Projeções para a soja atualizadas; confira os números para 2025

[ad_1] A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) divulgou suas novas projeções para o balanço de oferta e demanda do complexo da soja em 2025, apresentando números recordes. Segundo as informações fornecidas, a produção do grão se manteve em 171,7 milhões de toneladas, enquanto o esmagamento teve um leve aumento de 0,7%, projetando-se um total de 57,5 milhões de toneladas. A produção de farelo e óleo de soja também permaneceu estável, devendo alcançar, respectivamente, 44,1 milhões de toneladas e 11,4 milhões de toneladas. Em relação às exportações, as projeções mantiveram-se estáveis, com a expectativa de novos patamares históricos. A previsão é de que o Brasil exporte 106,1 milhões de toneladas de grãos, mantendo a liderança mundial. O farelo de soja deve registrar exportações de 23,6 milhões de toneladas, um aumento de 3,1%, enquanto o óleo de soja deverá exportar cerca de 1,1 milhão de toneladas, com um crescimento de 4,8%. A previsão também aponta para um aumento nas importações de óleo de soja, que deverão atingir 200 mil toneladas, e nas importações de soja, que devem somar 500 mil toneladas para atender ao mercado interno. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Dados da soja até o fim de 2024 Os dados consolidados até dezembro de 2024 indicam resultados positivos para o setor, com a produção de soja mantendo-se estável em 153,5 milhões de toneladas. Já o esmagamento foi revisado positivamente para 55,4 milhões de toneladas, marcando um aumento de 0,7%, impulsionado pela crescente demanda por biodiesel, que elevou a oferta de óleo no mercado. O aumento no esmagamento também reflete na produção de farelo de soja, essencial para a cadeia de proteína animal, tanto para exportação quanto para o consumo interno. A produção de farelo de soja seguiu a tendência de crescimento do esmagamento, com aumento de 0,7%, totalizando 42,8 milhões de toneladas. A produção de óleo de soja, por sua vez, deverá crescer 0,5%, atingindo 11,1 milhões de toneladas. Esse aumento na oferta de farelo de soja tem se mostrado fundamental para atender à crescente demanda por alimentos. No processamento mensal, em dezembro de 2024, o volume processado foi de 4,2 milhões de toneladas, um aumento de 1,8% em relação a novembro, e 8,2% superior ao registrado em dezembro de 2023, ajustado pelo percentual amostral de 90,6%. No acumulado de 2024, o processamento cresceu 2,3% em relação ao mesmo período de 2023, considerando os ajustes realizados. [ad_2] Source link
Preço dos alimentos cai em entrepostos de MG e SP em janeiro

[ad_1] Os entrepostos de São Paulo e Minas Gerais registraram queda nos preços dos alimentos em janeiro de 2025, conforme levantamento da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) e das Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (CeasaMinas). O Índice de Preços Ceagesp encerrou o mês com variação de -5,52%, acelerando a queda em relação a dezembro (-3,26%). No mesmo período do ano passado, o índice variou -0,31%. Com esse resultado, o acumulado do ano ficou em -5,52%, enquanto o índice de 12 meses registrou +3,66%. Segundo Thiago de Oliveira, chefe da Seção de Economia da Ceagesp, fatores como sazonalidade e condições climáticas impactam os preços. “Vários aspectos influenciam os preços dos produtos, como a sazonalidade, que faz com que a oferta de produtos comercializados varie ao longo do ano, dependendo das épocas de plantio e colheita”, explica. Em Minas Gerais, frutas puxam queda de preços Na CeasaMinas, o preço do grupo de hortigranjeiros caiu 2% em janeiro, na comparação com dezembro. A retração foi impulsionada por queda nos preços dos ovos (-5,5%) e das frutas (-5,4%). Por outro lado, as hortaliças registraram alta de 4,2%, devido à entressafra de alguns produtos e às chuvas. “O mês de janeiro costuma ter menor demanda por frutas devido às férias escolares. Além disso, produtos como limão tahiti, banana nanica e mamão estavam em safra, garantindo boa oferta e preços mais baixos ao consumidor”, explica Ricardo Martins, chefe da Seção de Informações de Mercado da CeasaMinas. Dentre as frutas, os maiores recuos foram: Morango: -33,5% (de R$ 18,54 para R$ 12,32/kg no atacado) Banana nanica: -10,4% (de R$ 3,07 para R$ 2,75/kg) Limão tahiti: -28,1% (de R$ 3,13 para R$ 2,25/kg) A tendência, segundo especialistas, é de estabilidade nos preços à medida que a colheita avança e a oferta se normaliza. [ad_2] Source link
Dr. Agro debate sobre a macroeconomia da soja na Abertura da Colheita, em MT

