Custos na produção de frangos de corte e suínos aumentam em janeiro

[ad_1] Os custos de produção de frangos de corte e de suínos registraram aumento no mês de janeiro nos principais estados produtores e exportadores, conforme estudos conduzidos pela Embrapa Suínos e Aves através de sua Central de Inteligência de Aves e Suínos (CIAS). No Paraná, o custo de produção do quilo do frango de corte atingiu R$ 4,81, representando uma elevação de 0,5% em relação ao mês de dezembro do ano anterior. O aumento acumulado nos últimos doze meses foi de 9,55%, com o Índice de Custo de Produção (ICPFrango) alcançando 372,49 pontos. A ração destacou-se como o principal componente de custo, com um aumento de 1,4% no mês e 8,9% no acumulado dos últimos doze meses, atingindo uma participação de 67,8% no custo total de produção. Em Santa Catarina, o custo de produção do quilo de suíno vivo alcançou R$ 6,34, representando uma elevação de 2,2% em relação ao mês de dezembro do ano anterior. O aumento acumulado nos últimos doze meses foi de 7,39%, com o ICPSuíno alcançando 362,93 pontos. Mais uma vez, a ração destacou-se como o principal componente de custo, com um aumento de 1,3% no mês e 5,9% no acumulado dos últimos doze meses, atingindo uma participação de 72,8% no custo total de produção. Os estados de Santa Catarina e Paraná são referências nos cálculos dos Índices de Custo de Produção da CIAS devido à sua posição como maiores produtores nacionais de suínos e frangos de corte, respectivamente. No entanto, a Central de Inteligência também oferece estimativas para outros estados brasileiros. É importante que avicultores e suinocultores monitorem a evolução dos seus próprios custos de produção, utilizando esses índices como referência para a tomada de decisões estratégicas. Com essa análise, a Embrapa Suínos e Aves reafirma seu compromisso em fornecer dados relevantes para fortalecer a competitividade e a sustentabilidade dos setores avícola e suinícola brasileiros, disse a Embrapa em comunicado. Revisão para o cálculo dos custos de produção de suínos no PR e no RS Em janeiro de 2025, na CIAS, foram incorporadas alterações nos coeficientes técnicos para o cálculo dos custos de produção de suínos no Paraná e no Rio Grande do Sul. De acordo com o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Marcelo Miele, a atualização foi feita a partir de reuniões em painel realizadas, em 2024, com a Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs) e a Associação Paranaense de Suinocultores (APS), no âmbito da parceria entre a Embrapa Suínos e Aves e a Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS). As principais mudanças ocorreram na alteração de formulação das rações, da separação dos custos com transporte de ração dos custos com alimentação animal (ração) e dos custos com insumos veterinários. [ad_2] Source link

