pode reduzir em até 23% o risco de síndrome metabólica (conjunto de alterações hormonais e no metabolismo que eleva o risco de o indivíduo desenvolver doenças cardiovasculares). Foi o que comprovou estudo realizado com mais de 6 mil brasileiros, o maior do mundo a associar os efeitos do consumo de polifenóis (compostos bioativos conhecidos por sua ação antioxidante e anti-inflamatória) na proteção de problemas cardiometabólicos. “Trata-se de uma boa notícia para quem gosta de frutas, chocolate, café e vinho, alimentos ricos nesses compostos. Embora a relação entre o consumo de polifenóis e a redução do risco de síndrome metabólica já ter sido identificada em estudos anteriores, ela nunca havia sido verificada em uma população tão grande [6.378 indivíduos] e ao longo de tanto tempo [oito anos]”, afirma Isabela Benseñor, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP). O trabalho integra o Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil), que monitora a saúde de 15 mil funcionários públicos de seis universidades e centros de pesquisa do país desde 2008. A iniciativa conta com financiamento do Ministério da Saúde e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Entre os 6.378 participantes analisados, 2.031 desenvolveram a síndrome metabólica. A condição é caracterizada pela combinação de pressão alta, obesidade abdominal, níveis sanguíneos elevados de açúcar (hiperglicemia), de triglicerídeos e de colesterol (dislipidemia). Geralmente, o diagnóstico é dado quando o indivíduo apresenta pelo menos três desses cinco fatores. A prevalência da síndrome metabólica está aumentando em proporções epidêmicas em todo o mundo. No Brasil, saltou de 29,6% em 2013 para 33% em 2022, apontam pesquisas previamente publicadas. “Pretendemos nos aprofundar, em futuros estudos, no papel dos polifenóis na proteção contra doenças cardiometabólicas. O que se sabe até agora são questões relacionadas ao poder anti-inflamatório e antioxidante desses compostos, além de uma possível influência positiva na microbiota intestinal”, destaca Benseñor, que coordena o ELSA-Brasil. Variedade de alimentos Existem mais de 8 mil tipos de polifenóis já identificados na natureza, sendo que os mais conhecidos e estudados são os ácidos fenólicos (presentes no café e no vinho), os flavonoides (frutas de forma geral, feijão e chocolate), as lignanas (sementes e laranja) e os estilbenos (uva roxa e vinho tinto). Para identificar quais substâncias os participantes da pesquisa consumiam regularmente, foram aplicados questionários. Verificou-se a frequência da ingestão de 92 alimentos ricos em diferentes classes de polifenóis. Os efeitos de diferentes métodos de cozimento e processamento foram levados em consideração para permitir medições precisas da ingestão desses compostos bioativos. Com base nessa análise, concluiu-se que um consumo elevado de polifenóis totais (469 miligramas por dia), proveniente de diferentes alimentos, diminuiu em 23% o risco de os indivíduos desenvolverem a síndrome metabólica, em comparação com aqueles que apresentaram um consumo mais baixo (177 mg/d). Uma redução similar do risco foi encontrada para o consumo de ácidos fenólicos, uma classe específica de polifenol abundante no café, vinho tinto e nos chás. Carnaúba explica que a quantidade de polifenóis associada à redução do risco de síndrome metabólica é referente ao valor total de consumo do composto, que é obtida a partir da ingestão de diversos alimentos. “A variedade alimentar importa, pois uma das justificativas para os efeitos benéficos dos polifenóis na saúde é a sua capacidade de modular a microbiota intestinal. Esse processo pode estimular o crescimento de bactérias benéficas, conhecidas como probióticas. Porém, quanto mais diversa for a alimentação e mais variadas forem as fontes de polifenóis na dieta, melhor é o efeito na microbiota intestinal e, consequentemente, na saúde do indivíduo”, pontua. De acordo com as análises, o consumo mais elevado de flavanol, uma subclasse de flavonoide, esteve associado com um risco 20% menor de desenvolver síndrome metabólica. Na população estudada, o consumo de flavanol se deu principalmente a partir do vinho tinto, que, sozinho, contribuiu com quase 80% da ingestão total deste composto. O chocolate também foi um contribuinte importante, já que determinou 10% do consumo de flavanol nesta população. O estudo também analisou o impacto dos polifenóis em outras questões cardiometabólicas relacionadas à síndrome metabólica, como hipertensão, resistência à insulina e triglicérides aumentados, por exemplo. “Os resultados mostraram que os efeitos dessas substâncias no metabolismo e nas questões cardíacas não são poucos. Independentemente de diversos fatores de risco para a doença, como sexo, idade, tabagismo e atividade física, aqueles que ingeriram mais polifenóis tiveram até 30 vezes menos chance de desenvolver pressão arterial elevada, 30 vezes menos chance de apresentar resistência à insulina e 17 vezes menos chance de ter triglicerídeos aumentados”, relata Carnaúba. [ad_2] Source link

