Boi gordo em queda livre; confira os preços de hoje da arroba

[ad_1] O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com queda nos preços. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, as indústrias testam patamares mais baixos e a grande quantidade de fêmeas ofertadas segue como a principal justificativa para o movimento de baixa nas últimas semanas. “Os frigoríficos se deparam com maior conforto em suas escalas de abate e passam a exercer pressão de maneira rotineira; até mesmo em Mato Grosso esse movimento ganha intensidade nos últimos dias. Como ponto de suporte, pode ser mencionado o forte ritmo de embarques de carne bovina: o Brasil segue exportando grandes volumes.” São Paulo: R$ 317 (R$ 318,23 ontem) Goiás: R$ 300,18 (estável) Minas Gerais: R$ 306,18 (R$ 306,47 na segunda) Mato Grosso do Sul: R$ 306,02 (R$ 309,77 ontem) Mato Grosso: R$ 312,43 (R$ 313,22 anteriomente) Mercado atacadista O mercado atacadista segue com preços acomodados para a carne bovina. O ambiente de negócios ainda sugere por pouco espaço para reajustes no curto prazo, em linha com o perfil de consumo deprimido durante a segunda quinzena do mês. O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 17,00, por quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 17,50 e o quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,40%, sendo negociado a R$ 5,6886 para venda e a R$ 5,6866 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6754 e a máxima de R$ 5,7239. [ad_2] Source link

Produtor rural ameaçado por indígenas reacende prioridade da FPA por marco temporal

[ad_1] O embate entre indígenas e produtores rurais tem feito o município de Tamarana, no norte do Paraná, ser palco de ações violentas. “Na última sexta-feira, foi terrível. Ficamos quase cinco horas lá [na propriedade] com quase 200 índios (sic) em volta da gente, dizendo que não iam me deixar plantar nada e que se eu entrasse com os tratores para executar o plantio do milho safrinha, iam tacar fogo nos tratores, nas edificações, com ameaças; estão lá circulando e perturbando a gente”, relato o produtor Eucler Alcântara Ferreira. O advogado da família Rodolfo Ciciliato diz que nos últimos sete anos, já foram vários acordos e decisões judiciais, porém, sem efeito prático até agora. “Depois de anos de batalha para conseguirmos uma decisão na esfera judicial, os órgãos policiais não cumprem a medida porque a Polícia Militar diz que não pode fazer nada sem o apoio Polícia Federal e a Polícia Federal fala que não pode fazer nada, que ela só responde pelos atos de inteligência, que o efetivo policial tem de ser da Polícia Militar. […] invasor, criminoso, tem de ser tratado da maneira que criminoso tem de ser tratado”, argumenta o profissional. Marco temporal O marco temporal dá direito aos povos indígenas de ocupar e disputar terras que já ocupavam até 5 de outubro de 1988, data em que foi promulgada a Constituição Federal. A tese já foi julgada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Contudo, a recente minuta do ministro da Suprema Corte Gilmar Mendes, que atua desde agosto de 2024 como mediador de uma comissão entre os produtores, parlamentares, Ministério Público e lideranças indígenas na tentativa de avançar nas negociações de maneira pacífica, não agradou a bancada do agronegócio. Caso a discussão em torno do tema não avance, o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, a decisão sairá do Congresso Nacional. “Para a nossa surpresa, a minuta apresentada pelo gabinete do ministro Gilmar Mendes ignorou completamente a questão do marco temporal que, para nós, é inegociável; não vamos tergiversar nesse assunto. Mais de 370 parlamentares encaminharam nesse sentido, 80% do Congresso Nacional apoiou a tese do marco temporal tanto na votação dos projetos quanto também na derrubada do veto. Caso haja necessidade de votarmos mais uma vez nesse sentido, vamos reiterar esses votos e garantir o entendimento em relação a esse tema”. [ad_2] Source link

CNPE aprova criação de operação para para combater fraudes na mistura do biodiesel ao diesel

