Subcomissão para debater papel do agro na COP 30 é instalada

[ad_1] A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados instalou nessa quarta-feira (21) a Subcomissão Especial voltada à Transição Energética e o Papel do Agronegócio na COP 30, a ser realizada em Belém, Pará, entre os dias 10 e 21 de novembro. A iniciativa, da deputada federal Marussa Boldrin (MDB-GO), vem na esteira do protagonismo ambiental global que o Brasil deve alcançar durante o evento. Para a parlamentar, o agronegócio brasileiro é fundamental nesse processo. “O setor tem potencial significativo para contribuir com a transição energética, seja na produção de biocombustíveis e bioenergia, na captura de carbono, ou na adoção de práticas sustentáveis de produção”, destacou. Segundo ela, a nova subcomissão terá como missão aprofundar o debate sobre políticas públicas, inovação tecnológica e regulamentações voltadas à sustentabilidade no campo, além de promover articulação entre o setor produtivo, comunidade científica e organismos internacionais. Composta por seis membros titulares e seis suplentes, a deputada destaca que a subcomissão especial buscará garantir que as contribuições do agronegócio brasileiro sejam devidamente reconhecidas nas negociações climáticas da COP 30. A eleição para a escolha de presidente, vice-presidente e relator da iniciativa acontecerá na próxima reunião deliberativa, prevista para 28 de maio. [ad_2] Source link

Como ‘turbinar’ a sua lavoura de soja? Cursos da Embrapa revelam técnicas para manejo eficiente

[ad_1] De 9 a 13 de junho e 10 a 14 de novembro, a Embrapa Soja, em Londrina (PR), realiza dois cursos presenciais voltados a técnicos, produtores e profissionais das ciências agrárias que buscam excelência na produção de soja. Para se inscrever, acesse o link. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Com 36 horas de carga horária, o programa de capacitação é dividido em dois módulos independentes: Manejo Fitossanitário e Manejo do Solo e da Cultura. A formação inclui aulas teóricas, práticas de campo e visitas técnicas, conduzidas por pesquisadores da Embrapa Soja e instituições parceiras. O que você vai aprender: Instalação da lavoura e integração lavoura-pecuária Manejo e conservação do solo e da água Fertilidade do solo e nutrição de plantas Manejo pós-colheita e manejo integrado de plantas daninhas Dessecação pré-colheita Fisiologia vegetal Manejo integrado de doenças Manejo de nematoides Manejo integrado de pragas Tecnologia de aplicação de agroquímicos Conhecimento para os produtores de soja O foco principal está nas estratégias de manejo que elevam a produtividade e promovem a sustentabilidade de todo o sistema produtivo. A proposta é oferecer uma formação completa, alinhada às demandas atuais da agricultura de alta performance, com base em conhecimento científico atualizado e práticas eficientes. Ao longo dos cursos, os participantes terão acesso direto a tecnologias de ponta, metodologias inovadoras e orientações práticas que podem transformar os resultados em campo. A combinação entre teoria e prática permite aprimorar a tomada de decisão, reduzir custos e otimizar o uso de recursos naturais, contribuindo para uma produção mais inteligente e rentável. [ad_2] Source link

