Boi gordo: confira os preços da arroba neste início de semana

[ad_1] O mercado físico do boi gordo iniciou a semana apresentando manutenção dos preços em grande parte do país. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a arroba do boi gordo apresentou importante recuo em seus preços em Mato Grosso, com os frigoríficos locais passando a exercer pressão sobre o mercado. “O cenário traçado para o curtíssimo prazo ainda aponta para as indústrias tentando pressionar o mercado, considerando a posição um pouco mais confortável das escalas de abate. Exportações em bom nível ainda são uma variável importante, oferecendo alguma sustentação aos preços”, disse. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 318,23 (R$ 318,15 na sexta) Goiás: R$ 300,18 (estável) Minas Gerais: R$ 306,47 (R$ 307,35) Mato Grosso do Sul: R$ 309,77 (inalterado) Mato Grosso: R$ 313,22 (R$ 316,92 na sexta) Mercado atacadista O mercado atacadista segue com preços acomodados para a carne bovina, com menores possibilidades para reajustes dos preços durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo. conforme Iglesias. O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 17 por quilo. Já a ponta de agulha segue precificada a R$ 17,50. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,26%, sendo negociado a R$ 5,7119 para venda e a R$ 5,7099 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6952 e a máxima de R$ 5,7217. [ad_2] Source link
Cooperativa mineira encerra atividades e deixa cafeicultores no prejuízo

[ad_1] A Cooperativa Central de Muzambinho (Coocem), no sul de Minas Gerais, encerrou as atividades e supreendeu os produtores de café do município e também os da cidade ao lado, de Nova Resende. Isso porque a sede da empresa está fechada desde 11 de fevereiro e os cafeicultores não conseguem acesso às informações sobre as sacas de café que estavam estocadas no armazém da cooperativa. A equipe da EPTV Sul de Minas, afiliada da Rede Globo, esteve na sede da Coocem em Muzambinho e não encontrou ninguém que pudesse dar esclarecimentos. Por enquanto, dois produtores de Nova Resende registraram boletim de ocorrência. A reportagem do Canal Rural tentou contato com a cooperativa por telefone, mas não obteve retorno. O espaço segue aberto para manifestações. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Muzambinho, Cleber de Oliveira Marcon, disse ao portal G1 que o proprietário da cooperativa comunicou aos produtores, por meio de um áudio, que honrará com os pagamentos. Marcon afirmou que um levantamento para identificar a quantidade de produtores lesados e o valor devido a eles está sendo feito. A Central de Cafés, marca ligada à cooperativa, divulgou nota afirmando que o fechamento foi para a adequação dos negócios e que em breve os serviços serão reestabelecidos: Foto: Reprodução Redes Sociais “A gente está pedindo que os produtores organizem os documentos que têm desse depósito de café e procure os sindicatos para que possa fazer o levantamento quantas sacas eram para existir no armazém. Estamos aguardando, de acordo com um áudio que saiu do dono da empresa, que seja realizado uma reunião esta semana para passar os produtores quais os próximos passos”, afirmou Marcon. [ad_2] Source link
Inflação entre 4% e 5% é relativamente normal, diz Haddad

[ad_1] O atual nível de inflação do Brasil está relativamente dentro da normalidade para o Plano Real, disse nesta segunda-feira (17) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Em conferência do Fundo Monetário Internacional (FMI) na Arábia Saudita, o ministro avaliou que o Brasil deixou para trás o período em que a inflação estava em torno de dois dígitos. “O Brasil tem feito um trabalho, tentando encontrar um caminho de equilíbrio e sustentabilidade, mesmo em fase de um ajuste importante. O Brasil deixou uma inflação de dois dígitos há três anos. Hoje, temos uma inflação em torno de 4% a 5%, que é uma inflação relativamente normal para o Brasil desde o Plano Real, há 26 anos”, declarou o ministro no painel “Um caminho para a resiliência dos mercados emergentes”. Furou o teto Apesar de estar em um dígito, a inflação estourou o teto da meta em 2024 e deve fazer o mesmo neste ano, de acordo com o mercado financeiro. