Cogo projeta diminuição no potencial produtivo da soja; confira os números

[ad_1] A colheita da soja no Brasil tem avançado de forma lenta devido a condições climáticas adversas. O sul do país sofre com a estiagem, enquanto outras regiões enfrentam excesso de chuvas. Esse cenário tem impactado diretamente a produtividade da soja e as expectativas de safra para o ano 2024/2025. Em paralelo, a semeadura do milho da segunda safra também enfrenta desafios devido à janela de plantio apertada. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 De acordo com o consultor em Agronegócios Carlos Cogo, as perdas de produtividade são em estados como Paraná e Rio Grande do Sul, devido às temperaturas altas e à seca. Contudo, a região do Matopiba apresenta condições promissoras, com destaque para a Bahia, que deve registrar uma produtividade recorde, superior a 4.000 kg por hectare. No entanto, a colheita de soja está atrasada, com apenas 16% da área colhida até 10 de fevereiro, contra 23% na mesma época do ano anterior. Apesar desse atraso, a previsão é que a colheita avance mais rapidamente nas próximas semanas, com o retorno de um período seco, especialmente na região do Cerrado. A redução do potencial produtivo em algumas áreas tem levado consultorias a revisar suas estimativas de safra, com a projeção atual para a soja sendo de 165,5 milhões de toneladas, uma diminuição em relação à previsão anterior de 170 milhões de toneladas. No entanto, a recuperação dos preços da soja tem sido uma notícia positiva para os produtores brasileiros, com os preços futuros de Chicago atingindo valores entre US$ 10,50 e US$ 10,80 por bushel, após uma elevação. No que diz respeito ao milho, apesar da lentidão na semeadura, as expectativas são otimistas, com um aumento na área plantada estimado em 4%, o que poderia levar a produção total para 126 milhões de toneladas. A janela de plantio do milho está apertada, com apenas 20% da área semeada até 10 de fevereiro, comparado a 35% no ano passado. No entanto, as condições de mercado são favoráveis, com uma alta nas cotações futuras na Bolsa de Chicago e boas perspectivas para os produtores no Centro-Oeste, região que concentra a maior parte da produção. Carlos Cogo destaca que, apesar dos atrasos, os produtores devem acelerar o plantio do milho à medida que a colheita da soja avança, aproveitando as condições climáticas favoráveis. O risco de um frio mais intenso durante o inverno também preocupa, por isso, quanto mais cedo o milho for plantado, menor o risco para a safra. [ad_2] Source link

