Queda da arroba do boi poderia ser maior, diz analista. Veja as cotações

[ad_1] O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com queda nos preços. “Novamente precisa ser mencionado o papel da oferta de fêmeas nesse movimento de baixa, fazendo com que a indústria frigorífica conseguisse um bom avanço de suas escalas de abate”, diz o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias. De acordo com ele, esse cenário foi bastante representativo na Região Norte e contribuiu para a redução de patamares que se sucedeu nos demais estados que contam com abates relevantes. “Por outro lado, as exportações de carne bovina em bom nível são a principal variável de sustentação dos preços, evitando quedas ainda mais contundentes.” São Paulo: R$ 315,92 (R$ 317 ontem) Goiás: R$ 300,18 (estável) Minas Gerais: R$ 305,82 (R$ 306,18 anteriormente) Mato Grosso do Sul: R$ 305,34 (R$ 306,02 na terça) Mato Grosso: R$ 310,27 (R$ 312,43 ontem) Mercado atacadista O mercado atacadista segue com preços acomodados para a carne bovina. “No entanto, a perspectiva ainda é de queda dos preços no curto prazo, considerando a reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês”, considera Iglesias. Além disso, conforme o analista, o perfil de consumo traçado para o primeiro bimestre ainda aponta a preferência por proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, do ovo e dos embutidos. O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 17,00 por quilo. A ponta de agulha segue a R$ 17,50 e o quarto traseiro ainda está a R$ 25. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,65%, sendo negociado a R$ 5,7256 para venda e a R$ 5,7236 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6825 e a máxima de R$ 5,7325. [ad_2] Source link

Primeira planta de hidrogênio renovável a partir do etanol inicia testes

[ad_1] A Universidade de São Paulo (USP) desenvolve testes da primeira estação experimental do mundo dedicada à produção de hidrogênio renovável a partir do etanol. O projeto, conduzido pelo Centro de Pesquisa e Inovação em Gases de Efeito Estufa (RCGI) da instituição, tem o objetivo de buscar soluções energéticas limpas e colaborar na transição para uma economia de baixo carbono. Com um investimento de R$ 50 milhões, a estação está localizada na Cidade Universitária, em São Paulo, para demonstrar a viabilidade do etanol como vetor para a produção de hidrogênio sustentável, aproveitando a infraestrutura já existente no país. Capacidade da planta A planta-piloto tem capacidade para produzir 100 quilos de hidrogênio por dia, volume que será utilizado para abastecer três ônibus e dois veículos leves, entre outros. O combustível será testado em coletivos de transporte público da própria USP e nos veículos Toyota Mirai e Hyundai Nexo, ambos movidos a hidrogênio. Nesta fase, serão avaliados a taxa de conversão de etanol em hidrogênio e os índices de consumo e rendimento do combustível nos veículos. “Estamos promovendo uma revolução na matriz energética ao demonstrar que é possível produzir hidrogênio sustentável a partir do etanol, com grande eficiência logística”, destaca Julio Meneghini, diretor científico do RCGI. Segundo ele, ao considerar a estrutura já consolidada para o etanol, o Brasil tem condições únicas para esse desenvolvimento. “Isso abre possibilidades para a descarbonização da indústria em setores com alto nível de emissões, como a siderúrgica e a cimenteira, além dos setores químico e petroquímico, na produção de fertilizantes e no transporte de carga e passageiros em larga escala.” Produção de hidrogênio A produção de hidrogênio da planta-piloto ocorre por meio da reforma a vapor do etanol, um processo químico no qual o etanol reage com água sob altas temperaturas, resultando na liberação de hidrogênio. De acordo com Meneghini, esse método se destaca por sua eficiência e pela possibilidade de reduzir emissões de carbono, uma vez que o CO2 liberado no processo é biogênico, ou seja, pode ser compensado no ciclo do cultivo da cana-de-açúcar. Mobilidade sustentável Foto: Pixabay Fabricantes de aviões e montadoras de caminhões e ônibus podem se beneficiar diretamente da estação experimental, uma vez que terão acesso a uma fonte importante e sustentável de hidrogênio para o desenvolvimento de tecnologias baseadas em células a combustível. “O fomento dessa tecnologia pode trazer benefícios enormes para a indústria brasileira. A disponibilidade de hidrogênio em grande escala é fundamental para permitir avanços em diversas frentes, desde a mobilidade até a produção de fertilizantes sustentáveis”, destaca Meneghini. De acordo com o diretor científico, a partir dos resultados deste projeto de Pesquisa e Desenvolvimento, espera-se obter dados que possam orientar estudos futuros sobre sua aplicação em maior escala. “Nosso objetivo é demonstrar o potencial dessa solução e gerar conhecimento técnico-científico sobre sua viabilidade, aproveitando a infraestrutura do etanol para viabilizar a produção e distribuição do hidrogênio renovável.” Líder na produção de energia limpa O reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior, também celebrou o desenvolvimento de testes e ressaltou a relevância do projeto: “O papel das universidades é desenvolver tecnologias que ainda não existem para permitir que o Brasil faça uma transição energética e, com isso, possa se posicionar como um país de primeiro mundo. Se conseguirmos oferecer uma energia mais barata e com menor pegada de carbono, certamente seremos lideranças mundiais […].” O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, destacou a importância da iniciativa para a economia do estado e seu potencial de expansão. “O Centro de Pesquisa e Inovação em Gases de Efeito Estufa da Universidade de São Paulo representa uma das forças que permitem que nosso estado lidere a transição energética no Brasil: a pesquisa científica. Além disso, temos disponibilidade hídrica, a maior e melhor infraestrutura do país e mão de obra qualificada, que nos credenciam a sermos parceiros na produção de energia limpa e renovável para outros estados e também no exterior […].” Para Meneghini, a tecnologia contribuirá para consolidar o país como um dos líderes mundiais na produção de energia limpa, reduzindo dependência de combustíveis fósseis e impulsionando diversos setores econômicos de maneira sustentável. [ad_2] Source link