Sobe para 11 o número de municípios investigados por gripe aviária

[ad_1] O painel Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves (SRN) mantido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) aumentou o número de municípios investigados por casos de gripe aviária de nove para 11 na manhã desta quarta-feira (22). Concórdia, em Santa Catarina, e Angélica, em Mato Grosso do Sul, ambos com criação de aves domésticas para subsistência, passam a integrar a lista. Em todos os locais, já foram feitas coletas de amostras do vírus, mas ainda não possuem resultado laboratorial conclusivo. São eles: Triunfo (RS): criação doméstica (subsistência) Gaurama (RS): criação doméstica (subsistência) Derrubadas (RS): silvestre – vida livre Chapecó (SC): criação doméstica (subsistência) Ipumirim (SC): criação doméstica (comercial) Garopaba (SC): silvestre – vida livre Concórdia (SC): criação doméstica (subsistência) Angélica (MS): criação doméstica (subsistência) Salitre (CE): criação doméstica (subsistência) Aguiarnópolis (TO): criação doméstica (comercial) Eldorado do Carajás (PA): criação doméstica (subsistência) Os municípios de Estância Velha, no Rio Grande do Sul; Nova Brasilândia, em Mato Grosso; e Gracho Cardoso, em Sergipe; todos com criação de aves de subsistência, constavam no sistema na segunda-feira (19), mas os testes descartaram a existência da doença. Até o momento, o sistema informa que foram feitas 3.976 investigações de suspeitas de Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves, cujas doenças-alvo são Influenza Aviária e Doença de Newcastle. Transparência brasileira Em coletiva de impresa ma última segunda-feira (19), o ministro do Mapa, Carlos Fávaro, disse acreditar que pela transparência com que o governo brasileiro conduz o caso, confia que todos os compradores de carne de frango, ovos e derivados será reconquistada. Reflexo disso é que a pasta anunciou nesta quinta que Rússia, Bielorrússia, Armênia e Quirguistão decidiram retirar a suspensão do país todo e reduziram a restrição de compra de frango e derivados apenas para o estado do Rio Grande do Sul. “O Brasil é o único país do mundo que mantém um sistema atualizado duas vezes ao dia com casos confirmados e em investigação de gripe aviária. Todo o mundo pode acompanhar passo a passo a forma como estamos lidando com o problema”, declarou. ‘Gripe aviária chegou tarde ao país’ Fávaro também fez questão de ressaltar que os primeiros reportes oficiais de circulação do vírus da gripe aviária no mundo datam de 2006 e foram necesários quase 20 anos para que a doença se estabelecesse no Brasil, tamanha a robustez do sistema sanitário nacional. “Esse vírus só entrou no plantel brasileiro agora. Depois que chegou às aves silvestres, com casos no Espírito Santo e em São Paulo, demorou cerca de dois anos para ser detectado em granjas comerciais. Em outros países, esse intervalo foi muito mais curto”, finalizou o ministro. [ad_2] Source link

Cultivo de cannabis medicinal pelo agronegócio é destaque em congresso

[ad_1] O módulo Agro Tech Cannabis, dirigido ao setor do agronegócio e às potencialidades do cultivo do cânhamo industrial, é um dos destaques do 4º Congresso Brasileiro da Cannabis Medicinal (CBCM), que começa nesta quinta-feira (22) no Expo Center Norte, em São Paulo. Em parceria com a Embrapa, e realizado simultaneamente à Medical Cannabis Fair, o congresso ocorre após a Advocacia-Geral da União (AGU) ter protocolado na segunda-feira (19), na Justiça, o “plano de ação para regulação e fiscalização do acesso a tratamentos com fármacos à base de cannabis”. Uma variedade com baixo teor de THC, não psicoativa, o cânhamo pode ser considerada uma cultura agrícola estratégica, pois é regenerativa, de baixo impacto ambiental, com ampla aplicação industrial e alta rentabilidade por hectare. Do papel ao biocombustível Entre as possíveis aplicações do cânhamo estão a produção de papel, tecidos, fibras, materiais de construção civil sustentável, rações, cosméticos, alimentos, bioplásticos e biocombustíveis. “A inclusão do cânhamo industrial no módulo Agro Tech Cannabis do Congresso Brasileiro da Cannabis Medicinal reflete a compreensão de que não é possível desenvolver plenamente o setor da planta – seja na medicina, na indústria ou em outros segmentos – sem discutir o cultivo”, contextualiza Daniel Jordão, diretor da Sechat, promotora do evento. “[Para] desenvolver medicamentos, cosméticos, alimentos ou qualquer outro produto derivado do cânhamo ou do canabidiol, é imprescindível falar do agro. Não faz sentido depender da importação de matéria-prima quando o Brasil possui todas as condições para se tornar um dos principais produtores mundiais de cânhamo industrial”, disse Jordão. Para o presidente da Associação Nacional do Cânhamo Industrial, Rafael Arcuri, “o cânhamo é uma das grandes apostas para um agro mais sustentável”. “Ele usa pouca água e defensivos agrícolas, ajuda a recuperar o solo e forma uma barreira fitossanitária, pois ajuda a afastar pragas quando é cultivado na safrinha ou em conjunto com outros cultivares”. Cadeias produtivas de cannabis A pesquisadora e presidente do Comitê Permanente de Assessoramento Estratégico da Cannabis da Embrapa, Beatriz Marti Emygdio, lembrou que “em 2025, além de celebrarmos 10 anos de regulamentação do uso da cannabis medicinal no Brasil, também estamos celebrando a regulamentação do cultivo da cannabis medicinal, o cânhamo com até 0,3% de THC, recentemente programada para ser publicada no final de setembro”. “Considerando então que, de fato, teremos o estabelecimento de cadeias produtivas nacionais de cannabis medicinal, se torna de extrema relevância discutir os diferentes aspectos que irão impactar essa cadeia produtiva”, defende a pesquisadora. Além do Congresso Brasileiro de Cannabis Medicinal acontece em paralelo a Medical Cannabis Fair, com cerca de 60 estandes e 100 marcas expositoras de produtos, serviços e soluções tecnológicas derivados da planta. Além do setor farmacêutico estão presentes também representantes das áreas de produção de cosméticos, agrícola, bioinsumos, biotêxteis e construção civil sustentável, bem como de instituições de pesquisa, investidores e associações de pacientes. A programação prevê ainda rodadas de negócios, apresentação de startups e painéis sobre políticas públicas. O Congresso Brasileiro da Cannabis Medicinal e a Medical Cannabis Fair vão até sábado (24). Alguns eventos, além do formato presencial, terão transmissão online ao vivo. Serviço O que: Congresso Brasileiro da Cannabis Medicinal e a Medical Cannabis FairQuando: de 22 a 24 de maioOnde: Expo Center Norte (Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme – São Paulo). [ad_2] Source link