[ad_1] O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou nesta terça-feira (18), a criação de uma operação conjunta entre órgãos do governo federal para “combater fraudes na mistura obrigatória do biodiesel ao diesel”, hoje no patamar de 14%. Essa operação será coordenada pelo Ministério de Minas e Energia (MME). A ideia, segundo o Conselho, é aperfeiçoar os “instrumentos regulatórios e de fiscalização para assegurar a concorrência justa quanto à oferta de preços”. Em coletiva, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, citou que a pasta está trabalhando “muito fortemente” para que as distribuidoras façam a mistura “de forma adequada”. “Há muitas denúncias, inclusive públicas, de que algumas não estão fazendo de forma adequada por deficiência de fiscalização, outras estão colocando menos do que deve, e outras não estão fazendo por fraude mesmo. Nós sabemos que há um grande trabalho hoje para combater o crime organizado, para combater qualquer tipo de fraude nesse setor tão sensível que é o setor do suprimento de combustível no Brasil”, disse ele, em coletiva de imprensa. Biodiesel: adiamento do B15 O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) se reuniu nesta terça-feira (18) e decidiu adiar o calendário de evolução da mistura do biodiesel ao diesel fóssil estabelecido em dezembro de 2023. A medida, aprovada no Programa Combustível do Futuro, previa a adoção do teor de 15% (B15) a partir de 1 de março de 2025. Na saída da reunião, o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, afirmou que a expectativa da pasta é de que o cronograma de 15% de mistura de biodiesel ao óleo diesel possa ser retomado na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), considerando a perspectiva de acomodação do preço do óleo de soja. “Com o início da safra, o preço do óleo de soja já começou a cair, mas precisamos agir com cautela. O adiamento do B15 vai permitir a maior disponibilidade de óleo de soja no mercado, não havendo disputa com óleo de cozinha, e a queda do preço do óleo de soja”, disse. [ad_2] Source link

Governo inicia compra para o Programa de Aquisição de Alimentos

[ad_1] O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) passa a receber, a partir desta terça-feira (18), propostas de compra de alimentos de agricultores familiares. As propostas devem ser encaminhadas até o dia 20 de março para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio do sistema PAANet. Os recursos para compra totalizam R$ 500 milhões. As aquisições serão feitas na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS), onde os alimentos serão destinados ao abastecimento de restaurantes populares e cozinhas solidárias, bem como outros equipamentos da rede socioassistencial e de Equipamentos Públicos de Segurança Alimentar e Nutricional. As propostas encaminhadas ao PAA devem contar com no mínimo 50% de participação feminina. Além disso, será dada prioridade para os projetos agroecológicos e orgânicos, assim como as propostas com participação de indígenas, comunidades quilombolas e povos e comunidades tradicionais (PCTs) e de assentados da reforma agrária. Cada organização fornecedora poderá atingir o limite de R$ 1,5 milhão por ano, sendo que o limite por agricultor familiar é de R$ 15 mil. A iniciativa é do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e conta com apoio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). “De um lado a transferência de renda e do outro o complemento alimentar, com alimento saudável da agricultura familiar”, disse o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, durante o lançamento do programa deste ano, em Brasília. Durante o evento, Paulo Teixeira, do MDA, lembrou que os programas de compras de alimentos foram praticamente extintos no governo anterior, o que foi um dos elementos que contribuíram para que o país voltasse ao mapa da fome da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). “Eles acabaram com o programa de aquisição de alimentos. O presidente Lula assumiu com 33 milhões de brasileiros no mapa da fome, porque não são políticas de governo, são políticas de Estado que foram desarticuladas, e isso resultou na inclusão do Brasil no mapa da fome da FAO”, apontou. Programa de compras públicas O ministro disse que uma das estratégias do governo federal foi recuperar os programas de compras públicas que, aliados a outras políticas públicas, como o microcrédito, o financiamento de máquinas agrícolas e o incremento do Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf), ajudaram na retomada da política pública. “Os programas de compras públicas têm a virtude de aumentar a produção de alimentos, ao mesmo tempo em que estimula os agricultores a produzir e faz com que consigamos realizar um ciclo curto de alimentação e consumo, já que esses alimentos serão produzidos e consumidos nas mesmas regiões onde esses agricultores estão”, afirmou. “A gente quer ampliar quem produz alimentos no Brasil”, resumiu. Erradicação da fome Foto: Pixabay O PAA é uma das estratégias da Conab para a promoção da segurança alimentar e nutricional, com vistas a promover a agricultura familiar, o desenvolvimento rural com a geração de renda e emprego, contribuindo para a redução do êxodo rural e para a geração de capital no setor agropecuário. O presidente da Conab, Edegar Pretto, lembrou que o programa é um importante instrumento para a erradicação da fome no país. A última chamada do programa adquiriu e distribuiu 1.132 toneladas de alimentos. Desse total, 40% das compras foram de agricultores familiares da Região Nordeste; 19% da Região Norte; no Sudeste foram 13%; no Sul, 21% e 7% no Centro-Oeste. “Estamos consolidando a volta do PAA. Estamos aqui para dizer que o programa de aquisição de alimentos não só é uma realidade, mas um grande instrumento para ajudar a produzir mais comida no nosso país”, disse Pretto. [ad_2] Source link