Safra 2025 pode ser 11,1% maior que a do ano passado, diz IBGE

[ad_1] A safra agrícola de 2025 deve totalizar um recorde de 325,3 milhões de toneladas, 32,6 milhões de toneladas a mais que o desempenho de 2024, um aumento de 11,1%. Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de janeiro, divulgado nesta quinta-feira (13), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao terceiro Prognóstico da Produção Agrícola de 2025, houve um aumento de 0,8% na estimativa, 2,7 milhões de toneladas a mais. A área a ser colhida na safra agrícola de 2025 deve totalizar 80,9 milhões de hectares, 1,8 milhão de hectares a mais que o desempenho de 2024, um aumento de 2,4%, segundo o levantamento do IBGE divulgado nesta quinta. Em relação ao terceiro Prognóstico da Produção Agrícola de 2025, houve um aumento de 0,6% na estimativa da área colhida, 472,1 mil hectares a mais. Soja A expectativa de uma nova safra recorde de soja tem ajudado a turbinar a projeção para a produção agrícola brasileira de 2025. A colheita da oleaginosa deve totalizar um ápice de 166,5 milhões de toneladas neste ano, um aumento de 14,9% em relação a 2024. Em relação ao terceiro prognóstico para a safra 2025, porém, houve uma retração de 0,6% no rendimento médio e de 0,4% na estimativa da produção, o que representou uma queda de 750,2 mil toneladas. “Ainda assim, estima-se que teremos um incremento de 11,7% no rendimento médio anual, que deve alcançar 3.519 kg/ha, contribuindo para que o volume colhido da oleaginosa represente mais da metade do total de cereais, leguminosas e oleaginosas produzidos no País em 2025”, frisou o IBGE. Clima favorável Além da soja, o país deve colher neste ano mais milho, algodão, sorgo, arroz e feijão. São esperados aumentos em 2025 para a soja (alta de 14,9%, para um recorde de 166,5 milhões de toneladas) e o milho (8,2%, para 124,1 milhões de toneladas). O milho 1ª safra terá alta de 10,0%, para 25,2 milhões de toneladas, e o milho 2ª safra terá aumento de 7,8%, totalizando 98,9 milhões de toneladas. As projeções são de aumentos também para o arroz (8,3%, para 11,5 milhões de toneladas), feijão (10,9%, para 3,4 milhões de toneladas), algodão (1,6%, para um novo recorde de 9,0 milhões de toneladas) e sorgo (5,4%, para 4,2 milhões de toneladas). O trigo deve encolher 3,3%, para 7,3 milhões de toneladas. “O clima está beneficiando as lavouras, embora as chuvas tenham demorado a chegar. Desde os meses de outubro e novembro, tem chovido bem, com exceção da Região Sul, que já apresenta algumas secas”, disse Carlos Barradas, gerente da Coordenação de Agropecuária do IBGE, em nota. Segundo o pesquisador, a estiagem atinge principalmente o Rio Grande do Sul, mas as perdas no estado ainda não estão contabilizadas no levantamento de janeiro. As equipes do IBGE ainda estão em campo para atualizar as estimativas nas divulgações seguintes. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) também divulgou estatísticas sobre a safra brasileira nesta quinta-feira. O órgão indica a colheita de 325,7 milhões de toneladas de grãos na safra 2024/25, um crescimento de 9,4% em relação à temporada anterior. Os números da Conab diferem em relação aos divulgados pelo IBGE, pois utilizam metodologias diferentes, além de a Conab adotar o ano-safra e o IBGE, o ano civil. [ad_2] Source link

Com dúzia de ovos a R$ 60, norte-americanos começam a criar galinhas em casa

[ad_1] A gripe aviária tem causado problemas cada vez maiores à população dos Estados Unidos. Desde o início do surto, há cerca de três anos, o vírus H5N1 exterminou cerca de 120 milhões de galinhas, perus e outras aves em 49 estados norte-americanos, conforme o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O efeito prático disso é, obviamente, a redução na oferta de ovos e o aumento dos preços do produto, que já atingem mais de 10 dólares a dúzia (o equivalente a R$ 60). Por conta disso, conforme informações da agência AFP, uma loja de criação de animais no estado de Houston vendeu recentemente 100 galinhas em quatro dias, número que normalmente é alcançado em três semanas, ou seja, muitas pessoas estão recorrendo à produção dos seus próprios ovos em casa para driblar a escalada dos preços. “Nas últimas semanas, vimos um aumento dramático na demanda por galinhas, com pessoas querendo comprá-las porque os preços dos ovos subiram ou simplesmente não há ovos disponíveis. Nossas vendas de aves dobraram ou até triplicaram”, diz John Berry, de 43 anos, gerente da Wabash, que também vende alimento para essas aves, em entrevista à agência de notícias. Ele explica que a maioria de seus novos clientes está apenas começando na criação. É o caso de Arturo Becerra, que recentemente comprou 10 galinhas, pelas quais pagou US$ 400 (R$ 2.308). Ele gastou US$ 20 (R$ 115) em alimento para um mês. O novo criador já disse que pretende expandir o plantel porque a família é grande. Todas as que possui ainda são jovens e devem começar a pôr ovos em algumas semanas. Desde que as normas de saúde sejam cumpridas, várias cidades do Texas permitem a criação de aves no quintal. Outro que está expandindo a criação é o empreiteiro da construção civil Bill Underhill, que já é um ávido criador de galinhas. “Ouvi alguém dizer que os ovos custavam cerca de US$ 10 a dúzia, então já estava pensando em comprar mais algumas galinhas. Compro algumas a cada dois meses porque algumas eventualmente morrem e param de botar, então vou manter o fluxo de ovos na minha família”, afirma, em entrevista à AFP. De acordo com o USDA, apenas neste ano, 21 milhões de galinhas poedeiras foram sacrificadas devido à gripe aviária, fator que acerta em cheio as grandes granjas do país. Roubo de ovos Ainda conforme a reportagem da AFP, os ovos ‘premium’ atingiram um preço de mais de US$ 10 (R$ 57) a dúzia, e as versões básicas chegaram a US$ 6 (R$ 34) em alguns supermercados, mais que o dobro do preço normal. Na cidade de Seattle, região noroeste dos Estados Unidos, um restaurante foi assaltado durante a madrugada na semana passada. Resultado: mais de 500 ovos foram roubados de seu depósito. [ad_2] Source link

