Aprosoja orienta produtores a não aceitarem os requisitos da EUDR

[ad_1] Em fevereiro de 2025, a Aprosoja Brasil, juntamente com entidades do setor agropecuário, posicionou-se publicamente contra a inclusão de requisitos da Lei Antidesmatamento da União Europeia (EUDR) nos contratos de compra e venda de soja. O movimento defende a sustentabilidade da soja brasileira e a legislação ambiental nacional, que já estabelece normas rigorosas para a preservação ambiental nas propriedades dos produtores. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 De acordo com a Aprosoja, a legislação brasileira já é suficiente para garantir a preservação do meio ambiente e a soja brasileira é especialmente cultivada em áreas de pastagens. Além disso, a Aprosoja questiona a falta de ações semelhantes na União Europeia, como a implementação de exigências ambientais em seus próprios territórios, o que caracteriza, segundo a associação, um protecionismo por parte do bloco europeu. A Aprosoja reitera que o produtor rural brasileiro é o único no mundo a preservar vastas áreas de vegetação nativa, como margens de rios, topos de morros e nascentes, além de manter uma reserva legal de 20% a 80% de sua propriedade rural, investindo bilhões em preservação ambiental. A associação também destaca que a preservação realizada no Brasil já é exemplar, e propõe que o Código Florestal brasileiro seja adotado globalmente, servindo de modelo para outros países. Com o compromisso com a sustentabilidade, a Aprosoja deixa claro que não aceitará imposições protecionistas em relação à produção de soja, reafirmando que qualquer exigência adicional, como a da EUDR, só será aceita caso gere um benefício financeiro claro para os produtores. A entidade também sugere que, em um cenário em que os requisitos da EUDR sejam impostos, os produtores devem ser compensados por suas perdas financeiras devido à segregação da soja produzida em áreas desmatadas após 2020. [ad_2] Source link
Quase metade das exportações dos EUA ao Brasil tem tarifa zero, afirma Amcham Brasil

[ad_1] Apesar de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter mencionado o Brasil como um dos países que serão alvo de tarifas de importação “recíprocas”, quase a metade das vendas de produtos norte-americanos ao mercado brasileiro é livre de tarifas, segundo a Amcham Brasil. A câmara de comércio informa que a tarifa média de importação aplicada pelo Brasil ao mundo é de 12,4%, mas que para produtos dos Estados Unidos ela cai a apenas 2,7%. Isso ocorre porque 48% das exportações do país entram no território brasileiro sem tarifas, e outros 15% estão sujeitos a alíquotas de no máximo 2%. Além disso, segundo dados dos Estados Unidos, nos últimos dez anos (2014-2023) o país acumulou superávit de US$ 263,1 bilhões no comércio de bens e serviços com o Brasil, disse a Amcham. “Apenas em 2024, o saldo positivo em bens para os Estados Unidos foi de US$ 7,3 bilhões, o sétimo maior entre seus parceiros comerciais”, disse a câmara de comércio, acrescentando que “a relação econômica e comercial entre Brasil e Estados Unidos é equilibrada e benéfica”. “Diante dos benefícios mútuos e da relevância da relação bilateral, a Amcham Brasil reforça a necessidade de um diálogo construtivo entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos para buscar soluções negociadas e equilibradas”, afirmou. [ad_2] Source link
Coopercitrus investe R$ 100 milhões em novo Complexo Agropecuário no interior de SP

[ad_1] A Cooperativa de Produtores Rurais (Coopercitrus), com sede em Bebedouro (SP), acaba de anunciar um investimento estratégico de cerca de R$ 100 milhões na construção de um novo Complexo Agropecuário em Araçatuba (SP). O projeto contempla uma moderna fábrica de ração, um TRR (Transportador Revendedor Retalhista) para distribuição de combustíveis, uma loja completa de insumos agropecuários e um espaço de atendimento aos cooperados, informou a cooperativa em comunicado. Para marcar o início das obras, a Coopercitrus realizará na terça-feira da semana que vem, dia 18, às 10h30, a cerimônia de lançamento da Pedra Fundamental do novo complexo. A nova unidade será construída em um terreno de 50 mil m², localizado entre Araçatuba e Birigui, próximo à Rodovia Marechal Rondon (SP-300), um dos principais eixos logísticos do agronegócio na região. A escolha do local priorizou a facilidade de acesso aos cooperados e a integração de todos os negócios da Coopercitrus em um único espaço. A obra, que deverá ser concluída em dois anos, terá um impacto positivo na economia local, com a geração de aproximadamente 130 oportunidades de empregos diretos e indiretos. “Esse projeto busca atender à crescente demanda por soluções e infraestrutura para a cadeia pecuária, reforçando o compromisso da cooperativa em diversificar sua atuação e oferecer suporte estratégico aos cooperados”, afirma Matheus Marino, presidente do Conselho de Administração da Coopercitrus. A Coopercitrus chegou a Araçatuba em 2004, com a abertura de uma loja de insumos agropecuários. Em 2017, ampliou sua atuação na região com a incorporação da Cooperativa Brasileira Agropecuária de Araçatuba (Cobrac), agregando infraestrutura, novos serviços e um suporte mais amplo aos cooperados. A unidade da Coopercitrus em Araçatuba atende 807 cooperados, distribuídos em 42 municípios, como Pereira Barreto, Andradina e Guararapes. A região é marcada pela forte presença na pecuária, além de culturas como cana-de-açúcar, soja e milho. [ad_2] Source link
clima quente limita negócios no Rio Grande do Sul