Correios atuará como parceiro logístico da agricultura familiar na Bahia

[ad_1] O governo da Bahia formalizou uma parceria com os Correios, por meio de um termo de cooperação técnica, para impulsionar agricultura familiar baiana com o apoio logístico, ampliando a comercialização de produtos. O acordo foi firmada durante a Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária, em dezembro de 2024. Essa colaboração estabelece soluções logísticas que facilitam o escoamento da produção, permitindo que os produtos cheguem a todas as regiões do Brasil e até ao mercado internacional. Viabilizada pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e pelaUnião das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária do Estado da Bahia (Unicafes Bahia), a parceria oferece aos agricultores familiares, cooperativas e associações a possibilidade de otimizar suas entregas, superando desafios logísticos históricos e fortalecendo a presença dos produtos no comércio digital. O diretor-presidente da CAR, Jeandro Ribeiro, enfatiza que a parceria fecha um ciclo fundamental para o fortalecimento da agricultura familiar baiana. “Ela conecta todos os elos da cadeia produtiva — o agricultor, a cooperativa e o consumidor. É mais uma revolução nesse segmento, um passo decisivo para expandir a presença dos produtos em todo o mundo”. Foto: André Frutuôso/CAR Logística facilitada De acordo com informações da CAR, com essa parceria, os Correios oferecem soluções logísticas que beneficiam produtores e consumidores. O gerente regional de Desenvolvimento dos Correios, Juarez Pereira, destaca a abrangência do serviço: “Somos o maior operador logístico da América Latina e estamos presentes em todos os municípios baianos. Com essa parceria, podemos entregar desde pequenas encomendas para consumidores individuais até grandes remessas de cooperativas para todo o Brasil e o exterior. Em Salvador, entregamos pedidos em até 24 horas, com prazos diferenciados para outras capitais e o interior do Estado.” A parceria também inclui coleta programada nas sedes das cooperativas, envio de amostras para feiras nacionais e internacionais e personalização da logística do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Além disso, estão sendo criados Centros de Distribuição em Salvador, com planos de expansão para outras capitais, otimizando o abastecimento e reduzindo custos. Impacto para as cooperativas Para as cooperativas, a parceria representa um avanço estratégico, proporcionando maior previsibilidade e segurança nas entregas. Rodolfo Moreno, diretor de Comercialização da Unicafes Bahia, destaca a importância da rastreabilidade e confiança no sistema dos Correios: “Antes, enfrentávamos gargalos logísticos significativos. Agora, temos um sistema confiável, com rastreamento e segurança nas entregas, o que melhora a eficiência operacional das cooperativas filiadas à Unicafes.”, ressalta Moreno. Cristóvão Roma, presidente da Cooperlad, comemora os resultados dessa colaboração: “Graças a essa parceria, conseguimos melhorar nossa logística, expandir nossa comercialização e aumentar em 23% o faturamento. Antes, atendíamos 5 municípios; agora, atendemos 11. Já enviamos mais de cinco toneladas de produtos pelos Correios, o que representa um grande avanço para as cooperativas e nossa presença no mercado. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! [ad_2] Source link

BNDES vai estruturar PPP de hidrovias nos rios Tapajós e Tocantins

[ad_1] O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) assinaram nesta segunda-feira (17), um contrato para a estruturação do projeto de parceria para investimento e administração das hidrovias dos rios Tapajós e Tocantins. As hidrovias somam 2.400 km de extensão de vias navegáveis. De acordo com o BNDES, o projeto tem como objetivo viabilizar investimentos para ampliação de capacidade, dragagens de manutenção, sinalização, monitoramento e incremento da segurança da navegação, transformando o que atualmente são rios navegáveis em hidrovias de fato. “Ambos os rios enfrentam desafios comuns, como a necessidade de investimentos em dragagem e sinalização, especialmente em épocas de seca, conferindo perenidade para navegação ao longo do ano e um serviço de maior qualidade aos usuários transportadores de cargas”, explicou o banco de fomento em nota. A parceria tem potencial para elevar em até 10 vezes volume movimentado de cargas, informou. Prioridade As duas hidrovias estão entre os seis “Trechos Hidroviários Estratégicos” definidos no Plano Geral de Outorgas (PGO) da ANTAQ, sendo priorizadas pela política pública federal com base em critérios como o volume atual de transporte e o potencial de crescimento. A Hidrovia do Tapajós (650 km) é estratégica para a transferência de granéis sólidos vegetais oriundos principalmente do Mato Grosso, que seguem para transbordo em instalações portuárias aptas ao transporte marítimo em Santarém (PA), Santana (AP) ou Barcarena (PA). A Hidrovia do rio Tocantins (1750 km) conecta o Centro-Oeste do Brasil ao Oceano Atlântico. Atualmente, a navegação de grande porte ocorre predominantemente entre o Porto de Vila do Conde (PA) e a foz do rio. O trecho entre Marabá (PA) e Barcarena (PA) também apresenta atividade de navegação comercial “A maior utilização das hidrovias viabiliza o transporte de grandes volumes de carga de forma eficiente e com menor impacto ambiental em comparação ao transporte rodoviário. Além de reduzir as emissões de CO2, promovem o desenvolvimento regional, ao facilitar o escoamento da produção agrícola, mineral e industrial da região, gerando empregos e renda para a população”, explica o diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, Nelson Barbosa. [ad_2] Source link