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central (BC) com instituições financeiras, a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar 2025 em 5,6%, mais de um ponto percentual acima do teto da meta, de 4,5%. No ano passado, o IPCA ficou em 4,83%, também acima do teto de 4,5%. Com base na legislação, o BC enviou uma carta em que justificou o estouro da meta com base na alta do dólar, problemas climáticos e aquecimento da economia. Pelo sistema de metas contínuas de inflação, a cada seis meses, o BC terá de enviar uma carta caso a inflação em 12 meses supere a meta de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto para cima ou para baixo. No encontro do FMI, que ocorre na cidade saudita de Al-Ula, Haddad reafirmou as justificativas da carta do BC. O ministro atribuiu o repique inflacionário à alta do dólar em todo o planeta no segundo semestre do ano passado, período marcado pelas eleições presidenciais norte-americanas. “Por volta de 12 a 30 anos, a inflação se manteve abaixo dos 5%, o que acontece neste momento. Com o fortalecimento do dólar pelo mundo, acabou fazendo com que nós tivéssemos um repique inflacionário no segundo semestre do ano passado; por isso, o Banco Central teve de intervir [com altas de juros] para garantir que a inflação fosse controlada”, justificou Haddad. Valorização do real Com a valorização do real nas últimas semanas, afirmou o ministro, os preços devem se estabilizar. “O aumento das taxas será no curto prazo. O dólar voltou a um nível adequado e caiu 10% nos últimos 60 dias. Eu acho que isso vai fazer com que a inflação se estabilize”, destacou. Atualmente em 13,25% ao ano, a Taxa Selic deverá subir para 14,25% na reunião de março do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, como informou a própria instituição financeira no início do mês. Presidência do Brasil no G20 Haddad destacou a reforma tributária sobre o consumo, regulamentada no fim do ano passado e que deverá gerar crescimento econômico nos próximos anos. Segundo o ministro, o Brasil trabalha para ter equilíbrio e sustentabilidade, mesmo em meio a um ajuste fiscal importante e com fortes incertezas externas. O ministro relembrou a presidência do Brasil no G20 (grupo das 19 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana). Segundo Haddad, o Brasil deixou um legado de busca pela reglobalização sustentável, capaz de conciliar interesses de mercado, combate às desigualdades e transição para fontes de energia limpas. Mediadora do debate, a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, defendeu a capacidade de as economias se adaptarem a choques globais, que aumentaram nos últimos anos com incidentes como a pandemia de Covid-19 e a intensificação das mudanças climáticas. Segundo ela, as economias emergentes devem pautar-se na “resiliência”, antecipando-se e absorvendo parte dos efeitos da geopolítica e das crises externas. [ad_2] Source link
Mais de 70 mil produtores podem ter desconto nos financiamentos de custeio do Plano Safra

[ad_1] Médios e grandes produtores rurais poderão contratar financiamentos de custeio no âmbito do Plano Safra 2024/25 com desconto de 0,5 ponto porcentual nas taxas de juros por boas práticas ambientais. De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), 71,7 mil produtores estão credenciados em programas de certificação de sustentabilidade da pasta, reconhecidos para o benefício financeiro e aptos a receber o desconto em operações de custeio. São eles: Produção Orgânica: aproximadamente 50 mil produtores Produção Integrada (PI Brasil): cerca de 18 mil Boas Práticas Agropecuárias (BPA): mais de 3 mil produtores O desconto no chamado “custeio sustentável” está autorizado desde 2 de janeiro, conforme resolução do Conselho Monetário Nacional (CNM). Mas a implementação do programa atrasou, já que faltava a listagem dos programas e instituições certificadoras reconhecidas