[ad_1] Durante a Abertura Nacional da Colheita da Soja, evento realizado em Santa Carmem, Mato Grosso, Marcos Fava Neves, mais conhecido como Dr. Agro e fundador da Harven Agribusiness School abordou temas essenciais sobre a macroeconomia da soja, com foco na relevância do setor para o Brasil e o mundo. Em uma apresentação com dados e reflexões sobre o setor, Fava Neves destacou o crescimento da produção de soja no Brasil, que continua a se expandir rapidamente. Nos últimos 20 anos, a produção global de soja aumentou de 200 milhões para 400 milhões de toneladas, enquanto o Brasil passou de 50 milhões para 155 milhões de toneladas. A área cultivada também registrou um crescimento impressionante, de 35 milhões de hectares em 2017 para 47 milhões de hectares nesta safra. Esses números evidenciam a competitividade do setor agrícola brasileiro no cenário global. A soja e a economia A soja representa mais do que uma commodity estratégica para o Brasil: ela é um tópico fundamental na geração de renda. Nos últimos 120 dias, os produtores brasileiros de soja geraram 292 bilhões de reais, um número que destaca a importância dessa cultura para a economia nacional. Marcos Fava Neves, durante sua fala, parabenizou os produtores, reconhecendo o grão como uma das maiores contribuições para a economia do país, especialmente em um momento em que o ”país só quer gastar.” Futuro da soja O futuro da soja no Brasil é promissor. Nas próximas décadas, o país deve alcançar uma produção de 241 milhões de toneladas, o que representará metade da produção mundial de soja. Esse cenário coloca o Brasil como líder global, com uma participação relevante na soja consumida em todo o mundo. A expansão da área cultivada será um fator para atender à crescente demanda global, especialmente em países da Ásia. Estima-se que o Brasil aumente em 16 milhões de hectares a área dedicada à soja nos próximos 10 anos, uma previsão que posiciona o país como o grande produtor e exportador mundial da commodity. Biocombustíveis Outro ponto abordado por Neves foi o crescimento da produção de biodiesel a partir da soja. A conversão de soja em biodiesel está crescendo a uma taxa de 7% ao ano até 2027, ampliando a demanda por soja e fortalecendo a posição do Brasil como um dos principais produtores de energia renovável. Além de beneficiar o setor de biocombustíveis, a produção de biodiesel também favorece o mercado de carnes, ao gerar mais farelo e permitir um ciclo mais eficiente da agricultura. A gestão do sojicultor Apesar dos desafios econômicos, cambiais e políticos, o evento destacou que os produtores de soja devem estar preparados para lidar com a volatilidade do mercado. A gestão eficiente, o uso de tecnologias de precisão e a adoção de práticas sustentáveis são essenciais para garantir a competitividade do setor. A decisão de quando comprar insumos e vender a safra será crucial para o sucesso de cada produtor. Em sua conclusão, Marcos Fava Neves parabenizou os produtores pela contribuição à economia brasileira, ressaltando que o agronegócio nacional está em constante evolução. Foi destacado que o futuro da soja é promissor, sustentado pelo crescimento da demanda global, pela inovação tecnológica e pela adoção de boas práticas agrícolas. [ad_2] Source link
20 anos desde a criação da primeira Associação dos Produtores de Soja do Brasil!