veja os destaques do dia

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o foco do mercado no cenário doméstico após o feriado nos Estados Unidos. O Ibovespa subiu 0,26%, mantendo os 128 mil pontos, enquanto o dólar avançou 0,29%, para R$ 5,71. O IGP-10, por sua vez, teve alta de 0,87% em fevereiro, e o IBC-Br registrou queda de 0,7% em dezembro, mas acumula nove altas anuais seguidas. Lá fora, investidores monitoram a reunião EUA-Rússia sobre a guerra na Ucrânia. Hoje, o destaque fica para dados de inflação no Brasil e balanços do Carrefour, GPA e Iguatemi. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! [ad_2] Source link

Chuva ganha força em três regiões do país, mas calorão não dá folga em todo o país

[ad_1] Sul A frente fria começa a se deslocar entre a costa do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Tempo segue instável sobre a porção noroeste e norte gaúcha, com condições para chuvas pontuais e persistentes entre o planalto, serra e litoral norte. Em território catarinense, predomínio de tempo instável ao longo de todo o dia, com a chuva ganhando força no decorrer da terça-feira. Nas primeiras horas do dia, haverá condições para pancadas sobre alguns pontos do interior de Santa Catarina. No Paraná, por sua vez, as pancadas avançam sobre o sul do estado ainda no fim da manhã e se espalham no decorrer do dia. Sudeste Fluxo de umidade associado à circulação dos ventos em baixos níveis da atmosfera deve favorecer algumas instabilidades sobre São Paulo, com a chuva adotando comportamento irregular e mal distribuído. No Rio de Janeiro, em Minas Gerais e no Espírito Santo, predomínio de tempo firme e bastante sol. Em todos os estados do Sudeste o calor será bastante intenso. Centro-Oeste O calor e a umidade seguem atuando como precursores da chuva. Fluxo de umidade em baixos níveis da atmosfera concentra a chuva entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Goiás e Distrito Federal com maior predomínio de tempo firme e bastante sol. Em todos os estados, os termômetros seguem apresentando elevação significativa ao longo do dia. Nordeste Circulação de ventos marítimos mantém as instabilidades atuantes sobre a costa leste, que fica sob condição de pancadas de chuva com raios ao longo do dia. A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) continua reforçando a chuva sobre a costa norte. Destaque segue entre o Maranhão e o Piauí. Sertão com maior predomínio de tempo firme e bastante calor. Norte Risco para temporais e volumes elevados continua sobre todos os estados da região, com destaque para Amazonas, Acre, Rondônia, parte de Roraima e do Pará. A ZCIT influencia a continuidade das instabilidades no Amapá. No Tocantins, há condições para pancadas de chuva irregulares, concentradas no período da tarde. [ad_2] Source link

