Tem programa novo do Soja Brasil no ar!

[ad_1] Tem programa novo no ar! No 30º episódio do Soja Brasil, a colheita da soja em Mato Grosso é destaque. Nossa equipe constatou que produtores estão otimistas com o desempenho das lavouras, mas enfrentam desafios devido ao excesso de chuvas e à escassez de infraestrutura para armazenagem. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A umidade excessiva tem prejudicado o ritmo da colheita e comprometido a qualidade dos grãos. Além disso, a falta de armazéns na região tem gerado congestionamentos, com muitas empresas fechando suas portas, dificultando a entrega dos grãos. As condições climáticas têm sido um obstáculo contínuo para os produtores, com chuvas constantes desde outubro, fazendo com que a soja brotasse antes de ser colhida. Isso afetou a produtividade e gerou perdas. No entanto, em municípios como Feliz Natal e Vera, os resultados são mais positivos, e os produtores já se preparam para a segunda safra de milho. A colheita da soja segue em andamento, com o clima sendo um fator determinante para o ritmo dos trabalhos. Assista às reportagens completas: Previsão do tempo para a soja A previsão do tempo apresentada pelo meteorologista Arthur Miller indica que as regiões Norte e Oeste de Mato Grosso continuarão enfrentando chuvas intensas, o que pode prolongar a colheita. Por outro lado, o Centro-Sul do Brasil não deve ser tão impactado. No Nordeste e no Matopiba, as chuvas também podem atrasar o ritmo das colheitas, destacando a complexidade da situação climática em várias regiões produtoras de soja. Logística O episódio também falou sobre a logística da soja, destacando um plano do governo federal para melhorar o escoamento da safra, com investimentos em rodovias e ferrovias. No entanto, os desafios logísticos imediatos ainda persistem, como os altos custos de transporte. A concessão de rodovias pode ajudar, mas a execução será importante. Tocantins Por fim, o estado de Tocantins tem se destacado como uma nova potência agrícola, com grande crescimento na produção de soja. O estado tem atraído investidores, impulsionado por boas condições climáticas e inovações tecnológicas, além de feiras que promovem novos negócios e aproximam produtores. [ad_2] Source link