Soja tem poucos negócios; confira as cotações pelo país

[ad_1] O dia foi de poucos negócios e poucas novidades no mercado brasileiro de soja. Na indústria, embora tenha ocorrido pagamentos acima da paridade de exportação, os lotes negociados foram pouco expressivos. De acordo com a Safras & Mercado, os produtores, ainda focados na colheita, consideram os preços atuais muito baixos. No mercado, os preços ficaram mistos, com o frete pesando na formação. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Preços da soja Passo Fundo (RS): de R$ 133,00 para R$ 133,50 Região das Missões (RS): de R$ 133,00 para R$ 133,50 Porto de Rio Grande (RS): de R$ 132,00 para R$ 133,00 Cascavel (PR): de R$ 124,00 para R$ 124,50 Porto de Paranaguá (PR): de R$ 131,00 para R$ 132,00 Rondonópolis (MT): de R$ 112,00 para R$ 113,00 Dourados (MS): de R$ 116,00 para R$ 118,00 Rio Verde (GO): estabilizou em R$ 111,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam com preços em leve alta. Após passar a maior parte do dia em território negativo, o mercado reagiu tecnicamente, fechando com ganhos moderados. O retorno das chuvas na Argentina amenizou os prejuízos no potencial produtivo da safra daquele país, o que gerou pressões sobre as cotações. A produção de soja da Argentina para a safra 2024/25 está estimada em 47,5 milhões de toneladas, abaixo das expectativas. Projeções A produção brasileira de soja deve alcançar 166,01 milhões de toneladas na temporada 2024/25, o que representa um aumento de 12,4% em comparação com a safra anterior (147,72 milhões de toneladas). Esta estimativa foi divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) no 5º levantamento de acompanhamento da safra de grãos. Exportações dos EUA As exportações líquidas de soja dos Estados Unidos, para a temporada 2024/25, chegaram a 185.500 toneladas na semana encerrada em 6 de fevereiro. A China liderou as importações com 222.000 toneladas. Para a temporada 2025/26, mais 24,3 mil toneladas foram exportadas. Analistas esperavam um volume de exportação entre 300 mil e 800 mil toneladas. Preços de Mercado em Chicago Os preços de mercado em Chicago apresentaram variações na quinta-feira. O contrato de soja com entrega em março fechou a US$ 10,30 por bushel, com alta de 2,25 centavos ou 0,21%. Já o contrato de soja com vencimento em maio foi cotado a US$ 10,47 por bushel, com ganho de 1,25 centavos ou 0,11%. O farelo de soja para março registrou uma queda de US$ 1,40, fechando a US$ 292,70 por tonelada, o que representa uma desvalorização de 0,47%. Por outro lado, o óleo de soja para março teve alta de 0,59 centavos, com cotação de US$ 46,25 centavos por libra, ou um ganho de 1,29%. Câmbio Quanto ao câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,07%, negociado a R$ 5,7669 para venda e R$ 5,7649 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,7564 e R$ 5,7994. [ad_2] Source link

mercado fica dividido entre oferta de fêmeas e exportações em alta; veja as cotações