Plantio do algodão é prorrogado até 20 de fevereiro

[ad_1] O prazo para plantio do algodão na Bahia foi prorrogado, em caráter excepcional, pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), até a próxima quinta-feira, dia 20 de fevereiro. A portaria de n.º 010 de 10 de fevereiro de 2025, foi publicada pela Adab atendendo ao pedido da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa). A nova data para finalização da semeadura atende apenas os produtores de algodão irrigado do Oeste do estado. Vale ressaltar que a operação de plantio atingiu 99% da área destinada à cultura na região. Com isso, os produtores tiveram uma janela de 10 dias para a conclusão das operações, uma vez que o data final estabelecia a finalização do plantio para o dia 10 de fevereiro. Segundo a Abapa, a extensão excepcional do prazo é muito importante, diante das condições climáticas que provocaram atrasos na colheita da soja em algumas áreas. Além disso, a entidade informou que essa decisão “reforça o compromisso da Abapa seus produtores, sempre em linha com a sustentabilidade e a segurança fitossanitária, pois o período do Vazio Sanitário continuará sendo rigorosamente respeitado.”, disse por meio de nota. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! [ad_2] Source link

Novo indicador mostra média de preço do feijão para 6 estados

[ad_1] Produtores de feijão do Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Bahia agora contam com um indicador diário do feijão, que disponibiliza a média de preços nos mercados destes estados. A iniciativa é coordenada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) e apoio do Sistema Faep. Os valores são publicados diariamente no site do Cepea. O indicador abrange os preços da saca de 60 quilos dos feijões preto e carioca, levando em conta o tipo de produção em cada uma das seis unidades da federação. No Paraná, por exemplo, o foco será o feijão preto, já que o estado é responsável por 70% da produção nacional. “Com as informações regionalizadas, o produtor pode planejar sua safra e seu negócio com mais clareza, entendendo os preços praticados em sua região. Isso facilita decisões sobre a venda, exportação e armazenagem do produto com mais confiança”, destaca o presidente interino do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette. Microrregiões paranaenses Para estruturar a metodologia do indicador, o Paraná foi dividido em quatro microrregiões homogêneas. Assim, o Cepea realizou um roteiro de reuniões presenciais nos sindicatos rurais de Castro, Clevelândia, Guarapuava, Mangueirinha, Pato Branco, Ponta Grossa e Prudentópolis, para coletar informações sobre as condições e os valores de negociação nas diferentes regiões. “O Paraná contribuiu na etapa de caracterização do sistema de comercialização regional, fundamental para subsidiar a metodologia do indicador. Os sindicatos rurais se destacaram pela mobilização dos produtores”, resume a técnica do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, Ana Paula Kowalski. “No âmbito nacional, o Paraná liderou em participação de produtores rurais, que representaram quase dois terços da amostra”, complementa. Segundo o pesquisador do Cepea e responsável pelo indicador, Lucilio Alves, com base na metodologia, o valor regional é obtido pela coleta diária de preços de negócio efetivos ou de ofertas de compra e venda. “Diariamente, o Cepea faz o contato com os produtores rurais e agentes compradores para coletar informações. Esses valores passam por um tratamento estatístico para gerar a média de preços à vista, sem a incidência de ICMS. A divulgação de preços dá oportunidade para todos relatarem os parâmetros de negócios”, afirma. Demanda antiga da cadeia do feijão Foto: Pixabay A criação de um indicador de preços do feijão atende a uma antiga demanda da cadeia produtiva, que carecia de referência técnica para embasar as negociações de comercialização. Para Tiago Galina, vice-presidente do Sindicato Rural de Clevelândia, no sudoeste do Paraná, o novo índice é uma iniciativa para retratar o preço do produto de forma mais fiel e de acordo com a realidade das regiões produtivas. “Às vezes, dava muita diferença de preço nas negociações, deixando a gente em uma situação desfavorável. Agora o produtor paranaense terá mais embasamento para se planejar a longo prazo, com mais segurança”, avalia. “Esse indicador também chega em boa hora, pois percebemos um aumento do interesse comercial no feijão preto por outros países, o que valoriza o produto”, complementa. Já Edimilson Rickli, presidente do Sindicato Rural de Prudentópolis, na região Centro-Sul, a comercialização do feijão sempre enfrentou desafios pela falta de informações. “Com uma referência, ajuda na negociação, já que o produtor nunca determinava o preço. Agora, ele poderá verificar se a oferta do comprador está de acordo com a média”, aponta. Os dirigentes também acreditam que informações regionalizadas podem embasar políticas públicas voltadas ao setor, promovendo a estruturação necessária para a cadeia produtiva. “Com a valorização do produto, começa a se intensificar pesquisas, novas cultivares adaptadas, para melhorar o mercado. A criação do indicador é um ótimo ponto de partida”, observa Galina. Produtores devem participar do indicador O pesquisador do Cepea destaca a importância de os produtores rurais participarem da iniciativa, fornecendo dados sobre suas negociações. “Todos são convidados a contribuir, seja grande comprador ou pequeno produtor. Assim, reduzimos a assimetria de informações, que se torna pública e de fácil acesso, permitindo que todos ajustem seus planos de negócio conforme a realidade do mercado”, diz. Segundo ele, com o tempo, isso também possibilitará ao poder público identificar alternativas e melhorias para fortalecer toda a cadeia produtiva. [ad_2] Source link