Missão no Baixo Amazonas fortalece cadeias e inovação para preservar o ambiente

[ad_1] O Sebrae Nacional, em parceria com o Sebrae/PA, iniciou uma missão à região do Baixo Amazonas, no Pará, com o objetivo de fortalecer cadeias produtivas sustentáveis que promovam o uso racional dos recursos biológicos da região.  A iniciativa visa unir inovação, empreendedorismo e sustentabilidade, criando uma base sólida para o desenvolvimento territorial da Amazônia. Bruno Quick, diretor técnico do Sebrae, destacou a importância de expandir o modelo de desenvolvimento além das atividades tradicionais.  “Nosso objetivo é que, para além da mineração, da pecuária, da agricultura, da soja, dos grãos e da economia urbana, nós possamos, de fato, fomentar no Pará, a partir de Belterra, Alter do Chão, Santarém e Mojuí dos Campos, um modelo de desenvolvimento, em que todas as instituições servem a um formato baseado no desenvolvimento territorial, inovação por meio da ciência, empreendedorismo e bioeconomia”, informou Quick. A missão também tem como foco apresentar a Amazônia como uma vitrine de inovação durante a próxima COP 30, que será realizada em Belém, em novembro de 2025. “Nós temos essa expectativa e não poderia deixar de ressaltar esse trabalho espetacular liderado pelo Sebrae Pará na realização da COP-30, um evento planetário, com um dos temas mais importantes do momento, trazendo soluções concretas, reais e factíveis para a realidade amazônica e do nosso país como um todo”, diz o diretor técnico do Sebrae. Bioeconomia: o caminho para o desenvolvimento sustentável O conceito de bioeconomia está cada vez mais sendo visto como uma estratégia eficaz para o futuro da Amazônia. Além de preservar a floresta, a bioeconomia busca criar alternativas de geração de renda por meio do uso sustentável de recursos naturais.  Neste contexto, o Sebrae se posiciona como um agente transformador, apoiando pequenos negócios e conectando-os a mercados globais. “O objetivo é criar valor econômico em diferentes cadeias produtivas que preservem a floresta em pé. Isso se faz através de uma mobilização dos recursos das comunidades, o que nos leva a trazer para a região as mais modernas tecnologias”, pontuou Paulo Haddad consultor do Sebrae. A parceria com organizações como a Embrapa e o Senar tem sido essencial para integrar o conhecimento científico com as necessidades locais.  Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Parcerias estratégicas para potencializar a região A construção de um novo modelo de desenvolvimento sustentável na Amazônia depende de uma integração entre diferentes atores, como instituições de pesquisa, empresas, e as próprias comunidades locais.  Ana Euler, diretora de Inovação, Negócios e Transferência de Tecnologia da Embrapa, destacou a relevância da bioeconomia como “presente e futuro” da Amazônia. Segundo ela, o grande desafio é valorizar a floresta em pé e as comunidades locais, levando conhecimento e tecnologia para garantir um modelo de desenvolvimento diferente do passado. “Essa ideia de hub de bioeconomia do Sebrae nessa região faz todo o sentido para a gente. Queremos trabalhar de mãos dadas com o Sebrae, com o Senar, com as comunidades, com empresas, para realmente potencializar esse ecossistema de inovação para trazer novas soluções e oportunidades para quem é daqui e para quem quer investir na Amazônia”, complementou. Para Daniel Carrara, diretor-geral do Senar, o apoio às iniciativas sustentáveis precisa estar atrelado à geração de renda para as populações da região.  “A preservação de uma floresta tem que estar vinculada à geração de renda. E o que a gente vê aqui são experiências que precisam de apoio, precisam crescer em escala.” Wilson Poit, empreendedor e membro associado estatutário da Endeavor, considerou a experiência “inesquecível”. “Está totalmente dentro do foco da Endeavor, que está com um olhar bastante voltado para a Amazônia, para a sustentabilidade”, declarou Poit. “Somente através de uma ação integrada das entidades é que vamos conseguir fortalecer as comunidades e trazer soluções eficazes para a nossa Amazônia”, complementa Augusto Braun, presidente do Instituto Climático Von Bohlen Und Halbach. Além das ações estratégicas voltadas para a bioeconomia, o Sebrae também tem investido no levantamento de informações iconográficas da região do Baixo Amazonas, o que permitirá qualificar produtos, serviços e espaços para os empreendedores locais. Até setembro, a instituição programou uma série de capacitações e conexões de mercado, especialmente na região de Santarém, para fortalecer o ecossistema de inovação e garantir oportunidades reais para os pequenos negócios da Amazônia. Quer saber mais sobre inovação, empreendedorismo no agronegócio? Todos os dias, aqui no site Canal Rural, Empreendedorismo, você fica por dentro de todas as novidades para empreender de forma segura e responsável. Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo Se você é micro ou pequeno produtor rural e deseja abrir as portas do seu negócio de forma sustentável, assista e participe do programa Porteira Aberta Empreender. O programa é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você, micro e pequeno produtor rural, descobrir soluções, produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo. [ad_2] Source link

Suspensão do Plano Safra compromete investimento dos produtores, diz Orplana

[ad_1] A Organização das Associações de Produtores de Cana de Açúcar do Brasil (Orplana) manifestou em nota preocupação com a suspensão das novas contratações de financiamentos rurais no âmbito do Plano Safra 2024/2025. A organização acredita que a medida tenha como parâmetro o aumento dos custos de equalização das taxas de juros. Porém, crê que a decisão prejudica o setor agrícola, que necessita de investimentos em manutenção, renovação e melhoria na infraestrutura para os pequenos, médios e grandes produtores. Cancelamento do Plano Safra A suspensão foi anunciada nesta quinta-feira (20), por meio de um ofício assinado pelo secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron de Oliveira. Um dos motivos apontados pelo secretário é o fato de a Proposta de Lei Orçamentária (PLOA) para o exercício de 2025 ainda não ter sido aprovada pelo Congresso Nacional. “A suspensão comprometerá os planos de investimento dos produtores rurais, afetando a geração de empregos, inibição de investimentos e a descarbonização do Brasil”, disse José Guilherme Nogueira, CEO da Orplana.  A entidade pediu ao Ministério da Fazenda que reconsidere a decisão de suspender as novas contratações de financiamento do Plano Safra, tomada pelo Secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron de Oliveira. [ad_2] Source link