Veja os senadores que votaram contra o novo marco do licenciamento ambiental

[ad_1] O Senado aprovou nessa quarta-feira (21), com 54 votos favoráveis e 13 contrários, o projeto de lei (PL 2.159/2021) que estabelece um novo marco legal para o licenciamento ambiental no Brasil. A proposta determina as diretrizes para o licenciamento ambiental e sua aplicação pelos órgãos responsáveis, além de flexibilizar a necessidade da licença em alguns casos. Como o texto foi alterado pelos senadores, ele retorna à Câmara dos Deputados para nova análise. A proposta está em discussão há 21 anos, tendo tramitado 17 anos na Câmara dos Deputados e quatro anos no Senado. Senadores contrários Considerado uma vitória ao agronegócio e a outros setores produtivos por permitir que atividades sejam expandidas de forma menos burocrática, o novo marco ficou longe de ser unanimidade, um dos fatores que justifica as mais de duas décadas de imbróglio. Veja os 13 senadores que votaram contra: Ana Paula Lobato (PDT) — Maranhão Augusta Brito (PT) — Ceará Beto fato (PT) — Ceará Eliziane Gama (PSD) — Maranhão Fabiano Contarato (PT) — Espírito Santo Humberto Costa (PT) — Pernambuco Jaques Wagner (PT) — Bahia Jorge Kajuru (PSB) — Goiás Leila Barros (PDT) — Distrito Federal Mara Gabrili (PSD) — São Paulo Paulo Paim (PT) — Rio Grande do Sul Rogério Carvalho (PT) — Sergipe Teresa Leitão (PT) — Pernambuco Dispensa de licenciamento O texto aprovado dispensa de licenciamento ambiental atividades que não ofereçam risco ambiental ou que precisem ser executadas por questão de soberania nacional ou de calamidade pública. Além disso, isenta de licenciamento os empreendimentos agropecuários para cultivo de espécies de interesse agrícola, além de pecuária extensiva, semi-intensiva e intensiva de pequeno porte. Foi instituída ainda a Licença por Adesão e Compromisso (LAC), destinada a atividades ou empreendimentos de pequeno ou médio porte e de baixo ou médio potencial poluidor. A licença poderá ser expedida mediante uma autodeclaração de adesão e compromisso do empreendedor, com os requisitos preestabelecidos pela autoridade licenciadora. ‘Clareza, eficiência e justiça’ A relatora do projeto, senadora Tereza Cristina (PP-MS), disse que o objetivo da proposta é licenciar as obras no país com mais clareza, eficiência e justiça. Segundo ela, o marco regulatório atual, com regras sobrepostas, trava iniciativas importantes e desestimula investimentos responsáveis. “A proposta não enfraquece o licenciamento ambiental, muito pelo contrário. Ela reafirma o compromisso com o rigor técnico, exige estudos de impacto ambiental, audiências públicas e avaliações trifásicas para grandes obras. E até dobra a pena para quem desrespeitar a legislação”, disse, salientando que hoje existem mais de 27 mil normas ambientais no país. Contrária ao projeto, a senadora Leila Barros (PDT-DF) lembrou que a defesa do meio ambiente é uma exigência da comunidade internacional. “O Brasil hoje vive neste momento uma reconquista de sua credibilidade ambiental. Essa imagem positiva se converte em oportunidades reais para nosso país, em termos diplomáticos e econômicos”, alertou. Aumento de penalidades Atualmente, a legislação estabelece que o crime de construir ou reformar obras ou serviços poluidores sem licença ambiental gera pena de prisão de um a seis meses. Os senadores aumentaram a pena para seis meses a dois anos ou multa, ou ambas cumulativamente. “Crime ambiental continua sendo crime, não