Atenção ao calor intenso nas lavouras de soja! Veja como fica o tempo no país

[ad_1] A previsão do tempo para as áreas produtoras de soja no Brasil nos próximos dias indica condições favoráveis para algumas regiões, mas também desafios para outras. A frente fria que avançou no fim de semana trouxe chuvas ao Rio Grande do Sul, responsável por contribuir para a recuperação do déficit hídrico nas lavouras de soja. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 O que vem por aí? Nos próximos dias, a chuva deve se deslocar para o Paraná e Santa Catarina, com previsão de mais de 80 mm de precipitação acumulada em 5 dias. Essa quantidade de chuva é uma excelente notícia para os produtores dessas regiões, que esperam melhorar as condições de solo e favorecer o desenvolvimento das culturas de soja. Enquanto isso, no Sudeste, a onda de calor continua, o que favorece a maturação e a colheita da soja. No entanto, os produtores em Minas Gerais e São Paulo devem redobrar a atenção, pois as máximas podem ultrapassar os 36°C e chegar aos 40°C no interior paulista. A recomendação é de cuidados extras durante os trabalhos no campo, devido ao calor intenso. Chuvas no Centro-Oeste Na região Centro-Oeste, as chuvas devem chegar ao sul de Mato Grosso do Sul, mas não serão suficientes para aliviar o calor extremo que atinge Goiás, o norte de Mato Grosso do Sul e o sul de Mato Grosso. Com previsão de 20 mm de chuva em 5 dias nessas áreas, a onda de calor persistirá, e as temperaturas devem continuar próximas aos 37°C a 38°C. Na região Nordeste, a situação também é desigual. No Tocantins e no Maranhão, a previsão é de muita chuva, o que pode prejudicar as operações no campo. Por outro lado, no centro-sul do Piauí e na Bahia, as condições de trabalho devem seguir normalmente, sem grandes interrupções. O tempo no Norte do país Na região Norte, a chuva é esperada em Rondônia e no Pará, com destaque para áreas como São Félix do Xingu e Altamira, que podem registrar mais de 100 mm de precipitação nos próximos dias. No entanto, em locais como Paragominas e Santarém, a chuva será mais moderada, na casa de 50 mm em 5 dias, o que pode melhorar as condições para as operações no campo e viabilizar os trabalhos. [ad_2] Source link