[ad_1] Foto: Aprosoja MT Neste mês de fevereiro, a Aprosoja Mato Grosso comemora 20 anos de dedicação aos produtores rurais de todo o Brasil e do estado. A celebração ocorreu durante a Abertura Nacional da Colheita da Soja, em Santa Carmem (MT). Com 32 núcleos regionais e mais de 8,9 mil associados, a entidade se consolidou ao longo dessas duas décadas como uma referência no fortalecimento do setor produtivo local. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Carlos Sfreddo, co-fundador da Aprosoja MT, destaca que a entidade foi pioneira no país, sendo a primeira associação estadual de produtores de soja vinculada à Aprosoja Brasil. Ele enfatiza que a criação da associação foi uma resposta à necessidade de representação e atendimento às demandas dos produtores. “Nosso objetivo foi criar uma organização capaz de atuar de forma coletiva, representando e atendendo às necessidades do setor”, conta. Sfreddo também destaca a relevância de dois projetos desenvolvidos pela Aprosoja MT: o programa de classificação de grãos, que trouxe maior transparência e segurança ao produtor, e as ações voltadas à logística, essenciais para otimizar o transporte no estado. Ivanor Cella, associado do núcleo de Lucas do Rio Verde, relembra o impacto do movimento Grito do Ipiranga, iniciado em 2006, que uniu produtores de vários estados e fortaleceu a atuação da Aprosoja MT. Ele reforça que a união dos produtores e a participação ativa na entidade foram fundamentais para as conquistas alcançadas ao longo dos anos. Eliane Poletto, uma das primeiras mulheres a se associar, destaca a importância da Aprosoja MT em seu desenvolvimento pessoal e profissional. Ela menciona programas como o Classificador Legal e o Soja Legal, que ajudaram a garantir maior segurança e eficiência no setor. “A união dos produtores foi essencial para que essas conquistas se tornassem realidade”, conclui. [ad_2] Source link
Projetos no Congresso devem derrubar decreto que dá poder de polícia à Funai

[ad_1] A bancada da agropecuária articula uma proposta de Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para sustar o decreto presidencial que regulamenta o exercício de poder de polícia pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) em terras indígenas e em áreas de restrição usadas para a proteção dessa população. Segundo o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), há pelo menos 14 propostas de PDLs protocoladas na Câmara dos Deputados e no Senado para sustar o decreto presidencial. “Já pedimos ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), regime de urgência para que possamos resolver isso o mais rápido possível. O Executivo não pode achar que faz um decreto inconstitucional e que vamos ficar quietos. Vamos derrubá-lo o mais rápido possível”, defendeu Lupion. Lupion classificou o decreto presidencial como “absurdo”. “Já foi feito por decreto, porque (o governo) sabe que legalmente é impossível passar isso dentro do Congresso. O decreto dá atribuições à Funai que não são da sua competência, não são do seu rol de atribuições ou de sua responsabilidade”, criticou. A bancada da agropecuária alega que, com a medida, a Funai terá a prerrogativa para atuar e aplicar sanções em áreas com processos de demarcação ainda em fase de análise. De acordo com o decreto, a Funai tem poder de polícia para a prevenção e a dissuasão da violação ou da ameaça de violação a direitos dos povos indígenas; a prevenção e a dissuasão da ocupação ilegal de terceiros em terras indígenas e a execução do consentimento de polícia, nos casos previstos em lei. A Funai poderá interditar ou restringir o acesso de terceiros a terras indígenas; expedir medida cautelar a infratores com prazo para cessação de condutas ou retirada voluntárias; determinar a retirada compulsória de terceiros das terras indígenas, e restringir o acesso e o trânsito de terceiros nas terras indígenas e nas áreas em que se constate a presença de indígenas isolados, entre outros. Para Lupion, o decreto presidencial aumenta a insegurança jurídica no campo. “Esse decreto gera uma verdadeira milícia usada politicamente no campo do interior do Brasil”, criticou. [ad_2] Source link
Pequenos negócios sergipanos são impulsionados na Sealba