[ad_1] O mercado de carne de frango está mais aquecido nesta primeira quinzena de fevereiro em São Paulo. Segundo pesquisadores do Cepea, além da maior procura típica neste período – por conta do recebimento dos salários por parte da população –, a oferta está controlada, cenário que eleva os valores da proteína avícola negociada no atacado da Grande São Paulo. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Já em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, levantamento do Cepea mostra que a forte onda de calor que atinge o estado nesta semana tem limitado a comercialização de frango no atacado, à medida que muitos consumidores têm evitado se locomover por conta das altas temperaturas. Inclusive, a volta às aulas da rede estadual de ensino do Rio Grande do Sul foi adiada devido ao forte calor. Nesse contexto, agentes consultados pelo Cepea indicam que, embora muitos vendedores tenham tentado manter a tabela de preços, em certos momentos, foi necessário conceder descontos, em decorrência da dificuldade de comercialização no atacado de Porto Alegre. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! [ad_2] Source link
Brasil não é problema comercial para os EUA, diz Alckmin

[ad_1] O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou na noite desta quinta-feira (13) que o Brasil não representa um “problema comercial” para os Estados Unidos. Alckmin deu a declaração ao comentar o anúncio, pelo presidente estadunidense, Donald Trump, da aplicação de tarifas de reciprocidade contra qualquer país que imponha impostos contra as importações norte-americanas. “É natural que o novo governo americano queira avaliar o seu comércio exterior, estudar, avaliar a questão do comércio exterior. O Brasil não é problema comercial para os Estados Unidos. A balança comercial nossa de bens é equilibrada. Nós exportamos US$ 40 bilhões e importamos US$ 40 bilhões”, disse Alckmin em coletiva. “Quando nós incluímos os serviços, os Estados Unidos tem um superávit de US$ 7,4 bilhões. É o sétimo maior superávit da balança comercial americana. Então nós não somos problema comercial”, acrescentou. O vice-presidente ressaltou que dos dez produtos mais exportados pelo Brasil aos Estados Unidos, apenas quatro não são taxados pela alfândega estadunidense, nos demais são impostas tarifas. Já nos dez produtos mais importados pelo Brasil vindos dos EUA, oito entram totalmente livres de tarifas. “O caminho do comércio exterior é ganha-ganha. É ter reciprocidade, não é alíquota igual. Reciprocidade é você vender mais onde é mais competitivo, onde você é menos competitivo, você compra. Produtos que você não tem, você adquire. Essa é a regra e é nesse princípio que nós vamos trabalhar”, disse. Etanol brasileiro Geraldo Alckmin defendeu ainda o etanol brasileiro e disse acreditar que a resolução da questão comercial será com base no diálogo e entendimento entre os países. “No caso do etanol, primeiro é importante destacar que o etanol do Brasil, ele é de cana-de-açúcar. Ele descarboniza mais, ele tem um terço a menos de pegada de carbono”, disse. O vice-presidente disse que um dos caminhos de solução poderá ser a adoção de cotas para os produtos brasileiros, assim como ocorreu com o aço, em 2018, quando os EUA também levantaram barreiras comerciais contra o produto. “No caso do aço, lá atrás, se caminhou para a cota, chamada hard cota, porque acima de um limite não pode entrar. Esse pode ser um dos caminhos, vamos aprofundar todos esses temas”. “O comércio exterior é um caminho de diálogo, um caminho de entendimento, um caminho de ganha ganha, de buscar alternativas. É isso que vai ser feito”, acrescentou. Balança Os dez principais produtos brasileiros exportados para os EUA são: óleos brutos (sem taxação), produtos semimanufaturados de ferro ou aço (taxa de 7,2%), café não torrado (9%), pastas químicas de madeira (3,6%), ferro fundido (3,6%), aviões (sem taxa), gasolinas (sem taxa), aviões a turbojato (sem taxa), carnes desossadas (10,8%), ligas de aço (7,2%). Já os dez principais produtos dos EUA importados pelo Brasil são parte de turborreatores (sem taxa), turborreatores de empuxo (sem taxa), gás natural liquefeito (sem taxa), óleos brutos de petróleo (sem taxa), óleo diesel (sem taxa), naftas (sem taxa), hulha betuminosa (sem taxa), copolímeros de etileno (20% de taxa), óleos lubrificantes (sem taxa), polietilenos (20%). [ad_2] Source link
Fiagro cresce 315% em 2 anos e chega a patrimônio líquido de R$ 43,7 bi