universidade desenvolve técnica para identificar fraudes com 99% de precisão

[ad_1] O azeite de oliva é um dos produtos agropecuários mais fraudados do mundo. Com a quebra de safra em Portugal e Espanha em 2024, os países que mais produzem o óleo vegetal, os preços tiveram grande alta nos supermercados, o que, por sua vez, intensificou a adulteração. Pensando nisso, uma inovação desenvolvida na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da Universidade de São Paulo (USP) alia sensoriamento em micro-ondas e inteligência artificial para quantificar até 5% de adulterantes em azeite de oliva extravirgem. De acordo com o pesquisador Júlio Alarcon, autor da dissertação que detalha o estudo, o método é capaz de identificar óleos de soja, milho, girassol e canola com precisão de 99,2%. Segundo ele, trata-se de uma solução mais acessível e prática em comparação às técnicas tradicionais, como ressonância magnética nuclear. Além de garantir menor custo, o sistema apresenta potencial para aplicação em larga escala na indústria e no mercado consumidor por permitir a fabricação de dispositivos portáteis. “Nosso objetivo foi criar uma tecnologia acessível e eficiente para detectar adulterações em azeite de oliva, algo que, com os métodos tradicionais, exige equipamentos caros e pessoal especializado. Com o sensor planar em micro-ondas, conseguimos identificar adulterantes como óleo de soja e canola com alta precisão, além de quantificar os níveis de adulteração de forma prática e portátil.”. Atuação em amostras de azeite Alarcon detalha que o sensor desenvolvido opera a partir da análise da permissividade eletromagnética das amostras de azeite, ou seja, como o material reage à presença de um campo elétrico e influencia a interação entre cargas elétricas no seu interior. Assim, em conjunto com redes neurais artificiais, o sistema é capaz de detectar não apenas a presença de adulterantes, mas também qual é o adulterante e sua quantidade, com margem de erro inferior a 2%. Tecnologia de micro-ondas Foto: Reprodução/ Arquivo do pesquisador A base do sistema desenvolvido está na tecnologia de micro-ondas, que utiliza frequências semelhantes às de sinais de Wi-Fi e celulares para analisar as propriedades do azeite. Um sensor planar, composto de tiras de cobre em uma placa, é inserido no material a ser analisado, emitindo sinais de micro-ondas e medindo a resposta eletromagnética do material analisado e previamente alocado. “O sensor interage diretamente com o azeite, captando variações no ambiente que indicam a presença de adulterantes. É como uma espectrometria de micro-ondas, que detecta mudanças sutis nas propriedades do óleo”, destaca o pesquisador. De acordo com ele, o funcionamento envolve a emissão de sinais eletromagnéticos por um lado do sensor e sua captação do outro. O sistema compara a entrada e a saída do sinal para identificar diferenças no perfil de permissividade do azeite puro em relação a misturas adulteradas. “O sensor é imerso no óleo e detecta até mesmo alterações muito pequenas, graças à sensibilidade da tecnologia e ao refinamento das redes neurais que processam os dados”, detalha. Para o pesquisador, além de sua eficiência, a tecnologia se destaca pela simplicidade. Com ajustes para torná-lo portátil, o sistema pode ser usado em laboratórios ou por profissionais do mercado de azeites. “Nosso objetivo é que qualquer pessoa, com o mínimo de instrução, possa utilizar o sensor para identificar fraudes rapidamente”, afirma o pesquisador. Redes neurais O coautor do trabalho e pesquisador e professor no Grupo de Metamateriais: Microondas e Óptica (GMeta) do Departamento de Engenharia Elétrica e Computação da EESC,Vinicius Marrara Pepino, afirma que as redes neurais artificiais foram fundamentais para o sucesso da pesquisa. Isso porque elas permitiram o processamento e a análise dos dados coletados pelo sensor de micro-ondas. Segundoe ele, essas redes são responsáveis por identificar padrões nos sinais captados, diferenciando os tipos de adulterantes e quantificando suas proporções. “O sensor sozinho nos dá as informações brutas, mas é a rede neural que faz a mágica de transformar esses dados em resultados precisos, como identificar o tipo de óleo misturado e a porcentagem de adulteração”, conta. Durante o desenvolvimento, os pesquisadores treinaram a rede neural com dados de 260 amostras, incluindo azeites puros e adulterados com óleos de soja, milho, girassol e canola. Para garantir precisão, foram aplicadas técnicas de pré-processamento que ajustaram os dados e minimizaram erros. “Testamos diferentes configurações, desde redes mais simples, com duas camadas, até modelos mais complexos para encontrar o equilíbrio ideal entre eficiência e precisão”, detalha Pepino. “No final, conseguimos um sistema que atinge até 99% de acerto”, diz. A rede neural utilizada foi configurada com perceptrons multicamada (MLP), “neurônios artificiais” que recebem, processam e transmitem informações, empregando arquiteturas com duas ou quatro características de entrada. Ela opera em um modelo no qual os dados fluem da camada de entrada para a saída e passam por uma ou mais camadas ocultas. Esse modelo desenvolvido pode ser ajustado para detectar adulterações em outros produtos ou até mesmo para monitorar processos industriais. “A ideia é expandir o uso dessa tecnologia para diferentes aplicações, mantendo a simplicidade e a eficiência do sistema”, prospecta o pesquisador. A pesquisa completa está disponível aqui. [ad_2] Source link

Onda de calor avança e temperaturas passam de 40°C; saiba até quanto isso vai durar