[ad_1] O mercado físico do boi gordo voltou a registrar preços mais baixos nas principais regiões produtoras. De acordo com o analista da Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o avanço da oferta de fêmeas entre os meses de janeiro e fevereiro foi o grande elemento baixista para justificar a pressão de queda. “As indústrias conseguiram posicionar confortavelmente suas escalas de abate, e a expectativa é que sejam testados patamares mais baixos de preço no curtíssimo prazo”, ressalta. Por outro lado, Iglesias conta que as exportações em bom nível são uma importante variável de suporte. “No entanto, o mercado doméstico de carne bovina já começa a apresentar fragilidades durante a segunda quinzena, contando com queda das cotações, em especial em alguns cortes de maior valor agregado, como alcatra, contrafilé e picanha”. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 318,32 (R$ 318,98 ontem) Goiás: R$ 300,18 (R$ 300,36 anteriormente) Minas Gerais: R$ 308,53 (R$ 310,29 na quarta) Mato Grosso do Sul: R$ 309,77 (R$ 311,14 ontem) Mato Grosso: R$ 317,74 (R$ 319,96 anteriormente) Mercado atacadista O mercado atacadista apresenta preços em queda no decorrer desta quinta-feira. O ambiente de negócios ainda sugere pelo recuo dos preços no curto prazo, considerando o arrefecimento da demanda ao longo da segunda quinzena do mês. “Percebe-se que o movimento foi mais acentuado em determinados cortes, a exemplo da picanha, alcatra e do contrafilé. Esse movimento se encaixa perfeitamente no perfil de consumo delimitado para o primeiro bimestre, com a preferência da população recaindo sobreproteínas mais acessíveis”, disse Iglesias. O quarto dianteiro foi precificado a R$ 17,00 por quilo, queda de R$ 1,50. Ponta de agulha foi precificada a R$ 17,50, queda de R$ 0,30. Quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,7669 para venda e a R$ 5,7649 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7564 e a máxima de R$ 5,7994. [ad_2] Source link

Agronegócio deve puxar a economia e fazer PIB crescer 2,3%, diz Fazenda

[ad_1] A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda (SPE) apresentou, nesta quinta-feira (13), projeção de crescimento do Produto Interno Bruno (PIB) do país em 2025. A atividade econômica deverá ter alta de 2,3%. A estimativa anterior, em novembro, era de um crescimento de 2,5% do PIB. A queda poderia ser maior se não fosse a projeção de crescimento para as atividades agropecuárias, de 6%, levando em consideração os prognósticos da safra, dados preliminares de abate de bovinos para o quarto trimestre de 2024 e uma melhora da situação climática. De acordo com o ministério, a redução da estimativa de 2,5% para 2,3% para o ano está baseada, principalmente, na elevação dos juros, na desaceleração da atividade econômica no quarto trimestre de 2024 e no cenário conjuntural externo. “A gente reduziu essa projeção, em parte, pesando o que a gente está vendo na política monetária. E, em parte, porque estamos vendo uma desaceleração mais acentuada da atividade agora no quarto trimestre de 2024. Então, no cenário de 2,3% estão incorporados esses dois elementos”, destacou a subsecretária de Política Macroeconômica, Raquel Nadal. No entanto, ela ressalvou que o ministério incluiu nessa projeção do PIB a melhora nos resultados do setor agropecuário em razão das boas perspectivas para a safra de 2025. Desaceleração da indústria Por setor produtivo, a SPE espera uma desaceleração da indústria e dos serviços, parcialmente compensada pela aceleração da produção agropecuária. Para a indústria, a previsão de crescimento em 2025 foi revisada de 2,5% para 2,2% em razão da desaceleração projetada para a indústria de transformação e para a construção, apesar da recuperação da indústria extrativa, sobretudo, em função da entrada em operação de novas plataformas de petróleo. Para serviços, o ritmo de expansão projetado para 2025 pela secretaria caiu de 2,1% para 1,9%, principalmente como reflexo da desaceleração na criação de novos postos de trabalho e da redução no ritmo de concessões de crédito em função do patamar elevado dos juros. Efeito Trump Foto: The White House/ Andrea Hanks Para o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, ainda é cedo para projetar os impactos da política comercial implementada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no crescimento brasileiro de 2025. “É muito cedo para incorporar esse tema em qualquer cenário. Claro que você pode construir cenários alternativos e possíveis, mas nós temos ainda que entender melhor como isso vai ocorrer, em que prazo, quem vai ser mais afetado, quem não vai ser, isso ainda leva tempo para ter mais clareza sobre esse cenário. Então, hoje é muito difícil apontar possíveis impactos”, disse. De acordo com Mello, até o momento é possível apontar apenas impactos setoriais, mas não macroeconômicos. “Caso necessário, caso a gente enxergue que existe a necessidade de incorporação de algo no cenário macro, nós vamos incorporar no momento que nós tivermos essa convicção”, finalizou. [ad_2] Source link