[ad_1] A indústria de Fiagro (Fundos de Investimento em Cadeias Agroindustriais) cresceu 315% nos últimos dois anos, enquanto o mercado como um todo avançou 17,4%. O patrimônio líquido investido no segmento saltou de R$ 10,5 bilhões, em dezembro de 2022, para R$ 43,7 bilhões, em dezembro de 2024. Os dados fazem parte da 9ª edição do Boletim CVM Agronegócio, publicado nesta quinta-feira, 13, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O boletim destaca ainda a performance dos Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), cujo patrimônio líquido cresceu R$ 57,98 bilhões e alcançou R$ 153,5 bilhões em dezembro de 2024, incremento de 60%. Nos últimos dois anos, a fatia do mercado de capitais correspondente ao agronegócio cresceu 16%. Enquanto o volume financeiro do segmento agro cresceu 36% no período, a R$ 540 bilhões, o volume financeiro total do mercado de capitais variou 17%, a R$ 15,3 trilhões. [ad_2] Source link
Sul de Minas entra no mapa dos grandes vinhos brasileiros

[ad_1] Os vinhos de inverno do sul de Minas Gerais ganharam um importante reconhecimento do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), a certificação como Indicação de Procedência (IP), destacando a reputação e tradição da região na produção da bebida. Esse selo funciona como um passaporte para os vinhos mineiros conquistarem novos mercados, garantindo que a bebida seja feita exclusivamente com a uva Vitis vinifera L., seguindo rigorosos padrões de qualidade. O Brasil agora soma 129 Indicações Geográficas (IGs), sendo 13 delas para vinhos. Mas o que torna os vinhos do sul de Minas tão especiais? O segredo está na técnica da dupla poda, que inverte o ciclo da videira e permite a colheita no inverno, entre junho e setembro. Esse método favorece a maturação das uvas em um clima mais seco, garantindo vinhos mais encorpados e aromáticos. A certificação abrange dez municípios mineiros: São João da Mata, Cordislândia, São Gonçalo do Sapucaí, Três Corações, Três Pontas, Campos Gerais, Boa Esperança, Bom Sucesso, Ibituruna e Ijaci. Para os pequenos produtores, essa chancela é um divisor de águas. Segundo Hulda Giesbrecht, coordenadora de Tecnologias Portadoras de Futuro do Sebrae, a Indicação Geográfica fortalece o mercado local e protege os viticultores contra falsificações. “Os pequenos produtores ganham mais visibilidade e competitividade, e a região garante um selo de qualidade que impede o uso indevido do nome reconhecido”, explica Hulda. O Brasil e suas regiões vinícolas certificadas O Brasil já conta com duas regiões vinícolas na categoria Denominação de Origem (DO): Vale dos Vinhedos (RS) e Altos de Pinto Bandeira (RS). As demais são qualificadas como Indicação de Procedência. Confira a lista: Pinto Bandeira (RS) Vale do São Francisco (PE/BA) Vale dos Vinhedos (RS) Altos Montes (RS) Monte Belo (RS) Farroupilha (RS) Campanha Gaúcha (RS) Vales da Uva Goethe (SC) Vinhos de Altitude de Santa Catarina (SC) Vinhos de Bituruna (PR) Sul de Minas (MG) Com esse reconhecimento, os vinhos de inverno mineiros ganham prestígio e abrem caminho para novas oportunidades no mercado nacional e internacional. Agora, os amantes do vinho têm mais um motivo para brindar com um rótulo brasileiro. Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo Se você é micro ou pequeno produtor rural e deseja abrir as portas do seu negócio de forma sustentável, assista e participe do programa Porteira Aberta Empreender. O programa é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você, micro e pequeno produtor rural, descobrir soluções, produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp. Confira onde assistir ao programa No dia 27 de fevereiro, assista ao Porteira Aberta Empreender em um destes canais: Canais disponíveis para assistir ao programa Porteira Aberta Empreender, às quintas-feiras, às 17h45, e aos domingos, às 7h30 Acesse aqui e confira temas abordados como Acesso ao Crédito e Indicação Geográfica. [ad_2] Source link
tarifas setorializadas de Trump aliviam mercados; ouça análise