Acordo entre Correios e ministérios deve facilitar distribuição de produtos da agricultura familiar

[ad_1] Os Correios assinaram, nesta quarta-feira (19), um acordo de cooperação técnica com o Ministério das Comunicações (MCom) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). Objetivo é o de promover a produção de produtos da sociobiodiversidade e da agricultura familiar consumidos para fins alimentício, cosmético e farmacêutico. A formalização aconteceu durante a 6ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf), em Brasília, com a presença de Fabiano Silva dos Santos, presidente dos Correios, e dos ministros Juscelino Filho (MCom) e Paulo Teixeira (MDA), além de outras autoridades. Logística e inclusão digital A parceria visa fortalecer a inclusão digital e social de agricultores familiares, assentados da reforma agrária, quilombolas e comunidades tradicionais. “Os Correios estão presentes em todos os municípios e podem contribuir significativamente com a agricultura familiar. Queremos disponibilizar soluções logísticas eficazes e, futuramente, criar uma vitrine virtual no nosso marketplace para impulsionar a comercialização desses produtos”, destacou Fabiano Silva dos Santos, presidente da estatal. O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, ressaltou a importância da conectividade no campo. “A inclusão digital é um direito de todos. Esse acordo permitirá ampliar o acesso à tecnologia e melhorar a vida de quem produz no campo.” Já o ministro do MDA, Paulo Teixeira, destacou o impacto social da iniciativa: “Facilitar o acesso digital nas zonas rurais é essencial para manter as famílias no campo e fortalecer suas atividades produtivas.” Ações previstas no acordo O compromisso entre os Correios e os ministérios prevê diversas iniciativas, incluindo: Desenvolvimento de soluções logísticas para facilitar a comercialização da produção rural Promoção da excelência e inovação na distribuição de produtos da agricultura familiar Viabilização do transporte eficiente para aumentar a competitividade do setor Ampliação da conectividade digital nas zonas rurais. Em dezembro de 2023, os Correios estabeleceram uma parceria estratégica para impulsionar a agricultura familiar na Bahia. Em colaboração com a União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes) e o Governo do Estado da Bahia, a estatal passou a operar a logística de envio de produtos para todo o Brasil. Assim, os envios são realizados de duas formas: Correios Log+: Os produtos são armazenados no Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas de Salvador (CTCE Salvador), onde são separados, embalados e entregues ao consumidor final. Envio direto pelos produtores: Agricultores podem despachar seus produtos diretamente nas agências dos Correios, facilitando a comercialização no interior do estado. De acordo com o Governo do Estado, a parceria simplifica o acesso dos pequenos produtores ao mercado nacional, reduz custos logísticos, agiliza entregas e melhora a competitividade dos produtos. “Além disso, contribui para a sustentabilidade econômica das comunidades rurais, permitindo que os agricultores familiares aumentem sua margem de lucro e ampliem suas vendas”, diz o comunicado estadual baiano. “Essa iniciativa reforça o compromisso dos Correios com o desenvolvimento rural, consolidando sua atuação como um elo estratégico entre produtores e consumidores de todo o país”, diz a estatal, em nota. [ad_2] Source link