oferta cresce e garante alívio ao consumidor

[ad_1] Em um cenário de alta nos preços dos alimentos, o feijão vai na contramão da inflação. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a saca dos melhores lotes de feijão carioca caiu de R$ 331 em janeiro de 2024 para R$ 220 no mesmo período de 2025 – uma redução de 33,5%. Esse movimento reflete o aumento da oferta do grão, impactando tanto a segurança alimentar quanto o mercado de commodities. Para Mauro Bortolanza, diretor-presidente da Kicaldo e presidente da Associação brasileira das indústrias de feijão (Abifeijão), essa queda nos preços amplia o acesso ao feijão sem comprometer sua importância econômica. “O feijão é mais do que um alimento básico. Ele é uma fonte acessível de proteína vegetal de qualidade, essencial para a dieta dos brasileiros”, destacou. Potencial do mercado A queda nos preços favorece o consumo e reforça seu papel estratégico no agronegócio. Apesar da diminuição na demanda nos últimos anos, o Brasil continua sendo um dos maiores produtores e consumidores globais. O recuo nos preços pode impulsionar as vendas no varejo, na indústria e no food service, tornando o feijão um protagonista ainda mais forte na alimentação brasileira. Sobre a Kicaldo Fundada no ano 2000, a empresa conta com uma distribuição superior a 20 mil toneladas de feijão por mês, em todo o território nacional, buscando as melhores safras do Brasil e do mundo. Seu portfólio inclui farináceos, grãos, açúcar mascavo e agora o feijão orgânico, uma nova aposta para atender à demanda crescente por alimentos sustentáveis. [ad_2] Source link

Arroba do boi gordo teve queda na semana mesmo com avanço das exportações de carne

[ad_1] O mercado físico do boi gordo apresentou cenários distintos de preços para a arroba ao longo da semana de acordo com a região do país. Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, Mato Grosso, São Paulo e Mato Grosso do Sul conviveram com algumas negociações realizadas acima da referência média e as escalas apresentaram algum avanço no decorrer da semana após a elevação dos preços. “Em Goiás e na Região Norte o que se observou foi uma relativa acomodação da oferta. Houve relatos de boa quantidade de fêmeas ofertadas, em especial nos estados de Tocantins e Rondônia, o que contribuiu para pressionar as cotações da arroba”, destacou. De acordo com Iglesias, o bom desempenho das exportações, ao longo de janeiro e neste início de fevereiro, também atua como um fator de sustentação para a arroba. Variação da arroba na semana Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil estavam assim no dia 7 de fevereiro: São Paulo (Capital): R$ 330, inalterado frente ao fechamento da última semana Goiás (Goiânia): R$ 305, queda de 3,17% perante os R$ 315 registrados anteriormente Minas Gerais (Uberaba): R$ 315, retração de 1,56% frente aos R$ 320 do período anterior Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 315, retração de 3,08% frente aos R$ 325 registrados na última semana Mato Grosso (Cuiabá): R$ 325, aumento de 1,56% frente aos R$ 320 da semana passada Rondônia (Vilhena): R$ 282, desvalorização de 2,76% frente aos R$ 290 Mercado atacadista Foto: Wenderson Araujo/CNA O mercado atacadista reagiu um pouco e chegou ao final da semana conseguindo reduzir as perdas observadas nos últimos dias. Conforme o analista de Safras & Mercado, a entrada dos salários na economia foi um fator positivo para este movimento. Porém, Iglesias ressalta que o perfil de consumo traçado para o período ainda leva a população a consumir proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, do ovo e dos embutidos. “Desta forma, haverá maior espaço para alta dos cortes do dianteiro bovino e da ponta de agulha em comparação aos cortes do traseiro bovino”. O quarto do dianteiro do boi foi cotado a R$ 17,80 o quilo, queda de 1,11% frente ao valor praticado no fechamento da semana passada, de R$ 18,00 o quilo. Já o quarto do traseiro do boi foi vendido por R$ 24,50 o quilo, queda de 3,92% frente aos R$ 25,50 por quilo registrados na semana anterior. [ad_2] Source link