Haddad buscará respaldo do TCU para retomada das linhas de crédito do Plano Safra

[ad_1] “As linhas foram suspensas pelo Tesouro Nacional por necessidade legal, devido à não aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) 2025”, justificou o Ministério, que enfatizou que as linhas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), voltadas aos pequenos agricultores, seguem operando normalmente. Sobre a suspensão do Plano Safra 2024/2025 O Tesouro Nacional anunciou ontem (20) a suspensão de novas contratações de financiamentos subvencionados pelo Plano Safra 2024/25. A medida, que passa a valer a partir de hoje (21), não contempla operações de custeio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). [ad_2] Source link

Vem aí a quarta onda de calor! Confira quando chega e as áreas atingidas

[ad_1] A Climatempo atualizou recentemente os modelos meteorológicos e está prevendo uma nova onda de calor no Brasil, que terá maior influência sobre o Rio Grande do Sul a partir deste sábado (22). De acordo com Climatempo, a onda deve perder a intensidade na próxima quinta-feira (27). Esta seria a quarta onda no país – a terceira influenciando o Rio Grande do Sul. A Climatempo esclarece que este novo evento climático não faz parte da onda de calor que já atua no centro-leste do Brasil. Foto: divulgação/ Climatempo A onda de calor que começou dia 12, termina nesta segunda (24). O instituto enfatiza que o novo fenômeno vai impactar os estados da região sul, especialmente o Rio Grande do Sul, o oeste e sul de Santa Catarina, proporcionando dias de calor mais intenso no Paraná. Partes do oeste e sul de São Paulo e o sudoeste e sul de Mato Grosso do Sul também podem ser afetados. A Climatempo informa que as atualizações da área e do período serão revistas diariamente. [ad_2] Source link

pagamento de crédito rural emergencial será prorrogado

[ad_1] O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu em uma reunião extraordinária realizada nesta quinta-feira (20), prorrogar o prazo de pagamento de parcelas com vencimento previsto para 2025 de operações de crédito rural de uma linha emergencial. A linha foi criada em fevereiro do ano passado, respondendo aos impactos de uma seca que atingiu municípios da área de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). “Fica autorizada a prorrogação, para até um ano após o término do contrato, do pagamento das parcelas com vencimento previsto para 2025 das operações de crédito rural contratadas ou renegociadas por agricultores familiares, mini, pequenos e demais produtores rurais ao amparo da Resolução CMN nº 5.120, de 7 de fevereiro de 2024”, diz a resolução do CMN, assinada pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Para ter direito à prorrogação, o mutuário tem de solicitá-la até o dia 30 de junho deste ano e justificar a dificuldade para o pagamento das parcelas em 2025. A linha emergencial criada pelo conselho no ano passado tem recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Era destinada a agricultores familiares, mini e pequenos produtores rurais que sofreram prejuízos com a seca ou estiagem. A Sudene abrange os Estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, 249 municípios de Minas Gerais e 31 municípios do Espírito Santo. [ad_2] Source link

Alta das commodities e queda do dólar em destaque; confira análise de especialista

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o impacto do cenário geopolítico nos mercados. A expectativa por um acordo entre Rússia e Ucrânia derrubou o dólar, enquanto a alta do minério de ferro impulsionou mineradoras e levou o Ibovespa a 127 mil pontos. Na China, medidas de estímulo seguem no radar, e na Europa, o BCE prevê cortes de juros até o fim de 2025. Hoje, o foco está na expectativa de inflação de Michigan e prévias de PMIs na Europa. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação [ad_2] Source link