Marcação individual em ovos é prorrogada pelo Mapa para setembro

[ad_1] O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) adiou para 4 de setembro de 2025 o prazo para que as granjas produtoras de ovos identifiquem individualmente os produtos vendidos a granel. Anteriormente, conforme a antiga Portaria SDA/Mapa n° 1.179, a obrigatoriedade entraria em vigor em 4 de março. A alteração do prazo foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (19). O regulamento estabelece os requisitos de instalação, equipamentos e procedimentos para o funcionamento de granjas avícolas e unidades de beneficiamento de ovos e derivados. A Portaria determina que a tinta utilizada na marcação da casca dos ovos deve ser específica para alimentos, atóxica e segura para consumo. Contudo, a identificação individual não será exigida para ovos comercializados em embalagens rotuladas. Além disso, a nova portaria do Mapa define a nomenclatura dos ovos in natura e dos produtos de ovos não submetidos a tratamento térmico. A classificação considera categorias A e B, além de produtos como ovos líquidos, resfriados e congelados, gema e clara processadas. O Mapa reforça que a produção de ovos no país vem em crescente e lembra que o Brasil é um dos únicos países do mundo livre de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em granjas comerciais, sendo o maior exportador de frango do mundo e um grande produtor de ovos. De acordo com a pasta, a produção de ovos no Brasil atingiu um marco histórico em 2024, com uma estimativa de 57,6 bilhões de unidades, representando um crescimento de 9,8% em relação a 2023. Transparência ao consumidor A medida do Mapa tem como objetivo aumentar a segurança e transparência para o consumidor e prevenir fraudes, protegendo também os produtores. Para o ministro Carlos Fávaro, o aperfeiçoamento das legislações do setor impulsionam o crescimento do mercado interno e da participação do Brasil no contexto internacional. “O Brasil só é o que é na produção de ovos, de frangos e de alimentos porque tem uma grande sanidade. O aperfeiçoamento das legislações tem que ser constante e precisa evoluir com a regra sempre muito alta nesse sentido. Tanto que esta portaria foi construída junto com o setor, aqui no Ministério da Agricultura e Pecuária, para fazer a nova classificação de ovos, tão desejada pelo setor, até para agregar valor e ganhar competitividade”, comentou. [ad_2] Source link

Soja: produtores focados na colheita e lentidão no mercado do grão

[ad_1] O mercado brasileiro de soja teve ritmo lento nesta quarta-feira. Os preços apresentaram bastante volatilidade. Houve boas oportunidades de negócios nos portos, mas sem relatos de movimentos expressivos. Os produtores seguem focados na colheita e não aceitam os preços atuais. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Preços da soja no país: Passo Fundo (RS): preço manteve em R$ 130,00 Missões (RS): preço manteve em R$ 131,00 Porto de Rio Grande (RS): preço manteve em R$ 133,00 Cascavel (PR): preço caiu de R$ 124,50 para R$ 124,00 Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00 Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 114,00 para R$ 113,00 Dourados (MS): preço caiu de R$ 118,00 para R$ 117,50 Rio Verde (GO): preço subiu de R$ 110,50 para R$ 111,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços em baixa. Em dia volátil, um movimento de realização de lucros, acompanhando outros mercados, principalmente trigo e milho. O avanço da colheita da maior safra da história do Brasil amplia a oferta e ajuda na pressão. A maior aversão ao risco, em meio às renovadas preocupações com a política comercial do novo governo Trump, adicionou pressão aos contratos. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 6,75 centavos de dólar ou 0,64%, a US$ 10,31 3/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,48 1/4 por bushel, perda de 7,25 centavos ou 0,68%. Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com alta de US$ 0,90 ou 0,30%, a US$ 294,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 46,30 centavos de dólar, com baixa de 1,00 centavo ou 2,11%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,65%, negociado a R$ 5,7256 para venda e a R$ 5,7236 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6825 e a máxima de R$ 5,7325. [ad_2] Source link