[ad_1] A onda de calor que já atinge diversas regiões do Brasil deve se intensificar nos próximos dias, elevando as temperaturas para acima de 40 ºC em estados do Sudeste, Centro-Oeste, Sul e parte do Nordeste. No Rio de Janeiro, os termômetros podem superar os 41,8ºC, enquanto em Mato Grosso do Sul, máximas acima dos 40 ºC já foram registradas. Segundo o meteorologista Arthur Müller, do Canal Rural, a massa de ar quente e seco, associada a uma alta pressão atmosférica, inibe a formação de nuvens e dificulta a ocorrência de chuvas volumosas. No interior de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Bahia, a onda de calor deve persistir até 23 de fevereiro, aumentando os impactos na agricultura e na população. Impactos na produção agrícola O calor intenso e a baixa umidade do solo preocupam produtores rurais, pois podem comprometer a produtividade dos grãos, especialmente em áreas onde a fase de desenvolvimento das lavouras ainda não foi concluída. Em regiões como o sul de Mato Grosso e o centro-norte de Goiás, a falta de chuvas significativas agrava o estresse térmico das plantas, reduzindo a qualidade das colheitas. No interior da Bahia e Pernambuco, as temperaturas acima de 34 ºC e a demora para a chegada de chuvas volumosas reforçam a necessidade de monitoramento das condições climáticas, especialmente para culturas dependentes de boa umidade no solo. Fonte: Climatempo Previsão por regiões Sudeste A alta pressão predomina e mantém as temperaturas elevadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. No interior paulista e no Triângulo Mineiro, as máximas podem ultrapassar 40 ºC. A partir do fim de semana, uma frente fria pode amenizar o calor no sul de São Paulo, trazendo chuvas volumosas. No entanto, em Minas Gerais e Espírito Santo, a onda de calor deve persistir até 23 de fevereiro. Centro-Oeste As temperaturas seguem elevadas, com máximas acima de 36 ºC em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. A partir de quarta-feira (21), pancadas de chuva podem amenizar o calor no sul de Mato Grosso do Sul, enquanto no centro-norte de Goiás e sul de Mato Grosso, o calor continuará intenso. Nordeste O interior da Bahia e de Pernambuco permanece sob calor intenso, com máximas superiores a 34 ºC. A chegada de chuvas mais significativas está prevista apenas para a última semana de fevereiro, trazendo alívio temporário para as regiões mais secas. No Piauí, Tocantins e Maranhão, as chuvas começam a aumentar ao longo da semana. Sul O Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná estão sob alerta para temporais, com possibilidade de queda de granizo e ventos acima de 100 km/h. A chegada de frentes frias pode reduzir as temperaturas em algumas áreas, mas o calor deve retornar ao Rio Grande do Sul ao longo da semana. Norte O Amazonas e Rondônia enfrentam chuvas intensas, com acumulados acima de 300 mm, prejudicando a logística e os trabalhos no campo. Enquanto isso, o calor continua no Acre e Roraima, mantendo condições de estresse térmico para os produtores rurais. Tendências para os próximos dias A expectativa é que a onda de calor se mantenha até 23 de fevereiro, especialmente no Sudeste e Centro-Oeste. A partir do fim do mês, chuvas mais volumosas devem amenizar as temperaturas no interior de São Paulo, sul de Goiás e Mato Grosso do Sul. No entanto, a previsão indica que, a partir de abril, as chuvas devem diminuir, marcando a transição para um período mais seco em diversas regiões. [ad_2] Source link

