Alckmin defende cotas de isenção para exportação de aço aos EUA

[ad_1] O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, defendeu, nesta quarta-feira (12), o estabelecimento de cotas de isenção para o aço e alumínio enviados para os Estados Unidos. Dessa forma, o Brasil poderia exportar determinada quantidade de aço e alumínio sem pagar a íntegra da taxação. Alckmin disse ainda que vai procurar as autoridades norte-americanas para negociar os termos da taxação de 25% sobre as importações impostas pelo presidente Donald Trump. “Sempre é um bom caminho a gente buscar o ganha-ganha”, defendeu Alckmin após evento no Palácio do Planalto. O vice-presidente lembrou que os Estados Unidos têm um superávit de US$ 7,2 bilhões com o Brasil, ou seja, vendem mais bens e serviços do que compram. Além disso, segundo ele, a taxa de importação final do Brasil para produtos norte-americanos é baixíssima, de 2,7%, já que muitos produtos importados têm alíquota zero, como máquinas e equipamentos. “Então, nós vamos dialogar para buscar um bom entendimento. Não tem guerra tributária, tem entendimento baseado no interesse público”, reafirmou. “[A taxação] não foi contra o Brasil. A alíquota que foi imposta foi para o mundo inteiro. Então, ela não foi discriminatória. Estados Unidos são um importante parceiro comercial do Brasil, não é o maior, o maior é a China, mas é para ele que nós exportamos [equipamentos com] valor agregado, avião, equipamentos, e de outro lado, é o maior investidor no Brasil”, ponderou Alckmin. Durante o seu primeiro mandato, Donald Trump impôs tarifas sobre o aço e o alumínio, mas depois concedeu cotas de isenção para parceiros, incluindo Canadá, México e Brasil, que são os principais fornecedores desses produtos para os Estados Unidos. Segundo o vice-presidente, a intenção é tentar manter as cotas como o Brasil tem hoje. “Isso é do cotidiano. Todo dia você tem essas questões de alteração tarifária. O caminho é o diálogo e nós vamos procurar o governo norte-americano para buscar a melhor solução”, afirmou Alckmin. Reciprocidade Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, na semana passada, que o Brasil pode aplicar a lei da reciprocidade, aumentando as taxas de produtos estadunidenses consumidos pelo Brasil. “O mínimo de decência que merece um governo é utilizar a lei da reciprocidade”, disse em entrevista a rádios de Minas Gerais. Segundo dados da Administração de Comércio Internacional do governo dos EUA, o Brasil foi o segundo maior fornecedor de aço para o país em 2024, perdendo apenas para o Canadá. Já um levantamento do Instituto do Aço Brasil, com base em dados oficiais do governo brasileiro, mostra que os EUA foram o principal destino do aço do país, representando 49% de todo o aço exportado pelo país em 2023. [ad_2] Source link
Meia tonelada de defensivos agrícolas proibidos no Brasil é apreedida

[ad_1] Ação coordenada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Receita Federal do Brasil apreendeu 500 kg de defensivos agrícolas de origem estrangeira com entrada irregular no país. A operação ocorreu na BR-163, no perímetro urbano do município de Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso. A abordagem foi realizada em uma caminhonete Fiat Strada, onde os agentes identificaram sacos rotulados como fertilizantes. No entanto, ao verificarem o conteúdo, constataram que se tratava dos defensivos sem registro de uso no Brasil. O uso desse tipo de produto representa um grave risco à saúde pública e ao meio ambiente, devido à falta de certificação e à proibição de sua importação. O condutor, o veículo e a carga foram encaminhados à Delegacia da Polícia Judiciária Civil em Lucas do Rio Verde para os procedimentos cabíveis. [ad_2] Source link
Quebra de safra de noz-pecã no RS pode chegar a 40% em 2025

