Ovos a R$ 40? Lula culpa gripe aviária por preços altos

[ad_1] Na luta para tentar minimizar a alta nos preços dos alimentos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (20) à rádio Tupi, do Rio de Janeiro, que problemas climáticos e a gripe aviária são os culpados pela alta nos valores da comida. Falando especificamente dos ovos de galinha, Lula informou que o Brasil virou o “supermercado do mundo”, dando como exemplo países como os Estados Unidos, Japão e Vietnã que se tornaram importadores do ovo brasileiro. Para enfrentar o problema, Lula disse que vai discutir com os empresários a questão. “Nós queremos que eles (atacadistas) exportem, mas não pode faltar para o povo brasileiro”, e emendou. “Vamos fazer uma reunião com os atacadistas para discutir como é que a gente pode trazer isso (preço do ovo) para baixo, porque o fato de você estar vendendo produto em dólar, que está alto, não significa que você tem que colocar no preço do brasileiro o mesmo valor que você exporta”, disse citando como absurdo uma cartela com 30 ovos custando R$ 40. O presidente afirmou que às vezes prefere um arroz com dois ovos fritos do que um bife.Na semana passada, em visita ao Amapá, disse no palanque, acompanhado de outras autoridades, que está comendo ovos de ema que equivalem a 12 de galinha. Alta no preço dos ovos é sazonal No começo desta semana, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou, por nota, que a alta que vem sendo registrada no preço dos ovos no país é uma situação sazonal, “comum ao período pré e durante a quaresma”. Segundo a ABPA, após longo período com preços em baixa, a comercialização de ovos aqueceu pela demanda natural da época, quando há substituição de consumo de carnes vermelhas por proteínas brancas e ovos. Custos Porém a entidade chamou a atenção para a elevação dos custos de produção dos ovos, o que afeta os preços ao consumidor. Segundo o cálculo da entidade, nos últimos oito meses, houve elevação de 30% no preço do milho e de mais de 100% nos custos de insumos de embalagens. [ad_2] Source link
‘A Moratória da Soja tem gerado impactos negativos à economia’, diz o presidente da Aprosoja MT

[ad_1] Em uma audiência realizada no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (19), a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) levou sua defesa em favor da Lei nº 12.709, sancionada em 2024, que visa encerrar a moratória da soja no estado. A comitiva, que contou com a presença de importantes autoridades, incluindo o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (PSB), a deputada estadual Janaina Riva (MDB), os deputados Chico Guarnieri (PRD) e Wilson Santos (PSD), e o senador Wellington Fagundes (PL), se reuniu com o ministro do STF, Flávio Dino, relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7774. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A ação questiona a validade da Lei nº 12.709/2024, que proíbe a concessão de benefícios fiscais e terrenos públicos a empresas que aderirem a acordos comerciais com restrições à expansão da atividade agropecuária, como a Moratória da Soja. Em dezembro de 2024, o ministro Flávio Dino suspendeu os efeitos da lei, e a Aprosoja MT busca agora reverter essa decisão, que, segundo a entidade, tem prejudicado o crescimento de muitos municípios em Mato Grosso. “Fomos ao STF discutir a constitucionalidade da lei proposta pelo deputado Gilberto Cattani e outros coautores da ALMT, que trata da moratória da soja. A moratória tem gerado impactos negativos à nossa economia. Estamos confiantes de que essa conversa será um passo para conquistar justiça para os produtores e para Mato Grosso como um todo”, afirmou Lucas Costa Beber, presidente da Aprosoja MT. Max Russi, presidente da ALMT, parabenizou o esforço da Aprosoja MT e reafirmou o compromisso da Assembleia Legislativa em apoiar a causa dos produtores mato-grossenses. “A Assembleia Legislativa está ao lado da Aprosoja MT, defendendo os interesses de Mato Grosso e seus produtores”, destacou. [ad_2] Source link
carreta com 30 toneladas de silagem perde o freio e atropela 13 cabeças de gado