pelo governo. A regulamentação foi publicada em portaria interministerial pelo Ministério da Agricultura e pelo Ministério da Fazenda na última quinta-feira (13). A portaria reconhece as instituições e organismos certificadores dos programas de produção integrada, boas práticas agrícolas e produção orgânica. No âmbito da Produção Integrada (PI Brasil), o programa reconhece o Instituto Certifica Brasil. Programas reconhecidos Sete programas foram reconhecidos no âmbito do Programa de Boas Práticas Agrícolas (BPA): Programa Soja Legal da Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja); Programa Certifica Minas Café da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais; Programa Certifica Minas da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais; Programa Boas Práticas Agrícolas IBS do Instituto BioSistêmico; Programa Algodão Brasileiro Responsável da Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa); Programa Selo Ambiental do Arroz Rastreado do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga/RS); e Protocolo de Sustentabilidade Cooxupé Gerações da Cooperativa Guaxupé Dentro dos sistemas de produção orgânica, foram reconhecidas 11 instituições certificadoras que poderão emitir os certificados aos produtores rurais. São elas: Instituto Certifica Sociedade Simples; IBD Certificações Ltda.; Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar); Instituto Mineiro de Agropecuária; Ecocert Brasil Certificadora Ltda.; Agricontrol OIA Ltda.; Associação dos Produtores Orgânicos do Tapajós; Central de Associações de Produtores Orgânicos Sul de Minas; Associação de Agricultura Orgânica e Agroecologia da Zona da Mata/MG; Associação de Agricultura Biodinâmica do Sul (ABD-SUL); e Associação de Agricultores Biológicos do Estado do Rio de Janeiro (Abio) Os produtores que tiverem a chancela das certificações dessas instituições passarão a ter direito ao benefício, chamado de juros verdes pelo governo. A portaria interministerial estabelece que as instituições certificadoras serão as responsáveis pelo cumprimento dos critérios dos programas reconhecidos pelos seus produtores certificados, sendo passíveis de comprovação e verificação. As instituições devem assegurar que os produtores rurais certificados cumpram os requisitos estabelecidos nos programas. Em caso de descumprimento dos critérios de práticas sustentáveis a instituição certificadora e os produtores certificados poderão ser penalizados, nos termos da legislação vigente, perdendo o direito à bonificação prevista na Resolução CMN nº 5.152, de 3 de julho de 2024. A relação das instituições reconhecidas pela portaria interministerial pode ser revista a qualquer momento, prevê a normativa. Para concessão do desconto aos produtores rurais, as instituições financeiras deverão validar as informações na Plataforma AgroBrasil + Sustentável (AB+S) por meio da consulta de práticas agropecuárias sustentáveis. Cumprimento das regras de concessão Foto: Pixabay Os bancos devem checar se os produtores cumprem as regras para concessão de descontos por meio dos dados informados na plataforma. As instituições e certificadoras reconhecidas pelo governo devem manter atualizadas as informações dos produtores na plataforma AB+S, em especial quanto a mudança de classificação, inclusão ou exclusão de produtores certificados. O rebate nos juros será feito pelos agentes financeiros no momento da contratação das linhas quando a certificação ativa dos programas deve ser verificada. O desconto é válido para operações contratadas até 30 de junho dentro do Plano Safra atual, ou seja, pode ser utilizado nas operações de custeio da safra de inverno. Outros 0,5 ponto porcentual de desconto nos juros pode ser obtido pelos produtores com Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado – pouco mais de 105 mil. Médios e grandes produtores que contrataram financiamentos no RenovAgro (Programa de Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis, antigo ABC+) nos últimos cinco anos também poderão receber o abatimento adicional de 0,5 ponto porcentual nos juros para as áreas relacionadas com o investimento anterior – público estimado em 9 mil produtores rurais. [ad_2] Source link