quarta safra seguida de seca causa prejuízo de R$ 117 bi

[ad_1] Uma boa parte da safra gaúcha de soja não deve se recuperar, mesmo com as chuvas dos últimos dias. A passagem de uma frente fria trouxe apenas um pequeno alívio. Áreas plantadas mais cedo têm perdas médias de 40%, podendo ser maiores dependendo da região. A preocupação é grande entre os produtores que contabilizam a quarta safra de prejuízos. A repórter Eliza Maliszewski foi até o município de Pantano Grande, na região central do Rio Grande do Sul, e acompanhou o drama dos produtores – desde janeiro choveu apenas um acumulado de 12 milímetros. A jornalista entrevistou alguns produtores, como Márcio Schaeffer, que plantou 850 hectares de soja. O produtor afirma que nenhuma área vai produzir 100%. “Estava tudo certo com as lavouras plantadas em outubro, mas na hora de encher o grão, a seca nos tirou quase que o total da produção. Então nossa estimativa, que era de colher 50 a 60 por hectare, nem chegue perto disso. Vamos conseguir uma produção de 15 a 20 sacas por hectare”, disse o agricultor. Faltou chuva em momentos importantes e os grãos de soja brotaram em diversos momentos. Na plantação é possível observar grãos secos, grãos verdes e grãos que foram recentemente germinados, comprometendo a produtividade da colheita. Dados da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul mostram que de 2020 a 2024, as estiagens provocaram perdas de R$ 117 bilhões no estado. Indústria e serviços ligados ao setor tiveram perdas que ultrapassam os R$ 319 bilhões. O gerente técnico da Cooperativa Tritícola Caçapavana (Cotrisul), Fábio Rosso, crê numa queda de 40% na produtividade. “As lavouras estão bastante sentidas, principalmente a soja plantada do cedo e de ciclo precoce. Segundo Alencar Rugeri, assistente técnico em culturas da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS), a situação é complexa, pois as circunstâncias variam muito entre as lavouras. “É muito difícil quantificar valores de estado, de região e de município. Nós temos quem perdeu lavouras inteiras e tem produtor que não perdeu nada no mesmo município por época de plantio, de cultivar, manejo de solo. Ajuda Para Fábio Rosso, o desejo é que o produtor colha algo e consiga pelo menos pagar as contas da safra. “A nossa expectativa é para frente agora. O que vai sair dos órgãos competentes para auxiliar as cooperativas e os produtores, se não o agricultor está com poder de barganha muito baixo e é complicadíssimo. A nossa esperança é que normalize daqui pra frente”, desabafou [ad_2] Source link