[ad_1] Um motorista de uma carreta carregada com 30 toneladas de silagem evitou uma tragédia na cidade de Paraíso das Águas, no interior do sul-mato-grossense. Um vídeo mostra o momento exato em que o caminhão com problemas no freio atropela diversos bois. O acidente foi gravado por um outro caminhoneiro que aguardava a passagem de uma comitiva pela rodovia. Segundo o Boletim de Ocorrência, o motorista conduzia uma Mercedez Benz LS 1935 pela rodovia MS-320, na pista sentido Três Lagoas, quando perdeu o sistema de frenagem. Na sequência, o condutor disse que avistou uma boiada atravessando a pista com uma fila de veículos parados, incluindo um outro caminhão. Para não atingi-los, ele desviou de faixa e atropelou 13 cabeças de gado. O caminhão parou somente na subida da via com a parte frontal do cavalo mecânico danificada. De acordo com o motorista, três boiadeiros conduziam a comitiva e ninguém ficou ferido. O caso aconteceu na tarde do último sábado (15). O próprio motorista da carreta foi ao Distrito Policial e relatou a ocorrência. O caso foi registrado como Preservação de Direito, pelo condutor do veículo. [ad_2] Source link
Trump anuncia taxas de até 25% sobre a madeira e produtos florestais

[ad_1] O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que imporá novas tarifas sobre produtos como madeira, carros, semicondutores e farmacêuticos nos próximos meses. Durante uma conferência em Miami, Trump mencionou que as tarifas sobre madeira e produtos florestais poderão chegar a 25%, com previsão de entrarem em vigor no início de abril, junto com tarifas semelhantes sobre automóveis. O Brasil é um dos maiores produtores florestais do mundo e os EUA e União Europeia foram os principais destinos dos produtos brasileiros de madeira em 2024. O republicano afirmou que essas medidas visam gerar receitas significativas para os EUA, mas também ofereceu a outros países a possibilidade de evitar as tarifas caso reduzam ou eliminem suas próprias barreiras comerciais contra produtos americanos. Outros produtos Além da madeira, Trump também planeja impor tarifas de 25% ou mais sobre semicondutores e produtos farmacêuticos, que aumentariam progressivamente ao longo de um ano. Ele destacou que dará tempo para que empresas desses setores estabeleçam fábricas nos EUA, evitando assim as tarifas. Essas medidas fazem parte de uma série de ações que têm o potencial de impactar significativamente o comércio internacional. Desde seu retorno à presidência, Trump já impôs uma tarifa adicional de 10% sobre todas as importações da China, em resposta ao tráfico de fentanil, e anunciou tarifas de 25% sobre produtos do México e importações não energéticas do Canadá, embora tenha adiado a implementação por um mês. Ele também propôs tarifas recíprocas contra países que impõem barreiras comerciais aos produtos americanos. As ameaças de tarifas têm gerado incertezas entre parceiros comerciais e especialistas, que alertam para o risco de inflação e disrupções no comércio global. Enquanto isso, representantes da União Europeia se reuniram com autoridades americanas em Washington para discutir as implicações dessas medidas. A abordagem de Trump em relação às tarifas tem sido volátil, deixando outros países e empresas em alerta sobre os próximos passos. Economistas alertam que as tarifas generalizadas podem aumentar os preços internos e criar tensões comerciais, mas Trump afirma que as medidas são necessárias para proteger a economia americana e gerar receitas. [ad_2] Source link
Embrapa e Yara firmam parceria para recuperação do solo gaúcho

[ad_1] Primeira etapa Os trabalhos se concentrarão em quatro áreas prioritárias das grandes Bacias Hidrográficas Taquari-Antas e Baixo Jacuí, incluindo a implantação de Unidades de Referência Tecnológica (UTRs) para demonstração de tecnologias adequadas para a recuperação do solo, contenção de erosão e restauração da vegetação em áreas consideradas sensíveis, bem como capacitação de técnicos e agricultores. Em nota, a empresa disse já ter mobilizado mais de R$ 2,5 milhões em recursos próprios e arrecadações para apoiar os esforços de recuperação do Estado. A proposta é que as ações nas regiões prioritárias possam servir de modelo e base para o planejamento e replicação em outras áreas afetadas no estado. [ad_2] Source link
Mercado segue atento a Trump e há risco de inflação global; ouça análise