Coração no campo e dedicação desde jovem: Alberto Schlatterer e sua história com a soja

[ad_1] O candidato ao Prêmio Personagem Soja Brasil de hoje é o produtor de soja Alberto Schlatterer, de Chapadão do Sul, Mato Grosso do Sul. Filho de imigrantes suíços, Alberto compartilha sua história de vida e trabalho no campo, onde seus pais, em 1921, enxergaram no Brasil uma oportunidade de crescimento. Eles chegaram ao país na lua de mel e, em Presidente Venceslau, construíram um pequeno rancho à beira de um córrego e começaram a plantar café. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Alberto conta que, apesar de não ter tido a oportunidade de cursar uma escola formal, sua infância foi marcada por muito esforço e dedicação. ”Eu não tive oportunidade de estudar, fui até a escola até os 7 anos, mas sempre acreditei no esforço pessoal”, lembra ele. Desde muito jovem, com apenas 10 anos, já estava ajudando no trabalho rural. Aos 15 anos, já possuía duas bezerras, que comprou com seu próprio dinheiro, resultado do trabalho árduo. Ele destaca a importância de seu pai, que sempre foi um exemplo de vida e dedicação, algo que a sociedade reconheceu ao longo dos anos. Quando a família se mudou para o Paraná, Alberto usou o dinheiro da venda de suas bezerras para plantar 500 pés de café. A partir daí, seu trabalho foi crescendo, e ele acredita que o segredo do sucesso está na perseverança e na visão de longo prazo. Hoje, ele é um grande defensor do agronegócio e tem o maior prazer em transmitir esse legado para seus descendentes. “Não só penso nos meus filhos como também nos meus netos e bisnetos, que estão chegando, para que eles também tenham essa visão de que o importante não é você saber, mas é o que os outros acham de você”, afirma. Alberto é grato pela soja, uma cultura que considera abençoada. “Mesmo que você tenha uma terra fraca, se conseguir plantar soja, cada ano ela vai ser melhor”, destaca ele, refletindo sua experiência com a produção dessa commodity. [ad_2] Source link
veja a previsão da semana

[ad_1] O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou informativo sobre as condições de chuva e temperaturas para as cinco regiões do país entre esta segunda-feira (17) e a próxima (24). Confira: Sul A semana inicia com áreas de instabilidade em toda a Região Sul devido a atuação de um sistema frontal no oceano. Contudo, essa condição se afastará a partir de quarta-feira (19), permitindo que o tempo volte a ficar firme em grande parte do Rio Grande do Sul. Em Santa Catarina e no Paraná, a tendência é de pancadas de chuva ao longo da semana, com possibilidade de acumulados acima de 80 mm em algumas áreas (tons de vermelho no mapa abaixo). Sudeste A tendência é de tempo firme em grande parte de Minas Gerais, com possibilidade de pancadas de chuvas no final da tarde, típicas de verão. Devido à combinação de calor e umidade, o mesmo ocorre no Espírito Santo e Rio de Janeiro. Já em São Paulo, a semana inicia com tempo firme em grande parte do estado. Contudo, a passagem de um sistema frontal pelo oceano favorecerá instabilidades, principalmente na faixa leste do território. Os maiores acumulados de chuvas estão previstos para o sudeste paulista, com volumes acima de 60 mm. Centro-Oeste Foto: Reprodução Inmet A combinação de calor e umidade mantém áreas de instabilidade em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e oeste de Goiás, que favorecerão pancadas de chuvas ao longo da semana. Acumulados acima de 40 mm estão previstos para o noroeste mato-grossense, enquanto que no leste desse estado, em grande parte do Goiás e de Mato Grosso do Sul, a tendência é de redução das precipitações, com volumes abaixo de 40 mm. Nordeste A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) favorecerá a chuva no norte do Maranhão, do Piauí e do litoral do Ceará, com chuvas previstas acima de 80 mm. Na faixa leste da região, as precipitações poderão ocorrer em pontos isolados na