Variedade de feijão-guandu melhora nutrição animal e reduz custos

[ad_1] Pesquisadores da Embrapa Caprinos e Ovinos (CE) concluíram um estudo que avaliou a adaptabilidade de cultivares de feijão-guandu ao Semiárido brasileiro. O objetivo era encontrar uma variedade que proporcionasse maior economia na alimentação de caprinos, ovinos e bovinos. A pesquisa apontou a cultivar comercial Super N como a mais indicada para a região, apresentando produtividade média de 6,2 mil quilos por hectare (kg/ha) de matéria seca de forragem. A pesquisa, conduzida ao longo de três anos, foi realizada em áreas experimentais em Sobral (CE), Boa Viagem (CE) e Sumé (PB). Os cientistas analisaram 21 genótipos, sendo quatro cultivares comerciais e 17 experimentais. A avaliação considerou dias de florescimento, altura das plantas e produtividade de grãos, fatores essenciais para a escolha da variedade mais estável frente às condições climáticas do Semiárido. Os resultados mostraram que todos os genótipos avaliados tiveram produtividade de matéria seca entre 4,6 mil e 9 mil kg/ha. A cultivar Super N destacou-se por apresentar 16% mais produtividade de grãos em relação à segunda melhor opção, a Iapar 43. O desempenho da Super N supera em mais de 2 mil kg/ha a produtividade de outras cultivares já indicadas para o Semiárido, como a Taipeiro, que registrou apenas 2,49 mil kg/ha. A pesquisa foi realizada com o apoio da Embrapa Pecuária Sudeste (SP), Instituto Federal do Ceará (IFCE) e Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Melhoramento genético do feijão-guandu O melhoramento genético do feijão-guandu no Brasil começou na década de 1970, com pesquisas conduzidas pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Embrapa Cerrados (DF), Embrapa Pecuária Sudeste (SP) e Embrapa Semiárido (PE). O grão tem sido utilizado para rotação de culturas, melhoria da qualidade do solo e produção de grãos para consumo humano. Segundo o pesquisador Fernando Guedes, líder do estudo na Embrapa, o guandu é uma cultura altamente adaptável. No Sudeste, por exemplo, ele é utilizado na rotação com cana-de-açúcar e amendoim, além de ser cultivado em quintais por sua longevidade – podendo produzir por até quatro anos sem necessidade de replantio. Impacto na pecuária do Semiárido A pesquisa representa um avanço para produtores de caprinos e ovinos no Semiárido, que necessitam de opções de alimentação mais eficientes e acessíveis. Sumé (PB), uma das maiores regiões de produção de caprinos leiteiros no Brasil, é um dos locais beneficiados pela parceria entre Embrapa e UFCG. Com a conclusão do estudo, a Embrapa iniciará a validação da cultivar em propriedades maiores. A próxima etapa inclui dias de campo para produtores e a divulgação das formas de aquisição das sementes. Benefícios do guandu O feijão-guandu, também chamado de andu, é uma leguminosa originária da África que se adaptou bem ao solo e clima do Brasil. Seus grãos são ricos em proteínas, fibras, vitaminas e minerais. Além disso, a planta fixa nitrogênio no solo, tornando-se uma alternativa sustentável para recuperação de terras degradadas. Na alimentação animal, o guandu fornece proteína e energia para caprinos, ovinos, bovinos e aves. Sua forragem pode ser utilizada na forma de feno ou silagem, reduzindo a dependência de farelos de soja e milho, que possuem custos mais elevados. “Ao incorporar o guandu na dieta dos animais, o produtor consegue diminuir custos com ração concentrada e melhorar o balanço nutricional da alimentação, aumentando a oferta de proteína para o rebanho”, explica Guedes. Com a validação final e a introdução da cultivar no mercado, a expectativa dos pesquisadores é que o feijão-guandu Super N amplie a produtividade do Semiárido, garantindo um novo recurso para pequenos e médios produtores da região. [ad_2] Source link

Como ficaram os preços da soja em dia de feriado nos EUA?

[ad_1] O mercado brasileiro de soja esteve travado nesta segunda-feira (17). Os preços domésticos ficaram nominais, com o feriado nos Estados Unidos deixando a Bolsa de Chicago fechada. O dólar não trouxe efeito sobre as cotações. Preços da soja Passo Fundo (RS): preço caiu de R$ 133,00 para R$ 130,00 Região das Missões (RS): preço caiu de R$ 134,00 para R$ 131,00 Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 135,00 para R$ 133,00 Cascavel (PR): preço manteve-se em R$ 124,50 Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 133,00 para R$ 131,00 Rondonópolis (MT): preço manteve-se em R$ 112,00 Dourados (MS): preço manteve-se em R$ 117,00 Rio Verde (GO): preço manteve-se em R$ 110,50 Chicago Os mercados financeiro e agrícola dos Estados Unidos não operaram na segunda-feira, 17, devido ao feriado do Dia do Presidente. Com isso, as bolsas de Chicago para grãos e cereais (soja, subprodutos, trigo e milho), o mercado financeiro em Wall Street e a bolsa de Nova York para soft commodities (algodão, cacau, café, suco de laranja e açúcar) não abriram. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,26%, negociado a R$ 5,7119 para venda e a R$ 5,7099 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6952 e a máxima de R$ 5,7217. [ad_2] Source link