Pancadas fortes de chuva podem colocar capitais em alerta; veja a previsão de hoje

[ad_1] Veja como ficará o tempo nas cinco regiões brasileiras nesta sexta-feira: tem muita chuva e tempo abafado. Sul A semana termina ainda mais instável na Região Sul do país por conta da circulação de ventos. A chuva acontece em vários momentos do dia na região central, oeste e da Campanha Gaúcha. Tem previsão para temporais em Bagé, Santa Maria e em Pelotas, todos no Rio Grande do Sul. Porto Alegre terá um dia bem quente e com pancadas mais rápidas à tarde. No Paraná e em Santa Catarina, a chuva é isolada, mas mesmo assim pode vir forte em alguns momentos. Curitiba e Florianópolis terão máximas mais altas, chegando aos 30 graus e chuva à tarde. Sudeste A semana termina ainda sob influência do sistema de alta pressão que inibe a formação de nuvens carregadas em Minas Gerais, no Rio de Janeiro, Espírito Santo e no norte de São Paulo. As temperaturas nessas áreas disparam à tarde e a umidade cai. Assim, os índices ficam entre os 25 e 30% nas horas mais quentes do dia. Nas regiões oeste, central, região metropolitana e litoral paulista, pancadas mais isoladas e rápidas à tarde, não descartando volumes mais expressivos no litoral sul. Centro-Oeste A semana termina com os volumes de chuva diminuindo na Região Centro-Oeste e a temperatura disparando à tarde. Em Mato Grosso do Sul e nas regiões norte e oeste de Mato Grosso, a chuva se concentra à tarde. São pancadas típicas da estação, com curta duração e com até forte intensidade. Em Campo Grande e em Cuiabá, tempo bem abafado, com essa chuva acontecendo mais no fim do dia. Goiânia e Brasília continuam com tempo estável, sem previsão de chuva. Nordeste A aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) aumenta a chuva sobre Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. As instabilidades se formam a qualquer momento do dia, com alerta para alto volume de chuva nas capitais São Luís, Teresina, Fortaleza e Natal. Não são descartados pontos de alagamentos, enchentes e enxurradas. Entre João Pessoa e Salvador, a chuva é passageira, acontecendo entre a madrugada e manhã. À tarde, o sol predomina e a temperatura sobe rapidamente. No interior da Bahia, o tempo continua estável e com alerta para baixa umidade do ar. Norte A aproximação da ZCIT também aumenta a chuva no Amapá e no Pará. As instabilidades se formam em vários momentos do dia e os acumulados são bem altos, principalmente nas regiões litorâneas. Em Belém e em Macapá, há alerta para temporais e alagamentos. Chove sobre todos os estados da Região, com volumes expressivos também no Amazonas, Acre e norte de Rondônia. No Tocantins, a chuva continua concentrada na metade norte do estado, enquanto as pancadas são mais passageiras e isoladas na região metropolitana. [ad_2] Source link

Consultoria aponta recorde na produção de soja no Brasil, mas alerta para os desafios climáticos