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o impacto das tarifas de Trump, que não abalaram os mercados. O dólar caiu no DXY, mas o real recuou 0,1% após a inclusão do etanol brasileiro no memorando americano. O Ibovespa avançou 0,38%, enquanto a PMC apontou queda de 0,1% no varejo restrito e 1,1% no ampliado, que ainda fechou 2024 com alta de 4,1%. Para 2025, a expectativa é de desaceleração, mas o consumo deve se manter firme com mercado de trabalho aquecido e aumento da massa salarial. Hoje, atenção à PNAD no Brasil e às vendas no varejo dos EUA. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link
confira a previsão para hoje

[ad_1] Temporais no Centro-Oeste e no Norte, tempo instável no Sul e aberto em parte do Sudeste. Confira todos os detalhes na previsão do tempo desta sexta-feira Sul Tempo instável com previsão de pancadas de chuva no oeste, noroeste e norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, com risco de chuva moderada a forte com raios e ventos. Tempo firme no sul gaúcho. Pancadas mais isoladas no oeste e noroeste paranaenses. Sudeste O tempo continua mais aberto e firme no centro-leste e norte de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, com destaque para o calorão. São Paulo volta a receber pancadas moderadas a forte, associadas a calor e umidade entre tarde e noite. A maior parte da sexta será marcada por sol. Capital e litoral paulista com risco de alguns temporais. Centro-Oeste Temporais em Mato Grosso, dia nublado e chuvoso em Cuiabá, pancadas mais fortes com raios e ventos na divisa com Amazonas e Pará. Dia de sol, temperaturas em rápida elevação e condições de pancadas mais irregulares, podendo vir com moderada a forte intensidade no interior de Goiás e em Mato Grosso do Sul. Não chove no Distrito Federal e faz calor. Nordeste Chuva mais concentrada entre Maranhão, Piauí e o litoral do Ceará com possibilidade de pancadas fortes e raios. Semana termina com pouca chuva no Rio Grande do Norte, na Paraíba, em Pernambuco, Alagoas e na Bahia. Calorão no interior e sul baiano e ar mais seco no interior pernambucano. Norte Os temporais continuam entre Acre, Amazonas, Amapá, Tocantins e Pará com risco de raios e ventos moderados a forte. Pancadas entre tarde e noite em Roraima e no Acre. [ad_2] Source link
‘Dou continuidade ao que meu pai trabalhou a vida toda’, diz Claudia D’Agostini

[ad_1] Foto: Canal Rural | Personagem Claudia D´Agostini A produtora rural Claudia D’Agostini, de Sabáudia, no Paraná, foi indicada ao Prêmio Personagem Soja Brasil. Junto com sua irmã, Claudia segue firme no processo de sucessão familiar na propriedade rural, continuando o legado de seu pai. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Há cerca de oito anos, as irmãs começaram a assumir a liderança nas decisões da propriedade, quando o pai delas passou a responsabilidade diretamente para elas. Claudia compartilha a enorme responsabilidade de dar continuidade ao trabalho de uma vida inteira e, ao mesmo tempo, construir algo novo e especial. “Para mim, a responsabilidade de ser sucessora vai além de simplesmente manter o que foi feito antes. Eu me esforço muito para conduzir de forma excepcional e construir o futuro da propriedade com dedicação”, explica Claudia. Ela destaca que o maior desafio é equilibrar a sua visão e personalidade na gestão da propriedade, sem perder de vista as tradições passadas de geração em geração. No entanto, ela acredita que a troca de ideias com sua irmã tem sido muito positiva, pois essas divergências acabam se complementando, resultando em práticas mais eficientes. Uma das inovações que a dupla implementou na propriedade foi a adoção do Manejo Integrado de Solo (MIP), uma abordagem que busca disseminar por meio de práticas agrícolas sustentáveis. Após realizar o curso de MIP, as irmãs decidiram implementar o método em toda a área da propriedade. Atualmente, 100% da lavoura já adota esse manejo, que tem mostrado ser uma forma segura e eficiente de promover uma agricultura mais sustentável. “O agro é muito sustentável e vemos a importância de boas práticas e um bom manejo, principalmente diante das mudanças climáticas que estamos enfrentando. Como trabalhadores do campo, sentimos essas mudanças na pele, e acreditamos que a nova geração está mais aberta e preparada para utilizar essas práticas”, comenta Claudia. Claudia também reflete sobre a realidade de ser mulher no campo. Crescida na propriedade, ela observa a diferença entre ela e seus amigos de infância. “Percebo que, enquanto para os meninos o espaço no campo parece ser algo natural, para nós, mulheres, precisamos conquistar esse espaço, provar que somos capazes”, afirma. A indicação ao Prêmio Personagem Soja Brasil é um reconhecimento importante para Claudia, que celebra a oportunidade de ter seu trabalho reconhecido. “Independentemente de ganhar ou não, ser indicada para um prêmio desse porte já é uma alegria imensa”, conclui. [ad_2] Source link