forma de pancadas, com acumulados inferiores a 20 mm, enquanto na parte central da Bahia e de Pernambuco, a tendência é de tempo firme nos próximos dias. Norte As instabilidades associadas ao calor e à alta umidade mantém as pancadas de chuva ao longo da semana, com acumulados acima de 50 mm na maior parte da região, com exceção de Roraima, onde as chuvas serão mais escassas, com volumes inferiores a 20 mm. As chuvas podem superar 100 mm (tons de vermelho a rosa) no Acre, sudoeste e noroeste do Amazonas e faixa central e nordeste do Pará. A ZCIT posicionada mais a sul provocará acumulados acima de 100 mm no nordeste do Pará e em áreas do leste do Amapá. Temperaturas da semana Para os próximos dias, as temperaturas máximas permanecem elevadas em grande parte do Nordeste, com valores entre 28°C e 36°C, podendo ultrapassar 38°C em algumas localidades do interior. Na Região Norte, as máximas estarão entre 26°C e 34°C em grande parte da região. No Centro-Oeste e Sudeste, a semana também inicia com os termômetros lá em cima, variando entre 28°C e 38°C em grande parte dos territórios, com tendência a permanecer assim ao longo da semana. Enquanto isso, na Região Sul, as temperaturas permanecem elevadas no sudoeste do Rio Grande do Sul, com valores entre 30°C e 34°C. Contudo, a partir de sexta-feira (21), a tendência é de aumento em todo o estado, com possibilidade de formação de uma nova onda de calor, permitindo que os termômetros ultrapassem 38°C em algumas localidades. Enquanto isso, em Santa Catarina e no sul do Paraná, as condições estarão mais amenas, entre 18°C e 26°C, mas com tendência de elevação a partir de quinta-feira (20). [ad_2] Source link
Saca do milho continuará acima de R$ 80 na B3? Plataforma responde

[ad_1] O relatório de fevereiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou que os estoques globais de milho caíram para 290,31 milhões de toneladas, redução de 3,03 milhões de toneladas ante a previsão de janeiro. A produção global do cereal foi indicada em 1,212 bilhão, redução de duas milhões de toneladas motivada pelos cortes no Brasil e na Argentina que, agora, devem somar 126 e 50 milhões de toneladas, respectivamente. O cenário de escassez global do grão tem trazido demanda para o mercado brasileiro, que registrou aumento de 10,7% nas exportações em relação ao mesmo período de 2024, podendo chegar próximo de 2 milhões de toneladas embarcadas em fevereiro, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Já o plantio do milho avançou significativamente entre os dias 9 e 15 de fevereiro. Assim, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a semeadura da segunda safra teve incremento de 13% em comparação com a semana retrasada, com destaque para os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Tocantins e Goiás. A respeito dos preços, em Chicago, o cereal encerrou a semana cotado a US$ 4,96 por bushel, com alta de 1,85%. No Brasil, na B3, o contrato de milho para março de 2025 registrou alta significativa de 3,42%, encerrando a R$ 80,77 por saca. Acompanhando esse movimento, no mercado físico, os patamares também foram positivos, trazendo melhores condições de negociação para os produtores. E agora, o que esperar do milho na semana? Análise da plataforma Grão Direto mostra os destaques desta semana que se inicia com base nos últimos acontecimentos. Confira: Desafios e oportunidades da segunda safra brasileira: o USDA estima a produção de milho do Brasil em 2024/25 em 126 milhões de toneladas, com cerca de 70% desse volume vindo da segunda safra. O consumo doméstico está estimado em 87,5 milhões de toneladas, enquanto as exportações devem alcançar 46 milhões de toneladas. Além disso, os estoques finais devem ficar em torno de 2,84 milhões de toneladas, resultando em um déficit aproximado de 5 milhões de toneladas. “Essa análise considera uma safra cheia, mas o atraso no plantio representa um risco, podendo, por outro lado, gerar boas oportunidades para os produtores brasileiros”, diz a Grão Direto. Desenvolvimento da safra Argentina: assim como na soja, as condições