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a queda do Ibovespa, que fechou em 127 mil pontos, pressionado pelo cenário externo. A ata do Fed reforçou a necessidade de cautela nos cortes de juros, enquanto dados do Reino Unido aumentaram as preocupações com a inflação. O dólar subiu para R$ 5,72, e os juros futuros abriram com expectativa de forte oferta de títulos pelo Tesouro. Na China, novas medidas buscam estimular o consumo e o investimento estrangeiro. Hoje, o mercado acompanha dados de auxílio-desemprego nos EUA e confiança do consumidor na Zona do Euro. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link
Dia tem alerta de temporais e temperaturas chegando a 40°C

[ad_1] A Região Sul do país tem alerta de temporais para as três capitais, condição que praticamente se repete no Norte. Na Região Metropolitana de São Paulo, risco de alagamentos. Centro-Oeste sem folga para o calorão e os termômetros explodindo no Nordeste. Confira: Sul A formação de um sistema de baixa pressão na altura do litoral de Santa Catarina vai favorecer o aumento das instabilidades nos três estados da Região Sul nesta quinta-feira. A chuva acontece desde a madrugada em pontos do norte gaúcho, interior de Santa Catarina e no litoral do Paraná. Ao longo das horas, a chuva vai ganhando intensidade, principalmente à tarde, por conta do calorão. Tem alerta para temporais em Porto Alegre, Florianópolis e em Curitiba, ou seja, nas três capitais. Apesar da chuva, o sol ainda aparece em alguns momentos e as temperaturas são altas, com sensação de tempo abafado. Sudeste A presença do sistema de alta pressão sobre grande parte dos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro afasta as nuvens carregadas, o que mantém o dia bem ensolarado, seco e com temperaturas altas. Não há previsão de chuva em grande parte da Região Sudeste. No interior de São Paulo e na região metropolitana do estado, as pancadas acontecem bem típicas da estação à tarde, sem previsão de altos volumes, mas podem vir com forte intensidade e causar alguns pontos de alagamentos. Centro-Oeste As instabilidades continuam concentradas sobre o interior de Mato Grosso do Sul e no norte de Mato Grosso por conta da circulação de ventos, calor e umidade. Tem previsão de pancadas pontualmente fortes em Campo Grande, enquanto em Cuiabá e em Goiânia a chuva é mais passageira e o sol aparece em mais momentos do dia. Em Brasília, quinta-feira ensolarada e sem chuva. O destaque continua sendo as altas temperaturas. Nordeste A chuva se espalha mais nesta quinta-feira em áreas do interior do Piauí, de Pernambuco, do Ceará e na Paraíba. É uma chuva associada ao calor e à alta umidade, com previsão de volumes mais expressivos no Maranhão e no litoral do Ceará. Entre as capitais Natal e Salvador, o dia continua bem ensolarado, abafado e com chuva mais rápida e passageira. No interior da Bahia, tempo ensolarado, com as máximas se aproximando dos 40°C e nada de chuva. Norte Chove sobre todos os estados da Região Norte nesta quinta-feira. As instabilidades são associadas ainda ao calor e à umidade, e as pancadas acontecem a qualquer hora do dia. Tem previsão de altos volumes de chuva no Acre, em Rondônia e no interior do Amazonas. As capitais Manaus, Porto Velho e Rio Branco seguem na rota dos temporais. No norte do Pará e no Amapá, o tempo é um pouco mais carregado e também com chuva em vários momentos do dia. Tem risco para alagamentos e também subida rápida nos níveis dos rios. No Tocantins, a chuva se concentra sobre a metade norte do estado, enquanto nas áreas de divisa com Goiás e Bahia, o tempo continua ensolarado. [ad_2] Source link
Justiça decide que exportação de bois vivos para abate não fere legislação brasileira