adiamento do B15 compromete investimentos de todo o setor, critica Aprobio

[ad_1] O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) se reuniu nesta terça-feira (18) e decidiu adiar o calendário de evolução da mistura do biodiesel ao diesel fóssil estabelecido em dezembro de 2023. A medida, aprovada no Programa Combustível do Futuro, previa a adoção do teor de 15% (B15) a partir de 1 de março de 2025. Agora, a mistura será mantida em 14% sem previsão de revisão, já que o tema será discutido na próxima reunião do Conselho, ainda sem data definida. A Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio) criticou o parecer, destacando repercussões negativas em toda a cadeia do setor. “Parecia inconcebível ter uma quebra de compromisso estabelecido pelo país nesse processo de transição energética a partir da aprovação do Combustível do Futuro, mas uma visão equivocada do impacto da evolução da mistura de biodiesel na inflação vai comprometer o desempenho em toda a cadeia produtiva, colocando em risco altos volumes de investimentos anunciados”, disse o presidente da entidade, Francisco Turra. Queda do preço do biodiesel O setor destacou que o valor do biodiesel está em queda em função da redução do valor do óleo de soja e da desvalorização do dólar. Assim, em nota, a Aprobio ressalta que não há nenhum vínculo entre o aumento do uso de biodiesel e o preço do óleo de soja, mas sim um impacto real da decisão nos planos de investimentos anunciados pelo setor produtivo, com reflexos para a agricultura familiar e para a competitividade dos preços de alimentos que dependem do farelo de soja para as rações animais. “Não é possível afetar toda uma cadeia produtiva com 15 dias antes da decisão esperada de aumento de mistura. As empresas empenharam seus compromissos com aquisição de matéria-prima e prepararam a estrutura produtiva para uma ampliação de oferta em cerca de 7%, que, de uma hora para outra, é cancelada”, detalhou Turra. De acordo com o presidente da Associação, este não é o primeiro desafio enfrentado pelo setor em 20 anos de história que, “mais uma vez, estará unido para reverter essa decisão em favor de um país mais saudável, reduzindo as condições de eventos climáticos extremos que tanto prejudicaram o país, com imensos prejuízos, e tantas vidas levaram.” [ad_2] Source link

Mauricio Buffon alerta os produtores de soja sobre a Lei Antidesmatamento

[ad_1] Os produtores brasileiros de soja estão sendo pressionados por algumas tradings que estão incluindo exigências ambientais em contratos de compra e venda, preocupando a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil). A entidade alertou que essas regras, relacionadas à sustentabilidade e ao desmatamento, estão sendo aplicadas antes mesmo de a legislação entrar em vigor. Veja o vídeo: Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 O presidente da Aprosoja, Mauricio Buffon, abordou o tema em entrevista. Buffon explicou que algumas empresas já estão tentando impor essas regras ambientais, afetando diretamente os produtores, especialmente em estados como Goiás e Tocantins. Buffon criticou a imposição dessas condições aos produtores de soja, destacando que elas são uma afronta à legislação brasileira. “Essas imposições acontecem antes mesmo da lei entrar em vigor, o que não é aceitável. O Brasil já faz o dever de casa, com várias áreas sendo convertidas para a agricultura, muitas delas em terras degradadas”, afirmou o presidente da Aprosoja. Ele também alertou os produtores para que leiam atentamente seus contratos, uma vez que nem todas as tradings estão impondo essas novas regras. Buffon recomendou que os produtores busquem negociar com empresas que não exigem essas condições, evitando a imposição de cláusulas que ainda não são obrigatórias. A Aprosoja está trabalhando para proteger os produtores de exigências que ainda não fazem parte da legislação vigente. Buffon destacou que essa situação tem gerado grande insegurança no mercado e pode impactar nas negociações de soja no Brasil. Atualmente, apenas uma parte da produção nacional de soja é destinada ao mercado internacional, mas as novas exigências podem alterar a dinâmica do setor e afetar diretamente a competitividade do Brasil no comércio global. [ad_2] Source link