de desenvolvimento da safra de milho na Argentina seguem preocupantes. Semana após semana, a qualidade das lavouras tem se deteriorado devido à falta de chuvas e ao excesso de calor. A Bolsa de Cereales reportou uma queda de 3% nas lavouras classificadas como boas ou excelentes, ficando abaixo dos 31% registrados no mesmo período do ano passado. “Os próximos dias serão decisivos, especialmente para as lavouras tardias que estão em fase de floração. Se as condições climáticas não melhorarem, novos cortes nas previsões de produção poderão ocorrer, agravando ainda mais a situação do país.” Exportações norte-americanas aquecidas: o Relatório de Vendas de Exportação indicou que, na semana encerrada em 6 de fevereiro, as vendas líquidas de milho atingiram aproximadamente 1,65 milhão de toneladas para o ano de comercialização atual e cerca de 350 mil toneladas para 2026, somando um total de 2 milhões de toneladas. As vendas acumuladas representaram 74,6% da previsão do USDA para a safra 2024/2025, superando a média dos últimos cinco anos, que é de 66,7%. “Para atingir a previsão do USDA, será necessário manter uma média de 537 mil toneladas embarcadas por semana nas próximas semanas, o que nesse cenário é bastante provável de acontecer.” Para a Grão Direto, diante do cenário traçado acima, as cotações do milho podem continuar a ser impulsionadas, com as cotações permanecendo acima de R$ 80 por saca na B3. [ad_2] Source link
o que esperar do mercado do grão?

[ad_1] O mercado da soja tem apresentado variações nos últimos dias, o que reflete mudanças tanto na produção quanto na demanda global. De acordo com a plataforma Grão Direto, nos Estados Unidos, os estoques de soja permaneceram estáveis em 10,34 milhões de toneladas. No Brasil, a safra segue estimada em 169 milhões de toneladas, mas na Argentina, a produção caiu para 49 milhões, impactada por condições climáticas desfavoráveis. No cenário global, o USDA reduziu tanto os estoques de soja quanto a produção global, com as novas projeções apontando para 124,34 milhões de toneladas de estoques e uma produção global de 420,76 milhões de toneladas. A China, por sua vez, manteve suas importações em 105,5 milhões de toneladas, sendo um dos principais destinos da soja mundial. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A alta demanda externa no Brasil tem impulsionado os prêmios nos portos, alcançando os melhores níveis do ano, o que ajuda a amenizar a queda nas cotações de Chicago e no valor do dólar. Essa dinâmica tem sido positiva para os produtores brasileiros, que se beneficiam da maior demanda. A colheita da soja no Brasil avançou na última semana, especialmente em Mato Grosso, apesar das chuvas nas regiões Centro-Oeste e Norte do país. Se o ritmo da colheita continuar, o Brasil deve alcançar patamares semelhantes aos das safras anteriores, atendendo tanto à demanda interna quanto externa. No mercado de Chicago, o contrato de soja para março de 2025 fechou a US$10,37 por bushel, registrando uma queda de 1,05% na semana. O contrato para maio de 2025 também apresentou redução, fechando a US$10,53 por bushel (-1,03%). O dólar, por sua vez, sofreu uma queda de 1,55%, atingindo a região de R$5,70, o que pressionou negativamente os preços da soja brasileira. As previsões climáticas para o Brasil indicam que as chuvas devem continuar afetando grande parte do país, especialmente nas regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste, devido ao fenômeno La Niña, que favorece a passagem de frentes frias e a formação de corredores de umidade. No entanto, o noroeste do país deve permanecer mais seco, o que pode beneficiar a colheita em algumas regiões. A lentidão na colheita ainda é uma preocupação para o mercado comprador, e as exportações caíram 80% em relação ao ano passado, o que tem levado a um aumento nos prêmios nos portos. Caso o ritmo da colheita se estabilize, esses prêmios podem recuar. A situação na Argentina continua sendo desafiadora, com a qualidade das lavouras em declínio. A Bolsa de Cereales da Argentina reduziu a porcentagem de lavouras boas ou excelentes para 17%, comparado aos 31% do ano passado. As próximas semanas serão decisivas para determinar o potencial produtivo do país, especialmente nas regiões de Córdoba, Santa Fé e Buenos Aires. Caso as condições climáticas não melhorem, é possível que as previsões de produção sejam ajustadas para baixo, o que agrava ainda mais a situação da safra argentina. [ad_2] Source link