[ad_1] O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) decidiu, nesta quarta-feira (19), que a exportação de animais vivos para abate não viola a legislação brasileira. Por 3 votos a 0, os desembargadores da corte determinaram a reforma da sentença de primeiro grau que havia proibido a exportação em todos os portos do país. A corte julgou um recurso da União, que alegou que o transporte de animais vivos não estaria “intrínseca e inerentemente” relacionado a maus-tratos. A procuradoria federal também apontou que a regulação existente já é suficiente para disciplinar o assunto. O julgamento no TRF-3 começou em dezembro do ano passado, mas foi interrompido por um pedido de vista. Naquela ocasião, o desembargador Nery Júnior já havia votado favoravelmente às exportações. “A decisão do TRF3 de reverter a sentença é acertada. Trata-se de uma discussão de questões estruturais, em que a mera proibição de exportação não seria capaz de atingir a solução pretendida e, também, causaria uma série de outros problemas na cadeia produtiva”, afirma o advogado Eduardo Diamantino, sócio do Diamantino Advogados Associados, que representou a Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ) na ação. “A exportação de animais vivos, além de ser uma demanda de mercado, já é fortemente regulamentada e está sujeita à fiscalização pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em todas as suas várias etapas, além da vigilância sanitária dos países que recebem as cargas vivas”, acrescenta Diamantino, que sustentou oralmente no processo. A ação foi aberta pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, que em abril de 2023 conseguiu o veto à exportação. O juiz federal Djalma Moreira Gomes entendeu que os animais são titulares de direitos e que, por isso, merecem proteção jurídica. O magistrado, entretanto, ressalvou que a sentença só seria colocada em prática se fosse confirmada pelo TRF3. “A presente sentença não produz efeitos até que a matéria seja apreciada pelo TRF da 3ª Região”, escreveu o magistrado na ocasião. [ad_2] Source link
Novo presidente da Comissão de Agricultura do Senado quer acelerar regularização fundiária

[ad_1] O senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) foi eleito presidente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado para o biênio 2025-2026 nesta quarta-feira (19). Ainda não foi definido o vice-presidente da comissão. O cargo seguirá vago até que os blocos partidários entrem em acordo para a indicação dessa vaga. Durante seu primeiro discurso como presidente da CRA, Zequinha reforçou seu compromisso com o avanço de pautas que incentivem a agricultura sustentável, a regularização fundiária, o licenciamento ambiental e a desburocratização do acesso ao crédito rural. COP30 em Belém O senador lembrou que Belém, capital do estado que ele representa, será a sede da 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), em novembro deste ano. Ele afirmou que o evento é uma oportunidade para mostrar ao mundo não somente a potência da agricultura brasileira, que garante ao Brasil ser um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, mas também os avanços feitos pelo país para alcançar bases produtivas mais sustentáveis. A senadora Tereza Cristina (PP-MS) enfatizou que a CRA deve assumir papel fundamental nessa articulação, mostrando que o Brasil “não é só campeão na agricultura, mas também na proteção do meio ambiente.” “A nossa agricultura é a mais sustentável do mundo. Pode ser que tenha alguém que chegue perto, mas não tem como a nossa. Há 50 anos nós transformamos nossa agricultura e fomos para o caminho de uma agricultura sustentável, tropical, com tecnologias próprias do Brasil”, enfatizou. PIB do agro Zequinha destacou pesquisa da Confederação Nacional de Agricultura (CNA) que projeta, para o PIB do Agronegócio, um crescimento de até 5% em 2025. Essa alta será impulsionada, segundo a CNA, pelo aumento da produção primária agrícola (com destaque para os grãos) e pela expansão da indústria de insumos e da agroindústria exportadora. Assim, de acordo com a pesquisa, o Valor Bruto da Produção está estimado em R$ 1,34 trilhão para este ano. Apesar disso, o senador aponta um cenário desafiador para o país, em razão da política fiscal, do câmbio, da inflação, da taxa Selic e de fatores externos, o que exige uma atuação eficiente da comissão, conforme ele. Regularização fundiária e licenciamento Existem 75 projetos tramitando na CRA que tratam, basicamente, de regularização fundiária. De acordo com Zequinha, trata-se de assunto que precisa avançar no país. “Não dá para passar a vida toda falando disso sem tomar medidas para que a regularização fundiária aconteça efetivamente, principalmente na região Norte.” Isso porque, segundo o presidente da CRA, a agricultura familiar é um sucesso “do meio do Brasil até o Sul, mas para o Norte ainda é muito carente. E nós vamos trabalhar para que isso aconteça. O crédito rural nem sempre é suficiente e às vezes é ‘burocrático’ também, o que impede o acesso de muita gente [a esse financiamento]. O licenciamento ambiental precisa andar; temos de avançar, temos de modernizar, agilizar, porque certamente ele mexe com a economia do país, não só do agro, mas de todos os setores produtivos do país”, declarou Zequinha. O senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) também defendeu a ampliação da discussão sobre a regularização fundiária, assim como a sua votação. Ele apontou a reforma agrária como uma política pública fundamental para o desenvolvimento regional, principalmente do Norte do país. “O que a gente está vendo hoje, especialmente no sul do Pará, é que houve incentivo para as pessoas irem para aquela região. E agora elas estão tendo suas casas queimadas, estão sendo expulsas. Não tem aonde ir. Foram pessoas que acreditaram no governo da época”, considera. Tereza Cristina, por sua vez, pediu atenção especial para que se avance nos diálogos e na votação do PL 2.159/2021, projeto que trata da Lei Geral do Licenciamento Ambiental. Essa matéria tramita simultaneamente em dois colegiados do Senado, com dois relatores diferentes: ela mesma na CRA e Confúcio Moura (MDB-RO) na Comissão de Meio Ambiente (CMA). Crédito rural O senador Alan Rick (União-AC), que deixou a presidência da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), disse que os bancos de fomento precisam entender o cenário de crise que há no país. Ele ressaltou que o Brasil vem enfrentando uma série de eventos climáticos gravíssimos, que este é um momento difícil para o setor e que, por essa razão, é necessário que o processo de liberação de recursos para investimentos na agropecuária seja menos burocrático. “Vamos chamar os presidentes dos bancos de fomento para falar sobre o crédito rural. Os bancos querem emprestar dinheiro para custeio, que você tem de pagar com um ano. Mas no [crédito] de investimento, em que você tem mais carência, em que você tem mais tempo para pagar, para poder investir na sua lavoura, comprar equipamento, fazer os investimentos para aumentar a sua produção, há uma enorme dificuldade para a liberação de recursos.” Áreas degradadas Zequinha Marinho informou que apresentou nesta semana um projeto de lei — o PL 514/2025 — que altera a política agrícola brasileira e estabelece, entre suas diretrizes, o estímulo à conversão de pastagens degradadas em sistemas de produção agropecuários e florestais sustentáveis. A proposta, que integra a lista de prioridades do presidente da CRA, também prevê que o crédito rural terá condições favorecidas para projetos de recomposição de áreas degradadas. [ad_2] Source link
Programa do Mapa doará máquinas agrícolas para regiões com baixo índice de mecanização