[ad_1] A safra de noz-pecã do Rio Grande do Sul pode ter quebra de 40% da safra, estima o Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan). A projeção é de que sejam colhidos entre quatro a cinco mil toneladas. “Após perdas devido às enchentes de maio, logo após a abertura oficial da colheita, os produtores de pecã enfrentam outro desafio: forte calor e chuvas insuficientes”, diz a entidade em nota. No comunicado, o presidente do IBPecan, Claiton Wallauer, conta que a entidade busca um regime tributário diferenciado para a pecã, “a exemplo do que foi conquistado pelos produtores de oliveiras e azeites de oliva e que passou a valer a partir de janeiro deste ano, com redução de 12% para 4% no ICMS”. O assunto foi tema de uma reunião entre o IBPecan e o secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul (Sedec), Ernani Polo. “O argumento do instituto é de que este tratamento tributário incentivaria os produtores a ingressarem na formalidade e traria mais competitividade à pecã frente a outras nozes e castanhas, bem como maior ingresso de receitas, com o aumento do consumo”, disse o IBPecan. Maior produtor de noz-pecã do Brasil Conforme a entidade, durante a reunião, Wallauer teria defendido a adoção de sistemas de irrigação, lembrando que é o quarto ano com estiagem no território gaúcho. A demanda será levada à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Desenvolvimento Rural e Irrigação (Seapi). O Rio Grande do Sul é o maior produtor de pecã do Brasil, com mais de 80% da produção nacional. O estado sedia mais de 90% da indústria de beneficiamento, recebendo a produção gaúcha, catarinense e paranaense. “A estimativa é de 10,5 mil hectares plantados por pouco mais de 2 mil produtores, a maioria composta por agricultores familiares. Além de abastecerem o mercado interno, o excedente da produção é exportado para Ásia, Oriente Médio, Europa, Canadá e Estados Unidos”, informa a entidade. [ad_2] Source link
Acordo com BNDES permitirá à Conab expandir capacidade operacional sem novos aportes

[ad_1] A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinaram, nesta quarta-feira (12), um acordo para a desmobilização de imóveis não utilizados pela estatal, com o objetivo de ampliar a capacidade de armazenamento de grãos no país. A iniciativa permitirá um incremento de 33% na capacidade operacional da Conab, elevando a capacidade de estocagem de 900 mil para 1,2 milhão de toneladas. O acordo prevê a venda de nove imóveis, incluindo oito armazéns desativados e um pavimento comercial, que atualmente geram custos de manutenção sem atender às necessidades logísticas da companhia, segundo a Conab. Os bens estão avaliados em aproximadamente R$ 175 milhões. Os recursos obtidos com a negociação serão reinvestidos na modernização das estruturas de armazenamento da Conab em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e no Distrito Federal. Melhoria operacional e redução de custos O presidente da Conab, Edegar Pretto, destacou que a parceria oferece uma solução mais rápida e financeiramente segura para fortalecer a infraestrutura da estatal. “Temos a necessidade de ampliar nossa capacidade operacional e encontramos uma alternativa que valoriza os ativos da companhia. A ampliação da capacidade de armazenamento garantirá melhores condições para a gestão dos estoques reguladores e para o suporte ao setor agropecuário”, afirmou. A modelagem de negócios será conduzida pelo BNDES, que buscará viabilizar parcerias público-privadas para a desmobilização dos ativos. “É um projeto de valorização de ativos e aumento de investimentos da Conab”, ressaltou o diretor de Planejamento e Relações Institucionais do banco, Nelson Barbosa. O contrato entre as instituições terá validade de 36 meses, podendo ser prorrogado até o limite de 60 meses. Além da ampliação da capacidade de armazenamento, o acordo visa reduzir custos operacionais, otimizar a logística da estatal e garantir a continuidade das ações públicas desempenhadas pela Conab. Durante a cerimônia de assinatura, o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira, disse que a parceria representa um avanço na estruturação financeira da Conab sem necessidade de recursos orçamentários. “Estamos promovendo um fortalecimento da Conab por meio de um modelo que equaciona as finanças da estatal e permite a expansão dos serviços prestados ao setor agrícola”, destacou. Além do presidente da Conab e do ministro do MDA, participaram do evento diretores da estatal, executivos do BNDES e representantes da Embrapa. O plano de modernização dos armazéns integra uma estratégia mais ampla de aprimoramento da logística de armazenamento no país, garantindo maior eficiência na regulação dos estoques e no suporte ao escoamento da produção agropecuária. [ad_2] Source link
Paraná e Mato Grosso do Sul anunciam parceria em infraestrutura logística para o agro