saiba o que esperar nas lavouras de soja

[ad_1] Durante o Fórum Soja Brasil Cotricampo, realizado em Campo Novo, no Rio Grande do Sul, nesta quarta-feira (19), o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, destacou que o Rio Grande do Sul tem enfrentado um calor intenso, com chuvas escassas, o que resultou em restrição hídrica em várias lavouras. Apesar de algumas chuvas no último final de semana, o mapa de umidade do solo indica que ainda há áreas, especialmente na região Oeste, com níveis abaixo de 40%, necessitando de mais precipitação. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Veja como fica o tempo nas lavouras de soja Nos próximos cinco dias, a tendência é de tempo firme, com chuvas moderadas previstas para a região Norte, incluindo a Noroeste, mas sem grandes volumes. Entre 24 e 28 de fevereiro, a chuva deve retornar gradualmente, com acumulados que podem ultrapassar os 80 mm em cinco dias. Essa precipitação ajudará a repor a umidade do solo, especialmente em Campo Novo, onde se espera mais de 100 mm de chuva nos próximos dias, permitindo a recuperação do solo para a semeadura. Com o retorno das chuvas, a previsão é de que a temperatura se normalize, evitando os extremos de calor que chegaram a atingir 34°C e 35°C recentemente. Para março, a expectativa é de um clima mais chuvoso, com acumulados superiores a 100 mm em 30 dias, beneficiando tanto a umidade do solo quanto a semeadura das lavouras de inverno. A temperatura deve se manter em patamares mais agradáveis, com máximas entre 23°C e 25°C. La Niña A tendência é que o fenômeno La Niña, que está perdendo força, contribua para um outono e inverno mais quentes do que a média, embora ainda seja possível ocorrerem pulsos de frio, especialmente no final de junho e início de julho. Nesses períodos, as temperaturas podem cair abaixo de 10°C, mas sem grandes quedas. Para junho, a previsão é de chuvas abaixo da média, com acumulados entre 70 mm e 80 mm em 30 dias, o que não deverá impactar a colheita da safra de verão, cujas perdas já foram consolidadas devido à onda de calor. Já para a próxima safra, a projeção é de neutralidade no fenômeno El Niño-La Niña, o que deve garantir uma primavera tranquila e chuvas dentro da normalidade, oferecendo boas condições para o produtor gaúcho. [ad_2] Source link

Como os auditores agropecuários fiscalizarão ovos a partir de 5 de março?

[ad_1] Os ovos comercializados no Brasil deverão cumprir novas exigências de rotulagem a partir de 5 de março deste ano. Assim, informações como prazo de validade e classificação do produto deverão ser carimbadas diretamente em suas cascas. Para o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), a regulamentação faz parte de um conjunto de medidas para aumentar a segurança, garantir a rastreabilidade e oferecer informações claras aos consumidores. As novas regras de classificação dos ovos constam na Portaria nº 1.179, publicada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em 5 de setembro do ano passado. O documento determina que, além da data de validade e da classificação por peso e qualidade, cada unidade deve conter: identificação do produto, com nome e razão social; e o número de registro do estabelecimento no Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisb) e no Serviço de Inspeção Federal (SIF). Trabalho dos auditores na inspeção de ovos Os auditores fiscais federais agropecuários atuam, entre outras atividades, na fiscalização nos estabelecimentos classificados como granjas avícolas e como unidades de beneficiamento de ovos e derivados. O Anffa Sindical esclarece que essa fiscalização é periódica e depende do volume da produção, da natureza dos produtos fabricados e do desempenho de cada estabelecimento em auditorias anteriores. De acordo com os profissionais da carreira, o mais importante é garantir que o fluxo produtivo esteja adequado, de modo que não sejam aproveitados ovos sujos, trincados ou quebrados. Por isso, o foco da fiscalização se dirigem aos programas de autocontrole, que envolvem a manutenção de instalações, equipamentos e utensílios, além de procedimentos sanitários. São verificadas balanças e máquinas utilizadas na ovoscopia eletrônica, que também é inspecionada. Nesta operação de pré-seleção, são removidos os ovos impróprios para consumo. O Sindicato destaca que também há um controle integrado de pragas e da matéria-prima. Neste caso, é verificado o uso de medicamentos na granja para evitar que ovos de aves em tratamento sejam destinados ao consumo humano. Os auditores fiscais federais agropecuários fiscalizam, ainda, os procedimentos de classificação dos ovos por peso, as embalagens e a rotulagem, que não podem causar dúvidas ao consumidor. Os locais de armazenamento também são inspecionados. Transparência ao consumidor O Anffa Sindical destaca que a rastreabilidade permitirá ao consumidor identificar a origem do produto com mais facilidade, promovendo maior transparência no mercado. Para o Sindicato, trata-se de uma oportunidade de abrir novas oportunidades de exportação ao alinhar os padrões de qualidade do Brasil aos exigidos por mercados internacionais. “A implementação de novas regras para a rotulagem de ovos, incluindo a obrigatoriedade de indicação da data de validade e a classificação do produto, é uma medida essencial para aumentar a confiança do consumidor. Com essas informações claramente disponíveis, os consumidores poderão fazer escolhas mais informadas, garantindo a qualidade e a segurança dos alimentos que chegam às suas mesas”, destacou o presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo. A produção de ovos no Brasil atingiu um marco histórico em 2024, com uma estimativa de 57,6 bilhões de unidades, representando um crescimento de 9,8% em relação a 2023. Esse aumento reflete o fortalecimento do setor avícola nacional e a crescente demanda por ovos no mercado interno. [ad_2] Source link