Inflação dos alimentos deve ter queda até o fim do ano, prevê Fazenda

[ad_1] A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda apresentou nesta quinta-feira (13) projeções macroeconômicas para o país em 2025. De acordo com a pasta, a inflação da alimentação deverá ceder até o fim do ano e apresentar recuo principalmente em razão de um cenário climático melhor, de safras recordes, e do fim da reversão do ciclo do abate de bovinos. “A gente está vendo que, por exemplo, uma safra muito favorável de soja, uma safra muito favorável de arroz e feijão, vai ajudar [a conter] os preços de cereais, leguminosas, derivados da soja. Estamos vendo também que, a partir de março, a projeção é de neutralidade climática, o que tende a ajudar o preço de frutas e hortaliças, entre outras”, destacou a subsecretária de Política Macroeconômica, Raquel Nadal. Preço da carne Foto:Pixabay O comportamento do preço da carne em 2025, de acordo com a subsecretária, terá um papel central no resultado da inflação da alimentação. O preço do produto deverá desacelerar em razão do fim da reversão do ciclo do abate – período em que as vacas são destinadas ao abate, após a retenção delas para procriação e a entrada dos bezerros no mercado – que aumentará a oferta de animais. “O impacto maior da reversão do ciclo de abate na inflação se deu já em 2024. Então a tendência é de desaceleração desses preços [em 2025]. Se o preço da carne subiu cerca de 20% em 2024, esse ano, essa inflação deve desacelerar. Então nós estamos vendo tudo isso ajudando na [contenção da] inflação de alimentos”, acrescentou Raquel. Outros alimentos A subsecretária frisou que os preços do café e do leite subiram em 2024 impactados pelas estiagens e queimadas no segundo semestre do ano. Já a inflação no preço da laranja ocorreu, segundo ela, devido ao greening, doença que prejudica a produção de cítricos. O maior choque nos preços de alimentos no ano passado, de acordo com a subsecretária, veio em razão da reversão do ciclo de abate de bovino, de agosto em diante. A queda no abate, somado ao forte crescimento das exportações em 2024, levou a uma alta de mais de 19% no preço das carnes bovinas. “A alta foi tão relevante que, excluindo carnes bovinas do índice de inflação, teríamos uma inflação de alimentos em cerca de 6,2% em vez de 8,2% em 2024. Nesse cenário, a inflação cheia teria fechado 2024 dentro da meta, em 4,5%”, destacou Nadal. Para 2025, a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda projeta elevação de 4,8% no Índice Nacional de Preços aos Consumidor Amplo (IPCA), variação similar à observada em 2024. [ad_2] Source link

SP lança plano para fortalecer cooperativismo rural no estado

[ad_1] O governo de São Paulo lançou um plano para fortalecer o cooperativismo rural no estado, contemplando medidas como a criação de uma diretoria específica dentro da Secretaria de Agricultura e a ampliação do acesso ao crédito para cooperativas. O plano foi assinado pelo secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai, durante o Intercâmbio Técnico do Cooperativismo Agropecuário, realizado na Universidade de St. Gallen, na Suíça, e organizado pelo Sistema Ocesp. Entre as principais iniciativas está a inclusão das cooperativas de produtores e de crédito no Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap). A medida busca atingir a meta de aquisição de mil máquinas agrícolas em 2025 por meio da linha de crédito Pró-Trator, que subvenciona 4% dos juros incidentes nas operações de financiamento. A expectativa é que o valor da subvenção estadual cresça 400% em relação a 2024. O secretário ressaltou a importância do incentivo para impulsionar o setor. “Vamos ampliar e facilitar ainda mais o acesso do produtor ao Feap com as cooperativas. Nossa meta é que o setor adquira mil máquinas agrícolas este ano”, afirmou Piai. Outro destaque do plano é a inclusão do café no Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social (PPAIS). Além disso, o governo estadual, por meio do Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp), está desenvolvendo um processo de simplificação para a adesão de produtores cooperados ao programa. A cadeia produtiva do leite também será contemplada no plano. A parceria com a Comevap e a continuidade do Hub do Leite beneficiarão aproximadamente 600 produtores. A ação envolve pesquisas aplicadas para aprimorar a qualidade, eficiência e competitividade do setor, com apoio da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta). Com a assinatura do plano, foi oficializada a criação da Diretoria de Cooperativismo e Associativismo dentro da Secretaria de Agricultura. O objetivo é garantir a participação ativa das cooperativas na formulação das políticas públicas do estado. Segundo a Ocesp, São Paulo conta com 181 cooperativas agropecuárias e 165 mil produtores cooperados. O modelo cooperativo facilita o acesso a insumos, tecnologia, assistência técnica e comercialização, fortalecendo as comunidades rurais e impulsionando a economia do agronegócio no estado. [ad_2] Source link