[ad_1] Uma parceria para investimentos no agronegócio entre os governos do Paraná e de Mato Grosso do Sul, estados que fazem divisa, foi anunciada nesta quarta-feira (12) durante o Show Rural Coopavel 2025, em Cascavel, município do oeste paranaense. A aliança estratégica de investimentos no setor visa a infraestrutura e as alternativas logísticas entre os territórios. Agora, junto com a Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Sistema Ocepar), as duas unidades federativas devem alinhar o pacote orçamentário para essa demanda. De acordo com o secretário do Planejamento do Paraná, Guto Silva, a parceria ultrapassa a questão logística, sendo também direcionada à educação de crédito das cooperativas. “Isso significa menos custo na produção e esse recurso significa dinheiro no bolso do produtor. Estamos muito felizes em poder avançar com esse tipo de parceria, de diálogo para que a gente consiga acompanhar com os governos estaduais essa evolução produtiva que ambos os estados têm vivenciado”. Segundo ele, o aumento da produção agropecuária e da atividade econômica como um todo naturalmente aumentam a demanda por mais infraestrutura. “Quando a gente fala de infraestrutura, não estamos pensando apenas em rodovia; tem a ferroviária, tem gás, tem a questão da eletrificação […]” Já o consultor de empresas Valter Campagnolo ressaltou que o Brasil precisa desse tipo de parceria. “O nosso estado do Paraná e também os vizinhos, como Mato Grosso do Sul, nós precisamos nos unir em torno dessas causas, tanto para o fluxo dos produtos, das safras, quanto para toda a logística e todo o desenvolvimento. As divisas entre os estados não deveriam ser empecilho para qualquer desenvolvimento”. [ad_2] Source link
veja os preços médios da arroba pelo Brasil

[ad_1] O mercado físico do boi gordo voltou a registrar preços mais baixos nas principais regiões do país. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o surpreendente avanço da oferta de fêmeas pode ser atribuído como principal justificativa para o movimento. “Até mesmo em Mato Grosso, um mercado que até então contava com certa acomodação dos preços, já são evidenciadas tentativas de compra em patamares mais baixos. Ao mesmo tempo, os frigoríficos se deparam com avanço de suas escalas de abate e devem continuar exercendo pressão sobre o mercado”, disse. São Paulo: R$ 318,98 Goiás: R$ 300,36 Minas Gerais: R$ 310,29 Mato Grosso do Sul: R$ 311,14 Mato Grosso: R$ 319,96 Mercado atacadista Foto: Freepik O mercado atacadista ainda se depara com preços acomodados. No entanto, o viés ainda é de alguma alta dos preços durante a primeira quinzena do mês, considerando a entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo. “Vale destacar que a preferência da população ainda recai sobre proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e do ovo”, disse Iglesias. O quarto traseiro segue precificado a R$ 25,00 por quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50 por quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 17,80, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,7627 para venda e a R$ 5,7607 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7432 e a máxima de R$ 5,7877. [ad_2] Source link
Poucos negócios; confira onde os preços da soja caíram no Brasil

[ad_1] O mercado brasileiro de soja movimentou lotes pequenos nesta quarta-feira (12). Além disso, de acordo com a Safras & Mercado, houve indicação de negócios nos portos, mas com entrega e pagamentos alongados. Na indústria, da mesma forma, os volumes foram pouco expressivos. Os preços, neste caso, ficaram firmes. Informações da consultoria afirmam que quem tem necessidade de originar acaba pagando mais caro, acima da paridade de exportação. No geral, os preços caíram no dia, porém, ficaram nominais. A Bolsa de Chicago caiu, o que contribuiu com a retração doméstica. Os prêmios um pouco melhores impediram quedas mais expressivas no mercado físico. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A Safras explica que há muitos contratos em execução. Os produtores estão focados na colheita. Assim, a comercialização deve ser em menores volumes em fevereiro. Confira os preços da soja no Brasil: Passo Fundo (RS): preço caiu de R$ 135,00 para R$ 133,00 Região das Missões (RS): preço caiu de R$ 135,00 para R$ 133,00 Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 133,00 para R$ 132,00 Cascavel (PR): preço caiu de R$ 125,00 para R$ 124,00 Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 132,00 para R$ 131,00 Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 113,00 para R$ 112,00 Dourados (MS): preço caiu de R$ 117,00 para R$ 116,00 Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 112,00 para R$ 111,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira em forte baixa. O mercado foi pressionado pelo retorno das chuvas na Argentina, aliviando o estresse hídrico e, ao menos, estancando a perda no potencial produtivo. USDA Os agentes também se mostraram decepcionados com o relatório divulgado na terça pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), sem grandes alterações e confirmando uma ampla oferta mundial da oleaginosa. Os dados também informam que os estoques finais dos Estados Unidos em 2024/25 estão projetados pelo USDA em 380 milhões de bushels ou 10,34 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 382 milhões de bushels ou 10,39 milhões de toneladas. O USDA manteve a projeção de janeiro. O USDA projetou safra mundial de soja em 2024/25 de 420,76 milhões de toneladas. Em janeiro, o número era de 424,26 milhões. Para 2023/24, a previsão é de 394,97 milhões de toneladas. Além disso, os estoques finais para 2024/25 estão estimados em 124,34 milhões de toneladas, abaixo da previsão do mercado de 128,5 milhões de toneladas. No mês passado, a previsão era de 128,4 milhões de toneladas. Os estoques da temporada 2023/24 estão estimados em 112,5 milhões de toneladas. Para a produção brasileira, o USDA manteve as estimativas em 153 milhões de toneladas para 2023/24 e em 169 milhões para 2024/25. O mercado esperava um aumento na atual temporada para 170 milhões de toneladas. Argentina Para a Argentina, a previsão para 2023/24 foi mantida em 48,21 milhões de toneladas. Para 2024/25, a estimativa foi reduzida de 52 milhões de toneladas para 49 milhões de toneladas. O mercado apostava em 50,6 milhões de toneladas. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 15,75 centavos de dólar ou 1,5% a US$ 10,27 3/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,45 3/4 por bushel, perda de 14,50 centavos ou 1,36%. Subprodutos Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 2,50 ou 0,84% a US$ 294,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 45,66 centavos de dólar, com baixa de 0,47 centavo ou 1,01%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,07%, negociado a R$ 5,7627 para venda e a R$ 5,7607 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7432 e a máxima de R$ 5,7877. [ad_2] Source link
Produtor de cafés especiais amplia produtividade com uso de remineralizador

[ad_1] Um dos principais produtores de cafés especiais da Bahia, o agricultor Idimar Paes viu sua produção crescer consideravelmente nos últimos anos, com o uso de remineralizador, um insumo mineral extraído de rochas vulcânicas. Ele cultiva 25 hectares de cinco variedades do café arábica, em Barra do Choça, no Planalto baiano, e há algum tempo apostou na tecnologia para manejo e preparação do solo na propriedade. O remineralizador, foi o produto escolhido e já vem rendendo bons frutos para o agricultor. Idimar decidiu iniciar o uso após a indicação de um consultor agronômico. “Apostei nesta substância pois ela prometia uma modificação do solo, um aumento de sua eficiência. Como defendo o uso de produtos naturais, resolvi testar”, conta Idimar, que possui a propriedade há 30 anos e acredita em uma agricultura regenerativa e de menos impacto ao meio ambiente. Em três anos de uso do produto, Idimar viu o crescimento da sua produtividade acontecer através de um solo mais fértil e preparado. Ele colhe de 600 a 700 sacas de cafés em cada ciclo na produção sequeiro, o que inclui em média até 60 kg por hectare. “Começamos a disponibilizar no solo alguns nutrientes que não estavam disponíveis, produtos que a planta não absorvia antes. Isso fez toda a diferença”, afirma o produtor de café. O remineralizador O remineralizador de solo é um material de origem mineral extraído de rochas vulcânicas que altera os índices de fertilidade do solo por meio da adição de macro e micronutrientes para as plantas. O produto também promove a melhoria das propriedades físico-químicas e da atividade biológica do solo, resultando em