[ad_1] A Sealba, maior feira do agronegócio da região que engloba parte de Sergipe, Alagoas e Bahia, movimentou o mercado sergipano com rodadas de negócios e incentivo à comercialização de produtos locais. Durante quatro dias, o evento movimentou o setor com rodadas de negócios, comercialização de produtos locais e debates sobre o futuro do agro. O Sebrae promoveu conexões estratégicas entre pequenos empreendedores e novos mercados, impulsionando o desenvolvimento regional. As rodadas de negócios conectaram produtores rurais a bares, restaurantes, minimercados e hotéis, ampliando oportunidades de mercado. O evento também contou com o Mercado Sebrae, espaço que destaca produtos exclusivos de pequenos negócios apoiados pela instituição. Empreendedorismo feminino em destaque Durante o evento teve o painel “Sealba Para Elas” que abordou o fortalecimento das mulheres no agronegócio. A superintendente do Sebrae Sergipe, Priscila Felizola, participou ativamente da discussão e destacou a importância de programas que promovem o empoderamento feminino, especialmente no agronegócio, que desempenha um papel fundamental na economia brasileira. “Participamos desse grande encontro “SEALBA para Elas”, que tem por objetivo fortalecer, cada vez mais, o empreendedorismo feminino voltado ao agronegócio. E o Sebrae, que é parceiro desse setor, vem agindo de forma ativa em todas as ações para o empreendedorismo feminino avançar e estamos, inclusive, realizando, no dia 21 de março, o grande encontro “Agro Delas”, onde reuniremos nomes de destaque nacional para fazer capacitações e networking com todas essas mulheres que atuam diretamente no agronegócio sergipano”, comentou Priscila. A Sealba consolidou-se como um evento estratégico para o crescimento dos pequenos negócios, deixando um legado de oportunidades e inovação para a economia sergipana. “A participação nesses encontros abre nossa mente e fortalece nosso trabalho no campo”, destacou Kátia Regina Cruz, produtora rural. Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo Se você é micro ou pequeno produtor rural e deseja abrir as portas do seu negócio de forma sustentável, assista e participe do programa Porteira Aberta Empreender. O programa é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você, micro e pequeno produtor rural, descobrir soluções, produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp. Confira onde assistir ao programa No dia 13 de fevereiro, assista ao Porteira Aberta Empreender em um destes canais: Canais disponíveis para assistir ao programa Porteira Aberta Empreender, às quintas-feiras, às 17h45, e aos domingos, às 7h30. Acesse aqui e confira temas abordados como Acesso ao Crédito e Indicação Geográfica. [ad_2] Source link
Terceira reestimativa da safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de SP e MG prevê produção de 228,52 milhões de caixas – CitrusBR

[ad_1] Redução da taxa de queda e crescimento do tamanho dos frutos da quarta florada explicam aumento em relação à reestimativa anterior A terceira reestimativa da safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de SãoPaulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, divulgada pelo Fundecitrus nesta segundafeira (10), aponta que a produção da temporada deve ser de 228,52 milhões decaixas de laranja de 40,8 kg, 2,4% maior do que a quantidade estimadaanteriormente, 223,14 milhões de caixas, divulgada em dezembro. No entanto, ovolume ainda é 1,7% menor do que a projeção inicial, de 232,38 milhões, previstaem maio. As chuvas dos últimos dois meses foram bem distribuídas em todas as regiões,superando as previsões e mesmo a média histórica em dezembro, o que contribuiudiretamente para o aumento do tamanho dos frutos da quarta florada,principalmente das variedades Pera e Natal. Considerando todas as variedades, são necessários 258 frutos para compor umacaixa de 40,8 kg, indicando três frutos a menos em comparação à reestimativa feitaem dezembro. Assim, o peso médio das laranjas de primeira, segunda e terceirafloradas permanece projetado em 161 gramas, enquanto os frutos da quartaflorada registraram um aumento de 20 gramas em relação à reestimativa dedezembro, atingindo 146 gramas. Como a maior parte da produção que ainda serácolhida é proveniente da quarta florada, cuja emissão ocorreu tardiamente, osfrutos deverão ser colhidos com 158 gramas na média geral, duas gramas a maisdo que o previsto anteriormente. Outro fator que influenciou o aumento da safra em relação à reestimativa anteriorfoi a redução da taxa de queda das variedades Valência, Folha Murcha e Natal de19% na reestimativa de dezembro para 18% nesta. A diminuição da taxa de quedaestá relacionada à colheita antecipada dos frutos das duas primeiras floradas e àmenor quantidade de frutos nas árvores em relação às safras passadas nesteperíodo da temporada. Estima-se que, até meados de janeiro, cerca de 89% da produção tinha sidocolhida. As laranjas das variedades precoces já foram colhidas praticamente emsua totalidade, enquanto ainda restam 15% da produção da variedade Pera Rio,16% das variedades Valência e Folha Murcha e 10% da variedade Natal para seremcolhidas até o final da safra. A Pesquisa de Estimativa de Safra (PES) é realizada pelo Fundecitrus em parceriacom o Departamento de Ciências Exatas, FCAV/Unesp Campus Jaboticabal. Confira o relatório completo: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/0225_Reestimativa_da_Safra_de_Laranja.pdf Confira o relatório em inglês: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/0225_Orange_Crop_Forecast_Update.pdf ASSESSORIA DE IMPRENSA REBECA COME TERRA / FUNDECITRUSDaniele Merola (assessoria@rebecact.com.br): (16) 99770-6740Rafael de Paula (rafael@rebecacometerra.com.br): (14) 99717-2081 [ad_2] Source link
inflação nos EUA e serviços no Brasil são destaques do mercado hoje; ouça análise