Onda de calor afeta 8 estados e se estende até 24 de fevereiro

[ad_1] A onda de calor que já atua no Brasil deve persistir e se intensificar nos próximos dias, estendendo-se até 24 de fevereiro de 2024, diz a Climatempo. Além da duração prolongada, deve alcançar novas regiões, com destaque para o Centro-Oeste, além de Sul e Sudeste. Ao todo (conforme o mapa abaixo), oito estados e o Distrito Federal serão mais atingidos: Paraná; São Paulo; Mato Grosso do Sul; Goiás; Minas Gerais; Rio de Janeiro; Espírito Santo; e Bahia Nessas áreas, as temperaturas podem subir entre 5°C e 7°C acima da média, o que configura uma onda de calor. Foto: Climatempo “Além disso, o fenômeno se prolongará até o dia 24, favorecendo uma sequência de dias extremamente quentes”, diz a Climatempo. De acordo com a empresa de meteorologia, é importante destacar que a onda de calor será restrita às áreas em vermelho do mapa, onde as temperaturas permanecerão pelo menos 5°C acima da média por cinco dias consecutivos. Já nas áreas em laranja, o calor será intenso, com temperaturas elevadas entre 3°C e 5°C acima da média, mas sem atingir os critérios para ser classificado como onda de calor. Qual será o pico do calor? O início da onda de calor não acontece de forma homogênea em todas as regiões. Assim, algumas áreas aquecem mais rápido do que outras, influenciadas pela geografia local e pelas diferenças climáticas regionais. No entanto, ao longo da próxima semana, a tendência é de uma elevação mais generalizada das temperaturas em todas as áreas afetadas, prevê a Climatempo. Apesar do calor intenso, a chuva ainda deve ocorrer nos próximos dias, mas de forma isolada. Contudo, as pancadas serão mais esparsas e terão pouco efeito na redução do calor. Isso acontece porque a massa de ar quente inibe a formação de nuvens carregadas, favorecendo dias mais secos e quentes na maior parte das regiões impactadas. [ad_2] Source link

Safra e produção de petróleo devem deixar real mais valorizado, diz secretário da Fazenda

[ad_1] O secretário de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, afirmou nesta quinta-feira (13), que um motivo para acreditar em um real mais valorizado é a elevada safra esperada para este ano e a maior produção de petróleo. Mello disse que o agronegócio e a produção de petróleo, duas atividades importantes, terão dinamismo razoável em 2025. Segundo ele, ambas as atividades têm a característica de reduzir preços. “Safra [maior] impacta o preço dos alimentos e a produção de petróleo pode reduzir preços e combustíveis e energia”, afirmou. O secretário explicou que o aumento nos preços monitorados e a pequena queda nos preços livres traz visão de que a inflação deve fechar próxima de 4,8% este ano. O cálculo foi baseado em um câmbio de R$ 6 para cada dólar. “Caso esse câmbio mais valorizado persista, obviamente isso terá impactos no nosso cenário inflacionário, impactos de redução desse quadro”, afirmou. “A safra mais forte e a produção maior de petróleo também devem impactar no resultado pouco superior na balança comercial, o que representa também maior disponibilidade de dólares no mercado doméstico”, disse ele. Ele reiterou que o mercado de trabalho ficará menos pressionado em 2025 por um ritmo moderado de serviços. Em relação à maneira como o pico do dólar em 2024 vai afetar a inflação em 2025, Mello disse que é algo a ser avaliado. [ad_2] Source link