alta produtividade e performance para as mais variadas culturas. Foto: Divulgação Além disso, é produzido a partir de rocha granulito, registrado no Ministério da Agricultura e possui todas as certificações de qualidade. Gestor comercial da Vulcano Agrominerais, empresa responsável pela produção do remineralizador, Stéfano Lima, conta que o produto produzido por eles já é utilizado em 12 estados brasileiros e mais de 30 culturas. “Além do café, já observamos bons resultados do Vulcano em culturas como a cana-de-açúcar e os grãos em geral, principalmente no Nordeste, região onde estão a maior parte das nossas áreas de aplicação”, afirma. Benefícios Ao todo, o produto já foi utilizado em mais de 8 mil hectares pelo país. “São hectares de solo remineralizado que agora se tornaram mais férteis e propícios ao desenvolvimento a longo prazo”, finaliza Stéfano. As áreas que utilizam o remineralizador no Brasil estão localizadas principalmente nos estados da Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco. Cidades como Neópolis (SE) e Petrolina (PE), além do oeste baiano em geral, são algumas das que mais se destacam. Ainda de acordo com o produtor baiano, a grande vantagem do produto é a diminuição da adubação química. “Com os custos de produção muito altos que nós temos hoje em dia, este é um produto que você consegue ainda um preço razoável”, defende Idimar Paes. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! [ad_2] Source link
‘Fico orgulhoso em representar minha instituição e o trabalho respeitado que fazemos’, diz Julio Cezar Franchini

[ad_1] O prêmio Personagem Soja Brasil de hoje conta a história de Julio Cezar Franchini, pesquisador da equipe de manejo de solos da Embrapa Soja. Natural de Londrina, no Paraná, Julio dedica suas pesquisas aos desafios de produtividade, qualidade e sustentabilidade dos sistemas produtivos, com um trabalho focado na inovação e desenvolvimento de práticas agrícolas mais eficientes. Filho de um mineiro e uma paulista que se mudaram para o Paraná na década de 50 para trabalhar com café, Julio cresceu em um ambiente onde a educação era valorizada, apesar das dificuldades da época. Seus pais, com pouca formação escolar, sempre enfatizaram a importância do estudo e, mesmo com as dificuldades no meio do caminho, garantiram a oportunidade de aprendizado para o filho. O apoio possibilitou que ele se tornasse um pesquisador de destaque na Embrapa, com grande orgulho de representar a instituição e a ciência brasileira. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Em relação à pesquisa no Brasil, Julio afirma que as portas estão abertas, com muitas oportunidades pela frente. Ele destaca que diversos grupos de pesquisa estão se fortalecendo em diferentes regiões do país, o que promete ampliar as perspectivas para a agricultura nacional. A colaboração entre equipes com habilidades interdisciplinares é essencial para o avanço da pesquisa, gerando resultados práticos e sustentáveis para o setor. Durante dez anos, Julio trabalhou no Mato Grosso, onde enfrentou um grande desafio: o nematoide das lesões radiculares, o Pratylenchus. Na época, o problema era uma novidade, e o grupo de pesquisa teve que atuar intensamente para entender a doença e desenvolver estratégias eficazes. A solução envolveu a criação de um manejo integrado, que inclui a correção da acidez do solo e a diversificação de culturas. Julio também ressaltou o papel fundamental da agricultura digital, que tem o poder de otimizar o uso dos sistemas de produção e tornar as práticas agrícolas mais eficientes. Dentro de sua área de atuação, o grupo de Julio desenvolveu o DRES, uma metodologia de diagnóstico rápido da estrutura do solo. Essa ferramenta inovadora permite uma análise visual e participativa diretamente no campo, junto ao produtor, para avaliar a qualidade da estrutura do solo e auxiliar na implementação de práticas mais eficazes. No âmbito pessoal, Julio compartilhou com orgulho que seu filho, de 10 anos, já expressa o desejo de seguir seus passos e tornar-se pesquisador da Embrapa. Esse desejo reflete o impacto da pesquisa na vida de Julio e sua família, além da esperança de que a paixão pela ciência seja transmitida às novas gerações, mantendo vivo o legado de dedicação à inovação. [ad_2] Source link
Haja ventilador! Sensação térmica chegará aos 70°C no Brasil?