estamos mudando nada. E a supressão de qualquer vegetação nativa sem licença continua sendo proibida”, disse Tereza Cristina. Nota do Ministério do Meio Ambiente Em nota divulgada nessa quarta-feira (21), o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) diz que o PL representa desestruturação significativa do regramento existente sobre o tema e representa risco à segurança ambiental e social no país. “A proposta terá impacto negativo para a gestão socioambiental, além de provocar, possivelmente, altos índices de judicialização, o que tornará o processo de licenciamento ambiental mais moroso e oneroso para a sociedade e para o Estado brasileiro”, avalia o MMA. Segundo a pasta, um dos pontos mais críticos do PL é a aplicação da Licença por Adesão e Compromisso, modalidade simplificada de licenciamento baseada na autodeclaração do empreendedor. “Na prática, o texto permitiria o uso da LAC para um percentual expressivo de empreendimentos que atualmente são licenciados. Além disso, esses empreendimentos seriam monitorados por amostragem, dispensando a necessidade de fiscalização, pelo órgão ambiental, de todos os empreendimentos licenciados por essa modalidade”, diz a nota. Organizações ambientais sustentam que o projeto representa o maior retrocesso em matéria de legislação ambiental desde a Constituição de 1988. Para o comentarista do Canal Rural Miguel Daoud, o Projeto de Lei 2.159/2021 não é uma ameaça ao meio ambiente, como afirmam seus críticos. “Ao contrário, representa um passo necessário para preparar o país para o protagonismo que o mundo já lhe atribuiu: ser o grande fornecedor de alimentos do planeta nas próximas décadas”, enfatiza. Segundo ele, a atual legislação que o Projeto de Lei visa substituir é fragmentada, burocrática, ineficaz e até paralisante. “Em vez de proteger, ela emperra, afasta investimentos e marginaliza pequenos produtores — sobretudo aqueles que vivem em áreas remotas e dependem da regularização para acessar crédito, assistência técnica e mercados”, considera. *Com informações da Agência Brasil [ad_2] Source link

Gripe aviária tem impactado mais o preço do boi que o do frango

[ad_1] Com a ocorrência do caso de gripe aviária em uma granja comercial no Brasil a cautela dos operadores de tanto para os os setores de carnes como também de grãos. O levantamento do Cepea mostra que, após uma semana de confirmação, o mercado interno da carne de frango não sofreu grandes alterações na oferta.  De 15 a 20 de maio, o frango resfriado no atacado da Grande São Paulo desvalorizou 1%, conforme aponta o instituto. A justificativa seria o enfraquecimento da demanda na segunda quinzena, como típico para o período. Já para os suínos, o ritmo de queda foi ainda mais leve. O preço da carcaça especial caiu 0,5% da última quinta até essa terça (20).  Por outro lado, a cotação da carcaça casada bovina recuou fortemente, em 3,7% no atacado da Grande São Paulo. Também neste mercado, os preços dos animais para abate e da carne vinham em baixa, mas as quedas a partir da sexta-feira se intensificaram. De acordo com pesquisadores do Cepea, a desvalorização se dá, principalmente, devido às vendas fracas da proteína na segunda quinzena e também à pressão por parte dos frigoríficos na compra de novos lotes. Isso que sinaliza que o mercado pecuário está refletindo de forma intensa os impactos de eventual aumento da oferta interna de carne de frango. *Sob supervisão do jornalista Victor Faverin [ad_2] Source link