[ad_1] O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) instituiu o Programa Nacional de Modernização e Apoio à Produção Agrícola (Promaq) por meio da Portaria nº 775/25, publicada nesta quarta-feira (19). A iniciativa tem como propósito a aquisição e doação de máquinas e equipamentos agrícolas em redes e parcerias com organizações públicas federais, estaduais, distritais e municipais, além de organizações privadas. “Não restam dúvidas de que a produção de alimentos é a vocação do Brasil. E essa agropecuária, que é destaque no mundo e essencial para a nossa economia, também é um importante instrumento para a redução das desigualdades. Para isso, estamos impulsionando a modernização da produção com incentivo à mecanização, que permite práticas mais sustentáveis e eficazes, além do aumento da produtividade”, detalhou o ministro da pasta, Carlos Fávaro. Regiões priorizadas No programa, o Mapa esclarece que serão priorizadas as regiões com menor índice de mecanização agrícola e também menor participação competitiva na produção agropecuária, além de estados e municípios em situação de emergência ou calamidade pública. “Para receber os bens, o beneficiário deverá apresentar diagnóstico que demonstre a demanda específica por máquinas e equipamentos, considerando o perfil agrícola da região, a extensão da área rural e a condição das estradas vicinais”, diz nota do Mapa. Além disso, será firmado um termo de compromisso e de doação que assegure a utilização dos equipamentos exclusivamente para os objetivos do Promaq, garantindo que os equipamentos serão utilizados em conformidade com práticas agrícolas sustentáveis e com as normas ambientais. [ad_2] Source link