Itaipu Rural Show deve atrair 70 mil visitantes gerando R$ 250 milhões em negócios

[ad_1] O município de Pinhalzinho, na região oeste de Santa Catarina, recebe a partir de hoje (19) a vigésima sexta edição da Itaipu Rural Show. Organizado desde 1988 pela Cooperativa Regional Itaipu (Cooperitaipu), o evento tem como objetivo promover conhecimento e inovação no setor. A repórter Valéria Burbello conversou com o presidente da Cooperitaipu, Arno Pandolfo, e com o coordenador geral do evento, Fernando Rohr, que trouxeram mais informações sobre o encontro. A expectativa é que o encontro receba mais de 70 mil visitantes durante os quatro dias de programação. A atual safra catarinense de grãos atravessa um período excelente de produtividade, por isso, os organizadores esperam gerar mais de 250 milhões de reais em negócios. A Itaipu Rural Show 2025 conta com mais de 350 expositores que trazem as principais tendências dos mais diversos setores da agropecuária, com destaque para automação e operação via aplicativos para produtores de culturas como aves, suínos, leite e grãos. Tradição A Itaipu Rural Show é reconhecida como o maior evento agropecuário catarinense e uma importante referência nacional para pequenos e médios agricultores. Durante essa edição,produtores rurais, pesquisadores, empresários e técnicos terão acesso à capacitação e às novidades do setor. O encontro segue até o dia 22 de fevereiro, na rodovia BR-282, KM 580, na cidade de Pinhalzinho. [ad_2] Source link

Secretaria de Agricultura de SP anunciará 4 medidas para o agro do estado

[ad_1] Foto: Governo do Estado de São Paulo A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo anunciará, na próxima quinta-feira (20), um novo pacote de medidas que, conforme o secretário Guilherme Piai, tem o objetivo de fortalecer o agronegócio do estado. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! O evento, que será realizado no Palácio dos Bandeirantes, terá como destaque as seguintes medidas: ICMS: apresentação do encaminhamento de renovação de benefícios fiscais à Assembléia Legislativa de São Paulo (Alesp); Patrulha Rural: celebração de convênios com 54 municípios paulistas para o Programa Patrulha Rural, com investimento de R$ 16,2 milhões; Agrologística: assinatura de decreto e anúncio da criação do novo programa de estradas, pontes e sinalização rural da SAA. Investimento de R$ 145 milhões. Regularização fundiária: entrega de títulos rurais para duas comunidades quilombolas do Vale do Ribeira. O post Secretaria de Agricultura de SP anunciará 4 medidas para o agro do estado apareceu primeiro em Canal Rural. [ad_2] Source link

Fávaro recebe membros da Aiba para discutir evento preparatório da COP30

[ad_1] O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, reuniu-se com representantes da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) para discutir o Action Agenda on Regenerative Landscapes (AARL) Brazil Summit, evento preparatório para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (COP30). O encontro, co-organizado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e pelo Boston Consulting Group (BCG), será realizado nos dias 15 e 16 de abril, em Luís Eduardo Magalhães (BA), com o tema “Escalando Agricultura Regenerativa em Paisagens no Cerrado Brasileiro”. O evento debaterá políticas de investimento para a recuperação de áreas degradadas e expansão da agricultura regenerativa no bioma. Os resultados serão apresentados na COP30, que acontece em novembro, em Belém (PA). “Esses eventos preparatórios nos ajudarão a estruturar as pautas que levaremos para a COP30. Queremos mostrar a evolução da agropecuária brasileira com sustentabilidade durante os debates. É a oportunidade de mostrarmos ao mundo como é a nossa ecologia”, destacou Fávaro. Incentivo à produção de cacau Outro tema abordado na reunião foi a formulação do Plano Safra 2025/26, com medidas para incentivar o crescimento da produção nacional de cacau. Além disso, foi discutido o monitoramento e mapeamento do potencial de áreas irrigáveis na Bahia. O presidente da Aiba, Moisés Schmidt, destacou a eficiência dos produtores brasileiros e a importância da Plataforma Agro Brasil + Sustentável, ferramenta que certifica a adequação ambiental das propriedades e gera oportunidades comerciais para o setor. COP30: o principal evento climático do mundo A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) é o principal fórum global para discutir estratégias de combate às mudanças climáticas. O evento reunirá líderes mundiais, cientistas e representantes da sociedade civil em novembro, na cidade de Belém (PA). [ad_2] Source link