Ciência inova na produção sustentável de arroz, reduzindo impacto ambiental

[ad_1] A produção de arroz enfrenta desafios ambientais significativos, especialmente devido às altas emissões de metano (CH4) associadas ao cultivo tradicional em áreas alagadas. No entanto, um estudo inovador liderado por pesquisadores da Esalq/USP, em parceria com a Embrapa e a University of Florida, pode transformar esse cenário. A pesquisa utilizou o modelo agrícola DSSAT – Sistema de Apoio à Decisão para Transferência de Agrotecnologia – para testar práticas de irrigação mais sustentáveis em condições subtropicais do Brasil. Em testes conduzidos ao longo de quatro safras no Rio Grande do Sul, os cientistas verificaram que a irrigação intermitente reduz as emissões de metano em até 80%, sem comprometer a produtividade. Além disso, a irrigação por aspersão se mostrou ainda mais eficiente, economizando água e garantindo altos rendimentos. Decision Support System for Agrotechnology Transfer O DSSAT é um conjunto de programas de computador para simulação do crescimento de culturas agrícolas. Ele tem sido usado em mais de 100 países por agrônomos para avaliar métodos agrícolas. Com ajustes inéditos no código do DSSAT, o estudo calibrou o modelo para simular emissões de metano em sistemas não alagados, fornecendo uma base científica sólida para práticas agrícolas sustentáveis. A pesquisa não só aponta caminhos para reduzir o impacto ambiental da produção de arroz no Brasil, mas também estabelece um novo padrão para a sustentabilidade do setor agrícola global. *Com informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) [ad_2] Source link

Gripe aviária faz preço da dúzia de ovos chegar a R$ 60 nos EUA

[ad_1] A gripe aviária tem causado problemas a população dos Estados Unidos. Desde o início do surto, há quase três anos, o vírus H5N1 exterminou cerca de 120 milhões de galinhas, perus e outras aves em 49 estados americanos, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês), resultando na diminuição da oferta de ovos e no aumento dos preços do produto. De acordo com a USDA, a gripe aviária altamente patogênica (HPAI) continua interrompendo as tentativas da indústria de retornar a um equilíbrio de oferta”, informa um relatório de janeiro. Escalada de preços Desde 2023, o preço médio de uma dúzia de ovos brancos grandes nos EUA tem subido. Em 2024, a dúzia custava R$ 24 e no ano anterior cerca de R$ 15. A doença também está se disseminando pelo rebanho leiteiro do país. Apenas na Califórnia, 500 rebanhos foram infectados, e outros 700 foram contaminados em outros estados, segundo o USDA. O vírus também infectou 61 pessoas nos EUA, segundo dados federais revelados pela Reuters. Em janeiro, uma vítima de 65 anos morreu devido a doença. [ad_2] Source link

Ex-funcionário de 100 anos é homenageado por empresa que produziu 1 milhão de retroescavadeiras

[ad_1] A JCB, fabricante de retroescavadeiras, comemorou a produção da sua milionésima unidade com uma homenagem ao centenário Ken Harrison, último membro vivo da equipe de produção original da multinacional de origem britânica. Harrison, que completou 100 anos em novembro de 2024, iniciou sua trajetória na JCB como soldador em 1952, quando a fábrica contava com apenas 29 funcionários. Ao longo de 36 anos de serviço, até sua aposentadoria em 1988, ele testemunhou o crescimento da empresa e o avanço das máquinas produzidas. Além de atuar na linha de produção, Harrison fez parte da Equipe de Demonstração da JCB nas décadas de 1950 e 1960, promovendo a marca na Europa. Sua dedicação inspirou 13 familiares a seguir seus passos, totalizando mais de 350 anos de trabalho acumulado pela família na empresa. Com mais de 75 anos de atuação, a JCB é uma das maiores fabricantes de equipamentos para construção do mundo. Há mais de 20 anos no Brasil, possui uma fábrica no município de Sorocaba (SP), que atende o mercado local e a América Latina. Retroescavadeira JCB de última geração [ad_2] Source link

Desenvolvimento Agrário destinará 5 t de alimentos aos afetados pelas enchentes em SP

[ad_1] A doação será realizada através do Banco Ceagesp de Alimentos (BCA). Alimentos como batatas, tomates, abóboras, berinjelas, mangas, entre outros poderão ser retirados pelos moradores na Sociedade Amigos de Vila Mara. A organização promove assistência social, programas recreativos, educacionais, esportivos, e culturais. A entrega ocorrerá a partir das 10h. A instituição fica na rua Salvador Fernandes Cárdia, 1037- Vila Mara São Miguel Paulista. Ceagesp A Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo é uma empresa pública federal, sob a forma de sociedade anônima, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, e representa um importante elo na cadeia de abastecimento de produtos hortícolas. [ad_2] Source link