Colheita da soja atinge 25,5% da área semeada em 2024/25, diz Conab

[ad_1] A colheita de soja 2024/25 atingia, até domingo (16), 25,5% da área plantada no Brasil, avanço de 10,7 pontos percentuais (pp) na comparação com a semana anterior. Em relação a igual período da safra passada, porém, quando 29,4% da área havia sido colhida, ainda há atraso de 3,9 pp, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em seu boletim semanal de progresso de safra. No principal estado produtor de soja, Mato Grosso, a colheita alcançava 47,3% da área plantada, avanço expressivo de 19,8 pp em comparação com os 27,5% da área colhida na semana passada, mas atraso de 14 pp em relação aos 61,3% que haviam sido colhidos em 2023/24 neste mesmo estágio da safra. O Paraná recuperou terreno, com 33% da área colhida, avanço de 10 pp na comparação semanal e de 3 pp em comparação com os 30% da área trabalhada em igual momento da safra 2023/24. Já a semeadura da soja 2024/25 está praticamente concluída no país, com 99,7% da área trabalhada, avanço de 0,2 ponto percentual na comparação com a semana anterior e leve atraso de 0,3 ponto percentual em comparação com igual período da safra 2023/24, quando 100% da área havia sido plantada. Milho segunda safra O plantio de milho de segunda safra 2024/25, por sua vez, alcançava 35,7% da área no país, avanço de 16,9 pp ante os 18,8% da semana passada. Na comparação com igual período de 2023/24, há atraso de 9,6 pp. Mato Grosso já havia plantado, até o domingo, 43,3% da área prevista, avanço de 22,5 pp em comparação com os 20,8% da semana passada, porém atraso de 23,8 pp ante os 67,1% de 2023/24. No Paraná, o plantio do milho safrinha atingia, até domingo, 46% da área prevista em 2024/25, avanço de 28 pontos porcentuais na comparação com os 28% da área trabalhada na semana passada. Em comparação com igual período do ciclo 2023/24, o plantio está 6 pontos percentuais adiantados. Quanto à colheita do milho verão 2024/25, esta alcançava, até domingo, 21,1% da área, avanço de 7,8 pp em comparação com o domingo anterior e praticamente o mesmo porcentual em relação a igual período da safra passada, quando 21,4% da área havia sido ceifada. O Paraná segue liderando os trabalhos, com 67% da área trabalhada, seguido pelo Rio Grande do Sul, com 60%. O plantio de milho verão 2024/25 está praticamente concluído no país, com 98,1% da área semeada, avanço de 1,3 ponto percentual na comparação semanal e leve atraso de 0,2 ponto percentual na comparação com igual momento da safra passada. Algodão e arroz Quanto ao algodão 2024/25, o plantio alcançava até domingo 95,9% no país, evolução de 8,5 pontos percentuais na comparação semanal e atraso de 3,1 pontos percentuais em comparação com igual período do ciclo 2023/24, com 99% da área semeada naquele momento. Os estados que ainda faltam concluir os trabalhos de campo são Mato Grosso (95,8% da área semeada); Bahia (95%); Goiás e Minas Gerais, ambos com 97% da área plantada. Por fim, o plantio de arroz 2024/25 estava 99,3% concluído até domingo no país, avanço de 0,6 ponto porcentual na comparação semanal, mas atraso de 0,3 ponto porcentual na comparação anual. Ainda faltam concluir os trabalhos de campo o Maranhão, com 90% da área plantada, e Goiás, com 95% da área. Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Tocantins e Santa Catarina já encerraram o plantio. A colheita de arroz já começou no país, atingindo, até domingo, 7,1% da área plantada, avanço de 4,4 pp na comparação com a semana passada e de 1,5 pp em comparação com igual período de 2023/24. Goiás, com 35% da área ceifada, e Santa Catarina, com 30,8%, lideram os trabalhos de campo. O Rio Grande do Sul, maior produtor do cereal, tinha até domingo 3% da área colhida. [ad_2] Source link