Proposta no STF abre caminho para mineração em terras indígenas

[ad_1] Uma proposta de nova legislação sobre a demarcação de terras indígenas, pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), abre caminho para que seja autorizada a mineração em terras demarcadas. O texto, que é discutido ao longo desta segunda-feira (17), em audiência no Supremo, e resulta de longo processo de conciliação iniciado em agosto do ano passado, com a participação de lideranças indígenas, representantes dos Três Poderes e da Procuradoria-Geral da República (PGR). Mendes é relator de cinco ações sobre a tese do marco temporal, segundo a qual as terras indígenas (TIs) somente poderiam ser demarcadas em áreas efetivamente ocupadas no momento da promulgação da Constituição Federal, em 5 de outubro de 1988. O gabinete de Mendes apresentou, na noite da última sexta-feira (14), a minuta de um projeto de lei para substituir a atual Lei 14.701/2023, que legalizou a tese do marco temporal e é questionada no Supremo pelas lideranças indígenas. A proposta acatou sete sugestões feitas durante o processo de conciliação. Pelo texto, o direito dos indígenas sobre suas terras tradicionais “independe da existência de marco temporal” ou de conflito sobre a posse da terra existente no momento da promulgação da Constituição. Sobre a exploração econômica das TIs, o projeto dedica três seções inteiras para regulamentar a lavra de recursos minerais em terras indígenas, que pela proposta deve ser realizada “no interesse nacional” e por prazo determinado. Seria necessária autorização pelo Congresso. A comunidade afetada ficaria com 50% do valor da Contribuição Financeira pela Exploração Mineral. O texto regulamenta ainda o “extrativismo mineral” pelas próprias comunidades tradicionais, que poderia ser autorizado por até cinco anos pelo Congresso Nacional. Pouco consenso De acordo com Mendes, trata-se de um texto que pretende ser consenso entre as partes envolvidas, sobretudo entre ruralistas e indígenas. Ele deu prazo até dia 24 de fevereiro, próxima segunda-feira, para encerrar os trabalhos da conciliação, que são coordenados por seu juiz auxiliar Diego Viegas Veras. Na audiência desta segunda (17), contudo, pouco consenso foi demonstrado entre os presentes. Representantes dos indígenas e de outras entidades, incluindo da PGR, se disseram surpreendidos pela inclusão da exploração mineral como uma possiblidade após a demarcação das terras indígenas. “Talvez fosse necessária uma apresentação daquilo que foi entendido aqui como consenso”, observou a procuradora Eliana Torelli, representante da PGR. “Essa questão de mineração é algo que precisa de debate bastante aprofundado, inclusive em questões técnicas, que escapam completamente a seara jurídica”, disse. O deputado Pedro Lupion (PP-PR) também acusou a minuta de não contemplar uma solução consensual. O parlamentar reclamou que o texto em nada resolve o impasse em torno do marco temporal em si, ao mesmo tempo em que toca em questões adjacentes, que não estão na lei já aprovada pelo Congresso, como a exploração econômica das terras indígenas. “Nossa preocupação é o direito de propriedade, é o direito dessa área, de pessoas que ocupam, há mais de 100 anos essas áreas, pessoas que contribuem para o país e que passam por um momento de insegurança completa”, afirmou Lupion. “Me causou muita estranheza simplesmente deixar en passant [de passagem] a questão do marco temporal”. Por parte da União, os representantes do Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) afirmaram não poder opinar sobre o texto por não ter tido tempo de debatê-lo com as próprias lideranças indígenas. “Temos que lembrar que