[ad_1] Recentemente, matérias na imprensa e nas redes sociais divulgaram que a sensação térmica no Brasil poderia chegar aos 70°C durante a onda de calor que começa a partir desta quarta-feira (12). A Climatempo vem divulgando que essa onda de calor se instala no país entre os dias 12 e 21 de fevereiro deste ano e deve influenciar toda a Região Sudeste, muitas áreas do Sul, do Centro-Oeste e do Nordeste, além de uma pequena área no estado do Tocantins. Isso tudo é verdade, ou seja, os modelos meteorológicos sinalizam os locais onde o fenômeno climático deve atuar. No entanto, o uso e a interpretação equivocados de ferramentas usadas normalmente pelos meteorologistas para os cálculos gerou desinformação para o público leigo. Mas a sensação pode chegar a 70°C? Foto: Climatempo A sensação térmica de 70°C é possível de ocorrer? Teoricamente sim. Contudo, questões específicas deveriam acontecer para a população sentir na pele esse tamanho calorão. Isso porque a sensação térmica de calor é uma temperatura calculada por uma fórmula que envolve a temperatura do ar, em um determinado horário, e a umidade relativa do ar no mesmo horário. Para a sensação térmica chegar a 70°C, a temperatura deveria ser de no mínimo 41°C e, no mesmo horário, a umidade relativa do ar precisaria estar em torno de 80%. Mas não é isso que se observa normalmente na prática, alerta a Climatempo. Na atmosfera real, quanto mais quente está o ar, menor é o nível de umidade, porque o aquecimento do ar causa naturalmente a evaporação da umidade, isto é, perda de umidade naquela porção de ar. Normalmente, em um dia com sol, os menores níveis de umidade no ar são observados em horários próximos das maiores temperaturas do dia. Quase sempre, a maior temperatura do dia ocorre durante a tarde, em geral até às 15 horas ou 16 horas. É também durante a tarde que, em geral, observam-se os menores índices de umidade no ar. Por outro lado, os maiores índices de umidade no ar, considerando um dia com períodos de sol, são observados durante a noite, ao amanhecer ou no momento em que estiver chovendo. Em dias totalmente nublados, ou com muitas nuvens e chuva frequente, os níveis de umidade no ar ficam sempre bastante elevados o dia todo. O excesso de nebulosidade e a chuva não vão deixar a temperatura atingir extremos. Por isso, na prática, é muito improvável termos, no mesmo horário, temperaturas de 40°C e umidade do ar de 80%. Sensação térmica em Porto Alegre Foto: Climatempo As matérias de jornais desta semana veicularam que a sensação térmica em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, poderia chegar aos 70°C. Para tanto, os jornalistas que divulgaram os textos se basearam em dados divulgados diariamente no site da Climatempo e por uma tabela (acima) de uso comum dos meteorologistas para estimar a sensação térmica. Nesta questão, o equívoco foi fazer as contas com a temperatura máxima estimada para um horário e a umidade relativa do ar máxima estimada para o dia, mas em outro horário. Assim, o erro da matéria veiculada por parte da imprensa foi o de calcular a sensação térmica com a temperatura máxima estimada para o dia (40°C), que deveria ocorrer entre 14 horas e 15 horas do dia 11 de fevereiro de 2025, e a umidade relativa máxima prevista para o dia 11 de fevereiro, que era de 95% por volta das 2 horas da madrugada. O cálculo, portanto, está errado, pois, como dito, a sensação térmica precisa ser calculada com valores de unidade de temperatura no mesmo horário. Desta forma, usando a temperatura de 40°C por volta das 14 horas, a umidade relativa do ar estimada para este horário era de 49%. Com isso, a sensação térmica estimada era de, aproximadamente, 54°C. O que é a sensação térmica? A sensação térmica é uma temperatura calculada por uma fórmula que representa o que o corpo humano sentiria em determinadas condições de umidade no ar ou da velocidade do vento. As fórmulas empíricas que calculam a sensação de frio combinam a temperatura real do ar com a velocidade do vento no mesmo horário. Para o cálculo da sensação de calor considera-se a temperatura do ar e a umidade relativa do ar no mesmo horário. A temperatura, a umidade relativa do ar e a velocidade do vento variam ao longo do dia e, portanto, a sensação térmica também muda. [ad_2] Source link