[ad_1] O mercado global de soja enfrenta um ano de grandes expectativas e desafios, com fatores climáticos e econômicos desempenhando papéis importantes na dinâmica de oferta e demanda. A projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI) indica uma queda na inflação global de 4,2% para 3,5% em 2025. Por outro lado, a dinâmica da política monetária e comercial nos Estados Unidos, Europa e principais mercados emergentes segue como fator de volatilidade para os mercados financeiros e de commodities. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Cenário americano e política monetária Nos Estados Unidos, preocupações com a persistência da inflação e possíveis impactos da nova administração de Donald Trump levaram o índice do dólar a novas máximas. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) manteve a estimativa de safra em 118,8 milhões de toneladas, permitindo crescimento nas exportações e esmagamento. Estima-se que os estoques americanos aumentem em relação à temporada anterior, chegando a 10,3 milhões de toneladas. Após três cortes consecutivos, o Federal Reserve decidiu manter as taxas de juros inalteradas, sinalizando que é improvável um aumento em 2025. O real brasileiro, por sua vez, fechou 2024 desvalorizado devido ao fortalecimento do dólar e ao quadro fiscal do país. A elevação da taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária (COPOM) pode atrair mais capital para o Brasil, mas incertezas fiscais continuam a restringir uma valorização mais expressiva da moeda. Mercados globais O ressurgimento de disputas comerciais também adiciona incerteza ao cenário global. A imposição de tarifas pelos EUA sobre produtos de diversos países, incluindo China, México e Canadá, tem gerado reações e retaliações. Entre os produtos que entraram na mira das tarifas de Donald Trump estão commodities agrícolas como café e etanol. O risco de uma escalada na guerra comercial pode afetar a demanda chinesa por soja, como ocorreu em 2018, quando a China reduziu as compras dos EUA devido à imposição de tarifas por ambos os países. Soja: produção recorde no Brasil A consultoria Hedgepoint Global Markets elevou sua estimativa para a produção brasileira de soja em 2025 para 171,5 milhões de toneladas, impulsionada por altos rendimentos em estados como Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Bahia. Isso deve levar a um volume recorde de exportações, apesar das incertezas sobre o consumo doméstico de óleo de soja após a manutenção da mistura de biodiesel B14. Nos Estados Unidos, a safra foi mantida em 118,8 milhões de toneladas pelo USDA, enquanto o esmagamento e as exportações devem crescer em 2024/25. No entanto, estoques também tendem a aumentar, adicionando pressão sobre os preços. Na Argentina, o USDA reduziu a estimativa de produção, e novos cortes podem ocorrer caso as condições climáticas não melhorem. Com a produção menor, o país pode reduzir exportações e esmagamento, beneficiando subprodutos do Brasil e dos EUA. Expectativas para a soja Após neutralidade recente, os especuladores voltaram a assumir posições “vendidas” nos contratos futuros de soja, farelo e óleo de soja na Chicago Board of Trade (CBOT), refletindo expectativas de maior oferta. Apesar disso, alguns fatores podem oferecer suporte aos preços no médio prazo, como os riscos climáticos na Argentina e a possibilidade de que o USDA esteja superestimando a produção do país. No curto prazo, boas perspectivas para a oferta global e uma redução do apetite de compra da China são fatores baixistas, enquanto questões políticas e climáticas adicionam volatilidade ao mercado. Além disso, devido ao cenário atual de preços de soja e milho na Bolsa de Chicago, é provável que o USDA indique uma área de soja menor nos EUA em 2025/26, o que pode trazer volatilidade extra para o mercado. Condições climáticas A influência climática também segue no radar para o mercado global de soja. O fenômeno La Niña está ativo e deve persistir entre fevereiro e abril de 2025, com uma transição para condições neutras entre março e maio. Esse movimento pode afetar a produção e logística de importantes regiões produtoras. Em relação à produção argentina, o clima ainda é o grande ponto de atenção, levando em consideração que o USDA pode estar superestimando a produção dos argentinos. [ad_2] Source link

ABCZ comemora decisão do TRF-3 sobre exportação de animais vivos

[ad_1] A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) disse, em nota, que a exportação de animais vivos, além de ser uma demanda de mercado, é fortemente regulamentada. A manifestação ocorreu após decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), que, por unanimidade, declarou que a exportação de bovinos vivos não infringe a legislação brasileira. “A notícia trouxe satisfação para os criadores de todo o Brasil, que estavam impedidos de praticar esse tipo de exportações desde abril de 2023”, disse a ABCZ. O advogado que representou a entidade na ação, Eduardo Diamantino, lembrou que a exportação de animais vivos está sujeita à fiscalização pelo Ministério da Agricultura e Pecuária em todas as etapas, além da vigilância sanitária dos países que recebem as cargas vivas. A corte julgou um recurso da União, que alegou que o transporte de animais vivos não estaria “intrínseca e inerentemente” relacionado a maus tratos. [ad_2] Source link