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a alta de 0,76% do Ibovespa, impulsionado pelo varejo, enquanto o dólar caiu 0,31%, a R$ 5,76. O IPCA de janeiro subiu 0,16%, com pressão de alimentos e transportes, mas a queda na energia elétrica aliviou o índice. Nos EUA, Trump confirmou tarifas sobre aço e alumínio, elevando os Treasuries. Hoje, atenção ao CPI americano e à PMS no Brasil, que deve indicar alta de 3,2% no setor de serviços em 2024. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link
Temporais em três regiões e nova onda de calor marcam o dia

[ad_1] Pancadas de chuva no Sul dão um refresco à estiagem em solo gaúcho. No Norte e Nordeste, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) leva temporais. Confira a previsão para todo o país: Sul A frente fria se desloca lentamente pela costa do Rio Grande do Sul, canalizando a umidade da Amazônia. Com isso, as pancadas de chuva voltam a se espalhar pelos três estados da Região. Chance de temporais na metade sul gaúcha, onde a chuva vem a qualquer momento. Também chove forte pelo interior paranaense e em Santa Catarina a partir da tarde. As temperaturas seguem altas e o calor predomina em todo o Sul. Sudeste Dia marcado por mais nuvens e pancadas de chuva que podem vir desde o fim da manhã na metade oeste de São Paulo e no Triângulo Mineiro. Na capital paulista, o sol aparece, mas pode chover isolado durante a tarde. Já no Rio de Janeiro, Espírito Santo e em grande parte de Minas Gerais, predomínio de tempo firme com sol aparecendo entre variações de nebulosidade. Uma nova onda de calor se inicia em parte do Sudeste, sobre os estados do Rio de Janeiro, centro-sul do Espírito Santo, Vale do Paraíba e centro-oeste e norte de Minas Gerais. Centro-Oeste Dia com mais nebulosidade e chuva que pode chegar a partir do fim da manhã em Mato Grosso, centro-norte de Mato Grosso do Sul e em Goiás, que pode ganhar força durante a tarde. Na metade sul de Mato Grosso do Sul, pancadas com trovoadas entre tarde e noite. O tempo segue abafado nos três estados da Região. Nordeste A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém o tempo instável e com chuva desde o Rio Grande do Norte até o Maranhão, onde pode chover forte e não se descartam alguns temporais. Na costa leste, chuva isolada devido ao transporte de umidade do oceano em direção ao continente, enquanto no sertão o sol predomina entre algumas nuvens passageiras. Uma nova onda de calor começa a atuar entre o interior da Bahia, oeste de Pernambuco e leste do Piauí. Norte A ZCIT contribui para os temporais no Amapá e norte do Pará. Nas demais áreas da Região, a combinação de calor e a alta umidade favorece para pancadas de chuva moderadas a fortes, com risco de temporal no Amazonas e no Acre. [ad_2] Source link
SRB propõe medidas ao governo para conter alta dos alimentos

[ad_1] A Sociedade Rural Brasileira (SRB) enviou um documento ao governo federal com sugestões para conter a alta dos preços dos alimentos. O material foi encaminhado à Presidência da República, Vice-Presidência, Ministério da Fazenda, Ministério da Agricultura e Ministério do Desenvolvimento Agrário (Mapa), destacando a necessidade de políticas econômicas e institucionais que garantam maior estabilidade ao setor agropecuário. No documento, assinado pelo presidente da SRB, Sérgio Bortolozzo, a entidade ressalta que fatores como custos de produção, logística, armazenagem e o cenário econômico e climático influenciam diretamente os preços dos alimentos. Principais propostas da SRB Controle fiscal – Redução dos gastos públicos, valorização da moeda e queda da taxa de juros. Apoio ao produtor – Melhores condições de acesso ao crédito rural e seguro agrícola. Redução de custos – Regulamentação da Lei de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) para aliviar os gastos da produção. Infraestrutura e armazenagem – Recriação do Empréstimo do Governo Federal (EGF) para incentivar o armazenamento de grãos e evitar a venda abaixo do custo de produção. A SRB reforça que o setor produtivo precisa de segurança para continuar abastecendo o mercado com eficiência e competitividade. “O produtor rural brasileiro, como qualquer cidadão, espera produzir com segurança e contribuir para a oferta de alimentos acessíveis”, diz o documento. A entidade se colocou à disposição do governo para colaborar com subsídios técnicos e aprofundar o debate sobre as medidas propostas. [ad_2] Source link