os povos indígenas de todas as regiões do país podem ser afetados por uma proposta que saia daqui desta reunião”, frisou Matheus Oliveira, representante da Funai. Ele afirmou que o órgão “não pode se posicionar por algo que não pôde discutir com os povos indígenas”. A Advocacia-Geral da União (AGU), por sua vez, fez um pedido para que o prazo de discussão da proposta seja ampliado. Entenda A tese do marco temporal é questionada há décadas no Supremo, que em setembro de 2023, após diversas sessões de julgamento, decidiu pela inconstitucionalidade do marco temporal para a demarcação das terras indígenas. Pouco depois, contudo, o Congresso aprovou uma nova lei para validar a tese do marco temporal. A nova legislação chegou a ser vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deu como justificativa a própria decisão do Supremo, mas os vetos foram derrubados em dezembro. A nova lei se tornou alvo de diversas contestações no Supremo, que foi provocado a reabrir os debates mesmo depois de já ter julgado em definitivo a questão, o que gerou um impasse com o Legislativo. Relator do tema, Gilmar Mendes decidiu então abrir um processo de conciliação, no qual defendeu um “novo olhar” sobre a questão. A principal entidade representativa dos indígenas, a Associação dos Povos Indígenas Brasileiros (Apib), decidiu se retirar dos debates, alegando não haver garantias de proteção às comunidades tradicionais. [ad_2] Source link
Miguel Daoud comenta sobre a pressão da Moratória da Soja no Brasil

[ad_1] Na última semana, a Aprosoja Brasil divulgou uma nota que orienta os produtores de soja a não aceitarem cláusulas nos contratos de compra e venda que atendam aos requisitos da legislação ambiental da União Europeia, conhecida como Lei Antidesmatamento. A intenção da Aprosoja é pressionar as empresas que negociam a soja brasileira para fora do país para que não incluam esse tipo de exigência nos contratos. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Miguel Daoud, comentarista do Canal Rural, começou a discussão com uma pergunta interessante sobre a produção de soja no Brasil. Ele mencionou que a produção da safra gira em torno de 160 milhões de toneladas, mas que a Europa compra menos de 10 milhões de toneladas dessa soja. Daoud comenta que, a maior parte da produção brasileira vai para a China, com cerca de 52 milhões de toneladas processadas aqui no Brasil. Apesar de a Europa ser um mercado importante, ele explicou que o foco das grandes tradings está nos consumidores que não exigem as rigorosas cláusulas ambientais impostas pela legislação da União Europeia. Ele levantou a questão de como as tradings, ao impor essas exigências ambientais, acabam penalizando os produtores brasileiros. Ele observou que muitos produtores não estão dentro dos padrões exigidos pelas cláusulas da União Europeia, mas isso não significa que estejam desmatando ilegalmente. De acordo com ele, se houver irregularidades ambientais, o problema deve ser resolvido internamente no Brasil, dentro dos parâmetros do Código Florestal, e não por legislações externas. O comentarista também criticou o fato de as grandes empresas, que ganhavam prêmios ao exportar para a Europa, não repassarem esses benefícios aos produtores rurais. Apesar da pressão para aceitar essas cláusulas, Daoud defendeu que o produtor rural não deve ceder, pois, independentemente das exigências externas, ele sempre encontrará compradores para sua soja, especialmente em mercados como a China. Para Daoud, a Europa, embora importante, não é o maior consumidor de soja brasileira, e o Brasil não deve se submeter a essas pressões internacionais, especialmente quando os próprios mercados europeus enfrentam questões tributárias internas. No final, ele reforçou a posição da Aprosoja de não aceitar imposições externas, destacando que o mercado interno e outros países compradores ainda garantem a venda da soja brasileira. Daoud concluiu que os produtores continuarão vendendo sua soja, argumentando que o Brasil deve se manter firme diante dessas pressões externas. [ad_2] Source link