Nova tecnologia transforma subproduto do etanol de milho em biocombustível para aviação

[ad_1] Uma pesquisa do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP), encontrou formas de transformar o óleo de destilação do etanol de milho (DCO) em combustíveis renováveis, como bioquerosene para aviação e diesel verde. O estudo, publicado na Nature Communications, detalha a estrutura e o funcionamento de uma enzima natural capaz de gerar hidrocarbonetos similares aos obtidos nas refinarias de petróleo. A enzima identificada pelo Laboratório Nacional de Biorrenováveis (LNBR) do CNPEM tem um diferencial importante para que o DCO (do inglês distillers corn oil) assuma um papel de destaque na indústria de combustíveis avançados como diesel verde e bioquerosene para aviação: é altamente eficiente e suporta altas temperaturas, o que permite sua aplicação direta nesse coproduto da produção de etanol de milho — atualmente subaproveitado. Imagem da enzima transformando óleo de milho em hidrocarboneto. As cores representam os átomos: vermelho para oxigênio, azul-escuro para nitrogênio, verde-azulado para carbono e rosa para ferro A enzima é capaz de atuar no processamento do DCO, uma matéria prima ácida com alto teor de ácidos graxos livres. Ela faz a descarboxilação do DCO, removendo oxigênio de ácidos graxos, transformando-os em moléculas muito semelhantes às obtidas no processo de refino do petróleo. Além de combustível, os compostos resultantes podem ser usados na produção de plásticos, cosméticos e outros produtos industriais. Produção de DCO nas indústrias de etanol No Brasil, em 2023, foram produzidas 145.700 toneladas de DCO nas indústrias de etanol de milho, que poderiam ser utilizadas para produção de combustível. Em âmbito global, a produção do DCO é estimada em 4,3 milhões de toneladas por ano. O CNPEM é pioneiro nos estudos sobre o aproveitamento da matéria-prima na produção sustentável de hidrocarbonetos usando enzimas. Para a aplicação industrial ainda há etapas a serem vencidas, mas a descoberta representa um passo importante para que a tecnologia seja licenciada. “O grande desafio era encontrar uma enzima que pudesse trabalhar diretamente com materiais brutos e variados, como subprodutos e/ou coprodutos industriais. Não só identificamos essa enzima, mas também elucidamos completamente seu modo de ação e entendemos que características a deixaram extremamente eficiente para atuar no DCO”, explica a pesquisadora Letícia Zanphorlin, do CNPEM, que liderou o estudo. Para chegar a essas informações, os pesquisadores transformaram a enzima em cristais para que sua estrutura atômica fosse revelada por cristalografia de proteínas realizada na linha de luz Manacá, do Sirius, acelerador de partículas de 4ª geração do CNPEM, um dos três em atividade no mundo e o maior equipamento científico do país. Além do impacto científico, a descoberta tem implicações reais no desenvolvimento sustentável. No Brasil, o etanol de milho é uma indústria crescente, especialmente no Centro-Oeste, onde o milho é plantado entre as safras de soja, sem necessidade de novas áreas agrícolas. Cadeia valor do milho O óleo gerado na produção de etanol de milho, que atualmente tem pouca aplicação comercial, agora pode ser convertido em combustível para transporte de longas distâncias, aumentando o retorno econômico da cadeia produtiva, e contribuindo para a circularidade do setor. “O CNPEM tem apostado em soluções que prezam pela sustentabilidade de uma maneira mais ampla, indo além da redução das emissões de gases de efeito estufa, e incluindo questões relacionadas ao uso responsável dos recursos naturais e manutenção do equilíbrio dos ecossistemas”, ressalta o diretor do LNBR, Eduardo Couto. “A tecnologia agrega valor à cadeia do milho e fortalece a sustentabilidade. Essa cadeia gera o etanol, o DDGS (do inglês, “Distiller’s Dried Grains with Solubles”) e o DCO. O DGGS já vira ração animal, e agora o óleo residual pode ganhar uma destinação importante que é o SAF (combustível sustentável para aviação)”, explica Letícia. Ela também destaca o potencial de outras matérias-primas, como babaçu e macaúba, que estão no radar para estudos futuros. *Sob supervisão de Victor Faverin [ad_2] Source link