‘Transferência de Embriões’ fortalece produção de leite de pequenos criadores no Ceará

[ad_1] A rotina nas pequenas propriedades rurais do Sertão Central do Ceará tem mudado com a chegada de uma tecnologia antes restrita aos grandes criadores.  A técnica de Transferência de Embriões (TE) vem mudando o perfil genético do rebanho leiteiro e elevando a produção nas pequenas propriedades da região.  Municípios como Solonópole, Milhã e Senador Pompeu já colhem os primeiros frutos. O projeto, iniciado em 2023, realiza inseminações com alto índice de sucesso. Só em 2024, Solonópole registrou 130 matrizes inseminadas.  O projeto realizado pelo Sebrae/CE, em parceria com a FAEC-Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (FAEC), Senar, Sinrural e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), vem se revelando um autêntico caso de sucesso no aprimoramento genético do rebanho da região. A técnica permite aproveitar a genética de fêmeas e machos superiores para gerar animais mais produtivos, resistentes e adaptados ao clima local. Atualmente, o custo da prenhez gira em torno de R$ 480, mas os produtores recebem subsídio, facilitando o acesso à tecnologia de ponta. Cada embrião transferido representa um salto genético de pelo menos duas gerações. Tecnologia acessível e impacto rápido Com o uso da MOTE (Múltipla Ovulação e Transferência de Embriões), doadoras selecionadas têm seus oócitos (células germinativas femininas) coletados e fecundados com sêmen de touros de alta performance.  Os embriões são cultivados em laboratório até atingir o estágio adequado para transferência.  “É uma iniciativa que vem impactando diretamente para a evolução do rebanho local, porque a partir da implantação dessa tecnologia, os produtores conseguiram ampliar o nível genético do plantel de suas propriedades, possibilitando assim melhores ganhos”, diz  Cleverson Carlos, articulador do Sebrae Regional Sertão Central. A expectativa é ousada: beneficiar mil produtores e introduzir 3 mil animais melhorados em três anos, aumentando em até 25% a produção de leite no estado. “A nossa expectativa é de que esse melhoramento genético adicione cerca de 500 mil litros de leite por dia à produção cearense, o que representa um incremento de 25% na produção do Estado”, afirma Amílcar Silveira, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (FAEC). Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Produtores já sentem a diferença Edgar Ribeiro, produtor da região, elogia a iniciativa que vem sendo realizada, com a participação do Sebrae/CE. De acordo com Ribeiro, o projeto irá aprimorar a genética do rebanho e aumentar a eficiência produtiva e reprodutiva das propriedades. Beto Pinheiro, também produtor, ressalta que com a identificação das doadoras, que são selecionadas dentre as fêmeas, é possível garantir uma boa genética e características desejadas para os futuros animais. Além disso, a tecnologia também devolve confiança e competitividade ao pequeno produtor. Portanto, com mais leite no tanque e genética de ponta no curral, aumenta a renda e a autoestima do homem do campo. [ad_2] Source link

Vassoura-de-bruxa da mandioca é confirmada em território indígena

[ad_1] Na última quinta-feira (15), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou o primeiro foco da praga quarentenária vassoura-de-bruxa da mandioca no Pará. O caso foi divulgado pela pasta nesta semana. A ocorrência foi registrada na Terra Indígena do Parque do Tumucumaque, localizada no extremo norte do município de Almeirim, próxima à fronteira com o Suriname. A inspeção foi realizada em 28 de abril por técnicos da Superintendência de Agricultura e Pecuária do Amapá (SFA/AP) e da Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária do Estado do Amapá (Diagro), após recebimento de denúncia. As plantas com sintomas suspeitos estavam na Aldeia Bona, localizada na Terra Indígena do Parque do Tumucumaque. Duas amostras de material vegetal foram coletadas e enviadas para análise no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Goiás (LFDA/GO). Os laudos oficiais confirmaram a presença da praga em ambas as amostras. Doença em área de difícil acesso Foto: Divulgação Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) O foco encontra-se em uma área remota, de difícil acesso, onde vivem comunidades indígenas com vínculo administrativo apenas com o estado do Amapá. A região está distante das principais zonas produtoras de mandioca no Pará e só é acessível por meio de voos fretados. A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), em parceria com o Mapa, realiza levantamentos fitossanitários em todo o estado como parte do plano emergencial para prevenção da praga. Segundo a autarquia, até o momento, não há registro de suspeitas em áreas comerciais de produção nem interceptação de material vegetal suspeito nas barreiras de fiscalização instaladas. Detecção da vassoura-de-bruxa O Mapa esclarece que a vassoura-de-bruxa não tem relação com a praga do cacaueiro. Embora o fungo não ofereça risco à saúde humana, é altamente destrutivo para as lavouras de mandioca. A praga foi detectada pela primeira vez em 2024 pela Embrapa Amapá, em terras indígenas de Oiapoque. A doença causa ramos secos e deformados, nanismo, proliferação de brotos fracos e finos nos caules, clorose, murcha, seca das folhas e morte das plantas. A dispersão ocorre principalmente por meio de material vegetal contaminado, ferramentas de poda, solo e água. *Sob supervisão de Victor Faverin [ad_2] Source link

Crise fiscal dos EUA sugere cautela; ouça análise do Diário Econômico

[ad_1] No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a forte aversão ao risco nos mercados, com alta dos Treasuries e temor fiscal nos EUA. O Ibovespa recuou 1,59%, aos 137.881 pontos, pressionado por Vale, Petrobras e bancos, enquanto o dólar caiu 0,48%, a R$ 5,64. Juros futuros subiram com pressão externa e ruídos fiscais internos. Hoje, atenção para o relatório fiscal no Brasil e os PMIs globais. Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link

Fim da reeleição para cargos do Executivo é aprovada em Comissão

[ad_1] A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a reeleição no Brasil para presidente, governadores e prefeitos foi aprovada, nesta quarta-feira (21), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A PEC 12/2002 ainda aumenta os mandatos do Executivo, dos deputados e dos vereadores para cinco anos. Agora, o texto segue para análise do plenário do Senado. A PEC previa o aumento do mandato dos senadores de oito para dez anos, mas a CCJ decidiu reduzir o tempo para cinco anos, igual período dos demais cargos. A proposta ainda unifica as eleições no Brasil para que todos os cargos sejam disputados de uma única vez, a partir de 2034, acabando com eleições a cada dois anos, como ocorre hoje. Período de transição A proposta prevê um período de transição para o fim da reeleição. Em 2026, as regras continuam as mesmas de hoje. Em 2028, os prefeitos candidatos poderão se reeleger pela última vez e os vencedores terão mandato estendido de seis anos. Isso para que todos os cargos coincidam na eleição de 2034. Em 2030, será a última eleição com possibilidade de reeleição para os governadores eleitos em 2026. Em 2034, não será mais permitida qualquer reeleição e os mandatos passarão a ser de cinco anos. Após críticas, o relator Marcelo Castro (MDB-PI) acatou a mudança sugerida para reduzir o mandato dos senadores. “A única coisa que mudou no meu relatório foi em relação ao mandato de senadores que estava com dez anos. Eu estava seguindo um padrão internacional, já que o mandato de senador sempre é mais extenso do que o mandato de deputado. Mas senti que a CCJ estava formando maioria para mandatos de cinco anos, então me rendi a isso”, afirmou. Com isso, os senadores eleitos em 2030 terão mandato de nove anos para que, a partir de 2039, todos sejam eleitos para mandatos de cinco anos. A mudança também obriga os eleitores a elegerem os três senadores por estado de uma única vez. Atualmente, se elegem dois senadores em uma eleição e um senador no pleito seguinte. Os parlamentares argumentaram que a reeleição não tem feito bem ao Brasil, assim como votações a cada dois anos. Nenhum senador se manifestou contra o fim da reeleição. O relator Marcelo Castro argumentou que o prefeito, governador ou presidente no cargo tem mais condições de concorrer, o que desequilibraria a disputa. “Foi um malefício à administração pública do Brasil a introdução da reeleição, completamente contrária a toda a nossa tradição republicana. Acho que está mais do que na hora de colocarmos fim a esse mal”, argumentou Castro. A possibilidade de reeleição foi incluída no país no primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso, em 1997, mudança que permitiu a reeleição do político em 1998. [ad_2] Source link